Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Os Tártaros - Antologia (1964 /1967 - LP)

sábado, 24 de março de 2012

Edgar Raposo e Luís Futre (produtores). Foto de Filipe Reis.

Os Tártaros - Antologia (The First Portuguese Surf Garage Group - 1964 /1967) - LP

Groovie Records fez hoje, 24 Março de 2012, pelas 18H00, o lançamento e comercialização do LP do conjunto Português da década de 60 "Os Tártaros" no Atelier Real, Rua Poço dos Negros 55, em Lisboa. A produção do disco esteve a cargo de Edgar Raposo e Luís Futre.

O LP compila na integra todos os seus 4 EPs editados pela editora nortenha "Rapsódia", sendo ao todo 16 temas retirados das bobines originais e reeditados pela primeira vez em vinil. 
Os Tártaros gravaram 4 discos em formato de EP 45 r.p.m. entre 1964 a 1967 num género musical que vai do Surf, passando pelo Beat ao Garage Rock, entre os quais o famoso hit "Tartária.
Nós não deixámos de estar presentes e já temos o disco!

Para encomendas ou informações poderá contactar:




Neil Sedaka - Oh Carol And All The Early Classics



Neil Sedaka (Brooklyn, New York, 13 de março de 1939) é um cantor, pianista e compositor americano geralmente associado com o Brill Building. Ele fez parceria com Howard Greenfield para compor muitos dos seus sucessos, tanto para si como para outros cantores. A voz de Sedaka é identificada com a de tenor. O maior sucesso de Neil é a canção "Oh Carol", de 1959. Além de "Oh Carol", outras canções de Neil Sedaka fizeram sucesso entre o final da década de 50 e o início dos anos 60, como é o caso de The Diary (provavelmente de 1958). As músicas "Breakin' Up Is Hard To Do" e "Calendar Girl", esta última de 1961 e a primeira de 1962, além de "Laughter in the Rain" são outros sucessos do cantor. 
Vasta discografia.


Faixas / Tracklist:


1. WHILE I DREAM - The Tokens
2. I LOVE MY BABY - The Tokens
3. DON'T GO - The Tokens
4. COME BACK JOE - The Tokens
5. SNOWTIME
6. LAURA LEE
7. RING - A ROCKIN'
8. FLY DON'T FLY ON ME
9. OH DELILAH
10. NEIL'S TWIST
11. THE DIARY (Rock With Sedaka)
12. NO VACANCY
13. I GO APE (Rock With Sedaka)
14. MOON OF GOLD (Rock With Sedaka)
15. YOU GOTTA LEARN YOUR RHYTHM AND BLUES
16. CRYING MY HEART OUT FOR YOU
17. OH CAROL
18. ONE WAY TICKET TO THE BLUES
19. STAIRWAY TO HEAVEN
20. 40 WINKS AWAY
21. RUN SAMSON RUN
22. YOU MEAN EVERYTHING TO ME
23. CALENDAR GIRL
24. THE SAME OLD FOOL


1. WALK WITH ME
2. GOING HOME TO MARY LOU
3. THE GIRL FOR ME
4. YOU'RE KNOCKIN ME OUT (Rock With Sedaka)
5. I AIN'T HURTIN' NO MORE (Rock With Sedaka)
6. ANOTHER SLEEPLESS NIGHT (Rock With Sedaka)
7. FALLIN' (Rock With Sedaka)
8. STUPID CUPID (Rock With Sedaka)
9. I WAITED TOO LONG (Rock With Sedaka)
10. ALL I NEED IS YOU (Rock With Sedaka)
11. I BELONG TO YOU (Rock With Sedaka)
12. AS LONG AS I LIVE (Rock With Sedaka)
13. CIRCULATE 
14. SMILE 
15. NOTHING EVER CHANGES MY LOVE FOR YOU 
16. ALL THE WAY 
17. WE KISS IN A SHADOW 
18. BESS YOU IS MY WOMAN NOW 
19. LOOK TO THE RAINBOW 
20. EVERYTHING HAPPENS TO ME
21. A FELICIDADE 
22. ANGEL EYES 
23. I FOUND MY WORLD IN YOU 
24. YOU TOOK ADVANTAGE OF ME
25. WHAT AM I GONNA DO
26. I MUST BE DREAMING

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Luizinho e Seus Dinamites - Choque Que Queima (LP 1963)





Luizinho e Seus Dinamites - Choque Que Queima (LP Bruno Discos BDL 0001 e também editado por LP RCA Nº: BDL 1269, 1963).

Fantástico álbum de um grande grupo brasileiro de autêntico Rock Brasa!
Um álbum todo excelente!

O tema Choque Que Queima (Chopin' n' Changin') (Samwell - Euclides), é a música que dá nome ao único LP gravado pelo grupo Luizinho e seus Dinamites, vanguarda do rock carioca já nos anos cinqüenta, como The Blue Jeans Rockers. Com excelente qualidade técnica, o LP é um marco da transição entre o rock instrumental e a Jovem Guarda.  


Luizinho e Seus Dinamites , grupo carioca liderado por Luizinho (guitarrista pioneiro no rock Brasil), que, nos anos cinquenta, já havia formado o Blue Jeans Rockers, grupo de rock and roll clássico, que animou muitos bailes e festas do Colégio Militar no Rio de Janeiro. 
O grupo era formado por Luizinho (guitarra e vocalista), Jair (guitarra base), José Antônio (baixo) e Carlinhos (bateria) e Euclides (que também tocou com The Pop's), um dos melhores e mais importantes guitarristas da história do rock brasileiro. Espécie de transição entre o rock instrumental, a era Beatles e a Jovem Guarda, eles deixaram um grande disco - Choque que Queima (reeditado em vinil pela Bruno Discos) - contendo clássicos como a faixa título, Dinamite e Carango Twist. 
“Choque que Queima”, parece ter sido o único disco do grupo e é considerado raro. 
Luizinho morreu em meados dos anos noventa, deixando a lenda de ter sido um dos precurssores do rock nacional, sem o devido reconhecimento. 

Informação retirada e adaptada de um texto de Fernando Rosa, publicado no site Senhor F. 

Formação/Personnel:

. Luizinho: Chefe e Vocalista
. Euclides: 1ª Guitarra (solista)
. Jair: 2ª Guitarra (apoio)
. José Antônio: Baixo Elétrico
. Carlinhos: Bateria 

Faixas: 

01. Dinamite 
02. Choque Que Queima (Choppin’ and Changin’) 
03. Driving Guitars 
04. Eu Vou a Lua (I Cannot Find a True Love) 
05. As Estações (Evergreen Tree) 
06. Apache 
07. A Raposa e o Corvo (The Snake and The Bookworm) 
08. Carango Twist (Down The Line) 
09. Bongo Blues 
10. Uma Voz na Solidão (A Voice in The Wilderness) 
11. Lâmpada do Amor (Lamp of Love) 
12. Guitar Twist 
BONUS:
13 - Mundo Imenso
14 – Medley - Pé De Manacá; Cintura Fina; Meu Limão, Meu Limoeiro; Está Chegando A Hora

Álbum gentilmente cedido por Margot Romão, a quem muito agradecemos.

Eli Corrêa Recebe a Jovem Dupla, Geovany Reis & Fabrício (Brasil)


Eli Corrêa recebe a jovem dupla Geovany Reis E Fabrício
Além de muita informação, sertanejos também são atração da programação ULTRAFARMA do próximo domingo na Rede TV! (Brasil)

A programação ULTRAFARMA apresenta a dupla Geovany Reis E Fabrício no domingo, 25. O “Programa Eli Corrêa” recebe os músicos que estão com o 3º CD para cantar os sucessos sertanejos “Pra sempre em mim” e “O que sobrou de nós”, entre outros. Os rapazes iniciaram a carreira pelos bares do interior de Minas Gerais, estado natal dos músicos, e se uniram após aparição de Fabrício em emissora regional. Através do destaque no programa, Geovany soube naquele momento quem seria seu parceiro ideal e, assim, seguiram juntos. 
Antes mesmo do destaque musical, a partir das 6hs da manhã, tem oração no “Encontro com Cristo” com o Padre Gambarine e esclarecimento de questões sobre aposentadoria no “Orientação Previdenciária”. Em seguida, o Padre Juarez de Castro fala da importância do papel dos avós no “Viver a Vida Vale a Pena” com a participação de Gil Monteiro. Além da exibição do “Programa Eli Corrêa” nessa sequencia, o “Ultrashow” acompanha a 4ª edição da Caminhada da Mulher Contra a Violência Doméstica, em Cotia. 
Para encerrar a grade de programas, Dom Fernando comanda o “ Deus Médico dos Médicos” e recebe o Dr. Flávio Scarabottolo, ortopedista e traumatologista, para falar sobre a osteoporose, doença que atinge os ossos. Fechando com a reprise do “Ultrashow”. 
Os programas são produzidos e patrocinados pela ULTRAFARMA, de Sidney Oliveira, e vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! (Brasil). 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Lone Star - Éxitos (1966-1972)

sexta-feira, 23 de março de 2012



Lone Star - Éxitos (1966-1972), é uma óptima compilação com grandes temas que este excelente grupo espanhol interpretou durante a sua existência, incluindo versões/covers ou trabalhos seus.

Lone Star é um grupo espanhol de rock dos anos 60, originário de Barcelona, inicialmente formado por Pedro Gené (voz e líder da banda), Willy Nab (guitarra solo), Rafael de la Vega (baixo), Enric Fusté, (piano) e Enrique López (bateria). 

As diversas formações: 
Pedro Gené - voz, piano (1960-1984, 1995-2000)
Guitarristas:
Willy Nab (1962-1964)
Joan Miró (1964-1966, 1967-1975)
Álex Sánchez (1966-1967, 1975-1984, 1995-2000)
Víctor Escudé (Janeiro-Julho 1968)
Baixistas:
Rafael de la Vega (1960-1964, 1965-1972)
Carlos Petriz (1964-1965)
Sebas Sospedra (1972-1974, 1979-1984)
Ricardo Acedo (1974-1979)
Jaume Rivera (1995-2000)
Bateristas:
Enrique López (1960-1968)
Luís Masdeu (1969-1973, 1975-1977)
"Tapi" Vilaseca (1973-1975, 1977-1978)
Jerónimo Martínez (1979-1984, 1995-2000) 


O grupo data de 1959 quando Pedro Gené viveu durante um ano em Inglaterra. Ali assistiu à eclosão do rock em todo o seu esplendor. Gené tinha estudado piano no conservatório do Liceu de Barcelona e voltou a Espanha com a ideia de constituir um grupo de rock, pelo que reuniu alguns dos seus antigos colegas do conservatório para organizar a sua formação. Escolheram Lone Star ("Estrela Solitária"), para o nome da banda. 
Começaram então os shows e concertos do grupo por bares locais de Barcelona. Nessa altura, tocavam versões de Ray Charles, uma autêntica revelação para muitos que os escutavam. Num concerto no Pub "Texas", na Praça Real, um holandês chamado Willy Nab sobe ao palco com a sua guitarra e toca um par de temas com o grupo. Desta maneira, Nab completaria a formação dos Lone Star durante os primeiros anos. 
Em 1961, a EMI fecha um contrato com eles e gravam o primeiro EP, cantado em inglês, onde incluía um dos seus primeiros clássicos: "My Babe". Em 1962 e depois da gravação do segundo EP, Joan Miró substituiria Willy Nab na guitarra ao mesmo tempo que Enric Fusté deixava também a formação. 
Mas um dos seus grandes sucessos seria a versão em espanhol intitulada "La Casa del Sol Naciente" (House of The Rising Sun), dos Animals. A versão dos Lone Star chegou a vender mais singles que os da própria banda britânica. O tema chegou a ser número um em toda América do Sul e posteriormente em Espanha. Tanto é assim, que a EMI organizou um encontro em Barcelona entre os Lone Star e The Animals, que repetir-se-ia um ano depois no Palácio de Desportos de Barcelona, em 1965. 
A partir do seu sucesso, a EMI grava mais EPs com os Lone Star, mas só de versões, entre as quais se destacam outros “covers” dos Animals como "Comprension" ("Don't let me be understood"), Yo Lloro (I'm crying) ou Muy Lejos de Aqui (We gotta get out of this place). Mas também dos Rolling Stones como "Satisfacción" ou "Aqui en mi nube". 



Em 1967 , chega a oportunidade do grupo gravar o seu primeiro disco de longa duração. Gené conseguiu acordar com a EMI que metade dos temas seriam versões (covers) e a outra metade, canções próprias. O LP chamar-se-ia "Um Conjunto Com Antologia (Un Conjunto Con Antología)". Deste disco destacam-se, "La Leyenda" e "Quiero vivir con libertad" como temas originais e "Río sin fin" versão do "River deep mountain high", de Ray Charles. Este disco tem a sua importância já que a companhia discográfica começa a perceber que tem que dar margem de manobra ao grupo. 
Também foi aqui que entrou no grupo Álex Sánchez, substituindo Joan Miró, que tinha que cumprir o serviço militar e que só voltaria a reintegrar o grupo um ano depois. Durante 1967 e 1968, os Lone Star alternam as suas actuações como grupo de rock e os concertos como grupo de jazz, algo completamente inaudito na época. No ano de 1968 o grupo grava "Lone Star em Jazz" onde se destacam as composições, "Misty" ou "El cant del ocells ". 
Em 1968 , gravariam um dos seus temas mais lendários: "Mi Calle", um dos pratos fortes nos seus concertos posteriores. Em 1969, os Lone Star gravam o single "La trilogía", que obtém o prémio da SGAE como o melhor tema do ano, ainda que nesse mesmo ano, o baterista e um dos membros fundadores Enrique López tenha deixado o grupo e tenha entrado para o seu lugar Luis Masdeu. Pouco depois, novo abandono de Juan Miró (desta vez definitivo), voltando a ser repescado o Álex Sánchez. Paralelamente, o grupo inicia uma tournée pelo centro da Europa, do que resultou o disco "Spring 70", todo gravado ao vivo e em inglês. 
Em 1972, a banda obtém dois grandes sucessos: "Chica Solitaria e My Sweet Marlene", ainda que Rafael de La Vega tenha deixado o grupo, sendo substituído por Sebastián Sospedra no baixo. Nesses anos, o sucesso dos Lone Star é incontestável e chegaram a tocar em dois lugares estranhos e exclusivos: o porta-aviões americano John Fitzgerald Kennedy e o Palau de la Música de Barcelona (Palácio da Música Catalã ), local então muito reticente a outros tipos de música que não fosse a clássica (e muito menos o rock). 
O grupo muda de editora, pois não estavam a receber o apoio necessário por parte da EMI e ligam-se em 1974 à Unic. Assim é editado o seu primeiro single com a nova etiqueta: "Pobre Pescador". Mas o tempo de permanência nesta editora foi breve e, em 1975 , fecham contrato com a Diplo Records e convertem-se no primeiro grupo espanhol a fazer rock em catalão. 
A partir desse momento, os Lone Star sofrem uma série de alterações na formação do grupo. Simultaneamente apresentam alguns LP's como "Siguenos" (1976), "Horizonte" (1977) com a discográfica Phonics ou "Viejo Lobo" com a AUVI (1982). 
Os Lone Star acabam por se dissolver em 1983, mas não sem antes terem efectuado um grande concerto conjuntamente com Eric Burdon (líder dos The Animals) em Montjuïc/Barcelona, onde reuniram cerca de 120.000 pessoas. 
Após algum tempo de descanso, os Lone Star voltam a reunir-se em 1996 para realizarem uma série de concertos e, pouco depois, terminarem definitivamente a história do grupo.

Fonte: Encyclopedia Encydia Beta e Wikipedia


Faixas / Tracks: 

CD1 
01 - La Leyenda 
02 - Alrededor del Mundo 
03 - La Fiesta 
04 - Un Día Volveré 
05 - Vieja Estación 
06 - Fin de Semana 
07 - Mi Calle 
08 - Thinkin' Of You 
09 - La Trilogía (Dios, El Hombre y El Amor) 
10 - Y Murió El Amor 
11 - Es Mi Vida 
12 - Bring a Little Sunshine 

CD2 
01 - Lyla 
02 - No, Not My Baby 
03 - Quiero Besar Otra Vez Tus Labios 
04 - Lazi Train 
05 - Soñar 
06 - Las Campanas de La Catedral 
07 - Lluvia de Mayo 
08 - Love 
09 - Gente Joven 
10 - When I Woke Up This Morning

Álbum gentilmente disponibilizado por Carlos Santos.
Agradecimento a Luis Antonio Vergara Rojas, pela informação.
(gracias a Luis Antonio Vergara Rojas por la información)



Jess & James And The J.J. Band - Antologia (1968 / 69)




Trata-de de uma compilação (Antologia) particular, com os temas que achámos mais significativos neste período  da banda (68/69).

O grupo Jesse and James, formado em 1967 por dois irmãos portugueses, António e Fernando Lameirinhas, oriundos da zona do Porto, foram considerados pela editora Belter como uma das suas grandes apostas.
Os dois irmãos foram para a Bélgica ainda novos e com os nomes artísticos de Tony and Waldo Lam, formaram o grupo J.J. Band, com antigos membros das bandas Manfred Mann e The Crazy World od Arthur Brown. 
Mas a história começa um ano antes em Charleroi, na Bélgica, quando os irmãos Lameirinhas surgem como o duo Jess and James. Um nome que iria ficar para a posterioridade na história do rock progressivo e soul feito na Bélgica. Nesse ano de 1966 partem para Inglaterra onde tentam assimilar as tendências musicais do momento. Regressam em 1967 embebidos na música soul e lançam com muito sucesso o primeiro single "Move".

Jess And James - Move, from Youtube.

Gravaram os primeiros discos para a editora Palette. Tiveram bastante sucesso durante a 2ª metade da década de 60 e início de 70, tanto na Bélgica como em Espanha. Chegaram a editar 10 singles e 3 LP`s entre 1967 e 1972, para a editora espanhola Belter.
As edições dos Jess And James na Belter eram reedições dos originais da Palette, apenas em 2 casos a Belter publicou singles com versões espanholas de temas deles.
Além dos 3 LP's como Jess And James, há ainda o disco "A New Exciting Experience", assinado como Free Pop Electronic Concept em que, aos irmãos Lameirinhas e seus colaboradores habituais, se junta ainda o compositor belga Arsène Souffriau, para um trabalho que funde música electroacústica e rock.

Fontes: Reis do Yé-Yé / Fantomas / Bissaide e Portugal através do mundo



Faixas / Track List:
1.) Move 
2.) P.S. I'm In Love 
3.) Song without Lyrics 
4.) Cousins Jack 
5.) The End of Me 
6.) Nicky's At the P.C. 
7.) Something for Nothing 
8.) I Let the Day Go By 
9.) Thank You for Show Bizz 
10.) Don't Let Me Be Misunderstood 
11.) Fado 
12.) Trip Into a Dream 
13.) Change 
14.) What was I Born For 
15.) You Can't Cry Every Day 
16.) Hey Baby, Listen

Os temas desta Antologia foram-nos gentilmente cedidos por Luís Futre. Ripado do vinil.
Grafismo/Capas por João Romão.

Conjunto de Mário Simões - Antologia (50 / 60's)

quinta-feira, 22 de março de 2012




Trata-se de uma Antologia particular, onde se reúnem alguns dos temas mais significativos da carreira do grupo que decorreu entre o início dos anos 50 até meados dos anos 60. Inclui algumas faixas consideradas raras, entre elas o tema Canção do Mar, ripado de um disco de 78 RPM (de goma-laca ou massa).



O Conjunto de Mário Simões é hoje em dia recordado com venerável afecto, mais do que fazia supor há uns bons anos atrás. Como outras bandas dessa época, Mário Simões fica para a história da música ligeira portuguesa como um grande impulsionador e divulgador da boa música dita dançável ou como é catalogada hoje em dia (Easy Listening Português).

Mário João Pereira Simões, começou cedo nas lides da música, através de seu pai, violinista na Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional e da Rádio Voz de Lisboa (que viria a ser, mais tarde, dirigido por ele nesta orquestra). 
Aos 17 anos, já estava à frente da orquestra Caravela, e, enquanto cursava Agronomia, passou para a regência da Orquestra Internacional e para a Orquestra Star Dust, pelas mãos de Carlos Villaret, antes de formar o seu próprio Conjunto. 
É na Orquestra Star Dust que toma contacto, pela primeira vez, com ritmos brasileiros que irá executar, por exemplo no Carnaval de 1946, no Restaurante Alvalade, juntamente com Sousa Pinto, Carlos Villaret, Jorge Machado, Oliver e A. Herlander.

Os Star Dust - Carnaval de 1946 (Restaurante Alvalade). Da Esquerda para a direita: Sousa Pinto, Carlos Villaret, Mário Simões, Jorge Machado e Olivier. Em baixo, A. Herlander.

Mário Simões era apaixonado pelo futebol e por esse motivo se entendem que tenha sido autor de marchas dedicadas ao Sporting, Benfica e Belenenses. 
Era um fervoroso adepto dos Beatles, amante de Jazz e gostava de misturar tudo com ritmos brasileiros (bossa nova e samba). 
Percorreu, durante 3 anos, o continente africano, por países como Moçambique e África do Sul e, mais tarde, encetou uma larga carreira no Brasil. 
Sagaz, simpático, brincalhão mas muito profissional, escreveu inúmeros temas musicais e foi um dos principais divulgadores de Easy Listening português. 
Essa tendência para a música de dança valeu-lhe o cognome de Rei da Noite e, por esse motivo, era constantemente requisitado para tocar no casino de Estoril ou em eventos no Caravela, Bico Dourado, Meia Cave ou Alvalade.


Lápis do Lopes, O Rocha da Borracha, Flausina, Pente Para Quê? Loucura, Twist Desconjuntado, foram alguns dos seus êxitos dessa altura, mas seria ainda conhecido pela colaboração com Amália Rodrigues, por ter sido escolhido, pelo Maestro Ferrer Trindade e pelo letrista Frederico de Brito, para fazer a primeira gravação da música Canção do Mar (popularizada anos mais tarde pelo Trio Odemira, Amália Rodrigues e Dulce Pontes), pelo lançamento de um jovem talento do fado chamado Carlos do Carmo e por, em 1965, ter feito parte, do júri técnico que avaliou a final do primeiro concurso de Yé Yé no Teatro Monumental em Lisboa. 
A primeira formação do Conjunto Mário Simões contou com os seus colegas da Orquestra Star Dust, Jorge Machado (piano) e Jaime Nascimento (guitarra eléctrica) ao que lhes juntou Rueda (bateria) e Carlos Fernando (contrabaixo e Voz). 
Esta formação irá ter uma breve duração (sensivelmente dois anos) mas será responsável pela primeira gravação da Canção do Mar com voz de Carlos Fernando, por volta de 1950.

Mário Simões e seu conjunto/1950 - 1ª formação (Bico Dourado). Da Esquerda para a direita: Jorge Machado, Rueda, Carlos Fernando, Mário Simões e Jaime Nascimento.

Entre 1952 e 1953, impulsionados por um convite para actuar no Casino de Estoril, com a saída de Jorge Machado (que decide criar o seu Conjunto) e de Carlos Fernando (que encetou uma curta carreira a solo), Mario Simões traz para o seu Conjunto, Raul Paredes (contrabaixo) e um jovem talentoso pianista, de nome Hélder Reis. 
Com o nascimento da RTP, em 1957, esta é a formação que se apresentará na televisão e abrirá o caminho para a popularização do género de Conjuntos de Boite. 
Irão durar perto de 6 anos mas sofrem um interregno, entre finais de 1958 e o ano de 1959, em virtude de Mário Simões e Rueda terem de cumprir um contrato no Hotel Polana, em Moçambique.

Mário Simões e seu conjunto/1956 (2ª formação - Casino do Estoril): Mário Simões(acordeão/piano e vocalista), Raul Paredes (contrabaixo), Jaime Nascimento (em primeiro plano - guitarra/vibrafone/vocalista), Rueda (bateria) e Hélder Reis (piano)

Durante este breve período, a direcção da Orquestra ficaria a cargo de Hélder Reis que, juntamente com Jaime Nascimento, irá gravar alguns êxitos pela etiqueta Alvorada.
Com o retorno de Mário Simões, no inicio da década de Sessenta, o Conjunto volta a reunir-se e ficará com aquela que foi a sua formação mais consistente, produtiva e duradoura. 
Contava com Raul Paredes (contrabaixo), Domingos Costa Pinto (bateria), Hélder Reis (piano/acordeão) e Jaime Nascimento (guitarra eléctrica/vibrafone/vocalista).

Mário Simões e seu Conjunto (3ª e última formação - Julho de 1964), na Boite Cave. Da esquerda para a direita: Mário Simões (piano/acordeão, vocalista), Raul Paredes (contrabaixo), Jaime Nascimento (guitarra, vibrafone e vocalista) e Domingos Costa Pinto (bateria). 

É por esta altura que Toni Ramalho, contrabaixista do Tony Hernandez e seu Conjunto, tem contacto com Mário Simões, num baile de primeiro de Dezembro, na Guarda, onde o recorda como "...um professor brincalhão e sempre pronto a ajudar os mais novos que tinham começado há pouco nas lides musicais...". 
No início da década de Setenta, Mário Simões opta por uma carreira a solo, ingressa no Casino da Figueira da Foz onde irá permanecer até 1999, retornando a Lisboa onde, em virtude de doença prolongada, virá a falecer em 2005. 
Jaime Nascimento recorda-se daqueles tempos e considera o Conjunto Mário Simões como "... um virar de página na música portuguesa e uma referência para outros grupos que foram aparecendo...sobretudo pelo dinamismo e alegria do Mário, pela forma como nos conduzia, o reportório que tocava, pelas suas composições e pela interpretação instrumental e vocal...".

Texto por Rafael Amorim, a quem agradecemos. 

Fotografias e EPs/single/78 rpm gentilmente cedidos pelo nosso amigo Jaime Nascimento (guitarra do grupo), a quem muito agradecemos.
Pesquisa e texto por Rafael Amorim, a quem estamos gratos pelo empenho e colaboração.
Alguns dos temas aqui reunidos foram ripados do vinil (inclui o tema Canção do Mar, extraído de um disco de 78 RPM), pelo que poderão apresentar eventuais deficiências. 
Digitalização áudio e Masterização por Carlos Santos.
Capas e grafismo por João Romão.

Rock Em Português - Anos 60, V/A (Portugal 1960 -1969) - VOL. 1




Rock Em Português - Anos 60, V/A (Portugal 1960-1969) - VOL. 1.

Trata-se do VOL. 1 de uma compilação pessoal onde se encontram reunidos vários temas e êxitos de grupos e artistas nacionais da década de 60, cantando em português e cujos temas foram maioritariamente “ripados” do vinil, com algumas deficiências inerentes. Não é mais que uma pequena homenagem aos “primeiros roqueiros” deste país e aos primórdios do Rock em Portugal.
Alguns dos temas são considerados raros.

Sobre o Rock e no que diz respeito à realidade portuguesa, naquela época (50 e 60’s) o país estendia-se desde este pedacinho de terra “à beira mar plantado” na Europa até Macau, passando evidentemente por Angola, Moçambique e as restantes colónias. Isto quer dizer que o Rock em Portugal também tinha em linha de conta os grupos das chamadas “Colónias Ultramarinas”. 
Segundo António A. Duarte, no seu livro, "A Arte Eléctrica De Ser Português – 25 Anos de Rock’n Portugal“, as primeiras manifestações de rock no nosso país nascem de fórmulas importadas”, baseadas nos grandes êxitos de Bill Haley, Little Richard, Chuck Berry, Cliff Richard/Shadows ou Elvis Presley que iam chegando ao país através de discos. 
O rock era a alternativa para a camada mais jovem da população portuguesa, que não alinhava com as canções dos velhos, o nacional-cançonetismo, como também não se interessava pela balada. O Rock era para o pessoal das escolas e dos liceus, para ser dançado “despreocupadamente”, nos tempos livres, para ser cantarolado e copiado pela malta que conseguia uns instrumentos à custa dos pais.” 
“Os grupos de rock portugueses do início dos anos 60 têm, entre outros, mais um problema para resolver, caso queiram cantar na sua língua materna. É que a língua, segundo alguns, não se adaptava com facilidade aos temas e ritmos (apesar de os grupos anglo-saxónicos apresentarem por vezes letras simples e de conteúdo, nalguns casos, bastante pobre). Experiências muito curiosas são levadas a cabo por alguns grupos, como os Tártaros, numa tentativa de construção dum rock, cantado em português, sobre raízes ou temas do folclore nacional.” 
Um dos verdadeiros pioneiros do Rock em Portugal foi José Cid com os velhos “Babies” (o primeiro grupo português de rock’n roll, em 1955) que ainda hoje canta e encanta. É sem dúvida um dos poucos músicos da primeira geração rock portuguesa que ainda actua com regularidade. 
Muitos nomes apareceram com algum êxito na ribalta, nos primórdios dos anos 60, tanto individualmente como em grupo. Sem pretender excluir algum grupo/artista, saliento no entanto Daniel Bacelar and His Gentlemen/Siderais/Fliers (já falecido), Os Conchas, Fernando Conde e o Satins/Mistério/Eletrónicos, Zeca do Rock, Victor Gomes e os Gatos Negros/Siderais e outros grupos emblemáticos (para a época) como os Demónios Negros (quatro rapazes com cabelos à Beatle e que se tinham atrevido a tocar o tema de Raul Ferrão, "Coimbra", em ritmo de Twist e com instrumentos eléctricos…!!!), ou os Ekos, Os Plutónicos, Os Tubarões, Os Night Stars (de Moçambique), Os Rocks (de Angola), Sheiks, os Jets, os Claves e tantos outros. Para além deles, havia também os seguidores dos Shadows (instrumentais), como os Titãs, Os Tártaros, Os Espaciais, Os Guitarras de Fogo, o Conjunto Mistério e muitos outros, como era próprio da época. Mas, para além dos mencionados, proliferavam muitos outros grupos roqueiros, um pouco por toda a parte...

Fonte: Notas parcialmente retiradas da obra de António A. Duarte, A Arte Eléctrica De Ser Português – 25 Anos de Rock’n Portugal.

Faixas / Track List: 

01 - Daniel Bacelar com Os Gentlemen - Se Eu Enlouquecer (65) 
02 - Os Conchas - Oh! Carol (60) 
03 - Os Espaciais - Só Eu Sei (67) 
04 - Paula Ribas - Se Tu Me Queres Beijar (61) 
05 - Zeca do Rock - Sansão Foi Enganado (1961) 
06 - Os Impacto - Uma Velha Foi À Feira (69) 
07 - Os Conchas - Adão e Eva (60) 
08 - Conjunto Night Stars - Eu Sei (66) 
09 - Paulo Alexandre e os Telstars - Dancemos o Twist (63) 
10 - Fernando Conde - A Luz (65) 
11 - Duo Ouro Negro - Agora Vou Ser Feliz (64) 
12 - Os Conchas - Suzana (64) 
13 - Os Ekos - Lamento Aos Céus (65) 
14 - Os Tártaros - Pistoleiro (65) 
15 - Os Álamos - O Comboio (66) 
16 - Valério Silva & Os Dinâmicos - História de Namorados (66) 
17 - Sheiks - Copo (65) 
18 - Fernando Conde - Amar, Viver, Sonhar (65) 
19 - Daniel Bacelar com Conjunto Abril Em Portugal - Tenha Pena (61) 
20 - Os Diamantes - Claudette (66) 
21 - Gino Garrido E Os Plutónicos - Estou Só (67) 
22 - Os Rebeldes - Tiro Liro (66) 
23 - Os Galãs - Suzy (67) 
24 - Os 5 Bambinos - Eu Chamo Por Ti (66) 
25 - Os Espaciais - Não Brinques Com o Coração (66) 
26 - Demónios Negros - Quero Que Voltes (66) 
27 - Daniel Bacelar - Miudita (65) 
28 - Paula Ribas - Por Acaso Até Gosto (67) 
29 - Conjunto Académico João Paulo - Hully Gully Do Montanhês (65) 
30 - Os Ekos - Só (66)

Agradecimento a todos os que, de alguma forma, colaboraram para tornar possível a realização desta compilação.

Recolha, alinhamento, digitalização, masterização (áudio), por Carlos Santos. 
Arranjos gráficos e adaptação das capas, por João Romão.

Barbara Marques realiza show em projeto promovido pelo Café Paon


MPB21: Barbara Marques realiza show em projeto promovido pelo Café Paon
Cantora faz apresentação de estreia ao lado de outros artistas da nova geração, na quinta-feira, dia 22

A cantora e compositora Barbara Marques integra a programação musical do MPB21 promovido pelo Café Paon, com estreia na quinta-feira, 22. O projeto contempla a música brasileira do século XXI, contando com a participação de talentos da nova geração. A artista revelação, que já esteve na casa em show anterior, apresenta os hits do seu primeiro álbum autoral “Sem Rascunho” e também sucessos consagrados, ao lado de outros cantores que sobem ao palco a partir das 21h30 no Café Paon. A famosa casa de shows faz questão de contribuir para o incentivo da cultura neste projeto que oferece espaço para novos nomes.
Como expoente da música nacional, Barbara Marques esbanja versatilidade com seu estilo MPB que mescla a essência brasileira junto à ritmos universais. O resultado dessa mistura é um som singular, bastante feminino e cheio de emoção. 

SERVIÇO
DATA: 22/03
HORÁRIO: 21H30
LOCAL: CAFÉ PAON
ENDEREÇO: AV. PAVÃO, 950 – MOEMA
COUVERT ARTÍSTICO: Consultar: www.ingressorapido.com.br 
INFORMAÇÕES: 5041-6738/ 5533-5100
SITE OFICIAL: www.barbaramarques.com 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

António Carlos & Jocafi - Acervo Especial

quarta-feira, 21 de março de 2012



António Carlos e Jocáfi formam uma dupla de cantores e compositores brasileiros, nascidos na Bahia, que começaram a carreira em 1969 no Festival Internacional da Canção e fizeram sucesso na década de 1970. Os nomes verdadeiros dos componentes da dupla são: António Carlos Marques Pinto e José Carlos Figueiredo. António Carlos Marques Pinto era guitarrista da orquestra do maestro Carlos Lacerda e Jocafi (José Carlos Figueiredo), chegou a estudar Direito e tinha algum prestígio na Bahia como compositor quando se conheceram, em 1968. Na década de 70 trocaram a Bahia pelo Rio de Janeiro e gravaram alguns sucessos pela RCA, como "Você Abusou" e "Toró de Lágrimas". Participaram em festivais no Brasil e no exterior. Tiveram composições inseridas em trilhas sonoras de novelas e mini-séries, algumas como tema de abertura. Canções como "Você abusou" foram sucesso na voz de Maria Creuza, que mais tarde se casou com António Carlos. Esta antologia foi editada em 1993.  A dupla continua actuando e gravando. Vários LPs editados.



Outros sucessos:
"Jesuíno Galo-Doido"
"Dona Flor e Seus Dois Maridos"
"Desacato"
"Toró de lágrimas"
"Mas que doidice"

Fonte: Wikipedia

Faixas / Track List:

01. Você Abusou
02. Desacato
03. Meia Noite
04. Dona Da Casa
05. Terceiro Ato
06. Toró De Lágrimas
07. Minhas Razões
08. Dona Flor E Seus Dois Maridos
09. Teimosia
10. Mudei de Idéia
11. Nego Me Chamou De Imbecil
12. Fraqueza
13. Glorioso Santo António
14. Presepada 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos.

Lloyd Price - Mr. Personality (LP 1976)



Lloyd Price - Mr. Personality (Reedição LP ABC Records 6-28-407-022 /1976), acompanhado pela Orquestra conduzida por Don Costa. A edição original é de 1959.

Lloyd Price (9 de Março de 1933) é um cantor americano. Nascido num subúrbio de Nova Orleans, Price tinha formação musical formal no trompete e piano, cantou no coro da sua igreja evangélica e foi membro de um conjunto musical na escola. 


A sua carreira iniciou-se em 1952. Nesse ano, a sua primeira gravação, "Lawdy Miss Clawdy" foi um enorme sucesso na Specialty Records. Sete anos depois de ter começado a cantar, tornou-se mundialmente conhecido graças ao grande sucesso da canção “Personality”. Juntamente com Fats Domino e Dave Bartholomew, é um dos principais representantes do estilo musical de New Orleans que deu origem ao Rock’N’Roll. 

Faixas/Track List: 

A1. Personality 2:35
A2. Mary Anne 2:33
A3. Time After Time 2:17
A4. Have You Ever Had The Blues 2:05
A5. Yakety-Yak--Bing Bang 2:00
A6. I Only Have Eyes For You 1:49
B1. I'm Gonna Get Married 2:18
B2. Dinner For One 2:18
B3. Is It Really Love? 1:40
B4. Poppa-Shun 2:33
B5. All Of Me 2:52
B6. I Want You To Know 2:15 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martis, a quem agradecemos.
Ripado e masterizado do vinil por Carlos Santos.

Manfred Mann - Ha! Ha! Said The Clown (EP 1967)

terça-feira, 20 de março de 2012


AQUI:    ou    ALI:

Manfred Mann - Ha! Ha! Said The Clown (EP Fontana 465376 ME, 1967). 
Edição portuguesa.

Faixas / Tracks: 
Ha! Ha! Said The Clown / Feeling So Good / Each And Every Day / All I Want To Do

A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blogue.

As capas deste EP foram-nos gentilmente cedidas por António Manuel Freitas, a quem agradecemos.
Temas disponibilizados por Carlos Santos.

Sharon Tandy - You Gotta Believe It's...Sharon Tandy (1965/1969)





Sharon Tandy - You Gotta Believe It’s... Sharon Tandy! (1965/69). 

Trata-se de uma excelente e quase completa compilação com 26 faixas (+ um bónus) do material editado entre1965-1969 desta formidável cantora sul-africana, apenas com um interregno relativo ao seu período como residente em Inglaterra, incluindo 17canções dos seus singles Atlântico 1966-1969, os seus dois singles PYE 1965, e cinco músicas inéditas que ela gravou para a Stax, em Memphis, em 1966. Sharon Tandy é uma cantora de soul com uma enorme versatilidade vocal, misturando vários tons e estilos, British pop e até mesmo alguns reflexos do mod-psicadélico. 


A Inglaterra foi um dos países que melhor assimilou a música negra ao longo dos tempos. No pós guerra, a influência americana no mundo acentuou-se mais ainda. Já era comum as rádios do mundo todo tocarem blues, jazz e soul. Isto fez com que uma geração inteira de jovens brancos fossem influenciados por estes géneros. Sharon Tandy fez parte desta geração. 
Sul-Africana de nascimento, a jovem judia mudou-se para Londres aos 17 anos graças a Frank Fenter, cabeça da Atlantic Records no Reino Unido. Apaixonada por Fenter e com esperança de se tornar uma cantora de renome, casaram-se e começaram uma união que não era apenas entre as quatro paredes, já que graças aos contactos do marido da mesma nacionalidade, Tandy conseguiu lançar diversos singles pela Atlantic, ao longo dos anos 60. 
Vivendo na efervescência da Swinging London sessentista, a cantora foi muito influênciada pelo Soul e pelo R/B, ritmos que embalavam a cena e as ruas de Carnaby Street. Impecavelmente vestida, foi aos poucos ganhando o seu reconhecimento e algumas participações em programas, como o lendário Beat Club da Alemanha, que “só” recebeu a maioria dos artistas relevantes da música pop, nos sete anos que esteve no ar. 
O seu primeiro single em Inglaterra, “Now that you’ve gone”, foi lançado pela Pye Records e é um soul orquestrado. Tandy utiliza a sua voz soulful ao seu jeito, sem emular influências negras, algo comum entre muitos brancos que tentaram cantar soul. Aliás, esse estilo espontâneo que ela tinha na sua voz era o seu charme. 
Com o apoio do marido, os contratos, músicos e os estúdios não faltavam. Unindo esse apoio com sua linda voz, Tandy chegou a gravar em 66 com Isaac Hayes e os míticos Booker T & The Mgs, a backband da Stax. Até hoje, a cantora é a única branca de fora dos EUA a aparecer na famosa Stax/Volt Tour e a gravar pela label de Memphis. Nesta session, foram gravadas cinco faixas que só apareceriam em disco na coletânea “You Gotta Believe It’s…Sharon Tandy”, lançada 38 anos depois. Uma jóia! 
Nos anos seguintes, a Swinging London foi perdendo gás. A "psicadelia" já era a menina dos olhos da juventude inglesa. Sharon Tandy nessa época gravou com o Les Fleur de Lys, um dos grupos empresariados pelo seu marido e que não seguiu a onda psicadélica que surgia. “Hold On” é a faixa que mais representa o período. A voz soulful de Tandy torna-se um pouco mais agressiva, mas mantém o ar sexy dos singles anteriores. O espírito garageiro deixa tudo isso ainda mais interessante. 
O seu casamento com Frank Fenter terminou no final dos anos 60. Desiludida, Sharon Tandy voltou para sua terra natal em 1970. A mudança foi frutífera, já que conseguiu vários hits utilizando uma faceta mais rock e menos soulful. 
Nos últimos anos, como outros artistas sessentistas que vêm ganhando novamente o interesse do público, a cantora fez uma elogiada apresentação no London’s 100 Club em 2004. Mantém-se em actividade e continua a mostrar o seu charme e a qualidade de uma das maiores cantoras brancas de Soul music

Fonte: Parcialmente retirado de um texto de Raphael Morone (coletivoaction.com ).


Sharon Tandy (born Sharon Finkelstein; c. 1947) is a South African singer who achieved some success in the United Kingdom in the 1960s as part of the blue-eyed soul and freakbeat movements. In 1966, she recorded some songs at Stax studios, a rarity for a white singer. She also had several chart hits in South Africa in the 1970s. 
60's - Based in Johannesburg, Tandy appeared in South Africa's first beat film, Africa Shakes, and moved to England in 1964 at the suggestion of Frank Fenter, UK head of Atlantic Records, whom she later married. She released several singles between 1965 and 1969, and although none was a hit, she appeared on several contemporary television programmes, such as Beat Club. She has been described by Richie Unterberger as "blue-eyed soul singer rather in the mold of Dusty Springfield, both in terms of her voice and her versatility, blending various shades of soul, British pop, and even some tinges of mod-psychedelia." Her voice has also been compared to those of Julie Driscoll and Christine Perfect.
In 1966 she recorded tracks at Stax Records' McLemore Avenue studios, backed by Booker T. & the M.G.'s and Isaac Hayes, and was an opening act on the 1967 Stax/Volt Tour of Europe. That year she also teamed up with another of Fenter's bands, Les Fleur de Lys and recorded several singles for the Atlantic label and a session for John Peel's "Top Gear". She recorded a single for Polydor in 1967 credited to "Debrah Aire" featuring more pop styled tracks, but this also flopped. However, the combination of lack of commercial success and the breakdown of her relationship with Fenter led to her return to South Africa in 1970. 
Later career 
As half of various duets, Tandy scored three South African Top Ten hits between 1972 and 1978. However, little success followed these recordings. In 1989, she appeared in the South African boxing film Brutal Glory as a singer. 
After her return to the UK, nostalgic interest in 2004 resulted in her playing a gig at London's 100 Club; a reviewer commented "the band struck up with a couple of driving soul numbers and were then joined by the diminutive Tandy to a rapturous reception. The smile on Sharon's face could have lit up a small town and did not once dim throughout the show... Sharon simply radiated enjoyment, absolutely loving the opportunity to be singing again." 

Fonte: Wikipedia


Faixas / Tracks:

01 You've gotta believe it 
02 Hold on 
03 I can't get over it 
04 Our day will come 
05 Perhaps not forever 
06 One way street 
07 Hurry hurry choo choo 
08 Daughter of the sun 
09 Toe hold 
10 Love is not a simple affair 
11 Look and find 
12 I wanna be your baby 
13 The way she looks at you 
14 Hurtin' me 
15 For a little while 
16 Stay with me 
17 I've found love 
18 Move a little closer 
19 Gotta get enough time 
20 Border town 
21 Things get better 
22 World 
23 He'll hurt me 
24 Now that you've gone 
25 Somebody speaks your name 
26 Two can make it together 

BONUS
27 Hello A (Sharon Tandy And Billy Forrest)

Álgum gentilmente cedido por Carlos Santos. 

Adelaide Ferreira - Baby Suicida (Single 1981)

segunda-feira, 19 de março de 2012



Adelaide Ferreira - Baby Suicida (Single Vadeca VN - 2022ES, 1981)

Faixas / Tracks: 01. Baby Suicida / 02. A Tua Noite

Maria Adelaide Mengas Matafome Ferreira (Minde, Alcanena, 23 de Setembro de 1959) é uma actriz e cantora portuguesa.
Recebeu a sua formação em teatro através do CENDREV - Centro Dramático de Évora (1976) ingressando, de seguida, no Grupo 4 do Teatro Aberto, onde trabalha sob a direcção de João Lourenço contracenando com Lia Gama, Rui Mendes, Henriqueta Maia, Irene Cruz, entre outros. Aí participa em espectáculos como Os Macacões e O Caso da Mãozinha Misteriosa, de Ary dos Santos; O Chá dos Generais, de Boris Vian; Crónica Atribulada do Esperançoso Fagundes, de Luís de Sttau Monteiro; Corpo Delito na Sala de Espelhos, de José Cardoso Pires; Andorra, de Marx Fritch de que foi protagonista em 1980.
Grava os singles "Meu Amor (Vamos Conversar os Dois") e "Espero Por Ti" que tiveram a participação de Paulo de Carvalho.
Entretanto trabalha no cinema participando no filme (Kilas o Mau da Fita) de José Fonseca e Costa.
Em 1981 edita o single Baby Suicida que se torna um grande sucesso.

Adelaide Ferreira - Baby Suicida (from Youtube).

Edita novo single com os temas "Bichos" e "Trânsito". Edita em 1983 o máxi-single "Não Não Não".
No Festival RTP da canção de 1984 vence o prémio de interpretação com o tema "Quero-Te, Choro-Te, Odeio-Te, Adoro-Te". É convidada para o Festival da OTI, realizado no México, onde fica em 2º lugar com o tema "Vem No Meu Sonho".
É maioritariamente conhecida pelos seus magníficos desempenhos vocais, atingindo altíssimos agudos, tão bem quanto os seus graves.
Conhecida como a "Celine Dion Portuguesa", em 1985 vence o Festival RTP da Canção com o tema Penso Em Ti (Eu Sei) (uma balada), representando Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde terminou num decepcionante 18º lugar (penúltimo, à frente apenas da canção da Bélgica, interpretada por Linda Lepomme) e 9 pontos. Nesse ano estreia-se em televisão na série Duarte E Cia., de Rogério Ceitil (RTP1).
Em 1986 edita o álbum Entre Um Coco e Um Adeus."Amantes Imortais" é o disco de 1989 onde aparece a balada "Dava Tudo".
Em 1995 regressa aos discos com o álbum O Realizador Está Louco editado pela Vidisco.
Em 1998, a BMG lança o álbum "Só Baladas" com algumas das baladas antigas mais bonitas e seis inéditas. O primeiro single é uma nova versão de "Papel Principal" com a participação de Dulce Pontes.
Em 2000 é editado o álbum Sentidos.
Em 2006, Adelaide Ferreira, regressou à música pela mão do produtor Luís Jardim, que com ela assinou Mais Forte que a Paixão, disco gravado entre Lisboa e Londres.
Em 2008, lança o álbum O Melhor de Adelaide Ferreira, onde junta todos os seus melhores êxitos. Nesse mesmo ano, cantou ao lado de Beatriz Costa, participante do concurso "Uma Canção para ti".
Em 2011 lança o álbum Esqueço-me de te esquecer tendo como single "Adeus" e "Esqueço-me de esquecer".

As capas do Single foram-nos gentilmente cedidas pelo nosso amigo António Manuel Freitas, a quem agradecemos.
Os temas foram masterizados e disponibilizados por Carlos Santos

Jovem Guarda - Acervo Especial (Brasil)



Jovem Guarda - Acervo Especial, é uma viagem fantástica através da música da época, lembrando grandes ídolos.Com 14 espetaculares êxitos, salientam-se as interpretações de, entre outros, Waldirene, Celly e Tony Campello, Antonio Marcos ou Demetrius. Mais uma excelente compilação!

Faixas / Track List 

1. Ronnie Cord - Rua Augusta (2:37) 
2. Erasmo Carlos - Festa de Arromba (3:02) 
3. Waldirene - A Garota do Roberto (2:16) 
4. Os Incrí­veis - Era Um Garoto Que Como Eu... (3:29)
5. Demetrius - Nas Voltas Do Mundo (2:07) 
6. Sergio Murilo - O Pão (3:30) 
7. Antonio Marcos - Tenho Um Amor Melhor Que O Seu (4:39) 
8. Celly Campello - Estúpido Cupido, Banho De Lua (3:09) 
9. Sérgio Reis - Coração de Papel (3:08) 
10. Vanusa - Pra Nunca Mais Chorar (2:14) 
11. Carlos Gonzaga - Oh Carol (2:08) 
12. Tony Campello - Boogie do Bebê (2:00) 
13. Ed Wilson - O Carro do Papai (2:31) 
14. George Freedman - Coisinha Estúpida

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Dia do Pai



Um Pai é...
Alguém para
se orgulhar.
Alguém para se
agradecer e,
especialmente
Alguém para se amar.

FELIZ DIA DO PAI!

Bártolo Valença (Rapazes do Ritmo)

domingo, 18 de março de 2012


Link retirado a pedido da Editora.

Bártolo Valença (Rapazes do Ritmo) - Até à Vista Lisboa (EP Rapsódia EPF 5.296)

EP gentilmente cedido por Luís Futre. Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.