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Gabriela V/A (Banda Sonora Original - LP 1975)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012



Gabriela (Banda Sonora Original) -  LP Som Livre 410.6004, 1975).

Lado A:
Coração Ateu - Maria Bethânia (tema de Jerusa e Mundinho Falcão)
Guitarra Baiana - Moraes Moreira (tema de locação)
Alegre Menina - Djavan (tema de Gabriela e Nacib)
Quero Ver Subir, Quero Ver Descer - Wálter Queiróz (tema do Dr. Maurício)
Horas - Quarteto Em Cy (tema do Professor Josué)
São Jorge dos Ilhéus - Alceu Valença (tema do Coronel Ramiro Bastos)
Modinha Para Gabriela - Gal Costa (tema de abertura)

 Lado B:

Filho da Bahia - Fafá de Belém (tema de Glorinha)
Caravana - Geraldo Azevedo (tema de Mundinho Falcão)
Porto - MPB4 (tema geral)
Retirada - Elomar (tema dos retirantes)
Doces Olheiras - João Bosco (tema de Tonico Bastos)
Adeus - Walker


Gabriela foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no Brasil, de 14 de Abril a 24 de Outubro de 1975 às 22h. Escrita por Walter George Durst, adaptando o romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, e dirigida por Walter Avancini, com 132 capítulos. 
No entanto esta novela só teve a sua estreia em Portugal no dia 16 de Maio de 1977. 
Abordava a seca nordestina, e a pacata cidade litorânea de Ilhéus, da década de 1920. 
A novela retratava a vida de Gabriela, simples moça do sertão baiano que fora para Ilhéus para fugir da seca nordestina. Moça sofrida, porém muito alegre, seduzia os homens; a novela mostrava o amor de Gabriela com um estrangeiro que não aceitava seu comportamento, ora ingênuo, ora loucamente sensual. Gabriela era uma cabocla (filha de índia com branco) brigona e ousada, que andava descalça e com vestidos extremamente curtos, e muito trabalhadora


Em 1977 foi uma "bomba" em Portugal. Depois do charme de Sónia Braga, nada ficou igual. Na moda, na linguagem, na forma de amar. Foi a primeira novela brasileira em Portugal e uma história imortal! Passados 30 anos, ninguém que tenha visto a primeira telenovela exibida em Portugal se esqueceu da envolvente história de amor vivida entre a bela, ingénua e analfabeta Gabriela (interpretada por Sónia Braga) e o seu desajeitado patrão de origem libanesa, Seu Nacib (Armando Bógus). Mas não foi só o amor que falou mais alto. Há quem não se esqueça igualmente do confronto, na cidade de Ilhéus, entre os poderosos e retrógrados senhores da terra do cacau, liderados pelo Coronel Ramiro Bastos (Paulo Gracindo), e os interesses emergentes das gentes ligadas ao comércio e às profissões liberais, que tinham no advogado Mundinho Falcão (José Wilker) um esclarecido defensor. 
Realizada em 1975 por Walter Avancini, constituiu um enorme êxito em Portugal, traduzido em grandes audiências, na adopção de nomes e de palavras usadas no Brasil, assim como de novas formas de relacionamento social e de comportamento.

Fonte: Texto parcialmente retirado de "Correio da Manhã".

Especial agradecimento à nossa amiga Heliete/R.J. - Brasil, pela colaboração e cedência do álbum.