Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Bobby Solo - I Singoli Vol. 2 (1967 - 1969)

sábado, 17 de setembro de 2011




Bobby Solo - I Singoli VOL. 2 (1967 - 1969) - A's + B's.

A biografia deste artista já se encontra inserida neste blogue.

C.S.

Thilo's Combo - Twist Na Ronda (EP 1962)





Thilo's Combo - Twist Na Ronda (EP Decca PEP 1033, 1962).

Thilo Krassman era natural de Bremmen, na Alemanha, onde encetou os seus estudos musicais e obteve um diploma como professor de música. Em 1957 fixou residência em Portugal, tendo começado por dar aulas de acordeão na Casa Gouveia Machado, em Lisboa. Cedo estabeleceu boas relações com vários músicos portugueses tendo destas surgido o seu projecto Thilo's Combo que foi criado em 1962 e contava nas suas fileiras, para além do próprio Thilo (contrabaixo, voz), José Luís Simões (guitarra eléctrica), Enrique Peiró Jr. (piano), Fernando Rueda (bateria) e Vítor Santos(saxofone). Apesar de tudo, o colectivo não tinha uma formação muito rígida, tendo passado por ele muitos outros nomes, entre os quais Paulo de Carvalho (bateria). Até Don Byas fez parte do grupo... Rueda, músico conhecido no meio do jazz lisboeta, rapidamente passaria a assumir também funções de vocalista, e chegaria mesmo a gravar a solo com o acompanhamento do grupo, vindo depois a formar o seu próprio conjunto, Rueda + 4. Com as suas diversas formações, o Thilo's Combo gravou 13 discos (quase todos EP's, sendo apenas um deles single), mas são bem mais os que gravou com outros artistas. 

Desde Simone de Oliveira ao Duo Ouro Negro, passando por João Maria Tudella ou Paula Ribas, muitos foram, de facto, os bafejados com o toque de modernidade que o grupo representou durante grande parte da década de 1960. O seu papel seria, aliás, semelhante àquele que o Quarteto 1111 viria a assumir na viragem desta década para a de 1970 e nos primeiros anos dela, numa época em que a estética psicadélica imperava. Trata-se de um bom exemplo do que já se fez de bom em Portugal na área da música ligeira, easy listening, música para "cocktails" , lounge, música de elevador ou música ambiente! Revelando grandes influências de jazz, era habitual criar temas divertidos a fazer lembrar anúncios da Martini. O grupo colaborou também com o Duo Ouro Negro, com Paula Ribas, Simone de Oliveira e outros artistas, podendo alguns dos seus temas serem ouvidos em compilações como "Portugal Deluxe - Um Cocktail Estereofónico". Até ao início da década de 70 revelaram alguma importância. Thilo Krassmann, o seu mentor e nome sobejamente conhecido dos portugueses faleceu em 2004. 

Fonte: Under Review ( http://underrrreview.blogspot.com).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Henry Stephen - Limon Limonero (single 1968)





Henry Stephen - Limon Limonero (single RCA Victor 3-10347, 1968).
Género: Pop/Rock, Beat.

Henry Augustus Stephen Pierre, cantante y actor, nació el 15 Julio 1943 en Maracaibo (Estado Zulia), Venezuela. En 1968 impone éste, su mayor éxito: Limón, limonero.
Su primer encuentro fue con la música popular a través del grupo de música bailable Los Técnicos, posteriormente fue integrante del Grupo Gaitero denominado Los Blanco y Negro. 
 Henry Stephen comenzó cantando rock con Los Flipers, era un rock and roll de los cincuenta donde incluían en su repertorio canciones de Elvis Presley,Chuck Berry, entre otros. 
 Posteriormente se reunen varios músicos y crean un nuevo grupo con el nombre de Los Impala, que fue la banda que marcó la pauta y dió la proyección de Venezuela en el rock para el mundo. 
 Es Renny Ottolina, famoso conductor de televisión, quien le brinda la oportunidad de iniciarse como solista y debuta en "Renny Presenta" con la canción "Please Release me". Adicionalmente lo envían junto a Mirla Castellanos a participar en España en el Festival de Montjui, logrando el segundo lugar. 
Viaja nuevamente a España en 1968 contratado directamente por la RCA Victor, actúa en musicales y comedias de la Televisión Española, en la radio y en Club Privados. 
Grabó el disco Lord Henry y Limon Limonero en Venezuela con Velvet. Vaso de Vino, La Nave del Olvido, La Rosa, recordando el Rock and Roll y otros con la RCA Victor.El público español se mostró muy receptivo logrando grandes éxitos por lo que la estadía se prolongó por 6 años. Su popularidad era tal que fue invitado a ofrecer un concierto en el Palacio de La Moncloa solicitado por el General Franco, Dictador de la época.
Regresa a Venezuela en 1974 e incursiona como actor en telenovelas. Inicia sus actividades en el canal 8 y realiza bajo la dirección de Jim Huntley dos clasicos musicales: El Mago de Oz y La Vida de un Boxeador. Con Marte TV actúa en la novela ìLa Encantadaî, con Mariano Alvarez, Claudia Venturini, Carlos Fraga y Toni Rodriguez. 
 Ha compartido presentaciones estelares con artistas extranjeros como por ejemplo: Aretha Franklyn, Miriam Makeba, Julio Iglesias y Roberta Flack. 
 En la actualidad continua con las presentaciones como cantante del Grupo Los Impala y como solista. 

Fonte: Musicavenezuela.com.


Faixas/Tracklist: 

A - Limon Limonero (C. Imperial) 2:57 
B - Hang On Sloopy (B. Russell, W. Farrell) 2:55

Single ripado do vinil e gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Indonesian Revival Band - Indo Rock Forever





The group ''Indonesian Revival Band'' (From Germany) is one of the Europe's oldest and greatest Indo Rock bands. They still Rock and perform. Sometimes they are compared with The Tielman Brothers but in this time period. A recommendation for fans who love Indo Rock and Rock 'n Roll.

Faixas/Tracks:  

1 Hello Caterina 
2 Al Capone 2000 
3 No Particular Place To Go 
4 You Never Can Tell 
5 My Love  
6 Third Man 
7 Caroline 
8 Swing It Up 
9 Black Eyes Rock 
10 Sweet Inspiration 
11 Nadine 
12 Rip It Up  
13 Fraulein 
14 Hurt 
15 Sweet Little Sixteen 
16 Rocking Carioca  
17 My Maria 
18 The Soul Of Rock 'n Roll 
19 Medley (Rock Around The Clock, Hi Heal Sneakers, Hound Dog, Jenny Jenny) 
20 Mona Lisa 
21 Danny Boy

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Jerry Adriani (EP 1968)




Jerry Adriani - Jerry Adriani (EP CBS 6542, 1968).

Jerry Adriani, nome artístico de Jair Alves de Sousa, (Brás/São Paulo, 29 de Janeiro de 1947) é um cantor e ator brasileiro. Iniciou a sua carreira na TV Tupi de São Paulo como vocalista do conjunto 'Os Rebeldes'.
Começou a sua vida profissional em 1964, com a gravação do seu primeiro LP, "Italianíssimo", e no mesmo ano gravou seu 2º LP , "Credi a Me".
Em 1965, grava "Um grande Amor", sendo o primeiro LP em português. Tornou-se apresentador do programa Excelsior a Go Go, na antiga TV Excelsior (Canal 9), atual RedeTV!, em São Paulo, ao lado do comunicador Luiz Aguiar. Apresentava músicas dos Vips, Os Incríveis, Trini Lopez, Cidinha Campos, entre tantos outros.
Entre 1967 e 1968, já na antiga TV Tupi, (Canal 4), atual SBT em São Paulo, passou a apresentar A Grande Parada, ao lado de grandes artistas, como Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marília Pera. Era um musical ao vivo que apresentava grandes nomes da música popular brasileira.
Em 1969 ganhou o título de Cidadão Carioca.


Foi responsável pela ida de Raul Seixas para o Rio de Janeiro, amigos que eram desde a época em que possuía uma banda em Salvador, chamada Raulziito e os Panteras, por três anos. Entre as músicas que a banda tocou, ambas compostas por Raulzito, podemos citar: Tudo que é bom dura pouco e Tarde Demais Doce doce amor.
Entre os anos de 1969 e 1971, Raul Seixas foi seu produtor, até iniciar a carreira a solo.
Na década de 1970, fez shows na Venezuela, Peru, Estados Unidos, México, Canadá e outros países.
Em 1975, participou de um musical no Hotel Nacional, denominado Brazilian Follies, dirigido por Caribe Rocha, ficando um ano e meio em cartaz.
No início da década de 90, gravou um disco que trazia de volta as origens do Rock in Roll, com o tema "Elvis Vive", um tributo a Elvis, sendo este o 24º disco da sua carreira.
Em 1994, a convite de Cecil Thiré, participou da novela 74.5 uma onda no ar, produzida pela TV PLUS e exibida pela Rede Manchete, exibida também em Portugal com grande sucesso .

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

600.000 Visitas! 600,000 visits!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Olá amigos,

Mais uma vez, apraz-nos registar que atingimos hoje as 600.000 visitas efectuadas a este blog, o que nos deixa muito satisfeitos e simultaneamente muito agradecidos.
Assim e mais uma vez, não queremos deixar de agradecer a colaboração, a compreensão e o apoio recebidos ao longo deste tempo.
Agradecemos igualmente aos nossos seguidores, amigos, parceiros, colaboradores e visitantes, pelo  interesse e preferência.
Abraços para todos e o nosso muito obrigado.

Hi,
Again, we are pleased to note that today reached 600,000 visits to this blog, which makes us both very delighted and grateful.
Once and again, we would like to thank the collaboration and support received throughout this time.
Thanks also to our followers, friends, employees and visitors for their understanding, support, interest and preference.
Big hug for everyone.

João Romão e Carlos Santos

Bobby Solo - I Singoli - 1963-1966



Bobby Solo - Se Piangi Se Ridi (from Youtube)


Bobby Solo - I Singoli (1963-1966) - A's + B's.

Bobby Solo (Roma, 18 de Março de 1945) é o nome artístico do cantor Roberto Satti, chamado de Elvis Presley italiano. 
Bobby Solo estreou-se no Festival de Sanremo em 1964 cantando Una Lacrima Sul Viso mas, em razão de um problema vocal, teve de cantar em playback, fato que impediu a sua vitória, por não ser permitida tal forma de apresentação. A canção tornou-se sucesso mundial. Ele venceu o mesmo Festival, no ano seguinte, com a canção "Se Piangi Se Ridi", tendo representado a Itália com essa canção no Festival Eurovisão da Canção 1965, onde terminou em quinto lugar. Voltou a participar no Festival de Sanremo em 1969, cantando "Zingara".


Bobby Solo participou 12 vezes do Festival de Sanremo, com as seguintes canções: 

1964 – Una lacrima sul viso 
1965 – Se piangi se ridi 
1966 – Questa volta 
1967 – Canta ragazzina 
1969 – Zingara 
1970 – Romantico blues 
1972 – Rimpianto 
1980 – Gelosia 
1981 – Non posso perderti 
1982 – Tu stai 
1984 – Ancora ti vorrei 
2003 – Non si cresce mai

C.S.

Tommy Fogerty and The Blue Velvets (EP 1961)



 Tommy Fogerty And The Blue Velvets - Come On Baby (1961).
(Pre-Credence Clearwater Revival)

Thomas Richard Fogerty conhecido como Tom Fogerty (Berkeley, 9 de Novembro de 1941 – Scottsdale, 6 de Setembro de 1990) foi um cantor, compositor e guitarrista, conhecido principalmente por ter sido um dos integrantes da famosa banda de rock americano Creedence Clearwater Revival.
Em Setembro de 1959, John Fogerty (vocalista e guitarrista), Doug Clifford (bateria) e Stu Cook (baixo) formam The Blue Velvets. Dois meses mais tarde, Tom Fogerty (guitarrista), irmão mais velho de John, entra no grupo como cantor, mudando o nome da banda para Tommy Fogerty and The Blue Velvets.

Faixas/Track List:

1 ) Come on baby. 
2) Oh! my love. 
3) Have you ever been lonely. 
4) Bonita.

C.S.

Os Selvagens - Don't Leave Me Now (LP 1971)






Os Selvagens - Don't Leave Me Now (LP Epic 144072, Junho de 1971). 

Formado originalmente em 1965, pelos irmãos Leonardo e Mário Cario. Logo se juntaram a eles, Hilton Ribeiro e Edgard Borges, e com essa formação “Os Selvagens” tocavam em todos os bailes do Rio de Janeiro. 
Nos saudosos tempos da Jovem Guarda, a juventude brasileira só ouvia e comentava sobre Beatles e Rolling Stones, as duas bandas internacionais mais expressivas da época, e o trio que comandava o maior movimento da juventude brasileira, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderleia, além de outros que se tornaram ídolos do movimento.
Em 1969, no Rio de Janeiro, na gravadora CBS (mais especificamente a “EPIC” etiqueta da CBS) o produtor musical Rossini Pinto, um dos componentes da banda naquela época, conduziram o grupo musical para um real profissionalismo com a finalidade de gravar músicas inéditas e versões para os seus discos
Ainda nessa época “Os Selvagens” contaram com um apoio de peso dentro da MPB, Hyldon e Michael Sullivan. Com o sucesso “O Enviado Especial”, a banda colocou-se nos primeiros lugares das paradas de sucesso da época. Todo esse êxito em breve levaria a banda a participar nos principais programas de TV da altura, e entre eles, os programas do Chacrinha, do Silvio Santos e o Almoço Com as Estrelas. 

Faixas/Tracks:

01- Don't Leave Me Now
02 - A Moça do Vestido Vermelho
03- Mundo Selvagem
04- Se Eu Não Voltar
05- Você Falhou
06- Carcereiro
07- Deixe Estar Como Está 
08- O Velho Tiago 
09-Sinto Muito 
10-Vá Dizer a Ela 
11-A Sua Mãe 
12-Tempo Perdido

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Go Graal Blues Band - White Traffic (LP 1982)






Go Graal Blues Band - White Traffic  (2º LP, Vadeca, 1982)  

Os Go Graal Blues Band foi um grupo português de blues rock formado no ano de 1975 em que, contrariamente ao que era uso na época, cantavam unicamente em inglês. 
Os Go Graal Blues Band faz a sua aparição em 1975, integrando João Allain (guitarra), Artur Paes (baixo), Zito (bateria), Tony Sousa (guitarra) e José Carlos Cordeiro (voz) e definiam-se como um grupo que se dedicava a tocar e a cantar Blues. Após várias experiências a formação estabiliza com Paulo Gonzo (voz e harmónica), João Allain (guitarra solo), Raúl Barrigas dos Anjos (bateria), Augusto Mayer (harmónica), António Ferro (baixo), João Esteves (guitarra) e José Carlos Cordeiro (voz principal). 
Em 1979 assinam contracto com a Imavox e lançam, ainda nesse ano, Go Graal Blues Band, o seu primeiro LP, onde o grupo assume totalmente uma postura dedicada aos blues eléctricos, notório em temas como "Baby, I Wanna…", "The Fault Is Her Own" e "The Last One". Nesse ano entra Tó Andrade para o lugar de baixista. A 22 de Setembro, a convite de José Nuno Martins realizam o primeiro concerto com raios laser no Instituto Superior de Agronomia. Este concerto foi transmitido em directo pela RTP 1 e consta dos arquivos da RTP. 

A Go Graal Blues Band torna-se um dos grupos que mais concertos dá, sobretudo na área estudantil. 
Em 1980 lançam o single "They Send Me Away", apresentando um som mais rock, muito próximo do estilo dos Dr. Feelgood. O apresentador do programa Rock Em Stock, Luís Filipe Barros, produz o single "Lay Down", vindo este a atingir o primeiro lugar do Top no Rock Em Stock. 
Em 1982 é lançado o segundo LP da banda, "White Traffic". 
Da formação original já só restam Paulo Gonzo e João Allain. O baixo está a cargo de Fernando Delaere e a bateria de Hippo Birdie. Deste LP fazem parte temas como "N'Roll", "Lonely" e "Guetto Drunk". A evolução musical do grupo é notória e o sucesso mede-se não tanto pelas vendas de discos, mas sim pelo número de espectáculos. 
Divergências internas quanto à autoria dos temas levam à saída de Delaere e Birdie que vão para [[UHF)e novos membros são recrutados. Entra para a bateria Mário Pereira (Márito) e Henrique Leite fica encarregue do baixo. É editado o Mini-LP "Blackmail" onde se podem escutar temas de blues/rock como "Champagne All Night", "Love Fashion" e "Midnight Killer". 
Em 1984 é editado o Máxi-Single Dirty Brown City com temas como "Dirty Brown City", "Fast Flirt" e "Wild Beat Blues". Nesse ano dá-se a reentrada de Tó Andrade para o baixo, a convite de João Allain. 
Em 1987,é lançado o último álbum da banda, "So Down Train", com uma sonoridade mais amadurecida mas longe do sucesso de outras épocas. O último disco da Go Graal traz-nos temas como "They Don't Give A Damn", "A Little Bit" ou "City Lights". 

Go Graal Blues Band - Esta era a formação que gravou o LP White Traffic

Após o lançamento desse LP, Paulo Gonzo abandona a banda para se lançar numa carreira a solo. É substituído por João Melo, passando a banda a ser constituida por, João Melo, João Allain, Tó Andrade, Leonel Cardoso (sax), Fernando Costa (teclas) e Chico Cardoso (bateria). Após cerca de seis meses, regressa Mário Pereira à bateria e o 1º cantor José Carlos Cordeiro. 
Devido ao fracasso comercial do LP "So Down Train", reflectindo-se na diminuição do número de espectáculos, o grupo toma a decisão de se dissolver, levando, no ano de 1989, à extinção de um dos grupos mais marcantes em Portugal de Blues/Rock. 
Tiveram uma carreira recheada de espectáculos, onde se destacam a primeira parte do espectáculo dos Shirts em Lagos, a 1ª parte de Jan Hackerman no Dramático de Cascais, a 1ª parte da Blues Band no Coliseu e um concerto memorável no Coliseu de Lisboa como cabeça de cartaz. 
Que se saiba, infelizmente, até ao momento, nenhum dos álbuns dos Go Graal Blues Band foi reeditado em formato digital. 
Faixas / Tracks: 

01 Lonely
02 Running For Long
03 White Traffic
04 Lover Eyes
05 Emmily
06 Ghetto Drunk
07 N’ Roll
08 Hot River

In Wikipedia

Álbum que nos foi disponibilizado pelo nosso amigo Manuel Alves.
Ripado do vinil por Carlos Santos.

Programa Eli Correa na Rede TV (Brasil) apresenta a divertida embolada de Caju & Castanha


Programa Eli Correa na Rede TV (Brasil) apresenta a divertida embolada de Caju & Castanha 
Os mestres do famoso passatempo nordestino farão a alegria do telespectador com os mais variados trava línguas

No dia 18 de Setembro, a partir das 07hs, a manhã de domingo estará pra lá de divertida na Rede TV(Brasil)!. O programa de Eli Corrêa receberá Caju & Castanha, a dupla que ficou conhecida no Brasil através da arte da embolada. Participantes do documentário “Nordeste: Cordel, Repente e Canção”, os músicos apresentarão os famosos jogos de trava línguas que fazem a alegria do público. 
Ainda na Rede TV!, a partir das 10hs, o programa “Deus Médico dos Médicos” comandado por Dom Fernando Figueiredo, fala sobre o desconforto causado pela enxaqueca. 
Os programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV(Brasil)! e são produzidos e patrocinados pela Ultrafarma. 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Fernando Conde - Fernando Conde (EP 1965)





Fernando Conde (EP Alvorada AEP 60769, 1965).

Fernando Conde foi uma das grandes estrelas da música pop/rock portuguesa dos anos 60, fazendo-se acompanhar primeiro pelos Las Vegas, depois pelos Electrónicos. Considerado o “Cliff Richard português”, Fernando Conde optava porém pelo velho rock americano, tipo Chuck Berry, como é o caso do tema “Amar, Viver, Sonhar”.

Fernando Conde (ao vivo na RTP - 1965), from Youtube

Também foi acompanhado pelos “Satins”, como no tema Stephanie (com arranjos de Fernando Conde e João Videira Santos - Letra de João Videira Santos. Etiqueta Alvorada (AEP 607 69).


Texto parcialmente retirado de Biografia do Pop/Rock.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Go Graal Blues Band - Go Graal Blues Band (LP 1979)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Os Go Graal Blues Band num ensaio.



Go Graal Blues Band - Go Graal Blues Band (1º LP Imavox IM - 30702, 1979).

Go Graal Blues Band foi uma das maiores bandas portuguesas de Rock. Inseriam-se num género pouco comum em Portugal, o Blues-Rock, e naturalmente tinham letras em inglês. 
Os Go Graal Blues Band formaram-se em 1977 como grupo que se dedicava a tocar blues. Após várias mudanças, a formação estabiliza com Paulo Gonzo (voz, harmónica), João Allain (guitarra), Raul Barrigas dos Anjos (bateria), Augusto Mayer (harmónica), António Ferro (baixo), J.Esteves (guitarra) e João Cordeiro (voz principal). A empresa discográfica Imavox firma contrato com o grupo e edita, em 1979, o LP homónimo. Neste trabalho, o grupo assume totalmente uma postura dedicada aos blues eléctricos, apesar de haver também lugar para as baladas. Apesar das canções serem em inglês, a banda consegue bastante sucesso e passa quase incólume o boom do Rock Português sem necessitar de passar a expressar-se em português.

Em 1980, editam o single "They Send Me Away", com um som mais rock, muito próximo do praticado na altura pelos Dr. Feelgood. Tó Andrade entra para o projecto e, com produção de Luís Filipe Barros, lançam o single "Lay Down" que atinge o primeiro lugar no Top do programa "Rock Em Stock" apresentado pelo produtor... Em 1982 editam um novo LP, "White Traficc". Da formação original restam só Paulo Gonzo e João Allain. O baixo é de Fernando Delaere e a bateria de Hippo Birdie. A evolução musical do grupo é bem notória e a sua caminhada rumo ao sucesso também. Divergências internas quanto à autoria dos temas levam à saída de Delaere e Hippo (que integram de imediato os Roxigénio e, mais tarde, os UHF). Novos membros são recrutados: Mário Pereira (bateria, ex-Spartaks) e Henrique Leite (baixo). Com esta formação é editado o Mini-LP "Blackmail" muito na onda blues-rock, praticando uma sonoridade pesada. Em 1985 é editado um Maxi-Single intitulado "Dirty Brown City". Nova mudança na formação, dando-se a reentrada no line up de Tó Andrade para o baixo e a edição, em 1987, do álbum "So Down Train", onde se vislumbra uma sonoridade mais amadurecida. O fracasso comercial do disco e posterior repercussão em termos de espectáculos leva à extinção da banda. Paulo Gonzo lança-se numa carreira comercial a solo que se mantém até à atualidade. 

In Under Review 

Formação / Membros:

Raúl B. Anjos: Bateria 
António Ferro: Guitarra, Baixo 
João Allain: Guitarra 
Augusto Mayer: Harmônica 
João Esteves: Guitarra 
Paulo Gonzo: Vocal, Guitarra 
José Carlos Cordeiro: Vocal 

Faixas/Tracks:

1. Baby, I Wanna... (3:15) 
2. The Last One (3:15) 
3. Feel Me In My Blues (5:18) 
4. We Remember M.W. (5:18) 
5. ...For Ma Babe (Gonzo Pleasure) (2:30) 
6. The Fault Is Her Own (3:49) 
7. Leonor’s (4:08) 
8. Stray Dog (5:46) 
9. Good Morning Blues (5:28)


Temas do álbum que nos foram disponibilizados pelo nosso amigo Manuel Alves.
Masterização por Carlos Santos.

The Black Boys - Brazão (LP 1969 Brasil)




The Black Boys - Brazão (LP Paladium BMLP 70004, 1969 /Brasil).

O Conjunto The Black Boys, no ano de 1969, lança pela editora Paladium este L.P. recheado de belas canções. A nota marcante dos conjuntos da época era o óptimo trabalho das guitarras. O conjunto precisava ter um excelente solista pois era moda os solos instrumentais. Encontram-se aqui neste LP temas muito interessantes e de boa qualidade instrumental.


Faixas/Track List: 

 01-Mambo jambo
02-Dolar Furado
03-Unchained Melody
04-O Bom Rapaz
05-Look For Star
06-O Pica-Pau
07-Você Fala Demais
08-Gandy Dancer
09-Satisfaction
10-Walkin's
11-La Comparsa
12-Anel de Diamante 

LP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Pedro Osório - O Beijo do Sol

Pedro Osório - O Beijo do Sol

Da nossa amiga Fernanda Bacelar, a quem muito agradecemos, recebemos este maravilhoso vídeo (o 1º ) deste grande artista e mestre que tem feito muito pela música portuguesa. Foi ele próprio que o fez e o montou. É um video-clip sobre uma música de um disco seu que está para sair brevemente.

Aqui está o endereço:


Pedro Osório nasceu na cidade do Porto. Estudou Música e Engenharia Mecânica. Formou o seu próprio conjunto musical no final dos anos 50, princípio de 60. E em 1966, juntou-se à segunda formação do Quinteto Académico cujos êxitos assinalaram um marco relevante na evolução da música pop/rock feita em Portugal.
Em 1967, no seu último ano de Engenharia, retomado após regresso de comissão militar em Angola, decidiu-se pela carreira de músico profissional e passou também a dedicar-se à composição, orquestração e direcção de orquestra.
É assim que, em 1968, forma o Trio Barroco e também representa Portugal no Festival da Eurovisão como autor da canção "Verão", interpretada por Carlos Mendes. A sua colaboração com grandes nomes da música popular portuguesa, desde autores a poetas e intérpretes, é, ao longo de décadas, profícua, inovadora e diversificada.
À música portuguesa, Pedro Osório deu novas e inspiradas formas orquestrais que em muito contribuíram para a sua renovação e redescoberta sonoridade.
Além de representar Portugal como chefe de orquestra em várias edições do Festival da Eurovisão, Pedro Osório continuou a desenvolver vários projectos musicais, de que é exemplo o êxito dos S.A.R.L. É, ainda autor de música para cinema e teatro, tendo ganho, em 1982, o prémio da crítica com a música que compôs para a peça "BAAL", de Bertholt Brecht. Grande criador de arranjos musicais e director musical e de orquestra para os mais variados espectáculos, Pedro Osório é também director musical e autor em séries de Televisão.
Escreve obras de música sinfónica, tendo algumas sido executadas em público.
Em 1994, recebeu o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
Assim, em reconhecimento do inestimável trabalho de uma vida dedicada ao fomento e divulgação da música em Portugal e no estrangeiro, ao longo de mais de cinquenta anos, entende o Governo Português prestar pública homenagem ao MAESTRO PEDRO OSÓRIO, concedendo-lhe a MEDALHA DE MÉRITO CULTURAL.

In Blogue da Cultura (http://bloguedacultura.blogspot.com)

Aproveitamos para lhe prestar esta pequena e singela homenagem a este grande músico e homem da cultura, com muita gratidão.
Grande abraço para ele e muito obrigado por tudo o que fez e continua a fazer.

Carlos Santos e João Romão

Amplitude Produtora & Studio contrata Assessoria Márcia Stival

Amplitude Produtora & Studio contrata Assessoria Márcia Stival


Junior Bertoldi

Com ampla bagagem profissional, Junior Bertoldi, proprietário do estúdio, visa novos projetos com a recente parceria
A Amplitude Produtora & Studio, do produtor, músico e engenheiro de som Junior Bertoldi, acaba de contratar o escritório de assessoria de imprensa Márcia Stival, para gerenciar sua imagem e a de seus projetos na mídia. 
Durante os 15 anos de atuação no mercado, Junior Bertoldi assinou produções de shows, CDs e DVDs de diversos artistas nacionais e internacionais como Jair Rodrigues, Sérgio Reis, Elba Ramalho, Jorge Ben Jor, Silvio Brito, Laura Pausini, The Calling, entre outros. A parceria com o escritório de Márcia Stival, chega para fortalecer essa fase de grandes realizações, e a ampliação dos projetos pelo estado paulista e outras capitais brasileiras. 
Além do trabalho que desenvolve em estúdio, o produtor está sempre envolvido em mega produções de shows e eventos culturais. Atualmente, é encarregado pela contratação dos shows no projeto “Cubatão Danado de Bom”, evento que reunirá destaques da música nordestina entre 11 e 15 de novembro deste ano. 

Mais informações no site www.amplitudestudio.com.br

Fonte: Assessoria Márcia Stival

April Stevens - Teach Me Tiger





April Stevens (born Carol LoTempio, April 29, 1936, Niagara Falls, New York) is an American singer. 
She has recorded since she was 16 years old. Her most popular solo recording was her RCA Victor recording of "I'm in Love Again" (music and lyrics by Cole Porter). Accompanied by an orchestra arranged and conducted by Henri René, Stevens' recording peaked at No. 6 on the Billboard Hot 100 singles chart in 1951. 
Stevens returned to the U.S. chart in 1959 with the song "Teach Me Tiger", which caused a minor uproar for its sexual suggestiveness and consequently did not receive airplay on many radio stations. The song peaked at No. 86 on the Billboard Hot 100. Stevens' recording of this song is often erroneously accredited to Marilyn Monroe. 

She is perhaps best known for her 1963 Atco Records recording of "Deep Purple" (music by Peter DeRose and lyrics by Mitchell Parish) with her brother Antonino LoTempio (singing under the stage name Nino Tempo). A standard song that Larry Clinton and His Orchestra and band vocalist Bea Wain had popularized in 1939, the Stevens and Tempo version reached No.1 on the Billboard chart in November 1963. The song won the 1964 Grammy Award for Best Rock and Roll Recording. It sold over one million copies, and was awarded a gold disc. 
They also enjoyed a 1964 follow-up hit in the U.S. with the standard song "Whispering" (music by Vincent Rose and lyrics by Richard Coburn and John Schonberger). The recording, which had an arrangement similar to their recording of "Deep Purple", reached No. 11 on the Billboard Hot 100 singles chart. They also had chart success with "All Strung Out", which reached No. 26 on the Billboard Hot 100 in 1966. 


April Stevens - Teach Me Tiger

"In 1959, Nino and April penned a tune slightly reminiscent in theme of (and tagged with an even better punchline than) her early recording "Don't Do It", this one entitled "Teach Me Tiger." This time, however, the singer was a willing young siren, who belies her innocent plea to be 'taught', by sensually coaxing a strangely oblivious young man. Again banned in many markets, "Teach Me Tiger" nevertheless made Billboard's Hot 100 and capped at #86. 
But "Teach Me Tiger" has had many lives in the last 25 years. Re-recorded twice in 1965, the new version became a camp classic in many U.S. and foreign cities. On April 6, 1983, the astronauts aboard space shuttle Challenger requested the song as a wake-up call. NASA obliged the crew, and April was again in the news."

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por João Romão.

Os Tornados - Apresentação do EP "Dinamite!"



OS TORNADOS / MUSICBOX , dia 24 Setembro, pelas 23H30 - Apresentação do EP "DINAMITE!"

Os Tornados têm uma geopolítica muito lá de casa: são uns desalinhados que calcorreiam o país da música a olhar para o carreiro, a ver o que vai passando. A estratégia – se a é – pode parecer agrilhoá-los, mas o certo é que o resultado denota uma admirável liberdade, consciente, deliberada e expansiva, que lhes confere uma personalidade pouco comum nos constantes regressos ao futuro. 
Twist do contrabando, o álbum de apresentação, revelou a capacidade que Os Tornados têm em fazer renascer o rock n’ roll estival dos idos de 1950 e 1960, sem a complacência das revisitas. Indulgências são dadas aos fracos – eis legisladores das canções! Eis dominadores do saber! Eis os descontraídos e os independentes!
“Decididos em recuperar o espírito dos primórdios do rock & roll, Os Tornados, 6 músicos do Porto, investem agora numa peça da época: um 7 polegadas em vinil com 4 temas vibrantes que serão também distribuídos gratuitamente através da internet. “Dinamite!” é o nome do disco editado pela própria editora da banda: a Bronca! Discos. Mais explosivos que nunca, Os Tornados na Portugália.” – In Antena 3 - Henrique Amaro.

“A pop nem sempre é para todos. Mas de vez em quando, lá vem alguém lembrar que já o foi e que pode voltar a sê-lo. Feita à medida de quem coloca o prazer à frente do rótulo. E também de quem, vindo de outras eras, remata a audição de Chantays, Surfaris ou, mesmo, de Shadows com o lamento de que “já não se faz isto”. Sim, de rock puro e duro se trata. Sem corantes nem conservantes. Mas de uma variedade particular e de um tempo muito específico. Na verdade, a tão salutar quanto meteórica ação do sexteto do Porto evoca o período que mediou entre o rock´n´roll e o brit-beat. Ou seja: um mundo elétrico de guitarras à solta sem lugar para a ambiguidade... No grupo do Porto, conta sobretudo a intenção e, no fim, fica a prova irrefutável de savoir faire no mais importante: como tirar o máximo partido das ferramentas primitivas do rock (glorioso órgão incluído) e voltar a fazer deste uma aliciante realidade capaz de vencer a divisão fictícia e de se erguer acima do gosto pessoal.” – In Expresso – Ricardo Saló.

“A virtude d´Os Tornados, conforme se ouvia no álbum de estreia Twist do Contrabando, reside na combinação equilibrada de expansividade e rigor na recriação de um período específico do passado pop. Sem carregar no humor pateta, nem no kitsch... É o que volta a acontecer no novo EP, com destaque para o tema título (…)" In Time Out - Jorge Manuel Lopes.

“Destacam-se o yé-yé d'Os Tornados, a banda de baile mais rock'n'roll que os anos 1960 portugueses não conheceram (…)" - In Ípsilon – Mário Lopes.

“Nos Tornados revive-se o espírito yé-yé, há rock atrevido mas com juízo, um pacato optimismo hedonista que, contudo, não se deixa contaminar pelo exagero da replica…Dinamite! Quatro temas enxutos, podia viver no presente, algures entre a Rua Cândido dos Reis e a Travessa de Cedofeita, num Porto onde a noite não acaba cedo (…) onde se transformam num panorâmico e distante “Angola 67”. – In Blitz – Luís Guerra.

Dia 24 de Setembro, pelas 23h30, Os Tornados apresentam no Musicbox (Lisboa) o seu recente EP "Dinamite!"


 Pontos de venda: blueticket.pt | Musicbox

José Cid - 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (1978)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011




José Cid - 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (LP original da Orfeu – FPAT 6001, 1978).

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942) é um músico português que iniciou a sua carreira musical em 1956, com a fundação do grupo musical Os Babies, que se dedicava à interpretação de "covers" e que mantém a sua actividade, com muito êxito, até agora.

10.000 anos depois entre Vénus e Marte é um álbum imperdível de rock progressivo de José Cid, uma ópera rock e também um dos poucos álbuns de rock espacial em Portugal, editada pela Orfeu / Arnaldo Trindade, em 1978. Embora pouco conhecido no seu país de origem, tem sido bastante mais aclamado no resto do mundo, chegando mesmo a ser incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo de todo o mundo de todos os tempos, organizada pela revista americana Billboard. 
10.000 anos depois entre Vénus e Marte é considerado um "disco essencial e uma obra prima do rock progressivo". Com base em ficção cientifica, o conceito é que, 10.000 anos depois da auto destruição da humanidade, um homem e uma mulher viajam de regresso para a Terra para a repovoar novamente. O tom das músicas é de contemplação sobre os erros do passado da humanidade e de esperanças futuras. A maioria das canções é influenciada por bandas como Moody Blues ou Pink Floyd. O álbum foi composto por Cid, com ajuda em algumas músicas pelo guitarrista Mike Sergeante pelo baterista Ramon Galarza. É uma viagem de rock sinfónico espacial dominada por Mellotron, sintetizadores de cordas e outros, com suporte de guitarras, baixo e bateria.

10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (In English: 10,000 Years Later Between Venus and Mars), is a progressive rock, by Portuguese musician José Cid, released on 15 May 1978. It is a spacey symphonic rock trip into outer space, dominated by Mellotron, string synth, and other synthesizers, with supporting use of guitars, bass, and drums.The album is consistently featured in www.progarchives.com among the top five progressive rock albums of 1978, and considered "Essential: a masterpiece of progressive rock music". Based on the growing science fiction trend, the concept for the album was that, 10.000 years after mankind's self-destruction, a man and a woman travelling in space return to Earth to repopulate it. The tone of the lyrics is of contemplation over mankind's past mistakes and future hopes. Cid's musical style on the record is very similar to the French take on symphonic rock with lots of string synths, Mellotron and a very simple melodic style. Lyrics are sung in native Portuguese. Most of the songs, influenced by a sort of mix combining The Moody Blues and Pink Floyd psychedelia, were composed by Cid, some of them with the help of guitar player Mike Sergeant and drummer Ramon Galarza.

Fonte: In Wikipedia

Faixas/Tracklist: 

1 - O Ultimo Dia na Terra (4:24)
2 - O Caos (5:50)
3 - Fuga Para O Espaco (8:09) 
4 - Mellotron, O Planeta Fantástico (6:43)
5 - 10000 Anos Depois Entre Vênus E Marte (6:03) 
6 - A Partir Do Zero (4:44)
7 - Memos (2:22) 

 Músicos / Line-Up:

JoséCid: piano, sintetizadores, string ensemble, Mellotron, voz;
Ramon Galarza: bateria, percussão;
Zé Nabo: baixo, guitarra eléctrica, guitarra de 12 cordas, guitarra acústica;
Mike Sergeant: guitarra eléctricas, guitarra de 12 cordas (faixa 2)

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.