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Quinteto Académico - Watcha (EP 1966)

domingo, 17 de novembro de 2013



Quinteto Académico - Watcha (EP A Voz do Dono/VC, 7 LEM 3151, 1966).

Faixas/Tracks:
Watcha (Kwela) / Let Kiss / Abdulah / Michael


O Quinteto Académico foi um grupo musical português.
A formação original era constituída por Daniel Gouveia (piano), Mário Assis Ferreira (Guitarra eléctrica), Alexandre Barreto (Viola Baixo), José Manuel Fonseca (Saxofone) e Fernando Mendes (Bateria). Com esta formação participam na banda sonora do filme "Domingo à Tarde" (1965) de António de Macedo. A banda sonora do filme "Sete Balas para Selma", do mesmo realizador, era composta por canções com letra do poeta Alexandre O'Neil musicadas pelo Quinteto Académico (grupo popularizado por temas românticos) e cantadas por Florbela Queiroz. Participaram também no primeiro Festival de Vilar de Mouros, que decorreu nos dias 3 e 4 de Agosto de 1968 no Campo do Casal. Em 1968 dá-se a primeira mexida significativa na formação: entram Pedro Osório (teclas), o belga Adrien Ransy (bateria), o francês Jean Sarbib (baixo) e Carlos Carvalho (guitarra). Da formação inicial manteve-se apenas José Manuel Fonseca (voz). Pelo caminho, para além dos restantes elementos, ficou também Mário Assis Ferreira que se tornou o empresário da banda. 
A nova formação revelava excelentes músicos, o que já permitiu que o grupo se aventurasse em estilos musicais mais modernos e próximos daquilo que, ao nível internacional, se fazia e iria faze-ser nos anos 70. Esta formação durou cerca de dois anos até ao abandono de Pedro Osório e de Carlos Carvalho e à entrada de quatro novos elementos: um teclista inglês (Mike Carr), um vocalista de origem norte-americana (Earl Jordan), um trompetista sul africano e um guitarrista escocês (Mike Seargent, ex-Marmalade, futuro Quarteto 1111 e Gemini). A formação ficou então com sete elementos, todos estrangeiros com excepção de José Manuel Fonseca. É devido a este facto que surgirá a designação + 2 nos últimos trabalhos do grupo. Talvez devido à miscelânea de nacionalidades, esta formação durou pouco tempo mas, enquanto se manteve, revelou-se muito criativa.

Fonte: texto parcialmente transcrito do Blog Under Review.

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Agradecimento também a Alexandre Barreto sobre o esclarecimento relativamente à formação da banda, à data do lançamento deste disco. 

Quinteto Académico + 2 - Judy In Disguise (Single 1968)

quinta-feira, 2 de junho de 2011



Quinteto Académico + 2 - Judy In Disguise (Single La Voce Del Padrone SVdP - 8187 / 1968).
Disco considerado raro.

Trata-se da edição Jugoslava do single deste grupo português dos anos 60. Em Portugal, este disco foi editado pela Voz do Dono - MQ 228, 1968.

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Quinteto Académico + 2 - Love Love Loverman (EP 1968)

domingo, 17 de abril de 2011



AQUI:

Quinteto Académico + 2 - Love Love Loverman (EP, A Voz do Dono/VC 7 LEM 3215, 1968).

A biografia deste excelente grupo português já se encontra inserida neste blog.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Quinteto Académico - Train (EP 1967)

quarta-feira, 30 de março de 2011



AQUI:

Quinteto Académico - Train (7"EP, A Voz do Dono/VC 7 LEM 3189, 1967).

O Quinteto Académico era, na origem, um grupo de cinco músicos com muito boa vontade mas que revelavam muitas carências técnicas e de entrosamento. A formação original era constituída por Daniel Gouveia (piano), Mário Assis Ferreira (guitarra eléctrica), Artur Pinto (bateria), José Manuel Fonseca (clarinete) e José Augusto Duarte (contrabaixo). Com esta formação participam na banda sonora do filme "Domingo à Tarde" (1965) de António de Macedo. A banda sonora do filme "Sete Balas para Selma", do mesmo realizador, era composta por canções com letra do poeta Alexandre O'Neil musicadas pelo Quinteto Académico (grupo popularizado por temas românticos) e cantadas por Florbela Queiroz. Participaram também no primeiro Festival de Vilar de Mouros, que decorreu nos dias 3 e 4 de Agosto de 1968 no Campo do Casal. Em 1968 dá-se a primeira mexida significativa na formação: entram Pedro Osório (teclas), o belga Adrien Ransy (bateria), o francês Jean Sarbib (baixo) e Carlos Carvalho (guitarra). Da formação inicial manteve-se apenas José Manuel Fonseca (voz). Pelo caminho, para além dos restantes elementos, ficou também Mário Assis Ferreira, futuro administrador do Casino Estoril, que se tornou o empresário da banda. A nova formação revelava já bons músicos, o que já permitiu que o grupo se aventurasse em estilos musicais mais modernos e próximos daquilo que, a nível internacional, se fazia e iria fazer nos anos 70. Este line up durou cerca de dois anos até ao abandono de Pedro Osório e de Carlos Carvalho e à entrada de quatro novos elementos: um teclista inglês (Mike Carr), um vocalista de origem norte-americana (Earl Jordan), um trompetista sul africano e um guitarrista escocês (Mike Seargent, ex-Marmalade, futuro Quarteto 1111 e Gemini). A formação ficou então com sete elementos, todos estrangeiros com excepção de José Manuel Fonseca. É devido a este facto que surgirá a designação + 2 nos últimos trabalhos do grupo. Talvez devido à miscelânea de nacionalidades, esta formação durou pouco tempo mas, enquanto se manteve, revelou-se muito criativa.

Fonte: In Under Review

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Quinteto Académico + 2 - Why (single 1968)

sábado, 5 de março de 2011




AQUI:

Quinteto Académico + 2 - Why (Single A Voz do Dono - MQ 229, 1968).
- Originalmente sem capas -

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Quinteto Académico + 2 - Judy In Disguise (Single 1968)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011



Quinteto Académico + 2 - Judy In Disguise (Single A Voz do Dono, 1968, originalmente sem capas).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Quinteto Académico - Reach Out I'll Be There (EP 1967)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011




Quinteto Académico - Reach Out I'll Be There (EP A Voz do Dono 7LEM 3178 - 1967)

O nascimento do Quinteto Académico deu-se em 1961 num baile em Montalto, Arganil, sendo a formação original constituída pelos seguintes músicos: Daniel Gouveia (piano) Mário Assis Ferreira (viola eléctrica) Artur Pinto (bateria) José Manuel Fonseca (clarinete e sax) José Augusto Duarte (contrabaixo)

Outros músicos que integraram a banda:
Piano - Pedro Osório e Mike Carr; Viola eléctrica - Carlos Carvalho, Mike Sargeant e Melvin; Bateria - Fernando Mendes e Adrien Ramsy; Contrabaixo/baixo - Carlos Gandra, Alexandre Barreto, Jean Sarbib e Dany Silva; Voz principal - Earl Jordan; Trompete-Lawry Brown

Mais tarde a formação passou de 5 para 7 elementos, adoptando então a designação Quinteto Académico+ 2. Nesta nova formação o Pedro Osório e o Carlos Carvalho já não tiveram lugar, sendo substituídos por um teclista inglês, Mike Carr e o escocês Mike Seargent na guitarra (que mais tarde viria a integrar os Green Windows de José Cid). Mantiveram-se o Jean Sarbib (baixo); o Adrian (bateria); o Zé Manuel (sax) e entraram um cantor negro americano, Earl Jordan e um trompetista inglês, Lawry Brown. O manager era o Mário Assis Ferreira (actual administrador do Casino Estoril). O Quinteto Académico actuou no primeiro Festival de Vilar de Mouros, que decorreu em 3 e 4 de Agosto de 1968 no Campo do Casal. Em 1969 o Quinteto participou no célebre programa "Zip-Zip" da RTP. A banda sonora do filme "Sete Balas para Selma", de António Macedo, era composta por canções com letra do poeta Alexandre O'Neil musicadas pelo Quinteto Académico e cantadas por Florbela Queiroz, actriz de teatro de comédia e de revista.

Influencias:
Jazz, Blues, Rock, Soul e Pop. Jimmy Smith, Ray Charles, Otis Redding, Sam&Dave, Chicago, Blood,Sweat&Tears, Beatles.


  In Myspace

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.