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Andrew Gold - The Essential Collection

sábado, 17 de março de 2012


Andrew Gold (1951-2011), falecido no dia 3 de junho/2011, foi um cantor e compositor que chegou ao topo das paradas de sucesso nos anos 1970 com as músicas Lonely boy e Thank you for being a friend. 
Andrew Maurice Gold nasceu no dia 2 de agosto de 1951, filho do compositor vencedor do Oscar Ernest Gold e da cantora Marni Nixon e surgiu em 1973 quando participou na banda de Linda Ronstadt. Ele desempenhou um papel fundamental em músicas como "You're no good" e "When will I be loved?". Gold lançou uma carreira a solo paralela em 1975 num álbum com o seu nome no qual ele tocava a maioria dos instrumentos. A música "Endless flight" foi regravada depois por Leo Sayer. 
No ano seguinte, ele chegou à sétima posição das paradas dos EUA com "Lonely boy", uma música do seu segundo álbum "What's wrong with this picture?". Gold continuou a gravar e fez parceria em 1983 com o cantor inglês Graham Gouldman dos 10CC para gravar três álbuns. Trabalhou com artistas como Wynonna Judd, Vince Gill, Aaron Neville e Celine Dion. 
Na década de 90, Gold gravou a canção-tema para a série "Mad about you", que se chama "Final frontier". O seu último disco lançado foi em 2008, Copy Cat, com canções dos Beatles.


Andrew Maurice Gold was born in Burbank, California and began writing songs at the age of 13. By the early 1970s he was working as a musician, songwriter and record producer for many musicians. In 1975, Gold began his own career recording as a solo artist, releasing four studio albums in the 1970's and many more since then. The hit single "Lonely Boy" reached #7 on the Billboard Hot 100 chart, as well as #11 in the UK chart, in 1977 and has, subsequently, appeared in many film soundtracks, including Boogie Nights and Water Boy. In 1983 Gold formed the band Wax with ex 10cc band member Graham Gouldman.


Faixas / Tracklist: 

CD 1: 
01 - Lonely Boy
02 - How Can This Be Love
03 - Oh Urania (Take Me Away)
04 - Never Let Her Slip Away
05 - Kiss This One Goodbye
06 - You're Free
07 - One Of Them Is Me
08 - Go Back Home Again
09 - Stay
10 - Shadows Of Love
11 - Heartaches In Heartaches
12 - Firefly
13 - Anchors Aweigh
14 - Hope You Feel Good
15 - Love Hurts
16 - Ten Years Behind Me
17 - Thank You For Being A Friend 

CD 2: 
01 - Right Between The Eyes
02 - Bridge To Your Heart
03 - Do Wah Diddy Diddy
04 - Leave Her Alone
05 - Hang My Picture Straight
06 - Nine To Five
07 - I'm Coming Home
08 - Genevieve
09 - Endless Flight
10 - Passing Thing
11 - Angel Woman
12 - That's Why I Love You
13 - Looking For My Love
14 - Still You Linger On
15 - A Note From You
16 - Always For You
17 - Ball And Chain
18 - Don't Play That Song

Álbum duplo gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos. 

Os Tártaros - LP Antologia (1964-1967)


Os Tártaros - Antologia (LP The First Portuguese Surf Garage Group, 1964 /1967). 
Produtores – Edgar Raposo, Luís Futre.

A editora Groovie Records fez em 2012 o lançamento em LP da "Antologia" deste excelente conjunto português da década de 60, "Os Tártaros". 
Este LP compila na integra todos os seus 4 EPs editados pela editora nortenha "Rapsódia", sendo ao todo 16 temas retirados das bobines originais e reeditados pela primeira vez em vinil. 
Oriundos do Porto, os Tártaros foi um dos conjuntos portugueses que (juntamente com os Titãs e o Conjunto Mistério) adaptaram a música popular portuguesa a um estilo de rock/yé yé. 
Formados nos anos 60, participaram em vários concursos yé yé organizados no antigo Cinema Monumental, em Lisboa (verdadeiro acontecimento para a juventude da época, que via estes concursos não só como uma contestação ao regime vigente, mas como afirmação de uma contracultura em oposição à cultura dominante, que na música era representada pelo nacional-cançonetismo, pelo fado e pelos Ranchos Folclóricos uniformes, com os acordeões a dominarem. Pelo menos aqui havia guitarras eléctricas e os cabelos um pouco compridos. 

Os Tártaros gravaram 4 discos em formato de EP 45 r.p.m. entre 1964 a 1967 num género musical que vai do Surf, passando pelo Beat ao Garage Rock, entre os quais o hit "Tartária, talvez o tema surf mais rápido alguma vez gravado na Europa. Segundo António A.Duarte no livro "A Arte Eléctrica de Ser Português, 25 anos de Rock'n Portugal, editado em 1984, a música Tartária foi composta por um elemento do grupo, Francisco Teixeira, e ficará na história do rock em Portugal como o twist mais louco e "speedado" que serviu a muita gente para bater o pé até à exaustão. 
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist: 

A1 Tartária (Francisco Teixeira) 
A2 Pistoleiro (J. Magalhães, J. Gualter) 
A3 Sonho De Um Poeta (J. Magalhães, J. Gualter) 
A4 Já Não Te Quero (Nany Pratas) 
A5 Since I've Lost My Mind (For You) (Alberto Abreu) 
A6 Não Quero Nada (J. Gualter) 
A7 Beijos Teus (J. Magalhães, J. Gualter) 
A8 Serei Feliz Com O Teu Amor (arr. F. Teixeira, Branca Machado) 
B1 Oh Rosa Arredonda a Saia (arr. F. Teixeira, Joaquim Pimentel) 
B2 Magic Moments (J. Magalhães, J. Gualter) 
B3 Engano (Alberto Abreu) 
B4 Fim De Férias (Nany Pratas) 
B5 Encanto Dos Teus Olhos (arr. N. Pratas, P. Lee Stirling) 
B6 Lamento (Nany Pratas) 
B7 Não Quero Ir À Tua Festa (Alberto Abreu) 
B8 Valsa Da Meia Noite (arr. F. Teixeira, F. Amódio)

LP gentilmente cedido pelos nossos amigos Edgar Raposo e Luís Futre, a quem agradecemos.

Cauby Peixoto É Grande Atração do Programa Eli Corrêa (Brasil)


Cauby Peixoto é grande atração do Programa Eli Corrêa 

Cantor consagrado é convidado mais que especial da programação ULTRAFARMA deste domingo na Rede TV! (Brasil)

Neste domingo, dia 18, Eli Corrêa recebe em seu programa o grande artista Cauby Peixoto como convidado musical. O cantor, reconhecido por seu timbre grave e voz aveludada, tem 60 anos de sucesso e carreira. Cauby lançou seu primeiro disco em 1951 e já interpretou Frank Sinatra, Roberto Carlos, Baden Powell, Chico Buarque, Tom Jobim, entre outros compositores. É considerado uma das grandes vozes da era do rádio e foi responsável por tornar clássicas músicas como "Conceição" e "Bastidores". 
Mas, a programação ULTRAFARMA inicia logo a partir das 6hs da manhã! O Padre Gambarine realiza a oração matinal no Encontro com Cristo e, em seguida, o Orientação Previdenciária esclarece dúvidas sobre aposentadoria. Depois, o Padre Juarez de Castro fala sobre mentira no Viver a Vida Vale a Pena. E tem o Programa Eli Corrêa, que é exibido após essa sequência, apresentando importantes nomes da música nacional! Para finalizar o primeiro horário, o Ultrashow continua com matéria exclusiva sobre o Especial Ultrashow Jovem Guarda, evento musical que aconteceu na última terça-feira (13) e contou com a presença de ilustres cantores e convidados. 
A partir das 10hs, Dom Fernando lidera o programa Deus Médico dos Médicos e junto ao Dr. Cristiano Caixeta Umbelino falam sobre “catarata”. Por último, tem a reprise do Ultrashow, para você acompanhar tudo que aconteceu no grande tributo à Jovem Guarda! 
Os programas são produzidos e patrocinados pela ULTRAFARMA, de Sidney Oliveira, e vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! (Brasil).

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Harry Nilsson - Pandemonium Shadow Show (LP 1967)





Harry Nilsson - Pandemonium Shadow Show (LP RCA LSP 3874,1967).

Pandemonium Shadow Show é o segundo álbum de Harry Nilsson. Foi o primeiro resultado do seu contrato de três anos de gravação com a RCA Records, e foi gravado no seu estúdio de Hollywood. Ao contrário de outros discos anteriores, este álbum mostra de sobremaneira  todo o potencial da sua voz.

Harry Edward Nilsson III (15 de junho de 1941 – 15 de janeiro de 1994), foi um cantor e compositor americano de grande sucesso na década de 70. Conhecido em todos os seus álbuns, com exceção dos primeiros, como Nilsson, teve muito sucesso com os singles "Without You", "Everybody's Talkin'" e "Coconut".
As suas canções apareceram em diversos filmes e programas de televisão, e ele foi premiado com dois Grammys; um para "Melhor Vocal Masculino Contemporâneo" com "Everybody's Talkin'" e outro para "Melhor Vocal Masculino Pop" com "Without You". Nilsson morreu em 1994, vítima de insuficiência cardíaca.


Faixas / Track List:

1. Ten Little Indians (2:50)
2. 1941 (2:41)
3. Cuddly Toy (2:50)
4. She Sang Hymns Out Of Tune (2:23)
5. You Can't Do That (2:18)
6. Sleep Late, My Lady Friend (2:42)
7. She's Leaving Home (3:18)
8. There Will Never Be (2:29)
9. Without Her (2:18)
10. Freckles (2:20)
11. It's Been So Long (2:11)
12. River Deep - Mountain High (4:23)
Bonus:
13. As I Wander Lonely (2:00)
14. Sleep Late, My Lady Friend (Mono Single Version) (2:20)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins.
Agradecimento pela colaboração do nosso amigo Jota (http://theoldcollector.blogspot.com


Jaime Nascimento - A Vida e a Obra

sexta-feira, 16 de março de 2012



Jaime Nascimento com o Conjunto Helder Reis - Nasci Cansado (EP Alvorada MEP 60182 - 1958/59). 

Faixas/Tracks: Eu Sei Que Vais Partir / Nasci cansado / Já Te Disse Tanta Vez / Croquetes e Filetes




Jaime Nascimento com o Conjunto Mário Simões - O Gato da Joana (EP Alvorada MEP 60240, 1958/59)

Faixas / Tracks: Ela É de Gritos / As Diabólicas / O Gato da Joana / Ai Meu Baião.




Jaime Nascimento com o Quarteto de Mário Simões - Tá Bem Dêxa (EP Alvorada MEP 60396 - 1958/59). 

Faixas/Tracks: Esses Teus Olhos / Tu Sabes Bem / Tá Bem Deixa / Prece

Estes EPs são já considerados muito raros. Foram todos ripados do vinil (já bastante usado e com algumas deficiências), pelo que o som final não será certamente o melhor, mas vale pela raridade.

Aqui apresentamos os 3 EPs editados por Jaime Nascimento (já falecido) em nome próprio e como intérprete principal (a solo). Trata-se de um excelente (e actualmente quase desconhecido) cantor e guitarrista português. Foi certamente uma das glórias da guitarra eléctrica de outros tempos e por isso, temos a honra de o reapresentar, recordando-o, como forma de o homenagear! 
As datas...as datas dos EPs esvaem-se nas brumas do tempo, mas serão certamente dos finais dos anos 50. Actualmente, Jaime Nascimento conta com 91 risonhas primaveras! Humilde e reservado, mas cheio de carinho pela música que traz dentro de si e uma grande vontade de viver e de reviver as suas lembranças. Mostrou-nos com muito orgulho o seu trabalho e vida desde os 9 anos de idade, os seus discos, as suas guitarras, o xilofone ou o órgão, o amplificador e muitos apontamentos, recortes, revistas e álbuns de fotos que fazem parte das suas recordações, tudo devidamente organizado e rotulado, extremamente arrumado e catalogado. E por mais incrível que pareça, pegou numa das suas guitarras e dedilhou com perfeição algumas notas de um tema de José Afonso...Espectacular! Um encanto!


Jaime Nascimento foi, provavelmente, o primeiro músico português a incorporar uma guitarra elétrica no reportório musical da década de cinquenta. 
Nascido em 19 de Maio de1920, desde cedo, teve contacto com a música a qual, mais tarde, a iria ensinar em troca de pastéis de nata. 
Começa a sua carreira por intermédio de Carlos e João Villaret, fazendo parte dos Star Dust (de curta duração) onde tem contacto com Mário Simões e Jorge Machado. 
Conciliando uma vida profissional ligada ao Ministério das Obras Públicas, com a vida artística, passou pelos Conjuntos de Mário Simões, Hélder Reis e Shegundo Galarza.

Jaime Nascimento tocando Xilofone e guitarra.

Recorda com carinho a sua vivência no Conjunto Mário Simões com o qual gravou diversos discos, dois deles com Amália Rodrigues e Carlos do Carmo. Apresentou-se pela primeira vez, na RTP, em 1957, fez digressões pelo Canadá, América e muitos bailes, festas e eventos em Portugal. 
Em 1958, Hélder Reis toma a direção do Conjunto, devido à saída momentânea de Mário Simões e Rueda, para cumprirem um contrato de um ano no Hotel Polana, em Moçambique. 
É nessa altura que enceta uma breve carreira a solo, acompanhada pelos seus colegas do Conjunto, e marcada pela gravação dos EPs que aqui apresentamos, dos quais se destacam as músicas "Nasci cansado", "O gato da Joana" e "Tá bem dêxa". 
Em 1959, Mário Simões retoma as rédeas do Conjunto, o qual irá acompanhar até ao final da década de Sessenta. 


Por um breve período, fez apresentações a solo, ao piano e à guitarra mas, em 1972, é convidado por Shegundo Galarza para fazer parte do seu Conjunto e no qual se manteve até à morte do Maestro em 2002.
Após este triste acontecimento, Jaime Nascimento dedicou-se exclusivamente a tocar teclas e a cantar em vários hotéis, restaurantes e eventos (ex.:casamentos).

Jaime Nascimento, nas teclas

Na televisão ainda actuou na RTP em 2005 e nos programas de Fátima Lopes, em 2008 e 2010. Jaime Nascimento, participou também nas comemorações do centenário da República onde tocou ao lado do Real Combo Lisbonense, "A Borracha do Rocha". Foi premiado com diploma e medalha de honra, pela Cruz Vermelha, por ter participado em espectáculos beneméritos naquela instituição e ainda agora, sempre que pode, mesmo com os seus noventa e dois anos de idade, dedilha a guitarra. 
António Policarpo, guitarrista do Conjunto Oliveira Muge recorda-se dele desta forma: “…Jaime Nascimento… parece que vejo a cara dele, à minha frente, naquele concerto. Recordo, perfeitamente, do som da guitarra dele que parecia chorar quando ele fazia aqueles dedilhados. Um dos melhores guitarristas do seu tempo sem dúvida alguma…”
Em 2005, Nascimento descobriu uma nova vocação, pintando telas em acrílico e fazendo retratos a carvão (verdadeiro autodidacta), sendo agora a sua ocupação principal.

A revelação do artista. Jaime Nascimento dedica-se actualmente à pintura e retratos em carvão.

Nota: Já se encontram neste blog outras colaborações de Jaime Nascimento enquanto integrante do Conjunto Hélder Reis (EPs - É Maluco e É Barato, Torero e Amêndoa Amarga) e do Conjunto/Quarteto de Mário Simões.

Os nossos agradecimentos a Jaime Nascimento que teve a gentileza de nos receber e ceder os EPs e a informação.
Texto de Rafael Amorim, baseado numa breve biografia de Jaime Nascimento, a quem muito agradecemos. 
Ripado do vinil/EPs. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Gato - O Pulo do Gato (LP Instrumental - 1967)




Gato - O Pulo do Gato (LP RCA Camden, CALB 5124, 1967). 

Um excelente disco instrumental lançado através da etiqueta RCA Camden.
LP considerado raro.

José Provetti, ou melhor Gato (ou Gatto), solista de guitarra e teclado brasileiro, nascido em 07/04/1941, na cidade de Valparaiso, em São Paulo, onde os seus pais eram lavradores (Ricardo Provetti e Antonia Buonvonatti). Em 1948 a família muda-se para São Paulo e o Gatto vai estudar violão clássico com o professor Salvador. Foi DJ na Rádio Piratininga no inicio dos anos 60. Destacou-se pela elevada técnica e tornou-se um dos guitarristas brasileiros mais expressivos, principalmente na fase da Jovem Guarda. 
O seu primeiro grupo foi "The Vampires" e posteriormente o grupo "The Jet Blacks", onde se destacou e permaneceu por vários anos gravando, sendo a referência da banda. Também atuou no conjunto RC-7, grupo que acompanhava Roberto Carlos. Gravou um compacto simples, na RCA com as músicas Dor de Cotovelo e Pernacchia, bem como um disco LP a solo, demonstrando a sua versatilidade na guitarra e em teclado (órgão) também. 
Com a saída do Gatto (1966) dos The Jet Black’s, foi Fausto (irmão da cantora Nalva Aguiar) que o substituiu.
O Gato faleceu no Rio de Janeiro, aos 54 anos, em 31 de janeiro de 1996.


 Faixas / Tracks: 

 1. See you in september 
2. Guantanamera 
3. Black is black 
4. Gatinha manhosa 
5. Bus stop 
6. Sunny 
7. Love me please love me 
8. Namoradinha de um amigo meu 
9. Quando digo che ti amo 
10. Winchester catedral 
11. Pingi con me 
12. As tears go by

Uma colaboração do nosso amigo do Brasil, Clair Rodrigues (zanotti) que nos sugeriu o álbum e a quem muito agradecemos.
Agradecimento ao blog "laplayamusicblog (http://laplayamusic.blogspot.com), pela cedência deste álbum e informação.

Wilson Simonal - Alegria,Alegria, Vol.2 (1968)




Wilson Simonal -  Alegria,Alegria, Vol.2 (1968).

Trata-se do 2º Volume de uma formidável compilação/caixa constituída por 3 álbuns deste excelente cantor brasileiro da Jovem Guarda brasileira, no seu melhor estilo "swingado" (malandro, Rei da Pilantragem...), de Bossa Soul/Brasil. Formidável!
A biografia deste cantor já se encontra inserida no blogue.

Faixas / Tracks:

01 Sá Marina…
02 Cai Cai…
03 Manias…
04 Recruta Biruta…
05 Neste mesmo lugar..
06.Zazueira…
07 Não tenho lágrimas
08 De como um garoto, apaixonado perdoou , por causa de um mandamento.
09 Cartão de visita..
10 Paraíba..
11 Gosto tanto de você..
12 Vamos s´imbora

Álbum cedido por gentileza pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos.

CLIPE DE LALUNA & VINÍCIUS (Brasil)



SURPRESA PARA ELAS: MISTER UNIVERSO É COLÍRIO PARA AS MULHERES EM NOVO CLIPE “PEGADA” DE LALUNA & VINÍCIUS 

Laluna E Vinícius presenteiam as mulheres com versão masculina do clipe “PEGADA”! A dupla convidou nada mais nada menos que o homem mais bonito do mundo, Ralph Santos, para participar do vídeo que já teve outras duas versões campeãs de views na internet, com mais de 1,5 milhão de acessos em sua estreia. Outras personalidades já mostraram que tem “PEGADA”, como: Juju Salimeni, Cacau (BBB 10), Irmãs Minerato, Renata Banhara, Núbia Oliver, Graciella Carvalho e também a sister Laisa, que dançou e cantou a música no reality show mais famoso do país, o BBB12. 
Agora, é a vez delas! Laluna & Vinícius apresentam o Mister Universo Ralph Santos no presente que oferecem para suas fãs, confira: http://www.youtube.com/watch?v=SEqFjN-d74M 

Fonte: Assessoria Márcia Stival


Sylvie Vartan - L'Air Qui Balance (Single 1966)

quinta-feira, 15 de março de 2012




Sylvie Vartan - L'Air Qui Balance (Single  RCA VICTOR 46.123, 1966). Edição francesa.  

Faixas/Tracks:  L'air Qui Balance / J'Aurais 

Sylvie Vartan - L'air qui balance (from youtube)

A biografia desta cantora francesa já se encontra inserida neste blog.

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Digitalização de capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Wilson Simonal - Alegria,Alegria !!! (1967)




Este é o 1º Volume de uma formidável compilação/caixa constituída por 3 álbuns deste excelente cantor da Jovem Guarda brasileira, no seu melhor estilo "swingado" (malandro, Rei da Pilantragem...), de Bossa Soul/Brasil. Espectacular!

Wilson Simonal (carioca), começou cantando calipsos e rocks em inglês. De baile em baile, foi descoberto pelo compositor Carlos Imperial, que o levou para o seu programa de TV, Os Brotos Comandam. Seu primeiro compacto foi o chá-chá-chá “Teresinha”, de Imperial. De boate em boate, foi parar no templo da bossa nova, o Beco das Garrafas, levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli. Em 1963, Simonal lançou seu primeiro LP, que estourou a música “Balanço Zona Sul”, de Tito Madi. Depois de excursionar com o Bossa Três pelas Américas do Sul e Central, lançou o LP “A Nova Dimensão do Samba”, de bossa nova (destaque para "Nanã" e "Lobo Bobo"). Em 1966 e 1967, apresentou na TV Record o Show em Si Monal. A melhor fase de sua carreira chegaria em seguida, com uma série de sucessos dançantes como “País Tropical”, “Mamãe Passou Açúcar em Mim”, “Meu Limão, Meu Limoeiro” e “Sá Marina”, que deram origem a um estilo "swingado" conhecido como Pilantragem. Tal era a popularidade que Simonal chegou a reger um coro de 15 mil vozes no show de encerramento do IV Festival Internacional da Canção, no Maracanãzinho. Encontrou sua derrocada em 1972, quando foi acusado de ser o mandante de uma surra, dada por dois policiais, no contabilista da sua firma, que o teria roubado. Denunciado, Simonal foi condenado, e durante o inquérito, um agente do Dops ainda revelou que o cantor tinha sido informante do órgão. Com essa acusação de "dedurismo" em plena ditadura militar, Simonal passou para o completo ostracismo, só encerrado em 1994, quando foi lançada em CD a coletânea “A Bossa de Wilson Simonal”.

Fonte: CliqueMusic

Citação:
CASTRO, Ruy - Chega de saudade - 1990 - Cia. das Letras - ISBN 9788571641372
“(…) quando surgiu o cantor no Beco das Garrafas, Simoral era o máximo para seu tempo: grande voz, um senso de divisão igual aos dos melhores cantores americanos e uma capacidade de fazer gato e sapato do ritmo, sem se afastar da melodia ou apelar para os scats fáceis”.

Faixas/Tracks:

01 - Os Escravos de Jó (Antônio Luis / Wilson Simonal)
02 - Agora É Cinza (Alcebíades Barcelos "Bide" / Armando "Marçal")
03 - Vesti Azul (Nonato Buzar)
04 - Aos Pés da Cruz (Marino Pinto / Zé da Zilda)
05 - Belinha (Toquinho / Vitor Martins)
06 - Pra Que (Silvio César)
07 - Nem Vem Que Não Tem (Carlos Imperial)
08 - Fim de Semana Em Paquetá (João de Barro / Alberto Ribeiro)
09 - Pára Pedro (José Mendes / José Portela Delavy)
10 - Está Chegando a Hora (Henricão / Rubens Campos)
11 - Remelexo (Caetano Veloso)
12 - Discussão (Tom Jobim / Newton Mendonça)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Edith Veiga - Canta Fados (Uma Homenagem a Amália Rodrigues)

quarta-feira, 14 de março de 2012



Excelente álbum lançado por esta cantora brasileira cantando o internacionalmente reconhecido "Fado". 
Torna-se diferente e engraçado ouvir o fado com sotaque brasileiro, mas muito agradável!
Neste álbum, Edith interpreta espectacularmente, entre outras maravilhas, Foi Deus, Tudo Isto é Fado, Nem Às Paredes Confesso, Só Nós Dois, Coimbra e Lisboa Antiga, uma clara homenagem à "Grande Senhora do Fado, Amália Rodrigues".

A cantora brasileira Edith Veiga nasceu na cidade de Juquiá, SP/Brasil, em 15 de fevereiro de 1939. 
Fez sucesso com "Faz-me Rir" na década de 60, vendendo 500 mil cópias e ficando nas paradas por dois anos. Na mesma época ganhou prémios como o Troféu Roquette Pinto, na categoria revelação. Participou em quase todos os programas de televisão da época e ganhou o apelido de "As Pernas que Cantam". Em 2003, Edith retornou aos palcos e actualmente faz apresentações por todo o país. 
Em 2003, lançou o CD "Edith Veiga canta Amália Rodrigues - Eternamente o Fado". 


 Nascida no interior paulista, teve uma infância simples e com 15 anos, devido à morte de seu pai, mudou com a família para São Paulo. Ali trabalhou como demonstradora de artigos electrodomésticos e cabeleireira. 
 Começou a participar de programas de caloiros, entre os quais, "O telefone está chamando" e "A Hora do Pato". A sua carreira despertou em 1961, quando obteve o segundo lugar no concurso "A Voz de Ouro ABC", programa que era líder de audiência da TV Record de São Paulo, cantando o samba-canção "Castigo" (Dolores Duran), sucesso da cantora Marisa Gata Mansa. Esta apresentação foi vista pelo diretor artístico da gravadora Chatecler, o cantor e compositor Diogo Mulero, o Palmeira, que gostou de seu timbre de voz e resolveu contratá-la. Na ocasião, gravou o bolero "Faz-me rir (Me da Risa)" (F. Yoni e E. Arias - versão de Teixeira Filho) e o fox "Never on Sunday" (M. Hadjidakis e Steve Bernard - versão de Valéria). "Faz-me rir" tornou-se um dos maiores sucessos do ano e o disco vendeu 500 mil cópias, sendo o principal êxito da carreira de Edith Veiga. Em seguida, gravou o bolero "De quem estás enamorado" (Rafael Ramirez e Alba Prado) e a balada "Rumores" (de Joaquim Prieto - versão: Palmeira), e o samba "Volta" (Ruth Amaral e Manoel Teixeira) e o bolero "Minha vida em tuas mãos" (Nízio). "Faz-me rir", "Rumores" e "Tua vida em minhas mãos" fizeram muito sucesso e foram incluídas juntamente como o bolero "Vivemos para amar" (Luiz Mergulhão, Toso Gomes e Umberto Silva) em um compacto duplo. 
 Por conta do sucesso alcançado, a gravadora Chantecler lançou no mesmo ano o LP "Faz-Me Rir e outros sucessos". Com o sucesso obtido com seus primeiros discos foi agraciada com os troféus "Roquete Pinto" e "Chico Viola", na categoria de "Cantora Revelação". 
 Em 1962, estreou como compositora gravando o bolero "Saia da frente" em disco que trazia no lado A o bolero "Sozinha" (Rago e Teixeira Filho), que fez sucesso e propiciou o lançamento de um LP com o mesmo título. Nesse disco, fizeram sucesso as músicas "Acho graça", e a música título, que foi tema da novela "A canção que a noite levou", da TV Tupi, na qual ela chegou a atuar ao lado do cantor Hugo Santana. 
 No ano de 1963, a carreira de Edith Veiga se encontrava no auge e ela era considerada uma das principais cantoras do país, tendo feito shows no Japão, Europa e em quase toda a América Latina. Ainda em 63 lançou o LP "Noite Sem Ninguém". Também em 1963, passou a apresentar, no Canal 2 de São Paulo, o programa "Edith Veiga em Dois Tempos", que ficou mais de um ano no ar, onde recebia personalidades da época, e nele apresentou pela primeira vez ao público o cantor Altemar Dutra. 
 Casou-se em 1967, diminuindo o ritmo das apresentações. Com o nascimento da primeira filha no ano seguinte, praticamente se afastou das gravações. 
 Retornou aos discos em 1972, quando lançou, pela gravadora Sinter, dois compactos simples. 
 Em 1974, lançou novo LP, "Edith Veiga", mais de dez anos após ter lançado o último. Na década de 1970, participou de importantes programas na televisão como "Almoço com as Estrelas", "Globo de Ouro", "Silvio Santos", e "Chacrinha". Em 1974, teve a composição "Menino" incluída na trilha sonora do filme "A força do sexo". 
 Em 1976, fez sucesso com a música "Eu te amei, eu te amo, eu sempre te amarei", de Silfrancis e Jean Garfunkel, lançada em compacto simples. Em 1977, lançou o LP "Eu te amei, eu te amo, eu sempre te amarei". 


 Apresentou no Carnegie Hall, nos EUA, em1980. No mesmo ano, gravou directamente de Nova York dois "clips" para o programa "Fantástico" da TV Globo interpretando as músicas "Fim de comédia", de Ataulfo Alves, e "Não lhe quero mais". Em 1982 lançou o LP "Pensando em ti". 
 Em 1987 gravou o LP "Como Se Fosse". No mesmo ano foi lançado o LP "Faz-me-rir e outros sucessos de Edith Veiga". Em 1988 lançou pela RGE o LP "Começo da Vida". 
Casou-se pela segunda vez em 1989 e, por imposição do marido, abandonou a carreira artística e passou a residir em sua cidade natal. Entretanto, no ano de 2001, retornou à carreira artística realizando shows por todo o Brasil. 
Em 2003, lançou o CD "Edith Veiga canta Amália Rodrigues - Eternamente o Fado". 
Nas décadas de 1960 e 1970, período de seu maior sucesso, ficou conhecida como "A Rainha do bolero". Foi chamada pelo apresentador Chacrinha de "As pernas que cantam". 
Actualmente, EdithVeiga se apresenta pelo Brasil com um show que traz uma retrospectiva de sua carreira e tem como base o repertório de seu novo CD. Nele, músicas inéditas de sua autoria, regravações de clássicos da MPB e participações especiais de Cauby Peixoto, Agnaldo Timóteo e Alcione.  

Fonte: Por Onde Canta?

Faixas / Tracks:

01. Barco Negro
02. Nem Às Paredes Confesso
03. Ai, Mouraria
04. Só Nós Dois 
05. Perseguição
06. Tudo Isto É Fado
07. Amor, Meu Grande Amor
08. Canção do Mar
09. Foi Deus
10. Faz-me Rir
11. Lisboa Antiga
12. Coimbra
13. Uma Casa Portuguesa 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo  Rafael, da Comunidade MC E JG do Orkut, a quem muito agradecemos pela colaboração.

O Melhor da Jovem Guarda (V/A Brasil)



O Melhor da Jovem Guarda é uma compilação fantástica com o melhor do estilo. São 14 faixas que não pode deixar de ouvir, entre elas, "Biquini de Bolinha Amarelinha..." e "Ritmo da Chuva". Um álbum excepcional! 
Esta colectânea que aqui apresentamos traça um perfil interessante do movimento musical nascido a partir do programa de TV comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderleia. Entre outros, salientamos Ronnie Cord,Toni e Celly Campello, Os Caçulas, Carlos Gonzaga ou Sergio Murillo. Mas mais alguns dão voz a esta imperdível parada de sucessos.

Álbum que nos foi gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Edmundo Falé - Words (single 1987)

terça-feira, 13 de março de 2012




Edmundo Falé - Words (single NM Namouche 05/17/102 - 1987). Edição portuguesa.


Faixas / Tracks: Words (Ronnie Scott) / São Palavras (Edmundo Falé/Ronnie Scott)

Co-fundador dos Ekos, um dos mais expressivos e mal-tratados conjuntos yé-yé portugueses, Edmundo Falé não chegou nunca, porém, a gravar qualquer disco com os seus companheiros, tendo sido substituído por José Luís, o "Cliff do Sarrabuco".
A viver em Cascais, passa depois esporadicamente pelo Conjunto Mistério e pelo Sindicato (Jorge Palma, etc), após o que se dedica mais à actividade profissional como desenhador num atelier.
Mas a música foi mais forte e em 1965 inicia uma carreira a solo, coroada de êxito moderado logo no ano seguinte com a edição do primeiro disco "Eu... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto.
A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita o seu maior sucesso,"Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto".


Fonte: Parcialmente transcrito do Blog Guedelhudos.

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Daniel bacelar, a quem muito agradecemos.
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos

Maria Bethânia - Origens (ao vivo - LP 1968)







Maria Bethânia - Origens (LP EMI/VC 8E 074422 118 - 1968). Edição portuguesa.

Maria Bethânia Viana Teles Veloso, com 26 milhões de discos vendidos, nasceu na cidade de Santo Amaro da Purificação, na Bahia, no dia 18 de junho de 1946. Filha de Zeca Veloso, conhecido como o ‘Onça’ e de Claudionor Viana.
Bethânia é a irmã mais nova do não menos famoso Caetano Veloso, cantor reconhecido nacional e internacionalmente, e da poetisa Mabel Velloso. O mano Caetano foi quem escolheu o seu nome, inspirado numa valsa que, aos 3 anos de idade, já lhe chamava a atenção, Maria Betânia, de Capiba, cantada então por Nélson Gonçalves. A futura cantora consagrada desejava, no início, subir aos palcos não para cantar, mas sim para interpretar.


Aos poucos a garota entra em contato com o contexto cultural de Salvador – para onde se muda em 1960 -, atuando na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, frequentando as inúmeras exposições de artes plásticas, os mais variados shows musicais, o fervilhante ambiente estudantil. Era um período de intensa criatividade e de mudanças na cultura brasileira.
Caetano é chamado, em 1963, para compor a trilha musical da peça Boca de Ouro, do dramaturgo Nélson Rodrigues. Na cena inicial Bethânia tem a oportunidade de enfrentar pela primeira vez os palcos, cantando "Na Cadência do Samba", de Ataulfo Alves. Ainda neste ano eles entram em contato com Gil, Gal Costa, Tom Zé e outros personagens que escreveriam a história da Música Popular Brasileira, inspirados por João Gilberto e pelo movimento que ele praticamente criou, a Bossa Nova.


Em 13 de fevereiro de 1965, durante a vigência da Ditadura Militar, a cantora teve a chance de substituir Nara Leão no espetáculo Opinião, concebido por Oduvaldo Vianna Filho, cantando a canção Carcará, de João do Valle. A sua participação intensa despertou a atenção da crítica e do público, e a sua trajetória consagrada nasceu neste momento. Logo em seguida, recebeu uma proposta de trabalho da gravadora RCA, futura Sony BMG. Ela se transformou numa das intérpretes mais importantes da MPB, bem como o seu irmão Caetano.
Maria Bethânia cresceu num ambiente profundamente religioso, marcado pela cultura do candomblé. Ela cultiva diversos santos e segue especialmente um ritual africano conhecido como Ketu. Muitas das suas canções são inspiradas neste cadinho cultural brasileiro, no sincretismo, na cultura popular, na tradição folclórica do seu país.
Em 1966 atuou nas montagens Arena Canta Bahia e Tempo de Guerra, dirigidos por Augusto Boal, além de participar em vários festivais musicais. Nos anos 70, integrou o célebre conjunto conhecido como Doces Bárbaros, ao lado de Gal, Caetano e Gil. O trabalho da banda, hoje considerado genial, foi então muito mal recebido pela crítica.


Ela foi pioneira entre as vozes femininas na venda de discos – Álibi, de 1978, teve mais de um milhão de cópias comercializadas; Mel, 1979, e Talismã, de 1980, alcançaram também altos índices de vendas. Os seus trabalhos seguintes, Ciclo, de 1983, e A Beira e o Mar, de 1984, foram revolucionários ao optarem por um estilo acústico.
Maria Bethânia festeja os seus 25 anos de caminhada musical gravando, em 1990, o disco 25 Anos, que privilegia as diversas vertentes culturais do Brasil e traz a presença especial de diversos músicos famosos, entre eles Nina Simone, João Gilberto, Toninho Horta, Wagner Tiso, entre outros. O seu trabalho posterior, Olho d’ Água, de 1992, reflete uma viagem da cantora pelo universo das religiões. Em 1993 o seu novo CD, As canções que você fez pra mim, vendeu mais de um milhão de cópias.
Maria Bethânia ao vivo, de 1995, foi a despedida da cantora do formato vinil; foi relançado mais tarde em CD, englobando as quatro canções que, por carência de espaço, haviam sido excluídas do disco anterior. A cantora continua mais ativa que nunca. Os seus trabalhos mais recentes são Dentro do mar tem rio, de 2007, Omara Portuondo e Maria Bethânia ao vivo, de 2008, Encanteria e Maria Bethânia Naturalmente, ambos de 2009. Em 2008 ela conquistou o Prémio Shell de Música, inédito para intérpretes.

Fontes:
http://www.mariabethania.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Bethânia

Faixas:

Café soçaite
Carinhoso
Ele falava nisso todo dia
Marina
Camisa listada
Ponto de Oxossi
Molambo
Voltei pro forró
Fósforo queimado
Samba de roda / Marinheiro só
Lama
Ponto de Iansã

LP gentilmente cedido por Manuel Alves (Amadora)
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Gilbert - Seleção de Ouro - 20 Sucessos

segunda-feira, 12 de março de 2012


Gilbert Abraham Stein (Cairo, 20 de Dezembro de 1947) é um cantor, actor e radialista egípcio radicado no Brasil, filho de um jornalista austríaco e de uma síria. 
Quando tinha 10 anos, a sua família deixou o Egipto e foi para Marselha de navio, e de trem para Paris/França. 
Veio morar definitivamente no Brasil em 1964, onde estudou violão com Paulinho Nogueira, passando a interessar-se por jazz e bossa nova. 
Com sua voz suave e romântica, traz no seu som o típico amor francês. Reconhecido como um dos maiores intérpretes da canção francesa, Gilbert ganhou alguma notoriedade nos anos 60. 
A sua carreira começa pelo cinema, cantando o tema do filme Emmanuelle, em 1971. Em meados dos anos 70, fez sucesso com “Sans Amour”, tema da telenovela A Viagem (1975). 
Participou no I Festival Internacional da Canção e venceu o Festival de Parque Del Plata, Uruguai, com "Perdona me". 
Em 2002, gravou a música de abertura de Esperança, da Rede Globo, que foi também seu primeiro trabalho como ator na televisão brasileira. 
Tem um programa sobre música francesa na rádio Scalla FM, da qual é director. 

Fonte: Wikipedia

Faixas/Track List:

1.L´AMOUR EST BLEU (A.Poop/P.Cour)
2.ALINE (Christophe/Vs.Nazareno de Brito) - Marciano com participação de Gilbert
3.ARANJUEZ, MON AMOUR (Adagio From Concierto de Aranjuez) (Joaquim Rodrigo/Adapt.Guy Bontempelli)
4.ROMEO ET JULIETTE (H.Mayer/H.Bradtke/Adapt.M.Tezé)
5.JE T´AIME (Gilbert)
6.LOVE ME, PLEASE LOVE ME (Michel Polnareff/Frank Gerald)
7.F... COMME FEMME (Salvatore Adamo)
8.ADIEU JOLIE CANDY (H.Hursel/F.Herval/R.Jeannot)
9.LE BAL DE LAZE (M.Polnareff/P.Delanoe)
10.LES GRILLES DE MA MAISON (J.Chaumelle/Putman/L.Reed/P.Sullivan)
11.DERNIERS BAISERS (Sealed With a Kiss) (J.Sala/P.Udell/G.Geld)
12.JE NE SUIS RIEN SANS TOI (A. PAscal/L.Reed)
13.LA DERNIÈRE VALSE (Les Reed/Barry Mason)
14.VIVRE (Ouça) (MAysa Matarazzo/Vs.Franc.Gilbert)
15.É IMPOSSÍVEL (C´Est Impossible) (Marc Aryan/Vs.Bras.:Marcelo Duran)
16.O IMPORTANTE É CANTAR (CHANTE) (Gilbert Becaud/Pierre Delanoe/Vs.:Sebastião Ferreira)
17.TANTA SAUDADE DE VOCÊ (Gilbert)
18.SOUVENIR D´AMOUR (ADIEU L´ETE, ADIEU LA PLAGE) (Last Summer Day) (Paul Mauriat/Michele Ressi/Vs.Gilbert)
19.AMOUREUX (Carinhoso) (Pixinguinha/João de Barro/Vs. Franc.Gilbert)
20.LA DERNIÈRE CHANSON (Última Canção) (Carlos Roberto/Vs.Franc.Gilbert) 

Álbum que nos foi gentilmente enviado por Joamar Maurício (Floripa/Brasil), a quem muito agradecemos.

Duo Ouro Negro - La Mamma (EP 1964)



Duo Ouro Negro - La Mamma (EP Columbia SLEM 2189 - 1964), com a participação de Thilo´s Combo.  

Faixas / Tracks: La Mamma / Alucinado / Por um Chamiço / Nós e o Amor

O Ouro Negro, em 1964, novamente como duo, fazem versões dos Beatles ("Agora Vou Ser Feliz") e Charles Aznavour ("La Mamma"), acompanhados ou pelo Conjunto Mistério ou pelo Thilo's Combo, como é o caso do EP que aqui apresentamos. 
É por essa altura que começaram a sua internacionalização com a actuações em países como a Suíça, França, Finlândia, Suécia, Dinamarca e Espanha.
Biografia deste Duo já inserida neste blog.

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Júlio Fernandes, a quem agradecemos.