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The End – Introspection (LP 1969)

sábado, 17 de dezembro de 2016



The End – Introspection (LP Decca ‎– SKL-R.5015, 1969).
Produtor - Bill Wyman.
Género: Rock Psicadélico.

Introspection“ é um álbum da banda The End lançado pela Decca em 1969, uma fantástica relíquia da era psicadélica, produzido por Bill Wyman, e com Nicky Hopkins e Charlie Watts (tabla) como músicos convidados, repleto de grandes canções e com imaginativos arranjos.
A faixa-título, na sua primeira parte (ela é dividida em duas partes) lembra bastante os Beatles no psicadelismo de “Revolver”. O disco termina com a parte dois da faixa-título, com especial destaque para o “Hammond”, brilhantemente executado por Nick Graham e um excelente trabalho de guitarra de Terry Taylor.


The End foi uma banda britânica pop psicadélica formada em 1965 por Dave Brown (baixo, voz) e Colin Griffin (guitarra, voz), após uma outra banda, “The Innocents “, ter terminado.
Nick Graham (teclados, voz) e John Horton (saxofone) juntaram-se ao grupo de apoio de Dickie Pride “The Original Topics” e Roger Groom (bateria) de “The Tuxedos” completaram a formação original deste grupo. A banda foi produzida pelo baixista dos Rolling Stone, Bill Wyman, que lhes conseguiu uma turnê com o seu grupo. Após a digressão, Grooms saiu da banda e foi substituído por Hugh Atwooll, um velho amigo de Graham. Em 1969 a banda lançou o seu único álbum, “Introspection”. Ainda hoje este disco é considerado como um dos pontos altos do psicadelismo britânico dos anos 60.


Faixas/Tracklist:

A1 Dreamworld 4:15
A2 Under The Rainbow 3:40
A3 Shades Of Orange (Wyman, Gosling) 2:39
A4 Bromley Common (voz - George Kenset, Kenset) 0:50
A5 Cardboard Watch 2:52
A6 Introspection Pt. 1 4:03
B1 What Does It Feel Like 3:05
B2 Linen Draper (voz - George Kenset, Kenset) 0:14
B3 Don't Take Me 3:23
B4 Loving Sacred Loving (cravo - Nicky Hopkins) 3:04
B5 She Said Yeah (voz adicional-Jim Henderson, Saxofone–Ken Leeman, Christy, Jackson) 2:48
B6 Jacobs Bladder (voz - George Kenset, Kenset) 0:54
B7 Introspection Pt. 2 2:44

Músicos/Personnel:

Guitarra baixo e voz – Dave Brown
Bateria – Hugh Attwooll
Guitarra, Saxofone, Voz – Colin Giffin
Guitarra, Voz – Terry Taylor
Órgão, Piano, Voz – Nick Graham
Tabla – Charlie Watts (faixa/track: A3)

Composições por: Giffin (faixas/tracks: A1, A2, A6, B1, B3, B7), Brown (faixas/tracks: A1, A5, A6, B3, B7), Graham (faixas/tracks: A1, A5, A6, B3, B7), Taylor (faixas/tracks: A5, B1)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Mick Hunter, a quem agradecemos.

Hugo Montenegro And His Orchestra ‎– Music From “The Good, The Bad And The Ugly”, “A Fistful Of Dollars” and “For A Few Dollars More” (LP 1968)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016



Hugo Montenegro And His Orchestra ‎– Music From “The Good, The Bad And The Ugly”, and “A Fistful Of Dollars” and “For A Few Dollars More” (LP RCA Victor ‎– LSP-3927, 1968).
Produtor – Neely Plumb.
Género: Música de filmes.

Trata-se de um excelente LP com temas de filmes do velho Oeste Americano, destacando-se a extraordinária figura e interpretação de Clint Eastwood, o actor robusto e implacável, que primeiro retratou o seu personagem enigmático em "A Fistful of Dollars" (Por um Punhado de Dólares).
Hugo Montenegro e Sua Orquestra dão aqui nova vida, com um estilo mais “pop”, a vários temas de autoria de Ennio Morricone. 
Para além de “For a Few Dollars More” ou “The Good, The Bad And The Ugly”, o álbum inclui muitas composições assombrosamente famosas e excitantes.


Hugo Mario Montenegro (Nova Iorque, 2 de setembro de 1925 - Palm Springs, 6 de fevereiro de 1981), mais conhecido apenas por Hugo Montenegro, foi um famoso maestro, compositor e director musical, especialmente conhecido pelas suas versões de vários temas de filmes do faroeste americano (Ennio Morriocone) como, "The Good, the Bad and the Ugly" (1966) e outros, e também pelos temas da série “I Dream Of Jeannie” (Jeannie É Um Génio), de 1965.
No entanto, a discografia de Montenegro é vasta e nela estão incluídos variados estilos musicais e versões de muitos sucessos, desde a música pop, country, musicais, filmes e outros, compreendendo inúmeros êxitos como, “Song From Moulin Rouge”, “Theme From Picnic”, “Gigi”, “Exodus”, “Never on Sunday”, “Theme From The Man From U.N.C.L.E.”, “Love Is Blue”, “Happy Together”, entre muitos outros.


Faixas/Tracklist:

A1 The Good, The Bad And The Ugly 2:43
A2 March With Hope 2:25
A3 The Story Of A Soldier 2:59
A4 The Ecstacy Of Gold 2:33
A5 Theme From 'A Fistful Of Dollars' 2:04
B1 For A Few Dollars More (Co-produção de Al Schmitt) 2:39
B2 Aces High 3:10
B3 The Vice Of Killing 2:15
B4 Sixty Seconds To What? 2:18
B5 Square Dance 2:06
B6 Titoli 2:13

Álbum gravado nos estúdios da RCA Victor's Music Center of the world, Hollywood, California.
Condução de Orquestra e Arranjos por Hugo Montenegro.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Harry Jefferson, a quem agradecemos.

Maria Guinot – Maria! (EP 1968)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016



Maria Guinot – Maria! (EP Alvorada EP-60-1030, 1968).
Género: Pop, Folk.
EP considerado muito raro.

Primeiro disco de Maria Guinot, lançado em 1968, com acompanhamento à viola de João Valeriano (à época, o baixista dos Claves e actualmente maestro).
Maria Guinot nasceu no Barreiro a 20 de junho de 1945. O seu nome completo é Maria Adelaide Fernandes Guinot Moreno. Aos quatro anos começou a aprender piano, ingressando, mais tarde, no Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Para além das aulas de piano, Maria cursou ainda Composição e Arte de Dizer e frequentou em simultâneo o curso liceal na secção de Germânicas, estudando francês na Alliance Française, tendo aperfeiçoado os seus conhecimentos em várias línguas estrangeiras
Parte para Paris, graças a uma bolsa de estudo. A estadia em França influencia a sua visão e a sua música, reflectindo-se mais tarde nas suas composições e interpretações.


Com 21 anos, grava o seu disco de estreia, um EP apenas com o nome “Maria”, para a editora Alvorada, com temas de sua autoria, incluindo temas em francês como, “La Mére Sans Enfant” ou “Toi Mon Ami”. No ano seguinte, em 1969, lançou um segundo EP, para a mesma editora. 
Seguiram-se participações em programas de rádio e televisão até que resolve interromper a sua carreira.
O grande regresso aconteceu em 1981 com a participação no Festival RTP da Canção onde se classificou em 3º lugar, com o tema “Um Adeus, Um Recomeço”.
Participou no Festival da Canção em 1984 com outro tema da sua autoria, “Silêncio e Tanta Gente”. Com esta música, Maria Guinot irá representar Portugal no Festival Eurovisão, no Luxemburgo.
Participou em diversos programas de rádio e televisão.
Com temas de sua autoria foi lançado um disco em 1987, intitulado “Esta Palavra Mulher”.
Ainda nesse ano, participou novamente no Festival da Canção, como compositora do tema “Imaginem Só”, que Ana Alves interpretou.
A sua carreira musical praticamente terminou devido a problemas de saúde.


Faixas/Tracks:

A1 - La Mère Sans Enfant (Mª Adelaide F. Guinot)
A2 - Toi, Mon Ami (Mª Adelaide F. Guinot)
B1 - A Canção Que Eu Canto (Mª Adelaide F. Guinot)
B2 - Criança Loura (Mª Adelaide F. Guinot)

EP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S.. Especial colaboração de João Carlos Callixto. Agradecimento a ambos. Masterização por Carlos Santos.

Lesley Gore ‎– I'll Cry If I Want To (LP 1965)




Lesley Gore ‎– I'll Cry If I Want To (LP Mercury ‎– SR 60805, Junho de 1965).
Produção de Quincy Jones.
Género: Pop

I'll Cry If I Want To“ é o álbum de estreia de Lesley Gore, lançado em 1965, repleto de fantásticos temas “pop” e melodiosas baladas.
Do álbum destacam-se alguns temas que foram sucesso como, "It's My Party", "Judy's Turn To Cry", "Misty", "Cry Me a River" ou "What Kind of Fool Am I".


Lesley Gore nasceu em 2 de Maio de 1946, em Nova York/EUA. 
Foi uma cantora americana de muito sucesso na década de 60, da chamada “girl group era” da música americana. O seu tema mais conhecido, gravado quando tinha apenas 16 anos, é o sucesso pop “It’s My Party”, de 1963.
A biografia desta excelente cantora americana já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 It's My Party (H. Wiener, J. Gluck, Jr., W. Gold) 2:19
A2 Cry Me A River (A. Hamilton) 2:12
A3 Cry (Churchill Kohlman) 2:06
A4 Just Let Me Cry (B. Raleigh, M. Barkan) 2:10
A5 Cry And You Cry Alone (H. Earnhart) 2:00
A6 No More Tears (M. Barkan, S. Baron) 2:22
B1 Judy's Turn To Cry (B. Ross, E. Lewis) 2:12
B2 I Understand (M. Wayne) 1:52
B3 I Would (E. Lewis, K. Feltz, W. Scharfenberger) 2:23
B4 Misty (E. Garner, J. Burke) 2:17
B5 What Kind Of Fool Am I (Anthony Newley, L. Bricusse) 1:41
B6 The Party's Over (A. Green, B. Comden, J. Fine) 2:01

Condução de Orquestra por Claus Ogerman
Direcção Musical - Quincy Jones

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo australiano, James Abbey, a quem agradecemos.

Charles Aznavour ‎– Chante... Charles Aznavour (LP 1953)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016



Charles Aznavour ‎– Chante... Charles Aznavour (LP, 10", Ducretet Thomson ‎– 260 V 002, Dez. 1953).
Género: Pop, Chanson.

Trata-se do primeiro álbum de Charles Aznavour. Algumas das faixas do disco mantêm a sua fama e êxito, até hoje.

Charles Aznavour, cujo verdadeiro nome é Shahnour Varenagh Aznavurjian, nasceu em Paris a 22 de maio de 1924, sendo filho de pais arménios. É um cantor, compositor, actor e diplomata armênio-francês.
É considerado uma verdadeira lenda viva da “chanson française”. Actualmente com 92 anos, mantém a frescura vocal que deslumbra públicos em todo o mundo e conquista a crítica dos mais variados sectores. 
Francês e Arménio (é embaixador geral da França para a Arménia e embaixador da Arménia na Suíça e delegado permanente da Arménia nas Nações Unidas), Charles Aznavour é conhecido pela sua voz tenor, limpa e cristalina nas notas mais altas e grave e profunda nas mais baixas. Escreveu mais de 800 canções, gravou mais de 1200 em 8 idiomas diferentes, e vendeu mais de 180 milhões de discos. Foi o primeiro francês a chegar ao nº 1 do Top Inglês. A canção que acabou por garantir a longevidade de carreira de Charles Aznavour foi mesmo “Tous Les Visages Du Monde” de 1974, cuja versão em inglês, “She”, chegou ao 1º lugar do top da Grã-Bretanha três vezes mais depressa do que a gravada por Elvis Costello para a banda-sonora do filme “Notting Hill”.
Foi integrado no Songwriters Hall of Fame em 1996.
Em 1998, este protegido de Edith Piaff foi nomeado “Entertainer Of The Century” pelos consumidores de marcas globais de media como a CNN e a Time Online, somando 18% das preferências mundiais e superando Bob Dylan e Elvis Presley. Aznavour será para sempre recordado por famosas canções como, “She”, “La Bohème”, “Ave Maria” e muitas outras que fizeram da “chanson” um dos fenómenos estilísticos mais respeitados pelos amantes de música em todo o mundo.


Faixas/Tracklist:

A1 Et Bailler Et Dormir 
A2 Couchés Dans Le Foin 
A3 Intoxiqué 
A4 Oublie Loulou 
A5 Quand Elle Chante 
A6 Si J’avais Un Piano 
B1 Viens 
B2 Mé-ké 
B3 Jézébel 
B4 Poker 
B5 Plus Bleu Que Tes Yeux 

Músicos /Personnel:

Voz e composições de Charles Aznavour;
Acompanhamento por: Orquestra de F. Pourcel Et Son Orchestre (faixas/tracks: 9, 10), M. Ramos Et Ses Rythmes (faixas/tracks: 1, 2, 3), R. Valentino Et Ses Rythmes (faixas/tracks: 4, 5, 6), R. Valentino Et Son Quintette (faixas/tracks: 7, 8, 11)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Denis Martin, a quem agradecemos.

The Original Surfaris ‎– Wheels (Shorts-Hot Rods) (LP 1965)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016



The Original Surfaris ‎– Wheels (Shorts-Hot Rods) (LP Diplomat Records ‎– DS-2309, 1965).
Disco considerado raro.
Género: Rock/Surf

Originalmente como The Surfaris, The Original Surfaris formaram-se em 1960, em Fullerton, Califórnia, EUA. O grupo que é referido neste LP gravado pela Diplomat (1965) não foi o único com este nome (Surfaris). Na época, no Sul da Califórnia, havia pelo menos mais uma banda com o nome de The Surfaris, e uma delas gravou o grande sucesso “Wipe Out “, em 1963. Assim. The Original Surfaris não devem ser confundidos com esse famoso grupo The Surfaris, os tais que produziram "Wipe Out". 
The Original Surfaris foi forçado a mudar o seu nome quando os outros Surfaris obtiveram o referido grande sucesso e interpuseram uma acção judicial sobre o nome do grupo. A banda que tinha conseguido o êxito ganhou a acção em tribunal, mas o outro grupo foi autorizado a chamar-se The Original Surfaris, aparentemente porque se havia formado primeiro.
Devido aos nomes iguais, como já referimos, o caso deu origem a um processo judicial e, no julgamento que se seguiu, o juiz concedeu a uma das bandas, o uso exclusivo de "The Surfaris". No entanto, o juiz também permitiu que a banda de Fullerton poderia continuar sob o nome The Original Surfaris, embora continuassem a ser conhecidos nos vários locais onde tocavam como "The Surfaris".


O título Wheels Shorts-Hot Rods foi assim colocado para que o disco tivesse algum impacto, destaque e sucesso de vendas devido à moda (muito breve) da música “Hot Rod”, um desdobramento do som surf, que surgiu na costa oeste dos EUA. O LP foi lançado quando o grupo The Original Surfaris já se tinha dissolvido. O grupo tinha planeado lançar realmente um LP de música surf em 1963, mas o projecto foi arquivado na sequência da referida acção judicial envolvendo os outros Surfaris.
Entre outubro de 1962 e janeiro de 1963, eles gravaram no estúdio do produtor Tony Hilder uma série de canções escritas por Larry Weed, tais como "Moment of Truth" ou " Delano Soul Beat", entre outras. A faixa " Delano Soul Beat " acabou por ser recuperada neste LP.
Foi no início de 1963 que, enquanto a banda estava em digressão, o tema de surf instrumental "Wipe Out" foi lançado com grande sucesso por todo o país. Este tema foi escrito e realizado por uma outra banda de Glendora, Califórnia, que, como já referimos, também se chamava The Surfaris. 
Depois da moda do hot rod ter ficado para trás, The Original Surfaris começaram a mudar o seu estilo musical, e Jim Tran juntamente com Al Valdez deixaram o grupo. A banda então começou a interpretar mais temas vocais, e soul and blues no seu repertório, acabando por se separar em maio de 1965.
Banda de qualidade respeitável, conseguiram gravar alguns singles obscuros e o LP. 


Faixas/Tracklist:

A1 Delano Soul Beat (Al Garcia) 2:22
A2 Gear Down Boogie 2:20
A3 Dirt Track Baby 2:12
A4 Speed Jocking 2:36
A5 Wheel Soul 2:37
B1 Wheels Theme 1:58
B2 Shutdown Daddy 2:48
B3 Spinout 2:08
B4 Floorboarding 1:57
B5 Way-Out Wheeler 2:29

Elementos que pertenceram à Banda:

Al Valdez (piano) 
Mike Biondo (bateria) 
Bobby Esco (guitarra) 
Bob Bernard (saxofone) 
Doug Wiseman (saxofone) 
Larry Weed (guitarra) 
Jim Tran (baixo) 
Charley Vehle (guitarra) 
Dave Hull (piano) 
Jerry Baker (guitarra) 
Franck Sibley (guitarra)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Guess Who ‎– American Woman (LP 1970)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016



The Guess Who ‎– American Woman (LP RCA Victor ‎– LSP-4266,  janeiro de 1970).
Produção de Jack Richardson
Género: Pop Rock, Hard Rock

American Woman” é a faixa título do sétimo álbum da banda de rock canadiana The Guess Who, que foi lançado em janeiro de 1970. O disco alcançou a posição No. 9 nas tabelas de álbuns da Billboard Pop. O LP permaneceu nas paradas de sucessos por mais de um ano e foi o lançamento do grupo mais bem sucedido.
Esta canção foi também editada em single, em Março de 1970, tendo chegado ao primeiro lugar dos rankings nos EUA.
Além da faixa-título, este álbum também inclui "No Time", uma canção do grupo previamente gravada para Canned Wheat.
Este foi o último álbum em que o guitarrista Randy Bachman participou com o grupo.
Todas as canções foram escritas e compostas por Randy Bachman e Burton Cummings, com excepção de "American Woman" (Cummings, Peterson, Kale, Bachman), "Humpty's Blues" (por toda a banda) e "969" (por Randy Bachman).


The Guess Who foi uma banda de rock, formada em 1960, em Winnipeg, Manitoba, Canada, e uma das mais populares daquele país nos anos 60 e início dos anos 70. O grupo era oriundo de uma banda chamada Chad Allan And The Reflections, formada em Winnipeg, Canadá, em 1962, que, por sua vez, adveio de duas outras, Allan And The Silvertones e Velvetones. A formação original dos Chad Allan And The Reflections compreendia Allan (nome verdadeiro - Allan Kobel; guitarra e voz), Jim Kale (baixo), Randy Bachman (guitarra ), Bob Ashley (piano) e Garry Peterson (bateria).
Em 1966, Allan abandonou o grupo. Para o seu lugar, entrou Bruce Decker que, no entanto, permaneceu pouco tempo, tendo Cummings assumido o posto de vocalista do quarteto.
Em março de 1970, a vigorosa "American Woman" tornou-se a única canção dos Guess Who a figurar no primeiro posto das paradas americanas. O lado B do single, "No Sugar Tonight", também teve bastante sucesso. "American Woman" foi o único LP da banda incluído no Top 10 americano da época. Em julho de 1970, Bachman deixou os Guess Who, pois queria encontrar um grupo de rock compatível com a sua religião "Mormon". 
A banda será recordada por alguns êxitos como, “American Woman”, “These Eyes” ou “Share The Land”. 
Em 1975, Cummings dissolveu a banda e iniciou uma carreira a solo.


Faixas/Tracklist:

A1 - American Woman (Cummings, Peterson, Kale, Bachman) 5:02
A2 - No Time (Cummings, Bachman) 3:45
A3 - Talisman (Cummings, Bachman) 5:05
A4 - No Sugar Tonight / New Mother Nature (4:52)
A4a - No Sugar Tonight (Bachman)
A4b - New Mother Nature (Cummings) 
B1 - 969 (The Oldest Man) (Instrumental, Randy Bachman) 2:58
B2 - When Friends Fall Out (Cummings, Bachman) 2:58
B3 - 8:15 (Cummings, Bachman) 3:26
B4 - Proper Stranger (Cummings, Bachman) 4:00
B5 - Humpty's Blues / American Woman (Epilogue) (Cummings, Peterson, Kale, Bachman) 6:11

Álbum gravado entre 12 de agosto de 1969 e 16 de novembro do mesmo ano, nos estúdios da RCA's Mid-America Recording Center, Chicago, Illinois
Arranjos por The Guess Who

Elementos Principais/Principal Members:

- Burton Cummings (nascido em 31 de dezembro de 1947, Winnipeg, Manitoba, Canada) – Vocalista, teclados, guitarra, flauta, Harmónica
- Jim Kale (11 de agosto de 1943, Winnipeg, Manitoba, Canada) – Baixo, voz
- Garry Peterson (25 de maio de 1945, Winnipeg, Manitoba, Canada) – Bateria, percussão e voz
- Randy Bachman (27 de setembro de 1943, Winnipeg, Manitoba, Canada) – Guitarra solo 

LP disponibilizado por João Romão.

Los Picapiedras ‎– Malon A Go-Go (LP 1967, Chile)

domingo, 11 de dezembro de 2016



Los Picapiedras ‎– Malon A Go-Go (LP Arena Producciones ‎– LPD-037-X, 1967, Chile)
Produção: Scottie Scott
Género: Pop/Rock.

Los Picapiedras lançaram dois albuns, "iExcitante!" e "Malon a Go Go", ambos com várias versões como, Black Is Black (Los Bravos) ou Gloria (Them), assim como alguns temas da compositora que os descobriu, Scottie Scott. 
O LP que aqui apresentamos, de 1967, é o segundo disco desta excelente banda chilena dos anos 60 (sendo no entanto o primeiro pelo selo Arena). Na realidade, o primeiro álbum da sua carreira é o LP “¡Excitante!”, de 1966, pela editora Philips. 
A produção é de Scottie Scott, cantora da Nueva Ola e admiradora da banda que os entusiasmou a gravarem. Estão incluídos alguns temas de sua autoria. 
Em 1964, a “beatlemania” havia invadido o mundo e o Chile não foi excepção. Inspirados no fenómeno originado pelos "Fab Four" de Liverpool, surge naquele país, em 1965, o grupo Los Picapiedras. A estreia desta nova banda chilena deu-se no Teatro Imperio, em março de 1965. Já com bastante êxito e fama, Los Picapiedras começaram a actuar na Radio Santiago, onde conheceram a compositora Scottie Scott, que os apoiou e incentivou no seu trabalho discogáfico.
Em 1968 trocariam o seu nome para Los Vip's . A banda terminaria em 1971.
Em relação ao LP, este apresenta uma boa sonoridade, harmonia e muito rock, com versões/covers de grandes êxitos à mistura.


Faixas/Tracklist:

A1 Si Estas "In" Prefiero Estar "Out" 
A2 Vuelve Que Estare 
A3 Sentimiento Triste 
A4 Hay Que Evitarlo 
A5 Mientras Mas Nos Vemos 
A6 Darling 
B1 La Discotheque 
B2 Amor Salvaje 
B3 Negro Es Negro 
B4 Invierno 
B5 Presentimiento 
B6 Supe Que Te Iba A Querer

Integrantes/Personnel:

Alejandro Valladares (Baixo e Voz)
Jorge Fernández (Bateria)
Leonardo Carvajal (Guitarra)
Mario Zárate (Guitarra)
Músico convidado: Hugo Raymond - órgão

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.