Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Clouds ‎– The Clouds Scrapbook (LP 1969)

domingo, 11 de novembro de 2018



The Clouds ‎– The Clouds Scrapbook (LP Island Records ‎– ILPS 9100, 1969). 
Produtor: Terry Ellis. 
Género: Rock, Pop Rock, Rock Progressivo. 

Scrapbook”, é o álbum de estreia da banda escocesa Clouds. É um álbum de estúdio estranhamente atraente de uma banda que nunca recebeu o seu devido valor, apesar de algumas boas críticas (pelos seus shows e álbuns). O disco foi gravado entre 1968 e 1969, no Morgan Studio em Londres, sob a direcção de Terry Ellis, e lançado em agosto deste último ano. 
O álbum apresenta uma transição da música pop típica dos anos 60 para o rock progressivo e mostra especialmente que, apesar de bastante desconhecidos, há definitivamente influências na sua música de bandas como Emerson, Lake and Palmer e outras. 
O LP faz jus ao seu nome. As 11 faixas são muito diferentes entre si. A música é uma mistura estranha de rock progressivo, rock psicadélico e pop barroco. 
O grupo fez pelo menos uma digressão internacional. 


Clouds foi uma banda de rock escocesa formada em 1966, originária de Edinburgh, Central Scotland, que se desfez em outubro de 1971. O trio era constituído por, Ian Ellis (baixo e voz principal), Harry Hughes (bateria) e Billy Ritchie (teclados). 


Faixas/Tracklist: 

A1. Introduction - Scrapbook (Billy Ritchie) - 1:06 
A2. The Carpenter (Billy Ritchie, Ian Ellis, Harry Hughes) - 3:26 
A3. The Colours Have Run (Valdemar Ellis, Billy Ritchie) - 2:56 
A4. I'll Go Girl (Billy Ritchie) - 3:17 
A5. Grandad (Billy Ritchie) - 2:07 
A6. Ladies And Gentlemen (Billy Ritchie) - 3:04 
B1. Humdrum (Harry Hughes, Billy Ritchie, Ian Ellis) - 1:04 
B2. Union Jack (Billy Ritchie) - 1:22 
B3. Old Man (Ian Ellis) - 3:22 
B4. Waiter, There's Something In My Soup (Billy Ritchie) - 6:58 
B5. Scrapbook (Billy Ritchie) - 2:44 

Orquestra conduzida por David Palmer. 

Membros/Personnel: 

Voz, Guitarra baixo, Teclados, Guitarra acústica e eléctrica, Coro – Billy Ritchie 
Voz principal, Guitarra baixo, Guitarra acústica, Harmónica, Coro – Ian Ellis 
Bateria, Carrilhões e Coro – Harry Hughes 

Músicos de Apoio/ Support Musicians: 

- Alvin Lee - guitarra 
- David Palmer - piano, coro, orquestração 
- Roadie Don - coro 
- Terry Ellis – coro 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Edward Weinstein, a quem agradecemos.

The Lively Ones ‎– Surf Rider! (LP 1963)

sábado, 10 de novembro de 2018



The Lively Ones ‎– Surf Rider! (LP Del-Fi Records ‎– DFLP-1226, 1963). 
Produtor: Bob Keene. 
Género: Instrumental, Rock, Surf. 

"Surf Rider" é o primeiro álbum da prolífica banda de surf, The Lively Ones. Inclui o tema "Surf Rider" que dá o nome ao álbum, e que é a sua música mais conhecida. "Surf Rider" foi originalmente gravada pelos The Ventures com o título "Spudnik". A gravação dos Lively Ones é a versão mais conhecida e definitiva. É um álbum agradável que se inicia com três músicas de Dick Dale. Do LP destacamos, Surf Rider, Misirlou e Caterpillar Crawl. 


The Lively Ones é uma das bandas mais importantes da história do surf instrumental dos EUA, actuando no sul da Califórnia, nos anos 60. O grupo tocava ao vivo principalmente na Califórnia e no Arizona. The Lively Ones, era um quinteto de Orange County, constituído por Jim Masoner (guitarra), Ed Chiaverini (guitarra), Ron Griffith (baixo), Joel Willenbring (sax) e Tim Fitzpatrick (bateria). Eles gravaram para a discográfica Del-Fi, com produção de Bob Keane. Os seus temas eram essencialmente versões de outros artistas mas tinham também algum material próprio. 
O grupo teve uma curta carreira durante a década de 60. Foram relembrados com a chegada da sua música, em 1994, quando Quentin Tarantino, no filme “Pulp Fiction”, fez reviver “Surf Rider". 
Na actualidade, The Lively Ones continuam a tocar com 3 dos seus elementos originais, mas dão somente uns quantos concertos por ano. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Surf Beat (Dick Dale) 2:25 
A2 Let's Go Trippin' (Dick Dale) 2:55 
A3 Misirlou (N. Roubanis) 2:30 
A4 Guitar Man (Hazelwood, Eddy) 2:30 
A5 Caterpillar Crawl (Hill, Kirby, Lynch, Callard) 2:35 
A6 Walkin' The Board (G. Urango) 2:17 
B1 Paradise Cove (Ray Hunt) 3:40 
B2 Goofy Foot (The Lively Ones) 3:00 
B3 Surf Rider (N. Edwards) 3:03 
B4 Happy Gremmie (The Lively Ones) 3:00 
B5 Hot Doggen (B. Summers) 3:00 
B6 Surfer's Lament (Summers, Harris, Shauer) 2:43 

Músicos/Members: 

Guitarra solo - Jim Masoner 
Guitarra ritmo – Ed Chiaverini 
Baixo – Ron Griffith 
Bateria – Tim Fitzpatrick 
Saxofone – Joel Willenbring 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Johnston, a quem agradecemos.

Love ‎– Forever Changes (LP 1967)

sexta-feira, 9 de novembro de 2018
 



Love ‎– Forever Changes (LP Elektra ‎– EKS 74013, 1967).
Produção – Arthur Lee, Bruce Botnick.
Género: Folk Rock, Rock Psicadélico.

Forever Changes” é o terceiro álbum de estúdio da banda americana de rock psicadélico, Love, gravado entre 9 de junho e 25 de setembro de 1967 e lançado em 1 de novembro desse mesmo ano, considerado um dos melhores álbuns de rock de todos os tempos.
Foi o álbum final da banda original (Arthur Lee continuou a carreira com o nome “Love”, depois da primeira separação no início de 1968, para além de trabalhar em material a solo), com os discos subsequentes em destaque, liderados por Arthur Lee, apoiados por uma variedade de novos elementos.
No início, “Forever Changes” não conseguiu grande sucesso comercial quando foi lançado em 1967 mas, posteriormente, tornou-se um álbum reconhecido como um dos melhores discos de todos os tempos, ocupando o 40º lugar na lista de 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos da revista Rolling Stone, de 2003, tendo sido introduzido no Grammy Hall of Fame em 2008, além de ter sido adicionado ao Registo Nacional de Gravação, em 2012.
Do álbum destacamos dois dos seus temas, "A House Is Not a Motel" e "Live and Let Live", mas a maioria das faixas de “Forever Changes” é construída em torno de passagens de violão entrelaçadas com subtis orquestrações, com cordas e metais que reforçam e enriquecem as melodias. Neste LP o som é mais suave, melodioso e contemplativo que outros álbuns anteriores.
Em "Forever Changes", para além de ser uma indubitável obra-prima e um álbum de beleza duradoura, faz transparecer já um grave conflito interno na banda, anunciando os últimos dias de uma era de ouro, mostrando simultaneamente a fealdade de uma época de contracultura, em 1968 e 1969.


Love foi um grupo de rock dos Estados Unidos, formado na cidade de Los Angeles, Califórnia, liderado pelo compositor e guitarrista Arthur Lee.
Formado em 1965, os Love assinaram contrato com o selo Elektra Records em 1966, alcançando o sucesso com uma versão de "My Little Red Book", de Burt Bacharach.
O marco na carreira da banda foi “Forever Changes”, de 1967. O uso de violões e arranjos de metais e cordas deu origem a um clássico pop, tendo em conta a fase violenta que se vivia nos EUA, na época.
Os Love exerceram grande influência para muitos músicos e bandas famosas entre elas, Pink Floyd, The Stone Roses, Primal Scream ou Led Zeppelin, entre outras. 
A carreira da banda decorreu entre 1965 e 1996. Reuniram-se em 2002 com novos elementos e mantêm-se em actividade até ao presente.
Arthur Lee morreu em Memphis em 3 de agosto de 2006, com 61 anos, vítima de leucemia.


Faixas/Tracklist:

A1 Alone Again Or (Bryan Maclean) 3:15
A2 A House Is Not A Motel (Arthur Lee) 3:25
A3 Andmoreagain (Arthur Lee) 3:15
A4 The Daily Planet (Arthur Lee) 3:25
A5 Old Man (Bryan Maclean) 2:57
A6 The Red Telephone (Arthur Lee) 4:45
B1 Maybe The People Would Be The Times Or Between Clark And Hilldale (Arthur Lee) 3:30
B2 Live And Let Live (Arthur Lee) 5:24
B3 The Good Humor Man He Sees Everything Like This (Arthur Lee) 3:00
B4 Bummer In The Summer (Arthur Lee) 2:20
B5 You Set The Scene (Arthur Lee) 6:49

Álbum gravado no Studio Sunset Sound Recorders, Hollywood, California.

Músicos/Personnel:

Guitarra, Voz – Arthur Lee, Bryan Maclean
Baixo – Ken Forssi
Metais – Bud Brisbois, Roy Caton
Contrabaixo – Chuck Berghofer
Guitarra – John Echols
Percussão – Michael Stuart
Cordas – Arnold Belnick, Darrel Terwilliger, James Getzoff, Marshall Sosson, Robert Barene
Trombone – Richard Leith
Trompete – Ollie Mitchell
Viola – Jesse Ehrlich
Violino – Norman Botnick
Arranjos e orquestração – David Angel

Cortesia de Thomas Clayton, a quem agradecemos.

Eydie Gorme ‎– Eydie (LP 1968)

quinta-feira, 8 de novembro de 2018



Eydie Gorme ‎– Eydie (LP RCA ‎– LSP-4093, 1968). 
Produtor – Mike Berniker. 
Género: Pop, Jazz. 

Eydie” é um álbum de Eydie Gormé, lançado em 1968, que reúne 11 fantásticas músicas gravadas por esta brilhante artista. Desde o início da sua carreira, Gormé evoluiu muito como cantora e artista, e os seus álbuns dos finais dos anos 60 mostram os principais pontos fortes da sua voz. Este disco apresenta-nos vários estilos, incluindo músicas pop como, “You Can Have Him” ou “This Girl's In Love With You”, algumas canções pouco conhecidas e temas originais também. O LP é considerado por alguns fãs como um dos seus melhores álbuns. 


Eydie Gormé, nome artístico de Edith Gormezano (Bronx, 16 de agosto de 1928 — Las Vegas, 10 de agosto de 2013) foi uma cantora americana de jazz e pop, tendo-se também aventurado por vários géneros latinos. Foi integrante da famosa dupla Steve and Eydie e participou em muitas gravações históricas ao lado do Trio Los Panchos. 
Teve um primeiro grande sucesso mundial em 1963, com “Blame it on the Bossa Nova”. 
Mais informação sobre esta excelente artista, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 By The Time I Get To Phoenix (Webb) 4:43 
A2 It Had To Be You (Kahn, Jones) 4:01 
A3 You Can Have Him (Berlin) 4:27 
A4 I Should Care (Stordahl, Weston, Cahn) 3:09 
A5 What Am I Doing Here? (Bacharach-David) 4:17 
B1 When You Gonna Learn? (Adler) 2:53 
B2 Kiss Him Now (Herman) 2:47 
B3 It's You Again (Marks) 2:59 
B4 Solitaire (Nutter, Guion, Borek) 2:40 
B5 Black Dress (Parks) 3:17 
B6 This Girl's In Love With You (Bacharach-David) 4:09 

Arranjos e Condução de Orquestra: Marty Manning, Pat Williams e Matz. 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Jim Taylor, a quem agradecemos.

Faleceu Dino Antunes, baterista do Conjunto Night Stars (Moçambique)

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Faleceu Dino Antunes, baterista do Conjunto Night Stars (Moçambique).

Foi com muita tristeza que tomei conhecimento da morte do amigo de longa data, Dino Antunes, amigos desde antes de ele ter ingressado nos Night Stars para substituir o baterista Carlos Alberto, em finais de 1964.

Dino Antunes e Carlos Santos, em 2013.

Bernardino Rodrigues Antunes, mais conhecido por Dino ou Dino Antunes, ex-baterista do Conjunto Night Stars, faleceu a 23 de Setembro de 2018, com 74 anos, e vítima de doença prolongada. Dino começou nos Académicos com Pestana na guitarra, Serra no baixo e Costa no contrabaixo e quando Carlos Alberto saiu dos Night Stars para os Corsários, Dino foi convidado a substituí-lo. É assim que em 1966 vem a Lisboa com o grupo para o grande concurso ié ié do MNF. No concurso ficam no 3º lugar. Em primeiro ficou o grupo "Os Claves"(grupo do Continente) e em 2º um de Angola (Os Rocks). Acabam por ganhar o prémio interpretação e canção original em português, "Eu Sei" que era tudo menos original, era uma versão da canção dos Beatles "I'll Be Back" e dos brasileiros "Renato e Seus Blue Caps". Em Lisboa gravam 2 discos que são lançados um em 65 e o outro em 66. Voltam a Moçambique e continuam a tocar até que parte dos membros têm de ir para o serviço militar. A última actuação dos Night Stars foi no Salão Paroquial de S. António da Polana. Depois de voltarem à vida civil Dino começa a aprender a tocar piano acabando por integrar um grupo que vai tocar para o restaurante Sheik com o Bony no órgão, Rodolfo na viola, Dino na bateria, Tito no baixo e Carlos Duarte na voz.


Depois em 75/76 vem para Lisboa e vai tocar no Casino do Estoril. Aí tocavam Renato Quaresma (viola-solo e ritmo), João Maurílio (órgão), Filú (baixo) e Dino (bateria). Depois vão para o Hotel Sheraton na Madeira. Tempos depois saiem Renato e Maurílio e entram Juanito e Carlos Bettencourt. Ficam por lá. Já tinha 33 anos quando foi aprender piano e Tony Amaral foi um dos seus porfessores. Regressado da Madeira vai tocar para o Iate Ben em Carvavelos até que um incêndio o destruiu. Fica a tocar em várias unidades do grupo Casino do Estoril, como o Hotel Vila Galé ou Hotel Vlllage até que a saúde o trai. Nestes últimos anos encontrávamos-nos nos almoços e pouco mais. Depois de ter recuperado, eis que a saúde o volta a trair. Nas palavras de seu amigo Mário Ferreira, Dino era um tipo excepcional e um bom amigo: «Ainda em Agosto lhe tinha comprado um teclado e o Dino esteve a dar-me umas dicas para eu aprender, até gravei». À Lavínia e aos filhos endereçamos as nossas homenagens. (baseado, com algumas adaptações, num texto inserido na ondapop nº 97)

Apresentamos à família e amigos os nossos mais sentidos pêsames.

R.I.P.

Carlos Santos.

The Eliminators ‎– Guitars And Percussion (LP 1966)



The Eliminators ‎– Guitars And Percussion (LP Pye Records ‎– NPL 18160, 1966) 
Disco considerado raro. 
Género: Beat, Surf, Instrumental. 


The Eliminators foi um grupo de rock, surf e hot rod, formado no final dos anos 50 e constituído por Jim Moore, Joey Hutchinson, Larry Hobson e Mike Wiggin. 
Em “Guitars And Percussion“, o grupo apresenta-nos um excelente álbum instrumental repleto de temas famosos, magistralmente interpretados. The Eliminators foram patrocinados por "Rodger Ward" que foi um piloto americano de automóveis, vencedor por duas vezes, das 500 Milhas de Indianápolis, em 1959 e 1962. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Wipe Out 
A2 Hang On Sloopy 
A3 Staccato 
A4 Thunderbirds 
A5 Firefingers 
A6 Eleanor Rigby 
B1 Pipeline 
B2 (I Can't Get No) Satisfaction 
B3 Black Is Black 
B4 The Saint 
B5 Land Of A Thousand Dances 
B6 The Eliminator 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Rod Loggins, a quem agradecemos.

Chubby Checker ‎– For Twisters Only (LP 1960)

terça-feira, 6 de novembro de 2018



Chubby Checker ‎– For Twisters Only (LP Parkway ‎– P 7002, Dezembro de 1960). 
Produção: Kal Mann. 
Género: Rock ‘n’ Roll, Rhythm ‘n’ Blues. 

O álbum de 1960 de Chubby Checker, “For Twisters Only” foi o segundo LP a ser lançado pelo selo Parkway, gravado em 23 de dezembro desse mesmo ano, quando o cantor tinha apenas 19 anos. 
For Twisters Only” foi considerado um dos melhores álbuns do cantor, alcançando o 8º lugar nos 200 álbuns da Billboard, com excelentes vendas e de onde destacamos o single nele incluído, a sua versão de “Whole Lotta Shakin 'Goin' On”, um sucesso de Jerry Lee Lewis, que alcançou a posição nº 42 no Hot 100, em outubro de 1960. 
O álbum inclui as suas versões de vários clássicos do Rock 'n' Roll e do Rhythm ‘n’ Blues que foram sucessos por outros artistas, e foi editado pouco antes de Checker lançar os seus grandes sucessos como, Pony Time, Limbo Rock ou Let's Twist Again. 
“For Twisters Only é um excelente disco que apresenta uma mistura de músicas familiares e outras menos conhecidas, bem ao estilo do cantor. 


Chubby Checker, cujo verdadeiro nome é Ernest Evans, é um cantor e compositor americano de rock'n’roll, mais conhecido por popularizar a dança “Twist”, com a sua versão de grande sucesso, de 1960 (um original de Hank Ballard), “The Twist”. 
Checker nasceu em 3 de outubro de 1941, em Spring Gulley, Carolina do Sul/EUA. Encontra-se em actividade desde 1959 até ao presente. 
Mais informação sobre Chubby Checker já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Blueberry Hill (Lewis, Stock, Rose) 2:10 
A2 Your Feet's Too Big (Benson, Fisher) 2:15 
A3 Hound Dog (Leiber-Stoller) 2:12 
A4 Twist Train (Forrest, Simpkins, Washington) 2:37 
A5 Mister Twister (Kal Mann) 2:32 
A6 Whole Lotta Shakin' Goin' On (D. Williams, S. David) 2:28 
B1 Hold Tight (Brandow, Spottswood) 2:35 
B2 Shake Rattle And Roll (C. Calhoun) 2:32 
B3 But Girls! (Dave Appell, Kal Mann) 2:15 
B4 At The Hop (Singer, White, Madara) 2:30 
B5 Dance With Me, Henry (James, Otis) 2:28 
B6 Rock Around The Clock (DeKnight, Freedman) 2:22 

Orquestração por Dave Appell. 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Doug Cook, a quem agradecemos.

Concerto de Homenagem a “Phil Mendrix” (Filipe Mendes), Cartaxo/Portugal.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Concerto de Homenagem a “Phil Mendrix” (Filipe Mendes), 8 de dezembro 2018, Cartaxo/Portugal). 

Mais uma vez, António José Portela organiza e promove uma merecida homenagem a um dos melhores guitarristas portugueses de sempre, Phil Mendrix (Filipe Mendes), falecido no passado dia 13 de agosto do presente ano. 
O Concerto decorrerá  no Sábado, 8 de dezembro 2018, pelas 21 horas, no Centro Cultural do Cartaxo - Rua 5 de Outubro, 2070-059, Cartaxo/Portugal. 


Filipe Mendes, também conhecido como Phill Mendrix, foi um guitarrista português, considerado o Jimi Hendrix português. 
Phil era um nosso amigo de longa data, uma lenda e um extraordinário guitarrista que nos encantou durante décadas e com quem nos habituámos a reviver e a conviver nas "Galas do Pop Rock", organizadas pelo nosso amigo António José Portela. 
Phil Mendrix militou em bandas como os Chinchilas (banda oriunda de Carcavelos que existiu entre 1965 a 1972, onde o guitarrista Filipe Mendes, era apelidado de "Mendrix" devido à admiração que sempre nutriu por Jimi Hendrix), Psico, Heavy Band, Roxigénio, Fluido ou Charruas, entre outras. Com os seus sons inovadores para a época, encantaram o público, mostrando que Phil (Filipe Mendes) estava muito à frente do seu tempo, considerado até por alguns, o melhor guitarrista português de todos os tempos, pelo virtuosismo na guitarra eléctrica e tendo Jimi Hendrix como referência. 
A homenagem a Filipe Mendes decorrerá no Sábado, 8 de dezembro de 2018, pelas 21H00, no Centro Cultural do Cartaxo (Rua 5 de Outubro, 2070-059, Cartaxo). 

Filipe Mendes e Carlos Santos.

Cartaz: 

Júlio Isidro 
Orquestra da S.C R. Vale da Pinta 
Banda "Ena Pá 2000" 
Banda "Urbano Oliveira E Amigos" 
Fernando Girão (Very Nice) 
Seedsband 
- Intervalo - 
Luís Filipe Barros 
João Carlos Ferreira E António Feiteira (Ferro E Fogo) 
Banda "Chinchilas" (Vitor Mamede, João Maló, José Machado, Alfredo Azinheira e Carlos Bastos) 
Banda "Charruas" 
João Carlos Callixto (RTP) 
Banda "Somos Hendrix" (José Rosáliz, Zézé Ngambi, Tomás Pimentel, João Madeira e Mokuna Lagarto) 

A apresentação estará a cargo do nosso amigo António José Portela. 

Informações e Contactos: 

António José Portela: 914749809. 
Reservas: 7,50€ 

Informação prestada por gentileza pelo nosso amigo António Portela, a quem agradecemos. 

Carlos Santos.

Trini Lopez and The Exotic Guitars ‎– Trini Lopez Sings And The Exotic Guitars Play (LP 1964)




Trini Lopez and The Exotic Guitars ‎– Trini Lopez Sings And The Exotic Guitars Play (LP Guest Star ‎– GS 1495, 1964).
Disco considerado raro.
Género: Pop Rock, Surf.


Trini Lopez Sings And The Exotic Guitars Play” é uma rara compilação que reúne o cantor Trini Lopez e o grupo instrumental americano The Exotic Guitars.


Faixas/Tracklist:

A1 – Trini Lopez - Yes You Do 
A2 – Trini Lopez - Here Comes Sally 
A3 – Trini Lopez - My Run Away Heart 
A4 – Trini Lopez - Nobody Loves Me 
A5 – Trini Lopez - Don't Go 
B1 – The Exotic Guitars - Walkin' Around 
B2 – The Exotic Guitars - Time Of My Life 
B3 – The Exotic Guitars - Goin' Home 
B4 – The Exotic Guitars - Susan 
B5 –The Exotic Guitars - Beach Party 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jerry Ryan, a quem agradecemos.

The Moirs ‎– State Of Shock (LP 1978)

domingo, 4 de novembro de 2018



The Moirs ‎– State Of Shock (LP The Rocket Record Company ‎– BXL1-2956, 1978). 
Produtor – John Farrar. 
Género: Pop, Folk. 


Inicialmente chamavam-se The Moir Sisters, um trio pop/folk escocês-australiano, formado em Melbourne, em 1970. Durante a sua carreira, o seu principal sucesso foi 'Good Morning (How Are You?)'. 
O LP “State of Shock“ foi lançado em 5 de agosto de 1978 e permaneceu nas tabelas australianas por 27 semanas, chegando à 8ª posição. 
Nascidas na Escócia, as irmãs Jean, Margot e Leslie mudaram-se para a Austrália no início dos anos 60, iniciando a sua carreira como trio, em 1970. O álbum apresenta-nos uma excelente suavidade e harmonia e um conjunto de vozes verdadeiramente doces. Assinaram contrato com a gravadora Elton John's Rocket e escreveram as suas próprias canções. Mais tarde, abreviaram o seu nome para apenas The Moir e viajaram para Los Angeles para gravarem o seu segundo álbum, State of Shock, que foi produzido pelo músico, compositor e produtor australiano John Farrar e lançado em 1978, tornando-se no primeiro álbum de The Moirs, a ser lançado nos Estados Unidos. 
Posteriormente, as irmãs continuaram a apresentar-se, e Margot Moir lançou um single a solo em 1989, e o álbum Strong And Mighty, em 1996, mas sem o sucesso anterior. 
Margot morreu em 2015, devido a complicações relacionadas com a diabetes. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Lately It Seems 
A2 Who Needs A Man 
A3 State Of Shock 
A4 We Could Have Been Together 
A5 Winter You've Caught Me Out Again 
B1 Jody 
B2 So Hard To Be A Woman 
B3 Love Will Find A Way 
B4 House Of Secrets 
B5 State Line 
BONUS:
C1 - The Moir Sisters - Good Morning (How Are You) (single 1974) 

LP gravado nos Dawnbreaker Studios. 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Vozes – Jean Moir, Lesley Moir, Margot Moir 
Piano – Greg Mathieson, James Newton Howard 
Guitarra – Jay Graydon, Jean Moir, John Farrar, Margot Moir 
Baixo – Mike Porcaro 
Contrabaixo – Chuck Delmonico 
Secção de Cordas – Sid Sharp 
Bateria – Peter Donald 
Percussão – Vic Feldman 
Saxofone – Pete Christlieb 

Arranjos por Jimmy Haskell. 
Composições de Jean Moir, Margot Moir (faixa/track: A2). 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Harry Burgie, a quem agradecemos.

Wilson Simonal ‎– Lo Mejor De Wilson Simonal (LP 1970)

sábado, 3 de novembro de 2018



Wilson Simonal ‎– Lo Mejor De Wilson Simonal (LP Capitol Records/Odeon ‎– SLOM 10105, 1970). 
Género: MPB. 


Lo Mejor De Wilson Simonal” é uma excelente compilação que reúne alguns dos sucessos deste artista brasileiro, gravada no Brasil e lançada em 1970, tanto no Brasil como no México. 
Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 1939 — 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 60 e 70. 
Em 1964 viajou pelas América do Sul e América Central, juntamente com o conjunto Bossa Três, do pianista Luís Carlos Vinhas. Revelando-se um "show man", fez grande sucesso com as músicas “País Tropical” (Jorge Ben), “Mamãe Passou Açúcar em Mim”, Meu Limão, Meu Limoeiro” ou “Sá Marina” (Antonio Adolfo/Tibério Gaspar), entre outras, num estilo swing (ou em samba swingado) criado por César Camargo Mariano, que fazia parte do grupo Som Três (juntamente com Sabá e Toninho) que, na época, foi denominado “pilantragem”. 
Mais informação sobre Wilson Simonal, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Maquilagem (Maquillaje) (N. Buzar, W. Simonal) 
A2 Porque Hoje E Domingo (Porque Hoy Es Domingo) (Antonio Adolfo, Tibério Gaspar) 
A3 País Tropical (Jorge Ben) 
A4 Brasileira (Brasileña) (Rubinho, Sérgio A.) 
A5 Olho D'Água (Ojo De Agua) (Nonato B., Paulinho T.) 
A6 Canção da Criança (Canción De Los Niños) (Francisco Alves, René B.) 
B1 Eu Fui No Tororo (Yo Fuí Al Tororó) (Arr.Wilson Simonal) 
B2 Que Maravilha (Qué Maravilla) (J. Ben, Toquinho) 
B3 Uma Loira (Una Rubia) (Hervé Cordovil) 
B4 Quem Mandou (Quien Mandó) (Eduardo Souto, Sérgio Bittencourt) 
B5 Adios, Muchachos (César Vedaní, Julio C. Sanders) 
Bonus: 
C1 - País Tropical (Jorge Ben, vrs. 1995) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Adilson Coelho, a quem agradecemos, pela colaboração.

Augusto Righetti - Canta I Beatles In Italiano (1966)

sexta-feira, 2 de novembro de 2018



Augusto Righetti - Canta I Beatles In Italiano (1966). 

Augusto Righetti foi, na década de 60, um famoso e virtuoso guitarrista que no início da sua carreira profissional, se dedicou tanto à música ligeira como à clássica. Activo principalmente em Milão, com o seu grupo “Le Ombre”, foi convidado permanente, em meados dos anos 60, do night club Charly Max, onde se encontrou com os Beatles na sua turnê italiana (1965) e também para participar no seu concerto na cidade da Lombardia. 
Augusto teve uma relação pessoal de amizade com Cliff Richard e The Shadows. A primeira banda de Milão chamada Le Ombre (Sombras/Shadows), é constituída por três futuros elementos de um outro grupo, I Camaleonti, Gerry Manzoli, Paolo De Ceglie e Livio Macchia, além de Marcello Olmari. Com esses excelentes músicos, Righetti grava os temas do The New Sound Group (Voz do Mestre, 1964), na sua maior parte compostos por versões. 
Augusto Righetti e o seu conjunto terá sido um dos primeiros a gravar versões em italiano dos temas dos Beatles, em Itália.Esta compilação, que é um álbum tributo aos Beatles, em italiano, foi obtida a partir de um raro disco intitulado "Augusto Righetti - Canta I Beatles in Italiano", lançado na Itália em 1966. 


Faixas/Tracklist: 

1. Quello che manca (Paperback writer); 
2. Fammi fare un giro (Drive my car); 
3. Pioggia (Rain); 
4. La parola (The word); 
5. Michelle (Michelle); 
6. Girl (Italian version); 
7. Rimani soltanto tu (In my life); 
8. Non mi vedrai (You won't see me); 
9. Vuoi (Wait); 
10. Non sei dritta (Day tripper); 
11. Cara mia (Run for your life); 
12. Se abassi gli occhi (I'm looking throught you); 
13. Nelle mani tue (We can work it out); 
14. Se restassi solo (If I need someone); 
15. Il paese che non c'e (Nowhere man); 
16. La tua voce (And I love her); 
17. Che cosa hai (What goes on). 

Agradecimento ao blog Mr. Five Music.

Traffic ‎– Traffic (LP 1968)

quinta-feira, 1 de novembro de 2018



Traffic ‎– Traffic (LP Island Records ‎– ILPS 9081T, 1968). 
Produção: Jimmy Miller. 
Género: Folk Rock, Blues Rock, Rock Psicadélico, Rock Progressivo. 

Traffic” é o segundo álbum de estúdio da banda com o mesmo nome, gravado pela Island Records, entre janeiro e maio de 1968 e lançado em setembro desse ano. 
O LP atingiu a posição nº 9 na parada de álbuns do Reino Unido e no número 17 na Billboard 200. Foi o último álbum gravado pelo grupo antes da primeira separação da sua formação inicial. Em janeiro de 1968, depois de algum sucesso inicial na Grã-Bretanha com o seu primeiro álbum, “Mr. Fantasy”, Dave Mason saiu do grupo. No entanto, em maio, a banda convidou-o para começar a gravar um novo álbum. Mason escreveu e interpretou metade das músicas do disco (incluindo o seu maior sucesso "Feelin 'Alright?"). Devido a desacordos com Jim Capaldi e Steve Winwood, em outubro Mason estava novamente fora da banda. Ele regressaria mais uma vez para efectuar uma turnê e um álbum em 1971 e para terminar o contrato da banda. 


Traffic foi uma banda inglesa de rock, de Birmingham/UK, formada em abril de 1967 por Steve Winwood, Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason. O som distinto da banda, as suas gravações inovadoras e a escrita compartilhada de letras influenciaram vários outros grupos de rock progressivo do final da década de 60 e início da década de 70 (período em actividade entre 1967 e 1975, com uma reunião parcial em 1994). 
Começaram como um grupo de rock psicadélico cujos primeiros singles foram influenciados pelos Beatles e diversificaram o seu som através do uso de alguns instrumentos como o Mellotron, instrumentos de junco, incorporando técnicas de jazz e improvisação nas suas interpretações. 
Depois de se terem separado em 1969, Winwood juntou-se aos Blind Faith. Nessa altura os Traffic voltaram a reunir-se, em 1970, para lançar o álbum “John Barleycorn Must Die”. A formação da banda teve alterações até se dissolverem novamente em 1975, embora uma reunião parcial, com Winwood e Capaldi, tenha ocorrido em 1994. 
Em 2004, os Traffic foram introduzidos no Hall da Fama do Rock and Roll. 


Faixas/Tracklist: 

A1 You Can All Join In (Mason) 
A2 Pearly Queen (Capaldi, Winwood) 
A3 Don't Be Sad (Mason) 
A4 Who Knows What Tomorrow May Bring (Capaldi, Winwood) 
A5 Feelin' Alright? (Mason) 
B1 Vagabond Virgin (Mason, Capaldi) 
B2 Forty Thousand Headmen (Capaldi, Winwood) 
B3 Cryin' To Be Heard (Mason) 
B4 No Time To Live (Capaldi, Winwood) 
B5 Means To An End (Capaldi, Winwood) 

Músicos/Personnel: 

Dave Mason – vocalista, guitarra, harmónica 
Steve Winwood – guitarra eléctrica, baixo, coro, teclados 
Chris Wood – saxofone, flauta 
Jim Capaldi – bateria, percussão, coro 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Jovem Guarda Instrumental - Volume III, V/A (Brasil)

quarta-feira, 31 de outubro de 2018



Jovem Guarda Instrumental - Volume III, V/A (Brasil). 

Durante a década de 60, estiveram em evidencia no Brasil, alguns fabulosos grupos instrumentais que, numa determinada fase da sua carreira, também enveredaram por uma linha musical semelhante à dos ingleses Shadows, dos norte-americanos Ventures e outros similares. 
No Brasil, apareceram diversas bandas nesse estilo. Para as recordar, apresentamos mais uma compilação com grupos instrumentais brasileiros, dos quais destacamos Lafayette e Seu Conjunto, The Jet Black’s, The Youngsters, The Jet's, Os Terríveis, Os Santos, Os Incríveis, The Fevers, Os Carbonos, The Pop’s, entre muitos outros fantásticos e virtuosos conjuntos que surgiram no panorama musical/instrumental brasileiro daquela época, com excelente qualidade. 
Da compilação destacamos os temas, “Bongo Blues” (The Jet Black’s), “Ave Maria no Morro” (Os Santos), “O Milionário” (Os Incríveis), “Tema Para Jovens Enamorados” (The Red Snakes), “Sleepwalk” (The Spark’s), “Marcianita” (The Killers), “Trovoada” (The Pop’s) ou “Rebel Surf” (The Rebels), entre muitas outras excelentes interpretações. 

The Jet Black's.

Faixas/Tracklist: 

01 - The Youngsters - Caravan 
02 - Aladdin Band - Raunchy 
03 - The Dallans - Nossa Canção 
04 - Os Terríveis - Barra Limpa 
05 - Beagá Band's - O Ciúme 
06 - Chiquinho e seu Conjunto - Never Never 
07 - Os Santos - Ave Maria no Morro 
08 - Os Incríveis - O Milionário 
09 - The Jordans - Blue Star 
10 - The Fevers - Você Não Serve Pra Mim 
11 - Lafayette - Devolva-me 
12 - The Bells - Menino da Porteira 
13 - The Jet Black's - Bongo Blues 
14 - Renato e seus Blue Caps - We Like Birdland 
15 - The Supersonics - Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo 
16 - The Angels - Summertime 
17 - Os Carbonos - In the Summer Time 
18 - Os Aaalucinantes - Professor Apaixonado 
19 - Mancini e os Dez de Ouro - L'Ultima Cosa 
20 - Os Centaurus - Feitiço de Broto 
21 - Peruzzi e Sua Banda Jovem - Bus Stop 
22 - The Red Snakes - Tema Para Jovens Enamorados 
23 - The Spark's - Sleepwalk 
24 - Los Tropicanos - O Tempo Vai Apagar 
25 - The Killers - Marcianita 
26 - The Pop's - Trovoada 
27 - The Rebels - Rebel Surf 
28 - Brazilian Boys - Dá-me Um Beijo Amor 
29 - The Jet's - Winds of Barcelona (El Presidente) 
30 - The Jones - Meu Grito 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Chico, do blog Sintoniamusikal, a quem agradecemos.