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S.A.R.L. - Sociedade Artística e Recreativa Lusitana ‎– SARL (Single 1974)

sábado, 10 de junho de 2017



S.A.R.L. - Sociedade Artística e Recreativa Lusitana ‎– SARL (Single Movieplay ‎– SP 20.147, junho de 1974).
Género: Canção de protesto/contestação.

Pedro Osório, Carlos Moniz e Samuel (SARL).

Faixas/Tracklist:

A1 – De Como a Canção Social Tem Uma Função Capital…Quer Dizer… (06:19)
B1 - Funchal, 23 (03:28)

S.A.R.L. - Sociedade Artística e Recreativa Lusitana, foi um grupo português formado por Pedro Osório, Samuel e Carlos Moniz. Os temas são tipicamente do pós 25 de abril.
Em 1974, Carlos Alberto Moniz, Pedro Osório e Samuel fundaram o grupo SARL (Sociedade Artística Recreativa Lusitana) fazendo a sua estreia em disco com "De Como a Canção Social…/Funchal, 23" que é editado pela Movieplay, gravado no estúdio da Musicorde.


Envolvidos no projecto estiveram também José Niza, Daniel Proença de Carvalho, Carlos Perez Álvaro, então director da Movieplay, Rui Ressurreição, Thilo Krasmann e José Manuel Pedrosa.
O primeiro disco, o single que aqui apresentamos no qual consta a faixa “Funchal, 23”, data de Junho de 1974. O autor da canção foi José Niza que a compôs em casa de Daniel Proença de Carvalho ao ler no jornal "Diário de Lisboa" a notícia da partida do Funchal para o Brasil, no dia 23 de Maio (o que deu o título à canção), de Moreira Baptista e Silva Cunha (ex-ministros da ditadura deposta). José Niza limitou-se a musicar o texto da notícia.

Single ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo J. Ramos, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Adriano Correia De Oliveira ‎– O Canto E As Armas (LP 1969)

 



Adriano Correia De Oliveira ‎– O Canto E As Armas (LP Orfeu ‎– STAT 003, 1969).
Género: Intervenção, Balada, Folk.


Com duas raras excepções, só dois poemas não são de Manuel Alegre: um é de António Cabral (A Canção da Fronteira) e o outro de José Afonso (Por Aquele Caminho), todos os outros poemas são de Manuel Alegre, musicados por Adriano Correia de Oliveira. Em todos os temas há a participação à viola, de Rui Pato.
O Canto e as Armas” foi um álbum gravado em 31 de julho de 1969, numa altura em que tanto Adriano como Rui Pato se encontram ao serviço das forças armadas portuguesas.
O álbum é quase integralmente dedicado à poesia de Manuel Alegre que, na época, se encontrava exilado em Argel. Todos os 13 temas do alinhamento foram compostos pelo próprio Adriano e têm acompanhamento à viola de Rui Pato que, como sempre, enriquece os textos e a voz, com a sua mestria amplamente reconhecida. Baladas como "Raiz", "E a Carne se Fez Verbo", "Peregrinação", "Trova do Vento Que Passa n.º 2" e "As Mãos" rapidamente se tornam hinos de resistência ao Estado Novo. "O Canto e as Armas" é assim uma premonição do que viria a passar-se cinco anos depois na madrugada de 25 de Abril: o canto de Adriano e as armas de Salgueiro Maia, ambos com raízes na Escola Prática de Cavalaria de Santarém, seriam decisivos para a restauração da democracia e da liberdade em Portugal. 
Ainda em 1969, pela sua obra, Adriano é distinguido com o Prémio Pozal Domingues.
A 24 de Setembro de 1983, foi feito Comendador da Ordem da Liberdade e a 24 de Abril de 1994, foi galardoado com a Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ambas as condecorações a título póstumo.

Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira (Porto, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982) foi um músico português, cantautor, intérprete do fado de Coimbra e cantor de intervenção. A sua biografia já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 - E de Súbito um Sino (poema de Manuel Alegre dito por Ruy Mendes) 
A2 - Raiz (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira) 
A3 - E a Carne se fez Verbo (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira) 
A4 - E o Bosque se Fez Barco (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira) 
A5 - Peregrinação (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira) 
A6 - A Batalha de Alcácer-Quibir (Manuel Alegre, Rui Pato, Adriano Correia de Oliveira) 
B1 - Regresso (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira).
B2 - Canção da Fronteira (António Cabral, Adriano Correia de Oliveira) 
B3 - Por Aquele Caminho (José Afonso, Rui Pato, Adriano Correia de Oliveira) 
B4 - Canto da Nossa Tristeza (Manuel Alegre, L. Colaço) 
B5 - Trova do Vento Que Passa Nº 2 (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira) 
B6 - As Mãos (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira 
B7 - Post-Scriptum (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira).

Álbum gravado nos Estúdios Polyson (Lisboa), em 31 de julho de 1969.

Músicos/Personnel:

Adriano Correia de Oliveira - Voz
Rui Mendes: Voz (na faixa A1)
Rui Pato - Viola

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Challengers ‎– K-39 (LP 1964)

sexta-feira, 9 de junho de 2017



The Challengers ‎– K-39 (LP Vault ‎– 107, 1964).
Produtor – Richard Delvy.
Género: Rock, Surf

Este LP, "K-39", é o mais prestigiado dos primeiros 4 álbuns que o grupo lançou inicialmente.
Destaca-se a faixa-título (o seu desempenho é fabuloso), e insere também excelentes versões de "Telstar" e "Mark Of Zorro", entre outros grandes temas, com algumas incursões pela música hot rod.
The Challengers foi uma banda instrumental americana de surf que se formou no final de 1962, originários de Los Angeles. Eles representaram um crescente desejo e gosto pela música de surf e ajudaram a tornar este género mais famoso e popular. 
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 K-39 (R. M. Burns) 2:10
A2 Out Of Limits (M. Z. Gordon) 2:04
A3 Wipe Out (The Surfaris) 2:30
A4 Mr. Rebel (E. Bertrand) 2:10
A5 Telstar (J. Meek) 2:37
A6 Mark Of Zorro (Page, Kaffel) 2:02
B1 Back Beat (Petze, Petze, Collins, Pizzi) 3:00
B2 One Mint Julep (R. Toombs) 2:40
B3 Bedlam (P. Johnson) 2:12
B4 Chiflado (P. Johnson) 2:49
B5 Just Drums (R. Delvy) 4:40


Músicos/Personnel:

Baixo – Randy Nauert
Bateria - Richard Delvy
Guitarras – Art Fisher, Ed Fournier
Saxofone – Phil Pruden

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Harry Bancroft, a quem agradecemos.

Brazilian Bitles ‎– Acusticomania (A Música dos Beatles no Barzinho)

quinta-feira, 8 de junho de 2017



Brazilian Bitles ‎– Acusticomania (A Música dos Beatles no Barzinho)
Produção: Nando
Género: Pop/Rock Clássico

Trata-se de uma excelente colectânea assinada por um grupo brasileiro chamado “Brazilian Bitles”. Neste álbum, o grupo faz versões/covers acústicas de alguns dos maiores sucessos dos Beatles. Destacamos o tema 'Yesterday'.
Brazilian Bitles ‎– Acustico Mania (A Música dos Beatles no Barzinho), é um álbum lançado no Brasil em 2003, pela editora Universal, através do selo Mercury.
Pelo que pudemos apurar, este grupo actual deixa-nos algumas dúvidas, pelo que julgamos que não deverá ser confundido com outro grupo carioca homónimo dos anos 60/70, “The Brazilian Bitles”, porque parecem não ser os mesmos…os elementos actuais nada têm a ver com os originais…!
O álbum foi gravado ao vivo no “Café Etílico”, no Rio de Janeiro. A formação que participou na sua gravação era constituída por, Marcos Fernandes (violão, gaita e voz), Marcello Mello (violão solo e voz), Luciano Dewet (baixo e voz), Marconi Ricciardi (percussão, flauta, acordeão e voz) e Manoel Conde (cajon, surdo e pandeiro), conforme consta na informação inserida no álbum. 
A direcção de produção esteve a cargo de Nando, um dos integrantes da banda brasileira Roupa Nova.

Faixas/Tracklist:

01. Yesterday;
02. Here comes the sun;
03. Yellow submarine;
04. All my loving;
05. I should have know better;
06. Help;
07. We can work it out;
08. I need you;
09. And I love her;
10. Hey Jude;
11. Get back;
12. I want to hold your hand;
13. Can't buy me love;
14. Twist and shout.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo João Pimentel, a quem agradecemos.

Moby Grape ‎– Wow (LP 1968)

quarta-feira, 7 de junho de 2017



Moby Grape ‎– Wow (LP CBS ‎– 63271, 3 de abril de 1968).
Produtor – David Rubinson.
Género: Rock, Rock Psicadélico, Acid Rock, Folk Rock, Country Rock, Blues Rock, Pop Rock, Jam Band.

"Wow" é considerado o segundo álbum da banda americana “Moby Grape”.
Este álbum tem um som mais pesado do que o primeiro álbum dos Moby Grape. Os arranjos nas cordas e metais foram adicionados pelo produtor David Rubinson, a muitas das canções. A gravação iniciou-se em Los Angeles no final de 1967, mas a maior parte do álbum foi gravado em Nova York, no final de 1967 e início de 1968. 
De entre as várias canções, destacamos "Murder in My Heart for the Judge" e "Bitter Wind". 
O álbum inclui também "Just Like Gene Autry: A Foxtrot", a música mais incomum do álbum, um tema ao estilo dos anos 30, escrito e cantado por Spence. Foi-lhe dada uma introdução falada de Arthur Godfrey, com um som característico para essa época (como se fosse tocado numa grafonola em 78 r.p.m).
Moby Grape é um banda de rock americana dos anos 60, conhecida pela contribuição de todos os seus integrantes nas vozes e composições e que mesclava elementos de folk music, blues, country e jazz com rock.
A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 The Place And The Time (D. Stevenson, J. Miller) 2:07
A2 Murder In My Heart For The Judge (D. Stevenson) 2:58
A3 Bitter Wind (B. Mosley) 3:09
A4 Can't Be So Bad (J. Miller) 3:41
A5 Just Like Gene Autry: A Foxtrot (Banjo - Ukulele, Arthur Godfrey, acomp. Lou Waxman And His Orchestra, S. Spence) 3:05
B1 He (P. Lewis) 3:36
B2 Motorcycle Irene (S. Spence) 2:23
B3 Three-Four (B. Mosley) 5:01
B4 Funky-Tunk (S. Spence, J. Miller) 2:11
B5 Rose Colored Eyes (B. Mosley) 4:00
B6 Miller's Blues (B. Mosley, J. Miller) 5:22
B7 Naked, If I Want To (J. Miller) 0:52

“Wow” foi um álbum gravado entre 30 de agosto de 1967 e 5 de fevereiro de 1968.


Músicos/Personnel:

Peter Lewis – Guitarra ritmo e voz
Jerry Miller – Guitarra solo e voz
Bob Mosley – Baixo e voz
Alexander Skip Spence – Guitarra ritmo, bateria e voz
Don Stevenson – Bateria, guitarra e voz
Participações de:
Michael Bloofield e Al Kooper, ao piano
Arthur Codfrey (banjo e ukulele) e Lou Waxman e sua orquestra.

Arranjos orquestrais: David Rubinson e Joey Scott

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Paul Fox, a quem agradecemos.

Crazy Elephant ‎– Crazy Elephant (LP 1969)

terça-feira, 6 de junho de 2017



Crazy Elephant ‎– Crazy Elephant (LP Bell Records ‎– BELL 6034, 1969).
Produção de Jeff Katz e Jerry Kasenetz.
Género: Pop Rock, Bubblegum.


Crazy Elephant foi uma banda pop/bubblegum americana de curta duração, que ficou famosa pelo seu grande e único êxito de 1969, "Gimme Gimme Good Lovin'". 
Crazy Elephant foi um conjunto de estúdio, criado por Jerry Kasenetz e Jeff Katz.
O ex-membro dos Cadillacs, Robert Spencer, foi especialmente utilizado como voz principal do grupo.
A editora Bell Records lançou este álbum auto intitulado, em 1969. A música deste LP tem uma certo “aroma” a bubblegum, mas todo o álbum está mais virado para a música psicadélica, realçando o trabalho do órgão e da guitarra fuzz.
O single "Gimme Gimme Good Lovin" atingiu a posição número 12 em ambas as tabelas, tanto na Billboard Hot 100 americana como na tabela de Singles do UK. 


Faixas/Tracklist:

A1 Respect (Otis Redding) 6:22
A2 Pam (Iver Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) 2:30
A3 Come To The Farm (Bruce Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) 3:10
A4 Somewhere (Leonard Bernstein, Stephen Sondheim) 3:40
A5 My Baby (Honey Pie) (Bruce Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) 2:15
B1 Sunshine, Red Wine (Bob Levine, Jimmy Woods, Jeff Katz, Jerry Kasenetz) 2:20
B2 (Heartless) Hertie Gertie (Jeff Katz, Jerry Kasenetz) 3:07
B3 Love Strike (Jimmy Woods, Jeff Katz, Jerry Kasenetz) 3:40
B4 Try This When You're Ready (Iver Kasenetz, Larry Laufer, Robert Katz) 2:10
B5 Higher And Higher (Jeff Katz, Jerry Kasenetz) 3:30
B6 Gimme Gimme Good Lovin' (Joey Levine, Ritchie Cordell) 2:30

Músicos/Personnel:

Robert Spencer (vocalista);
Kenny Cohen (flauta, saxofone, voz), que mais tarde tocaria com The Eagles, Santana, Rod Stewart e B. B. King;.
Bob Avery (bateria), que também tocou com The Music Explosion;
Larry Laufer (Teclados, voz);
Hal King (vocalista);
Ronnie Bretone (baixo).

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Mark Roan, a quem agradecemos.

Elvis Presley ‎– King Creole (LP 1958)

segunda-feira, 5 de junho de 2017


Elvis Presley ‎– King Creole (LP RCA Victor ‎– LPM-1884, 1958).
Produção - Walter Scharf, Phil Khagan.
Género: Rock ‘n’ Roll, OST.


"King Creole" é o sexto álbum do cantor e músico americano Elvis Presley, editado pela RCA Victor, em setembro de 1958. É também a banda sonora do filme de Elvis Presley, com o mesmo nome.
Ambos, filme e banda sonora, são considerados um dos melhores momentos da carreira de Elvis, uma vez que vários nomes influentes da imprensa da época, teceram elogios à sua actuação.
Os destaques musicais vão para as canções, "King Creole", "Trouble", "Hard Headed Woman", "Dixieland Rock", "Crawfish", "New Orleans" e "Steadfest, Loyal and True".
O LP foi gravado em quatro dias nos estúdios da Rádio Recorders, em Hollywood. O disco contém canções escritas e gravadas expressamente para o filme, em que a estrela é Presley. O álbum atingiu o segundo lugar nas tabelas da Billboard Hot 200 e o nº 1 no top de álbuns do UK, em 1958.


King Creole é um filme americano de 1958, do género drama musical, dirigido por Michael Curtiz, cuja estrela principal é Elvis Presley. O roteiro é baseado no romance “A Stone for Danny Fisher”, de Harold Robbins, com algumas adaptações.
Trata-se da história de Danny Fisher (Elvis Presley), um rapaz em conflito com a sociedade em que vive, tornando-o assim um jovem rebelde. Nesse momento conturbado da sua existência, ele não tem total certeza do rumo que deve tomar na sua vida, ainda mais que nem sequer é um aluno exemplar. No meio dessa fase problemática, ele começa a apresentar-se num bar na cidade de New Orleans (cidade onde se passa a história). Contudo, o seu pai não aceita, de forma alguma, que ele troque os estudos pela carreira de cantor. Mesmo indo de encontro à vontade do seu pai, Danny continua as suas apresentações, tornando-se num enorme sucesso. Paralelamente a isso, o “vilão” Maxie Fields faz de tudo para que o seu concorrente seja colocado como atracção principal no seu estabelecimento, e tudo isso no meio de duas mulheres que se apaixonam por ele…


Faixas/Tracklist:

A1 King Creole (Jerry Leiber, Mike Stoller)
A2 As Long As I Have You (Ben Weisman, Fred Wise)
A3 Hard Headed Woman (Claude DeMetruis)
A4 Trouble (Jerry Leiber-Mike Stoller)
A5 Dixieland Rock (Aaron Schroeder, Rachel Frank)
B1 Don't Ask Me Why (Ben Weisman, Fred Wise)
B2 Lover Doll (Abner Silver, Sid Wayne)
B3 Crawfish (Ben Weisman, Fred Wise)
B4 Young Dreams (Aaron Schroeder, Martin Kalmanoff)
B5 Steadfast, Loyal And True (Jerry Leiber-Mike Stoller)
B6 New Orleans (Sid Tepper-Roy C. Bennett)
Vozes de apoio a cargo do grupo The Jordanaires (A1 a A3, A5, B1, B4, B5)

Músicos Intervenientes /Personnel:

Elvis Presley – voz principal, guitarra acústica em "Lover Doll"
The Jordanaires, Keine e Kitty White - vozes de apoio
Scotty Moore – guitarra eléctrica
Tiny Timbrell – guitarra acústica
Neal Matthews – baixo eléctrico
Dudley Brooks – piano
Bill Black – contrabaixo
D.J. Fontana – bateria
Bernie Mattinson – bateria
Kitty White – voz em "Crawfish"
Gordon Stoker – bongos
Hoyt Hawkins – pratos
Ray Siegel – contrabaixo e tuba
Mahlon Clark – clarinete
John Edward (Teddy) Buckner – trompete
Justin Gordon – saxofone
Elmer Schneider – trombone
Warren Smith – trombone

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo David Tyne, a quem agradecemos.

Nuno Filipe - A Feira (EP 1968)

domingo, 4 de junho de 2017



Nuno Filipe - A Feira (EP Philips 431 916 PE, 1968).
Disco considerado raro.

Nuno Filipe (pseudónimo de José Manuel Souto Guerra de Barros), foi um talentoso cantor e compositor português, nascido em 27 de Janeiro de 1947, em Angeja, e falecido em 2002, em Lisboa, autor de 4 discos no período de 1967 a 1970, que ficou praticamente desconhecido do grande público.
Começou a interessar-se pela música ainda estudante e enfileirou desde logo, o grupo dos jovens que procuravam novos rumos para a canção portuguesa. 
Nuno Filipe é um caso singular no panorama musical português da segunda metade dos anos 60. Os discos podem-se incluir na área do Pop/Rock com influências psicadélicas, pouco vulgares no nosso país, nessa época.
Deixou apenas quatro discos (3 EP's e 1 single), e ainda 3 canções suas que constituem um EP de Teresa Paula Brito, trabalhos produzidos sempre a partir da poesia de Maria Teresa Horta, de quem era cunhado.

Discografia a solo:
EP "Tema para um Discurso", Philips, 1967
EP "A Feira", Philips, 1968
EP "Nossas Canções/1", 1969, Sonoplay
Single "Nossas Canções/2", 1970, Movieplay

Escrita conhecida para outros artistas:
- Teresa Paula Brito, 3 canções no EP "Minha Senhora de Mim", 1971, Movieplay
- Sexteto Vocal Garvaya, canção "Deserto", 3º lugar no XI Festival da Figueira da Foz, em 1971 (não editada em disco).

Todas as canções, quer a solo quer para outros, têm poema de Maria Teresa Horta e música de Nuno Filipe.

Nuno Filipe e Maria Teresa Horta

Faixas/Tracklist:

A1 - Retrato de Senhora (Maria Teresa Horta/Nuno Filipe)
A2 - Ao Rapaz (Maria Teresa Horta/Nuno Filipe)
B1 – A Feira (Maria Teresa Horta/Nuno Filipe)
B2 – Vida, Velhice e Morte de um Fidalgo de Lisboa (Maria Teresa Horta/Nuno Filipe)

Nota: Poemas de Maria Teresa Horta com a música de Nuno Filipe.

Músicos:

Nuno Filipe: Voz, com o acompanhamento do Conjunto “O Som”;
Fernando Cardoso – Órgão Philicorda.

Agradecimento ao Luís Futre que nos cedeu o EP e a António Portela, pela colaboração.
EP ripado do vinil. Masterização de Carlos Santos.

Deep Purple ‎– Deep Purple (LP 1969)




Deep Purple ‎– Deep Purple (LP Harvest ‎– SHVL 759, 01 Nov 1969).
Produtor – Derek Lawrence.
Género: Rock, Hard Rock, Rock Psicadélico, Prog Rock.

Deep Purple” é o terceiro álbum de estúdio da banda de hard rock britânica Deep Purple, lançado em 1969, no Reino Unido e noutros países. O disco foi editado durante uma crise interna que culminaria com a saída do vocalista Rod Evans e do baixista Nick Simper.
Apesar do estrondoso êxito nos Estados Unidos, o grupo não conseguia obter grande sucesso na sua terra natal. Segundo alguns entendidos, os britânicos não conseguiam aceitar a sonoridade mezzo psicadélica, mezzo bluesy do quinteto. No álbum "Deep Purple", os elementos da banda claramente se consolidaram como compositores, apresentando apenas uma versão/cover, o tema "Laleña" (Donovan), com interpretação de Rod Evans e com um emocionante solo de Jon Lord. As restantes canções são fantásticas, autênticas viagens pelo progressivo.


Deep Purple é uma banda britânica de rock, formada em Hertford, Hertfordshire, em 1968. No início, o grupo apresentou-se nos EUA apenas como acompanhantes do artista Chris Curtis. A primeira formação, que lançou três discos de pouca repercussão ("Shades of Deep Purple", "Book of Talyesin" e "Deep Purple") contava com o vocalista Rod Evans, o guitarrista Ritchie Blackmore, o baixista Nick Simper, o baterista Ian Paice e o tecladista Jon Lord. 
Em 1969, resolveram alterar a direcção musical da banda, convidando o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover e, simultaneamente, procuraram um estilo que misturasse música clássica europeia ao hard rock que surgia em Inglaterra através de bandas como, The Yardbirds ou Led Zeppelin. 
A banda passou por diversas alterações à sua formação, além de um interregno de oito anos (1976-1984). A sua segunda formação, a mais bem sucedida comercialmente, contou com Ian Gillan (voz), Ritchie Blackmore (guitarra), Jon Lord (teclados), Roger Glover (baixo) e Ian Paice (bateria). Esta formação esteve em actividade de 1969 a 1973. Reuniram-se entre 1984 e 1989 e, mais tarde em 1993.
A marca da banda sempre foi a mistura da guitarra e do teclado, com riffs simples e fortes e solos vigorosos. A sua canção mais conhecida é “Smoke on the Water”, gravada em dezembro de 1971.
A biografia desta banda já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 - Chasing Shadows (Ian Paice, Jon Lord) 5:34
A2 - Blind (Lord) 5:26
A3 - Lalena (cover de Donovan) (Donovan Leitch) 5:05
A4.a - Fault Line (Ritchie Blackmore, Nick Simper, Lord, Paice) 1:46
A4. b - The Painter (Blackmore, Rod Evans, Lord, Simper, Paice) 3:51
B1. Why Didn't Rosemary? (Blackmore, Evans, Lord, Simper, Paice) 5:04
B2. Bird Has Flown (Lord, Evans, Blackmore) 5:36
B3. April (Blackmore, Lord) 12:10

Músicos/Personnel:

Rod Evans - vocalista
Ritchie Blackmore – guitarra solo
Nick Simper – baixo, voz de apoio
Jon Lord – teclados, voz de apoio
Ian Paice – bateria

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.