Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Felipe & Falcão no programa do Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil), no próximo domingo.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Foto: Luiz Ribeiro


Felipe & Falcão no programa do Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil), no próximo domingo. 
A dupla que marcou a música sertaneja, além de relembrar grandes momentos da carreira, contará as novidades do próximo CD.

No próximo dia 24, a manhã de domingo será repleta de alegria e emoção no Programa Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil). A partir das 7h00, o apresentador receberá uma das duplas sertanejas mais bem humoradas e irreverentes do mundo musical, Felipe & Falcão. Com 24 anos de estrada, 14 discos e dois DVDs gravados, os sertanejos apresentarão a nova música de trabalho e falarão a respeito do repertório do próximo DVD, que tem sua produção prevista para o segundo semestre deste ano. 
Após a atração de Eli, a partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo apresenta o “Deus Médico dos Médicos”. Neste final de semana, o tema da atração será “Doenças psicossomáticas” e terá como convidado o médico homeopata e fisioterapeuta Clement Hajian. 
Produzidos e patrocinados pela Ultrafarma, os dois programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Quarteto 1111 - Everybody needs Love, Peace and Food (vídeo)

Quarteto 1111 - Everybody needs Love, Peace and Food (from Youtube)


No início do ano de 1970 é editado o álbum homónimo, conceptual, que aborda os temas racismo, guerra colonial e emigração.
Mesmo em actuações ao vivo, o grupo canta sempre em inglês, por causa da censura. A primeira edição em inglês surge em Novembro de 1970 com o single "Back To The Country". O lado B do disco é exactamente o tema "Everybody needs Love, Peace and Food", uma aproximação ao hard-rock.
Este foi um dos discos do grupo que mais vendeu.
(Adap: A história do Quarteto 1111 / Biografia)

Mais um trabalho que nos foi gentilmente cedido por Mário Dâmaso que nos confidenciou o seguinte: 

"Pelo prazer da música, com o único objectivo de divulgar a MPP, obra e música que entendo relevantes, no panorama nacional, aqui está mais um trabalho.Muito simples, artesanal, mas realizado com enorme devoção".

Obrigado Mário Dâmaso pela forma como também ajuda a divulgar a nossa música.

Carlos Santos

Carlos Portugal - Carlos Portugal (LP 1968)




Carlos Portugal - Carlos Portugal (LP Alvorada LP - 50-54 / 1968).

Infelizmente o vinil/LP não se encontra nas melhores condições e portanto o resultado final não será também dos melhores, apesar de masterizado. Vale pela raridade e pela curiosidade!

Carlos Portugal, cantor, compositor e produtor viseense. Deixou um grande legado discográfico na editora Alvorada em LP's, EP's e singles, da balada ao folk psicadélico, passando pelo rock no início dos anos 70. 
É pena que não exista nenhuma compilação dedicada a este cantor.
Este LP não deixa de ter uma sonoridade estranha variando entre a balada e a intervenção. 
A sua obra continua até inícios dos anos 70 em trabalhos que ora se aproximam dos cantautores ora do pop rock. Carlos Portugal é, sem dúvida, um nome a redescobrir.

Fonte: Nas Terras do Fim do Mundo e Wikipedia


Músicos:
Guitarra: Carlos Portugal (nos temas 1,3,5,7,9,10,11 e 12)
Órgão: José Quelhas (2,4 e 6)
Guitarra: José Bárrio (2,4 e6)
Violoncelo: José Magalhães (8)

LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos. 

John Coltrane & Johnny Hartman (LP 1963)



John Coltrane & Johnny Hartman (LP Impulse! AS-40 - 1963)

O cantor de jazz John Maurice Hartman nasceu no 3 de Julho de 1923 em Chicago e embora não tenha recebido em vida o devido reconhecimento, foi um dos maiores e mais suaves cantores negros de baladas dos anos 50 e 60 que foi comparado a cantores de primeira linha como Billy Eckstine e Nat King Cool. Johnny também se notabilizou pelas suas parcerias em gravações que se tornaram antológicas como a obra-prima que é o registo do encontro em estúdio em 1963 com o saxofonista e jazz man, John Coltrane. Hartman . Começou a cantar ainda no exército, estudou música na faculdade e forjou a sua carreira profissional a partir dos meados dos anos quarenta cantando com a banda de Earl Hines, quando também gravou o seu primeiro trabalho. Quando a banda se desfez em 1947 foi cantar com a Orquestra de Dizzy Gillespie e com ele ficou por dois anos, aproveitando para gravar por fora alguns discos a solo. O seu primeiro trabalho que lhe trouxe sucesso foi o LP “Songs from the Heart” (Savoy Jazz, 1947) com um quarteto liderado pelo trompetista Howard McGhee. Gravou também um álbum que consta entre os seus melhores, “All of Me” (Bethlehem, 1956) e ficou sem gravar até 1963, quando então gravou com John Coltrane "John Coltrane andJohnny Hartman" (Impulse!, 1963). O sucesso do disco levou à gravação de mais dois discos, “Lush Life” em homenagem à Billy Strayhorn, “I Just Dropped by To Say Hello” I Just Dropped By to Say Hello (Impulse!, 1963) e “The Voice That Is” The Voice That Is! (Impulse!, 1964). Johnny voltou aos estúdios de gravação esporadicamente nos anos 70. Dois anos antes da sua morte em Nova Iorque no dia 15 de Setembro de 1983, foi indicado para o Grammy pelo álbum “Once in Every Life” Once In Every Life (Bee Hive, 1980). 
Gravado no Englewood Van Gelder Studio - Cliffs, New Jersey em 07 de Março de 1963 pelo Engenheiro de gravação Rudy Van Gelder. 

In Borboletas de Jade 

John Coltrane is one of the most inventive and innovative jazz musicians of all time, but he very well may be at his best with his work on these six simple ballads. By employing Johnny Hartman as the vocalist, Mr. Coltrane's tenor sax perfectly meshes with Mr. Hartman's deep, rich baritone voice. Mr. Hartman's voice is so sweet and mellow it practically drips out of your speakers. The songs are all arranged in a simple and understated manor and that adds to their elegance. Mr. Coltrane plays in smooth yet forceful tones that turn simple riffs into majestic sounds. McCoy Tyner provides the backbone of the album with his piano playing. He fills the holes with pretty tinkling of the ivories. The band is at their peak on the opening track "They Say It's Wonderful" that opens with a 2 minute solo by Mr. Coltrane and then drops Mr. Hartman's silky dulcitones on you. It doesn't get any more romantic than right here. 
The perfect blend of passionate tenor saxophone and sensual baritone vocals, John Coltrane and Johnny Hartman is one of the most romantic albums ever recorded. Both legends in their own right - John Coltrane as one of the most ingenious and inventive tenor saxophonists and Johnny Hartman the ultimate balladeer - their synergy on this 1963 recording resulted in a masterpiece that far surpassed the popularity of any of their individual recordings. Recorded at the Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey on March 7, 1963. Recording Engineer Rudy Van Gelder. 


Músicos / Personnel:
John Coltrane (tenor saxophone);
Johnny Hartman (vocals); 
McCoy Tyner (piano);
Jimmy Garrison (bass);
Elvin Jones (drums). 

Tracks:
01 They Say It’s Wonderful (Irving Berlin) 
02 Dedicated To You (Sammy Cahn, Saul Chaplin, Hy Zaret) 
03 My One And Only Love (Guy Wood, Robert Mellin) 
04 Lush Life (Billy Strayhorn) 
05 You Are Too Beautiful (Richard Rodgers, Lorenz Hart) 
06 Autumn Serenade 

Álbum gentilmente cedido por Manuel Alves, a quem agradecemos.

Sylvie Vartan - Chance (EP 1963)




Sylvie Vartan - Chance (EP RCA Victor 86.617, 1963).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Trailer "Meio Metro de Pedra"


Recebemos do nosso amigo Luís Futre este pequeno mas interessante apontamento de um documentário de Eduardo Morais, sobre a contracultura do rock'n'roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias. Apesar de uma pequena deficiência sonora no início deste curto apontamento (ou será mesmo assim...), é no entanto imprescindível que se divulgue este trabalho muito meritório sobre uma parte da história da música em Portugal. 

"Boa noite, sejam bem vindos a mais uma emissão do Meio Metro de Pedra. O programa que todas as semanas vos conta as histórias que uma data de meninos e meninas andaram a fazer pelo rock do nosso belo país".
Assim arranca o documentário sobre a contracultura do rock'n'roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias.
Na década de 60, inspirados por bandas como os Shadows, Bill Haley ou os Beatles, cerca de 3000 conjuntos de norte a sul de um país sob o alçada de Oliveira Salazar abalaram as editoras inconscientes deste som emergente.
Um impulso de espírito ousado que percorreu o psicadelismo dos Jets, o punk dos Aqui D'el Rock, e se estabeleceu em pontos nevrálgicos como Braga, Coimbra ou Barreiro.
Um pedaço da história de Portugal que tende a ser ocultado sobrevive através do selo independente da Ama Romanta, da Bee Keeper, da Lux ou da Groovie Records, e tem neste documentário de Eduardo Morais, a sua merecida celebração.

Contactos:
docmeiometrodepedra.blogspot.com
meiometrodepedra@gmail.com


Informação e apoio recebidos de Luís Futre.

Álbum de Recordações

quarta-feira, 20 de julho de 2011
Rodrigo Tudela, irmão do João Maria Tudela e Carlos Santos (monitor de natação), no Torneio 3 Horas a Nadar em 1974, iniciativa do GDLM.


Piscina do Desportivo em Lourenço Marques -Torneio 3 Horas a Nadar - 1974, onde se podem ver algumas figuras da natação moçambicana daquela época, como por exemplo e entre outros, Tó Botelho de Melo, Carlos Diniz, Clotilde Botelho de Melo, Lídia Gouveia, Paula Roque, Pierre Yves Jeanrenaud,Vasco Abreu e muitos mais.

Carlos Santos

Sylvie Vartan - Sylvie A Nashville (LP 1964)





Sylvie Vartan - Sylvie A Nashville (LP RCA Victor S 430.154 - 1964)

Sylvie Vartan é uma cantora de rock francesa, muito popular nas décadas de 60 e 70, considerada por muitos críticos como a mais ativa e produtiva garota do”yé-yé”, pelo seu desempenho se estender para além da música, abrangendo também coreografia e dança.
 Filha de George Vartanian, um francês descendente de arménios, e de Illona, húngara, Sylvie Vartan nasceu na Bulgária em 15 de Agosto de 1944, mas foi obrigada a imigrar para a França aos oito anos, quando as tropas soviéticas invadiram o seu país natal. Antes ela tinha feito uma curta intervenção no filme Pod Igoto. A película contava a história da resistência búlgara à invasão turca.
 A sua carreira começou em 1961 quando foi escolhida para interpretar a música “Panne d’essence” ao lado de Frankie Jordan. O sucesso da canção rendeu-lhe um convite para gravar o seu primeiro disco a solo chamado “Quand le film est triste”. Depois deste, interpretou sucessos como: “Est-ce que tu le sais” e “Locomotion”.
Em 1962, ela foi convidada para interpretar seu mais novo hit “Tous mes copains” no filme “Un clair de lune à Maurbeuge”.
Dois anos depois, para solidificar ainda mais a sua carreira, o álbum “Sylvie a Nashville” foi um grande êxito de vendas e entre as músicas, estavam duas que a eternizariam como “La plus belle por aller danser” e “Si je chante”. No mesmo ano vieram-lhe convites para um ensaio na revista “Salut les Copains” e para apresentações na TV. Ainda em 1964, ela abriu o Show do The Beatles em França, fez um comercial para a grife “Renown” e atuou como coadjuvante na película “Patate”. Sylvie ainda se apresentou no programa Ed Sullivan e fez uma turnê pela América do Sul, Canadá e Japão. Após um tratamento clínico, devido um acidente que sofreu quando regressava de uma turnê, Sylvie Vartan vestiu uma nova roupagem artística em 1968, deixando a imagem da menina ingénua do “yê-Yê” e encarnando o de uma mulher ousada feminista. Essa nova imagem foi apresentada num show que fez para o canal francês “Jolie poupée”. No início da década de 70, a cantora continuou produzindo, mas o seu repertório de sucessos ainda era da década anterior. Percebendo que as novas tendências musicais estavam “viradas” para o “disco”, decidiu aderir ao novo estilo, mas sua nova fase musical não foi bem recebida pelos fãs. No início da década de 80 fez um dueto com John Denver, cantando “Love again” que ocupou o 85º lugar da Bilboard, mas Vartan já não fazia o mesmo “burburinho” entre os fãs. Neste momento decidiu fazer uma pausa na sua carreira para se dedicar à sua vida pessoal. Quase uma década depois, com saudade do “show business” fez um concerto em Sofia, interpretando os antigos sucessos. Era a primeira vez que voltava à sua cidade natal desde que havia emigrado da Bulgária. Depois de atuar como atriz em produções como “L’ange Noir (1994) e ” “Mausolée pour une garce” (2001), Sylvie Vartan regressou ao cenário musical em 2004,arrebanhando uma legião de fãs, entre jovens e adultos, nos países francófonos. 

Parcialmente adaptado do texto de Last.fm

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

The Four Tops - The Ultimate Collection



The Four Tops - Reach Out I'll Be There (From Youtube).


The Four Tops, banda formada em 1954 por Levi Stubbs, Lawrence Payton, Renaldo Benson e Abdul ODuke ÕFakir todos nascidos e criados em Detroit, Michigan, Estados Unidos, "TheFour Tops" foi o único grupo da época de ouro da gravadora Motown a permanecer no ativo e com sucesso. É o único quarteto vocal a permanecer unido com a mesma formação por 40 anos. The Four Tops foi uma das poucas Bandas americanas a ficar em 1º lugar nas paradas nos anos 60, em parte devido ao grande sucesso da banda inglesa The Beatles. 
Os Four Tops começaram a cantar juntos em 1953 sob o nome de Four Aims e assinaram um contrato com a Chess Records. Mais tarde, mudaram o nome para Four Tops para evitarem ser confundidos com os Ames Brothers. 
Também gravaram para outras editoras, como Red Top, Riverside e Columbia Records e fizeram turnês tocando em clubes noturnos. 
Os Four Tops foram contratados pela Motown Records em 1963 e produziram 20 hits que chegaram ao Top 40 da Billboard ao longo de 10 anos, marcando a história da música ao lado de outros artistas na Motown de Berry Gordy. O seu primeiro single foi "Baby, I Need Your Loving" (1964), que iniciou uma série de grandes hits compostos pela equipa de Brian Holland, Lamond Dozier e Eddie Holland até 1967. 
Entre 1964 e 1967, tiveram os seus maiores hits, com o apoio da equipa de compositors e produtores formado por Brian Holland, Lamont Dozier e Eddie Holland. Tanto “I can’t help myself” (1965) como “Reach out” (1966) chegaram ao primeiro lugar das paradas. 
Outros sucessos incluem “Shake Me, Wake Me" (1966), "Bernadette" e "Standing in the Shadows of Love" (ambos de 1967),"I Can't Help Myself" (1965), "It's The Same Old Song" (1965),"Standing in the Shadows of Love" (1966), "Bernadette" (1967), e aquele que talvez seja seu maior sucesso: "Reach Out I'll Be There" (1966). 
Eles continuaram realizando turnês durante as décadas seguintes, e em 1988 voltaram às paradas com “Indestructible”, pela Arista Records. Em 1986, Stubbs “dobrou” a voz de Audrey II, a planta devoradora de gente do filme “Pequena Loja de Horrores”. 
Em 1982, o álbum "One More Mountain" marcou o vigésimo oitavo aniversário do grupo. 
O grupo entrou para o Rock and Roll Hall of Fame em 1990, e tem uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood. “Eles são quatro das maiores pessoas que eu já conheci. Já eram profissionais mesmo antes de entrarem para a Motown”, disse o presidente da editora, Berry Gordy, quando a estrela do grupo foi inaugurada na Calçada da Fama. 
O primeiro óbito dos Four Tops foi em 1997, com a morte Lawrence Payton devido a um cancro no fígado. Renaldo “Obie” Benson morreu devido a um cancro de pulmão em 2005 e Levi Stubbs morreu em 17/10/08. Só um membro da formação original dos Four Tops permanece vivo: Abdul “Duke” Fakir. 

Fonte: Wikipedia.

Compilação disponibilizada por Carlos Santos.

The Merseymen & The Phantoms - Two Mega Rare Merseybeat LPs - 1964





Two Mega Rare Merseybeat LPs - 1964.
Género: Merseybeat.

The Merseymen - Line-Up:

Bob Paris (Lead Guitar)
Mike Leyton (Vocals)
Jim Newton (Bass Guitar)
Dave Moan (Rhythm Guitar)
Jett Rink (Drums)

In 1964, Phil Warren of Prestige Promotions, opened a club in Little Queen Street, Auckland, to capitalise on Beatlemania. He called the club the Beatle Inn and installed the Merseymen as its resident band.
The Merseymen had the credentials to play the beat music required, as three of its members all hailed from England. Mike Leyton (real name Mike Puddyfoot) and Dave Moan were both from London, and drummer Jett Rink had also only recently arrived in the country. Jett Rink's real name was John Tait and later on he was to use the name Dylan Tait, when he became a television reporter.
Bob Paris had been around the Auckland music scene for several years. His Bob Paris Combo had been the resident band at the Jive Centre in 1958. Jim Newton was originally from Wellington, but had left the group before the end of 1964. He was replaced by Ian McIntyre.
Not long after commencing their residency at the Beatle Inn, they were signed to Zodiac and quickly released an album called "A Visit To The Beatle Inn". 

The Phantoms

Alan 'Ollie' Fenton (drums) 
Bob Garde (guitar)
Dave Lincoln (guitar)
Pete Watson (bass)
Mike Brady (guitar)

Formed in Melbourne in 1960. Most of the members were British. They started out as an instrumental group but utilised a vocalist in the beat era.
Mike Brady joined in 1965 and they were also known briefly as The New Phantoms whilst Roy Earnes was briefly a member in May 1965.
The Cruel Sea, The Rumble and Stampede were also included on W&G Instrumental Story and you'll find I Want You on Australian Rock Heritage.


Faixas / Track List:

1. Reelin And Rockin
2. 5-4-3-2-1
3. I Will Get You
4. Sweet Little 16
5. Talkin But You
6. Rock Around The Clock
7. Jambalaya
8. You Are Never Satisfied
9. I Am A Hog For You Baby
10. Rit It Up
11. Heart Beat
12. Roll Over Beethoven
13. Somebody Told My Gal
14. Memphis Tenessee
15. Round And Round
16. Move It
17. I Want You
18. Perfidia
19. Mule Skinner Blues
20. Good Golly Miss Molly
21. The Cruel Sea
22. Hava Nagila
23. Tough Enough
24. Needles And Pins
25. Stranger On The Shore
26. Lessons In Love
27. Long Tall Texan
28. The Frightend City

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Prata da Casa - Pérolas da Música Portuguesa - Vol 4

terça-feira, 19 de julho de 2011



Outro volume, o 4º desta compilação pessoal, constituída por alguns dos sucessos dos nossos artistas nacionais.Nunca é demais recordá-los e homenageá-los.
Temas que fizeram sucesso especialmente nas décadas de 60 e início de 70, para recordar e reviver.

Alinhamento por Carlos Santos. Capas e Grafismo por João Romão.

The Twist (EP 1962)



The Twist (EP Embassy WEP 1065 - 1962) - V/A - Accompaniment directed by James Wright.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.


The Silvery Boys - De Com Força...Prá Frente (LP 1967- Jovem Guarda)




The Silvery Boys, lendário grupo carioca de onde saiu o saxofonista e cantor Cid, há 35 anos mestre de cerimónias e um dos principais vocalistas de Renato e Seus Blue Caps. Contratados pela RGE em 1966, estrearam-se em Fevereiro de 1967 com este LP, dinamizado pelo sucesso de "O Paquera", single que havia sido editado por Carlos Imperial e que tinha "Coração de Papel" no lado B. No ano seguinte, outro LP com o nome da banda traria algumas músicas assinadas por novos compositores e levaria ao topo o tema "Meu Coração Não É Algema".
The Silvery Boys eram: Fernando Soares (guitarra) Paulinho (pistom) Paulo César (baixo) Sérgio (bateria) e José Carlos (trombone).


Faixas/Tracklist:

1-O Paquera
2-Namoradinha de Um Amigo Meu
3-Coração de Papel
4-Você É de Chorar
5-Procurando Aquele Amor
6-Não Posso Acreditar
7-Gata Selvagem
8-Tagarela
9-Você Não Me Ligou
10-Meu Ideal
11-Depois de Você, Ninguém
12-Não Falo De Amor

Agradecimento ao nosso amigo João Pimentel, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

The Majority (1965-1968)




The Majority, The Decca Years (1965 - 1968).

Moving to London from their native Hull in 1965, the Majority became one of the top live attractions of Swinging London, starting with their residencyat the famed Playboy Club as well as celebrated stints at top clubs like The Revolution, The Speakeasy and Blaises. This collection compiles almost all of the tracks they recorded as singles for Decca Records between 1965 and 1968; including the blistering 'One Third', which is now hailed as a classic example of prime 60s freakbeat; the adventurous beat of their debut 'Pretty Little Girl' [which features Jimmy Page on lead guitar] and 'A Little Bit of Sunlight', a superb song written by Ray Davies but never recorded by his group, the Kinks. 

Faixas/Track List:

1. Pretty Little Girl 
2. I Don't Wanna Be Hurt No More 
3. A Little Bit Of Sunlight 
4. Shut 'Em Down In London Town 
5. We Kiss In The Shadow 
6. Ring The Bells 
7. Simplified 
8. One Third 
9. To Make Me A Man 
10. Tears Won't Help 
11. Wait By The Fire 
12. Running Away With My Baby 
13. Let The Joybells Ring 
14. All Our Christmas'es 
15. People 

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Brazilian Nuggets - Back From The Jungle (Vol.1)

segunda-feira, 18 de julho de 2011



Brazilian Nuggets Vol 1 - Back From The Jungle! 
Trata-se de uma compilação com algumas preciosas e raras gravações da jovem fuzz brasileira.


Em 1963, com a bossa nova atravessando momento esplendoroso, aprender a tocar violão era tudo que uma boa parcela da juventude mais abonada almejava. Sobretudo, a da Zona Sul carioca, embalada pelo frescor de canções como “Garota de Ipanema”, “Samba do Avião”, “Rio” e “Ela é Carioca”. Mas com a explosão dos Beatles, no início de 1964, foi a guitarra “elétrica”, como se dizia na época, que se tornou o instrumento da moda. Não havia jovem, de onde quer que fosse, que não alimentasse a idéia de empunhar o instrumento, deixar o cabelo crescer , subir num palco e se sentir como um dos Beatles, on the toppermost of the poppermost.
Por volta de 1965, já havia um número assustador de bandas. Muitas, copiando em estética e estilo as inglesas e norte-americanas. Inclusive o repertório, devidamente cantado em seu idioma original, o inglês. Faziam parte da cena underground das grandes cidades, principalmente do Rio e de São Paulo e não desfrutavam de acesso fácil à TV, às rádios e nem mesmo às grandes gravadoras. Entre elas, The Bubbles, Som Beat, Baobás, Analfabitles, The Outcasts, The Beatniks e The Galaxies eram presença constante no circuito de clubes de suas respectivas cidades de origem.
No entanto, a grande maioria das bandas surgidas naquele período se servia mesmo do português. Assim, cantavam tanto as versões que faziam de sucessos internacionais, incluídos aqui o pop francês e italiano, quanto as eventuais composições próprias. Tinham também mais acesso às rádios, apareciam com mais freqüência nas revistas e costumavam ter espaço no programa de TV “Jovem Guarda”, apresentado pelos cantores Roberto Carlos, Wanderléa e Erasmo Carlos.
O programa, cuja estréia se deu naquele ano de 1965, virou uma febre, e a estética nele predominante, tanto musical quanto comportamental, passou a servir de modelo para um punhado de novos artistas, o que acabou gerando um movimento musical homônimo, a Jovem Guarda.
No entanto, essa dicotomia do pop/rock brasileiro, entre os seguidores do beat inglês e do rock de garagem norte-americano de um lado e os representantes da jovem guarda do outro (Renato & Seus Blue Caps, Os Incríveis, The Fevers, The Jet Black´s, The Youngsters, The Sunshines etc), nem sempre era tão nítida assim. Tangenciando as duas vertentes, havia bandas como The Brazilian Bitles que, apesar do nome, expunha sua verve garageira ao investir em temas de The Troggs e The Rolling Stones, entre outros, mas através de versões em português para não se afastar muito do mainstream. Já, Os Aranhas, foram ainda mais longe: cuspindo um inglês difícil de entender, transformaram a clássica composição de Van Morrison, “Gloria”, num punk de arrepiar os cabelos.
Evidentemente, havia um número infinitamente maior de artistas, do segundo e até mesmo do terceiro escalão do iê-iê-iê ou pop/rock brasileiro, que também seguia em busca de um lugar ao sol. Muitos, totalmente esquecidos pela mídia, sequer alçaram vôo para além dos limites do seu bairro ou de sua pequena cidade do interior. Evaporaram sem deixar vestígio algum. Outros tiveram a sorte de deixar como legado ao menos um mísero par de canções agrupadas num compacto simples. No caso dos mais sortudos, até mesmo um LP!
Com poucas exceções, é desse time de artistas provenientes dos bueiros e das cavernas mais profundas, esquecidos pelo tempo e à margem da história que a Groovies Records diligentemente pescou algumas preciosas e raras gravações. O resultado é esse mosaico chamado Brazilian Nuggets Vol. 1 - Back From The Jungle!, que coloca lado a lado a surf music de The Blobs, a crítica social punk de The Beggers, uma ode d`Os Merlins ao falecido guitarrista dos Rolling Stones, Brian Jones, e o órgão ao estilo Farfisa de The Baby´s, num dos temas do filme “A Lei do Cão”, de 1967.
Une também diferentes matizes da jovem guarda garageira periférica: Do ex-empregado do cantor Roberto Carlos, Nichollas Mariano (cantando as agruras de um relacionamento ao som de uma fuzz guitar), até Os Nucleares (vagando com muito soul pela imensidão espacial), o disco passeia por Zegê e The Silver Jets, Lup e Loy, Almir Duarte, José Luiz, Os Inseparáveis, Os Terríveis, Fátima Reis c/ Conjunto The Rolling Fevers, Os 5 Jotas e Os Nativos.
Mas não para por aí. E também não se restringe a nomes obscuros da cena periférica. A cantora Wanderléa, um dos principais ícones da Jovem Guarda, surpreende ao invadir a garagem dos norte-americanos de The Seeds para sair de lá com uma versão mais clean, mas não menos garageira, de “Pushing Too Hard” (“Vou Lhe Contar”), com direito a um inusitado solo de piano.
O outro destaque fica por conta do veterano roqueiro Eduardo Araújo. No petardo “Nem Sim, Nem Não” deixa que brilhe a guitarra distorcida e vigorosa de Lanny, uma lenda do tropicalismo, cujas intervenções são precedidas pelo chamado firme de Eduardo: Mr. Lanny!... Lanny!... Lanny!
Finalmente, tráz ainda no seu bojo a psicodelia tropicalista da uma ex-parceira da cantora Rita Lee e dos irmãos Arnaldo e Sérgio Dias Baptista, o núcleo fundador d`Os Mutantes. Com Rita, formou o grupo vocal Teenage Singers, e com os três e mais dois amigos participou do grupo Six Sided Rockers. Seu nome: Suely Chagas.
Com sua banda, Os Kantikus, Suely lançou um compacto simples em 1968, com “Esperanto” em seu lado B. Embora tivesse aproveitado a trilha aberta pelos Mutantes, naquele ano de máxima ebulição do tropicalismo, o disquinho acabou naufragando num gigantesco mar de indiferença.

Por Nélio Rodrigues, in Senhor F.
(Nélio Rodrigues é autor dos livros Histórias Perdidas do Rock Brasileiro - V. I, Os Rolling Stones no Brasil e Sexo, Drogas e Rolling Stones, em parceria com José Emílio Rondeau).

Faixas/Track List:

01 - The Blobs – Murder 
02 - The Beggers – Esses Homens Farrapos 
03 - Nicholas Mariano – Dita Cuja 
04 - Wanderléia – Vou-lhe Contar 
05 - Zegê & The Silver Jets – Não Some Não 
06 - Lup & Loy – Sincero Até Demais 
07 - Almir Duarte – O Vulto 
08 - Merlin’s Message – Requien a Brian Jones 
09 - The Babys – Lei do Cão
10 - Eduardo Araújo – Nem Sim, Nem Não 
11 - José Luiz – Até Logo, Como Vai 
12 - Os Inseparáveis – Vá Para Casa 
13 - Os Terríveis – Mar Cruel 
14 - Fátima Reis e The Rolling Fevers – Amando Você 
15 - Os 5 Jotas – O Boi 
16 - Os Nativos – Cara de Idiota 
17 - Sueli e Os Kanticus – Que bacana 
18 - Os Nucleares - Apolo Zero

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sheila - 6º disque (EP 1964)




Sheila - 6º Disque (EP Philips M 434.913 BE, 1964).

"6º Disque", disco que também é conhecido como “Chaque Instant de Chaque Jour” é um EP de Sheila, lançado em 1964 pela etiqueta Philips (434 913 BE).


Faixas/Tracklist:

A1 - Chaque Instant De Chaque Jour (Any Old Time Of Day) (David e Bacharach, Michèle Vendôme) 2:30
A2 - Un Jour Je Me Marierai (The Waitin' Game) (A. Salvet, Buzz Cason, Cl. Carrère) 2:10
B1 - Un Monde Sans Amour (World Without Love) (Cl. Carrère, H. Ithier, Lennon-McCartney) 2:25
B2 - Je N'ai Pas Changé (Cl. Carrère, J. Plait, Ralph Bernet) 2:10

Nota: Sheila acompanhada por Sam Clayton et "Les Guitares".

Sheila, a maior expressão do rock francês, nascida Annie Chancel em 16 de Agosto de 1946 em Créteil, França, foi uma cantora famosa, das décadas de 60 e 70. É uma das poucas artistas francesas a popularizar-se nos Estados Unidos na "Era da Discoteca." 
Ficou mundialmente famosa em 1963, quando interpretou a canção "L'école est finie", vendendo na época um milhão de cópias. A canção tornou-se automaticamente um símbolo de rebeldia da juventude do seu país, e é até hoje o seu hit mais conhecido. 
Ao lado de Sylvie Vartan e France Gall, ela foi uma das divas do "yê-yê", e é a maior representante do movimento. 
Annie despontou no cenário musical em 1962. Ainda hoje, no ranking da França, ela é a cantora número 1 em número de vendas, vendendo em 40 anos de carreira, 70 milhões de álbuns. 
Durante toda a década de 60, ela colecionou sucessos. As suas canções simples, eram escritas pelo seu empresário ou adaptadas de músicas americanas. O primeiro hit famoso, foi L'école est finie" que em 45 dias vendeu 1,5 milhão de cópias, em 1963. Depois vieram outros como, Vous les copains" em 64, "le Folklore américain" em 65 e "Bang Bang" em 66. 
A década de 70 foi lucrativa para ela. No plano financeiro houve o lançamento do hit "Les Rois Mages", em 1971. E no plano sentimental, ela conheceu aquele que seria seu futuro marido, o também cantor Ringo Willy Cat, com quem gravou a música, "Les Gondoles à Venise". 
Depois do matrimónio com Ringo, os dois viveram juntos mais dois anos e divorciaram-se pouco tempo depois do nascimento do seu filho, Ludovic. 
Em 1977, no auge do disco, Sheila, surpreende os fãs ao aderir à nova moda, e lança o álbum em inglês "Love Me Baby" que conquista toda a Europa. O êxito do single revelou a incrível capacidade da artista em se adaptar aos mais diversos estilos, feito que sua colega, Sylvie Vartan, não conseguiu. 
O seu segundo single "Singin in the rain" ela assinou como "Sheila e os B Devotion" em alusão aos três dançarinos e cantores americanos, com quem irá gravar até 1983, quando a "discoteca" satura. 
"Spacer" foi o último disco de sucesso da artista. Daí em diante, irá mergulhar numa fase de declínio, que vai passar pela cisão com o seu empresário Claude Carrère, contrato com outro produtor e, finalmente, o anúncio de sua "aposentação" em 1988. 
Em 2001, foi lançada uma compilação com os seus maiores sucessos, e uma ano depois ela retornou ao cenário musical com um repertório recheado de Jazz, Soul e, claro, canções dos seus tempos áureos. 

Texto parcialmente retirado da Biografia, por Luziangela (17/7/2009), In Letras.com.Brasil (texto com supressões).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Nucleares (com Michael Sullivan) - LP 1969

domingo, 17 de julho de 2011



Os Nucleares - Don't Pity Me (from Youtube)


Os Nucleares (com Michael Sullivan) - LP RCA BBL-1484, Agosto de 1969.
Excelente álbum de um grupo brasileiro pós-Jovem Guarda que se tornou ídolo da juventude.

Michael Sullivan, aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro, onde conheceu Hyldon, com quem compôs a sua primeira música em 1968, Pial, guitarrista que trabalhou com Tim Maia e Tinho, saxofonista e arranjador que trabalhou com Tim Maia, além de ter sido um dos fundadores da banda Vitória Régia. Formaram então o grupo Os Nucleares que conheceu a sua primeira gravação no ano 1969 em vinil pela RCA .
Mais tarde, já com 19 anos integrou o grupo “Os Selvagens” e aos 21 anos o grupo “Renato e Seus Blue Caps”, como cantor e guitarrista.

Membros:
Marcus Marcello Gullo (Pluto) - Guitarra Solo
Carlos Alberto Freitas Lemos (Mr.Magoo) - Baixo
Ivanilton Lima (Baiano) - Guitarra base e voz
João Batista Martins (Tinho) - Saxofone
Luiz Fernando (Tico) - Bateria
Francisco Gullo (Prof. Pardal) - Órgão

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
Agradecimento a Miguel Nunes e comunidade MC e JG (orkut) / Brasil, pela simpática colaboração e ajuda .

Jean Ferrat - Le Premier Disque de Jean Ferrat (EP 1958)



Jean Ferrat - Le Premier Disque de Jean Ferrat (EP Temey - 1958)

Faixas/Tracks: Les mercenaires / Ma vie, mais qu`est ce que c`est ? / Frédo la nature /  L`homme sandwich.  

Jean Ferrat nasceu em Vaucresson, Hauts-de-Seine. Era o mais novo dos quatro filhos de um modesta família judia que se mudou para Versailles em 1935. O seu pai era russo e, durante a Segunda Guerra, foi deportado para Auschwitz, onde morreu. Ferrat deixou a escola para ajudar a família. 
Começou a sua carreira no início dos anos 1950, num cabaré parisiense. Em 1956, musicou um poema de Louis Aragon, Les yeux d'Elsa ("Os olhos de Elsa"), cuja interpretação, por André Claveau, trouxe a Ferrat algum reconhecimento como compositor. 
O seu primeiro disco single, em 45 RPM, foi lançado em 1958, sem grande sucesso. 
Somente em 1959, com o editor Gérard Meys, que também se tornou seu amigo e sócio, a sua carreira começou a desenvolver-se. Assinou um contrato com a Decca e lançou o seu segundo single, "Ma Môme", em 1960 sob a direcção musical de Meys. 
Em 1961 Ferrat casou-se com a cantora Christine Sèvres, que cantava algumas das suas canções. Também conheceu Alain Goraguer, que se tornou arranjador de suas canções. O seu primeiro álbum foi Deux Enfants du Soleil. 
Nuit et Brouillard, lançado em 1963, recebeu o Grande Prémio do disco da Academia Charles Cros. 
Ferrat parou de se apresentar em palco em 1973. Em 1990, recebeu um prémio da Sociedade dos Autores, Compositores e Editores de Música da França. 
Ferrat morreu em 2010, após uma longa enfermidade, aos 79 anos. 

In Wikipedia

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo de Valbom, Zé Moreira, a quem agradecemos.