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The Executives ‎– ...Now! (LP 1972)

sábado, 11 de maio de 2019



The Executives ‎– ...Now! (LP Universal Summit ‎– SRA-250,007, 1972). 
Género: Pop, Soul, Psicadélico. 

...Now!” é um álbum compilatório que reúne alguns dos temas gravados pelo grupo australiano, The Executives, durante a sua carreira. Originalmente, o LP foi lançado em 1968, pela discográfica Universal Record Club, com a referência U1019. 


The Executives foi uma excelente banda de música pop australiana, oriunda de Sydney, formada na segunda metade de 1966 e reactivada em 1974. A formação original consistia em, Carole King (voz), Brian King (teclados), Keith Leslie (voz e saxofone), Garry King (saxofone, voz), Dudley Hood (guitarra) e Rhys Clark (bateria). Apresentavam dois excelentes vocalistas, Carole King e Gino Cunico, apoiados por quatro músicos que podiam tocar cerca de 30 instrumentos diferentes entre eles, desde o violino ao cravo. Talentosos músicos, a sua perícia musical era inigualável. Durante a sua carreira, a banda sofreu algumas alterações à sua formação original. 
O grupo teve grande sucesso em bailes, discotecas e promoções em lojas, um pouco por todo o país. Apareceram em muitos dos principais programas de televisão da Austrália e tiveram boas vendas dos seus discos. 
Em 1968, o grupo partiu para os EUA para tentar o sucesso no mercado americano. Enquanto estiveram nesse país, conseguiram um contrato de gravação com o selo Buddah. 
São indiscutivelmente mais conhecidos por alguns singles que atingiram as tabelas do top 40, "My Aim Is To Please You" (julho de 1967), "Sit Down, I Think I Love You" (1967) e "Windy Day" (1968) que chegaram às posições nºs 18, 20 e 24, respectivamente, nas paradas australianas. 
Em meados de 1969, a banda lançou seis singles, três EPs e um álbum. Na primavera de 1969, voltaram aos Estados Unidos e mudaram o seu nome para Inner Sense, mas não obtiveram o sucesso que ambicionavam. No ano seguinte, o grupo desfez-se. 
No entanto, em junho de 1974, voltaram a reunir-se, agora com Alan Oldman (baixo), Ron Smith (guitarra), Brian Kirby (bateria), Jonne Sands (voz), Carole (voz)e Brian (teclados). Assinaram com a Polydor e os lançamentos subsequentes incluíram "On The Road Back" (Julho 74), "Let The World Go Round" (Abril 76), e "Tinker Tailor" (outubro 76) que não obtiveram grande sucesso, mas a banda seguiu em frente por mais alguns anos, trabalhando em hotéis e clubes. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Mamas And Papas Medley: 
A1(a) - Monday, Monday 
A1(b) - Dream A Little Dream Of Me 
A1(c) - Dedicated To The One I Love 
A1(d) - Creeque Alley 
A2 - Hair Medley: 
A2(a) - Hair 
A2(b) - Air 
A2(c) - Walking In Space 
A2(d) - Aquarius 
A2(e) - Let The Sunshine In 
B1 - It's A Happening World 
B2 - Bad Reputation 
B3 - Sit Down I Think I Love You 
B4 - Wander Boy 
B5 - My Aim Is To Please You 
B6 - Moving In A Circle (Aust. Comp.) 

Músicos / Personnel: 

Carole King (voz) 
Gino Cunnico (voz) 
Brian King (voz, teclados) 
Dennis Allgood (baixo, voz) 
Ray Burton (guitarra, voz) 
Rhys Clark (bateria) 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo John Nichols, a quem agradecemos.

Gala Pop Rock dos Anos 60 (Edição 2019 - Cartaxo/Portugal).

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Gala Pop Rock dos Anos 60 (18 maio 2019 - Cartaxo/Portugal). 

É já no próximo dia 18 de maio (sábado), pelas 21H30, que se realiza no Centro Cultural do Cartaxo, a Gala Pop Rock Anos 60, edição de 2019, espectáculo que irá reunir alguns dos maiores nomes da cena musical pop/rock portuguesa, da década de 60. 

A recordar: 

Gala Pop Rock dos Anos 60 - Edição de 2019: 
- Sábado, 18 de Maio, às 21:30 
- Centro Cultural do Cartaxo - Rua 5 de Outubro, 2070-059 Cartaxo. 

António José Portela.

Programa/Participantes: 

Fernando Guiomar (In-Loco) e Amigos 
Banda Odisseia 
Banda D’Ká com Fátima Brito e João Nogueira 
Victor Gomes (Gatos Negros) e Banda dos Miaus 
Guitarras de Fogo 
Vinyl Gang 
Banda Maior 
Charruas 
Makuna Lagarto (sucessor de Phil Mendrix) e Amigos (Urbano Oliveira, João Madeira, José Rosalis e Milay Lagarto) 
Rockfor 

- Abertura às 18H00 - 

Decorrerá também no mesmo recinto uma exposição sobre várias facetas ligadas à música ligeira, o Pop Rock, o Yé Yé, o Concurso Yé Yé de 1966, a 1ª Gala de 1998, Capas de Discos, Artistas e Conjuntos do Cartaxo e o Festival Woodstock (que foi há 50 anos). 

Informações e Reservas: 

Telef. 243 701 600, de quarta a domingo, entre as 15h e as 22h. 
centroculturalcartaxo@gmail.com 

Organização: União de Freguesias do Cartaxo e Vale da Pinta. 

A apresentação, como sempre, estará a cargo de António José Portela. 

Desejamos os maiores sucessos para mais esta extraordinária iniciativa. 

Carlos Santos.

Corrado Ei 93 – Antologia (1959-1963)




Corrado Ei 93 – Antologia (1959-1963). 


Antologia”, é uma compilação particular que reúne algumas gravações raras efectuadas pelo grupo Corrado Ei 93, entre 1959 e 1963. Corrado Ei 93 foi um dinâmico grupo de baile italiano, popular nos anos 60, em Itália. Também tiveram algum sucesso na Bélgica, Alemanha, Suiça, França e Holanda. 
A banda caracterizava-se por agradáveis orquestrações, boa harmonia de vozes e uma fantástica preparação musical dos integrantes do grupo. As gravações de Corrado Ei 93 são, na sua maioria, versões nacionais ou internacionais, muito bem interpretadas. O 93 que aparece no nome do grupo consistia na soma da idade dos cinco elementos, naquela época. 


Faixas/Tracklist: 

01 - Time To Twist (62) 
02 - Ali Baba Twist (62) 
03 – Carina (59) 
04 – Clementine (61) 
05 - La Novia (61) 
06 - Guarda Che Luna (60) 
07 - Padrone do Mare (59) 
08 - Pera Natura (62) 
09 - Parlami d'Amore Mariù (59) 
10 - Non Esiste l'Amor (61) 
11 – Coccinella (60) 
12 - Non Partir (60) 
13 - Chi È (60) 
14 - Sarra Chi Sa (60) 
15 – C Jam Twist (62) 
16 - Per Un Bacio d'Amor (59) 
17 - Non Occupatemi Il Telefono (60) 
18 - Quattro Chitarre (63) 
19 – Pinocchio (Lettera a) (60) 
20 – Arrivederci (60) 
21 - Tin Roof Twist (62) 
22 - Kiss Me, Kiss Me (60) 

Corrado ei 93 - "Carina", from Youtube.

Compilação disponibilizada por Carlos Santos que consiste nas faixas ripadas do vinil, sua masterização, alinhamento e adaptação das capas. Agradecimento ao nosso amigo Luigi Bertolli, pela colaboração.

Los Flaps ‎– Discografia Completa (1964 - 1965)

quinta-feira, 9 de maio de 2019



Los Flaps ‎– Discografia Completa (LP Alligator Records ‎– 56.0020, Series: Historia De La Musica Pop Española – Nº 13, 1985). 
Género: Rock. 


Este é um álbum compilatório, com o integral do grupo espanhol de rock, Los Flaps, e que reúne as faixas dos únicos quatro EPs da sua carreira, que a banda gravou para RCA. 
“Los Flaps” foi um grupo musical madrileno de Rock, Beat, Pop, formado no início dos anos 60 (com actividade entre 1961-1965), por alguns estudantes de engenharia aeronáutica, o que explica a origem do seu nome (flaps=dispositivo utilizado nos aviões). 
A sua primeira formação era constituída por José Antonio Álvarez Alija (bateria), Manolo (Manuel) Díaz-Pallarés (guitarra ritmo), Juan Antonio González "Ñique" (baixo) e Álvaro Yébenes (guitarra solo). 
As primeiras actuações tiveram lugar em Madrid no início da década de 60. Posteriormente, Álvaro e Juan Antonio deixaram o grupo e formaram Los Continentales, enquanto José Antonio e Manolo continuaram com Los Flaps incorporando no grupo Julián Sacristán (guitarra solo) e Alberto Nuevo (baixo). 
Em 1962 a formação de Los Flaps mudou, com Luis Baizán (baterista, substituiu José Antonio Álvarez Alija, que deixou o grupo), no baixo, Alberto Nuevo, na guitarra solo, Julián Sacristán (fã incondicional de Hank Marvin e seus Shadows) e na guitarra ritmo, Manolo Díaz-Pallares, que foi substituído anos depois por Juan Fran (Juan Francisco Seva). 
Para além de tocarem como grupo, Los Flaps foram também a banda de acompanhamento do cantor Steve Rowland e do duo Albert E Ricard. O grupo era muito bom, especialmente em instrumentais ao estilo dos Shadows. 
Dissolveram-se em 1965 por problemas internos.


Faixas/Tracklist: 

A1 Déjala, Déjala 
A2 El Vagabundo De La Playa 
A3 Mercurius 
A4 El Vito 
A5 Marea Nocturna 
A6 Johanna 
A7 Dieciseis Millas 
B1 Polka, Yenka 
B2 Quizás, Quizás, Quizás 
B3 Tanguillos De Cádiz 
B4 Loco, Loco, Loco 
B5 La Papa Con Tomate 
B6 Muñeca De Cera 
B7 Celestina 
B8 Pensylvania 

Membros/Personnel: 

Álvaro Yébenes (guitarra solo) 
Manuel Díaz Pallarés (guitarra ritmo) 
Juan Antonio González “Nique” (baixo) 
José Antonio Álvarez Alija (bateria) 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Juan Miguel Guzman, a quem agradecemos.

Ritchie Valens ‎– Ritchie (LP 1959)

quarta-feira, 8 de maio de 2019



Ritchie Valens ‎– Ritchie (LP Del-Fi Records ‎– DFLP-1206, outubro de 1959). 
Produtor: Robert Keane. 
Género: Rock ‘n Roll. 



Ritchie” é o segundo de três álbuns "originais" póstumos de Ritchie Valens, gravado pela Del-Fi, entre 1958 e 1959 e lançado em outubro deste último ano. O LP inclui algumas músicas não lançadas no seu primeiro álbum, gravadas nos Gold Star Studios, além de alguns “demos” que ele gravou no estúdio caseiro de Robert Keane, seu produtor. Também está incluído o último single de Valens, "Little Girl", que alcançou o 92º lugar nas paradas da Billboard, em julho de 1959. 


Ritchie Valens (Ricardo Esteban Valenzuela Reyes) nascido em 13 de maio de 1941, em Pacoima, CA, EUA e falecido em 3 de fevereiro de 1959, em Clear Lake, IA, EUA), foi um cantor, compositor e guitarrista americano (com origem mexicana). Valens foi um pioneiro do rock and roll e um dos fundadores do movimento Chicano. No início do rock and roll, a carreira de Ritchie Valens estava em ascendência, mas durou apenas oito meses. No entanto, durante este tempo, Ritchie obteve vários sucessos, especialmente “Donna” (o nome da sua namorada) e "La Bamba" (que era originalmente uma música tradicional mexicana). Valens adaptou-a a um ritmo de rock/beat, tornando-a num grande sucesso em 1958. Com este êxito, Valens tornou-se um pioneiro do movimento de rock and roll, em espanhol. 
Em 3 de fevereiro de 1959, no que ficou conhecido como “O dia em que a música morreu”, Valens faleceu num acidente de aviação em Iowa, uma tragédia que também tirou a vida aos companheiros músicos Buddy Holly e JP Richardson (The Big Bopper). 
Valens entrou para o Hall da Fama do Rock And Roll em 2001. 
Mais informação sobre este excelente cantor, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Stay Beside Me (Bill Olofson, Maurice Ellenhorn) 
A2 - Cry, Cry, Cry (Valens, Robert Kuhn) 
A3 - Big Baby Blues (Ritchie Valens) 
A4 - The Paddi-Wack Song (Ritchie Valens) 
A5 - My Darling Is Gone (Ritchie Valens) 
A6 - Hurry Up (Shari Sheeley) 
B1 - Little Girl (Valens, Kuhn) 
B2 - Now You're Gone (Ritchie Valens) 
B3 - Fast Freight (Ritchie Valens) 
B4 - Ritchie's Blues (Valens, Kuhn) 
B5 - Rockin' All Night (Ritchie Valens) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

Johnny Cash ‎– I Walk The Line (LP 1964)

terça-feira, 7 de maio de 2019



Johnny Cash ‎– I Walk The Line (LP Columbia ‎– CL 2190, 1964). 
Produção: Don Law, Frank Jones. 
Género: Rock, Folk, Country, Rockabilly. 

I Walk the Line” é o 19º LP de Johnny Cash, lançado pela Columbia Records em maio de 1964. Metade das suas faixas foram novas versões de Cash, duas das quais, "Bad News" e "Understand Your Man", viriam a chegar ao top ten de singles country (nº 1 nas paradas de C ‘n’ W, foi ouro em 14/07/67). Este álbum foi um dos que fizeram mais sucesso em toda a sua discografia. 
Neste LP destacamos "I Walk the Line" (juntámos também como bónus, a versão original de 1956), “Folsom Prison blues "," Hey Porter "," Wreck of the Old '97 " e " Big River " que são regravações de canções que já haviam sido lançadas como faixas de álbum ou singles antes do contrato de Johnny com a Columbia. "I Still Miss Someone” é uma nova versão de uma canção que já tinha aparecido no primeiro LP da Columbia, “The Fabulous Johnny Cash”. 
O tema "Hey, Porter!", por exemplo, foi a sua primeira gravação para a Sam Sam Phillips and Sun Records. 


John R. Cash, mais conhecido como Johnny Cash, (Kingsland, 26 de fevereiro de 1932 — Nashville, 12 de setembro de 2003) foi um cantor, compositor, escritor, director e actor norte-americano, conhecido pelos seus fãs como "O Homem de Preto". É considerado um dos músicos mais influentes do século XX, também considerado o "rei da música country" e um ícone desse género. A sua carreira durou quase cinco décadas. 
Informação sobre Johnny Cash, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 I Walk The Line (Johnny Cash) 2:33 
A2 Bad News (John D. Loudermilk) 2:56 
A3 Folsom Prison Blues (Johnny Cash) 2:35 
A4 Give My Love To Rose (Johnny Cash) 2:20 
A5 Hey Porter (Johnny Cash) 2:19 
A6 I Still Miss Someone (Roy Cash Jr.) 3:07 
B1 Understand Your Man (Johnny Cash) 2:43 
B2 Wreck Of The Old 97 (Arr.Bob Johnson, Johnny Cash, Norman Blake) 2:41 
B3 Still In Town (Hank Cochran, Harlan Howard) 2:36 
B4 Big River (Johnny Cash) 2:17 
B5 Goodbye, Little Darlin' Goodbye (Gene Autry, Johnny Marvin) 2:24 
B6 Troublesome Waters (Dearest Dean, Ezra J. Carter, Maybelle Carter) 3:48 
BONUS: 
C1 - Johnny Cash and The Tennessee Two - I Walk The Line (versão de 1956) 2:44 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Peter Cahn, a quem agradecemos.

The Otis Waygood Blues Band - Otis Waygood Blues Band (1970)

segunda-feira, 6 de maio de 2019



The Otis Waygood Blues Band - Otis Waygood Blues Band (1970). 
(álbum de estreia lançado originalmente em LP, pelo selo Parlophone PCSJ (D) 12063, em 1970). 
Produtor – Clive Calder 
Género: Blues Rock, Rock Psicadélico, Rock Progressivo. 


“Otis Waygood Blues Band“ é o álbum de estreia da banda com o mesmo nome, lançado em 1970. O LP apresenta-nos um rock ácido e lento, reforçado com blues, com uma incrível guitarra “fuzz” e passagens suaves e agradáveis de flauta. O álbum foi produzido por Clive Calder, que também participou nos teclados. A banda tem claramente muitas influências do blues (ao estilo de John Lee Hooker e Muddy Waters) e até do rock psicadélico e jazz. As passagens instrumentais são muito interessantes, misturando-se o som da flauta, harmónica, saxofone, piano e guitarra. 
A capa original do LP/vinil de 1970 é toda preta, com o nome da banda e o logo da gravadora. 

Capa original do LP de 1970.

The Otis Waygood Blues Band foi um grupo de rock/blues formado em 1968 em Bulawayo/Rodésia (actual Zimbabué) tendo, posteriormente, mudado para a África do Sul, onde gravou os seus únicos três excelentes álbuns, no início dos anos 70. 
Os membros originais eram Benny Miller, Rob Zipper, Alan Zipper, Leigh Sagar, Angus McLean e Billy Toon, tendo havido alterações posteriores, à sua formação. 
Em novembro de 1969, Rob e Alan Zipper, Ivor Rubenstein e Leigh Sagar viajaram da Rodésia para a Cidade do Cabo, na África do Sul, com todos os seus instrumentos e aparelhagens, para passarem férias. Em 1970. foram convidados para participarem no concurso “Batalha de Bandas” (Battle of the Bands) no Estádio Green Point e foram extremamente bem recebidos. Isso levou a serem convidados como banda residente num clube de Joanesburgo e, em seguida, ainda no mesmo ano, orientados por Clive Calder e Ralph Simon, lançaram o seu primeiro álbum, gravado em dois dias. A banda tinha um contrato de gravação com a EMI e realizaram três turnês, tocando em várias cidades da África do Sul, Rodésia e Moçambique. 
Fizeram uma digressão pela Europa, onde se apresentaram na Holanda, Alemanha e Reino Unido, acabando por aí se estabelecerem. Em 1976, houve alterações à sua formação e começaram a produzir um som mais baseado no "reggae" e no “disco”. Depois de vários anos a tocar no Reino Unido em clubes, bares e a participarem em concertos como Otis Waygood, em 1977 alteraram o seu nome para “Immigrant” e a sua turnê final foi para apoiarem Tavares, terminando no Palladium, em Londres. O grupo separou-se em 1979. 
O nome da banda teve origem no nome dos elevadores instalados nalguns edifícios rodesianos, cuja marca era “Waygood Otis”.


Faixas/Tracklist: 

A1 You're Late Miss Kate (Deefore, Hitzfeld) 2:08 
A2 Watch An' Chain (Tradicional, Arr. A. Zipper, I. Rubenstein, L. Sager, M. Jackson, R. Zipper) 4:33 
A3 So Many Ways (R. Zipper) 3:48 
A4 I Can't Keep From Crying (John Renbourn) 6:03 
B1 Fever (Cooley, Davenport) 4:21 
B2 Wee Wee Baby (Tradicional, Arr. A. Zipper, I. Rubenstein, L. Sager, M. Jackson, R. Zipper) 2:50 
B3 Better Off On My Own (A. Zipper, R. Zipper) 2:59 
B4 Help Me (Ralph Bass, Willie Dixon) 5:01 
B5 I'm Happy (R. Zipper) 2:42 
Bonus: 
C1. Devil Bones (Otis Waygood, Harry Poulus) 02:40 
C2. You Can Do Part One (Otis Waygood) 04:22 
C3. You Can Do Part Two (Otis Waygood) 04:30 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Rob Zipper - voz, guitarra, harmónica e saxofone
Martin Jackson - voz e flauta
Leigh Sagar - guitarra e órgão
Alan Zipper - baixo
Ivor Rubenstein - bateria, percussão e voz. 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano, John Lyle, a quem agradecemos.
Album kindly provided by our South African friend, John Lyle, whom we thank.

Laurens Van Rooyen ‎– Romantic Beatle Ballads (1993)

domingo, 5 de maio de 2019



Laurens Van Rooyen ‎– Romantic Beatle Ballads (1993). 
Produtor – Ruud Jacobs. 
Género: Easy Listening, Pop, Instrumental. 

Com o intuito de homenagear todas mães, apresentamos este belo álbum, dedicado a elas. 
Romantic Beatle Ballads“ é um excelente disco de Laurens Van Rooyen, que reúne algumas das mais belas canções de Lennon e MacCarthey. Exemplarmente executadas ao piano e orquestra, quem não conhece os maravilhosos temas como, "Let It Be", "The Ling and Winding Road", "The Fool on the Hill" e muitos outros. Melodias que se tornaram eternas e que são apreciadas por todas as gerações. 
Gravado com a London Studio Orchestra, o maestro Dick Bakker e Rooyen atrás do piano, apresentam aqui uma maravilhosa interpretação de excelentes canções dos FabFour, especialmente dedicadas às mães. 


Laurens van Rooyen (nascido em Utrecht/Holanda, 27 de março de 1935) é um pianista e compositor holandês. Compôs muitas peças para piano e escreveu a partitura para vários filmes holandeses. 
Em 1976, Laurens lançou o seu primeiro álbum a solo “Kaleidoskoop”. Desde então, continua a editar discos por várias gravadoras. No final dos anos setenta compôs a partitura de Rembrandt fecit 1669, de Jos Stelling, seguida por Een vrouw als Eva (1979), Lieve jongens (Dear Boys), 1980 e Een vlucht Regenwulpen, 1981. Em 1978, Van Rooyen fez digressões pela Holanda e Bélgica. Na década de noventa, também esteve envolvido na produção de vários filmes holandeses. 
Van Rooyen continua a dar, com alguma frequência, recitais de piano nos castelos e nas casas abrasonadas ao longo do rio Vecht. 
Em 1983, Van Rooyen foi premiado com a Golden Harp pela Buma Culture Foundation. Em 2014, Laurens recebeu uma condecoração real, a “Knight in the Order of the Netherlands Lion” (Cavaleiro da Ordem do Leão da Holanda). 


Faixas/Tracklist: 

01 Let It Be 4:30 
02 Because 2:53 
03 Yesterday 3:45 
04 Michelle 3:55 
05 Lucy In The Sky With Diamonds 3:41 
06 Blackbird 3:29 
07 The Long And Winding Road 4:13 
08 The Fool On The Hill 3:17 
09 For No One 3:07 
10 Girl 3:45 
11 In My Life 3:21 
12 Penny Lane 3:27 
13 She`s Leaving Home 4:00 
14 Across The Universe 3:54 
15 You Never Give Me Your Money 3:47 
16 Maxwell`s Silver Hammer 3:54 
17 Nowhere Man 2:57 

Laurens Van Rooyen é acompanhado pela London Studio Orchestra. 
Álbum gravado nos Estúdios CTS em Londres e Wisseloord Studios, Hilversum. 
Composições de Lennon-McCartney. 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Piano – Laurens Van Rooyen 
Guitarra baixo – Jan Hollestelle 
Guitar eléctrica e dobro – Freek Dicke 
Sintetizador – John Van Eijk 
Orchestra – London Studio Orchestra 
Condução de Orquestra: Dick Bakker 

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Dia da Mãe (5 de maio de 2019)


Dia da Mãe (5 de maio de 2019) 

O “Dia da Mãe” é uma data comemorativa que, em Portugal, se celebra no primeiro domingo do mês de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Cristo. No Brasil celebra-se no segundo domingo do mesmo mês. A data serve para homenagear anualmente a figura familiar materna (mãe) e a maternidade. Serve também para reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães. 
No Dia da Mãe, os filhos costumam oferecer presentes diversos às suas mães e preparam surpresas para elas, de forma a mostrarem o quanto gostam das suas progenitoras e agradecer todo o amor, empenho e dedicação delas. 


"Porque Os Outros Se Mascaram Mas Tu Não" 

Porque os outros se mascaram mas tu não 
Porque os outros usam a virtude 
Para comprar o que não tem perdão. 
Porque os outros têm medo mas tu não. 
Porque os outros são os túmulos caiados 
Onde germina calada a podridão. 
Porque os outros se calam mas tu não. 

Porque os outros se compram e se vendem 
E os seus gestos dão sempre dividendo. 
Porque os outros são hábeis mas tu não. 

Porque os outros vão à sombra dos abrigos 
E tu vais de mãos dadas com os perigos. 
Porque os outros calculam mas tu não. 

“Poema de Sophia Mello Breyner Andresen”. 

É impossível esquecer ou deixar de sentir a falta da melhor mãe que o mundo já conheceu. Agora, apenas me restam as lembranças de tudo o que vivemos, e a memória da mulher mais doce, bela e bondosa que algum dia conheci. Mesmo nos momentos mais felizes, sinto a tristeza da tua ausência. 
Descansa em paz, mãe! 

Feliz Dia da Mãe!

Carlos Santos e João Romão.