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Tommy Sands ‎– Sing Boy Sing (LP 1958)

sábado, 22 de junho de 2019



Tommy Sands ‎– Sing Boy Sing (LP Capitol Records ‎– T 929, 1958). 
Género: Rock, Pop, OST. 


Thomas Adrian Sands (nascido em 27 de agosto de 1937, em Chicago, Illinois, EUA), mais conhecido como Tommy Sands, é um cantor de música pop e e actor americano. Trabalhando no "show business" em 1949, Sands tornou-se um ídolo adolescente quase de imediato quando apareceu no Kraft Television Theater, em janeiro de 1957 como "The Singin 'Idol". A música do programa, "Teen-Age Crush", alcançou a 2ª posição na Billboard Hot 100 e a 1ª na Cashbox. 
Fã da música country, a mãe de Tommy Sands deu-lhe uma guitarra pelo Natal quando ele tinha sete anos. Tommy aprendeu a tocar sozinho. Mais tarde, mudou-se com a mãe para Houston, onde, em 1951, ele gravou o seu primeiro disco pela Freedom Records. Em 1952, Tom Parker, o empresário de Elvis Presley, assinou contrato com Sands, para gravar pela RCA sete canções entre 1953 e 1955. Em 1957, com o tema "Teenage Crush", alcançou as paradas da Billboard e da Cashbox, e estava assim lançada a carreira de Sands como ídolo jovem. Em 1958, participou no filme “Sing Boy Sing” que, segundo alguns, era a sua própria auto biografia disfarçada. Do LP da banda sonora destacamos as faixas “Soda-Pop Pop” e “Your Daddy Wants To Do Right”. 
Em 1990, Sands participou num festival de rock na Inglaterra. Tommy encontra-se em actividade, desde 1949, há cerca de 70 anos. 

Tommy Sands e Lili Gentle.

Sing, Boy, Sing” é um filme de drama/romance musical estreado em 1958, tendo sido produzido pela 20th Century Fox. O filme teve a participação de dois jovens actores, Tommy Sands e Lili Gentle. A película foi considerada como uma extensão dos episódios televisivos de 1957, da Kraft Television Theatre, "The Singin 'Idol", também estrelado por Sands que interpretava o papel de um novo ídolo adolescente, ao estilo de Elvis Presley. 
O álbum que serviu de banda sonora do filme foi lançado em 1958, com algum sucesso. No entanto, o filme de Sands “Sing, Boy, Sing” não teve grande sucesso comercial. 
Mais informação sobre Tommy Sands já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - I'm Gonna Walk And Talk With My Lord (Martha Carson) 
A2 - Who Baby (Bill Olofson, Jeanne Carroll) 
A3 - A Bundle Of Dreams (Billy Strange, Homer Escamilla) 
A4 - Just A Little Bit More (Charles Singleton, Rose Marie McCoy) 
A5 - People In Love (Lionel Newman, Mel Leven) 
A6 - Crazy 'Cause I Love You (Spade Cooley) 
B1 - Your Daddy Wants To Do Right (Tommy Sands) 
B2 - That's All I Want From You (M. Rotha) 
B3 - Soda-Pop Pop (Betty Daret, Darla Daret) 
B4 - Would I Love You (Bob Russell, Harold Spina) 
B5 - Rock Of Ages (Augustus M. Toplady, Thomas Hastings) 
B6 - Sing Boy Sing (Rod McKuen, Tommy Sands) 

Orquestra dirigida por Lionel Newman. 

LP ripado e masterizado do vinil e disponibilizado por Carlos Santos. 

Doris Day ‎– You'll Never Walk Alone (LP 1962)

sexta-feira, 21 de junho de 2019



Doris Day ‎– You'll Never Walk Alone (LP Columbia ‎– CL 1904, 1962). 
Produção: Irv Townsed, Jim Harbert. 
Género: Pop, Gospel. 

You’ll Never Walk Alone” é um álbum editado pela Columbia Records CS 8704, gravado por Doris Day acompanhada pela Orquestra de Jim Harbert e lançado em 17 de setembro de 1962. O disco contém principalmente canções de natureza religiosa ou espiritual. 


Doris Mary Ann von Kappelhoff, mais conhecida como Doris Day (Cincinnati, 3 de abril de 1922 - Carmel Valley, 13 de maio de 2019), foi uma actriz e uma versátil cantora americana, recentemente falecida, e a quem prestamos a nossa homenagem. Day tornou-se uma das mais populares e aclamadas cantoras do século XX, tendo gravado mais de 650 canções, entre 1947 a 1967. O seu primeiro LP foi “You're My Thrill”, lançado em 1949. 
You’ll Never Walk Alone” foi o primeiro álbum de Doris, dedicado à música espiritual e inspiradora. 
Mais informação sobre Doris Day, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - If I Can Help Somebody (Alma Bazel Androzzo) 2:39 
A2 - Nearer My God to Thee (Sarah Flower Adams, Lowell Mason) 3:29 
A3 - The Prodigal Son (Martin Broones, William Aubert Luce] 2:57 
A4 - Abide with Me (Henry Francis Lyte, William Henry Monk) 2:34 
A5 - Bless This House (Helen Taylor, May H. Morgan) 3:20 
A6 - You'll Never Walk Alone (Richard Rodgers, Oscar Hammerstein II) 2:30 
B1 - In the Garden (C. Austin Miles) 3:41 
B2 - Walk with Him (Henry Vars, William Dunham) 2:55 
B3 - Scarlet Ribbons (For Her Hair) (Evelyn Danzig, Jack Segal) 3:06 
B4 - Be Still and Know (William Aubert Luce) 3:10 
B5 - I Need Thee Every Hour (Annie Hawks, Robert Lowry) 3:02 
B6 - The Lord's Prayer (Albert Hay Malotte) 3:00 

Músicos/Personnel: 

Doris Day - voz 
Buddy Cole - piano 
Jim Harbert – arranjos e condução de orquestra. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Rooney, a quem agradecemos.

Los Relámpagos ‎– Páginas Musicales De La Historia De España (LP 1969)

quinta-feira, 20 de junho de 2019
  


Los Relámpagos ‎– Páginas Musicales De La Historia De España (LP RCA Victor ‎– LSP 10397-N, Serie Noble, 1969) 
Produtor – J. L. Armenteros. 
Género: Rock, Pop, Prog Rock, Instrumental. 


Se este LP fosse assinado por Emerson, Lake and Palmer, Ekseption, Focus ou qualquer outro famoso grupo de rock sinfónico, estaríamos a falar sobre uma das primeiras obras-primas do estilo mas, assinado pelos Relámpagos, foi um álbum que passou praticamente despercebido na época do seu lançamento mas que, ao longo do tempo, tem vindo a ser de novo apreciado e reavaliado. 
Neste álbum, Los Relámpagos fazem uma música descritiva que nos mergulha nas profundezas históricas da Idade Antiga e Média espanhola, com coros medievais como na faixa “Cristo”. Os instrumentos e materiais técnicos que eles usam são os mais avançados para o seu tempo em Espanha e o resultado é um grande trabalho, sem fissuras ou comercialismo. Já incorporam efeitos sonoros e as guitarras estão carregadas de efeitos que não estão ao alcance de qualquer guitarrista, como em “Covadonga”, sempre acompanhadas por um grande trabalho do órgão. 
Infelizmente, foi um projecto de qualidade instrumental ao qual não se deu o devido valor e não teve continuidade subsequente, tendo sido incompreendido na época e quase esquecido depois. 

Traduzido e adaptado parcialmente de um texto de Julián Molero. 

Los Relámpagos foi um mítico grupo instrumental espanhol formado em Madrid, em 1961, com o nome de “Dick y Los Relámpagos”. Em 1962 mudaram o nome para apenas Los Relámpagos
A banda, no plano do rock dos anos 60 e outros ritmos da época, criaram interessantes temas como "Babieca", "Vacaciones en España", "Constelación" (do género de "Telstar" dos Tornados). Separaram-se em 1974, tendo-se reencontrado em 2001. 
Mais informação sobre este excelente conjunto espanhol, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Pistas/Tracklist: 

A1 Anibal 4:35 
A2 S.P.Q.R 3:45 
A3 Cristo 5:00 
B1 Los Barbaros 4:35 
B2 Covadonga 5:20 
B3 Abderraman 4:50 
B4 Jaime I 2:50 

Arranjos e Direcção por C. Montero. 


Formação Original / Formación original de Los Relámpagos: 

- Pablo Herrero: órgão eléctrico (usava geralmente um Éminent holandês ou um Farfisa Pro Compact Duo italiano). 
- José Luis Armenteros: guitarra solo (falecido em 11 de junho de 2016). 
- Ignacio Sánchez Campins: guitarra ritmo e órgão, a partir de 1969. 
- Juan José Sánchez Campins: baixo e guitarra solo desde 1964 (falecido em 23 de agosto de 2008). 
- Ricardo López Fuster: bateria (primeira época) 
- Francisco Romero García-Prieto: baixo (primera época 1961-1963) 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Juan Ramirez, a quem agradecemos.

Judy Page And Peter Lotis ‎– Green Grow The Lilacs (LP 1967 / South Africa)

quarta-feira, 19 de junho de 2019



Judy Page And Peter Lotis ‎– Green Grow The Lilacs (LP Gallo ‎– GBS 26, 1967 / South Africa). 
LP considerado raro.
Género: Pop Rock. 

Green Grow the Lilacs” é um tema tradicional dos meados do século XIX, baseado na canção escocesa do século XVII "Green Grow The Laurels". 

Peter Lotis (verdadeiro nome, Peter Kandilotis), nasceu em Vredendorp, Joanesburgo/África do Sul, em 1931. Entre 1955 e 1958, cantou acompanhado pela Ted Heath Orchestra, em Londres, antes de regressar à África do Sul para se estabelecer como cantor e locutor de rádio. Lotis apresentou vários programas na Rádio Springbok, na Radio Record Club, onde trabalhou por 16 anos a partir de 1959, bem como o The Money ou The Box Show, com Bob Courtney, tendo também apresentado programas na TV. Mais informação sobre este artista sul africano, já se encontra inserida neste blog. 


Judy Page nasceu em 1938 em Bulawayo, na Rodésia (actual Zimbábue). É uma actriz e cantora que ficou famosa na África do Sul, apresentando-se especialmente em cabarés e musicais. Em jovem, tinha a ambição de ser dançarina, mas por sugestão do baterista Teddy Bowles, ela começou a cantar. 
Judy mudou-se para a África do Sul para iniciar a sua carreira como vocalista de Big Band, na década de 60. Destacou-se também no jazz, baladas e cantora de cabaré. 
Judy trabalhou com muitos bandleaders, incluindo Dan Hill, George Hayden, Archie Silanski e Doug Finch, eventualmente tendo o seu próprio grupo. Na África do Sul também deu a sua contribuição no teatro, cinema, mídia e em concertos. 
Em meados da década de 70, Page fez a sua estreia num musical e, em 1976, apresentou-se no The Sound of Music, para o qual ela recebeu a sua primeira das cinco nomeações do Dalro. 
Judy também se apresentava regularmente em espectáculos de cabaré, especialmente com músicas de Jacques Brel e Edith Piaf, entre 1975 e 1983. Page participou no espectáculo “Jacques Brel is Alive and Well and Living in Paris” (encenado entre 1975 e 1983), “From Berlin to Broadway” com Kurt Weill (para Kushlick), “Seven Deadly Sins”, “The Sound of Music” (1976) e em Chicago (com PACT, 1977). 
Judy Page ganhou 5 prémios “Sarie” (sul africano), foi premiada como a melhor artista feminina em 1970, melhor vocalista feminina em 1972 e ainda o prémio "Golden Shure Microphone". 


Faixas/Tracklist: 

A1 Green Grow The Lilacs 3:12 
A2 Pearly Shells 2:20 
A3 Dear Heart 2:24 
A4 Go Away From My Window 2:22 
A5 Home On The Range 2:44 
A6 Kentuckian Song 2:46 
B1 Listen To The Ocean 2:20 
B2 Catch The Wind 2:12 
B3 Far Away Places 2:30 
B4 Five Points Of A Star 2:08 
B5 Return To Me 2:24 
B6 True Love 2:17 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano John Lyle, a quem agradecemos.

Conway Twitty ‎– Lonely Blue Boy (LP 1960)

terça-feira, 18 de junho de 2019



Conway Twitty ‎– Lonely Blue Boy (LP MGM Records ‎– MGM-C-829, 1960).
Género: Rock.

Lonely Blue Boy” é o terceiro álbum de estúdio de Conway Twitty, lançado em 1960. A faixa-título alcançou a posição número seis nos EUA, na lista da Billboard Hot 100 durante o inverno de 1960 e tornou-se disco de ouro. 


Conway Twitty (Harold Lloyd Jenkins, 01 de setembro de 1933, Friars Point, Mississippi, EUA / 05 de junho de 1993, Springfield, Missouri, EUA), foi uma estrela americana do “country”, tendo iniciado a sua carreira como cantor de rock ‘n roll, nos anos 50. Conway tornar-se-ia uma superstar do country nos anos 70 e 80, acumulando um recorde de 40 sucessos número um, ao longo de duas décadas. 
No início de 1957, já usando o seu novo nome artístico, Conway Twitty assinou contrato com a Mercury Records, onde lançou alguns singles que não fizeram sucesso, apesar de "I Need Your Lovin" ter integrado as paradas, nas posições mais baixas. Em 1958, transferiu-se para a MGM Records, onde o cantor finalmente alcançou o sucesso com "It's Only Make Believe", uma canção escrita em parceria com Jack Nance. Gravada com o apoio do quarteto vocal de Elvis Presley, The Jordanaires. "It's Only Make Believe" tornou-se um grande sucesso, permanecendo duas semanas na 1ª posição e seria a faixa de abertura do seu primeiro álbum da carreira de Conway Twitty, "Conway Twitty Sings", de 1959. 
Ao longo de 1959 e 1960, Twitty lançou uma série de singles, dos quais "Danny Boy" (Pop nº 10) e "Lonely Blue Boy" (Pop nº 6) se tornaram os mais populares, chegando ao Top Ten da Billboard Pop Music Charts dos EUA, bem como nº 1 em 21 outros países. 
Por um breve período, alguns acreditaram que Twitty era o próprio Elvis Presley gravando com um nome diferente, seja pela presença do mesmo quarteto vocal do “rei”, seja pela voz barítona de Twitty ou por músicas como "It's Only Make Believe", muito semelhantes ao estilo de Elvis.
Em 1960, Twitty participou em três filmes: “Sex Kittens Go to College”, “Platinum High School” e “College Confidential”.
Com a sua profunda voz ressonante, Twitty trabalhou em Nashville durante a era do country-pop. As suas produções eram exuberantes e as suas músicas sensuais, o que, de certa forma, o ajudou a alcançar um sucesso tão grande. Desde que Twitty atingiu o topo das paradas country no final dos anos 60, ele permaneceu por lá anos a fio, lançando um fluxo consistente de sucessos no Top Ten.
De 1971 a 1976, Twitty recebeu uma série de prémios da Country Music Association por duetos com Loretta Lynn. Embora nunca tenha sido um membro do Grand Ole Opry, Conway foi introduzido no Hall of Fame da Música Country e no Rockabilly Hall of Fame.
Conway Twitty faleceu em 1993, aos 59 anos, depois de ter sofrido um aneurisma da aorta abdominal.


Faixas/Tracklist:

A1 Lonely Blue Boy 
A2 Just Because 
A3 Easy To Fall In Love 
A4 Sorry 
A5 My Adobe Hacienda 
A6 A'Huggin' And A'Kissin' 
B1 Trouble In Mind 
B2 Pretty Eyed Baby 
B3 Eternal Tears 
B4 Blue Moon 
B5 Can't We Go Steady 
B6 Heartbreak Hotel

LP disponibilizado por Carlos Santos.

Frank Sinatra ‎– The Voice Of Frank Sinatra (LP 1948)

segunda-feira, 17 de junho de 2019



Frank Sinatra ‎– The Voice Of Frank Sinatra (LP Columbia ‎– CL 6001, 28 de junho de 1948).
Género: Jazz, Pop.

The Voice of Frank Sinatra” (1946), foi o primeiro álbum de estúdio de Sinatra de todos os tempos, e também o seu primeiro numa longa lista para a gravadora Columbia, lançado originalmente por esta gravadora com a referência C-112, em 4 de março de 1946. Foi editado numa caixa contendo um conjunto de quatro singles de 78 rpm, totalizando 8 músicas e, rapidamente, alcançou o primeiro lugar na tabela da Billboard. O disco ficaria as sete semanas seguintes no topo e outras 18 semanas na tabela geral. 
As faixas foram organizadas e conduzidas por Axel Stordahl e sua orquestra que consistia num quarteto de cordas e quatro partes rítmicas, aumentadas pelo flautista John Mayhew e o oboísta Mitch Miller.
Certos críticos afirmaram que “The Voice” é o primeiro álbum conceitual. Também detém a distinção de ser o primeiro do catálogo de álbuns pop a 33⅓ rpm, quando a Columbia estreou discos de vinil de longa duração em 1948, dez polegadas e doze polegadas para música clássica, dez polegadas apenas para pop. “The Voice” foi reeditado como LP de 10 polegadas, com o número de catálogo CL 6001, em 1948. 


Frank Sinatra começou como "crooner" da Orquestra de Harry James em 1939. Em 1940, já estava com a Orquestra de Tommy Dorsey. Em 1943, participou na sua primeira sessão de gravação na Columbia Records, já como solista. 
No tempo dos discos de 78 RPM, sinfonias e peças eruditas em geral tinham que ser lançadas em vários discos, agrupados em "álbuns", daí a origem do termo futuramente usado para LPs e outros formatos incluindo várias músicas. “The Voice of Frank Sinatra” foi originalmente editado em 1946 e continha quatro discos de 78 RPM, totalizando oito faixas. 
Em 1960, o cantor decidiu ter a sua própria gravadora, para obter maior liberdade na escolha do seu material, tendo fundado a Reprise. Mas a administração de uma editora tornar-se-ia um peso para Sinatra que acabou por vender a Reprise à Warner Bros Records, em 1963.


Faixas/Track listing:

A1 - You Go to My Head (Haven Gillespie, J. Fred Coots) 3:00
A2 - Someone to Watch Over Me (George Gershwin, Ira Gershwin) 3:18
A3 - These Foolish Things (Remind Me of You) (Holt Marvell, Jack Strachey, Harry Link) 3:08
A4 - Why Shouldn't I? (Cole Porter) 2:53
B1 - I Don't Know Why (I Just Do) (Roy Turk, Fred E. Ahlert) 2:46
B2 - Try a Little Tenderness (Harry M. Woods, James Campbell, Reginald Connelly) 3:08
B3 - I Don't Stand a Ghost of a Chance with You (Bing Crosby, Ned Washington, Victor Young) 3:11
B4 – Paradise (Nacio Herb Brown, Gordon Clifford) 2:37

Intervenientes/Personnel:

Voz: Frank Sinatra
Direcção de Orquestra: Axel Stordahl

Nota:  Álbum gravado de 30 de julho de 1945 (em Hollywood) a 7 de dezembro do mesmo ano (em Nova York/EUA). O LP é constituído pelos temas de 4 discos de 78 RPM.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Walter Ruest, a quem agradecemos.

Stanley Black and His Orchestra ‎– Hollywood Love Themes (LP 1958)

domingo, 16 de junho de 2019



Stanley Black and His Orchestra ‎– Hollywood Love Themes (LP Decca ‎– SKL 4011, 1958). 
Género: Soundtrack, Easy Listening, Orquestra. 

Hollywood Love Themes” é um álbum de Stanley Black and His Orchestra, lançado em 1958, que reúne doze fantásticas faixas instrumentais, onde se incluem “Tammy”, “Secret Love”, “Three Coins In The Fountain” e muito mais. Pura nostalgia excelentemente executada pelo maestro Stanley Black e sua orquestra, nesta excelente compilação de temas de amor de famosos filmes de Hollywood. 
Stanley Black foi um excelente pianista e simultaneamente maestro de uma grande orquestra, favorita no final dos anos cinquenta. Stanley Black tinha o virtuosismo de criar óptimas orquestrações com excelentes músicos e arranjos maravilhosos. 
Neste álbum, a música transporta-nos ao passado e realmente traz-nos de volta memórias de alguns dos bons filmes da época. 


Stanley Black (14 de junho de 1913 - 27 de novembro de 2002) foi um maestro inglês, compositor, arranjador e pianista. Escreveu e organizou muitas partituras de filmes e gravou proficuamente para o selo Decca (incluindo London e Phase 4). Começando com colaborações de jazz com músicos americanos como Coleman Hawkins e Benny Carter durante a década de 30, Black passou a fazer arranjos e a gravar ao estilo da música latino-americana e também recebeu inúmeros prémios pela sua regência clássica. 
Stanley Black será lembrado por escrever diversas partituras para a rádio, televisão e cinema, incluindo o tema para “The Goon Show”. 
Escreveu também para filmes, para os quais compôs como em, “Laughter in Paradise” (1951), “Blood of the Vampire (1958), “The Long e Short and the Tall” (1961), “West 11” (1963), “Crossplot” (1969), entre outros, e os musicais Cliff Richard, em “The Young Ones” (1961), dando também o seu apoio orquestral no acompanhamento de Richard, em "Summer Holiday" (1962), que lhe rendeu um prémio Ivor Novello. 
Stanley também gravou muitas obras clássicas, incluindo compilações de Tchaikovsky e George Gershwin. 
Stanley Black faleceu em Londres em 2002, aos 89 anos. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - It’s Magic ((Jule Styne) 
A2 - Love Is A Many-Splendoured Thing (Fain, Webster) 
A3 - A Woman In Love (Guys And Dolls) (Loesser) 
A4 - Tammy (Skinner, Livingstone, Evans) 
A5 - Hold My Hand (Susan Slept Here) (Lawrence, Myers) 
A6 - Be My Love (Toast Of New Orleans) (Cahn, Brodszky) 
B1 - Three Coins In The Fountain (Styne, Cahn) 
B2 - True Love (High Society) (Porter) 
B3 - Friendly Persuasion (Tiomkin, Webster) 
B4 - Secret Love (Calamity Jane) (Fain) 
B5 - Around The World (Around The World In Eighty Days) (Young) 
My Foolish Heart (Young, Washington) 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Stanley Black and His Orchestra 
Piano – Stanley Black 

Álbum gravado em Londres, em 1958. 

LP disponibilizado por Carlos Santos.