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José Jorge Letria – Diálogo Com Lisboa (Single 1976)

quarta-feira, 1 de maio de 2019



José Jorge Letria – Diálogo Com Lisboa (Single Orfeu KSAT 567, 1976) 
Produção: José Jorge Letria. 

Da contracapa transcrevemos as seguintes passagens, escritas por José Jorge Letria: 

“O poema deve ser janela aberta sobre o mundo à nossa volta, espaço de fraternidade e de luta, onde se cruzem bandeiras, braços, ferramentas. Verso a verso se pode soletrar unidade, esperança e alvorada. O poema deve mergulhar raízes profundas e persistentes no coração de quem trabalha, deve ser sentinela e mão amiga, deve dizer deste tempo a força vital que o transforma. 
O poema não deve ficar de braços cruzados quando se constrói o amanhã”. 

Mais informação sobre José Jorge Letria, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A – Diálogo Com Lisboa (José J. Letria, Rui reis) 
B – Canto da Hora Presente (José J. Letria, Rui Reis) 

Intervenientes: 

José Jorge Letria – Voz 
Rui Reis – Piano 

Single disponibilizado por Carlos Santos. 
Agradecemos a colaboração do nosso amigo Mário Santos.

José Jorge Letria ‎– Quem Cala Consente (LP 1978)

terça-feira, 30 de janeiro de 2018



José Jorge Letria ‎– Quem Cala Consente (LP Orfeu ‎– STAT063, 1978).
Produtor: José Jorge Letria.
Disco considerado raro.
Género: Folk, Música Portuguesa de Intervenção, MPP.

José Jorge Alves Letria (Cascais, 8 de junho de 1951), mais conhecido apenas por José Jorge Letria, é um jornalista, político, poeta e escritor português. Antes do 25 de Abril, foi uma das figuras mais destacadas da canção de resistência, com vários discos gravados e centenas de espectáculos realizados, nomeadamente na Galiza e em Madrid, em 1972 e 1973, ao lado de nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Manuel Freire.
A discografia de Letria inicia-se depois de ter passado por grupos de rock no final da década de 60, o mais conhecido dos quais terá sido os Chinchilas. Em 1969, Letria apresentou-se no programa de TV “Zip-Zip”, com as canções “Romance de Maria Formiga” e “O Objecto”, esta a partir de um poema de José Carlos Ary dos Santos. Mas seria no início do ano seguinte que se iria estrear nos discos, com o EP “História do José-Sem-Esperança”, produzido por José Cid e António Moniz Pereira e com a participação dos restantes elementos do Quarteto 1111.


A segunda metade da década de 70 foi particularmente prolífica, com um álbum por ano entre 1976 e 1979, além de vários singles com canções originais. Para além disso, Letria aliava ainda à vertente musical, desde o início da década, a sua actividade como jornalista e autor de poesia, de ensaios ou ficção.
Neste álbum, participaram músicos bem conhecidos como, Júlio Pereira, Guilherme Inês, Rui Cardoso, Rui Reis, Samuel, Helena Isabel e António Chaínho, entre outros. 
Em “Quem Cala, Consente”, e segundo o próprio José Jorge Letria, o disco contém canções “que falam objectivamente das lutas do dia-a-dia, do interesse e da necessidade de defender Abril…”.
Jorge Letria foi agraciado, em 1997, com a Ordem da Liberdade pelo Presidente Jorge Sampaio. Em Paris foi-lhe atribuída a medalha da Internationale des Arts et des Lettres.


Faixas/Tracklist:

A1 Vá, Vamos Cantar 
A2 Fado do Cacique 
A3 Atrás da Vida 
A4 Palavras Nossas 
A5 Lugares Comuns 
A6 África Liberta 
A7 Quem Cala Consente 
B1 Quatro Palavras 
B2 Tudo o Que Vale a Pena 
B3 Mãe Coragem! 
B4 Cantar de Abril 
B5 Força Norte 
B6 Ficar de Pé

Composições (música e letras) por José Jorge Letria.
Arranjos e direcção musical: Júlio Pereira
Capa e o arranjo gráfico produzido por Rogério Ribeiro. 

Músicos participantes:

Júlio Pereira – Violas, percussões, baixo, melotron;
Hélder Reis – Acordeão;
Rui Reis – Moog, pianos eléctrico e acústico;
Guilherme Scarpa Inês – Bateria;
Rui Cardoso – Flauta e saxofone;
Sílvio Pleno – Clarinete;
António Chainho – Guitarra portuguesa.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S., a quem agradecemos.

José Jorge Letria ‎– De Viva Voz (LP 1973)

segunda-feira, 23 de outubro de 2017



José Jorge Letria ‎– De Viva Voz (LP Guilda Da Música ‎– DP 021, 1973).
Produtor: Vitor Mamede.
Género: Intervenção, Folk, Country.

Gravação ao vivo de J. Jorge Letria, efectuada no Teatro Villaret em Lisboa em 1972 e editada em disco em 1973, com arranjos e direcção musical de Pedro Osório e produção de Vítor Mamede.
Para muitos, este álbum foi o primeiro verdadeiramente “Ao Vivo” português, sem entrar em conta com alguns registos de Fado e o "falso" "No Teatro Monumental", do Conjunto Académico de João Paulo. 
Participação, entre outros músicos, de José Afonso, Manuel Freire, que não aparecem nos créditos. Nos coros, entre outros, José Afonso, Manuel Freire, José Manuel Osório, Fernando Laranjeira e António Portanet.


“Depois de ter passado por grupos de rock na recta final da década de 60, o mais conhecido dos quais terá sido os Chinchilas, Letria apresenta-se no programa “Zip-Zip”, em 1969, com as canções “Romance de Maria Formiga” e “O Objecto”, esta a partir de um poema de José Carlos Ary dos Santos. Mas seria no início do ano seguinte que se estreia nos discos, com o EP “História do José-sem-Esperança”, produzido por José Cid e António Moniz Pereira e com a participação dos restantes elementos do Quarteto 1111.
No Natal de 1973, chega aos escaparates “De Viva Voz”, o primeiro álbum ao vivo gravado por um músico português em Portugal. Aí se encontravam temas como “Quem Te Avisa Teu Amigo É”, “Romance Feudal” (que seria gravado também no mesmo ano por Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo) ou “A Canção Rebenta”. E poucos meses depois, a canção rebentou mesmo…”

Fonte: Excerto de um texto do nosso amigo João Carlos Callixto.

Faixas/Tracklist:

A1 Quem Te Avisa Teu Amigo é 
A2 Na Orla Da Praia 
A3 Um Homem Nas Palavras 
A4 Saga Turística 
A5 Canção Do Amor Possível 
B1 Abres Os Braços Lentamente 
B2 Farsa Nupcial 
B3 Romance Feudal 
B4 A Canção Rebenta

Músicos/Personnel:

Pedro Osório – Piano, arranjos e direcção musical 
Mike Britton – Viola eléctrica e de 12 cordas acústicas
Tino – Baixo
Vitor Mamede – Percussão

Ripado do LP e gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S., a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

José Jorge Letria ‎– Folhetango (Single 1974)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016



José Jorge Letria ‎– Folhetango (Single Guilda Da Música/Sassetti, 2000/001, 1974)
Produção de Vítor Mamede.
Género: Folk, Popular

José Jorge Letria é um conceituado jornalista, poeta, dramaturgo, ficcionista e autor de uma vasta obra para crianças e jovens, tendo nascido em Cascais, em 1951. A biografia de José Jorge Letria já se encontra inserida neste blogue.
Faixas/Tracklist:

A1 Folhetango (José Jorge Letria) 
B1 Conta Corrente (José Jorge Letria)

José Jorge Letria, enquanto estudante de Direito e baladeiro.

Músicos:

Participações de Mike Sergeant (guitarra, guitarra acústica de 12 cordas, guitarra baixo);
Vítor Mamede (bateria);
Rui de Oliveira – trompete;
José Loureiro – trombone;
Fernando Correia Martins – violino, guitarra baixo;
José Machado – Órgão;
Hélder Reis – Piano, acordeão;
Rui Cardoso – Arranjos e Direcção.

Ilustrações de Pedro e capa de Carlos António.

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S., a quem agradecemos.

José Jorge Letria - Diálogo Com Lisboa (Single 1976)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016



José Jorge Letria - Diálogo Com Lisboa (Single Orfeu - KSAT 567, 1976).
Produção de José J. Letria.
Género: Poesia com música.

José Jorge Alves Letria (Cascais, Cascais, 8 de junho de 1951) é um jornalista, político, cantor, poeta e escritor português. 
Nos anos 70 foi um activo cantautor de intervenção, ao lado de nomes como José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais, entre outros, tendo gravado entre 1968 e 1981, cerca de uma dezena de discos e realizou centenas de espectáculos, nomeadamente na Galiza e em Madrid, entre 1972 e 1973.
Todos os discos que gravou antes do 25 de Abril foram proibidos pela censura. Deixou de cantar em 1981.
A biografia de Letria já se encontra inserida neste blogue.

Faixas/Tracks:

A - Diálogo Com Lisboa (José J. Letria, Rui Reis)
B - Canto da Hora Presente (José J. Letria, Rui Reis)

Single gravado nos Estúdios AT.

Single ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S., a quem agradecemos pela sua ajuda e colaboração.
Masterização por Carlos Santos.

José Jorge Letria – Cartas na Mesa (Single 1975)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016



José Jorge Letria – Cartas na Mesa (Single ORFEU KSAT 520, 1975).

José Jorge Alves Letria (Cascais, 8 de junho de 1951) é um cantor, jornalista, político, poeta, dramaturgo, ficcionista e escritor português. Teve uma carreira musical de destaque entre os finais da década de 60 e o início da de 80. É um autor e intérprete de canções de protesto, passando da sátira ao panfleterismo com o 25 de Abril de 1974. Com a sua entrada na Faculdade de Direito em 1968 adquire uma consciência política social face a uma academia fortemente politizada. Vindo de uma experiência de conjunto Pop do tempo do liceu, apanha o impulso da crise académica de 68/69 e integra-se plenamente na vida académica e na contestação estudantil. Em 1969 grava o seu primeiro disco, “Histórias de João Sem Esperança”, um EP produzido por José Cid e António Moniz Pereira, com orquestração de José Cid. Seguem-se em 71, “Até ao Pescoço”, gravado em França e no ano seguinte é a vez do LP “Pare, Escute e Olhe”. Em 1973 grava ao vivo no Teatro Vilarett, “De Viva Voz”, com José Afonso, Manuel Freire e outros.Em 1975 é lançado o single "Cartas na Mesa" que é o título de um filme de Rogério Ceitil e o nome de uma canção que deu o título ao disco.
José Jorge Letria é considerado o mais novo dos cantores de intervenção.

Faixas/Tracks:

A - Cartas na Mesa
B - Lisboa 73

Músicos:

José Jorge Letria – voz, viola e percussões
Ricardo Camacho - piano e viola baixo
François Boissier - Percussão

Single ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo M.S., a quem agradecemos.
Masterização de Carlos Santos.

José Jorge Letria - Até Ao Pescoço (LP 1972)

quarta-feira, 1 de maio de 2013



José Jorge Letria - Até Ao Pescoço (LP Guilda da Música, DP 008, 1972).

Direcção e produção de José Mário Branco e participação de Claude Engel, Gilbert Russel, Michel Delaporte, Patrice Mondon, Christian Lorman, Michel Lacrouts, Jacques Granier, Paul Minck, Michel Faucon e Isabel e Catarina. 

Trata-se de um trabalho com raízes populares de folk-psicadélico bastante raro, e com ele, uma parte do seu criador, José Jorge Letria, uma lenda da canção portuguesa de protesto. 
O LP foi gravado nos estúdios franceses Strawberry, em Hérouville, em Janeiro de 1972, com Gilles Sallé (captação de som e misturas), José Mário Branco (arranjos e direcção de José Mário Branco), Manuel Jorge Veloso (produção) e Francisco Fanhais (coros), contando também com a participação de vários músicos franceses.


José Jorge Letria nasceu em Cascais em 1951. Estudou Direito e História, tendo efectuado uma pós-graduação em Jornalismo Internacional. 
Jornalista desde 1970, foi redactor e editor de vários jornais diários e não diários, na rádio e na televisão. Foi também professor de jornalismo e autor de livros sobre o mérito. Ele iniciou a sua actividade literária colaborando nos suplementos "Juvenil" e "A Mosca", do Diário de Lisboa. Autor de poesia, ficção e teatro, foi traduzido para diversas línguas. 
Antes do 25 de Abril era já cantor-autor, tendo sido distinguido como um dos novos cantores de intervenção da sua geração, ao lado de nomes como José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais, entre outros, tendo gravado entre 1968 e 1981, cerca de uma dezena de discos e realizado centenas de espectáculos, nomeadamente na Galiza e em Madrid entre 1972 e 1973. Gravou o primeiro disco em 1969 (Histórias de João Sem Esperança).
Uma segunda e histórica gravação em 1972 com este "Até Ao Pescoço".

Músicos intervenientes:

José Jorge Letria - Voz e guitarra portuguesa 
José Mário Branco - Teclas, piano, voz, membrafone,flautas, efeitos especiais. 
Claude Engel - Guitarra clássica, guitarra eléctrica, guitarra acústica 
Gilbert Roussel - Piano,Teclas '' hammond '',acordeão 
Michel Delaporte - Bateria, tampura , bombo,tumba 
Patrice Mondon - Violino 
Christian Lorman - violeta 
Michel Lacrouts - Violoncelo 
Jean Buzon - Trompete 
Jacques Granier - Sax tenor 
Paul Minck e Michel Faucon - Trompa 
Isabel e Catarina - Coros 

Faixas / Tracklisting: 

A1. Até Ao Pescoço 
A2. Quem Nos Viu e Quem Nos Vê 
A3. O Boi Ascensional 
A4. Em Terra de Cegos 
A5. Desarmado Até Aos Dentes 
B1. Pare, Escute e Olhe 
B2. Grande, Grande, Era a Cidade 
B3. Tango Dos Pequenos Burgueses 
B4. Maria Canção 
B5. Arte Poética 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Mário Romão, a quem agradecemos.

José Jorge Letria - Tango dos Pequenos Burgueses (single 1972)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011







José Jorge Letria - Tango dos Pequenos Burgueses (Single Guilda da Música 2000/005 - 1972).

Faixas/Tracks:

01 - Tango dos Pequenos Burgueses
02 - Pare, Escute e Olhe

José Jorge Letria, nos anos 70, foi um ativo cantor de intervenção, ao lado de nomes como José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais, entre outros, tendo gravado entre 1968 e 1981, cerca de uma dezena de discos e realizou centenas de espectáculos, nomeadamente na Galiza e em Madrid, entre 1972 e 1973. 
O nome de José Jorge Letria estará sempre ligado à criação poética, ao ensaio e à canção de intervenção. 
Da sua experiência musical ficaram pequenos tesouros, como este «Tango dos Pequenos Burgueses», inserido no álbum «Até ao Pescoço», que contou com a participação de José Mário Branco. 

Uma mini biografia já se encontra inserida neste blog.

Single gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Jorge Letria - Pare, Escute e Olhe (single 1971)

segunda-feira, 25 de julho de 2011



José Jorge Letria - Pare, Escute e Olhe (Single ZIP ZIP / ZIP 30 020/S - 1971).

Faixas/Tracks: 
Pare, Escute e Olhe - José Jorge Letria
Arte Poética - Hélia Correia/José Jorge Letria

José Jorge Alves Letria (n. Cascais, 8 de Junho de 1951) é um jornalista, político, poeta e escritor português.Nos anos 70 foi um activo cantor de intervenção, ao lado de nomes como José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais, entre outros, tendo gravado entre 1968 e 1981, cerca de uma dezena de discos e realizou centenas de espectáculos, nomeadamente na Galiza e em Madrid entre 1972 e 1973. (In Wikipedia).


Tal como "Erguer a Voz e Cantar" de António Macedo, “Arte Poética”, a faixa B deste single, foi largamente cantada, antes do 25 de Abril, em convívios estudantis e trabalhadores.
Trata-se de um bonito poema de Hélia Correia com música de José Jorge Letria.
Na contracapa José Jorge Letria deixou escrito um texto em que pretende dar a conhecer as dificuldades sentidas na edição dos seus discos. Não apenas suas dificuldades, de outros também:
“Foi mais de um ano de silêncio (depois do primeiro disco-fracassado). Mais de um ano de silêncio inteiramente assumido. Voluntariamente aceite. É fora dos circuitos normais (televisão, rádio, promoção, venda) que, dolorosamente, sem trincheiras nem disfarces, se descobrem os amigos (?), que se aprende a abominar a hipocrisia e a falsa coerência, a miséria das intenções, a ignorância das coisas elementares."É no silêncio (um certo silêncio, entenda-se), que se descobre a utilidade das palavras. O seu fogo. A sua forma exacta. A sua acutilante facilidade de chegar onde mais ninguém chega. E ao mesmo tempo a sua infinita pobreza. A sua enorme timidez. Sim, porque as palavras são tímidas. Haverá alguém que duvide?"Para mim conservo a certeza de que está tudo ainda por fazer. Não são meia dúzia de discos ou de frases publicitárias, publicamente ditas, que definem uma música e lhe dão a necessária consistência. Desfaçam-se pois os equívocos. Já não é sem tempo. A quem me ouvir deixo, entretanto, a possibilidade de transformar em acto (ou quase) o que no canto se propõe. Se isso não acontecer fico, pelo menos, com a certeza de ter levado até ao fim a minha ingenuidade. Ou seja o silêncio donde partiu. Para os que ficarem pelo caminho vai também a minha saudação."

Texto parcialmente retirado de "Cais do Olhar".

Temas do single e capa frontal gentilmente cedidos por Luís Futre.
Contracapa facultada por Reinaldo Amarante, a quem muito agradecemos.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil por Carlos Santos.