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Eleanor Rigby - Noch Mehr Beatles Songs Auf Deutsch, V/A (1964-1978)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019



Eleanor Rigby - Noch Mehr Beatles Songs Auf Deutsch, V/A (1964-1978). 
Género: Pop/Rock ‘n Roll, Beat. 

Marianne Rosenberg.

Este é o terceiro volume de uma excelente colectânea tributo aos Beatles. Contém versões de temas que os Beatles interpretaram, gravadas entre 1964 e 1978. É uma homenagem, prestada aos Fab Four, por grupos e artistas germânicos que cantam essas canções em alemão. 
Todos conhecem a história dos Beatles e a importância de, no início da sua carreira, terem participado em muitos shows em clubes subterrâneos suados das cidades portuárias do norte da Alemanha. 
Alguns temas não são propriamente covers dos Beatles mas sim, versões de músicas que também os Beatles interpretaram como covers, e não necessariamente baseadas nas versões dos Beatles. Por exemplo, "Ein Kuss Zum Abschied", de Jan e Kjeld, é claramente a versão de "A Taste of Honey", mas de Herb Alpert, e não da interpretação de 1963 da mesma música tocada pelos Beatles. Outra interessante versão de 1969 em língua alemã de "Twist and Shout", é cantada pelo famoso cantor britânico  Cliff Richard. Também os títulos das versões em alemão tiveram grande liberdade na sua tradução. Por exemplo, "My Sweet Lord" título traduzido como "Wo Ist Er" (onde ele está) ou "What Is Life" como "Nimm Die Welt Wie Sie Ist " (como o mundo é). 
No entanto, não deixa de ser uma curiosa e interessante compilação, muito agradável de escutar. 

Dickie Rock und Miami Show Band.

Faixas/Tracklist: 

01 –Beat-Oma - Ich Bin Die Beat-Oma (A Hard Day's Night) 
02 –Dickie Rock und Miami Show Band - Rock 'n' Roll Music 
03 –Bill Ramsey - Wo Ist Er (My Sweet Lord) 
04 –John Vaughan - Bitte Schliess Nicht Die Tür 
05 –The Liverpool Beats - Boys 
06 –Jan und Kjeld - Ein Kuss Zum Abschied (A Taste Of Honey) 
07 –The Flamingos - Mein Beatle Baby (Roll Over Beethoven) 
08 –Drei Spitzbuben - Michelle 
09 –Jerry Rix Manchmal (Something) 
10 –Gerhard Wendland - Wo Ist Er (My Sweet Lord) 
11 –Cliff Richard - Twist Im Blut (Twist And Shout) 
12 –Kathi Reschke - Eleanor Rigby 
13 –Linda Bergen - Mama (Mother) 
14 –Marc André - Nimm Die Welt Wie Sie Ist (What Is Life) 
15 –Vicky Leandros Singers - Wo Ist Er (My Sweet Lord) 
16 –Clifford Singers - Nimm Die Welt Wie Sie Ist (What Is Life) 
17 –Gaby Baginsky - Von Calais Nach Dover (Uncle Albert/Admiral Halsey) 
18 –Bourbon Family - Ho Hey Ho (Mrs. Vanderbilt) 
19 –Udo Lindenberg - Reeperbahn (Penny Lane) 
20 –Hans Uwe Schneider - Baby Beatle Song 
21 –Colin Anthony und His Beat Combo - Crazy Beatle Boots 
22 –Nicki und Hero - Wie Die Beatles 
23 –Peggy March - The Beatles - Wie John, Paul, George Und Ringo 
24 –Pat und Tina Stern - Sie Waren Die Helden Der 60er Jahre 
25 –Hans Uwe Schneider - Ja, Dass Weiss Doch Jedes Kind 
26 –Marianne Rosenberg - Mr. Paul McCartney 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Ed Dietrich, a quem agradecemos.

Scorpions ‎– Lonesome Crow (LP 1972)

sexta-feira, 12 de julho de 2019



Scorpions ‎– Lonesome Crow (LP Brain/Metronome ‎– 1001, 1972). 
Produtor – Conny Plank. 
Género: Rock, Rock Progressivo, Hard Rock, Krautrock. 

Lonesome Crow” não é apenas o primeiro álbum de hard rock mais vendido na Alemanha, mas também o primeiro lançamento do selo Brain, em 1972. “Lonesome Crow” é o álbum de estreia da banda, com a referência Brain 1001. O disco apresenta-nos os Scorpions de uma forma que nunca mais os ouviríamos, com um rock áspero e duro e estruturas musicais incomuns. 
O LP é uma autêntica pérola, virado quase exclusivamente para canções que privilegiam a parte instrumental. O disco apresenta-nos um hard rock que marcou a época, misturando um som pesado com muito psicadelismo. Nessa altura, o grupo era formado pelos irmãos Schenker (Rudolph e Michael) nas guitarras, Klaus Meine (voz), Wolfgang Dziony (bateria) e Lothar Heimberg (baixo), sendo Michael o principal nome, com apenas 16 anos. 
O álbum está recheado de temas muito interessantes e muito bem interpretados. 


Os Scorpions é uma banda alemã de Hard Rock formada em 1965 em Hannover/Alemanha por Rudolf Schenker. Foi considerada uma das maiores bandas de hard rock setentista, e um dos grandes nomes do metal mundial nos anos 80. Nos anos 70, as guitarras eram dominadas por Michael Schenker e Uli Jon Roth. 
Ficaram famosos pelo seu hino do rock dos anos 80, "Rock You Like a Hurricane", bem como com outras canções populares como "No One Like You", "Send Me an Angel", "Still Loving You" ou "Wind of Change". 
Depois de terem anunciado em 24 de janeiro de 2010 que se iriam separar, após 45 anos de concertos, decidiram continuar. Novas músicas foram escritas e novos álbuns foram lançados. Com uma carreira de décadas, o grupo já lançou cerca de dezoito álbuns e vendeu para cima de 100 milhões de discos, em todo o mundo. 


Faixas/Tracklist: 

A1 I'm Going Mad 4:53 
A2 It All Depends 3:26 
A3 Leave Me 5:04 
A4 In Search Of The Peace Of Mind 4:59 
B1 Inheritance 4:40 
B2 Action 3:54 
B3 Lonesome Crow 13:30 

Álbum gravado pela Metronome Records, no Star Studio, Hamburg. 

Músicos/Personnel: 

Vocalista – Klaus Meine 
Guitarra Solo – Michael Schenker 
Guitarra Baixo – Lothar Heimberg 
Bateria - Wolfgang Dziony 
Guitarra Ritmo - Rudolf Schenker 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Chris Linden, a quem agradecemos. 

Manuela ‎– Manuela! (LP Telefunken ‎– BLE 14311-P, 1963)

sexta-feira, 11 de maio de 2018



Manuela ‎– Manuela! (LP Telefunken ‎– BLE 14311-P, 1963, Alemanha).
Género: Pop, Folk, Schlager, Rock ‘n’ Roll.


Manuela, foi uma cantora alemã cujo nome verdadeiro era Doris Inge Wegener. Nasceu em Berlim em 18 Agosto 1943 e faleceu na mesma cidade, em 13 Fevereiro 2001, de cancro no palato (céu-da-boca).
Em 1963, a jovem de nome latino, "Manuela", era uma jovem cantora surgida no cenário da música pop germânica, que ficou famosa com os seus primeiros êxitos, “Mama ich sag dir was” ou 'Schuld war nur der Bossa-Nova', versão de 'Blame it on the Bossa-Nova', além de vários twists, rocks e baladas em alemão.
Com a sua excelente e melodiosa voz, o álbum 'Manuela!' foi um longa-duração que vendeu bastante bem, do qual salientamos entre outros, o tema “Ave Maria No Morro“ (de Herivelto Martins), cuja versão em alemão não tem o mesmo contexto do original. 
Com “Schuld War Nur der Bossa Nova” (Blame it on the bossa nova), Manuela conseguiu um enorme sucesso em toda a Alemanha, Áustria e Suiça. A música atingiu vendas de cerca de um milhão de discos.
Em setembro de 1963, iniciou uma tournée por toda a Europa em companhia do cantor norte-americano Chubby Checker, o rei do twist. O single contendo “Ich Geh’ Neeh Zur Schule” e “Hey Boy, Lass Doch Den Whisky” vendeu, um dia após o seu lançamento, 18 mil cópias, o que a entusiasmou a gravar o seu LP, cheio de clássicos da época. A partir daí, passou a coleccionar sucessos, transformando-se numa das mais populares cantoras da Alemanha entre os anos 60 e 70.


Faixas/Tracklist:

A1 Mama, Ich Sag' Dir Was 
A2 Ya Ya Twist 
A3 Ein Schiff Wird Kommen 
A4 Ich Geh Noch Zur Schule 
A5 Ave Maria No Morro 
A6 Diana 
A7 Hey Boy, Laß Doch Den Whisky 
B1 Horch, Was Kommt Von Draußen 'Rein 
B2 Seemann 
B3 Hello, Mary Lou 
B4 Vaya Con Dios 
B5 Lollipop 
B6 Spiel Noch Einmal Für Mich, Habanero 
B7 Schuld War Nur Der Bossa Nova

Músicos Intervenientes:

Voz: Manuela
Orquestra dirigida por Christian Bruhn.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Hans Plazier, a quem agradecemos.

The Bats - Twist-Time In Star-Club Hamburg (1964, Germany)

segunda-feira, 26 de março de 2018



The Bats - Twist-Time In Star-Club Hamburg (1964, Germany). 
Género: Beat, Garagem.

Twist-Time In Star-Club Hamburg“ foi um álbum gravado ao vivo pela banda alemã The Bats, em 1964, no The Star-Club, em Hamburgo/Alemanha. Originalmente o álbum (raro) foi lançado em LP na Alemanha, através do selo Summer (SL 8204), em 1964 e, na compilação que aqui apresentamos, foram acrescentadas mais 9 faixas bónus. 
O LP fazia parte de uma série de álbuns ao vivo (de vários grupos), gravados no The Star-Club durante o ano de 64. O disco contém conhecidas faixas/versões incluindo “Too Much Monkey Business”, “Poison Ivy”, “Come On”, “409” ou “Boys”, entre muitas outras. 
Stuart Sutcliffe foi membro dos Bats em fevereiro de 1962, depois de ter deixado The Beatles, e actuou com eles no palco do Star-Club.
The Bats foi uma banda alemã de beat/garagem, formada em 1961 e constituída por Peter Bosch (Pit Kooy), os dois irmãos, Rüdiger (guitarra) e Volker (baixo), Neber e o baterista negro Toni Cavanaugh, que veio do círculo de músicos amigos de Tony Sheridan. O baterista era conhecido por 'Neger-Tony' para o distinguir de Tony Sheridan. Mais tarde, foram feitas alterações à formação inicial do grupo. Esta banda alemã não deve ser confundida com outras existentes na mesma época e com o mesmo nome, como é exemplo a banda sul africana “The Bats”.
The Bats foram famosos em Berlim. De vez em quando, cantores populares como Gerd Böttcher, Rene Kollo e Manuela juntaram-se a eles e interpretavam as suas músicas em língua alemã.


Faixas/Tracklist:

01. Too Much Monkey Business (02:41)
02. Doo Wah Diddy Diddy (02:09)
03. Poison Ivy (02:39)
04. Jack The Ripper (03:11)
05. Come On (02:35)
06. Just Like Me (01:43)
07. House Of The Rising Song (03:56)
08. Sticks And Stones (02:21)
09. I'm A King Bee (01:45)
10. Tallahassee Lassee (02:10)
11. Carol (03:36)
12. Can I Get A Whitness (02:58)
13. Boys (02:13)
14. Walin' The Dog (02:52)
15. Little By Little (03:35)
16. 409 (02:38)
17. Summertime Blues (02:40)
18. Shake Shake (02:48)
19. You Really Got Me (02:08)

BONUS (45 rpm/A+B side):

20. Carol (02:03)
21. Cheat Cheat (02:57)
22. So What (02:16)
23. Shake Shake Slop Slop (02:58)
24. Money (Gib Mir Liebe) (02:59)
25. Then I Got Everything (01:58)
26. Hey Baby (02:24)
27. Got A Girl (02:00)
28. I'm So In Love With You (03:14)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Hans Plazier, a quem agradecemos.

The Rainbows ‎– My Baby Baby Balla Balla (The 60’s Anthology, 1965-68)

quinta-feira, 25 de maio de 2017



The Rainbows ‎– My Baby Baby Balla Balla (The 60’s Anthology, 1965-68)
Produção – Hans Rodehl, Rudolf Kreutzer.
Género: Pop Rock, Beat.

The Rainbows foi um grupo beat alemão formado em 1963, na então Berlim Ocidental.
A banda conseguiu atingir o número 3 nas paradas de singles semanais alemãs, em 1965, com o tema “Balla Balla” (que também viria a figurar como “My Baby Baby Balla Balla”), e o 16º lugar no ranking anual. 
A sua formação consistia em Harmut Münster (Guitarra Solo), Rolf Schröder (Guitarra Ritmo), Horst Lippok (Baixo) e Dieter Heinze (Bateria).
“Balla Balla” é sem dúvida o tema mais forte, assinado por Horst Lippok, um membro do grupo e com o qual se internacionalizaram.
A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

01 - My Baby Baby Balla Balla 2:02
02 - Ju Ju Hand 2:01
03 - Kommando Pimperle 2:06
04 - Ich Weine Dir Nicht Nach 2:44
05 - Rotkarierte Petersilie 2:11
06 - Tubon 2:05
07 - It Must Be Love 2:19
08 - Say Won't You Be My Girl 2:20
09 - Don't Cry 2:38
10 - Four Boys In Music 2:15
11 - A Walk To Paris 2:35
12 - I Hold You Tight 2:45
13 - Wanted 2:19
14 - I'm Singing Quietly 2:06
15 - Beautiful Delilah 2:25
16 - Too Much Monkey Business 2:46
17 - Donna 2:37
18 - Walking The Dog 2:56
19 - I'll Not Be Without You 3:10
20 - Sweet Little Sixteen 2:55
21 - Bald Headed Woman 2:57
22 - Carol 2:31
23 - Bad Bad Baby 1:45
24 - Mr. Milkman 2:11
25 - You Must've Seen 1:52
26 - I Sure Know A Lot About Love 2:20
27 - It's Too Late 2:23

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Klaus Lorenzen, a quem agradecemos.

The Raibows – The Rainbows (1965-1967)

terça-feira, 18 de abril de 2017



The Raibows – The Rainbows (LP 1967+13 bonus tracks - 1965/1967).
Produção – Hans Rodehl, Rudolf Kreutzer.
Género: Pop Rock, Beat, Novelty

Nesta compilação, as primeiras 14 faixas pertencem ao álbum, The Rainbows ‎– The Rainbows (LP CBS ‎– S 62625, 1967/edição alemã), sendo as restantes,  bónus retirados de 45 r.p.m..
The Rainbows foi um grupo beat alemão formado em 1963, em Berlim Ocidental.
A banda conseguiu atingir o número 3 nas paradas de singles semanais alemãs, em 1965, com o tema “Balla Balla” (que também viria a figurar como “My Baby Baby Balla Balla”), e o 16º lugar no ranking anual. 
A sua formação consistia em Harmut Münster (Guitarra Solo), Rolf Schröder (Guitarra Ritmo), Horst Lippok (Baixo) e Dieter Heinze (Bateria).
“Balla Balla” é sem dúvida o tema mais forte e de maior sucesso, assinado por Horst Lippok, um membro do grupo e com o qual se internacionalizaram.
Em 1966, a banda recebeu um prémio, devido à sua fama e popularidade na Alemanha, logo atrás dos Beatles e dos Rolling Stones, a estatueta de bronze na categoria de melhor grupo beat do ano, “Bronzene Otto-Sieger”, entregue pela revista juvenil Bravo.
Ainda no início dos anos 80, The Rainbows voltaram a tocar, mas com uma nova formação.


Músicos/Personnel:
A sua formação inicial era constituída por:
Hartmut Münster (nascido em 1944, voz, guitarra solo)
Rolf Schröder (nascido em 1944, voz, guitarra ritmo)
Heinz-Dieter Heinze (1943, bateria) 
Horst Lippok (1941, baixo).

A banda sofreu várias alterações à sua formação original e por ela passaram outros elementos como, Gerhard (Hardy) Glöckner (1945, voz, baixo) ou Udo Lombard (1945, bateria e percussão), entre outros.

Faixas/Tracklist:

01. Beautiful Delilah (Chuck Berry)
02. Too Much Monkey Business (Chuck Berry)
03. Donna (Ritchie Valens)
04. Walking The Dog (Rufus Thomas)
05. I'll Not Be Without You
06. Sweet Little Sixteen (Chuck Berry)
07. My Baby Baby Balla Balla (Horst Lippok)
08. Bald Headed Woman (Shel Talmy)
09. Carol (Chuck Berry)
10. Bad Bad Baby
11. Mr. Milkman
12. You Must've Seen
13. I Sure Know A Lot About Love
14. Four Boys In Music
BONUS:
15. A Walk To Paris
16. I Hold You Tight
17. Wanted
18. I'm Singing Quietly
19. Don't Cry
20. It Must Be Love
21. Say Won't You Be My Girl
22. It's too late
23. Ju Ju Hand (Domingo Samudio)
24. Tubon
25. Rotkarierte Petersilie
26. Ich Weine Dir Nicht Nach
27. Kommando Pimperle

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Klaus Lorenzen, a quem agradecemos.

The Boots ‎– Here Are The Boots (1966)

quarta-feira, 29 de março de 2017



The Boots ‎– Here Are The Boots (1966).
Álbum originalmente gravado em 1965 e lançado em 1966 (LP Telefunken ‎– SLE 14399-P, 1966).
Género: Rock, Pop, Beat.

The Boots foi uma banda alemã de beat, formada em Berlim, em actividade entre 1964 e 1968. O grupo sofreu várias influências, especialmente de grupos britânicos de rock e blues, como The Yardbirds, The Pretty Things, The Who ou The Them. 
A banda era formada pelo vocalista Werner Krabbe, o guitarrista Jörg "Jockel" Schulte-Eckel, Uli Grun na guitarra ritmo, órgão e harmónica; Bob Bresser no baixo e Heinz Hoff na bateria.
The Boots foram muito populares na Alemanha e eram também suficientemente bons para assinarem um contrato de gravação com a editora alemã Telefunken Records, para um par de LPs, bem como vários singles. 
O vocalista Krabbe saiu da banda no início de 1966, após o lançamento do seu single "Gaby", embora a banda tenha mantido a sua actividade até à sua dissolução, em 1968. 


Faixas/Tracklist:

01 She's About A Mover (Doug) 2:40
02 Mama Keep Your Big Mouth Shut (Diddley) 3:15
03 Gloria (Morrison) 3:35
04 It Ain't Necessarily So (Gershwin) 3:00
05 Got Love If You Want It (Moore) 2:45
06 But You Never Do It Babe (Rotter) 2:40
07 Enchanted Sea (Oster, Trad.) 3:50
08 Baby Please Don't Go (Oster, Trad.) 3:35
09 Whatcha Gonna Do About It (Rotter) 2:20
10 When I Loved Her (Orgent) 2:15
11 Jump Back Baby (Thomas) 3:00
12 Dimples (Hooken) 2:50
13 Boogie Children (Hayes) 3:30
14 Walkin' In The Sand (Remember) (Morten) 3:40
Bonus:
15 In The Midnight Hour (Single Version) (S. Cropper, W. Pickett) 2:21
16 Watch Your Step (Single Version) (Parker) 2:54
17 One More Time (Live At The Liverpool Hoop, Berlin) (Van Morrison) 2:40
18 I Wish You Would (Live At Liverpool Hoop, Berlin) (Arnold) 2:48

Músicos Intervenientes/Personnel:

Vocalista e Harmónica – Werner Krabbe
Bateria – Heinz Hoff
Guitarra solo e voz – Jörg Schulte-Eckel
Baixo e líder do grupo – Bob Bresser
Órgão, Harmónica – Ulli Grun

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Tonics ‎– Bubble Gum Music (LP 1969)

sábado, 10 de dezembro de 2016



The Tonics ‎– Bubble Gum Music (LP Mercury ‎– 132 650 MLY, 1969, Germany).
Género: Beat, bubblegum, rock.

Excelente álbum deste grupo alemão "The Tonics" que nos apresenta versões de alguns êxitos da era do "bubblegum".
The Tonics foi um grupo beat com algum sucesso nos anos 60, formado em 1959 em Hamburgo, Alemanha. O grupo tocava sob vários pseudónimos (ex.: The Spots, The Tonics e alguns outros).
The Tonics teve alterações à sua formação original, ao longo da sua carreira.
Separaram-se em 1970.
A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Bubble Gum Music (S. Feldman, Goldstein) 2:21
A2 Yummy Yummy Yummy (A. Resnick, J. Levine) 2:25
A3 Sweeter Than Sugar ( J. Levine, S. Feldman) 1:42
A4 Green Lights (E. Grant) 1:55
A5 Indian Giver (B. Gentry, B. Bloom, R. Cordell) 2:41
B1 Chewy Chewy (A. Resnick, J. Levine)m 2:43
B2 Do It Again (Wilson, Love) 2:20
B3 Quick Joey Small (A. Resnick, J. Levine) 3:01
B4 Goody, Goody Gumdrops (B. Carl, J. Katz, J. Kasenetz, R. Whitelaw) 2:29
B5 Ob-La-Di, Ob-La-Da (J. Lennon / P. McCartney) 3:02

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Walter Nicol, a quem agradecemos.

The Tonics ‎– Hit Parade (LP 1965)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016



The Tonics ‎– Hit Parade (LP Polydor ‎– HI-FI 84003, 1965).
Género: Beat, Pop/Rock.


The Tonics foi um grupo beat com algum sucesso nos anos 60, formado em 1959, em Hamburgo, Alemanha. O grupo tocava sob vários pseudónimos (ex.: The Spots, The Tonics e alguns outros).
A banda teve origem num grupo anterior denominado “Allround Men“ que foi pioneiro do Rock’n’Roll na Alemanha, constituído por Helmuth Franke, Horst Mewes, Günther Golz e Joachim Hennings, todos eles com cerca de 15 anos, na altura. O produtor da editora Polydor, Jimmy Bowien ouviu o grupo e convidou-o para gravações, propondo-lhes também a alteração do seu nome para The Tonics. A banda também foi usada como grupo de estúdio.
The Tonics teve alterações à sua formação original, durante a sua carreira. O guitarrista Helmuth Franke deixou The Tonics em 1968, para colaborar no grupo recém-formado de Achim Reichel e Frank Dostal, The Wonderland.
Separaram-se em 1970.


Faixas/Tracklist:

1 Rip It Up 
2 The House Of The Rising Sun 
3 Don't Throw Your Love Away 
4 Dein Zarter Blick (Your Tender Look) 
5 Do Wah Diddy Diddy 
6 Halleluja I Love Her So 
7 Hello Mary-Lou 
8 Secret Love 
9 Ich Such' Ein Madchen In Der Stadt (That Girl Belongs To Yesterday) 
10 You'll Never Walk Alone 
11 Ein Bild Von Dir (A Picture Of You) 
12 Viva Las Vegas 
13 Unsere Liebe Ist Zu Ende (Twenty-Four Hours From Tulsa) 
14 It's All Over Now

Membros (ao longo da carreira):

Manfred "Toni" Oberdörffer [Jerry Blow, Toni Tornado, Tony] (voz, guitarra ritmo), 
Horst Mewes (guitarra, 1959-?), 
Günther Golz (baixo, 1959-?), 
Joachim Hennings (bateria, 1959-?), 
Helmuth Franke (guitarra, 1960-1968), 
Colin Milander [Colin Crowley] (baixo, 1962-?), 
Erich "Long Erwin" Götze (bateria, 1962-1966), 
Volker Tonndorf (baixo,? -1965), 
Joachim "Benny" Bendorff (baixo, 1965-?), 
Herbert Bornhold (bateria, 1966-70), 
Hans Joachim "Hajo" Teschner (guitarra, 1967-1970).

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Walter Nicol, a quem agradecemos.

The Blackbirds ‎– No Destination (LP 1968).

terça-feira, 21 de junho de 2016


AQUI:    ou    ALI:

The Blackbirds ‎– No Destination (LP Saga FID ‎– ST FID 2113, 1968/Germany).


O grupo de krautrock alemão “The Blackbirds”, liderado por Werner Breinig, foi originalmente formado no sudoeste da Alemanha, em março de 1965. 
Em 1966, a banda teve o seu primeiro show de televisão no estúdio da Saar TV durante o Saarmesse, uma feira regional.
Em 1967 foi um ano de muito sucesso para o grupo, uma vez que num concurso de bandas, venceram o Festival Federal "Chance 67" para bandas beat, em Ruhrlandhalle/Bochum. Em julho desse ano, obtiveram o segundo lugar entre muitos "Grupos Beat" durante o "Festival de l'Européen" na Bélgica. Em 11 de setembro, participaram no programa de TV regional "Talent Schuppen".
Lançaram o seu álbum de estreia, "No Destination", no Reino Unido em 1968 que capta claramente um som beat psicadélico, apesar de ser um disco estranho e intrigante.
É considerado um grupo de rock e de música psicadélica, beat/pop com um leve “aroma” a “Mothers of Invention “ e alguns toques progressivos. A voz forte do vocalista e guitarrista Werner Breinig, assim como algumas interessantes passagens de órgão Hammond por Hubert Koop, são características da música deste grupo que demonstrava um grande talento nas composições.
Três anos mais tarde, já com uma formação diferente, mantendo no entanto o seu vocalista (guitarrista, flauta e violino) Werner Breinig, The Blackbirds regressariam com o seu segundo álbum (A Touch Of Music, 1971), com um som diferente. Adoptaram um estilo mais progressivo e agradável, poético, com rasgos de música clássica (não sinfónica), com longas faixas.
Ambos os discos são considerados muito raros.
Após o lançamento do seu segundo álbum, The Blackbirds separaram-se.


Faixas/Tracklist:

A1. Golden Sun (Breinig/Koop) 03:12
A2. Space (Breinig) 03:20
A3. No Destination (Breinig/Koop) 04:21
A4. Long Tall Dorothe (Breinig/Koop) 02:09
A5. Sandmann/s Bound (Breinig/Koop) 03:00
B1. That's My Love (Breinig/Koop) 02:38
B2. Girl I'm Wondering (Breinig/Koop) 03:06
B3. Show Me That You Love Me (Breinig/Koop) 03:24
B4. Something Different (Breinig) 02:05
B5. She (Breinig/Koop) 04:32 

Músicos/Members:

Guitarra baixo – Heinz Koop
Bateria – Helmut Vigneron
Voz, guitarra solo, flauta e violino – Werner Breinig
Teclados – Hubert Koop

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Blizzards ‎– I'm Your Guy (LP 1965, Germany)

sábado, 14 de maio de 2016



The Blizzards ‎– I'm Your Guy (LP Fontana ‎– 885 424, 1965 Germany).
Produção de Siegfried E. Loch.

The Blizzards, no Star Club em Hamburgo, em 1965, com Gerd Dethlefs, Gernot Schafer, Joachim Beutler e Dieter Meyer.

The Blizzards (esta banda não deve ser confundida com outro grupo da mesma época, mas de estilo totalmente diferente, com o nome "Cuby and The Blizzards"), foi uma banda alemã dos anos 60, de beat/garagem, formada em 1 de janeiro de 1962, em Stade, Niedersachsen, Alemanha e constituída por Gerd 'Jerry' Dethlefs, Gernot Schäfer, Joachim Beutler e Dieter Meyer. 
O grupo surgiu na época da onda beat na Alemanha, e a sua carreira decorreu entre 1962 e 1969. Na decorrência de um concurso no Star-Club/Hamburg, Siegfried "Sigi" E. Loch, promotor e produtor de talentos musicais, descobriu-os e ajudou-os a ascenderem a uma carreira de maior sucesso.
Como vencedores do referido concurso, foi-lhes proporcionado aparecerem em shows de rádio e televisão, e a acompanharem artistas como, Davy Jones, Tony Cavanaugh, Drafi Deutscher ou Howard Carpendale, entre outros. Gravaram vários singles e o LP que aqui apresentamos, "I'm Your Guy", de 1965.
Uma das características desta banda foi a criação de composições próprias, com letras em alemão, de excelentes e harmoniosos vocais, com clara influência dos Beatles e dos Hollies.
Algumas faixas inserem-se claramente na chamada “Invasão Britânica” mas há outras que estão fora desse estilo como, "Dr. Jekyll" ou o tema instrumental dos Shadows, "Blue Star", para além do seu próprio tema “Blizzards”.
A banda separou-se em dezembro de 1969.

Formação/Members:

Gerd "Jerry" Dethlefs (guitarra ritmo, voz), 
Gernot Schäfer (baixo, voz), 
Joachim Beutler (guitarra solo, voz), 
Dieter Meyer (bateria).


Faixas/Tracklist:

A1 I'm Your Guy 2:25
A2 Mister Tambourine Man 2:13
A3 Be Mine 2:08
A4 I Will Love You 2:38
A5 Stranger In Town 2:20
A6 Blue Star 2:21
B1 I'm Alive 2:23
B2 Mr. Goofy 2:47
B3 Faithless Sleep 2:14
B4 Dr. Jekyll 2:51
B5 Walk By My Side 2:33
B6 Blizzards 1:43

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Can - Monster Movie (LP 1969).

domingo, 16 de agosto de 2015



The Can - Monster Movie (LP United Artists Records ‎– UAS 29094, 1969).


The Can (apenas Can a partir de 1970) foi uma banda de rock experimental fundada na Alemanha em 1968. Uma das mais importantes bandas do movimento krautrock, The Can possuía um estilo musical baseado em bandas de rock de garagem como The Velvet Underground, com influência na música experimental.
Monster Movie é o segundo álbum (o primeiro foi “Delay 1968”) desta banda de rock, gravado e lançado em 1969. O grupo reúne elementos de rock psicadélico, Blues, free jazz, punk, world music e outros estilos, com clara influência dos Velvet Underground, particularmente evidente na faixa de abertura "Father Cannot Yell". O uso da improvisação, a experimentação, misturados com sons especiais são amplamente utilizados por este grupo, seminal para o estilo avant-garde “freewheeling”, apelidado de "krautrock" pela imprensa musical britânica.


Faixas/Tracklist:

A1 Father Cannot Yell 7:01
A2 Mary, Mary, So Contrary 6:16
A3 Outside My Door 4:06
B Yoo Doo Right 20:14

Intervenientes:

Vocalista – Malcolm Mooney
Baixo – Holger Czukay
Bateria – Jaki Liebezeit
Guitarra – Michael Karoli
Órgão – Irmin Schmidt

Composições e arranjos por The Can.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Bob Higgs, a quem agradecemos.

Die Mustangs - Die Mustangs (LP 1966).

sexta-feira, 20 de março de 2015



Die Mustangs - Die Mustangs (LP Ariola S 72 251 IT, 1966/Germany).
Raro álbum do grupo alemão de “beat” Die Mustangs, editado na Alemanha.

Trata-se de um excelente disco de um grupo praticamente desconhecido fora da Alemanha, ao estilo “beat” britânico, em voga na época.


Die Mustangs foi uma banda beat alemã do início a meados dos anos 60. A sua formação original era constituída por Gerd Geerkin (guitarra), Nico Kuhlkamp (guitarra), Horst Heineberg (baixo) e Jorn Schroder (bateria, mais tarde substituído por Udo Lindenberg). A banda inicialmente tocava temas baseados nos sons dos Shadows e dos Ventures, mas isso veio a alterar-se com o advento da década de 60, com a implementação e o crescimento do beat britânico, as influências dos Beatles e do som vocal peculiar dos The Roulettes .
A sua música era na verdade, um híbrido ou uma mescla, envolvendo vários estilos da música da época e os sons britânicos que se faziam ouvir nesse período dos anos 60. Por um lado, eles interpretavam as suas versões (covers) de temas famosos de rock como, "Dynamite", de Ian Samwell (um êxito rock do final dos anos 50, por Cliff Richard and The Shadows), mas também enveredavam por outros estilos como o som dos Beatles, ou dos Searchers. Como se pode verificar, o estilo de Carl Perkins em ‘"Matchbox", também não foi esquecido. Quanto à parte instrumental, o grupo usava guitarras “Fender” e interpretavam maravilhosamente faixas como " Why Should I Cry Anymore”. Muito melodiosos, Die Mustangs foi um grupo muito bem estruturado e harmonioso, considerado a resposta da Alemanha a Gerry and The Pacemakers ou The Roulettes. O grupo dissolveu-se em 1966, deixando para trás um conjunto surpreendentemente agradável de singles e um LP (3 singles e um álbum), editado pelo selo Ariola, da Alemanha.


Faixas/Tracklist:

01 - Make Up Your Mind
02 - What's Gonna Be Tomorrow
03 - Hot Rod
04 - That's My Baby
05 - Dynamite
06 - Matchbox
07 - Why Should I Cry Anymore
08 - Kom Van Dat Dak Af
09 - Greyhould
10 - Please, Mr. Postman
11 - Loneliness
12 - South Street

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Dick James, a quem agradecemos.

Mike Kennedy - Mike Kennedy 1969-1973, VOL. 1

terça-feira, 23 de setembro de 2014



Mike Kennedy – Mike Kennedy 1969-1973, VOL. I (originalmente LP ES 74 Explosion ES-34000) Spain.

Mike Kogel (Mike Kennedy), nascido em 25 de abril de 1945, Berlim, foi o vocalista da banda beat espanhola Los Bravos, formada em 1965, originária de Madrid. A sua voz era muito semelhante à de Gene Pitney. Posteriormente, Mike Kogel mudou o nome para Mike Kennedy quando ingressou na sua carreira a solo.


Faixas/Tracklist:

Lado A:

Black Is Black
Summer Shades
Kentucky Freeway
Que Te Quiero
The Livin' I'm Doin'
More Than Just A Woman

Lado B:

La LLuvia
Destiny
La, La, La
I'll Never Forget
Everything I Touch Turns To Tears
Louisiana

Álbum gentilmente cedido por Kleyton Gonzalez Filho, a quem agradecemos.