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Patxi Andión ‎– (Once Canciones Entre Parentesis) (LP 1971)

sábado, 1 de dezembro de 2018



Patxi Andión ‎– (11 Canciones Entre Parentesis) (LP Philips ‎– 63 01 003, 1971).
Género: Protesto/Intervenção, Folk.

O álbum de Patxi Andión, "Once Canciones Entre Paréntesis", de 1971, foi um disco de culto, já que os primeiros anos da década de 70, o canto e os temas de Patxi eram crus e directos.
Patxi Andión é um compositor e cantor que sempre manteve a sua forma de contar as coisas sobre o amor e a política.
No auge da sua carreira, tornou-se um cantor incómodo e controverso nos anos 70. Naquela época, Patxi colaborou com várias organizações antifranquistas (UPA, FRAP), o que o obrigou ao exílio.
Andion declara-se Basco. As suas criações musicais geraram uma grande controvérsia devido ao conteúdo social e à ironia com que foram elaboradas.
De estilo vanguardista e peculiar fizeram dele um cantor único no seu estilo, mas a sua popularidade nunca esteve em concordância com o seu talento e qualidade, mas isso nunca o preocupou. Defendeu sempre a sinceridade e os sentimentos que, para ele, estão acima de qualquer coisa e isso tem sido mostrado em cada uma das suas canções.
Patxi Andión continuou a sua carreira musical pelos anos setenta. Também trabalhou em cinema.
Como Joan Manuel Serrat, Juan Baptita Hulmet, Paco Ibanez e Amancio Prada, Patxi Andion é dos cantores de intervenção mais respeitados na vizinha Espanha e teve também um assinalável êxito em Portugal, muito por causa de dois temas incluídos neste álbum; "20º Aniversário (Palabras)" e "Nos Pasaran La Cuenta".


Patxi Andión (Madrid, 6 de outubro de 1947) é um cantautor, músico e actor espanhol, famoso pela sua voz e composições, sendo considerado um dos grandes nomes da música popular espenhola.
Em Portugal, Patxi Andion foi revelado pelo programa Zip-Zip.
Das duas primeiras vezes que tentou cantar em Portugal, a PIDE expulsou-o do país. Ary dos Santos traduziu para português algumas das suas canções que foram gravadas por Tonicha, ainda antes do 25 de Abril.
Em 24 de Março de 1974 actuou pela primeira vez, em Portugal, num Coliseu dos Recreios de Lisboa superlotado. Foi ovacionado mesmo com agentes da PIDE/DGS a circularem na sala.
Já depois do 25 de abril, continuou a dar concertos por várias partes do país e prestar a sua voz a colaborações.
Patxi reside actualmente em Madrid.

"Muchos piensan que arrendé
a los que pagan mi canto,
no les daré desencanto,
más les diré lo que di
a los que tienen la plata:
Mucho susto y mucha lata."

Patxi Andion.


Faixas/Tracklist:

A1 Samaritana 5:15
A2 Los Bur-manos Hu-gueses 2:07
A3 Clareador 3:32
A4 Y Es Mar 5:39
A5 Analie 4:48
B1 Compañera 4:45
B2 Habria Que Saberlo 3:25
B3 20 Aniversario (Palabras) 5:15
B4 No Pasaran La Cuenta 3:18
B5 Solo 4:31

Arranjos por R. Ferro.
Composições (letras e músicas) por Patxi Andión.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Valdo Maldonnado, a quem agradecemos.

The Sergio Mendes Trio Feat. Wanda De Sah, Rosinha De Valença ‎– Brasil '65 (LP 1965)

sexta-feira, 30 de novembro de 2018



The Sérgio Mendes Trio Introducing Wanda De Sah With Rosinha De Valença ‎– Brasil '65 (LP Capitol Records ‎– T 2294, 1965). 
Produtor – David Cavanaugh. 
Género: Bossa Nova, Jazz, Bossa jazz. 

Este foi o trio de Sérgio Mendes (65) que serviu de protótipo para o seu posterior grupo, Brasil '66. Neste LP, Sergio Mendes Trio é acompanhado pela voz de Wanda De Sah e Rosinha De Valença, na guitarra. Este foi o álbum que introduziu no mercado americano o trio de Sérgio Mendes e Brasil 65. A voz de Wanda Sá é suave e sensual e combina perfeitamente com o conjunto. 
Do álbum destacamos as faixas, "Consolação", “Samba de Uma Nota Só “, "Reza" e "Berimbau". 

Wanda de Sah.

Wanda Maria Ferreira de Sá , mais conhecida apenas por Wanda de Sá, cantora e violonista paulista (de vivência carioca), de bossa nova e música popular brasileira, gravou alguns álbuns nos EUA, tendo sido projectada para o mercado fonográfico, em 1964. 
Brasil '65 (1965) é um dos álbuns americanos gravados com The Sergio Mendes Trio e a participação da violonista Rosinha de Valença (1941 -2004). Brasil '65 apresenta-nos um repertório bilíngue, em português e (em versões em) inglês, músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), Baden Powell (1937 - 2000), João Donato e Vinicius de Moraes (1913 - 1980). 
Wanda iniciou a sua carreira artística em 1962. Em 1969, casou-se com o compositor Edu Lobo e passou a residir nos Estados Unidos. 
Fez parte do conjunto musical Brasil 65, de Sérgio Mendes, com o qual efectuou digressões pelos Estados Unidos. 


Sérgio Santos Mendes (Niterói, 11 de fevereiro de 1941), mais conhecido apenas por Sérgio Mendes, é um músico e compositor brasileiro de bossa nova. Sérgio começou com o Sexteto Bossa Rio, gravando o disco "Dance Moderno", em 1961. Mudou-se para os EUA em 1964, onde formou outros grupos, incluindo este, Sérgio Mendes e Brasil 65 . 


Faixas/Tracklist: 

A1 - So Nice (Summer Samba) (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle/Vrs. Norman Gimbel) 2:12 
A2 – Favela (Antonio Carlos Jobim, Vinicius De Moraes) 2:54 
A3 – Berimbau (Baden Powell/Vinicius de Moraes/Vrs. Ray Gilbert) 3:17 
A4 - Tristeza Em Mim (Mário Tavares/José Guimarães) 2:44 
A5 – Aquarius (João Donato/João Mello) 2:23 
A6 - Samba de Uma Nota Só (One Note Samba) (Tom Jobim/Newton Mendonça/Vrs. Jon Hendricks) 2:20 
B1 - Ela É Carioca (She's A Carioca) (Tom Jobim/Vinicius de Moraes/Vrs. Ray Gilbert) 3:24 
B2 - Muito à Vontade (João Donato) 2:56 
B3 - Deixa (Let Me) (Baden Powell/Vinicius de Moraes/Vrs. Norman Gimbel) 2:50 
B4 – Consolação (Baden Powell/Vinicius de Moraes) 3:09 
B5 – Reza (Edu Lobo/Ruy Guerra) 3:03 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz – Wanda De Sah (faixas/tracks: A1, A3, A6, B3, B5) 
Piano – Sérgio Mendes 
Guitarra – Rosinha De Valença 
Baixo – Sebastião Neto 
Bateria – Chico Batera 
Flauta, Alto Saxofone – Bud Shank 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Fábio Vezzo, a quem agradecemos.

The Sidetrack ‎– Baby (LP 1969)

quinta-feira, 29 de novembro de 2018


Sidetrack ‎– Baby (LP Sidetrack Music, Inc. ‎– SMIS-1, 1969).
Género: Pop, Folk Rock, Rock Psicadélico, Rock Progressivo. 

Baby“ é o único álbum da banda americana Sidetrack, um demo de 1969. Esta banda Nova Iorquina gravou um álbum demo no final dos anos 60 que nunca foi oficialmente editado. 
No disco, o curioso é que contém as capas em branco com os rótulos do álbum coladas nessas capas. 
Os Sidetrack eram constituídos por, Alan, Christopher, Peter Brown, Kenneth Gullmartin, Andrew Higgs e John Lewis. 
O álbum surge-nos com uma atmosfera especial, própria do final dos anos 60, com o seu elegante estilo barroco pop/folk e uma música bastante melódica, com um toque de influência clássica. O som apresenta teclados com múltiplas facetas (piano, cravo eléctrico, órgão), o baixo e a bateria, mas quase sem guitarras. 
Quanto ao disco, o que se sabe é que a banda já tinha um contrato garantido com a discográfica Elektra para o seu lançamento, mas optou por apresentar cópias demo desse LP a outras gravadoras, no intuito de negociar contratos mais favoráveis. Aparentemente, conseguiram algum interesse da Apple. Esta situação de incerteza, acabou por fazer com que a banda desistisse do seu projecto. Então, tudo o que restou foram as cópias demo auto-impressas de um número não especificado, mas presumivelmente muito limitado. 


Faixas/Tracklist: 

A1. Baby (6:25) 
A2. Colors (2:32) 
A3. Wild Eyes (3:23) 
A4. Monkey (2:49) 
A5. Sweet Substitute (11:07) 
A6. Blues For Matthew (1:50) 
B1. Rock and Roll (3:35) 
B2. Peace Of Mind (2:56) 
B3. Summership (2:10) 
B4. 2314 - B (3:02) 
B5. Knowing What You Hold So Dear (3:54) 

Músicos/Personnel: 

Alan Brown 
Christopher Brown 
Peter Brown 
Kenneth Gullmartin 
Andrew Higgs - Bass 
John Lewis 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

The Lively Ones ‎– Surf City (LP 1963)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018



The Lively Ones ‎– Surf City (LP Del-Fi Records ‎– DFLP 1237, 1963). 
Produtor – Bob Keene. 
Género: Rock, Blues, Surf, Instrumental. 

Surf City“ é o terceiro álbum do grupo The Lively Ones, lançado em 1963 pelo lendário selo de surf de L.A., Del-Fi. Com 12 faixas onde se evidenciam a guitarra e o saxofone, inclui sucessos como "Miserlou" (de Dick Dale) e a subtil interpretação de "Sleep Walk" (de Santo e Johnny). 
Surf City é provavelmente mais conhecido das gerações mais jovens pelo clássico instrumental "Surf Rider". The Lively Ones estão no topo dos grupos surf-rock dos anos 60 e Surf City é talvez o seu melhor álbum. 


The Lively Ones é uma das bandas mais importantes da história do surf instrumental dos EUA, actuando no sul da Califórnia, nos anos 60. Este grupo, ao estilo dos Ventures, tocava ao vivo principalmente na Califórnia e no Arizona. The Lively Ones, era um quinteto de Orange County, constituído por Jim Masoner (guitarra), Ed Chiaverini (guitarra), Ron Griffith (baixo), Joel Willenbring (sax) e Tim Fitzpatrick (bateria). Eles gravaram para a discográfica Del-Fi, com a produção de Bob Keane. Os seus temas eram essencialmente versões de outros artistas mas tinham também material próprio. 
O grupo teve uma curta carreira durante a década de 60. 
Na actualidade, The Lively Ones continuam a tocar com 3 dos seus elementos originais, mas dão somente uns quantos concertos por ano. 
Informação sobre esta excelente banda, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Surf City 
A2 Telstar Surf 
A3 Heads Up 
A4 Malibu Run 
A5 Miserlou 
A6 Surf Rider 
B1 Soul Surfer 
B2 Sleep Walk 
B3 Crazy Surf 
B4 Livin' 
B5 Tranquilizer 
B6 Forty Miles Of Bad Surf 

Músicos/Members: 

Guitarra solo - Jim Masoner 
Guitarra ritmo – Ed Chiaverini 
Baixo – Ron Griffith 
Bateria – Tim Fitzpatrick 
Saxofone – Joel Willenbring 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

The Alan Bown ‎– Outward Bown First Album (LP 1968)

terça-feira, 27 de novembro de 2018



The Alan Bown ‎– Outward Bown (First Album) (LP Music Factory ‎– CUBLS 1, 1968). 
Produtor – Mike Hurst. 
Género: Pop/Rock. 

Inicialmente, o grupo chamava-se The Alan Bown Set, mais tarde conhecido como The Alan Bown! ou apenas Alan Bown. Foi uma banda britânica formada em 1965, originária de Londres, que fez carreira entre 1965 e 1972, cuja música evoluiu do jazz e blues, passando pelo soul e o “rhythm and blues”, terminando no pop psicadélico e no rock progressivo. Apesar da alta qualidade sonora, a banda alcançou um sucesso relativo e limitado nas tabelas, e é mais conhecida pelo papel que desempenhou no desenvolvimento das carreiras de vários outros músicos, incluindo Mel Collins, John Helliwell, Robert Palmer, Jess Roden e Dougie Thomson. 
The Alan Bown lançaram o seu álbum de estreia, ”Outward Bown”, em 1968, pela gravadora Music Factory, uma subsidiária da MGM. As gravações decorreram entre o Verão de 1967 até à Primavera de 1968. O LP inclui uma versão de um tema de Bob Dylan, “All Along the Watchtower”. 
Do álbum, destacamos os temas "Toyland", "Magic Handkerchief," "The Violin Shop," e "My Girl the Month of May". 


Alan Bown (nascido Alan James Bown, 21 de julho de 1942, Slough, Berkshire / falecido em 16 de dezembro de 2014, Slough), foi um músico inglês. No início, Alan Bown e o seu grupo tocavam rock, blues e jazz, e foi um sucesso ao vivo, em locais como The Star-Club, Hamburgo, na mesma altura em que os Beatles lá actuavam. 
Alan formou o grupo The Alan Bown Set, em Maio de 1965, com Jeff Bannister (voz e órgão), Dave Green (saxofone, clarinete e flauta), Stan Haldane (baixo), Pete Burgess (guitarra) e Vic Sweeney (bateria). Nessa altura, a banda apresentava-se no mesmo circuito de clubes dos Georgie Fame and The Blue Flames e Cliff Bennett and The Rebel Rousers. Após as primeiras alterações à sua formação inicial, começaram a destacar-se no famoso Marquee Club, de Londres. Gravaram para o programa da BBC, Rhythm and Blues, em 1966, e no Saturday Club, em 1967. 
Quando o seu contrato com a Pye Records expirou, em 1967, Bown alterou o nome da banda para The Alan Bown! , predominantemente com características psicadélicas, tendo lançado o seu álbum de estreia, ”Outward Bown”, em 1968. Nesse mesmo ano, interpretaram "We Can Help You" no programa de TV, Top Of the Pops, atingindo a posição n º 26 nas tabelas do Reino Unido. 
Posteriormente, depois de mais algumas alterações à formação, a banda acabou por se dissolver, em Julho de 1972. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Toyland (Roden, Catchpole) 
A2 Magic Handkerchief (Bown, Bannister, Roden, Catchpole) 
A3 Mutiny (Bown, Bannister, Roden, Catchpole) 
A4 All Along The Watchtower (Dylan) 
A5 Sally Green (Bown, Bannister) 
A6 Penny For Your Thoughts (Bown, Bannister) 
B1 Story Book (Bown, Bannister) 
B2 Technicolour Dream (Bown, Bannister) 
B3 Love Is A Beautiful Thing (Pearl) 
B4 Violin Shop (Catchpole) 
B5 You're Not In My Class (Bown, Bannister) 
B6 My Girl In The Month Of May (Dion Dimucci) 

Álbum gravado nos Olympic Studios, Londres. 

Músicos/Personnel: 

Jess Roden – Vocalista 
Alan Bown – Trompete 
Stan Haldane - Baixo, Voz 
Jeff Bannister - Teclados/Voz 
John Anthony (John A. Helliwell) – Saxofone, Clarinete 
Vic Sweeney – Bateria 
Tony Catchpole – Guitarra 
Arranjos: Phil Dennys e The Alan Bown. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Simon Nichols, aquem agradecemos.

The Lively Ones ‎– Surf Drums (LP 1963)

segunda-feira, 26 de novembro de 2018



The Lively Ones ‎– Surf Drums (LP Del-Fi Records ‎– DFLP-1231, 1963). 
Produtor: Bob Keane.
Género: Rock, Surf, Instrumental. 

Surf Drums“, de 1963, é o segundo LP do quinteto instrumental, The Lively Ones
Bob Keane, o empresário e produtor da banda, reuniu alguns dos singles anteriores do grupo, juntamente com algumas versões de êxitos de outros artistas e lançou este álbum. 
Destacamos as participações, pela sua qualidade, de Jim Masoner (guitarra solo) e Joel Willenbring (saxofone), cujas intervenções se tornaram num ingrediente fundamental no som dos Lively Ones. Em apoio a estes solistas, também Ed Chiaverini (guitarra ritmo), Ron Griffith (baixo) e Tim Fitzpatrick (bateria), prestaram apoios muito sólidos.


The Lively Ones é uma das bandas mais importantes da história do surf instrumental dos EUA, actuando no sul da Califórnia, nos anos 60. Este grupo, ao estilo dos Ventures, tocava ao vivo principalmente na Califórnia e no Arizona. The Lively Ones, era um quinteto de Orange County, constituído por Jim Masoner (guitarra), Ed Chiaverini (guitarra), Ron Griffith (baixo), Joel Willenbring (sax) e Tim Fitzpatrick (bateria). Eles gravaram para a discográfica Del-Fi, com produção de Bob Keane. Os seus temas eram essencialmente versões de outros artistas mas tinham também material próprio. 
O grupo teve uma curta carreira durante a década de 60. 
Na actualidade, The Lively Ones continuam a tocar com 3 dos seus elementos originais, mas dão somente uns quantos concertos por ano. 
Informação sobre esta excelente banda, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Tuff Surf (Hazelwood, Eddy) 2:59 
A2 Ric-A-Tic (Tomsco) 2:20 
A3 Wild Weekend (Todaro, Shannon) 2:05 
A4 Surf Drums (Wray, Grant) 2:28 
A5 Shootin' The Pier (King, Thompson) 2:54 
A6 Mr. Moto (Delvy) 1:56 
B1 Bustin' Surfboards (Sanders, Delaney) 3:07 
B2 Stoked (Bartholomew) 2:36 
B3 Surfer Boogie (Smith) 2:05 
B4 Rumble (Wray, Grant) 3:22 
B5 Forty Miles Bad Road (Eddy, Casey) 3:02 
B6 Hillbillie Surf (Trad. Arr.) 1:36 

Músicos/Members: 

Guitarra solo - Jim Masoner 
Guitarra ritmo – Ed Chiaverini 
Baixo – Ron Griffith 
Bateria – Tim Fitzpatrick 
Saxofone – Joel Willenbring 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

Ritchie Valens ‎– Ritchie Valens (LP 1959)

domingo, 25 de novembro de 2018



Ritchie Valens ‎– Ritchie Valens (LP Del-Fi Records ‎– DFLP 1201, março de 1959). 
Produtor: Robert Keane. 
Género: Rock, Rock Latino, Balada, Pop. 

Ritchie Valens, foi a primeira grande estrela do Eastside Sound. Descoberto pelo produtor e proprietário da gravadora Bob Keane, Ritchie entrou nos Gold Star Studios em julho de 1958, para gravar algumas músicas que havia preparado para Keane ouvir. O resultado foi este fantástico álbum de estreia com doze faixas mostrando a versatilidade e estilos diferentes do talento musical de Ritchie. Valens esteve em actividade entre 1957 e 1959, até à sua morte. 
O álbum foi lançado pela Del-Fi, em março de 1959, um mês após a trágica morte de Ritchie. 
O LP chegou às tabelas da Billboard Pop Albums (Billboard 200), na posição nº 23, em 1959. 
Quatro singles foram lançados a partir do álbum, incluindo o hit duplo "La Bamba" e "Donna". 


Richard Steven Valenzuela, mais conhecido apenas como Ritchie Valens (Pacoima, 13 de maio de 1941 — Clear Lake, 3 de fevereiro de 1959) foi um famoso cantor, guitarrista e compositor americano descendente de mexicanos, nascido em Pacoima (Vale de São Fernando), no subúrbio de Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. Pioneiro do rock and roll e um dos fundadores do movimento Chicano, a carreira de Valens durou apenas oito meses. 
Ritchie ficou famoso interpretando músicas de rock, estilo muito em voga na época. O seu grande sucesso foi a canção "La Bamba", que mais tarde daria o nome ao filme que retratou a sua vida. Também foi regravada por muitos artistas, entre eles, pelo grupo Los Lobos, quase 20 anos depois. 
Durante o início do Rock and roll, a carreira de Ritchie Valens estava em ascenção. No entanto, em 3 de fevereiro de 1959, Buddy Holly, Big Bopper e Ritchie Valens (tinha 17 anos) morreram num acidente de aviação, em Clear Lake. Este acidente ficou conhecido como "o dia em que a música morreu". 
Ritchie Valens, durante a sua breve carreira, produziu apenas dois álbuns de estúdio, “Ritchie Valens” (março de 1959) e “Ritchie” (outubro de 1959). Posteriormente, foi lançado já em 1960, um LP ao vivo intitulado “Ritchie Valens ‎– In Concert At Pacoima Jr. High”. 
Entrou para o Hall da Fama do Rock And Roll em 2001. 
Informação sobre o músico já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - That's My Little Suzie (Valens, Robert Kuhn) – 1:52 
A2 - In a Turkish Town (Valens) – 2:16 
A3 - Come On, Let's Go (Valens) – 2:00 
A4 – Donna (Valens) – 2:28 
A5 - Boney-Moronie (Larry Williams) – 2:46 
A6 - Ooh, My Head (Valens ) – 1:48 
B1 - La Bamba (Trad., adapt. Ritchie Valens) – 2:06 
B2 - Bluebirds Over the Mountain (Ersel Hickey) – 1:45 
B3 - Hi-Tone (Al Hazan) – 2:06 
B4 - Framed (Jerry Leiber, Mike Stoller) – 2:13 
B5 - We Belong Together (Robert Carr, Johnny Mitchell, Hy Weiss) – 1:57 
B6 - Dooby-Dooby-Wah (Valens, Kuhn) – 1:53 

Este álbum de estreia de Valens, foi gravado entre 1958 e 1959 e lançado em março deste último ano.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.