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Os Guardiões do Vinil

sábado, 7 de janeiro de 2012
António Manuel Portela
Heitor de Vasconcelos

Os Guardiões do Vinil (vídeo)

António José Portela e Heitor Vasconcelos fazem das suas próprias casas autênticos templos dedicados aos discos de vinil. Um respeitado jornal da praça (O Expresso - Sexta feira, 6 de janeiro de 2012) foi conhecer a relação que estes colecionadores têm com a sua paixão.

Uma interessante reportagem que não deixámos de a assinalar aqui e que retrata o gosto e a paixão pelo vinil e pela música. A incrível simbiose entre o colecionador e os seus discos.Coleções infindáveis, repletas de raridades, certamente das maiores do país.
Ambos os entrevistados já colaboraram gentilmente  com este blog, o que nos prestigia. Para eles, o nosso abraço de reconhecimento e agradecimento.

A ver aqui:


ou


Por Rodrigo Leite (www.expresso.pt)

Fonte: Expresso, a quem muito agradecemos.

The Brazilian Bitles - Antologia (1966-1969)





Esta Antologia, de um dos grupos brasileiros mais bem sucedidos e que mais apreciamos, já foi postada por outros blogs parceiros mas, tal como o dissemos, gostamos tanto deste grupo pelo seu estilo e qualidade que é também nosso dever e obrigação partilharmos e divulgarmos o seu trabalho. 


The Brazilian Bitles é uma das bandas mais emblemáticas e menos reconhecidas do rock brasileiro. Tanto pelo nome, quanto pelo repertório é directamente vinculada à "beatlemania" e à Jovem Guarda. Na realidade, a banda foi uma das primeiras a introduzir o som dos Beatles na cena carioca. Também fizeram sucesso com uma inusitada versão pop de "Gata" (Wild Thing - Troggs/Jimi Hendrix). Mas, The Brazilian Bitles foi mais do que apenas uma banda cover. No seu repertório estão presentes raras pérolas do melhor rock dos anos sessenta, permeadas de climas modernos, garageiros e psicadélicos, como 'Dedicado a quem amei', 'Deixe em paz meu coração', 'Preciso seguir' e 'Decisão'. 

 

A história da banda começa em 1965, quando o guitarrista Vitor Trucco e o cantor e guitarrista-base Jorge ainda tocavam nos The Dangers, uma das inúmeras bandas de garagem do Rio de Janeiro. A banda  apresentava-se na televisão - no Canal 9, especialmente - e em clubes, às vezes acompanhada de um cantor chamado Ely Barra. Um dia, Ely e o baterista Luiz Toth, juntamente com o paulista recém chegado Fábio Block convidaram Vitor para formar uma banda ao estilo dos Fab Four. Assim, estavam formados The Brazilian Bitles, com Luiz Toth (bateria), Fábio Block (baixo e, depois, guitarra), Eliseu da Silva Barra (cantor e teclados), Vitor Trucco (guitarra solo e, depois, baixo) e Jorge Eduardo de Almeida (voz e guitarra-base). Em 1968, Luiz Toth, Fábio Block e Ely Barra deixaram a banda, entrando Ricardo, ex-baterista dos The Bubbles, e Rubens, ex-integrante do grupo uruguaio The Innocents, na guitarra solo e novos vocais.



The Brazilian Bitles estreou-se apenas quatro dias depois, na boate "La Candelabre, com grande estardalhaço de mídia, por conta do empresário da nova banda, Glauco Pereira. O sucesso foi imediato, devido à música - o repertório refinado trazia Beatles, Rolling Stones, rock clássico (Chuck Berry, Little Richard) e outras novidades da "invasão inglesa" - e ao visual da banda, que já usava cabelos compridos. No dia seguinte, a banda estava nas páginas dos jornais como grande novidade da cena carioca, e daí para a televisão foi um pulo, onde apresentavam o programa "BBC - Brazilian Bitles Club", na TV Excelsior, do Rio de Janeiro.



O programa, que ia para o ar aos sábados à tarde, fez grande sucesso, chegando ao segundo lugar nas pesquisas de audiência, e serviu de vitrina para divulgar diversos artistas que vieram a consagrar-se posteriormente. "Eles foram as pessoas que me puseram nisso", disse Ronnie Von a Senhor F, reconhecendo o papel dos Brazilian Bitles não apenas na divulgação da "beatlemania", mas também dos novos intérpretes e conjuntos cariocas. Em seguida, gravam o seu disco de estreia, abrindo caminho para uma carreira que durou até 1969, incluindo diversos compactos, mais dois LPs, outros sucessos nas paradas, como "Não Tem Jeito" (versão de Rossini Pinto para "Satisfaction", dos Rolling Stones) e centenas de apresentações ao vivo país afora.

The Brazilian Bitles - Vem Meu Amor, do filme Na Onda do IêIêIê 1966 (from Youtube)

Formação:
Luiz Toth (bateria), 
Fábio Block (baixo e, posteriormente, guitarra), 
Eliseu da Silva Barra (cantor e teclas), 
Vitor Trucco (guitarra solo e, posteriormente, baixo),
Jorge Eduardo de Almeida (voz e guitarra-base).

Texto adaptado de Flávio Ohno e Fernando Rosa, originalmente publicado no sitewww.senhorf.com.br. 
Fonte: Brazilian Nuggets

Agradecimento ao Jota/Rato pela colaboração.
CD gentilmente cedido por Carlos Santos.

Los Tamara - Afro Cha Cha Bolero Chipi Chipi (EP 1962)





Los Tamara - Afro Cha Cha Bolero Chipi Chipi (EP Bel-Air 221123 - 1962). Edição francesa.
Período de atividade: 1958 - 1976.
Género: Pop  

Faixas/Tracks: Camino de Sahara / Pide / Yo Soy El Son Cubano / El Chipi Chipi

Los Tamara foi uma banda pop formada em Noia (é um município da Espanha na província da Corunha, comunidade autónoma da Galiza, ) muito popular nos anos 60 e 70, e fizeram uma nova forma de música galega popular, incluindo novas influências através do Soul e o Rock , com arranjos audazes e muitas letras em galego, incluindo poemas dos grandes escritores nessa língua.


A banda foi formada em 1958 por Prudencio Romo, o seu irmão Alberte, Manolo Paz, Xosé Sarmiento (guitarra e clarinete), Germán Olariaga (Violinista e cantante), e Enrique Paisal, aproveitando umas férias na Semana Santa. Em 1961 uniu-se-lhes o que seria o seu líder carismático, o cantor da Corunha Pucho Boedo.
Biografia do grupo já inserida neste blog. 

Formação: 

Pucho Boedo - voz 
Sito Sedes - voz 
Enrique Paisal Rego - teclados 
Antonio Vazquez - saxo 
Prudencio Romo - guitarra 
Alberte Romo - guitarra 
Quique Alvarado - baixo 
Antonio Cruz - batería 

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes, a quem agradecemos.
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Eli Corrêa recebe a dupla Jane e Herondy (Brasil)


Eli Corrêa recebe a dupla Jane e Herondy 
Neste domingo, a programação ULTRAFARMA terá novos horários e reprise do “Ultrashow”


No próximo domingo, dia 8, às 07:00 hrs, o programa Eli Corrêa abre a programação ULTRAFARMA. A atração irá receber a dupla Jane e Herondy, formada por Jane Moraes e Herondy Bueno, os cantores de sucesso na década de 70 estouraram com a música “Não Se Vá”, gravaram mais de 50 discos e fizeram shows por todo o Brasil, além de participarem de diversos programas de televisão, como o “Qual é a Música” e o “Cassino do Chacrinha”. A dupla foi casada por 33 anos, ficaram 7 anos separados, mas em 2010 resolveram se reconciliar.

Às 07:30 hrs, o "Ultrashow" irá contar com os tradicionais quadros de interatividade com o consumidor, mostrará as ofertas imperdíveis na “Calculadora Digital” e no “Ultra Atendimento”, o Hair Stylist Bruno Di Maglio dará dicas de como cuidar dos cabelos no verão. O programa “Ultrashow” será reprisado às 10:30 hrs, logo após o “Deus Médico dos Médicos”.

A partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo recebe no "Deus Médico dos Médicos"o Dr. Carlos Alfredo Goldenberg, urologista e especialista em medicina ortomolecular e nutrição. O médico irá explicar como os alimentos podem nos trazer mais saúde. Você sabia que brócolis pode prevenir o câncer? E que a canela pode auxiliar diabéticos? Para essas e mais dicas, basta assistir o programa.

Os programas são produzidos e patrocinados pela ULTRAFARMA, de Sidney Oliveira e vão ao ar aos domingos pela Rede TV! (Brasil). 


Fonte: Assessoria Márcia Stival

P.J. Proby - My Prayer (EP 1965)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012




P.J. Proby - My Prayer (EP Liberty/Pathe Marconi LEP 2253 F, 1965). Edição francesa.

P.J. Proby, born and mostly raised in Texas, rock & roller P.J. Proby never really hit it big in his homeland, but his trouser-busting stage antics helped make him a genuine pop star in England at the height of the British Invasion. Proby was born James Marcus Smith in Houston on November 6, 1938, and grew up listening to country and black gospel; later on, he became fascinated by rockabilly, and his stepsister even dated the young Elvis Presley. After graduating from military school in 1957, he moved to Hollywood hoping to make it in the music business. Through his boyhood friend, teen-idol singer Tommy Sands, Smith made some connections that included songwriter Sharon Sheeley (who was dating Eddie Cochran and had written "Poor Little Fool" for Rick Nelson), and he soon began recording singles under the name Jett Powers, with little success. In the meantime, he worked as a demo singer and also did a bit of acting, appearing in several Westerns and an episode of Gunsmoke.


Meanwhile, Smith was working on his own original songs, which earned him a composition contract with Liberty at the end of 1959; his material was recorded by Johnny Burnette ("Clown Shoes"), the Searchers, Leroy Van Dyke, Rick Nelson, and Jackie DeShannon, among others. He also briefly joined producer Kim Fowley's studio group the Hollywood Argyles in 1960. In 1961, Smith (probably wisely) changed his alias from Jett Powers to P.J. Proby, the name of a childhood friend of Sharon Sheeley. Proby cut several singles from 1961-1963, ranging from rock to pop to country, again without much luck or promotion. With the single "Wicked Woman," he even resorted to changing his name to Orville Woods in hopes of getting played on R&B radio stations.


Finally, in late 1963, Proby met British producer Jack Good, who happened to be putting together a TV special on the Beatles that was to feature several other up-and-coming artists. Proby's demo tape impressed Beatles manager Brian Epstein enough for him to make the cut, and Good outfitted Proby as an aristocratic fop, complete with ponytail, frilly shirt, tight velvet pants, and buckled shoes. After the special aired worldwide, Proby's first British single, "Hold Me" -- a rocked-up rearrangement of a 1939-vintage pop ballad associated with Dick Haymes -- rocketed into the U.K. Top Five in early 1964. Proby's next two singles, "Together" and West Side Story's "Somewhere," took a similar tack, and both reached the British Top Ten as well. In early 1965, Proby was booked as part of a package tour, and on one of the London dates in late January, his pants ripped open from the knee all the way up. Proby claimed it was an accident, but when the same thing happened at the next show (much to the audience's delight), the censors descended and banned Proby from performing on television or in theaters. Rushed out shortly after the ban, "I Apologise" just missed the Top Ten, though his detractors didn't take its sentiments to heart.
Proby continued to release singles over the next two years, scoring another Top Ten hit with another West Side Story cover, "Maria," in late 1965. (Oddly, the preceding single, "That Means a Lot," flopped despite being penned by John Lennon and Paul McCartney.) The lack of promotional opportunities began to hurt Proby's chart placements, though, and he was also beset with financial problems. He attempted to crack the American market in 1967 and actually did land a Top 40 hit with "Niki Hoeky," which proved to be the extent of his success in his native country. Proby was forced to declare bankruptcy in 1968; in 1969, he recorded an album, Three Week Hero, that featured studio backing from all four future members of Led Zeppelin. By this time, though, the hits had dried up. Thanks to Jack Good, Proby appeared in Catch My Soul, a musical version of Othello, in 1970, and subsequently became a regular on Britain's cabaret circuit.


In 1973, Proby cut a less-than-stellar album, I'm Yours, under somewhat shady circumstances for Ember. He also made headlines with his engagement to Dean Martin's daughter Claudia, and his subsequent arrest for brandishing a shotgun. Proby re-emerged in 1978 to record an album with the Dutch prog rock group Focus, Focus Con Proby, and shortly thereafter starred in a Jack Good-produced musical about Elvis Presley (from which he was fired for improvising). Proby recorded sporadically during the '80s, including a series of more contemporary covers, and was also beset by marital difficulties and occasional run-ins with the law over flashes of temper. He nearly died after collapsing in 1992, and went completely sober afterward; in 1993, he appeared in the Jack Good biographical musical Good Rockin' Tonite, and two years later in the Roy Orbisontribute show Only the Lonely. Proby attempted a recording comeback in 1997 with the EMI album Legend. 

Fonte: By Steve Huey, Rovi 

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos. 
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Morreu o Maestro Pedro Osório


Pedro Osório morreu hoje (05/01/2012) em Lisboa, no Hospital de São Francisco Xavier, onde deu entrada na quarta-feira.

Pedro Osório, fotografado em 2006 (Daniel Rocha)


O corpo de Pedro Osório, músico, compositor, maestro, orquestrador e homem de cultura, irá ser velado sexta-feira na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).
O funeral do maestro e compositor Pedro Osório, falecido na quinta-feira, realizar-se-á no dia 07/Janeiro, sábado, às 14:30 da Sociedade Portuguesa de Autores para o cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, onde será cremado e, as suas cinzas seguirão para o Porto, a terra natal do maestro.
Pedro Osório morreu na quinta-feira aos 72 anos, em Lisboa, vítima de cancro.

Nascido em 1939, há 72 anos, Pedro Osório trabalhou com vários artistas do panorama nacional, nomeadamente Sérgio Godinho, Fernando Tordo, Carlos do Carmo, Carlos Paredes, Rui Veloso, Carlos Mendes, Herman José, Lúcia Moniz ou Xutos e Pontapés.


Figura regular dos Festivais RTP da Canção, que venceu várias vezes como autor e orquestrador, e autor de vários musicais dos casinos Estoril e Póvoa de Varzim, Pedro Osório optou pela carreira musical quando terminava a licenciatura em engenharia mecânica. 
Entre outras distinções, em 1982, recebeu o Prémio da Crítica pela composição para a peça "Baal", de Bertolt Brecht. Foi dirigente do Sindicato Nacional dos Músicos e fez parte da organização do I Congresso Nacional dos Músicos em 2003. De 2003 até janeiro de 2011 foi membro da administração da SPA, estando atualmente no grupo do fado.


Em 1994, o Presidente da República Mário Soares condecorou-o com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique, tendo recebido posteriormente a Medalha de Ouro do Concelho de Oeiras e a de Mérito da Sociedade Portuguesa de Autores.


Já este ano, o Ministério da Cultura agraciou-o com a Medalha de Mérito Cultural e o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, condecorou-o com a comenda da Ordem da Liberdade. 
Pedro Osório, que também se dedicava à escrita de obras de música sinfónica, algumas das quais já executadas em público, lançara recentemente o livro "Memórias irrisórias com algumas glórias". 

Fonte: SIC Notícias


À família enlutada e aos seus amigos apresentamos os nossos mais sentidos pêsames.
Uma biografia já se encontra inserida neste blog assim como uma singela homenagem compreendendo os primeiros anos da sua atividade musical, como forma de preitear a sua obra e a sua capacidade artística e humana, pelo seu trabalho e dedicação e pelo que fez pela música portuguesa.

João Romão e Carlos Santos

SPRINGBOK HITS 14 (LP 1974 - South Africa)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012



Springbok Hit Parade 14 (LP MFP 54547, 1974), edição de Moçambique da Somodiscos/LM.

Trata-se de uma excelente compilação de "covers" de êxitos internacionais de 1974, fantasticamente interpretados por grupos e artistas sul africanos.

Digitalização (capas e áudio) e masterização por Carlos Santos.

The Four Seasons - I've Got You Under My Skin (EP 1966)





The Four Seasons - I've Got You Under My Skin (EP Philips 452060 BE - 1966). Edição francesa.

Faixas/Tracks: 
  
I've Got You Under My Skin
Opus 17 (Don't You Worry 'Bout Me)
Working My Way Back To You
Walk Like a Man


The Four Seasons é um grupo musical liderado pelo cantor norte-americano de ascendência italiana Frankie Valli. Tiveram várias designações antes de se afirmarem como The Four Seasons. Começaram a gravar na década de 1950, porém não atingiram sucesso até 1962, quando gravaram Sherry. De entre outras músicas lançadas nos anos seguintes, encontram-se Big Girls Don't Cry, Can't Take My Eyes off You, Beggin’ e Spend The Night In Love.


The Four Seasons (grupo pop rock), um dos mais destacados grupos musicais da década de 1960, que passou também pela chamada Era Disco dos anos 70, e continua a existir até hoje.
Frankie Valli fazia uma voz em falsete idêntica à de uma mulher e daí toda a personalidade e característica própria do grupo. 
As músicas de Valli estiveram por 25 vezes no Top 40 de sucessos dos Estados Unidos. Em 1990 o cantor e o seu grupo foram incluídos no Hall da Fama do Rock and Roll.

Formação inicial:

Frankie Valli (vocalista)
Bob Gaudio (ex-A Teens Royal (teclados e vocais tenor)
Tommy DeVito (guitarra solo e vocal de barítono)
Nick Massi (baixo e vocais graves).

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos. 
Digitalização das capas e masterização por Carlos Santos.

Tibério & Lúcia (EP 1969)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Link retirado a pedido da Editora.

Tibério E Lúcia (EP Rapsódia EPF 5.418 - 1969). 
Acompanhamento pela Orquestra de Rocha Oliveira.

Faixas/Tracks: 

The Little Red Car (Eduardo Berrêdo/Tibério Vasconcelos) 
Sofrer Mais... Não (Tibério Vasconcelos) 
Querer Jovem (Tibério Vasconcelos) 
Num Mundo Selvagem (Fernando dos Santos/Tibério Vasconcelos)

Tibério E Lúcia - dois jovens irmãos que surgem no mundo do disco.
Nasceram nos Açores. Ele com 21 e ela com 17 anos, vivem em Lisboa há 5 anos. Nunca até agora actuaram em público. Cantam... apenas porque gostam. E só por isso. Habitualmente ao serão, para os amigos. Com simplicidade. Com naturalidade. E Tibério também compõe. Música e letra. Um dia conhecemo-los. Cantaram para nós e gostámos.
Então surgiu o convite. Venham daí aos Estúdios da Rádio Peninsular para serem ouvidos por um delegado da Rapsódia. Aceitaram contentes, mas sem euforia. Já outros lhes tinham feito convites semelhantes e dos quais nada resultara. Mas desta vez tudo foi diferente. O que não passava dum sonho começa a concretizar-se com a assinatura imediata dum contrato. E o sonho ganha expressão de realidade com a gravação deste primeiro disco.
Tibério E Lúcia são jovens a quererem renovar estilos e vencer. Esperamos se projectem no amanhã sublinhados com a palavra Êxito.Oxalá consigam. Merecem-no.

Texto de Nunes Forte, transcrito da contracapa do EP. 

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Masterização por Carlos Santos.

1.100.000 Visitas e 1º Aniversário


Faz hoje um ano que este blog iniciou a sua atividade. Também hoje temos o grato prazer de atingir as 1.100.000 visitas, o que nos gratifica, sensibiliza, deixa-nos muito felizes e nos incentiva a prosseguir. É sinal que realmente conseguimos atingir os nossos propósitos na divulgação e conhecimento da música de épocas passadas, seja nacional ou internacional, homenageando simultaneamente esses artistas.


Em jeito de balanço, não deixamos de nos congratular mais uma vez pela aceitação, dedicação, apoio e simpatia com que nos têm acolhido, aproveitando no entanto para refletirmos sobre o futuro.
Esperamos continuar a ter a vossa preferência e agrado, com o habitual interesse e apoio. Tentaremos apresentar mais novidades mas especialmente e sempre que possível algumas raridades, dando a informação que conseguirmos obter sobre os grupos/bandas ou temas que apresentarmos. Para o efeito, continuaremos a apoiar-nos em fontes o mais fidedignas possível ou noutros blogs com quem normalmente nos relacionamos e trocamos informações e nos nossos amigos e apoiantes. 
Finalmente, mais uma vez, não deixamos de agradecer aos nossos seguidores, amigos, colaboradores e a todos quantos nos têm visitado ao longo destes meses, por todo o apoio e incentivo que nos têm dado.
Um abraço de muita amizade para todos.



Today is the first anniversary of this blog since it started its activity.

Also today we have the great pleasure of reaching the 1.1 million visits, which makes us very happy and encourages us to proceed. It is a sign that we really can achieve our purpose in the dissemination and knowledge of music from the past, national or international. It is also a way to honor these artists. 
Thank you for all followers, friends, assistants, partners and visitors.
Congratulations to all!

João Romão e Carlos Santos 

Los Gatos Negros - Best Of 1964-1967



AQUI:

Los Gatos Negros - Best of 1964-1967.

Los Gatos Negros - Músicos de raza confluyen en esta banda catalana que representa las esencias del garaje sesentero. Escuchar todavía hoy día a Los Gatos Negros es sumergirse en un baño de autenticidad. El conjunto tuvo su origen en los escarceos musicales de dos chavales que acababan de comenzar sus estudios universitarios en 1958:Ernesto Rodríguez y Manuel Sanfeliú. Debutaban al año siguiente con el extraño nombre para su época de Catch as Catch Can en el Paraninfo de la Universidad de Barcelona, que por entonces estaba en la Plaza de la Universidad. Actúan después en colegios mayores y en el Salón Rosa. En el verano de 1960 pasan todo el verano en un hotel de San Pol de Mar. Al verano siguiente actúan en Calella. Para entonces el grupo ha crecido con la incorporación de Francis Rabassa. Pero en 1961 van a ocurrir varias cosas determinantes: El grupo cambia su nombre al de Los Gatos Negros y entran dos músicos procedentes del conservatorio con sólidos estudios musicales: el pianista Carlos Maleras y el trompetista (después transmutado en guitarrista) José María Mesa. Tras el verano en Calella, Rabassa deja el grupo y es sustituido por Piero Carando, que procedía de Los Pájaros Locos, donde había coincidido por un breve espacio de tiempo con Ernesto, que había hecho la suplencia del batería. 


En ese momento un joven productor llamado Alain Milhaud les conoce en una actuación y les ofrece fichar por Belter. Grabarán un primer EP en dos pistas; una para los instrumentos y otra para las voces, utilizando el cuarto de baño para añadir un cierto efecto de reverberación ."What'd I Say / The Locomotion / Speedy Gonzales / C'mon everybody” (Belter, 1962) les proporciona un moderado éxito local. Se convierten en asiduos de El Pinar, un gigantesco garaje en Montjuich que se vaciaba de coches los domingos para promover actuaciones de rock. Allí coinciden con los grandes conjuntos locales de su tiempo: Los Sirex, Los Mustang, Lone Star y muchos otros. En 1963 graban un nuevo disco para Belter. Precisamente en una actuación en El Pinar les conoce Ramón Segura, cazatalentos de Vergara. Abandonan su vieja marca atraídos por un mejor contrato con Vergara, que en un primer momento los pasa a su sello subsidiario Marbella, donde también hacían por esas fechas sus primeras armas otros emblemas musicales como Los Salvajes o Álex y Los Findes. La profesionalización del grupo es un hecho. Alguno prefiere terminar sus estudios y abandona el proyecto: Los Gatos Negros quedan reducidos a cuarteto con Ernesto Rodríguez (batería), Carlos Maleras (órgano), Piero Carando (bajo) y José María Mesa (guitarra). El asunto de cantar andaba repartido: Piero se encargaba de lasbaladas, mientras Carlos y Ernesto se encargaban del rock and roll. 


En Marbella hacen en 1964 dos EP sensacionales con versiones de fuerza electrizante de temas como “Memphis Tenesee”, de Chuck Berry, “Do wah diddy diddy” de The Manfred Mann, “Hippy hippy shake” de The Swinging Blue Jeans y varios temas beatle. Sus discos se venden muy bien y aparecen en los programas televisivos que Arthur Kaps dirigía en directo desde el Teatro de Hospitalet. “Los Amigos del Lunes” era entonces el principal programa musical de la televisión en España y por allí se asoman estos gatos varias veces. Sus éxitos les hacen pasar al sello principal. Esto les permite una mayor cobertura comercial, pero se ven obligados a grabar algunos temas alejados de su estilo natural, que hoy suenan un tanto vergonzantes. 


Viven su mejor momento. Sus directos son atronadores. Junto a sus amigos Los Salvajes se ganan justa fama de demoledores. Nadie hace rock and roll y rhythm and blues como ellos. Los arreglos de Carlos Maleras no se conforman con copiar canciones foráneas, sino que las adapta al sonido personal de la banda, un sonido que debe mucho al órgano eléctrico de Carlos. En 1965 José María Mesa deja el grupo para ser sustituido porQuique Tudela. Con él y su guitarra conectada a un pedal fuzz van a grabar en el salón del Orfeón Graçien, uno de los mejores LP de la música española de los 60. Auténtico mod made in Spain. De “Los Gatos Negros” (Vergara, 1966) se extrae el EP: “Cadillac / Un Efecto Extraño / Eres un Demonio / Voy a Enloquecer” (Vergara, 1966) con el que ascenderán a los primeros puestos del hit parade nacional. Piero, Carlos y Ernesto se estrenan de forma seria como autores y “Cadillac” es seguramente la pieza garajera más representativa de la música española. Una auténtica canción para enmarcar. 
Son tan conocidos que Piero Carando y Carlos Maleras, dos auténticos playboys que se las llevaban de calle, son contratados para protagonizar fotonovelas con historias de amor fotografiadas, en la que tenían comopartenaires a starlets emergentes como Silvia Tortosa. 
Actuaciones en el Palacio de los Deportes, el San Carlos Club, el San Diego, el Port Blau de Cornella, matinales en el Price de Barcelona y cuando llega el buen tiempo, actuaciones el El Tropical de Castelldefels, el Pacha de Sitges y otros muchos clubes costeros. Vergara no aprecia el tesoro que tiene entre manos y les obliga a grabar bodrios inefables como “Juanita Banana" (Vergara, 1966) que flaco favor hacen a uno de los grupos más aguerridos del panorama nacional. Ellos se sacarán la espina con una memorable versión de “Homburg” (Vergara, 1967) sobre un original de Procol Harum. Con este disco Los Gatos Negros comienzan sus devaneos con la psicodelia. Entre tanto, ha habido cambio de bajista, entrando Frank Andrada, que procedía de los por entonces desconocidos, Los Albas. También se jugarán la baza de compositores con dos temas de Carlos, auténtico showman y líder del grupo: “Jugando al Amor / Ángela” (Vergara, 1967). Carlos Maleras fue uno de los mejores músicos de la década. Requerido por los principales grupos nacionales como Los Bravos, que le pusieron delante un cheque en blanco para que se convirtiera en el sustituto del fallecido Manolo. Pero Carlos, fallecido en el año 2000, jamás quiso ni oír hablar de abandonar Los Gatos Negros. 


A partir de ahí su estrella se volverá cada vez más opaca, a pesar de que no les faltarán contratos como el que les llevó durante el verano de 1969 a actuar en el Club Play Boy de San Antonio Abad, en Ibiza o una gira que hicieron por Suecia y Dinamarca. Los dos últimos y poco conocidos singles los grabarán bajo el reducido nombre de Los Gatos. En 1970 echarán el cierre. Con ellos, se despedía una de las mejores bandas de rock y rhythm and blues que habían pisado los escenarios españoles. Unos inconformistas siempre dispuestos al cambio y a tocar de forma sincera. Unos de esos gatos callejeros, asilvestrados y con olor a gasolina dispuestos a liarse a zarpazos con las canciones más duras, pero con el punto de jactanciosa elegancia necesario para llevarse de calle a las más melosas gatitas. 
Tras su disolución, varios componentes del grupo formarán el grupo Furia, que durará apenas un par de años. Por su parte Rabassa formará parte en los 70 del trío Barcelona Traction. 
Regresarán en 1978 en el festival Hasta Luego, Cocodrilo. Allí, junto a Los Sirex, Los Mustang y Los Cheyenes volvieron a ejercer su magisterio incuestionable. Arranca de nuevo una carrera intermitente que tendrá como cima la grabación "Borrón y Cuenta Nueva" (PDI, 1987), aunque ya otros jóvenes músicos irán tomando el testigo, quedando Ernesto y Frank como únicos representantes de la vieja guardia gatuna. 
Es de ley citar las ayudas que han supuesto el artículo que Salvador Domínguez escribió sobre este grupo en su “Bienvenido Mr.Rock” (SGAE, 2002) y algunas canciones suministradas por Don Vinilo, que me han permitido completar la discografía de estos imprescindibles Gatos Negros en la historia del pop rock español.

Texto por Julián Molero. 

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Shocking Blue - 24 Greatest Hits

terça-feira, 3 de janeiro de 2012




Shocking Blue - 24 Greatest Hits 
Trata-se de uma compilação pessoal, com o alinhamento de Carlos Santos.

Shocking Blue foi uma banda de Rock/Pop criada na Holanda pelo guitarrista Robbie Van Leeuwen em 1967 junto com o baterista Cor Van Beek, o baixista Klaassje van der Wal e o cantor Fred de Wilde.


Chamavam-se apenas “Shocking” e gravaram um disco que fez um sucesso modesto na sua terra natal. Tempos mais tarde, o seu empresário foi a uma festa que estava sendo animada pela banda Bumble Bee, e lá, conheceu Mariska Veres, que rapidamente assinou um contrato com os Shocking. Tornou-se a Lead da banda, mudaram o nome para “Shocking Blue” e conseguiram pelo menos três gandes sucessos. Mas nada que se compare com “Venus”. Um sucesso absoluto e arrasador! Gravada e regravada milhões de vezes pelos melhores artistas do "pop" mundial. “Venus” explodiu no mundo inteiro e ainda hoje é capaz de causar as mais variadas emoções!


Mariska tinha a voz rouca e forte. “Venus” deu à banda fama e lucros. Mas é difícil aguentar dois anos nas Paradas de Sucessos. E rapidamente chegaram ao seu fim. Em 1971 o guitarista Robbie Leeuwen deixou a banda por achar que era o líder. Mariska continuou, mas nunca mais conseguiria algo que se comparasse com “Venus”.


Depois do fim dos Shocking Blue, Mariska tentou seguir carreira solo na Pop e na Eurodance. 
Ela morreu em 2 de dezembro de 2006 com 59 anos de cancro (câncer), pesando mais de 100 quilos.

Track List:

01 – She’s Back In Town 
02 - Waiting For The End of Time 
03 - The Sound of The Rain 
04 – Venus 
05 - He Made Me a Woman 
06 - Never Marry a Railroad Man 
07 - Hello Hello Darkness 
08 - We Will Shockin’ You 
09 - Don't Be Afraid Girl 
10 - Outside I´m Blind 
11- Foolin´Around 
12 - Like a Bird In The Sky 
13- In The Garden Of Freedom 
14- Make It Allright 
15 - Let Me Carry All That 
16 - Come On And Follow Me 
17- The King of My Dreams 
18 - Walking In The Hot Send 
19 - Lovin You Is All I Want To Do 
20 - You Get Me a World 
21 - Roll Engine Roll 
22 - Shocking You 
23 - This America 
24 - Ink Pot 


Compilação produzida por Carlos Santos.
Agradecimento ao Vicky Paes pela colaboração.