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South African 60′s Guitars – Vol.1

sábado, 29 de janeiro de 2011




South African 60′s Guitars – VOL.1

Uma interessante compilação instrumental pessoal (Vol. 1) contendo temas instrumentais de vários grupos sul africanos dos anos 60, tocando ao estilo dos “Shadows”.

Faixas/Track List :

01 – DICKIE LOADER and THE BLUE JEANS – Heart and Soul
02 – JOHNNY and THE G-MEN – Raunchy Twist
03 – MICKIE MOST and HIS PLAYBOYS – Apache
04 – THE DIAMONDS – Caravan
05 – THE GIANTS – Blue Guitar
06 – JOHNNY and THE G-MEN – Sleep Walk
07 – THE SILHOUETTES – Bongo Blues
08 – DICKIE LOADER and THE BLUE JEANS – On The Rebound
09 – JOHNNY and THE G-MEN – Blueberry Hill
10 – MICKIE MOST and HIS PLAYBOYS – Come September
11 – THE DIAMONDS – El Cumbanchero
12 – THE GIANTS – Enchanted Sea
13 – JOHNNY and THE G-MEN – Peace Pipe
14 – THE SILHOUETTES – Lonely Guitar
15 – DICKIE LOADER and THE BLUE JEANS – On The Town
16 – JOHNNY and THE G-MEN – I Talk To The Trees
17 – MICKIE MOST and HIS PLAYBOYS – Guitar Boogie Shuffle
18 – THE DIAMONDS – Go On By
19 – THE GIANTS – Hogmanay
20 – THE KNIGHTS – Dixie
21 – THE SILHOUETTES – Mr. Asteroid
22 – THE KNIGHTS – Along The Navajo Trail
23 – THE KNIGHTS – Crossroad

Ripped from vinyl by Carlos Santos.
Many thanks to John Lyle, my dear South African friend.

Natércia Barreto - Natércia Barreto Na América (LP 1968/1970)




Natércia Barreto - Natércia Barreto na América (LP Parlophone/V.C. 8  E062  40041  M 1968/ 1970).

Trata-se de uma compilação que reúne alguns dos maiores sucessos desta famosa e importante cançonetista de Moçambique. Excelente!

Faixas/Tracklist:

Zum Zum Zum
Sem Ti Tão Só
Óculos de Sol
Lá Lá Lá
Triste e Só (Love Is Blue)
Vem Meu Amor (Delilah)
O Comboio do Amor
Benvindo o Sol
Felicidades (Congratulations)
Primavera do Amor
Goodbye
Boom Bang-A-Bang


Agradecimento especial a Gilda Carvalho, nossa amiga do Canadá que nos facultou este álbum.

Carlos Santos

Saudades de Moçambique - VOL. 6 (60/70's)




Saudades de Moçambique - VOL. 6 (60/70's).

Mais um volume desta compilação pessoal. Trata-se desta vez do 6º Volume, em homenagem aos grupos e artistas de Moçambique dos anos 60 e 70.

Ficha Técnica e outras informações:

- Recolha, digitalização e masterização, por Carlos Santos;
- Arranjos gráficos (capas), por João Romão.

Temas “Bootleg” (gravações fora de estúdio e/ou não editadas) - Faixas: 01, 05, 08, 14, 16, 21 e 22.

Agradecimento a todos os que, de alguma forma, colaboraram para tornar possível a realização desta compilação.Um grande abraço e um muito obrigado a todos.

Carlos Santos e João Romão  

Claude Righi - Claude Righi (EP 1965)



AQUI:

Claude Righi - Claude Righi (EP DECCA 460.953, 1965).

Claude Righi é um cantor francês dos anos 60, da linha de Antoine e Les Problèmes que trabalhou com Ronnie Bird.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Samuel - O Cantigueiro (EP 1972)




Samuel - O Cantigueiro (EP Orfeu ATEP 6451 - 1972).
(Arranjos de José Calvário, Samuel e José Niza).

Foi viver para Setúbal onde conhece José Afonso a quem mostra as suas canções. O cantor apenas apreciou algumas partes dessas canções. Depois dessa conversa Samuel foi para casa e fez várias cantigas, de um dia para o outro. Uma delas, o "Cantigueiro", que foi a sua canção mais marcante. "O Zeca achou graça, adoptou-a e, quinze dias depois foi gravada em disco para a editora Arnaldo Trindade". Estávamos em 1972.
Ainda nesse ano é convidado para o projecto "Fala do Homem Nascido" de José Niza e José Calvário, com as vozes de Carlos Mendes, Duarte Mendes, Samuel e Tonicha, onde são interpretados poemas de António Gedeão.
Depois do 25 de Abril, participa em muitas sessões de Canto Livre.
Edita um EP, em edição de autor, com os temas "A Minha Terra", "Tu Dizes Que Me Queres Muito", "Cantiga das Sandálias Rotas", "Venceremos", "O Povo Unido" e "De Pé Pela Revolução". Grava também o "Hino da Reforma Agrária".
Participa no Festival RTP da Canção de 1979 com os temas "Recados Da Ilha" e "O Fogo Desta Idade". O Pedro Osório S.A.R.L. (Pedro Osório, Samuel e Carlos Alberto Moniz) fica em 3º lugar na mesma edição do festival.
Nesse mesmo ano grava o álbum "Ao Alcance Das Mãos" para a RCA/Telectra.
Em 1980 participa no Festival com "Que Ninguém Te Dê Nome". Em 1981 fica em 6º lugar, com "Tempo De Partir", no Festival RTP da Canção. Ainda em 1981 participa no Festival da Canção da Rádio Comercial.
No ano seguinte regressa ao Festival RTP da Canção com os SARL e o tema "Quero ser Feliz Agora". É também o interprete do tema principal da novela "Vila Faia".
Lança o single "Ainda Um Jardim Aqui", em colaboração com o Coro de Santo Amaro de Oeiras, em 1983. Em 1984 fica em 2º lugar no Festival RTP da Canção com "Pelo Fim da Tarde", apenas suplantado por Maria Guinot. Concorre com mais dois temas: "Este Quadro" (em conjunto com Cristina) e "Maneira De Ser".
Em 1994 colabora com Paco Bandeira no espectáculo "Palco de Estrelas".
Em 1997 grava temas de Adriano Correia de Oliveira no disco "Trovas do tempo que passa".
Participa no disco "Pelo Sonho é que Fomos".
Vive actualmente em Montemor onde tem colaborado no Festival das Quatro Cidades, Oficina do Canto e Musicalidades.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
 

Amália Rodrigues - Sucessos, Vol.1 (1955-1980)




Amália Rodrigues - Sucessos - Vol. 1 (1955-1980).

Trata-se de uma compilação pessoal, onde se incluem alguns dos grandes sucessos de Amália, ao longo dos tempos.

Amália da Piedade Rodrigues (Lisboa, 1 de Julho de 1920 — Lisboa, 6 de Outubro de 1999) foi uma fadista, cantora e actriz portuguesa, considerada o exemplo máximo do fado, comummente aclamada como a voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX. Está sepultada no Panteão Nacional, entre os portugueses ilustres.
Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado e, por consequência, devido ao simbolismo que este género musical tem na cultura portuguesa, foi considerada por muitos como uma das suas melhores embaixadoras no mundo. Aparecia em vários programas de televisão pelo mundo fora, onde não só cantava fados e outras músicas de tradição popular portuguesa, como ainda canções contemporâneas (iniciando o chamado fado-canção) e mesmo alguma música de origem estrangeira (francesa, americana, espanhola, italiana, brasileira). Marcante contribuição sua para a história do Fado, foi a novidade que introduziu de cantar poemas de grandes autores portugueses consagrados, depois de musicados. Teve ainda ao serviço da sua voz a pena de alguns dos maiores poetas e letristas seus contemporâneos, como David Mourão Ferreira, Pedro Homem de Mello, Ary dos Santos, Manuel Alegre, Alexandre O’Neill.
Vasta discografia.
Fonte:  Wikipedia.

Produção e alinhamento por Carlos Santos. Capas e grafismos por João Romão.

Cliff Richard - The Early Years (1958 - 1959)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011



Cliff Richard - The Early Years (1958 / 1959).
Compilação particular.

This is a  personal collection of Cliff Richard's early recordings, including some previously unreleased versions.
Many feature the Drifters as backing band who of course then mutated into the Shadows.


Cliff Richard (Harry Rodger Webb, 14 October 1940, Lucknow, India) is an excellent English singer who began his career in the late 50's.
Cliff Richard burst onto the rock'n'roll world in 1958 with his hit single Move It. He was then known as Britain's answer to Elvis Presley.
Cliff had 134 hit singles in the UK charts.
At the start of his career Cliff Richard was an out and out Rock & Roller, as these early recordings confirm, and indeed his first disc, 'Move It', is universally acknowledged as the UK's finest ever Rock And Roll record.
This superb compilation features Cliff's first singles, his first two LPs, his first two EPs, rarities recorded for the legendary TV show 'Oh Boy!' and a handful of sides by his renowned backing group, The Drifters/Shadows.

Capas, alinhamento e grafismo por João Romão e Carlos Santos.
Covers, tracklisting and graphics by João Romão e Carlos Santos.

Trio Esperança - A Festa do Bolinha (LP Odeon 1966)




Trio Esperança - A Festa do Bolinha (LP Odeon MOFB 3451, 1966 / Brasil)
Género: Jovem Guarda.

O Trio Esperança foi um conjunto vocal formado no Rio de Janeiro em 1958 pelos irmãos Mário, Regina e Evinha.
Estreou-se em 1961 no programa de caloiros de Hélio Ricardo e em seguida passou a apresentar-se no programa de José Messias, na Rádio Mundial, do Rio de Janeiro, Atingiram o sucesso com o lançamento do tema Filme Triste (Loudermilk, versão de Romeu Nunes), incluído no LP "Nós Somos Sucesso" em 1963, juntamente com O Sapo (Jaime Silva e Neusa Teixeira).
O trio apresentou-se no programa Jovem Guarda, da TV Record, de São Paulo, destacando-se com os temas, Meu Bem Lollipop (Morris, versão de Gerson Gonçalves), Festa do Bolinha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) e Gasparzinho (Renato Correia).
Em 1968 a cantora Evinha deixou o grupo e passou a actuar sozinha, conseguindo o primeiro lugar, no "IV FIC", com a música, Cantiga por Luciana (Paulinho Tapajós e Edmundo Souto).
Integrado por outra irmã, Marisa, o conjunto gravou o LP "Trio Esperança", em 1970, com Primavera (Cassiano e Rochael); "Trio Esperança", em 1971, com Na Hora do Almoço (Belchior); "Trio Esperança", em 1974, com Arrasta a Sandália (Roberto Correia e John Lemos); e "Trio Esperança", em 1975, com Marambaia (Henricão e Rubens Campos), todos na EMI-Odeon.
Residindo na Europa, as irmãs Eva, Regina e Mariza continuam activas.

Fonte: Wikipédia.


Faixas/Track List:

01.A Tartaruga
02. Eu Bem Dizia
03. Bossa Em Casa
04. O Retrato
05. A Festa do Bolinha
06. Aurora (com la Aurora)
07. Gasparzinho
08. Nosso Amor
09. Por Teu Amor
10. Por Que foi
11. Não Me Abandone
12. Ciuminho

Bonus Extras:
13. Você Só Pensa Em Você 
14. Vamos Sacudir
15. Dominique 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel (do Brasil), a quem agradecemos.

João Tudella - Uma Casa Portuguesa (LP 1959)




João Tudella Canta Música de Artur Fonseca - Uma Casa Portuguesa (LP Gallotone GALP, 1107 - 1959), acompanhado por Dan Hill e seu quinteto. 

 João Maria Tudella, que nasceu em Lourenço Marques, a 27 de Agosto de 1929. Depois de uma adolescência passada em Coimbra, onde, para além dos estudos, se inicia no mundo da música, em 1950, numa das suas idas de férias a Moçambique, decide não regressar a Portugal. Em Março desse ano, ainda com 20 anos, estreia-se no Rádio Clube de Moçambique a cantar o fado de Coimbra. Aos elogios da imprensa vê juntar-se no ano seguinte o de Amália Rodrigues, que nessa altura realizava uma digressão pela então colónia portuguesa. São de Amália estas palavras: “tenho ouvido muitas vezes cantar o fado de Coimbra mas foi você o único que me deu emoção”. Em 1952 Tudella começa também a cantar na Rodésia e na África do Sul. Durante uma das suas actuações no clube The Colony, em Johannesburg, recebe um convite para gravar para a editora sul-africana Gallotone, iniciando assim a sua carreira discográfica. 1959 é um ano chave para Tudella: a canção “Kanimambo”, escrita expressamente para ele por Artur Fonseca, torna-se o maior êxito de sempre em Moçambique e, depois, em Portugal continental, o que permite a João Maria Tudella afirmar-se como uma figura de primeiro plano da canção nacional, não tardando a sua popularidade a estender-se a vários países europeus e também ao Brasil. Ainda antes da década de 50 chegar ao fim é editado este album, o sexto “Long Playing” gravado em Johannesburg e inteiramente preenchido com música de Artur Fonseca. Hoje é considerado um autêntico testemunho daquela época, um clássico absoluto, que estranhamente nunca foi remasterizado para cd, como aliás tantas outras preciosidades do passado. É pois com um certo orgulho que o vosso amigo Rato vos disponibiliza este disco, depois de uma limpeza digital feita com recurso a meios caseiros mas que devolve a estas canções toda a sua pureza original.
“Kanimambo” significa "Obrigado", em changane (um dos muitos dialectos falados em Moçambique) e foi o tema que no início da década de 60 lançou a carreira artística de João Maria Tudella.
Não era esse o seu nome de baptismo. Nasceu a 27 de Agosto de 1929, em Lourenço Marques, e ficou registado como João Maria de Oliveira Pegado Bastos Carreira. Depois de ter feito a quarta classe da instrução primária foi viver com os pais para a África do Sul, onde permaneceu até tirar a 7ª classe, no Ermelo Convent. Regressou a Lourenço Marques onde frequentou o Liceu Salazar, até que, em Julho de 1944, veio para Coimbra, onde se matriculou num Colégio. Foi jogador de basquetebol da AAC e membro da Tuna Académica da Universidade de Coimbra.
Em 1950, os pais, pouco animados com os resultados escolares, fizeram-no regressar a Lourenço Marques onde, em Março desse ano se estreou no Rádio Clube de Moçambique, interpretando fados de Coimbra, sob o pseudónimo de "João do Choupal". Após o serviço militar empregou-se na Agência da Companhia de Seguros Império, onde se manteve 4 anos, transitando depois para a Shell, onde permaneceu 7 anos. A 14 de Abril de 1951, Amália Rodrigues escrevia: «João Maria - tenho ouvido cantar o fado de Coimbra, muitas vezes, e foi você o único que me deu emoção».


A 13 de Maio de 1959 alcançou o seu primeiro êxito como cançonetista, interpretando, no Rádio Clube de Moçambique, a canção "Kanimambo", com música de Artur Fonseca e letra de Reinaldo Ferreira e Matos Sequeira. Com “Kanimambo” fará grande carreira em Portugal continental, nos Estados Unidos e na América do Sul. Defendendo sempre o seu estatuto de amador, é convidado para uma digressão ao Brasil. No regresso passa por Portugal, onde a pressão para que "o maior cartaz turístico de Moçambique" aqui se instale é tal que, poucos meses depois, retorna para ficar, definitivamente como profissional. O seu estilo elegante conquistou-lhe uma legião de adeptos, e uma carreira coroada por inúmeros prémios, entre os quais o Prémio da Crítica O Melhor da TV, em 1962. Em 1968, após ter sido proibido de voltar à RTP na sequência da interpretação de “Cama 4, Sala 5” de José Carlos Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes, Tudella resolve terminar a sua carreira. Os seus últimos anos de intervenção artística são marcados por uma crescente exigência quanto aos temas, (letras e composições), e por uma aproximação aos autores mais críticos do regime.

Fonte: Blog do Rato

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Victor Ribeiro, a quem agradecemos.

Raks Raks Raks, V/A - 27 golden garage psych nuggets from the iranian 60s scene



Raks Raks Raks, V/A - 27 Golden Hits (garage psych nuggets from the iranian 60's scene).

27 “pérolas” do pop iraniano dos anos 60 (quase 70). O quê? Não sabia que existia música Pop no Irão nessa época? Verdadeiras preciosidades: de baladas poderosas, passando por verdadeiras viagens psicadélicas e até dançantes “iê-iê-iês”! E nem vou comentar a versão de “I’m a believer”, em persa…

Raks Discos is proud to present one of the most anticipated as well as unexpected compilations from the global depths of 60s and 70s rock'n'roll: the Persian scene. Let alone coming across with a representative compilation, even solid evidence of such a scene has not been seen until now and has been largely suspected, maybe save for a select few of eager garage and psychedelic record collectors and enthusiasts of worldwide rock, who have been trying to hunt down such sounds on the internet and private collectors' circles, usually to no avail. Needless to say, the most important factor in this has been the obvious hideously rare status that Iran's pre-Revolution East-West cross cultural artefacts have right now. As with almost all Asiatic countries, the Shadows and the Ventures seem to be the true and primal influence in the Iranian music scene for the most part of the 60s as rock sound and attitude struggled to penetrate the country's fledgling record industry and its swinging public base. In 1964, the legendary Top4 company opened up and started releasing choice chart hits from the worldwide lists, on 4-track EPs, followed soon by MonoGram and other companies. These mixed up records featured a lot of popular songs of the day, spanning the whole European continent i.e. including what's referred to now as 'Euro pop' hits and the 'big brothers', UK and US charts. The day's youth back then was lucky: they could follow the West moment by moment. The foremost impact of these were to feature and spread British invaders, The Beatles and The Rolling Stones, otherwise available only on radio. Come 1966, the 60s was in full swing in Iran too!

Faixas/Tracklisting:

1. LITTLES - Fatemah Sultan
2. MOHA JAMIN - Sheshwa Heshat Moho Jamin
3. THE FLOWERS - Meekshi Manoo
4. LITTLES - 4x8 jadeed
5. GROUP TAKHALA LA - Dokhtar e Darya
6. ZIYA- Im a believer
7. OJOOBA HA - Sartegar Nakesh Chen
8. PENAHI - Dance music
9. MOHA JAMIN - Ashke Roya e Bashkahe
10. GOLDEN RING- Bar ay Dokhtar Ha
11. MOHA JAMIN - Raks Raks Raks
12. THE REBELS - Indian rebels
13. KOUROSH - Hadjme Khali
14. GOOGOOSH - Respect
15. GROUP SAGEED - Mosh va Karnah
16. GOLDEN RING - Shekar Dar Kohestan
17. THE LITTLES - Mehtaab
18. REBELS- La la la
19. SAEED- Kocheh Ashq
20. GOLDEN RING- Pasar Ha Naz Kaneed
21. ZINGUALA HA- Atal Matal
22. ZIYA- Braoun Brehar Do Barah
23. SHAKAYIK A.B.C.D
24. OJOOBE HA- Beware
25. BIJAN- Baroon Omad
26. REBELS- What he can do
27. SHABAH - I Need Somebody to Love

Fonte: “Rhythm Online”

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Conjunto Académico João Paulo - Balada a Uma Rapariga Triste (ao vivo na RTP 1966)


Conjunto Académico João Paulo - Balada a Uma Rapariga Triste (ao vivo na RTP 1966)

Visite o Clube de Fãs do Sérgio Borges e o Conjunto Académico de João Paulo. 

Conjunto Académico João Paulo - Kilimandjaro (EP 1967)




AQUI:

Conjunto Académico João Paulo - Kilimandjaro (9º EP Columbia SLEM 2284, 1967).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Sheiks na RTP 1965



Os Sheiks (banda portuguesa dos anos 60) na RTP em 1965.
Temas: Summertime e o Copo.

Conjunto Jorge Machado com Tino (LP 1956)




Conjunto Jorge Machado com Tino (LP 10" Estoril LD 5029 - 1956)

Nascido em Lisboa, onde sempre residiu, Jorge Machado fez o curso de piano, violoncelo e composição no Conservatório Nacional e enveredou depois pela música ligeira, vindo a criar o Conjunto Jorge Machado.
Manteve a sua actividade profissional como pianista e maestro, dirigindo diversas bandas, e foi responsável pela direcção musical de programas da RTP, e também por muitos dos Festivais da Canção da Eurovisão.
Trabalhou também na direcção musical de cançonetistas da área da música ligeira, tais como António Calvário, Simone de Oliveira e Madalena Iglésias.

L.P. gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Conjunto João Paulo na RTP em 1965

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Visite o Clube de Fãs do Sérgio Borges e o Conjunto Académico de João Paulo. 

Natércia Barreto (Techa) - Zum, Zum, Zum (EP 1970)




AQUI:

Natércia Barreto (Techa) - Zum, Zum, Zum (EP 1970).

Faixas/Tracks:  Zum Zum Zum  /  Sem Ti Tão Só  /  O Comboio do Amor  /  Benvindo o Sol

Nota: Duas edições: A edição de Moçambique/África do Sul, com a refª Parlophone JGEP 12018 e a edição portuguesa, Parlophone/V.C. - refª  8 E 01640039 M - 1970

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Canta no Maxime (EP 1969)




José Canta no Maxime (EP RR Discos, Lda - RREP 0063, 1969).
Acompanhamento: Arranjos e Direcção de Orquestra de Correia Martins.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Natércia Barreto - O Caminho do Pai (1971-72)



AQUI:

Natércia Barreto - O Caminho do Pai
(EP Parlophone 8E 01640195 M - 1971/72).

Faixas / Tracks:  
O Caminho do Pai  / Preciso de Olhar as Estrelas / Tudo Acontece Por Ti / Champs Elisées.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Roberto - José Roberto (EP 1967)



AQUI:

José Roberto - José Roberto (EP CBS 6522, 1967).
Género: Jovem Guarda.

O Cantor baiano José Roberto estreou-se na Jovem Guarda em Abril de 1967 através do compacto "Deixa Meu Cabelo Em Paz", pela CBS, obtendo grande sucesso com esta canção, tanto que logo em seguida lançou o seu 1º LP, intitulado "Os Sucessos Na Voz de José Roberto", que alcançou óptimas vendas (cerca de 15 mil cópias nos quatro primeiros meses do seu lançamento). Começava assim, uma carreira de grandes êxitos, através da série de LPs "José Roberto E Seus Sucessos" que se estenderia até meados da década de 70, com vários sucessos nas paradas ao longo deste período, músicas inesquecíveis como,"Preciso Esquecer Que Te Amo", "Eu Juro Que Vou Lhe Esquecer", "Por Você Esqueço Até De Mim", "Lágrimas Nos Olhos (de Raulzito)" e outras…

Fonte: Musica da MPB ao Rock

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Los Salvajes - Los Salvajes (1º EP, 1964)



AQUI:

Los Salvajes - Los Salvajes (1º EP Marbella 2.005 - XC, 1964).

Los Salvajes fueron el grupo más macarra y animal de los 60's en España. Formados en Barcelona a principios de la década, empezaron tocando al estilo de los Shadows y la chanson francesa, pero a finales de 1964 fueron contratados para tocar por Alemania durante medio año. A su regreso a España había cambiado su estilo, adoptando el rhythm and blues y el beat. Poco después ficharon por EMI que les estuvo sacando EP's durante el resto de la década en los que abundaban las versiones de canciones de éxito (frecuentemente mejores que las originales) por política de la discográfica, que quería venderles como los Stones españoles, aunque poco a poco van colando cada vez más sus propias canciones. Al sonido del grupo se le va incorporando el garage, el fuzz, el soul y, hacia 1967, la psicodelia. Se separaron en 1969.

Los EP's de Los Salvajes (en vinilo)
En el primero, de 1964, fue editado originalmente por la discográfica Vergara y pertenece a su época anterior a la experiencia en Alemania, por lo que tiene un sonido más suave. En él encontramos sólo versiones: Hoy comienza mi vida (Pour moir la vie va commencer, de Jean Jaques Debout), Nada ha cambiado (Rien n'a change, de Johnny Hallyday), Boys (de The Shirelles) y Con el corazón (A plein couer, también de Hallyday). Aunque se les nota novatos y todavía no tenían el sonido que les dio fama, estás grabaciones tienen valor por su carácter histórico y porque no suelen estar incluidas en sus recopilatorios.
El segundo, de 1965, fue el primero que les editó EMI y ya tiene un sonido que puede competir con los grupos internacionales del momento. Incluye Siluetas (Silhouettes, de Herman's Hermintt), Goodbye my love (The Searchers), Hielo en vez de amor (tema propio del grupo) y No me digas adiós (You can't say goodbye, de Trini López). En el tercero, del mismo año, no consiguieron meter ningún tema propio e incluye las versiones Se llama María (Si chiama Maria, de Pino Donaggio), Wolly bully (de Sam The Sham and The Pharaons), Satisfacción ((I can't get no) satisfaction, de The Rolling Stones, cojonuda) y Ya te tengo (I've got you babe, de Sonny & Cher, flipante).
En 1996 sacaron tres EP's, en los que poco a poco iban metiendo más canciones propias. Se van inclinando hacia el garage e imitan el sonido fuzz con los escasos medios que disponen, llamándolo "sonido mosca". El primero de ellos contenía Pienso en ti (You were on my mind de We Five), Paff... boom (de The Yardbirds), Al Capone (cojonudo instrumental original de Los Salvajes) y A la buena de Dios. El siguiente contenía La neurastenia (19th nervous breakdown de The Rolling Stones), Soy así (el primero de los buenísimos himnos generacionales del grupo), Corre, corre (Keep on running, de The Spencer Davies Group) y These boots are made for walking (de Nancy Sinatra). Termina 1966 con el EP que contenía Todo negro (buenísima versión de Paint it black de los Rolling), Una chica igual que tú (With a girl like you, de The Troggs), Es la edad (otro gran temazo del grupo) y Que alguien me ayude (Somebody help me, de The Spencer Davies Group).
Los dos últimos EP's pertenecen a 1967, cuando el grupo empezó a tener influencias del soul y la psicodelia. El éxito del material compuesto por Los Salvajes les permitió meter más temas propios en los discos. El primero incluye Las ovejitas (otro himno generacional), Rosa de papel (un tanto ñoña, pero mola), Es mejor dejarlo como está (Reach out I'll be there, de Four Tops) y No me puedo controlar (I can't control myself, de The Troggs). El último EP contiene la alucinante Mi bigote (psicodelia con sitar y letra flipante), Fuera de mi corazón (con la que pisan un poco el freno), Vivir sin ti (una de mis favoritas del grupo, cañera y bailable) y El bote que remo (The boat that I row, de Neil Young).

Fonte: Egurenzone.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.


The Challengers - On TV (LP 1965)



AQUI:

The Challengers On TV - Suirf's Up! - LP Vault Records - Vault 109, 1965.

The Challengers were an instrumental surf music band started in late 1962. They were located in Los Angeles. They represented a growing love for surf music and helped make the genre popular. Their debut album "Surfbeat" was the biggest selling surf album of all time and helped bring surf music from California to the rest of the world.

The band was formed out of the pioneer surf band called The Bel-Airs. The Bel-Airs were still in high school at the time, but scored a hit with an instrumental song titled "Mr. Moto." Their potential was cited by many, but it was an argument about use of the then new Fender reverb unit that led to their breakup. The Bel-Airs were originally formed by two guitarists, Eddie Bertrand and Paul Johnson, both 16 years old at the time they recorded "Mr. Moto". In early 1963, Eddie Bertrand heard Dick Dale using the Fender reverb unit and wanted to start incorporating heavy reverb into The Bel-Airs songs. He felt reverb was the sound that would come to define surf music. Even at 17, Johnson was something of a independent thinker and told Bertrand that The Bel-Airs had done quite well without reverb and he didn't see any reason at all to begin using it. The argument escalated until Bertrand finally left the band which then broke up for good shortly after. Johnson confirmed this story in the liner notes he contributed to The Bel-Airs reunion album released in 1986.

They didn't invent it, but the Challengers shaped and refined surf music like no other performers in the beach firmament. Most of their repertoire consisted of covers of popular rock and surf tunes; undeniably exciting at the time, their lack of originality can make their work generic to wade through.

LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Shegundo Galarza e Seu Conjunto (Ed. Estoril LP 1956)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011



Shegundo Galarza e Seu Conjunto - 16 Trechos Famosos Em Ritmo de Baile (Editora Estoril LP - LD 5027, 1956).
(Disco considerado muito raro)

Shegundo Galarza (n.1924 – Lisboa, 2003) foi um Maestro e Compositor Português de origem basca. Em Portugal teve uma longa carreira (54 anos). Tudo começou em 1948 (25 de Novembro), com apenas 24 anos, no Casino Estoril onde actuou diariamente até Maio de 1950.
Depois e até 1951 actua nos restaurantes “ A Choupana” e “Aquarium” e grava os seus 3 primeiros discos para a editora “Melodia”.
A 21 de Outubro de 1951, parte para Luanda onde permaneceu até Abril de 1952, seguindo para Lourenço Marques/Moçambique onde actuou no “Hotel Polana” durante 6 meses.
Entre 1952 e 1954 esteve em Joanesburgo, África do Sul, com contratos na Springbok Radio e no Du Barry Restaurant. Neste período grava 6 discos para a editora “Decca”.
Em 1954 regressa a Lourenço Marques e novamente ao “Hotel Polana” onde esteve até Maio de 1955.
A partir desta data, actuou no Hotel Palácio” e assinou com a editora “Estoril”, a gravação de 4 LPs, sendo um deles, este que aqui apresentamos, já considerado raro. Este LP de Shegundo Galarza, apresenta "16 famosos temas em ritmo de baile".

Fonte: Wikipedia.


LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

The Zombies - At Work (n'play) - EP 1964




The Zombies - At Work (n'play) - (EP Big Beat 533646, 1964).

Rare material from The Zombies – great cuts that were never issued properly in the group's youthful heyday, appearing here on vinyl for the first time ever! Includes "Walking In The Sun", "Sometimes", "Work 'N' Play" and "The Way I Feel Inside".

The Zombies are an English rock band. Formed in 1961 in St Albans and led by Rod Argent on piano and Colin Blunstone on vocals, the band scored US hits in the mid- and late-1960s with "She's Not There", "Tell Her No", and "Time of the Season". Their 1968 album Odessey and Oracle, comprising twelve songs by the group's principal songwriters, Argent and Chris White, is ranked 80 on Rolling Stone magazine's list of the 500 Greatest Albums of All Time.

The Zombies (grupo formado em 1961 em St. Albans, Inglaterra) foi uma banda britânica de música pop. Guiado pelo piano rápido de Rod Argent e a melódica voz de Colin Blunstone, a banda conseguiu alguns sucessos no final dos anos 60, como "She's Not There", "Tell Her No" e "Time Of The Season". Embora nunca tenham alcançado o destaque de outros grupos da Invasão Britânica, os Zombies eram os favoritos dos críticos musicais pelos seus complexos arranjos e harmonias vocais. O seu álbum Odessey and Oracle, de 1968, é considerado hoje em dia um dos melhores de sua época.

Fonte: In Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luis Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Manuela Machado - Poesia e Música de Jazz (EP)




Manuela Machado - Poesia e Música de Jazz (EP Movieplay SON 100 010 - 196?).
Acompanhamento: Vasco Henriques (piano), Rui Cardoso (flauta), Jean Sarbib (contrabaixo) e Paulo Gil (bateria). Contracapa autografada.

Manuela Machado, actriz, declamadora, escritora e poeta.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Natércia Barreto (Techa) - Goodbye (EP 1969)




AQUI:

Natércia Barreto - Goodbye (EP 1969)

Nota:  Para este EP também existem 2 edições análogas: Uma da Parlophone/V.C. / Portugal - EP Parlophone 8 E 016 40017 M - 1969, e outra de Moçambique/África do Sul - Parlophone JGEP 12017 - 1969.

Faixas / Tracks:  Goodbye / May I Tell You / Monsieur Mon Gars / Boom Bang-A-Bang.


EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Phoenix (Romania EP 1968)



AQUI:

Phoenix (Romania) - EP Electrecord 45 - EDC 10.006, 1968.

Tracks: Vremuri / Canarul / Lady Madonna / Friday On My Mind.

Elementos/Members: Nicolae Covaci, Mircea Baniciu, Ovidiu Lipan Ţăndărică, Mani Neumann, Josef Kappl.

Transsylvania Phoenix or, more commonly, just Phoenix, is one of the most prominent Romanian Rock and Roll bands of the latest decades, and also the first one to take musical inspiration from ancient Romanian folk themes.
Formed in the 1960s, it began by doing covers of Beatles songs. However, they soon had to change their style since the Romanian communist regime disliked any form of western culture. The communist regime suggested that all rock oriented bands should look for inspiration within the Romanian culture. These restrictions made the band's leader Nicolae Covaci search within the Romanian folklore, which gave them a unique sound.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.