Tonicha - Fui Ter Com a Madrugada (EP RCA TP-373 - 1968)
EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
Grandes malhas dos anos 60
O Espírito do Musicasdosanos60
Este blog tem um carácter estritamente cultural. O nosso propósito nunca foi e nem será o de comercializar o prazer de ouvir música, mas difundi-lo e partilhá-lo, dando assim a conhecer temas essencialmente dos anos 60 aos mais novos, voltar a recordar ou a relembrar os mais velhos e, simultaneamente, valorizar e promover os grupos e os artistas, assim como a sua obra e o seu trabalho, sem resultar nisso qualquer ónus ou benefício financeiro directo ou indirecto para ninguém, e assim sendo, de uma forma desinteressada. É possível que nem todos ajam e pensem da mesma forma e, se por algum motivo, alguém se sentir ofendido ou prejudicado com o conteúdo de alguma das postagens, por favor avise-nos por e-mail para que ela seja imediatamente retirada. O site contém links que têm um prazo de validade limitado. Aos que nos visitam, se gostarem do que ouviram, sugiro que, sempre que possível e desde que ainda estejam em catálogo, adquiram os álbuns em lojas ou sites especializados.
Seja Bem Vindo e muito obrigado pela sua visita!
Abraços, João Romão e Carlos Santos
5 comentários:
Não poderíamos ouvir também as canções que José Cid fez para a Tonicha?
Muito obrigado,
Francisco Marzia
Olá,
Se fizer pesquisa no blog, encontrará um album que se chama - Tonicha - Colaborações com José Cid e Quarteto 1111 que acho que é o que pretende.
Obrigado pela participação.
João Romão
Muito agradecido.
Votos de bom trabalho.
Só hoje reparei que a data deste EP está incorrecta: é de 1968, ano em que a canção "Fui ter com a madrugada" entrou no Festival RTP.
Olá Francisco,
Já está rectificado. Vocês é que são os especialistas da Tonicha, por isso, só temos a agradecer. Vá lá, mesmo assim não andei longe...
Para quem não sabe, o Francisco Marzia pertence ao Clube de Fãs da Tonicha, portanto um "expert" na matéria.
Abraço,
Carlos Santos
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