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Caterina Caselli ‎– Casco D'Oro (LP CGD ‎– FG 5029, 1966)

sábado, 22 de setembro de 2018



Caterina Caselli ‎– Casco D'Oro (LP CGD ‎– FG 5029, 1966). 
Género: Pop. 


Caterina Caselli (Modena, 10 abril de 1946) é uma famosa cantora, baixista, actriz e apresentadora italiana de TV. Actualmente dedica-se à produção discográfica. É também a presidente da Sugar Music, a editora de Andrea Bocelli, que o descobriu em 1992. 

Caterina Caselli - "Nessuno Mi Può Giudicare", 1966 (from Youtube).

Em 1966, Caterina estreou-se no Festival de Sanremo com "Nessuno Mi Può Giudicare", uma canção divulgada por Adriano Celentano, com um sucesso notável. Ficou conhecida por sucessos como, “Cento Giorni”, "Il Volto Della Vita" ou “Disperatamente Lo Ti Amo”. 
Informação sobre esta excelente cantora italiana já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Cento Giorni (Mogol, Soffici) 3:02 
A2 Kicks (Mann, Weil, Pallavicini) 2:30 
A3 Puoi Farmi Piangere (I Put A Spell On You) (Mogol, Hawkins) 3:42 
A4 I Believe To My Soul (Ray Charles) 3:30 
A5 Oh No (Monaldi, Mogol) 2:50 
A6 Nessuno Mi Può Giudicare (Pace, Beretta, Panzeri, Del Prete) 2:41 
B1 Tutto Nero (Paint It, Black) (Richards, Beretta, Jagger) 2:51 
B2 Perdono (Mogol, Soffici) 2:55 
B3 È La Pioggia Che Va (Remember The Rain) (Lind, Mogol) 2:58 
B4 Come Mai (Pace, Pilat, Panzeri) 2:20 
B5 Cantastorie (Beretta, Monegasco) 2:51 
B6 L'Uomo D'Oro (D. Pace, Guatelli, Panzeri) 2:32 

Arranjos e direcção de orquestra por Franco Monaldi e Willy Brezza (faixa 4 – “I Believe To My Soul”). 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Gino Fogli, a quem agradecemos.

Adamo ‎– Si J'Osais (LP 1962)

sexta-feira, 21 de setembro de 2018



Adamo ‎– Si J'Osais (LP Polydor ‎– LPH 5016, novembro de 1962). 
LP considerado raro.
Género: Pop/Chanson. 


Adamo, consegue em 1960, graças à canção “Si J’Osais”, que a Rádio Luxembourg lhe proporcione a primeira difusão deste tema. Em novembro de 1962 é lançado este seu primeiro LP que, entre outras, contempla a música “Si J’Osais”, que lhe serve de título, a única balada do disco. É o primeiro álbum de Adamo, uma compilação que contém temas gravados em singles entre 1960 e 1962, antes do cantor ter assinado contrato com a francesa Pathé. 
O LP contém belas canções de um cantor iniciante com um talento indiscutível e que nesta época, era já muito promissor. 
Os outros temas, são rock como, “Rosina”, um rock em italiano, bem rápido, “Poor Fool”, outro rock desta vez em inglés, “Perché”, slow-rock em italiano, “Cara Bambina”, um veloz rock em italiano, “Laurence”, em francés, “Why Do You Comme So Late”, outro rock em inglés ao estilo de Elvis Presley nos seus primeiros filmes e, como último tema, “Se Pensi a Me”, rock-boogie em italiano. 
Habituados a ouvir um Adamo “baladeiro”, aqui podemos apreciá-lo, com a sua voz quase adolescente, como roqueiro. 
Informação sobre Adamo já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1. Si J’osais (Adamo, Donfut, Gomez) (in French) 2:59 
A2. Rosina (Adamo, Donfut, Gomez) (in Italian) 2:14 
A3. Poor fool (Adamo, Donfut, Gomez) (in English) 2:11 
A4. Perchè (Bracca, Adamo, Salvatore) (in Italian) 2:24 
B1. Cara Bambina (Adamo, Donfut, Gomez) (in Italian) 2:15 
B2. Laurence (Adamo, Donfut, Gomez) (in French) 2:31 
B3. Why Do You Come So Late (Adamo, Donfut, Gomez) (in English) 2:05 
B4. Se Pensi A Me (Bracca, Adamo, Salvatore) (in Italian) 2:15 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jacques Leblond, a quem agradecemos.

Status Quo ‎– Ma Kelly's Greasy Spoon (LP 1970)

quinta-feira, 20 de setembro de 2018



Status Quo ‎– Ma Kelly's Greasy Spoon (LP Pye Records ‎– SLDPY. 758, 1970) 
Produção: John Schroeder 
Género: Rock, Blues Rock. 

Ma Kelly's Greasy Spoon” é o terceiro álbum da banda inglesa de rock, Status Quo, lançado em agosto de 1970 . Foi o primeiro álbum da banda a deixar para trás o seu som psicadélico inicial e a começar a experimentar um estilo mais hard rock, que continua a ser a sua imagem de marca, assim como o último álbum com a presença do tecladista Roy Lynes. A partir daí a banda começou a experimentar um novo som quando contratou o cantor e compositor australiano Carl Groszmann para escrever uma música para eles. 


Status Quo é uma banda de rock britânica que nasceu do grupo “The Spectres” (formado em 1962) , e só em 1966, após ter assinado contrato com a Pye Records , realizou os seus 3 primeiros singles. Já com o nome de Traffic Jam, a formação da banda era constituída por Francis Rossi (voz principal/guitarra), Alan Lancaster (baixo/voz), Roy Lynes (teclados), e John Coghlan (bateria). Em 1967, Rick Parfitt (guitarra/voz) passou a integrar a banda, e nessa altura passou a chamar-se Status Quo! 
O seu primeiro sucesso foi um excelente tema tipicamente psicadélico, “Pictures Of Matchstick Men” (atingiu o número 7 nas paradas inglesas), tendo impulsionado a sua carreira. Outro sucesso foi “Ice In The Sun” (atingiu o nº. 8), e isso possibilitou o lançamento do primeiro álbum da banda. Depois do lançamento do segundo LP, iniciou-se uma grande mudança de imagem e som. O primeiro passo para a essa alteração foi o álbum “Ma Kelly’s Greasy Spoon”, que aqui apresentamos, com um som mais blues e hard rock. Posteriormente, houve substituições na formação do grupo. 
Em 1983, havia já sinais de que a banda não se estava a conseguir renovar. Após uma grande digressão em 1984, a banda, cansada, anunciou que estava a encerrar as suas atividades. 
No entanto, Bobby Geldof conseguiu reunir o grupo de novo, em 1985, para tocar no “Live Aid”. O grupo mantém-se em actividade desde 1962 até ao presente. 


Faixas/Tracklist: 

A1. Spinning Wheel Blues (Rossi/Young) - 3:21 
A2. Daughter (Lancaster) - 3:01 
A3. Everything (Rossi/Parfitt) - 2:36 
A4. Shy Fly (Rossi/Young) - 3:49 
A5. April, Spring, Summer and Wednesdays (Rossi/Young) - 4:12 
B1. Junior's Wailing (White/Pugh) - 3:33 
B2. Lakky Lady (Rossi/Parfitt) - 3:14 
B3. Need Your Love (Rossi/Young) - 4:46 
B4. Lazy Poker Blues (Green/Adams) - 3:37 
B5. Is it Really Me / Gotta Go Home (Lancaster) - 9:34 

Álbum gravado nos estúdios da Pye Studios, Londres, na Primavera de 1970 e lançado em agosto do mesmo ano. 

Músicos/Personnel: 

Francis Rossi – voz principal e guitarra solo (já falecido) 
Rick Parfitt - guitarra, voz 
Alan Lancaster – baixo, guitarra, voz 
John Coghlan - bateria 
Roy Lynes – teclados 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Adam Hill, a quem agradecemos.

Peter Jay and The Jaywalkers ‎– Jaywalkin', Singles 1962-1965

quarta-feira, 19 de setembro de 2018



Peter Jay and The Jaywalkers ‎– Jaywalkin', Singles 1962-1965. 
Género: Pop, Instrumental, Vocal. 

Trata-se de uma excelente compilação que reúne as gravações, em singles, efectuadas pelo grupo beat instrumental britânico Peter Jay and the Jaywalkers, entre 1962 e 1965. O grupo era originário de Norfolk/UK, formado em 1960, tendo sido muito popular na década. 
Iniciaram a sua carreira ao estilo dos Shadows mas acabaram mais próximos dos Booker T. and MG's. Um dos seus grandes sucessos, foi sem dúvida “Can Can' 62” que chegou às tabelas britânicas de singles em 1962. Posteriormente, gravaram mais oito singles pela Decca e depois pela Pye, alguns deles produzidos pelo lendário Joe Meek. 


Nascido em Norfolk, Inglaterra, em 1944, o baterista Peter Jay formou The Jaywalkers enquanto frequentava o Norwich College, em 1960. A formação da banda, essencialmente instrumental, consistia em Pete "Buzz" Miller (guitarra solo), Tony Webster (guitarra rítmica), Mac McIntyre (saxofone) ), Lloyd Baker (piano), Johnny Larke (baixo elétrico) e Geoff Moss (baixo acústico). Após dois anos de constantes apresentações e construindo a sua reputação com base nos concertos ao vivo, os Jaywalkers foram contratados pela Decca Records. Entraram em estúdio com o lendário produtor Joe Meek e gravaram o seu primeiro single "Can Can 62", que chegou às tabelas do Reino Unido na posição nº 31, em 31 de novembro de 1962. No final de 1963, a banda apoiou os shows dos Beatles e fez algumas aparições na televisão do Reino Unido e em concertos de música pop. Em 1964, o grupo não conseguiu regressar às tabelas do Top 40 e, apenas com o sucesso inicial "Can Can 62", foram esquecidos pela Decca, tendo, em seguida, assinado contrato com a gravadora Piccadilly, uma subsidiária da Pye Records. Em 1965, o guitarrista Terry Reid juntou-se à banda, substituindo o fundador Pete Miller. 
Sem o fulgor e sucesso inicial, o grupo continuou, no entanto, a aparecer em turnês, apoiando algumas das principais bandas da época como os Rolling Stones, Ike e Tina Turner e os Yardbirds, iniciando a digressão no Royal Albert Hall, em setembro de 1966. Sem grandes sucessos nas tabelas, o grupo acabou por se separar no final de 1966. 


Faixas/Tracklist: 

01 Can Can '62 (1962) 
02 Redskins (1962) 
03 Totem Pole (1963) 
04 Jaywalker (1963) 
05 Poet And Peasant (1963) 
06 Oo, La la (1963) 
07 Kansas City (1963) 
08 The Parade Of The Tin Soldiers (1963) 
09 If You Love Me (1964) 
10 You Girl (1964) 
11 Where Did Our Love Go (1964) 
12 Caroline (1964) 
13 Tonight You're Gonna Fall In Love (1964) 
14 Red Cabbage (1964) 
15 Parchment Farm (1965) 
16 What's Easy For Two Is So Hard For One (1965) 
17 Before The Beginning (1965) 
18 Solitaire (1965) 

Formação original/Original Members: 

Peter Jay (bateria) 
Pete "Buzz" Miller (guitarra solo), 
Tony Webster (guitarra ritmo) 
Mac McIntyre (saxophone e flauta) 
"Lolly" Lloyd Baker (piano e barítono), 
Johnny Larke (baixo eléctrico) 
Geoff Moss (baixo acústico) 

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Quentin E. Klopjaeger ‎– Sad Simon Lives Again (LP 1968/South Africa)

terça-feira, 18 de setembro de 2018



Quentin E. Klopjaeger ‎– Sad Simon Lives Again (LP Troubadour ‎– TRL-E-1319, 1068/South Africa). 
Produção de Billy Forrest. 
Género: Pop. 


Quentin E. Klopjaeger era um dos pseudónimos que William Charles Boardman (nascido em Kimberley, 1940) usava com alguma frequência. Boardman é um cantor, músico e compositor sul-africano, mais conhecido como Billy Forrest, considerado um dos músicos e produtores mais respeitados na África do Sul. William tinha vários heterónimos, Billy Forrest, Quentin E. Klopjaeger ou William E. 
Começou a sua carreira musical com 15 anos. Em 1958 já cantava em clubes na área de Johannesburg, participando num conjunto que tocava em festas e bares, no qual se encontrava também Manny Lubowitz (depois famoso como Manfred Mann). Ainda no final dos anos 50, participou em grupos como, The Drifters e The Silhouettes e em 1959 nos The Giants. Em 1963, chegou a colaborar com The Flames, em Durban. Formou ainda conjuntos como, "Little Archie and The Twisters" (1962), Billy Forrest and The Arch Hunter Combo" (1963) e ainda, em 1963, inicia a sua carreira a solo como Billy Forrest. 
Em 1964 consegue a fama e o sucesso com "Hello Operator", atingindo o 1º lugar do Springbok Hit-Parade, com o qual ganhou o seu 1º disco de ouro e recebeu o prémio SARI, como o melhor cantor Country and Western sul-africano. Depois deste êxito, editou vários discos até 1966, como "Tiny Bubbles". É nesse mesmo ano que inicia também a sua fabulosa carreira como produtor até aos dias de hoje (mais de 100 singles e 40 álbuns, só até 1976). Entre outros artistas produziu nomes como, Wanda Arletti, Des and Dawn Lindberg, Abstract Truth, Birds of a Feather, Third Eye, McCully Workshop, The Stacattos ou Rising Sons. Gravou com Virginia Lee e fez duetos com Sharon Tandy e Gell (Angelika Illman). 
Já nos finais dos anos 60, decidiu sair da música mais folk e passar para a música pop/rock e assim começou a utilizar um outro e importante heterónimo, Quentin E. Klopjaeger, na era mais psicadélica da música. Produziu, cantou, tocou e lançou dois álbuns, "Sad Simon Lives Again" que aqui apresentamos, e um segundo menos conhecido, mas de grande qualidade musical, "Fantasy". 
Billy Forrest trabalhou o tema Lazy Life (inserido no álbum "Sad Simon Lives Again") depois de ter regressado de Londres, quando participou na banda pop folk sul-africana, The Dream Merchants. O grupo tinha pensado gravar em Londres na Decca britânica mas, em resultado das políticas da British Equity contra o apartheid, foram-lhes recusados ​​os vistos de trabalho. 
No ínício dos anos 70, William Charles Boardman, passou a usar o heterónimo de William E. e o seu maior sucesso ocorreu em 1972 com "Lovely Lorraine", tendo a partir daí voltado a utilizar o pseudónimo de Billy Forrest, até à actualidade. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Sad Simon Lives Again 2:28 
A2 What A Woman Does 2:33 
A3 Ain't Gonna Lie 2:30 
A4 Dandy 1:55 
A5 I Can Guarantee You Love 2:08 
A6 Lazy Life 2:17 
B1 98.6 2:50 
B2 I Can Hear The Darkness 1:50 
B3 Not Going To Mersey Square 2:35 
B4 Jane 2:31 
B5 On The Way Up 2:03 
B6 Lovers Lane – Wednesday 
Bonus: 
C1 Melody Fayre 2:37 

Arranjos de Ronnie Cline. 

LP ripado do vinil e gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo sul africano John Lyle, a quem agradecemos. 
LP ripped from vinyl and kindly provided by our South African friend John Lyle, whom we thank.

Raridades Da Pré Jovem Guarda - Vol. 1 (V/A) (1956-1967)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018



Raridades Da Pré Jovem Guarda - Vol. 1 (V/A) (1956-1967).
 
Celly e seu irmão Tony Campello.

Esta é uma excelente compilação, um autêntico trabalho de pesquisa histórica, que reúne vários artistas e conjuntos brasileiros, pioneiros do rock no país. No Brasil, a primeira gravação de um rock foi em 1955, com “Rock Around the Clock”, de Nora Ney. Na época era algo inusitado. Não havia muitos artistas formados naquela nova cultura. Pouco depois, em 1957, Cauby Peixoto gravaria o “Rock de Copacabana”. 
O rock brasileiro do final dos anos 50 era muito “educado” e bem comportado. Sérgio Murilo (um dos primeiros roqueiros do Brasil), os irmãos Tony e Celly Campelo, Demetrius e os Diamantes Negros eram todos rapazes e raparigas de família. As letras falavam de “lacinhos cor de rosa” e nada tinham a ver com o rock de pélvis provocante de Elvis Presley, o grande cantor da cena rock internacional dessa época. Esta fase ficou conhecida como a Pré-Jovem Guarda e mostra uma autêntica busca de identidade, com o rock a misturar-se com ritmos nordestinos ou humoristas de televisão, como Jô Soares, ao seu estilo peculiar interpretando “Vampiro”, de 1964. Nesta altura, também surge o chamado rock/balada, onde destacamos “Teenage Sonata”, Hamilton Di Giorgio , “You Send Me”, de Carlos Costa, “Quem É?” de Ayla Maria ou “A Lenda da Conchinha”, de Celly Campello.

The Golden Boys.

Esta é na realidade uma fase de ingenuidades que termina quando Roberto Carlos grava “Parei Na Contramão”, já no início dos anos 60. O rock ganha então velocidade, surgem os temas originais e as versões adaptadas e com tradução e, voando no carro da modernidade, começa a tornar-se numa nova forma de música que absorve as últimas tendências e influências internacionais. Aparecem então inúmeros grupos, um pouco por todo o Brasil, como Luizinho E Seus Dinamites , Renato e Seus Blue Caps ou os Abutres, entre muitos outros, que nasceram no período da pré-Jovem Guarda. 
Alguns dos raros temas aqui apresentados foram retirados dos "velhos" 78 r.p.m. e compactos. 
Este volume nº 1, é uma autêntica viagem ao passado, recheada de preciosas faixas gravadas entre 1956 e 1967. Posteriormente, seguir-se-á o volume 2, completando assim esta excelente compilação de raridades. 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Marcos Fonte, a quem agradecemos.

Jack Jones ‎– For The "In" Crowd (LP 1966)

domingo, 16 de setembro de 2018



Jack Jones ‎– For The "In" Crowd (LP Kapp Records ‎– KS-3465, 1966). 
Produção: Michael Kapp. 
Género: Pop. 

Em meados dos anos 60, o Arranjador e Maestro Don Costa era frequentemente solicitado pelas gravadoras de vários artistas populares da época, incluindo Frank Sinatra, para orquestrar as suas composições. A discográfica Kapp Records foi rápida em seguir essa tendência ao encomendar um álbum para o seu cantor de referência, Jack Jones, em 1966. 
For The 'In' Crowd” é uma selecção de canções pop dessa altura. Jones adaptou-se facilmente a esse novo estilo, dando às faixas um som mais forte e simultaneamente suave, nas suas interpretações melodiosas, no seu estilo pessoal. 
Neste LP destacam-se versões interpretadas primorosamente como, “What the World Needs Now Is Love”, “Yesterday” (dos Beatles, magistralmente cantada em voz de falsete), “You've Got Your Troubles” ou ainda, “1-2-3”. 
Embora “For The 'In' Crowd“ fosse predominantemente uma nova abordagem de Jack aos estilos de música modernos, o cantor adaptou-se perfeitamente, acompanhado por uma excelente orquestra repleta de cordas exuberantes. É, sem dúvida, a harmonia e a paixão da voz de Jones, em sintonia com o som fantástico de Don Costa. 
“For The 'In' Crowd“ não deixa de ser um fantástico e divertido álbum, que exibe mais uma faceta do profundo e surpreendente talento de Jack Jones. 


John Allan "Jack" Jone (nascido em 14 de janeiro de 1938), é um cantor e actor norte-americano muito popular nos anos 60. Informação sobre este artista, já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist: 

A1 - What The World Needs Now Is Love (Bacharach, David) 3:10 
A2 – Yesterday (Lennon, McCartney) 2:21 
A3 - You've Got Your Troubles (Greenaway, Cook) 2:54 
A4 - 1 - 2 – 3 (Madara, White, Borisoff) 2:16 
A5 – Wildflower (Levitt, Sexter) 2:20 
A6 - Love Bug (Kemp, Wayne) 1:55 
B1 - The "In" Crowd (Billy Page) 2:19 
B2 - Baby, I'm Yours (Van McCoy) 1:51 
B3 - Just Yesterday (Sigman, Ogerman) 2:22 
B4 - The Weekend (Randazzo, Weinstein, Stallman) 2:05 
B5 - I Want To Meet Her (Randazzo, Weinstein, Stallman) 2:52 
B6 - Sunshine, Lollipops And Rainbows (Liebling, Hamlisch) 1:36 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz – Jack Jones 
Orquestra e Coros, com Arranjos e Condução por Don Costa. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Davis May, a quem agradecemos.