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FELIZ ANO NOVO / HAPPY NEW YEAR - 2012

sábado, 31 de dezembro de 2011

São os Votos da equipa deste blog a todos os visitantes, amigos e colaboradores e suas famílias.
Wishes for a happy new year to all visitors, contributors and friends, and their families.
 Saúde e boa disposição!

Para isso, AQUI encontrarão um LP que poderá contribuir para animar a festa. É um dos nossos preferidos para estas ocasiões.

Two Man Sound - Disco Samba (LP Vogue/Arnaldo Trindade VFP 9 - 1978) - edição portuguesa.


João Romão e Carlos Santos

Los Gritos - Todas sus grabaciones (Belter 1968-1970)





Los Gritos son un grupo de pop formado en Torremolinos, España, a finales de los años 60.

Los componentes de Los Gritos fueron:
Manolo Galván (Alicante): voz, bajo y compositor.
Francisco Doblas Vega (Málaga): guitarra solista (procedente de Los Haltrons).
José Sierra Blanco “Pepín” (Málaga): guitarra rítmica (procedente de Los Haltrons).
José Ramón Moreno Muñoz “Timmy” (Cádiz): batería.

Los Gritos comenzaron en 1967, tocando para turistas. Entonces eran 5, pero el primer vocalista, al ver que el grupo no funcionaba económicamente, decidió dejarlo.
Después del verano se fueron a tocar a Granada y más tarde dieron el salto a Madrid en busca del éxito. Pero éste no llegó y, con el verano a la vista, volvieron a una sala de Torremolinos.
Es entonces cuando consiguieron un contrato con la discográfica Belter y una oferta para participar en el Festival de Benidorm acompañando a Julio Iglesias.

Los Gritos con Julio Iglesias (1968)

En julio de 1968 se proclamaron ganadores de dicho festival interpretando la canción “La vida sigue igual”, con Julio Iglesias como vocalista. Este triunfo les catapultó a la fama.
A partir de ese momento no les faltaron las ofertas para tocar y empezaron a publicar singles, el primero de ellos incluyendo “La vida sigue igual” y “Los molinos de La Mancha”.
Antes de acabar 1968 ganaron el segundo premio del Festival Internacional de la Canción de Málaga, interpretando la canción “Vuelvo a mi tierra”. Y en 1969 volvieron al festival de Benidorm con su canción “Adiós verano, adiós amor”, aunque en esta ocasión las cosas no les salieron tan bien.
También en 1969, participaron en la película “Abuelo made in Spain”, donde interpretan una de sus canciones más psicodélicas, “Veo visiones”.
Esta fue la primera canción de Los Gritos que escuché. Fue buscando la canción original de la versión que hicieron Cecilia Ann en su single “Romperosa“. Fue así como descubrí a Los Gritos.


En 1970, la vida del grupo tocaba a su fin. Ese año Los Gritos participaron en el Festival de la Canción del Atlántico (Puerto de la Cruz, Tenerife), obteniendo el tercer premio con su canción “Sentado en la estación”.
En los últimos meses de vida de Los Gritos, José Sierra Blanco fue sustituido por Antonio Rueda Escobar “El Bigote”, ex-miembro de Los Barones, Los Escorpiones y Soul Group.
Tras una ausencia del cantante Manolo Galván y su posterior regreso, a finales de 1970, el grupo cambió de nombre, manteniendo a los mismos componentes junto a un nuevo miembro, José Iglesias González, organista.


Este nuevo proyecto, llamado La Zarzamora, tuvo una vida todavía más breve y muy poca repercusión. Tras unos meses, de su formación original sólo quedaba Manolo Galván, quien poco después optó finalmente por iniciar su carrera en solitario.

Fonte: http://www.musicoscopio.com
Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos.

Eduardo Jaime - By Request (LP 1963)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011




Eduardo Jaime - By Request (LP Gallotone GALP 1331 - 1963)

Raro LP dos anos 60, impresso na África do Sul pela Gallotone.
Rare 1960'S South African Pressing-Gallotone (GALP 1331)


Track List: 

Don Quixote
Samba de Uma Nota Só
Retrato
Dias de Felicidade
Só Ela
Et Maintenant
Amor, Mon Amour, My Love
Desafinado
Serenata
Quando Brilla La Luna
I Wish You Love
Palhaçada

Eduardo Jaime nasceu em Lisboa, corria o ano de 1935. Começou a cantar aos 18 anos, acompanhando-se sozinho à guitarra e ganhando rapidamente notoriedade, primeiro na rádio e depois na televisão, sobretudo junto do público feminino. Em 1959 surgiu o primeiro contrato para África, onde começou por actuar em diversos teatros e night-clubs de Angola, Congo Belga e Rodésia. Nos finais desse mesmo ano chega a Moçambique, onde, em Lourenço Marques e durante cerca de 6 meses, realiza um programa no Rádio Clube de Moçambique, patrocinado pela Colgate-Palmolive, com a qual assina um contrato de exclusividade. Na vizinha África do Sul actua nos famosos “Colony” e “Ciro’s” de Johannesburg e no “Beachcomber” de Durban, onde chega a gravar um album ao vivo com o quarteto vocal The Sparklers, em 1961. Durante a década de 60 continua a gravar discos e a fazer actuações na África do Sul com o seu Eduardo Jaime Trio, dividindo-se entre boites de hoteis de Durban (como o “Causery” do Edward Hotel) e Johannesburg (no Langham Hotel). Para além de fazer a maior parte dos arranjos musicais dos discos que foi editando ao longo dos anos, Eduardo Jaime sempre teve também o hábito de interpretar as suas canções em variadissimas línguas: Espanhol, Francês, Italiano, Inglês, Grego, para além do português. 

Temas ripados do vinil e gentilmente cedidos pelo nosso amigo sul-africano, John Lyle. Digitalização das capas por João Romão. 
Masterização, por Carlos Santos.

Los Relámpagos (1965-1968)





A biografia deste grupo espanhol já se encontra inserida neste blog.


Los Relámpagos - Dos cruces (from Youtube)

Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos.

Agnaldo Timóteo é a Atração do Programa Eli Corrêa (Brasil)

(Créditos: Luiz Ribeiro)


Agnaldo Timóteo é a atração do Programa Eli Corrêa 

No primeiro dia do ano, os programas “Ultrashow” e “Deus Médico dos Médicos” também serão exibidos pela Rede TV! (Brasil).

No primeiro domingo do ano, dia 01, o “Ultrashow” inicia a programação da ULTRAFARMA. Às 06h50 o programa levará ao público interatividade, informação, diversas ofertas no quadro “Calculadora Digital” e vai revelar o nome das cinco pessoas sorteadas que irão acompanhar Sidney Oliveira e o cantor Jerry Adriani em uma viagem para a Terra Santa - Israel. 

A partir das 07h30, Eli Corrêa recebe em sua atração o cantor e político Agnaldo Timóteo. O mineiro que ficou nacionalmente conhecido pela canção “Meu Grito”, de Roberto Carlos, gravou mais de 50 discos na carreira e coleciona sucessos como “Ave-Maria”, “Mamãe” e “Os Campos Verdes da Minha Terra”. Além da carreira de cantor, Agnaldo atua também na política como vereador da cidade de São Paulo. 

Dom Fernando Figueiredo recebe no "Deus Médico dos Médicos" o Dr. Carlos Alfredo Goldenberg, urologista. O médico irá explicar sobre o câncer de próstata que é o tipo de tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade e dar dicas de como preveni-lo, principalmente através do exame de toque retal. 

Os programas são produzidos e patrocinados pela ULTRAFARMA, de Sidney Oliveira e vão ao ar aos domingos pela Rede TV! (Brasil). 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Celly Campello - A Bonequinha Que Canta (1960)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011




Celly Campello - A Bonequinha Que Canta (LP Odeon MOFB-3186, Novembro de 1960). 
Terceiro álbum desta recente compilação/reedição de Celly Campello.

A Bonequinha Que Canta chegou às lojas no final de 1960 e ao mesmo tempo fora lançada uma boneca da cantora, vendida “nas melhores lojas de brinquedos”, conforme anúncio na época. 
Por isso, não é por acaso que este foi o título do seu terceiro álbum, lançado em novembro de 1960. Mais uma vez, o versionista Fred Jorge recorreu ao repertório ingénuo de Doris Day e traduziu Please Don't Eat the Daisies (Joe Lubin) para o idioma teen de Celly com o título de Mal Me Quer.


A fórmula e o som eram os mesmos - a rigor, mais baladas do que propriamente rocks - mas o fato é que A Bonequinha que Canta não surtiu o mesmo efeito dos dois álbuns anteriores da cantora. Tanto que das músicas em português a mais conhecida é Broto Legal, sucesso mais projetado na voz de Sérgio Murilo (1941 - 1992) do que na de Celly. 
Talvez com ainda mais ingenuidade, esse disco traz os temas “Mal Me Quer”, “Só Para Elisa” e “Vi Mamãe Beijar Papai Noel”, além da meiga gravação de “Unchained Melody” e uma versão em português de “Jingle-Bell Rock”.


Nesta reedição, A Bonequinha que Canta ganha duas faixas-bónus, Vi Mamãe Beijar Papai Noel e Canário, esta uma versão do tema do Haiti,Yellow Bird, que Celly gravou em dueto com o seu irmão Tony Campello em gravação lançada em novembro de 1961 na coletânea, Hebe Comanda o Espetáculo.

Fonte: Wikipedia, Mauro Ferreira e Katy Freitas 

Faixas/Tracklist:

01. Mal-Me-Quer (Please Don't Eat The Daisies)
02. Eternamente (Forever)
03. Minha Jóia
04. Broto Legal (I'm In Love)
05. Broto Já Sabe Esquecer
06. Esta Noite (Tonight Is The Night)
07. O Meu Amor Vai Passar
08. Sempre (Forever)
09. Só Para Elisa (Pour Elise)
10. Eu, Você E O Luar (Rock Mountain Moon)
11. Unchained Melody
12. Jingle Bell Rock
Bonus:
13.Vi Mamãe Beijar Papai Noel
14.Canário (com Tony Campello)
 
Este foi o presente de Natal que recebemos do Rio de Janeiro/Brasil, oferecido por uma grande e querida amiga que muito estimamos e a quem muito agradecemos.

Quarteto 1111 - Sabor a Povo (Single 1972)




Quarteto 1111 - Sabor a Povo (Single Columbia/VC 8E 006-40 250, 1972) 

Faixas/Tracks: Sabor a Povo (João Dias/José Cid) / Uma Nova Maneira De Encarar O Mundo (Tozé Brito/José Cid)

O Quarteto 1111 foi uma banda portuguesa, formada em 1967, no Estoril. Numa década de inovações e experimentalismos, muitas bandas tentavam copiar o que era difundido pela rádio e ouvido em ocasionais discos trazidos do estrangeiro. Começava-se com material rudimentar e terminava com a Censura. Os Beatles ou os Shadows eram a inspiração para a maioria das bandas. 


Em Novembro de 1972 foi editado o single do Quarteto 1111 com os temas "Sabor A Povo" e "Uma Nova Maneira de Encarar o Mundo".
Participaram no Festival dos Dois Mundos, realizado no Teatro São Luís, em Lisboa, com "Sabor A Povo" que ficou em 3º lugar. 
É nesta altura que surge a oportunidade de ir gravar a Inglaterra as canções que tinham apresentado ao vivo no Festival dos Dois Mundos, em Lisboa. Surgem assim os Green Windows, grupo de cariz mais ligeiro que o Quarteto 1111 e que co-existe com este. 

Fonte: Sapo e heavyhardmetalmania

Capa frontal e temas deste single gentilmente cedidos por Luís Futre, a quem agradecemos.

The Bells - Proibido Para Maiores De 18 (LP 1963)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


Faixas/Tracklist:



The Bells – Proibido Para Maiores de 18 (LP RGE XRLP - 5.214 - 1963). Disco considerado raro.

 The Bells, banda de rock (twist e jovem guarda), surgida no início dos anos 60. Este grupo foi uma febre para a garotada, principalmente de São Paulo e Rio. Foram um dos primeiros grupos associados à Jovem Guarda. Gravaram pelo menos uns cinco discos, ainda na primeira década. Tocaram com Roberto Carlos, Erasmo, Raul Seixas e toda aquela ‘patota’ do ‘ie-ie-ie’. O álbum, lançado em 1963 pela RGE, trazia doze covers de repertórios de grupos americanos como o The Ventures, The Shadows e outros ‘the…’ Um disco totalmente instrumental com rocks e twists, que hoje são mais conhecidos como ‘surf music’ dos anos 60. Apesar das marcas inevitáveis de tempo, o som dos ‘sinos’ ainda se mantém muito vivo, conquistando novas gerações. O baterista Ari, último remanescente do grupo original, continua com a banda na estrada, com novos membros e fazendo shows. Disco, que além de raro é muito bom! 

Faixas/Tracks: 

Dark Eyes (olhos negros)
Wadiya 
Apache 
Bolha Assassina 
Blue Star 
The Park Hood Twist 
Ja Da 
Anda 
Barcarole 
Big Boy 
Gonzales 
Hully Gully Bells 

Texto retirado do blog Toque Musical 

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Contracapa retirada de Toque Musical por se apresentar em melhores condições de conservação. 
Ripado do vinil. Digitalização áudio e masterização por Carlos Santos.

Banda 4 - Baby You Got Me (EP 1968)




Banda 4 – Baby You Got Me (EP Decca – PEP 1260, 1968).

A Banda 4 nasceu de um acaso. Em Coimbra, estava Luís Monteiro com Luís Romão, os dois resolvem pedir boleia para escapar ao tédio da cidade do Mondego. A boleia que apanham, acaba por os levar a Albufeira. É nessa vila algarvia, que os dois acabam por encontrar e travar amizade com Paulo de Carvalho, então baterista dos Skeiks (a banda estava já nos seus derradeiros momentos). Depois das actuações dos Sheiks, os três costumavam ir para a praia passear, sentar-se á volta das fogueiras, conversar, cantar e é daí que surge a musica "Walkin` on the Beach".
Entretanto, Paulo de Carvalho volta para Lisboa e começa a tocar com o Thilo's Combo. É nessa altura que os três resolvem ir à Editora Valentim de Carvalho com a musica que tinham composto, na tentativa de gravar um disco. O disco é aceite e para completar a banda chamam Cristiano Semedo. Os restantes temas são compostos em estúdio.
Este EP que aqui se apresenta foi lançado na segunda metade de 1968, com uma capa bastante psicadélica.

Membros: Luís Monteiro / Luís Romão / Paulo de Carvalho e Cristiano Semedo.

Faixas/Tracks:

01 Baby You Got Me (Edmundo B. Silva/Paulo de Carvalho)
02 Gotta Start Lovin' You (Cristiano Semedo)
03 Walkin' On The Beach (Paulo de Carvalho)
04 O Ribeiro (Luís Romão/Paulo de Carvalho)

Estes temas passam do Soul ao Psicadelismo, à Folk. A Banda 4 ainda chegou a tocar ao vivo, mas não passou de um projecto de estúdio. Foi o início daquilo que Paulo de Carvalho iria fazer mais tarde nos Fluido.
Fonte: Os Reis do Yé Yé

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Rui Veloso - Rock da Liberdade (Single 1986)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011



Rui Veloso - Rock da Liberdade (Single EMI/V.C. 2010997 - 1986).
Edição original da Emi/ Valentim de Carvalho. Single muito raro. Contém a letra na contracapa.  

Faixas/Tracks:  O Rock da Liberdade / O Rock da Liberdade (instrumental).  

Rui Veloso grava em 1986, na campanha às Presidenciais e por encomenda do M.A.S.P. (Movimento de Apoio “Soares à Presidência”), o Single “Rock da Liberdade”, com letra do cineasta António Pedro de Vasconcelos e que chega a Disco de Prata.

Agradecimento ao nosso amigo Vicky Paes por nos ter disponibilizado o E.P.
Digitalização das capas e áudio assim como a masterização, por Carlos Santos.

Celly Campello - A Graça de Celly Campello e as Músicas de Paul Anka (1961)





Celly Campello - A Graça de Celly Campello E As Músicas de Paul Anka
(LP original Odeon MOFB-3230, Abril de 1961). 

A Graça de Celly e As Músicas de Paul Anka foi editado em 1961 ( é o quarto álbum desta excelente reedição), com 12 composições do cantor e compositor canadense Paul Anka . Celly então, dominava a juventude brasileira e não escondia a sua imensa vontade de casar-se com o “broto certinho” e com isso abandonar os palcos.


Ela, que de entre muitas denominações era também a “namoradinha do Brasil”, lançou este LP, inspirado no álbum de Annette Funicello, que havia lançado seu “Annette Sings Anka”. 
Das 12 músicas deste disco, nove são versões. O grande sucesso foi a faixa “Hey Mama”. E tudo com versões muito bem comportadas e cheias de exemplos para as boas moças.

Fonte: Wikipedia, Mauro Ferreira e Katy Freitas

Faixas/Tracklist: 

1. Gosto de Você Meu Bem (I Love You Baby) (versão: Romeo Nunes) * 
02 - Hey Mama (versäo: Fred Jorge) ** 
03 - Não Me Deixe (Don't Ever Leave Me) (versäo: Fred Jorge) *** 
04 - Meu Amor (I Love You) (versäo: Fred Jorge) * 
05 - Isso É Amor (That's Love) (versäo: Fred Jorge) ** 
06 - Diz Que Me Ama (Tell Me That You Love Me) (versäo: Romeo Nunes) * 
07 - Teddy (versäo: Fred Jorge) *** 
08 - É o Amor Sim (It's Really Love) (versäo: Romeo Nunes) **** 
09 - Trem do Amor (Train of Love) (versäo: Fred Jorge) ** 
10 - Garota Solitária (Lonely Girl) (versäo: Fred Jorge) *** 
11 - Isto É Adeus (So It's Goodbye) (versäo: Fred Jorge) *** 
12 - Diga Querido (Talk To Me Baby) (versäo: Fred Jorge) ** 

(*) Acompanhamento de Walter Wanderley 
(**) Acompanhamento de Mário Gennari Filho e seu Conjunto 
(***) Acompanhamento de Francisco Moraes e sua Orquestra 
(****) Acompanhamento de Gaya e seu Conjunto

Este álbum faz parte do presente de Natal que nos foi enviado do Rio de Janeiro/Brasil, oferecido por uma autêntica "Mamãe Noel", uma grande e querida amiga que muito estimamos e a quem muito agradecemos. 

Edmundo Falé - Let's Spend The Night Together (Single 1978)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011




Edmundo Falé - Let's Spend The Night Together (Single ORFEU - KSAT 642 - 1978) 
Produção de Dieter Dierks   


 Faixas/Tracks: Let's Spend The Night Together (Jagger/Richard) / Old Fashion'd Move (Fortmann) 

Edmundo Falé, é um cantor português, natural da cidade do Porto, vivendo alternadamente em Belo Horizonte/Brasil e no Algarve/Portugal, como ele próprio nos confidenciou. 
Iniciou a sua carreira de vocalista no grupo Baby Twisters (de Lisboa) no início dos anos 60 e passou depois para os Ekos, tendo sido seu co-fundador.Cantou também com o Conjunto Mistério.

Em 1965 iniciou a sua carreira a solo, coroada de êxitos e logo no ano seguinte, foi editado o seu primeiro disco "Ei... Eu Chamei" (Tecla TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto. 
Edmundo Falé ainda é sem dúvida um cantor fora do vulgar com uma excelente voz forte e bem timbrada de estilo bem marcante, na nossa opinião, uma das nossas melhores vozes ainda no ativo. 
Uma breve biografia já se encontra inserida neste blogue.

Agradecimento ao nosso amigo Vicky Paes que nos disponibilizou o Single. 
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Pedro Osório e o Seu Conjunto - Antologia (1960-1967) - Homenagem a Pedro Osório.

domingo, 25 de dezembro de 2011



Pedro Osório e o Seu Conjunto - Antologia (EPs 1960-1967).

- Homenagem a Pedro Osório - 

Apresentamos hoje esta Antologia do nosso acervo particular e de outros colaboradores, dedicada a Pedro Osório e o seu Conjunto, compreendendo os primeiros anos da sua actividade musical, como forma de homenagear a sua obra e a sua capacidade artística e humana. 
Pedro Osório, a quem o país deve tantos anos de profissionalismo, talento, entrega, alegrias, cumplicidades e muito mais e, simultaneamente, deve o que é hoje a sua linguagem musical contemporânea, foi o apoio e rampa de lançamento de muitos artistas. 


Pedro Osório é, antes do mais, um nome referencial da música portuguesa. Desde que em meados dos anos 50 do século passado trocou o curso de Engenharia Mecânica pelo curso do Conservatório de Música do Porto, nunca mais o maestro deixou de estar ligado aos grandes momentos e transformações que têm percorrido o nosso panorama musical. 
Do fado ao rock, da canção à música electrónica, do teatro musicado à música de concerto, tudo foi explorado pela sua ânsia de descobrir novos horizontes. 
Em disco e em espectáculo, vasto tem sido o seu contributo para a música e cultura portuguesas, como orquestrador, acompanhador, chefe de orquestra, produtor ou diretor musical...desde o fado à música clássica, de Carlos Paredes a Simone de Oliveira. De Carlos do Carmo a Paulo de Carvalho, Sérgio Godinho, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Herman José ... e muitos outros grandes nomes da canção portuguesa. 
Participou no Festival RTP da canção e ganhou prémios.
Autor de música para cinema e teatro; director musical e autor de diversas séries de televisão, Pedro Osório dedicou-se também à escrita de obras sinfónicas e, mais recentemente, estreou-se na escrita literária com o livro "Memórias irrisórias com algumas glórias - 50 anos de música" que editou em 2010. 
Assim sendo, nunca é demais enaltecer o seu contributo à música, tanto no panorama nacional como no internacional. 
Para ele, o nosso respeito, gratidão, consideração e agradecimento por tudo o que tem feito pela música e cultura. 
Desta forma, prestamos aqui uma sincera e merecida homenagem através desta Antologia que contempla os seus trabalhos iniciais editados entre 1960 e 1967, com o seu conjunto musical. 
Alguns dos EPs aqui apresentados são considerados autênticas raridades e, na sua maioria, esta compilação só foi possível produzir graças à boa vontade e colaboração de Heitor de Vasconcelos que nos disponibilizou o respectivo vinil, da sua vasta e valiosa colecção. Para ele também, o nosso muito obrigado. 
Já agora, aproveitamos para inserir alguns dados biográficos relevantes sobre Pedro Osório que demonstram o trajecto brilhante deste homem de cultura: 


Pedro Osório é um músico, compositor e maestro português. Nasceu na cidade do Porto onde estudou Música e Engenharia Mecânica. 
O “Conjunto de Pedro Osório” tocava em bailes quase todos os fins-de-semana em final dos anos 50, princípio dos 60. 

Quinteto Académico

Em 1967 lançou o último EP do Conjunto de Pedro Osório e rumou a Lisboa para se juntar à segunda formação do Quinteto Académico: Pedro Osório no piano, Jean Sarbib no baixo, Carlos Carvalho na guitarra, Zé Manel no sax-barítono e Adrien Ransy na bateria. Conheceu Luís Vilas Boas em 1966 após o regresso de Angola, onde cumpriu "dois anos, três meses e vinte e cinco dias" de comissão militar. Tentava retomar o curso de Engenharia. No último ano do curso (1967) decide-se pela carreira de músico profissional. 
Depois dos conjuntos pop-rock (Conjunto Pedro Osório e Quinteto Académico) passa a dedicar-se à orquestração e direcção de orquestra. 
Em 1968 forma o Trio Barroco com Jean Sarbib e Luís Vilas Boas. 
Representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1968 como autor de "Verão" de Carlos Mendes. 

Grupo Outubro - Carlos Moniz, Madalena Leal, P. Osório, Mª do Amparo, Alfredo V. de Sousa

Juntamente com Carlos Alberto Moniz funda em 1974 o Grupo Outubro e gravam dois discos. É editado um disco do projecto SARL (Pedro Osório, Samuel e Carlos Alberto Moniz). 
Participação do Grupo In-Clave, com Fernando Tordo e Tonicha, arranjos e direcção de Pedro Osório. No lado A “Portugal Ressuscitado”, poema de José Carlos Ary dos Santos para música de Pedro Osório. Uma produção da Sassetti /1974. 
É ao lado do maestro Pedro Osório no programa «No Tempo em que Você Nasceu» que Herman José inicia a sua carreira artística, (viola-baixo). Pedro Osório é também o responsável pela sua entrada no teatro de revista. 
Pedro Osório representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1975 (Duarte Mendes) como chefe de orquestra. 


O Pedro Osório S.A.R.L. fica em 3º lugar no Festival RTP de 1979 com "Uma Canção Comercial". 
Com "Self-Made-Man" dos S.A.R.L. regressa ao Festival da Canção, em 1980. Representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1982 como chefe de orquestra. 
Autor de música para cinema e teatro ganhou em 1982 o prémio da crítica com a música que compôs para a peça "BAAL" de Bertholt Brecht. Em 1982 "Quero Ser Feliz Agora" dos S.A.R.L fica em 4º lugar. 
1989 é o ano do projecto "Só Nós Três", com os cantores Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e Carlos Mendes. "Vim Para o Fado e Fiquei" é outro dos seus projectos. 
Em 1993 junta Lena d'Água, "Rita Guerra e Helena Vieira para o grande espectáculo "As canções do Século", que foi gravado ao vivo no Casino do Estoril. Pedro Osório foi o criador dos arranjos e dirigiu a orquestra. A digressão desse espectáculo durou vários anos. 
Em 1994 recebeu o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. 

Recebendo a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique

"Quatro caminhos" é outro dos projectos de Pedro Osório, com Paulo de Carvalho, Rita Guerra, Maria João e Carlos do Carmo, e foi apresentado em 1996. 
Recebeu a medalha de ouro do Concelho de Oeiras e a medalha de mérito da Sociedade Portuguesa de Autores 
Representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1996 como autor da canção "O meu coração não tem cor" interpretada por Lúcia Moniz, que conseguiu a melhor classificação de sempre da representação portuguesa naquele festival. 
Escreve obras de música sinfónica tendo algumas sido executadas em público. Foi director musical e autor musical de shows do Casino do Estoril como "Novas Descobertas" e "POPera". 
Em 1998, concebeu o espectáculo intitulado "Da Gama", tendo como subtítulo "Concerto para 6 Músicos, 2 Cantores e 1 Computador", em que participaram os cantores Paulo de Carvalho e Rita Guerra. 
Em 1999 foi o responsável por outro espectáculo musical que consistiu na interpretação pop de várias árias de óperas conhecidas. Nele participaram os cantores Helena Vieira, Beto e Rita Guerra. 
Autor musical de grande número de shows do Casino Estoril e do Casino da Póvoa. 
Desde 2003 até Janeiro de 2011 foi membro da administração da Sociedade Portuguesa de Autores. 
Recentemente estreou-se a escrever publicando o livro “Memórias irrisórias com algumas glórias”, editado em 2010. 


Em Fevereiro de 2011 a Ministra da Cultura Gabriela Canavilhas, agraciou-o com a Medalha de Mérito Cultural. 
Em 25 de Abril de 2011 foi-lhe conferida pelo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva a comenda da Ordem da Liberdade. 

Televisão 

Foi director musical e autor em séries como "Curto Circuito", "O Tempo Em Que Você Nasceu", "Noites de gala", "Casino Royal" e "Joaquim Letria". Compôs para"Magheda". 

Espectáculos 

Produtor e director musical de espectáculos como Só Nós Três, Vim Para o fado e Fiquei, As Canções do Século, Quatro Caminhos, Novas Descobertas e POPera. 

Discografia: 

Pedro Osório e o seu Conjunto:

Namorico da Rita/Canalla/Cow-Boy/Las Clases de Cha Cha Cha – Alvorada/1960 
Noite do Meu Bem/Faia/Bom Baiser a Bientot/Nessuno Al Mondo - Orfeu Atep 6010/1960 
Era Um Bikini…/Greenfiels/Escandalo ao Sol/Tem Pillibi - Atep 6012/1960 
Velha carcaça/Maria Ninguém/Deliciosa/Menina e Moça – 6015/1960 
Participação com o tema "Manuela" no EP Vamos Dançar 1 (EP Orfeu Atep 6016 - 1960) - V/A
Twist Twist / Idílio Em Setembro / Let's Twist Again / Pull Over (Orfeu ATEP 6031 – 1961) 
Ó Tempo Anda Pra frente/Longe/Tempo Para cantar/Sape Gato, Xô - Orfeu 6174 – 1967 

Quinteto Académico 

Watcha - AVDD - 1965 [Watcha / Let Kiss / Abdulah / Michael] 
Reach Out I´ll Be There - 1966 - AVDD 7LEM 3178 [Winchester Cathedral/Nobody Else/Reach Out I'll Be There/ I've Got My Mojo Working] - 3178 
Train - AVDD [Puppet On A String / Train / Finchley / 724710] – 3189 – 1967 

Quinteto Académico +2 

Don't Mind / Judy In Disguise - MQ 228 - 1968 
Why / Klaundyke Wood - AVDD MQ 229 - 1968 
Love Love Lovermen – AVDD – 1968 

Trio Barroco 

Summer (Verão)/Hold On I'm Coming/Les Enfants Qui Pleurent/When Something Is Wrong With My Baby - Decca [com Tyree Glenn JR. E Van Dixon] - 1968 
Hey Little Boy/There Will Never Be Another You/Do Vale À Montanha/Georgia On My Mind – Decca/1968 

Pedro Osório 

Música Portuguesa Para Dançar - Pedro Osório e Seus Amigos - Alvorada 
Piano Bar À Moda da Casa - Polygram 
Só nós três 
As Canções do Século - 1993 - Polygram 
Tempo - NDR - 2000 
Dagama - NDR - 

Grupo Outubro 

A Cantar Também A Gente Se Entende – Diapasão/1976 
Cantigas de Ao Pé da Porta - LP – Diapasão/1977 

SARL  - Sociedade Artística e Recreativa Lusitana 

De Como a Canção Social Tem Uma Função Capital…Quer Dizer/Funchal,23 - Movieplay - 1979 
Uma Canção Comercial/Senhores da Guerra - Pedro Osório SARL (Edição RCA) - 1979 
Self-made Man/Poema de Paria Perante a Mercearia - Imavox - 1980 
Quero Ser Feliz Agora/A Cunha - Polygram – 1982 

Já em 2011 é editado o disco "Cantos da Babilónia" que reúne cantos tradicionais dos mais diversos pontos do mundo, do Quénia ao Vietname, passando pela China ou por Portugal. O disco resulta das pesquisas e experiências levadas a cabo ao longo de dois anos e meio por Pedro Osório.

Por favor, visitem este endereço aqui:
Esta é a nossa homenagem a Pedro Osório, a quem o país deve muito do que é hoje no que diz respeito à sua linguagem musical contemporânea, tendo sido o apoio e rampa de lançamento de muitos artistas. 
Para ele, o nosso muito obrigado! 

Fonte: Texto parcialmente retirado da Wikipedia. 

EPs gentilmente cedidos por Heitor de Vasconcelos e Luís Futre, a quem muito agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização e adaptação das capas por João Romão. 
Digitalização e masterização áudio, por Carlos Santos.