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Natércia Barreto - Canta Para Si (EP 1968)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011


AQUI:

Natércia Barreto - Canta Para Si (EP Parlophone JGEP 12010 - 1968)

Natércia Barreto, também conhecida como Techa foi uma cantora moçambicana de muito sucesso.
Em 1965 foi Rainha da Rádio de Lourenço Marques e Moçambique.
O primeiro EP , “Natércia Barreto Canta Para Si!”, foi editado em 1968. Incluía versões de "San Francisco" e A Tua Canção ("Eternally" de Charles Chaplin) e os originais "DEIXEM-ME SER TEENAGER" (Guilherme de Melo/Artur Fonseca) e "GIGI" de Guilherme de Melo e Antonio Gavino.
Lançou o seu segundo disco no mesmo ano. O EP "Encore!" (JGEP 12011) com os temas: "Vem Meu Amor" (Delilah), "Felicidades" (Congratulations), "Triste E Só" (Love Is Blue) e "La La La".
Em finais de 1970 ou início de 1971, a Parlaphone lançou um LP com os temas dos 3 primeiros Ep`s.
Em 1976 grava, na África do Sul, as canções "E Em Vez de Dedos Trazermos Setas", "Fernando", "Adeus Amor Adeus" e "Menino do Calção Branco".

Discografia:
Nota - Existem edições semelhantes de gravações editadas em Moçambique/África do Sul e em Portugal, normalmente diferenciando-se pela capa.
Canta Para Si! (EP) São Francisco/Deixem-me Ser Teenager/A Tua Canção (Eternally)/Gigi (Parlaphone JGEP 12010, 1968)
Encore! (EP, Parlaphone, 1968) Vem Meu Amor (Delilah)/Felicidades (Congradulations), Triste E Só (Love Is Blue)/La La La - [JGEP 12011 – Ed. Moçambique/South Africa]
Encore! (EP, Parlaphone, 1968) [JGEP 12017] Goodbye/May I Tell You/Monsieur Mon Gars/Boom Bang-A-Bang [T]
Primavera do Amor/Naquela Manhã D'Oiro/Óculos de Sol/Canção Para Uma Noite (EP, Parlaphone/V.C. LGEP 4040, 1968)
De Novo Com Techa - Primavera do Amor/Naquela Manhã D'Oiro/Óculos de Sol/Canção Para Uma Noite (EP, Parlaphone (EP, Parlophone JGEP 12014, 1968)
Vem Meu Amor (EP, Parlaphone, 1968) Vem Meu Amor (Delilah)/Felicidades (Congradulations), Triste E Só (Love Is Blue)/La La La - LGEP 4039
Goodbye/May I Tell You/Monsieur Mon Gars/Boom Bang-A-Bang (EP, Parlophone/V.C. - 8 E 016 40017 M, 1969)
Zum, Zum, Zum / Sem Ti Tão Só / O Comboio do Amor / Benvindo O Sol (EP, Parlophone 8 E 01640039 M, 1970)
Homens do Mar (1971)
Fantasia/Amanhã, Amanhã (Single, VC)
O Branco, A Árvore E A Rua/O Nosso Amor E Uma Flor/Tudo Acontece Por Ti/Chitato (Bayfly, 1971_mz) [T]
O Caminho do Pai/Preciso de Olhar As estrelas/Tudo Acontece Por Ti/Champs Elisées (EP, Parlophone, 1971/2 )
Compilações:
E Em Vez de Dedos Trazermos Setas/Fernando/Adeus Amor Adeus/Menino do Calção Branco (1976)
Cantador/Nunca Te esquecerei/Luas Brincam estrelas - [LP Festa 3 - Paralelo 27]

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Luiz Rego - Amor Novo (Single Vogue 1970)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Contracapa do single - edição portuguesa.



Luiz Rego - Amor Novo (Single Disques Vogue - V. 45-1730, 1970). Edição francesa. 

Faixas / Tracks:
01 - Amor Novo (M. Flavia/Luiz Rego) 
02 - Quadras Soltas (Das Quadras Ao Gosto Popular) (Fernando Pessoa/Luiz Rego)

Trata-se de um single de Luiz Rego, personagem quase esquecida do panorama musical português, provavelmente um dos portugueses emigrantes mais respeitados, nomeadamente em solo francês, onde há muitos anos se radicou.
Nascido em 1944, oriundo de uma família anti-salazarista, Luiz Rego deixa Lisboa em 1962, ainda com 17 anos de idade, para evitar um eminente recrutamento para o serviço militar em Angola, tendo chegado a França, onde executou toda a espécie de trabalhos: primeiramente ocupado numa fábrica, depois como ajudante de cozinha, fez de tudo um pouco, até finalmente encontrar, por mero acaso (como muitas coisas na vida) os músicos que iriam influenciar para sempre a sua entrada para o mundo artístico, nomeadamente o mundo do espectáculo e da representação. Por essa razão, é hoje conhecido em França como músico, actor (tendo contracenado, entre outros, com Gérard Depardieu) dramaturgo e, maioritariamente, conhecido por comediante.
Através da formação de Les Problems, grupo de rock de culto em França, o qual Luiz Rego ajudou a formar (enquanto baixista), deu o salto para o mundo da canção e mais tarde da representação. Efectivamente, desfeito o grupo Les Problems, o mesmo deu origem a uma nova formação, Les Charlots, inicialmente um grupo de cómicos, adaptado mais tarde a formação de rock ao sabor da corrente ye ye e rockabilly.
Facto interessante é que, depois de Les Problemes se terem estreado na televisão francesa e do sucesso imediato que tiveram, quando o agrupamento se deslocou a Portugal pela primeira vez, Luiz Rego foi imediatamente detido e preso durante vários meses, por fuga ao serviço militar. Sendo, por isso, Luiz Rego, um dos poucos prisioneiros políticos portugueses a quem foi dedicado um título de uma canção, pelos outros elementos do grupo, intitulada "Ballade à Luis Rego, Prisonnier Politique", sendo quase certo que, Luiz Rego não terá participado na gravação desse E.P., lançado pela Etiqueta Vogue... precisamente por estar preso!
Facto menos conhecido é que, aproveitando o talento comprovado que lhe era reconhecido, Luiz Rego, mais tarde, (provavelmente paralelamente ao seu trabalho com a banda Les Charlots...), grava através da mesma etiqueta, um single em estéreo (não muito comum para a época), cantado em português, onde para além de musicar um poema de Fernando Pessoa (Quadras Soltas) e uma outra composição com letra de Maria Flávia (Amor novo), se apresenta com uma sonoridade totalmente surpreendente para a época (só mesmo comparável ao melhor do Quarteto 1111), principalmente neste último tema. Já o tema Quadras Soltas, é uma transformação radical dos versos de Pessoa, numa maravilhosa bossa nova, que sinceramente, não nos cansamos de escutar, tendo sido mesmo Luiz Rego, um dos primeiros cantores a musicar um tema de Fernando Pessoa.
Uma curiosidade, que desconhecíamos também, é o facto deste disco Vogue, de 1970, com a referência V.45.1730, ter também a sua versão portuguesa, edição Arnaldo Trindade & CA., Lda, com a referência VATS 3002 “Disques Vogue”.
Tanto quanto sabemos, este single contém as únicas canções gravadas em português por Luiz Rego, conhecendo apenas a gravação de mais um L.P. a solo, também editado pela Vogue, cujo ano de edição desconhecemos.
Fonte: No Bairro do Vinil


Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Daniel Bacelar, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Filarmónica Fraude - O Menino (Single 1969)




Filarmónica Fraude - O Menino (Single Philips/Phonogram 6031025, 1969).

Faixas: 01 - O Menino / 02 - Animais de Estimação

Single disponibilizado por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Botas à Beatle



Lembrei-me há dias, com alguma saudade, de um dos meus grandes prazeres da minha juventude. As minhas "botas à Beatle". Escusado será dizer que era na época algo que nos deixava muito orgulhosos..E lá fui procurar por esse mundo da internet se ainda havia alguma notícia sobre o assunto. E não é que há...!!!

Tipos de Botas: Beatle – O modelo é derivado do modelo “chelsea/dealer”, que por sua vez este é originário do Período Vitoriano, que foi projectado a partir do modelo de bota conhecida como Jodhpur Paddock. Mas como o próprio nome sugere, o modelo de bota Beatle tornou-se popular com o grupo “The Beatles” (banda de rock Inglês formado em Liverpool em 1960, sendo uma das bandas mais bem sucedidas comercialmente e aclamado pela crítica na história da música popular), uma vez que o modelo foi originalmente produzido para os seus integrantes.

O modelo foi produzido em Outubro de 1961, quando dois dos integrantes do grupo John Lennon e Paul McCartney avistaram em Londres na vitrine da loja de calçados Anello & Davide, um par de botas Chelsea. Eles entraram na loja e encomendaram a produção de quatro pares do modelo, para serem utilizadas pelos integrantes do grupo, a fim de compor os trajes utilizados nas suas apresentações no regresso a Hamburgo. Porém pediram uma adaptação nos saltos do modelo, solicitando a substituição dos tradicionais saltos, pelos saltos cubanos, saltos estes muito utilizados nos calçados da dança flamenga.

As principais características destes modelos são os seus canos curtos e justos, onde estes canos têm elásticos, ou "zíperes" nas laterais possibilitando serem bem justos, além dos seus bicos alongados e saltos cubanos de altura em torno de 5 cm, sendo confeccionadas geralmente em couro preto.

In Calçados - Uma paixão Irresistível (http://fabiomarcelo.com/blog/index.php/2010/11/tipos-de-botas-beatle/) 
C.S.

Conjunto Académico João Paulo - O Louco (EP 1967)



AQUI:

Conjunto Académico João Paulo - O Louco (8º EP - Columbia SLEM 2283 - 1967)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Saudades de Moçambique - VOL. 3 (V/A, 60/70s)




Saudades de Moçambique - VOL. 3 (V/A, 60/70s).
Trata-se do 3º Volume de homenagem aos grupos e artistas de Moçambique, dos anos 60 e 70.

Ficha técnica e outras informações:

Recolha, digitalização e masterização, por Carlos Santos. 

 Arranjos gráficos (capas), por João Romão.

Temas “Bootleg” (gravações fora de estúdio e não editadas):  Faixas – 04, 13, 14 e 22.

Agradecimento a todos os que, de alguma forma, colaboraram para tornar possível a realização desta compilação.

João Romão e Carlos Santos

The Strollers - Chevrolet (1º EP 1967)




The Strollers - Chevrolet (1º EP - RR EP 0007, 1967).

Faixas / Tracks: Chevrolet / Back To The Dust / John Brown / Hit The Road, jack.

The Strollers, duo formado por Teresa Paula Brito e José Duarte. 
Trata-se do 1º EP  deste duo que é acompanhado pelo RUEDA + 4.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Hi-Fi - Back From The Shore (1º EP 1967)




Hi-Fi - Back From The Shore - Parlophone - LMEP 1271 - 1967 (1º EP)

Faixas / Tracks: 
Back From The Shore (Carlos Correia/António Figueiredo) / Three Days Of My Life (Carlos Correia) / I Call Your Name (Lennon/McCartney) / Words Of A Mad (Carlos Correia)

Formação:
Carlos Correia (viola-solo), Ana Maria (voz), Luís Palma de Matos (viola-ritmo), António Freitas (bateria) e Alexandre Vaz (viola-baixo).

Este, o primeiro disco dum conjunto formado apenas há cerca de meio ano. Logo não é obra definitiva. No entanto há dois aspectos que me parecem dignos de especial referência.

Em primeiro lugar, o bom nível atingido pelo Hi-Fi, como quinteto vocal: excelentes vozes e um estilo já bem definido e actual.

Em segundo lugar, a estreia de Carlos Correia - viola-solo - como autor de três das canções gravadas. Especialmente "Back From The Shore" faz-me ver nele grande sensibilidade musical.

Guardei para o fim aquilo que considero um caso muito sério: a voz de Ana Maria.

Os HI FI terminaram em fins de 1968.

Texto de Rui Ressurreição na contra-capa / Reis do Yé Yé

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Keepers - Special Dream (EP 1968)




Os Keepers - Special Dream (EP RR Discos,Lda/Arnaldo Trindade - RR EP 0012, 1968).


Faixas/Tracks:

1 - Special Dream
2- A Man From The Coal Mine
3 - Mais Feliz do Que Nunca
4 - Eu Me Confesso

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Keepers - Eurovisão 68 (EP 1968)



AQUI:    ou    ALI:

Os Keepers - Eurovisão 68 (EP RR Discos, Lda - RR EP 0027, 1968).

Os Keepers, grupo português dos anos 60, editaram em 1968 este EP com musicas da Eurovisão. Salienta-se o tema "I Don´t Want to be a Liar Again". Este tema lembra-me os Beach Boys, mas numa má fase.
Em relação a esta banda, temos a curiosidade de eles terem feito uma versão de "Light my fire" dos Doors. 
Em 1972, um tema dos Keepers aparece no LP "NATAL 72", sendo atribuído a Paulo Machado, vocalista desta banda.

Fonte: Texto parcialmente baseado em  osreisdoyeye


EP gentilmente cedido por Luis Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.