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Gala Pop Rock Anos 60 - 2019 /C.C. Cartaxo (18 de maio 2019)

domingo, 19 de maio de 2019

Gala Pop Rock Anos 60 - Centro Cultural do Cartaxo/Portugal, 19 de maio 2018. 

Como foi oportunamente divulgado neste blogue, ontem (18 de maio), cerca das 22H00, o Centro Cultural Cartaxo (Portugal) foi palco de mais uma fantástica iniciativa de António José Portela, a “Gala Pop Rock dos Anos 60”, edição de 2019, num ambiente de festa e de companheirismo, com muito entusiasmo e uma alegria contagiante. O espectáculo é mais do que um simples concerto, é um verdadeiro festival de Pop Rock. A iniciativa teve vários apoios, em especial o da Junta de Freguesia do Cartaxo e Vale da Pinta, entre muitos outros. Para além da apresentação dos grupos, o evento serviu também para recordar os músicos no activo e os que já partiram, homenageando-os. 
A Gala teve o seu arranque com a apresentação dos seus apoios, colaborações e patrocínios, feita por António Portela e, em seguida, deu-se início ao espectáculo musical. Pelo palco desfilaram excelentes grupos que interpretaram alguns temas que foram sucesso nos anos 60. 

Fernando Guiomar e Amigos



A primeira banda foi “Fernando Guiomar (In-Loco) e Amigos”, constituída por Fernando Guiomar (guitarra), Alfredo Silva (bateria) e Vaz (baixo). Interpretaram temas dos Shadows com excelente qualidade e “Albatros”, dos Fleetwood Mac. 
Em seguida, apresentou-se a “Banda Odisseia”, com João Paulo, que já nos habitou à sua fantástica versatilidade e qualidade, interpretando versões de Tom Jones (“It’s Not Unusual”), dos Beatles (“Something”) e “(I Can’t Get No) Satisfaction”, dos Stones. 
A Banda D’Ká, com Fátima Brito e João Nogueira foi o grupo seguinte, com temas de Scott McKenzie (“S. Francisco”), Joan Baez e Bob Dylan, com o famoso “Blowin in the Wind”. 

O eterno roqueiro, Victor Gomes e os Miaus.

O lendário roqueiro Victor Gomes não poderia deixar de estar presente com a "Banda os Miaus". Já com 79 anos, longe dos seus iniciais e característicos saltos de outrora, o roqueiro interpretou lindamente temas mais calmos como, “It’s Now or Never”, “Delilah” ou o seu eterno êxito “Juntos Outra Vez”. Victor está em grande forma! 

João Charana e os Guitarras de Fogo.

Guitarras de Fogo (com João Charana) - "She".

E era o momento da entrada dos veteranos, “Guitarras de Fogo” (com João Charana) e a sua versátil e fantástica voz que recordou o melhor da música francesa, com o tema de Charles Aznavour, “She”, “C’Est Ma Vie”, de Adamo, do italiano Eros Ramazzotti, “Cose Della Vita” e de Billy Joel, “Just The Way You Are”. 

Vinyl Gang.

A terminar a primeira parte do espectáculo aparecem com muita “garra” e uma excelente sonoridade, os “Vinyl Gang”, com um rock dos “bons velhos tempos”. Recordaram-nos Ricky Nelson com “Travelin’ Man”, “The Young Ones” (Cliff Richard e os Shadows) e “La Bamba” (versão de Ritchie Valens, 1958). E foi assim que chegámos ao Intervalo. 

Banda Maior (de Odivelas).

Após o intervalo, a segunda parte da Gala foi uma surpresa, iniciada com a fantástica participação da Banda Maior, foi simplesmente incrível! Um excelente momento musical! É uma banda do próprio Município de Odivelas (Distrito de Lisboa) que incorpora, para além dos músicos, um coro misto com numerosos elementos, o que permitiu uma maravilhosa sonoridade complementar. Abriram a sua diversificada actuação com “Nights in White Satin”, dos Moody Blues, passando para o Conjunto Académico João Paulo, numa sua versão roqueira de “Hully Gully do Montanhês” (ao estilo dos Xutos e Pontapés) e terminaram com “Whatever You Want” (Status Quo).

Banda Maior - Hully Gully do Montanhês.

Os Charruas.

O programa prosseguiu com os veteranos “Charruas” (grupo formado em 1964 na Escola Agrícola de Santarém). Os Charruas, com o seu habitual charme, sonoridade e interpretações de excelência, recordaram-nos, entre outros, alguns famosos temas de artistas internacionais como Salvatore Adamo, em “Inch Allah”, Gilbert Becaud, “L’Important C’Est la Rose”, a versão de “C’Est La Vie” ou “To Love Somebody”, dos Bee Gees. 

Mokuna Lagarto e Amigos.


Mokuna Lagarto e Amigos.

O programa adiantava-se e aproximava-se do seu final. Num mágico momento, foi a vez de se apresentar o sucessor de Phil Mendrix, “Mokuna Lagartoe Amigos (João Baptista - bateria, João Madeira - teclados, José Rosalis - baixo). Mokuna foi o “escolhido”! Mokuna foi o aluno prodígio de Phil Mendrix. Extraordinário e virtuoso guitarrista, é realmente um verdadeiro sucessor de Mendrix, com nível internacional, ao estilo peculiar do seu mestre. Verdadeiramente espectacular! O grupo, muito coeso, interpretou 3 temas e um outro original, muito ao estilo arrojado do mestre Filipe Mendes. O guitarrista demonstrou uma extraordinária perícia e técnica instrumental, acompanhado por excelentes músicos, em especial o baterista, João Baptista. 
O espectáculo havia de terminar com uma excelente intervenção do grupo Rockfor (João Seixas, ex-Play Boys, Plutónicos e Petrus Castrus, na bateria) e Cláudio como vocalista que interpretou um rock puro e duro, com versões de canções como, “Born To Be Wild”, dos Steppenwolf ou “Sultans of Swing”, de Mark Knopfler/Dire Straits. 

Os Rockfor e todos os músicos intervenientes, em palco.

O espectáculo tinha chegado ao fim. Foram chamados todos os músicos intervenientes ao palco para, em conjunto, homenagearem os presentes e acompanharem os Rockfor numa versão dos AC-DC, “Highway To Hell”. 
Enfim, mais uma fantástica noite muito bem passada que ficará certamente na memória de todos. 

Parabéns. Bem hajas amigo Portela! Forte abraço, 

Carlos Santos.