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Marcos Roberto - Marcos Roberto (Será?) (LP 1968)

sábado, 6 de abril de 2019



Marcos Roberto - Marcos Roberto (Será?) (LP RGE Discos, XRLP-5.327, 1968). 
Direcção Artística: Julio Nagib. 
Género: Pop, Jovem Guarda. 


"Marcos Roberto", é o o álbum homónimo do cantor, compositor e produtor paulista, Marcos Roberto, lançado em 1968, com arranjos e regências dos maestros Portinho e Vicente Sálvia. Marcos Roberto (nascido Marcos Roberto Dias Cardoso, em 26/06/1941 São Paulo, SP e falecido em 21/07/2012 Osasco, SP), teve uma sólida parceria autoral com Dori Edson, que assina o texto da contracapa, e gravou regularmente até o fim da sua vida, sempre como ícone da Jovem Guarda e cantor romântico dos anos 60/70. 
Marcos fez sucesso desde a década de 60 e na década de 80, com a música “A Última Carta”, conseguiu que ficasse meses em primeiro lugar nas tabelas de sucessos, tendo vendido mais de dois milhões de discos. Foi um dos cantores mais premiados. Ganhou o troféu Chico Viola e vários discos de platina e diamante. Devido ao grande sucesso, participou nos principais programas de rádio e televisão da época. 
Marcos Roberto foi um dos nomes ligados à Jovem Guarda nos anos 60, participante do consagrado programa comandado por Roberto Carlos, na TV Record. Participou com grande brilho no show da Rádio América, em 15 de março de 1968. 
Marcos Roberto será lembrado por sucessos como, “Agora É Tarde”, O Solitário”, Perto dos Olhos, Longe do Coração”, “Será?”, “Última Carta” ou “Veja Se Me Esquece”, entre outros. 
O artista faleceu no dia 21 de julho de 2012, aos 71 anos, devido à falência múltipla dos órgãos. 


Faixas/Tracklist: 

A1 – Será? (Marcos Roberto,Dori Edson) 
A2 – Em você algo estranho eu notei (Marcos Roberto, Dori Edson) 
A3 – Eu te quero assim (Frankye Adriano, Edison Trindade) 
A4 – Não tenho você (Marcos Roberto, Dori Edson) 
A5 – Entenda (Machione, Walter Rangel) 
A6 – Você está comigo (Marcos Roberto, Dori Edson) 
B1 – Carona (Marcos Roberto, Dori Edson) 
B2 – Um amor, um carinho (Marcos Roberto, Dori Edson) 
B3 – Chega (Marcos Roberto, Dori Edson) 
B4 – O fim (Marcos Roberto, Dori Edson) 
B5 – Ninguém vive sem ninguém (Marcos Roberto, Dori Edson) 
B6 - Eu Tenho Amor (Marcos Roberto, Dori Edson) 

LP gentilmente cedido por Jason Varella, a quem agradecemos.

Orchestra Marrabenta Star de Moçambique – Independance (1988)

sexta-feira, 5 de abril de 2019



Orchestra Marrabenta Star de Moçambique – Independance (1988). 
Produtor: Aurelio do Libom 

Esta é a nossa homenagem ao sofrido povo de Manica e Sofala, especialmente à cidade da Beira, pelas desgraças trazidas pelo ciclone Idai e suas consequências. 


A “Orchestra Marrabenta Star de Moçambique” foi formada em 1979 pelos três dos melhores cantores de Marrabenta, Dulce, Mingas e Wazimbo, juntamente com quatro dançarinos da National Dance Troupe e a lendária banda "Grupo R.M." (Grupo Radio Moçambique). 
A alegria e a felicidade expressas no ritmo marrabenta são o resultado da firme crença das pessoas num futuro de paz e prosperidade para este seu país. A Marrabenta é o ritmo nacional de Moçambique. 
A Orquestra Marrabenta Star de Moçambique foi uma das bandas mais empolgantes de Moçambique nos anos 80 e início dos anos 90, com os seus ritmos enérgicos e ritmados. O estilo de marrabenta do grupo, a música de dança urbana de Moçambique, apresentava duas guitarras principais ajustadas às tensões harmónicas de um teclado, uma secção rítmica que incluía baixo, bateria e percussão e uma secção de metais com dois trompetes e saxofone. Wazimbo, que já se havia apresentado anteriormente no Grupo Radio Moçambique, escreveu a maior parte do material da banda. A sua música de maior sucesso foi "Nwahulwana". 
Desde o desmembramento da Orquestra Marrabenta Star de Moçambique, Wazimbo e Mingas seguiram as suas carreiras a solo, com muito sucesso. 

Dançando Marrabenta.

Marrabenta é uma forma de música-dança típica de Moçambique e o seu nome foi derivado da palavra portuguesa "rebentar". Incorporou vários ritmos folclóricos como os Magika, Xingombela e Zukuta, sendo também sujeita à influência ocidental. Foi desenvolvida em Maputo, a actual capital de Moçambique, que até à independência daquele país, era conhecida como Lourenço Marques. 
Começou no final dos anos 30, com artistas mais antigos como Fany Mpfumo e Dilon Djindji, que iniciaram a sua carreira em 1939. Tornou-se muito popular na década de 50 com conjuntos como Djambu e Hulla-Hoope Harmonia. 
A popularidade da marrabenta atinge novo pico na década de 80 com bandas como Eyuphuro e Orquestra Marrabenta Star de Moçambique. Mais tarde, a banda moçambicana Mabulu, mistura o estilo rap e a marrabenta. 

Faixas/Tracklist: 

01 – Elisa Gomara Saia 5:12 
02 – Nhimba Ya ‘Dota 4:36 
03 – Parabens 6:35 
04 – Marozana 4:06 
05 – Valha 5:16 
06 – Sapateiro 5:27 
07 – Alirandzo 5:27 
08 – Tsiketa Kuni Barassara 4:24 
09 – Nwahulwana (unfinished) 2:09 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Zeca Tcheco – Bateria 
Milagre – Guitarra baixo 
Guimarães – Guitarra ritmo 
Sox – Guitarra Solo 
Stewart - Percussão 
Leman – Trompete 
Matchoti – Saxofone 
Vozes – Dulce, Mingas. 

Álbum gravado nos Shed studios, Harare/ Zimbábue (antiga Salisburia) 

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Danny Williams ‎– White On White (LP 1964)




Danny Williams ‎– White On White (LP United Artists Records ‎– UAL 3359, 1964). 
Género: Soul, Pop. 


O cantor Danny Williams ganhou o apelido de "Johnny Mathis da Grã-Bretanha" pelo seu modo suave e elegante de interpretar baladas. Todos os seus sucessos ocorreram no Reino Unido, com exceção de um, "White On White". O single chegou ao Top 10 nos EUA, em 1964. 
Natural da África do Sul, o artista começou a cantar no coro da sua igreja aos seis anos de idade, quando foi indicado como solista. Com 14 anos, candidatou-se a um lugar numa produção chamada Golden City Dixies, na cidade de Joanesburgo, destinada a fazer digressões por Inglaterra e outros países. 
Em 1959, a sua forma de interpretação chamou a atenção de Norman Newell, um produtor, tendo começado a gravar discos. Danny participou também no programa televisivo, Drumbeat. Vários singles se seguiram antes de Williams se evidenciar com o tema "Moon River". A sua versão da música, que foi composta por Henry Mancini e Johnny Mercer, chegou ao topo das paradas, lançando-o com sucesso na sua carreira. 
Informação sobre este excelente cantor já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 White On White 2:19 
A2 Lonely 2:54 
A3 The Story Of A Starry Night 3:14 
A4 We Will Never Be As Young As This Again 2:54 
A5 Forget Her 2:32 
A6 My Heart Tells Me 2:42 
B1 Charade 2:40 
B2 The Comedy Has Ended 3:13 
B3 Doreen 2:25 
B4 Impossible 3:12 
B5 A Weaver Of Dreams 3:03 
B6 I Talk To The Trees 3:07 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Chris Linden, a quem agradecemos.

Scott Walker ‎– 'Til The Band Comes In (LP 1970)

quinta-feira, 4 de abril de 2019



Scott Walker ‎– 'Til The Band Comes In (LP Philips ‎– 6308 035, 1970). 
Produtor – John Franz. 
Género: Pop Rock. 

“'Til the Band Comes In“ é o sexto álbum de estúdio de Scott Walker, a solo. Foi lançado em dezembro de 1970, mas não conseguiu atingir as tabelas de sucessos. Neste LP parece haver, por parte de Scott, uma tentativa de seguir uma via mais comercial, em relação aos álbuns anteriores. O disco apresenta 10 composições de Walker e cinco canções de outros compositores. A maioria das músicas retrata a vida difícil dos moradores de um complexo de apartamentos. Walker escreveu as músicas para este álbum em muito pouco tempo, durante as suas férias na Grécia, em setembro de 1970. O disco foi gravado no final daquele mesmo ano entre setembro e novembro e lançado em dezembro. Wally Stott e Peter Knight dirigiram os arranjos musicais. Na época, o LP não recebeu críticas muito favoráveis. 


Noel Scott Engel, mais conhecido como Scott Walker, nasceu no estado americano de Ohio e cresceu na Califórnia, mas mudou-se para Londres nos anos 60, cidade onde passou a viver. Por isso, também se dizia britânico. 
Scott dedicou mais de 50 anos à música, começando com os Walker Brothers, banda que foi sucesso nas décadas de 60 e 70. Depois, investiu na sua carreira a solo como cantor e compositor. 
Entre os sucessos da carreira solo de Walker estão "Jackie" (1967), "Joanna" (1968) e "Lights of Cincinnati" (1969). 


Faixas/Tracklist: 

A1 Prologue (Ady Semel, Scott Walker) 
A2 Little Things (That Keep Us Together) (Ady Semel, Scott Walker) 
A3 Joe (Ady Semel, Scott Walker) 
A4 Thanks For Chicago Mr. James (Ady Semel, Scott Walker) 
A5 Long About Now (com Esther Ofarim) (Ady Semel, Scott Walker) 
A6 Time Operator (Ady Semel, Scott Walker) 
A7 Jean The Machine (Ady Semel, Scott Walker) 
A8 Cowbells Shakin' (Ady Semel, Scott Walker) 
B1 Til The Band Comes In (Ady Semel, Scott Walker) 
B2 War Is Over (Epilogue) (Ady Semel, Scott Walker) 
B3 Stormy (Buie, Cobb) 
B4 Hills Of Yesterday (Mancini, Webster) 
B5 Reuben James (Harvey, Etris) 
B6 What Are You Doing The Rest Of Your Life? (Bergman/Bergman, Legrand) 
B7 It's Over (Rodgers) 

Intervenientes/Personnel: 

Scott Walker – voz 
Esther Ofarim – voz em "Long About Now" 
Arranjos e Direcção Musical: Wally Stott e Peter Knight. 

“'Til The Band Comes In” foi gravado nos Philips Studios, de setembro a novembro de 1970 e lançado em dezembro do mesmo ano. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Stevie Ray, a quem agradecemos.

Los Monjes ‎– Los Monjes En El Politécnico (LP 1966/Mexico)

quarta-feira, 3 de abril de 2019



Los Monjes ‎– Los Monjes En El Politécnico (LP CBS ‎– DCA 479, 1966/Mexico). 
Produtor – Jaime Ortiz Pino. 
Género: Rock, Rock de Garagem, Rock Psicadélico. 


Los Monjes foi um trio de rock de garagem dos anos 60, originário da Cidade do México que, curiosamente, não usavam guitarras, e que gravaram dois EPs, três singles e um álbum ao vivo, “Los Monjes en el Politécnico”, que aqui apresentamos. 
Este LP é um disco de culto na cena garageira mexicana, gravado ao vivo no auditório do Politécnico Nacional, no início de 1966. 
Do álbum destacamos os temas, "Caravana" e "Concierto de Varsovia". 


Faixas/Tracklist: 

A1 Janky Panky (Elie Greenwich, Jeff Barry) 3:24 
A2 Safari (Alejandro Sosa) 4 :46 
A3 La Casa Del Sol Naciente (The House Of The Rising Sun) (trad.) 3:42 
A4 No Debes Mentir (Hesiquio Ramos, Jorge Julio Bracho) 3:13 
A5 Tú Eres Mi Angel (Hesiquio Ramos, Jorge Julio Bracho) 3:14 
B1 Retornaras (Hesiquio Ramos) 3:16 
B2 Concierto Varsovia (Warsaw Concert) (Arr. Hesiquio Ramos, A. Dinsel) 2:59 
B3 Oh Yeah! (I Got My Mojo Working) (McKinley Morganfield) 2:47 
B4 Apresurate (Hesiquio Ramos, Jorge Julio Bracho) 2:55 
B5 Caravana (Caravan) (Duke Ellington, Irving Mills, Juan Tizol) 8:46 

Integrantes/Personnel: 

Jorge Julio Bracho: Voz e Bateria (já falecido) 
José Antonio Fernández de la Mora: Baixo (já falecido) 
Hesiquio Ramos: Teclados 

Álbum que nos foi gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo Juan d’Almodovar, a quem agradecemos.

Peppino Di Capri ‎– I Dischi D'Oro Di Peppino Di Capri (LP 1968)

terça-feira, 2 de abril de 2019



Peppino Di Capri ‎– I Dischi D'Oro Di Peppino Di Capri (LP Carisch ‎– TCA 15313, 1968). 
Género: Pop/Rock. 



I Dischi D'Oro Di Peppino Di Capri” é uma compilação de êxitos de Peppino di Capri e I Suoi Rockers, lançada em 1968 pelo selo Carisch, que reúne canções de sucesso gravadas entre 1958 e 1964. 
Informação sobre Peppino di Capri, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Piscatore 'E Pusilleco 
A2 Malatia 
A3 Luna Caprese 
A4 'I Te Vurria Vasà 
A5 St. Tropez Twist 
A6 Nessuno Al Mondo 
B1 Solo Due Righe 
B2 Roberta 
B3 Don't Play That Song 
B4 Nun è Peccato 
B5 Voce 'E Notte 
B6 Addio Mondo Crudele 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luigi Neri, a quem agradecemos.

Nat 'King' Cole ‎– Cole Español (LP 1958)

segunda-feira, 1 de abril de 2019



Nat 'King' Cole ‎– Cole Español (LP Capitol Records ‎– W-1031, 1958). 
Produtor – Lee Gillette. 
Género: Jazz, Afro-Cuban Jazz, Easy Listening. 

Em 17 de março de 2019 completaram-se os 100 anos do nascimento de Nat "King" Cole, pianista, jazzista e cantor norte americano de relevo mundial. Cole deu os seus primeiros passos musicais fazendo parte de um grupo de jazz, no qual tocava piano e, mais tarde, aventurou-se no canto, que o catapultou como um dos mais importantes “crooners” da cena norte americana. 
Nos finais dos anos 50, Cole gravou uma série de 3 LPs dedicados a um repertório latino americano, cantado principalmente em Espanhol. 
Um dos álbuns chama-se "Cole Español" (Capitol, 1958), gravado em Havana com o acompanhamento da Orquestra de Armando Romeau. O seu êxito baseou-se na qualidade das suas interpretações, com um estilo fluido e acariciante, agregando simultaneamente a suavidade e a graça do seu imperfeito mas delicioso modo de pronunciar o castelhano. 
O disco alcançou a posição nº 12 na Billboard e foi incluído no Salão da Fama do Grammy Latino no ano de 2007, tendo sido um dos álbuns mais vendidos de 1959. 


Nessa altura, Cole cumpria uma agenda intensa. Segundo alguns especialistas, foi durante um cocktail em Hollywood que Ramón Sabat, presidente e proprietário do selo cubano Panart, concessionário da Capitol, convenceu o cantor a gravar em Havana um disco inteiro em espanhol, incluindo alguns temas cubanos. Assim, Cole dirigiu-se aos estúdios da Panart, para dar início às gravações de uma série de temas que seriam clássicos na sua discografia. Seria acompanhado pela orquesta dirigida por Armando Romeu e também pelos coros do quarteto de Facundo Rivero. 
Segundo alguns, no seu primeiro dia em estúdio, Cole gravou algumas das suas famosas canções. Nas sessões seguintes, Nat sentou-se ao piano para gravar em versão instrumental o tema “Tú Mi Delirio”, de César Portillo de la Luz. Pouco depois, tocaria “El Bodeguero”, “Te Quiero Dijiste”, “Arrivederci Roma” e “Quizás, Quizás, Quizás. Também gravou alguns temas mexicanos, “Las Mañanitas” e “Adelita”, e assim sucessivamente. 
Conta-se, como verdade, que Cole foi incapaz de dominar a letra da canção “Tú Mi Delirio” (de César Portillo de la Luz), achando que era impossível cantar este tema. Mas esta dificuldade não fez com que ele deixasse de interpretar a famosa canção, pondo em prática um engenhoso plano “B”, ou seja, executou a música ao piano onde era virtuosíssimo, sem a cantar. Ultrapassando desta forma a dificuldade linguística, Nat King Cole arrancou no teclado esta versão instrumental do tema, acompanhado pela banda do maestro Romeu, numa improvisação genial do músico. O grande sucesso do disco teve continuidade nos álbuns, 'A Mis Amigos' (gravado no Brasil em 1959) e 'More Cole En Español'. 


Faixas/Tracklist: 

A1. Cachito (Consuelo Velásquez) (2:49) 
A2. María Elena (Lorenzo barcelata) (2:39) 
A3. Quizás, Quizás, Quizás (Perhaps, Perhaps, Perhaps) (Osvaldo Farrés, Joe Davis) (2:43) 
A4. Las Mañanitas (arr. de Jack Harris, Kirk Patrick) com Mariachi (2:53) 
A5. Acércate Más (Come Closer To Me) (Osvaldo Farrés) - Acompanhado pelo Quarteto de Facundo Rivero (2:46) 
A6. El Bodeguero (Grocer's Cha-Cha) (Richard Egües) (2:25) 
B1. Arrivederci, Roma (Goodbye To Rome) (Rascel, Gramci, Giovannini) (2:43) 
B2. Noche de Ronda (María Teresa Lara) (2:25) 
B3. Tú, Mi Delirio (Portillo de la luz) - Instrumental, Nat King Cole ao piano (2:36) 
B4. Te Quiero Dijiste (Magic Is The Moonlight) (María Grever, Pasquale) (2:48) 
B5. Adelita (arr. de Harris, Patrick) com Mariachi (2:10) 
Bonus: 
C1. Aquellos Ojos Verdes (Green Eyes) (Adolfo Utrera, Nilo Menéndez) 2:14 
C2 - Ay, Cosita Linda (Pacho Galan) 2:19 

Condução de Orquestra por Armando Romeu, Jr. 
Nos selos o álbum está intitulado como "Cole Espanole".

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Billy Douglas, a quem agradecemos.