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Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia autorizada, por Ondina Pires

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia autorizada, por Ondina Pires 
- Disponível na GROOVIE RECORDS (Avaiable at GROOVIE RECORDS) -


Edição limitada do livro de 100 cópias com poster autografado + postal:
Está disponível uma edição limitada do livro de 100 cópias com poster autografado de Victor Gomes (45cm/45cm; a preto e branco) postal colorido com o artista, assim como uma edição normal. 

Together again: authorized biography of Victor Gomes” is a book which describes the history and story of another Portugal, still unknown by the majority and waiting to be discovered by Portuguese and foreigner readers. The past decades in Portugal (from the ‘40s to the ‘70s) were always refered superficially, to some extent due to political and social vicissitudes inherent in the political system of that time: environments and ambiences, experiences in full bloom, which remained crystallized in time waiting to be revealed.
What began as a long account of true and fabulous stories of a life filled with adventures and emotions resulted in a sensory work, almost cinematic, full of sound, colour and images. A true invitation to a space-time travel and an aesthetic feast on the visual level…

Autora: Ondina Pires


Contactos:

contact@groovierecords.com
http://groovierecords.bandcamp.com
www.groovierecords.com 
Loja: GROOVIE RECORDS
Rua de São Paulo
252 – Lisboa/Portugal

Livro Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia Autorizada de Victor Gomes (Ondina Pires).

sexta-feira, 24 de outubro de 2014


Livro Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia autorizada de Victor Gomes
(autora: Ondina Pires).

Tal como já haviamos noticiado, é já amanhã (sábado, dia 25 de Outubro) o lançamento oficial do livro biográfico“Juntos Outra Vez: biografia autorizada de Victor Gomes” da autoria de Ondina Pires, uma artista ligada às artes plásticas, à música e às letras.
O evento realizar-se-á no Sabotage Club, sito na Rua de São Paulo nº14 e 16 - Cais do Sodré, em Lisboa, no dia 25 de outubro de 2014, pelas 16H00 . A entrada é livre.
O lançamento terá uma palestra informal (o biografado, a autora, Jorge Ferraz, músico e sociólogo, José Luís, 2º vocalista do conjunto “Os Ekos”, Luís Futre, co-autor do livro “Portugal Elétrico” e o público) e música ao vivo com Victor Gomes, João Medina (baixo), João Barreiros (piano), El Normizom (guitarra) e Bruno Qiuintino (bateria), assim como projecção de filmes.
Também a cidade do Porto terá o seu lançamento no dia 8 de novembro, no Auditório do Montepio, Porto.

Informações complementares:

Estão disponíveis, uma edição limitada do livro de 100 cópias com poster autografado de Victor Gomes (45cm/45cm; a preto e branco) postal colorido com o artista (exclusivo às pré-orders) e uma edição .normal.
Para mais informações: www.groovierecords.com: contact@groovierecords.com .
As pré-orders são feitas apenas em pré-pagamento em conta bancária (informação no email: juntosoutravezgomes1@gmail.com ou facebook: “Victor Gomes biografia autorizada...”).

Desejamos os maiores sucessos à autora, a nossa amiga Ondina Pires, para o lançamento do seu livro.

Carlos Santos e João Romão

Livro Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia Autorizada de Victor Gomes (Por Ondina Pires)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014



Livro Victor Gomes "Juntos Outra Vez", Biografia autorizada de Victor Gomes
(autora: Ondina Pires).

O lançamento oficial do livro biográfico“Juntos Outra Vez: biografia autorizada de Victor Gomes” da autoria de Ondina Pires, uma artista ligada às artes plásticas, à música e às letras, está programado para o dia 25 de outubro de 2014, pelas 16H00 no Sabotage Club, sito na Rua de São Paulo nº14 e 16 - Cais do Sodré, em Lisboa. A entrada é livre.
O lançamento terá uma palestra informal (o biografado, a autora, Jorge Ferraz, músico e sociólogo, José Luís, 2º vocalista do conjunto “Os Ekos”, Luís Futre, co-autor do livro “Portugal Elétrico” e o público) e música ao vivo com Victor Gomes, João Medina (baixo), João Barreiros (piano), El Normizom (guitarra) e Bruno Qiuintino (bateria), assim como projecção de filmes.
Informamos entretanto que a partir da próxima 5ª feira, dia 23 de outubro, é apresentado o “pre-order” de compra/venda daquela biografia. Assim, quem pretender adquirir o livro via “on line” terá nessa altura todas as informações importantes de como proceder à compra do mesmo. 
Está também agendado para o dia 8 de Dezembro 2014, pelas 16H00 no Auditório do Montepio “Atmosfera m” Rua Júlio Dinis, 158-160 no Porto, um segundo lançamento que também conterá uma palestra informal (o biografado, a autora e público; música ao vivo com Victor, projecção de filmes (Canção da Saudade, etc).
Desejamos os maiores sucessos à autora, a nossa amiga Ondina Pires, para o lançamento do seu livro.

Carlos Santos e João Romão

Victor Gomes - Juntos Outra Vez (A Biografia Autorizada, Em Livro de Ondina Pires)

sexta-feira, 4 de julho de 2014
  

 

Victor Gomes - Juntos Outra Vez (Livro)

Está já numa fase bastante adiantada a preparação para o lançamento de um livro que promete fazer história. Trata-se da biografia autorizada do roqueiro português Victor Gomes que iniciou a sua carreira em 1956, quase a fazer dezasseis anos de idade. É a história e são as memórias deste “rebelde” e aventureiro cantor, uma das primeiras figuras do estilo em Portugal que Ondina Pires descreve, de uma forma detalhada e deliciosamente contada, relembrando o percurso de uma das velhas glórias dos primórdios do rock em Portugal e de um ídolo da juventude da época. De modo a levantar um pouco o véu, reproduzimos aqui uma breve resenha do livro que nos foi remetida pela autora e logo que tenhamos mais notícias, voltaremos disso a dar informação.

Victor Gomes e os Gatos Negros

“Juntos Outra Vez” 

Juntos Outra Vez: Biografia autorizada de Victor Gomes” é uma obra que fala sobre a história de um outro Portugal, ainda desconhecido pela maioria e à espera de ser desbravado por leitores nacionais e estrangeiros. Sempre se falou superficialmente sobre as décadas de quarenta a setenta em Portugal, em certa medida devido às vicissitudes políticas e sociais inerentes ao regime político dessa época: ambientes e ambiências, vivências à flor-da-pele que ficaram cristalizadas no tempo e que estão à espera de serem redescobertas.
O que começou por ser um longo relato de estórias verdadeiras e fabulosas de uma vida cheia de aventuras e emoções resultou numa obra sensorial, quase cinematográfica, cheia de som, cor e imagens. Um autêntico convite à viagem espaço-temporal e um festim estético a nível visual: 


Uma infância dura e sem família:


“Uma das memórias mais marcantes, no início de vida no Instituto, eram os guinchos arrepiantes que as hienas lançavam durante a noite – as kizumbas! Os miúdos trancavam-se o melhor que podiam nas camaratas dos tais barracões inóspitos e ouviam aquela chiadeira terrível que mais fazia lembrar um choro fúnebre.”

Victor Gomes e os Gatos Negros (From Youtube-RTP)

Um miúdo rebelde e destemido:


“Em janeiro de 1956, quase a fazer dezasseis anos, o Victor enceta outros caminhos profissionais; procura trabalho como actor e como músico. Deambula por Lourenço Marques, junto ao cais, armado em teddy-boy com um gang de sete rapazolas. Seguiam os modelos dos “rebel without a cause” como as personagens protagonizadas pelos actores James Dean e Marlon Brando: poupa cheia de brilhantina, blue jeans, blusão de ganga com a gola levantada, atitude desafiadora ao “sistema”, à coca de namoradinhas.” 


Os primeiros amores e dissabores:


“O Victor calçou umas sapatilhas e lá foram dar uma volta até ao Hotel Polana. Conversaram, conversaram, deram as mãos, deram os lábios e ... deram outras coisas. Pronto, o Victor fora “caçado” pela ambiciosa “gazela” sul-africana.” 



A sensualidade e sexualidade carismática em palco:

“Ao longo dos inúmeros espetáculos dos “Gatos Negros”, os adolescentes afoitos invadiam o palco e desnudavam o Victor arrancando pedaços da roupa de cabedal. Ao fim de algum tempo, as raparigas passariam a fazer o mesmo que o rapazes. Com os bocaditos de cabedal nas mãos tinham a grande lata de ir pedir autógrafos ao Victor, como se aquele material negro se prestasse a ser escrito. Claro que era o Vasco Morgado que financiava as correntes e o cabedal.” 
Há fados e fados e este é outro tipo de fado – é o Rock ‘n’ Roll! É o lado histriónico, à beira da vertigem, misturado sabiamente com o calor tropical africano e com as frias pedras da calçada de Lisboa, tantas vezes ziguezagueadas por Victor Gomes esse “globetrotter” ávido de afecto do seu público. Por tudo isto e muito mais... “Juntos Outra Vez”.

Autora: Ondina Pires

Agradecimento a Ondina Pires e a Luís Futre.

Victor Gomes - O Regresso do Rei do Rock (1993)

segunda-feira, 20 de junho de 2011




Victor Gomes - O Regresso do Rei do Rock (CD Movieplay MOV 30297 - 1993)

Foi em Moçambique, país onde chegou aos dois anos de idade com a família, que o então jovem hoquista Vítor Gomes despontou para a fama nos anos 50, depois de vencer de forma arrebatada um concurso do Rádio Clube de Moçambique, destinado à descoberta de novos valores. Atirado para a ribalta, rapidamente se transforma no ídolo das adolescentes moçambicanas. Instigado pelo talento, que o leva a arriscar a sorte na Sétima Arte ("A Canção da Saudade" é o filme com que atinge maior popularidade) e confiante num possível êxito internacional, vem para Lisboa, onde se junta a quatro músicos da Trafaria (três guitarristas e um baterista), inspirados nos Shadows, com quem forma os célebres Gatos Negros. Uma cor associada à indumentária de cabedal com que a banda, caracterizada pelo frenesim electrizante do rock e do twist, domina os palcos portugueses. O fim do grupo dá-se com a ida para a tropa de dois dos quatro músicos e o início da carreira a solo do seu líder, que o leva a Angola, Moçambique, África do Sul e Zimbabwe. Neste último país conhece Nicky Honey, uma sul-africana de origem holandesa, com quem forma um duo até 1972. Dois anos depois põe o primeiro ponto final na carreira, ao casar-se e decidir “obter estabilidade”, voltando à antiga profissão de serralheiro civil. Em 1991, então com 51 anos e seis filhos, Vítor Gomes regressa a Portugal e faz renascer os Gatos Negros apenas com dois dos elementos da banda original, Manuel Eixa e José Alberto, mas apesar de conseguir actuar nas melhores salas de Lisboa, o projecto acaba por não vingar e decide radicar-se no Algarve. Ainda rebelde, mas agora com “mais calma” preparou um CD, cantado exclusivamente em português, com o qual pretendeu revelar o outro lado de um gato, corajosamente bravio. É que, embora o cabelo esbranquiçado – que insiste em conservar meio despenteado e caído sobre a testa – denuncie a idade do bilhete de identidade, o espírito que anima os dias de Vítor Gomes ficou preso ao tempo em que arrastava multidões e rivalizava com duas outras figuras nacionais: Amália, no fado, Eusébio, no futebol. Porque “sem desprimor pelos colegas da altura”, salienta, na música moderna era Vítor Gomes quem levava ao delírio milhares de fãs que o perseguiam. Como numa célebre noite de 1964, na Praça do Saldanha, em Lisboa, com a própria PIDE-DGS (que acompanhava atentamente as suas digressões), a ver-se impossibilitada de exercer qualquer pressão para dispersar um “nunca visto ajuntamento popular” em Portugal. “Fiz aquilo que nenhum político conseguiu”, orgulha-se o ex-líder dos Gatos Negros, a banda que ousou simbolizar uma já então inquieta juventude portuguesa.

Por Madalena Bentes, Correio da Manhã (27-06-2004)

Álbum gentilmente cedido e enviado por Gilda, a nossa amiga do Canadá.
Agradecimento pela colaboração.

Victor Gomes e Os Siderais - Juntos Outra Vez (EP 1967)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Victor Gomes e os Gatos Negros - A Whole Lotta Shakin Going On  (ao vivo - RTP 1965, from YouTube)
 






Victor Gomes e Os Siderais - Juntos Outra Vez (EP 1967). 

Para este EP existem 2 edições. A edição portuguesa ( EP F M.E.L 2-077, 1967) e a edição espanhola (EP Marfer, M.E.L. 2.077, 1967). 

Faixas/Tracks: 
Juntos Outra Vez / My Prayer / Mama / Há-de Voltar 
Bonus: A Whole Lotta Shakin Going On (live RTP 1965). 

Victor Gomes chegou a Moçambique apenas com dois anos de idade com a família. Mais tarde, o então jovem hoquista Vítor Gomes despontou para a fama nos anos 50, depois de vencer de forma arrebatada um concurso do Rádio Clube de Moçambique, destinado à descoberta de novos valores. Atirado para a ribalta, rapidamente se transforma no ídolo das adolescentes moçambicanas. Instigado pelo talento, que o leva a arriscar a sorte na Sétima Arte ("A Canção da Saudade" é o filme com que atinge maior popularidade) e confiante num possível êxito internacional, vem para Lisboa, onde se junta a quatro músicos da Trafaria (três guitarristas e um baterista), inspirados nos Shadows, com quem forma os célebres Gatos Negros. Uma cor associada à indumentária de cabedal com que a banda, caracterizada pelo frenesim electrizante do rock e do twist, domina os palcos portugueses. O fim do grupo dá-se com a ida para a tropa de dois dos quatro músicos e o início da carreira a solo do seu líder, que o leva a Angola, Moçambique, África do Sul e Zimbabwe. Neste último país conhece Nicky Honey, uma sul-africana de origem holandesa, com quem forma um duo até 1972. Dois anos depois põe o primeiro ponto final na carreira, ao casar-se e decidir “obter estabilidade”, voltando à antiga profissão de serralheiro civil. Em 1991, então com 51 anos e seis filhos, Vítor Gomes regressa a Portugal e faz renascer os Gatos Negros apenas com dois dos elementos da banda original, Manuel Eixa e José Alberto, mas apesar de conseguir actuar nas melhores salas de Lisboa, o projecto acaba por não vingar e decide radicar-se no Algarve. 


Ainda rebelde, mas agora com “mais calma” prepara um novo CD, cantado exclusivamente em português, com o qual pretende revelar o outro lado de um gato, corajosamente bravio. É que, embora o cabelo esbranquiçado – que insiste em conservar meio despenteado e caído sobre a testa – denuncie a idade do bilhete de identidade, o espírito que anima os dias de Vítor Gomes ficou preso ao tempo em que arrastava multidões e rivalizava com duas outras figuras nacionais: Amália, no fado, Eusébio, no futebol. Porque “sem desprimor pelos colegas da altura”, salienta, na música moderna era Vítor Gomes quem levava ao delírio milhares de fãs que o perseguiam. Como numa célebre noite de 1964, na Praça do Saldanha, em Lisboa, com a própria PIDE-DGS (que acompanhava atentamente as suas digressões), a ver-se impossibilitada de exercer qualquer pressão para dispersar um “nunca visto ajuntamento popular” em Portugal. “Fiz aquilo que nenhum político conseguiu”, orgulha-se o ex-líder dos Gatos Negros, a banda que ousou simbolizar uma já então inquieta juventude portuguesa. 

Fonte: Por Madalena Bentes, in Correio da Manhã, 27-06-2004 

Nota: Ainda hoje, apesar da idade e das vicissitudes da vida, o enérgico roqueiro Victor Gomes continua a cantar e a encantar. O nosso grande abraço para este verdadeiro roqueiro português. 

EP disponibilizado por Carlos Santos. Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.