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Françoise Hardy ‎– Françoise Hardy (Canta Per Voi In Italiano) (LP 1963)

sábado, 15 de setembro de 2018



Françoise Hardy ‎– Françoise Hardy (LP Disques Vogue ‎– LPJ 5034, 1963). 
Produção: Jacques Wolfsohn. 
Género: Pop. 


Françoise Hardy Canta Per Voi In Italiano” é um álbum da famosa cantora francesa Françoise Hardy, onde todas as canções são interpretadas em italiano. Destinado ao mercado italiano, nunca foi editado em França. A edição original foi lançada em novembro de 1963, em Itália. 
Em 1962, motivada pelo sucesso que obteve em território francês, a discográfica Vogue inicia, sem perder tempo, a conquista do mercado italiano. Na época, as canções francesas são difundidas e a recepção em Itália parece favorável à adaptação desses temas para a língua italiana. Com arranjos orquestrais mais bem elaborados, a adaptação das canções para o italiano é bastante diferente do seu primeiro álbum, em francês. A estratégia vale a pena. O êxito francês repete-se em Itália. "Quelli della mia età" ("Tous Les Garçons et Les Filles") conquista, assim como ocorrera em França, o favoritismo do público. O álbum atinge aproximadamente o mesmo recorde de vendas. Após uma apresentação em 23 de março, representando o Mónaco no Festival Eurovision, com a canção "L'Amour s'en va" (quinta posição), a adaptação "L'amore va" torna-se um sucesso notável. 


Faixas/Tracklist: 

A1 L'Età Dell Amore (Le Temps De L'Amour) (Pallavicini, Salvet, Dutronc, Morisse) 
A2 Il Tuo Migliore Amico (Ton Meilleur Ami) (Pallavicini, Hardy, Samyn) 
A3 È All'Amore Che Penso (C'Est A L'Amour Auquel Je Pense) (Pallavicini, Hardy, Samyn) 
A4 Una Ragazza Come Le Altre (Comme Tant D'autres) (Vito Pallavicini, F. Hardy) 
A5 Quelli Della Mia Età (Tous Les Garçons Et Les Filles) (Pallavicini, Hardy, Samyn) 
B1 L'Amore Va (L'Amour S'En Va) (Pallavicini, Hardy) 
B2 Ci Stò (J'Suis D'Accord) (Pallavicini, Hardy, Samyn) 
B3 Per Tanto Tempo (Bien Longtemps) (Pallavicini, Hardy) 
B4 Oh Oh Cheri (Pallavicini, Trammell) 
B5 Io Vorrei (Capirti) (Saurai-Je) (Pallavicini, Hardy) 

Condução de Orquestra: Ezio Leoni. 
Orchestra – Ezio Leoni E La Sua Orchestra 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo A. Carpinteiro, a quem agradecemos.

The Third Eye ‎– Searching (1969)

sexta-feira, 14 de setembro de 2018



The Third Eye ‎– Searching (1969). 
(álbum originalmente lançado em LP pela Polydor ‎– 277030, 1969/South Africa). 
Produtor – Billy Forrest. 
Género: Rock, Folk, Rock Psicadélico e Progressivo. 

Searching” foi o segundo álbum da banda sul africana “The Third Eye”, lançado em 1969, alguns meses depois do primeiro, “Awakening”. 
“Searching “ oferece-nos uma visão da evoluída cena rock sul-africana, do final da década de 60. 
O álbum consiste num rock progressivo com elementos de rock psicadélico. As influências jazzísticas que vinham do primeiro álbum (“Awakening”) praticamente desapareceram neste segundo LP. 
A música é pesada, as letras cheias de declarações políticas, mais psicadélicas que o anterior álbum, na direcção do underground. A faixa de 14 minutos “Awakening” é realmente incrível, com excelentes e pesadas passagens de órgão e guitarra. 
Este disco dos Third Eye foi lançado originalmente pela Polydor em 1969. Hoje, os originais deste álbum são muito raros. 


The Third Eye foi uma banda Sul Africana de rock progressivo, formada em Durban, em 1968. O grupo teve o mérito de gravar a primeira “suite” de rock da África do Sul, o seu álbum "Awakening", escrito por Maurice Saul e produzido por Hennie Bekker e Billy Forrest. 
Esta excelente banda sul africana fazia um som de primeira linha unindo o rock progressivo e o psicodelismo como poucos. 
A banda era constituída por Dawn Selby (teclados) e o seu irmão Ron na guitarra, auxiliados pelo guitarrista/vocalista e compositor Maurice Saul, pelo baixista Mike Sauer e pelo baterista Robbie Pavid. Tal como acontece com outras bandas sul-africanas do final dos anos 60 e início dos anos 70, muito do seu material consistia em versões, pelo menos no início. 
O grupo recebeu o apoio da LM Radio, a primeira estação de rádio comercial de África que transmitia a partir dos estúdios de Lourenço Marques, actual Maputo, em Moçambique. 

Faixas/Tracklist: 

A1 - A Sad Tail (Maurice Saul) 5:34 
A2 - Selby's Hospitality (Maurice Saul) 2:09 
A3 - Retain Your Half-Ticket (Maurice Saul) 3:56 
A4 – Stagemakers (Maurice Saul) 5:34 
B1 – Awakening (Maurice Saul) 13:52 
B2 - I Can't Believe It (Maurice Saul) 3:07 

Músicos/Personnel: 

Vocalista, Guitarra - Maurice Saul 
Guitarra Solo – Ronnie Selby 
Baixo [6 cordas] – Mike Sauer 
Bateria, Tabla – Robbie Pavid 
Piano, Órgão – Dawn Selby 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano, John Lyle, a quem agradecemos. 
Album kindly provided by our South African friend, John Lyle, whom we thank.

Don McLean ‎– American Pie (LP 1971)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018


AQUI:  ou  ALI:

Don McLean ‎– American Pie (LP United Artists Records ‎– UAS-5535, 1971). 
Produtor – Ed Freeman. 
Género: Folk, Folk Rock. 

Em “American Pie“, Don McLean refere que se inspirou, para compôr este álbum de 1971, nas lembranças da morte de Buddy Holly em 1959, num acidente de avião logo após um concerto. Buddy era o seu herói e a sua maior inspiração. O cantor também refere que o tema representa a mudança da cena artística dos anos 50 para os anos 60, tanta política como musical, metaforicamente começando em mono e depois tornando-se em stereo. 
American Pie” é o segundo álbum de estúdio de Don McLean, lançado em 24 de outubro de 1971. O álbum alcançou o número um na Billboard 200, contendo os singles que chegaram ao topo das paradas, “American Pie” e “Vincent”. O LP é dedicado a Buddy Holly. 
O disco rapidamente atingiu o topo das paradas nos EUA e no Canadá. Ficou quatro semanas em primeiro lugar no ranking da revista americana Billboard. Em 2001, a música título, “American Pie” foi eleita a “top five” num ranking das 365 melhores músicas do século XX pela Recording Industry Association of America e a National Endowment of the Arts. No livro “1001 Albums You Must Hear Before You Die” (1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer), organizado por Robert Dimery, “American Pie” está entre os eleitos a serem ouvidos pela humanidade, antes de morrer. 
American Pie, acima de tudo, é um tributo à música dos anos 60. 


Don McLean (Nova Iorque, 2 de outubro de 1945) é um cantor e compositor americano, tendo ficado famoso pela canção “American Pie”, uma canção folk-pop de oito minutos e meio que atingiu o topo das paradas americanas. Iniciou a sua carreira em meados dos anos 60, tocando em clubes de Nova Iorque, escolas primárias e em prol de causas ambientais. 
Os seus sucessos mais destacados são, “American Pie”, “Vincent” (um tributo a Vincent van Gogh), Castles in the Air, Since I Don't Have You e Crying. 
Mantém-se em actividade desde 1969. 


Faixas/Tracklist: 

A1 American Pie (Don McLean) 8:27 
A2 Till Tomorrow (Don McLean) 2:11 
A3 Vincent (Don McLean) 3:55 
A4 Crossroads (Don McLean) 3:34 
B1 Winterwood (Don McLean) 3:09 
B2 Empty Chairs (Don McLean) 3:24 
B3 Everybody Loves Me, Baby (Don McLean) 3:37 
B4 Sister Fatima (Don McLean) 2:31 
B5 The Grave (Don McLean) 3:08 
B6 Babylon (Trad.) 1:40 

Álbum gravado no Record Plant, N.Y., em maio/junho de 1971. 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz, Guitarra Acústica, Banjo – Don McLean 
Baixo, voz – Robbie Rothstein 
Bateria – Tom Flye 
Bateria e Percussão – Roy Markowitz 
Guitarra Eléctrica – David Spinoza 
Piano Eléctrico – Ray Colcord 
Marimba, Vibrafone – Mike Mainieri 
Piano – Paul Griffin, Warren Bernhardt 
Arranjos - Don McLean, Ed Freeman, Lee Hays 
Coros - West Forty Fourth Street Rhythm and Noise Choir 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Mitch Ray, a quem agradecemos.

The Band ‎– The Band (LP 1969)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018



The Band ‎– The Band (LP Capitol Records ‎– STAO-132, 1969) 
Produção - John Simon. 
Género: Rock, Folk Rock. 

The Band” é o segundo álbum de estúdio do grupo homónimo. Lançado em 22 de setembro de 1969, é considerado um dos trabalhos mais significativos da carreira do conjunto, contendo algumas das suas canções de maior sucesso, como "The Night They Drove Old Dixie Down" e "Up on Cripple Creek". 
“The Band” foi visto como um álbum conceitual, com as músicas focadas em pessoas, lugares e tradições associadas à América do passado. O LP apresenta canções que evocavam os Estados Unidos rural dos velhos tempos, da Guerra de Secessão ("The Night They Drove Old Dixie Down") à sindicalização dos empregados das fazendas ("King Harvest (Has Surely Come)"). 
Foi considerado um álbum excelente, tanto pelo público como pela crítica e, segundo alguns, a gravação exerceu forte impacto em músicos contemporâneos como Eric Clapton ou George Harrison, que citaram os The Band como uma influência definitiva na sua direcção musical no final da década de 60 e início de 70. 
Devido à cor acastanhada da capa, é também conhecido como “The Brown Album”, inspirado no “White Album” dos Beatles. 
The Band foi incluído no Hall da Fama da Música Canadiana em 1989 e no Hall Of Fame do Rock and Roll, em 1994. Em 2004, a revista Rolling Stone listou-os na 50ª posição entre os "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos", e em 2008 o grupo foi premiado com um Grammy pelo conjunto da obra. 
O álbum “The Band” chegou à 9ª posição das paradas de álbuns pop da Billboard e em 2000 foi também listado pela revista na 10ª posição entre os álbuns mais vendidos pela internet. Os singles "Rag Mama Rag" e "Up on Cripple Creek" alcançaram a 57ª e a 25ª posição, respectivamente nas paradas de singles pop. 


The Band foi um conjunto de rock, em actividade de 1967 a 1976 e de 1983 a 1999, com origem em Toronto, Ontário/Canadá. O grupo original era formado por quatro canadianos, Robbie Robertson (guitarra, piano, voz), Richard Manuel (piano, harmónica, bateria, saxofone, órgão, voz), Garth Hudson (órgão, piano, clavinete, acordeão, sintetizador, saxofone) e Rick Danko (baixo, violino, trombone, voz) e um americano, Levon Helm (bateria, bandolim, guitarra, baixo, voz). 
Por ter sido "a banda" que acompanhou vários famosos cantores, Helm decidiu que o nome "The Band" resultaria bem quando o conjunto decidiu seguir a sua própria carreira. O grupo gravou dois dos mais aclamados álbuns do final da década de 60, o seu disco de estreia “Music from Big Pink”, de 1968 (já inserido neste blog) e The Band, de 1969, que aqui apresentamos. 
O grupo separou-se em 1976, reunindo-se novamente em 1983, sem o guitarrista Robertson. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Across The Great Divide (J.R. Robertson) 2:52 
A2 Rag Mama Rag (J.R. Robertson) 3:02 
A3 The Night They Drove Old Dixie Down (J.R. Robertson) 3:30 
A4 When You Awake (R. Manuel, J.R. Robertson) 3:10 
A5 Up On Cripple Creek (J.R. Robertson) 4:29 
A6 Whispering Pines (R. Manuel, J.R. Robertson) 3:55 
B1 Jemima Surrender (L. Helm, J.R. Robertson) 3:30 
B2 Rockin' Chair (J.R. Robertson) 3:40 
B3 Look Out Cleveland (J.R. Robertson) 3:07 
B4 Jawbone (R. Manuel, J.R. Robertson) 4:17 
B5 The Unfaithful Servant (J.R. Robertson) 4:15 
B6 King Harvest (Has Surely Come) (J.R. Robertson) 3:35 


Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz, Bateria, Mandolim, Guitarra – Levon Helm (Mark Lavon Helm) 
Voz, Baixo, Violino, Trombone – Rick Danko 
Voz, Piano, Bateria, Saxofone Baritono, Harmónica - Richard Manuel 
Guitarra – Jaime Robbie Robertson 
Órgão, Clavinet [Clavinete], Piano, Acordeão, Saxofone Soprano, Tenor e Baritono, Trompete – Garth Hudson 
Tuba, Piano Eléctrico, Metais – John Simon (colaborador)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Charly Fletcher, a quem agradecemos.

Carlos Gonzaga ‎– Carlos Gonzaga Canta (LP 1962)

terça-feira, 11 de setembro de 2018



Carlos Gonzaga ‎– Carlos Gonzaga Canta (LP RCA BBL-1169, 1962).
Disco considerado raro.
Género: MPB, Pop.


Carlos Gonzaga, nasceu em Paraisópolis em 10 de fevereiro de 1926. O seu maior sucesso foi a versão de “Diana”, de Paul Anka. De entre várias outras músicas que marcaram a sua carreira destacamos, “Oh Carol”, “Cavaleiros do Céu”, “Juramento de Playboy”, “O telefonema”, entre outras.
Carlos Gonzaga iniciou a sua carreira na década de 40 com um repertório eclético. Gravou também muitas marchinhas de Carnaval. No final dos anos 50, novos estilos e alterações à música da época ocorreram e Carlos Gonzaga, com a sua versatilidade, assimilou essas novas tendências com facilidade e aceitação popular. Além do Brasil, Carlos fez shows em quase toda a América Latina, participou em filmes e em diversos programas de TV.
Carlos Gonzaga Canta” é o seu 5º LP, editado em 1962, onde já se nota a mudança do rock para o country. Lançado pela RCA como cantor de boleros e guarânias nos anos 50, Carlos Gonzaga ganhou fama no Brasil em 1958, ao gravar uma versão de “Diana”, e nunca mais ficou imune à explosão da música pop na década de 60. A RCA remodelou a imagem do cantor e projectou-o como um dos mais populares intérpretes de versões de baladas e rocks românticos. Este é um disco raro que mistura canções originais com versões, como é o caso de “Cavaleiros do Céu” (Riders In The Sky).
Carlos foi campeão de vendas de discos entre 1958 e 1962, ganhando vários prémios.
A biografia deste excelente cantor brasileiro já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist:

A1 - Cavaleiros do Céu (Riders in the Sky) 
A2 - Verônica 
A3 - O Twist (The Twist) 
A4 - Bat Masterson 
A5 - Três Luas 
A6 - Minha Tristeza 
B1 - No Coração do Texas (Deep In The Heart Of Texas) 
B2 - Rock do Brôto 
B3 - Vale do Rio Vermelho (Red River Valley) 
B4 - Falando de Amor 
B5 - Por Que? 
B6 - Adeus, Amor

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo P. Amaral, a quem agradecemos.

El Tarro De Mostaza ‎– El Tarro De Mostaza (LP 1970, Mexico)

segunda-feira, 10 de setembro de 2018



El Tarro De Mostaza ‎– El Tarro De Mostaza (LP Capitol Records ‎– SLEM-230, 1970, Mexico).
Produção – Marcos Lizama.
Género: Rock, Rock Psicadélico.


El Tarro de Mostaza“ é um dos discos mais procurados e valorizados do rock mexicano, que foi gravado pela banda com o mesmo nome, com uma existência efémera.
Originários de Poza Rica, Veracruz, El Tarro de Mostaza gravaram o disco no final da década de 60 (estima-se que tenha sido em 1968) mas o seu lançamento só ocorreu em 1970, já a banda se tinha separado. O disco está carregado de influências psicadélicas de grupos como Pink Floyd, The Doors ou Iron Butterfly, apesar de os temas apresentados serem originais, interpretados em castelhano, algo pouco usual para a época.
O álbum abre com o ambicioso tema "Overtura/Brillo de Luz", uma faixa com aproximadamente 20 minutos de duração.
Apesar do êxito moderado que alcançaram com o álbum, uma vez que atingiram a posição nº 1 na Billboard em espanhol, nos EUA, não voltariam a gravar mais. 
Os integrantes da banda foram, Juan Felipe Castro (guitarrista), Jorge López (organista), Francisco Javier (vocalista), Osar García (baterista) e Santiago Galván (baixista), que formaram o grupo em 1965. Quando gravaram este famoso álbum nenhum deles teria mais de vinte anos.
A banda separou-se em 1969.


Faixas/Tracklist:

A1 Obertura / Brillo de Luz 
A2 Final / Avances 
B1 En Caso de Que Mi Reloj Se Pare 
B2 El Ruido del Silencio 
B3 Amor Por Telefono / Brillo de Luz (Reprise) 
B4 La Fuente del Jardin - Final 


Integrantes/Personnel:

Vocalista – Francisco Javier
Guitarra Baixo – Santiago Galvan Diaz (El Bolillo)
Bateria – Óscar Garcia Casados (El Pipi)
Guitarra – Juan Felipe Castro Osornio
Teclados – Jorge Lopez Martinez

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel Lopez, a quem agradecemos.

Danyel Gerard - Les Plus Grands Succès de Danyel Gerard

domingo, 9 de setembro de 2018



Danyel Gerard - Les Plus Grands Succès de Danyel Gerard. 
Produção – Danyel Gérard. 
Género: Pop, Folk, Chanson. 


Les Plus Grands Succès de Danyel Gerard“ é uma compilação que reúne os maiores sucessos deste artista. Danyel Gerard é um cantor francês, cujo verdadeiro nome é Gerard Daniel Kherlakian, nascido em Paris, em 7 de março de 1939, filho de pai arménio e mãe da Córsega, nascida nas Antilhas e que passou a sua infância no Brasil. 
Gerard é, com Danny Boy (Claude Piron), um dos primeiros cantores do rock'n'roll francês. 
Danyel iniciou a sua carreira em setembro de 1958, tendo gravado um disco de rock, “D'où reviens-tu Billie Boy?”. Em 1962 lança “Petit Gonzales”, “La Leçon de Twist” e “Le Marsupilami”. 
Danyel Gerard foi acompanhado por grupos bem conhecidos como, Les Danger's, Les Fantômes e Les Champions. Continuou a gravar discos de 45 rpm. 
No final de 1969 reaparece, barbudo, usando um chapéu. "Butterfly" será o seu maior e único êxito internacional. Foram vendidos cerca de 13 milhões de discos. Continuou a gravar mas sem atingir o sucesso anterior. Surgem êxitos como, “Ti Lai lai Li”, “Le Gypsy”, “Un Grand Amour”, “Les Temps Changent”, “Melodie Melodie” ou “Marylou”, entre outros. 
Danyel desaparece da cena artística em 1989, passando a dedicar-se aos jovens talentos e à música Country, através da rádio onde trabalha. 
A biografia de Danyel Gerard já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

01. Butterfly (3:26) 
02. Melodie melodie (4:25) 
03. Le Gypsy (3:40) 
04. Les Temps Changent (3:20) 
05. Elle Est Trop Loin (3:55) 
06. Sing a Song (3:28) 
07. Memphis Tennessee (2:35) 
08. Meme un Clown (3:31) 
09. Le Petit Gonzales (2:33) 
10. Je (3:29) 
11. Un Grand Amour (3:02) 
12. Il Pleut Dans Ma Maison (2:34) 
13. Marylou (3:08) 
14. T'as 16 Ans Demain (3:35) 
15. D'Accord d'Accord (2:00) 
16. Sulirane (3:40) 

Músicos Intervenentes/Personnel: 

Voz - Danyel Gérard 
Banjo – Eric Weisberg 
Baixo – Gérard Levavasseur 
Contrabaixo – Jean-Charles Capon 
Bateria – Brian Smith 
Guitarras – Bernard Photzer, Larry Carlton, Yves Chouard 
Teclados – Yves Slim Batteux 
Percussão – Steve Thornton 
Piano – Paul Shaffer 
Vozes de Apoio – Foxy, Serge Haouzi 
Vozes – Alain Weiss, Charlie Brown, Jean Falissard, Peter Kimberley, Richard Scher. 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Jean Pierre Bournet, a quem agradecemos.