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David Marks and The Marksmen ‎(1963-1965)

sábado, 24 de novembro de 2018



David Marks and The Marksmen ‎(1963-1965) 
Produção - David Marks. 
Género: Rock, Pop, Surf. 

Em 1963, David Marks era um jovem de 15 anos bastante ocupado. Fazia digressões pelos EUA e gravou 4 LPs com a sua banda The Beach Boys. David também começou a gravar os seus temas, com a sua própria banda. No final daquele ano, Marks abandonou os Beach Boys e dedicou-se apenas aos The Marksmen. A banda de David Marks, ao estilo dos The Ventures e Surfaris, foi muito apreciada pelo seu híbrido progressivo de South Bay Surf com as influências iniciais da British Invasion que estavam muito à frente do seu tempo. Esta é uma compilação das gravações efectuadas pelo grupo David Marks and The Marksmen, entre 1963 e 1965. Destacamos a faixa “Don't Cry For Me”. 


David Lee Marks, mais conhecido apenas por David Marks (nascido em Hawthorne, Califórnia, EUA, em 22 de agosto de 1948) é um guitarrista norte-americano que foi membro dos Beach Boys de fevereiro de 1962 a agosto de 1963. Após ter saído deste grupo, e ainda nesse mesmo ano, formou a sua própria banda, The Marksmen. 
Marks participou nos primeiros quatro álbuns dos Beach Boys, Surfin 'Safari (1962), Surfin' USA (1963), Surfer Girl (1963) e Little Deuce Coupe (1963), antes de deixar a banda devido a problemas pessoais com o empresário Murry Wilson. 
Marks trabalhou com bandas como Band Without a Name, Moon, Delaney and Bonnie, Colours e Warren Zevon. 

Faixas/Tracklist: 

01 Sheriff Of Noddingham 
02 Travelin' 
03 Kustom Kar Show 
04 Cruisin' 
05 Let's Dance 
06 Food Fair 
07 Do You Know What Lovers Say 
08 I Wanna Cry 
09 I Could Make You Mine 
10 I Heard You Cryin' 
11 Don't Cry For Me 
12 In My Lonely World 
13 Lazy Sunday Morning 
14 That's Why 
Bonus Tracks: 
15 Don't Weep 
16 Cruisin' (Instrumental) 
17 Cruisin' (Alternate Take) 

Músicos/Members: 

Guitarra Solo, Vocalista, Arranjos – David Marks 
Baixo, voz de apoio – Bill Trenkle 
Bateria, Voz de apoio – Mark Groseclose 
Guitarra Ritmo – Ed Gauntt, Gene Fetco 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

José Manuel Concha e o conjunto “Os Conchas” (EP 1964)

sexta-feira, 23 de novembro de 2018



José Manuel Concha e o conjunto “Os Conchas” (EP Columbia SLEM 2171, 1964). 
Género: Pop/Rock, Yé-Yé.

José Manuel Concha, ficou famoso nos anos 60 através do duo "Os Conchas" onde participou juntamente com Fernando Gaspar. O grupo fez bastante sucesso nessa altura, mas cada um dos seus elementos enveredaram mais tarde por uma carreira a solo. 
Após terem sido integrados no serviço militar, José Manuel Concha e Fernando Gaspar dissolveram o grupo e, em 1964, José Manuel juntou-se a alguns elementos dos “Gatos Negros” para gravar um último disco, em que surge o nome “Os Conchas”. Depois da separação, ambos seguiram carreiras a solo. 
Como “José Manuel Concha e o Conjunto Os Conchas”, é editado este EP que aqui apresentamos, com os temas "Sebastião Come Tudo", "Uma Guitarra e Um Copo de Vinho", "Suzana" e "Novo Fado da Severa". 
José Manuel Concha mantém-se em actividade ainda hoje, com uma carreira de mais de 55 anos, e alguma popularidade para o mercado da saudade junto das comunidades emigrantes, espalhadas pelo mundo. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Sebastião Come Tudo 
A2 - Uma Guitarra e Um Copo de Vinho 
B1 – Suzana 
B2 - Novo Fado da Severa 

Agradecimento aos nossos amigos Luís Futre e António Portela, pela colaboração. 
Ripado do vinil. Masterização por Carlos Santos. 

The Abstracts ‎– The Abstracts (LP 1968)




The Abstracts ‎– The Abstracts (LP Pompeii Records ‎– SD 6002, 1968). 
LP considerado raro. 
Produção: Darrell Glenn, David Anderson. 
Género: Rock Psicadélico. 


The Abstracts”, é o único álbum auto-intitulado do quarteto (de curta duração) de Los Angeles/Califórnia, gravado no Sound City Studios em Fort Worth (Texas) pela discográfica Pompeii Records, em 1968. A maior parte do material (8 de 12 faixas) foi escrito pelo guitarrista Tony Peluso. 
The Abstracts foi uma das primeiras bandas americanas a criar uma resposta americana à Invasão Britânica, nos anos 60. Já com material composto e um plano de carreira delineado, eis senão quando os Beatles começaram a sua ascensão meteórica nos EUA. 
No entanto, as suas actuações ao vivo são consideradas bem mais fidedignas, dando uma melhor perspectiva do potencial que tinha esta banda. 
The Abstracts tornou-se a banda de apoio para Paul Revere and The Raiders. Tony tornar-se-ia o guitarrista dos The Carpenters e dos “Seals And Croft”. 
O LP “The Abstracts” é um disco de rock psicadélico, considerado muito raro. 


Faixas/Tracklist: 

A1 To Say The Least 2:52 
A2 Results Of Love 2:52 
A3 The Rich Young Heir 2:57 
A4 O.D.D. Clown 1:55 
A5 Smell Of Incense 2:35 
A6 Summertime 2:48 
B1 See The Birdies 2:43 
B2 Any Old Time 3:02 
B3 Dreaming Of Blue 3:14 
B4 A Matter Of Life And Death 2:45 
B5 My Mind Ain´t Peculiar 2:26 
B6 Time To Understand 2:33 

Músicos/Personnel: 

Antonio «Tony» Francesco Raphael Peluso — guitarra solo, vocalista 
Pierre Armand Vigeant — baixo 
Henri Mario Dondini, Jr. — teclados 
Michael Thatcher — bateria 

Cortesia de Williams Russell, a quem agradecemos.

Dave Myers and The Surftones ‎– Hangin' Twenty! (LP 1963)

quinta-feira, 22 de novembro de 2018



Dave Myers and The Surftones ‎– Hangin' Twenty! (LP Del-Fi Records ‎– DFST 1239, 1963). 
Produtor – Bob Keene. 
Género: Surf, Rock ‘n’ Roll, Rockabilly. 


Dave Myers and The Surftones, foi uma banda instrumental americana de surf, formada em 1962, que lançou em 1963, ao estilo de Dick Dale, o seu único LP, “Hanging 'Twenty”. The Surftones eram de Laguna Beach. A maioria do grupo iniciou-se na música ainda na faculdade. 
Dave Myers e o seu grupo, foi uma banda residente no Rendezvous Ballroom, em Balboa, Califórnia e também chegaram a ser o conjunto de apoio a Dick Dale e sua banda. 
Foi considerado um dos melhores grupos instrumentais de surf do Sul da Califórnia, atingindo o seu apogeu, naquele estilo musical, por volta de 1962-63. 
Em 1964, o grupo mudou o nome para Dave Myers and The Disciples e gravaram um single (vocal). Depois deste disco, regressaram de novo à música instrumental e voltaram a mudar o seu nome para The Dave Myers Effect, para gravar outro LP, “Greatest Racing Themes”. 
Em 1962 a formação da banda era constituída por Dave Myers (guitarra solo), Bob Hurtly (saxofone), Bob Morosco (bateria), Jon Curtis (ritmo ritmo) e Johnny Miller (baixo). No entanto, em 1963 surgiram as primeiras alterações à sua formação inicial. 
Do álbum destacamos os temas "Moment of Truth", "Aquavelva". 


Faixas/Tracklist: 

A1 Frog Walk Part II (Dave Myers) 
A2 Church Key (D. Darnold, N. Knowles) 
A3 Smokey Stomper (Arr. Dave Myers) 
A4 Kings Surf (Dave Myers) 
A5 Aquavelvam (Dave Myers) 
A6 Surferama (Dave Myers) 
B1 Momenth Of Truth (Weed, Wiseman) 
B2 Road To Rincon (Dave Myers) 
B3 Surfbreaker (Dave Myers) 
B4 Surfer's Theme (Myers, Quarry) 
B5 Passion (Hafner, Hilder) 
B6 Wetwalkin' (Dave Myers) 

Músicos/Members (1963): 

Guitarra Solo, Saxofone Tenor, Trompete, Bongos – Dave Myers 
Baixo – Seaton Blanco 
Bateria – Bob Colwell 
Guitarra Ritmo – Johnny Curtis 
Piano – Ed Quarry 
Saxofone Tenor – Dennis Merritt 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

The Rokes ‎– The Rokes (LP 1965/Italy)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018



The Rokes ‎– The Rokes (LP Arc ‎– ALP 11002, 1965/Italia).
Produtor – Ferruccio Ricordi.
Género: Rock, Pop, Beat. 


The Rokes foi uma banda britânica, residente em Itália, que alcançou bastante sucesso neste país, vendendo mais de 5 milhões de discos e ombreando com o grupo Equipe 84, sendo na época, as principais bandas da “Pop/Beat” italiana. 
O grupo formou-se em Inglaterra em 1960, com o nome Shel Carson Combo, com Shapiro (voz e guitarra ritmo), Posner (baixo), Shepstone (bateria) e Vic Briggs (viola solo), sendo posteriormente substituído por Johnny Charlton. Transferiram-se para Itália em 1963 e tiveram um enorme sucesso durante cerca de 8 anos. 
Obtiveram muito êxito com a canção “C'È Una Strana Espressione Nei Tuoi Occhi”, a versão italiana de “When You Walk in the Room”, escrita pelo cantor e compositor americano Jackie DeShannon, o que lhes permitiu gravar o seu primeiro álbum, que aqui apresentamos. 
O grupo tinha bastante repertório e não se apoiava exclusivamente nas versões em italiano de músicas estrangeiras, como acontecia com muitas outras bandas de beat, nessa época. 
Os anos 1966 e 1967 são aqueles em que os Rokes são referidos como os "Beatles Italianos", e atingiram o auge do sucesso, especialmente com temas como, “Che Colpa Abbiamo Noi (versão de Cheryl's Going Home, de Bob Lind), “È La Pioggia Che Va” (versão de Remember the Rain, de Bob Lind), “Piangi Con Me”, Bisogna Saper Perdere", “Che Mondo Strano", entre muitos outros. 
Participaram no Festival de Sanremo de 1967, 1968 e 1969. No verão de 1967, os Rokes apresentaram-se em vários concertos e galas, tendo sido muito aplaudidos. Em 1968 inicia-se o declínio da banda. 
Foram premiados com vários discos de ouro, produziram 70 singles/Eps e 5 álbuns/LPs. 
Apareceram em Shows televisivos, fizeram várias digressões e conseguiram encher Estádios. 
Em 1970, o grupo separou-se. 
Informação sobre esta excelente banda italiana, “The Rokes”, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Ci Vedremo Domani (Will You Love Me Tomorrow) (Goffin-King, Chiosso) 
A2 Walking The Dog (Thomas) 
A3 Eravamo Amici (Rossi, Shapiro) 
A4 Hi-Heel Sneakers (Higginbotham) 
A5 Strada Della Tristezza (Lonely Avenue) (R. Charles, Shapiro) 
A6 Un'Anima Tra Le Mani (Un'Anima Pura) (Celli, Guarnieri) 
B1 C'È Una Strana Espressione Nei Tuoi Occhi (Deshannon, Shapiro) 
B2 Beautiful Delilah (C. Berry) 
B3 Summertime (Du Bose, Gershwin) 
B4 Spegni Questa Luce (Dossena, Shapiro) 
B5 She Asks Of You (Shapiro) 
B6 Dancing In The Street (Holland-Dozier/ Marvin Gaye, William Stevenson) 
B7 Chiama Me (Shapiro) 

Álbum gravado nos RCA Studios, Roma. 

Formação/Line Up: 

Norman David Shapiro, "Shel" - vocalista e viola ritmo 
Robert Posner, "Bobby" - viola baixo 
Johnny Charlton: viola solo 
Mike Shepstone - bateria. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Gino Fogli, a quem agradecemos.

Bobby Callender ‎– Rainbow (LP 1968)

terça-feira, 20 de novembro de 2018



Bobby Callender ‎– Rainbow (LP MGM Records ‎– SE4557, 1968). 
Produtor – Alan Lorber. 
Género: Rock, Pop, Soul, Folk, Rock Psicadélico, Etéreo. 


Rainbow“ é um álbum de Bobby Callender, que nos apresenta uma abordagem espiritual muito pessoal com base no rock progressivo do final dos anos 60. Nesta época, Bobby estava numa busca espiritual. No disco, Bobby apresenta-se com uma voz muito suave, interpretando os temas apaixonadamente. 
Callender é um afro-americano que se voltou para o místico e se entregou à raga indiana e às filosofias do Oriente. Os dois álbuns que ele gravou em seu nome ("Rainbow" em 1968, "The Way" em 1971) são recordados com admiração pelos temas e músicos de jazz e raga. Bobby Callendar era um poeta e letrista incrivelmente talentoso cujos textos complexos só podiam ser comparados a Scott Walker. Os conceitos de um artista com herança indiana (pós-psicadélica) foram valorizados pelos arranjos exuberantes de Paul Harris e Bob Gallo. O elenco de músicos deste álbum incluiu alguns dos mais conceituados da época como, Richard Davis (baixista), as guitarras de Eric Gale e Hugh McCracken e, o incrivelmente subtil Burnard Purdie na bateria, entre outros. O álbum é uma viagem rica e complexa ao rock psicadélico inspirado no Oriente e o folk centrado em textos e vozes incrivelmente complexos de Bobby Callendar. 
O LP baseia-se principalmente em instrumentos como a cítara, a tabla, as guitarras e o órgão, às vezes a elevação da bateria e vozes realmente melódicas. É quase como um encontro entre a cultura musical ocidental e a oriental. 

Faixas/Tracklist: 

A1 Rainbow 3:48 
A2 Nature 4:31 
A3 Sade Masoch 2:53 
A4 Purple 11:38 
B1 Mother Superior 4:25 
B2 Autumn 3:02 
B3 A Man 4:00 
B4 I'm Just High On Life 4:45 
B5 Symphonic Pictures 4:52 

Composições de Robert Callender. Arranjos por Bob Gallo, Paul Harris. 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz - Bobby Callender 
Guitarras – Eric Gale, Hugh McCracken 
Bateria – Bernard "Pretty" Purdie, Robert Gregg 
Baixo – Richard Davis 
Violoncelo – Lynn Russ, Maurice Brown 
Piano, Cravo, Órgão e Condução – Paul Harris 
Baixo Eléctrico – Robert Bushnell, Joseph Macho, Jr., Louis Mauro 
Trompa – Donald Corrado 
Oboé, Saxofone – Harold Keins 
Cítara, Tabla, Percussão – Collin Walcott 
Violino Solista – Louis Haber 
Tambora, Cítara, Percussão – Donald Robertson 
Trombone – Alan Raph 
Trompete – Joseph Shepley, Myron Shain 
Viola – David Sackson 

Violino – Anahid Ajamian, Denyse Nadeau, Elliot Rosoff, Joseph Haber, Louis Haber, Louis Stone, Paul Winter, Stuart MacDonald, Thomas Buffum 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Simon Russell, a quem agradecemos.

Les Sinners ‎– Vox Populi (LP 1968/Canada)

segunda-feira, 19 de novembro de 2018



Les Sinners ‎– Vox Populi (LP Jupiter ‎– JDY-7015, 1968/Canada). 
LP considerado raro. 
Género: Rock Psicadélico, Rock de Garagem. 


Les Sinners foi uma banda de rock de garagem, oriunda de Montreal, Quebec/Canadá francófono que esteve em actividade entre 1965 e 1976. O grupo foi formado no Verão de 1965 em Outremont, Montreal, Quebec. É um dos primeiros grupos de garagem francófonos daquela zona. O seu primeiro concerto aconteceu na escola de Querbes, num ginásio que organizava tardes dançantes ao sábado à noite. 
Eles tornaram-se mais populares graças à sua versão de uma das músicas dos Beatles, "Penny Lane", que foi transmitida pela rádio. Penny Lane seria mais tarde lançado em single. 
Antes do LP “Vox Populi” a banda lançou dois álbuns pop de garagem, em 1967. Em 1968, o grupo lançou o seu terceiro álbum de estúdio, “Vox Populi”, que é considerado uma das obras mais importantes do rock de Quebec, da década de 60. “Vox Populi” (“vozes do povo”) foi o ponto alto do grupo, um conceito soberbo centrado na vida e nas atitudes das pessoas em relação às situações quotidianas e está entre o grupo de "álbuns conceituais" que se seguiram na esteira da obra-prima dos Beatles em 1967, o Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. O álbum adquiriu um status lendário entre os fãs da cena musical do Quebec. O LP é inteiramente em francês e é provavelmente o primeiro e certamente um dos melhores álbuns conceituais canadianos já lançados, cheio de influências musicais como, The Beatles, The Monkees, The Byrds, The Who e a música indiana. 
A capa mostra-nos Jesus falando num cemitério coberto de neve. 
A banda lançou cerca de 23 singles e 6 álbums durante a sua carreira. 
Les Sinners adoptaram entre 1968 e 1970, o nome de “La Révolution Française” e lançaram mais alguns discos. O grupo teve várias alterações à sua formação inicial, tendo-se separado em 1976. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Vox Populi 
A2 Fou Du Roi 
A3 Tard Il Se Fait Tard 
A4 Aujourdhui Et Demain 
A5 Kid Sentiment 
A6 Devoir Partir 
B1 Je Ne Sais Pas 
B2 Depuis Longtemps Deja 
B3 Monsieur DIng Ding 
B4 Marie Jeanne 
B5 Pourquoi Croire Oublier Le Temps 
B6 Vox Populi 

Músicos/Members: 

François Guy (guitarra ritmo, voz, 1965-68) 
Georges Marchand (voz, guitarra, 1965-67, 1968) 
Charles Prévost-Linton (também conhecido como Charles Linton) (teclados, baixo, voz, 1965-1968) 
Ricky Johnson (guitarra) 
Louis Parizeau (bateria, percussão, 1965-1968, 1970-1976) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Simon Taupin, a quem agradecemos.

Trini Lopez ‎– Trini Lopez At PJ's (LP 1963)

domingo, 18 de novembro de 2018



Trini Lopez ‎– Trini Lopez At PJ's (LP Reprise Records ‎RS-6093, 1963). 
Produção: Don Costa. 
Género: Rock, Latin, Pop. 

Trini Lopez at PJ's.

Trini Lopez (nascido Trinidad López III, 15 de maio de 1937) é um cantor, guitarrista e actor americano. 
Trini Lopez at PJ's” é o primeiro álbum ao vivo deste artista, lançado em 1963 pela Reprise Records, com um sabor latino. Gravado ao vivo em 1962, durante um dos seus concertos memoráveis no clube nocturno PJ’s, no Texas, muitas das faixas têm raízes na música tradicional e folclórica. O disco foi o resultado de Don Costa ter ouvido Lopez a tocar nessa boate, tendo-o contratado para a sua nova gravadora Reprise. O chão do clube foi previamente preparado para obter o som da reacção do público durante a gravação. 


Este talvez tenha sido o álbum mais popular de Trini Lopez, em toda a sua carreira e do qual destacamos os velhos clássicos, "America" ​​e "If I Had a Hammer" 
O disco alcançou a posição nº 2 na Billboard 200, em agosto de 1963, onde permaneceu por 6 semanas. 
O LP inclui uma versão de "If I Had a Hammer", que alcançou o número um em 36 países e o nº 3 nos Estados Unidos. Este disco vendeu mais de um milhão de cópias, e recebeu um disco de ouro. Lopez também apresenta uma versão da tradicional música mexicana "La Bamba" que foi posteriormente reeditada como single, em 1966. 


Faixas/Tracklist: 

A1 A-me-ri-ca (Bernstein, Sondheim) 
A2 If I Had A Hammer (Hays, Seeger) 
A3 Bye Bye Blackbird (Dixon, Henderson) 
A4 Cielito Lindo (Arr.Lopez, Tradicional) 
A5 This Land Is Your Land (Guthrie) 
A6 What'd I Say (R. Charles) 
B1 La Bamba (Arr. Lopez, Tradicional) 
B2 Granada (Adapt. Dodd, Lara) 
B3 - Medley: 
B3.1 Gotta Travel On (Clayton) 
B3.2 Down By The Riverside (Arr. Lopez) 
B3.3 Marianne (Miller, Dehr, Gylkison) 
B3.4 When The Saint's Go Marching In (Arr. Lopez, Tradicional) 
B3.5 Volare (Modugno, Migliacci) 
B4 Unchain My Heart (Jones, James) 

Arranjos por Don Costa. 

Músicos / Personnel: 

Lopez – guitarra e voz 
Mickey Jones - bateria 
Dick Brant – guitarra baixo 

Álbum gravado no PJ's nightclub, West Hollywood, California. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Simon Russell, a quem agradecemos.