Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Bobby Vee With Strings And Things Sings Hits Of The Rockin' '50's

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011


AQUI:

Album: Bobby Vee With Strings / Things Sings Hits Of The Rockin' '50's.

Bobby Vee, Robert Thomas Velline, 30 April 1943, Fargo, North Dakota, USA. Vee’s first exposure to the rock ‘n’ roll scene occurred in macabre circumstances when his group, the Shadows, deputized for Buddy Holly after the singer was killed in an air crash in February 1959. Soon after, Vee’s group were discovered by famed producer Snuff Garrett and saw their independent record ‘Suzie Baby’ released on a major label, Liberty Records.

Vee was subsequently groomed as a soloist, his college-boy looks and boy-next-door persona cleverly combined with a canon of teenage anthems provided by Brill Building songwriters. One of his first recordings was a cover of Adam Faith’s ‘What Do You Want?’, which failed to emulate the British artist’s UK chart-topping success. After charting in the US Top 10 with a revival of the Clovers’ 1956 hit ‘Devil Or Angel’, Vee found transatlantic success via the infectious, if lyrically innocuous, ‘Rubber Ball’. Between 1961 and 1962, he peaked with a series of infectious hits including ‘More Than I Can Say’, ‘How Many Tears’, ‘Take Good Care Of My Baby’ (a US number 1), ‘Run To Him’, ‘Please Don’t Ask About Barbara’, and ‘Sharing You’. The imaginatively titled ‘The Night Has A Thousand Eyes’ proved his most enduring song and reached the US Top 3.

Like many American teen-orientated artists, Vee’s appeal waned following the arrival of the Beatles and the beat group explosion. He did manage a couple of film appearances (Just For Fun and C’mon, Let’s Live A Little) before the hit bubble burst. While Beatlemania raged, he reverted to the work of his original inspiration, Buddy Holly. Both Bobby Vee Meets The Crickets and Bobby Vee Meets The Ventures were promoted by touring. In 1967, Vee returned to the US Top 5 with ‘Come Back When You Grow Up’. An attempt to fashion a more serious image prompted Vee to revert to his real name for 1972’s Nothing Like A Sunny Day. The experiment was short-lived, however, and Vee later contented himself with regular appearances at rock ‘n’ roll revival shows and to record new material in the style of Holly.

The Encyclopedia of Popular Music by Colin Larkin. Licensed from Muze.

Duo Ouro Negro - Blackground (LP 1971)




AQUI:

Duo Ouro Negro – Blackground I (LP Columbia / Valentim de Carvalho, 1971).

O álbum "Blackground I", é editado em 1971, com a colaboração do grupo Objectivo, de Fernando Girão e  ainda com a participação de outros músicos.
Antes mesmo da grande jornada empreendida pelo Duo Ouro Negro nos Estados Unidos da América, nasceu a vontade de criar um projecto dedicado às raízes da Música Africana. Assim em 1971 nasceu o projecto mais ambicioso de sempre, o Blackground!
Esse álbum incluía temas africanos com várias influências musicais, fruto da aculturação que o próprio Homem Negro fez nos países para onde foi levado.
O disco contou com a participação dos bem conhecidos “Objectivo”, Kevin Hoidale (teclados) e do Zé Nabo (Baixo); Adrian Rainsy (Bateria), e James Thomas (Viola Eléctrica). Adrian Rainsy juntamente com Kevin Hoidale e João Ramos Jorge (Rão Kyao) foram "colegas nos "The Brigde". (revisto)
Estávamos a viver os tempos áureos da música Rock em Portugal, e o Duo Ouro Negro aderia ao movimento psicadélico, com sons nunca antes tocados. Nesse mesmo ano, acabavam por estrear em Vilar de Mouros, ao lado de artistas como Elton Jonh, Amália Rodrigues, Quarteto 1111, entre tantos outros, o espectáculo com o mesmo nome “Blackground”.

O teatro com “Blackground”
Em 1969, Raul Indipwo começa a escrever a peça “Blackground”, na Argentina., “Blackground” (campo negro) é uma representação teatral sobre a origem da música africana, metaforizada pela origem e formação dos rios.
África, conta Raul Indipwo, era árida e seca, e a Xituta ou Iemenjá foi parida pelos deuses. Ela sentiu-se só e os deuses deram-lhe um filho, que ela pariu pelo umbigo, e chamou-se Rio. O filho que cresceu, atravessou a África, foi desaguar no mar e abriu os braços que se ramificaram. Cada ramificação representou um filho novo, com o de nome: Missouri, Amazonas, Mississipi e Rio de La Plata.
Com a primeira árvore nascida em África, um imbomdeiro, Iemenjá fez uma grande canoa e nela alojou todas outras vozes que desciam de outros rios: o Congo, o Niger, o Nilo, o Zambeze, o Zaíre e o Kwanza e disse: tu és o meu filho, o homem africano, que partiu, pelo rio de Iemenjá, cantando a canção da esperança com o coração representado por uma grande maraca: não te esqueças, não te esqueças “Blackground”… e assim termina a peça.

Fonte: Notas retiradas do blog Pitigrili

Faixas / Tracklisting:

01 - Blackground
02 - Venho de Longe
03 - Amanhã
04 - Napangula
05 - Ondyaiya
06 - N'vula
07 - Georgina
08 - N'djimba
09 - Iemanja

Faixas, gentilmente cedidas por Luís Futre.

Duo Ouro Negro - Mulowa Afrika (LP 1974)




AQUI:

Duo Ouro Negro - Mulowa Afrika (LP VC 1653271, 1974).
- Colaboração de Thilo’s Combo -

Mulowa Afrika foi o 2º álbum editado em LP pelo Duo Ouro Negro, pela primeira vez repleto de folclore de Angola e ainda uma canção tradicional de Goa “Canção da Despedida”. Este disco teve o acompanhamento da popular banda Thilo’s Combo (de Thilo Krasmann) e do coro feminino da Emissora Nacional. Segundo os artistas “consideram este disco como o melhor da sua carreira, tanto nas canções folk, como nos arranjos das outras canções religiosas…”, de onde se destaca Kyrie e Kuemba Ritôko.
Entre cânticos de uma caçada e danças guerreiras Txizenguê e Mulowa (mulher bonita), o som da katxakata e do kissange embalam o ritmo contagiante da música Afrika (Kaiábula) como terão oportunidade de ouvir nesta gravação. Originalmente este disco data do ano de 1967, mas viria a ser reeditado em 1974 e mais tarde, em 1982, e foi também editado em França, Alemanha, Brasil, Argentina e nos Estados Unidos com o título "The Music Of Africa Today".

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

LP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Carlos Mendes - Verão (EP 1968)



AQUI:

Carlos Mendes - Verão (EP Parlophone LMEP 1300, 1968).

Carlos Mendes (Lisboa, 23 de Maio de 1947) é um cantor, compositor e actor e arquitecto Português.
Em 1963, foi fundador do famoso conjunto Sheiks, grupo que abandona em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de Penina que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre.
Em 1968, vence o Festival RTP da Canção com a canção Verão e participa no Festival da Eurovisão, realizado em Londres, no Royal Albert Hall.
Volta a vencer o Festival da Canção, em 1972, com Festa da Vida que se classifica em sétimo lugar em Edimburgo. No mesmo ano, participa nas gravações de vários discos: A Fala do Homem Nascido (com poemas de António Gedeão), Alegre se Fez Triste, 1ª Canção com Lágrimas e Regresso, entre outros.
Em 1973 conclui o curso de arquitectura que tinha começado em 1969, iniciando a actividade de arquitecto que iria abandonar pouco depois, para se dedicar em exclusivo à música.
Em 1976, funda juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, Toma Lá Disco e grava o disco Amor Combate.
O disco "Antologia II" inclui os seguintes temas: Amor Combate/No Silêncio da espera/D. Urraca/Canto Chão/Monológo do Operário/Poema Nada/Mulher/Fala do Poeta Morto/Por Terras do Alentejo/Quem
No ano seguinte é lançado o álbum Canções de Ex-Cravo e Malviver com canções como Ruas de Lisboa, Lisboa, Meu Amor e Amélia dos Olhos Doces.
Em 1978, a revista Mundo da Canção, atribui o prémio de Melhor Disco Infantil do Ano, ao seu trabalho Jardim Jaleco.
Em 1979, os Sheiks regressam para uma série de 13 programas apresentada na RTP. O grupo grava os LP's Sheiks com Cobertura e Pintados de Fresco 2.
Em 1980 é lançado o disco "Triângulo do Mar".
Em 1984 grava o disco "Chão do Vento". Desloca-se ao Brasil, onde actua no teatro João Caetano e Circo Voador (Rio de Janeiro) e no Pavilhão do Ibirapuera (S. Paulo).
Em 1985 inicia aulas de piano e formação musical com a professora Fernanda Chichorro. Dá espectáculos na Suiça, Bélgica e Holanda. Participa também no XII Festival Internacional da Juventude, em Moscovo, com mais 150 Países.
Em 1986 faz a música para o filme "O Vestido Cor de Fogo" de Lauro António e para a peça "O Touro" do Teatro de Pesquisa Comuna. Ganha o prémio da Associação de Críticos, para a melhor música de teatro desse ano.
Em 1987 faz a música da peça de Alves Redol, "O Destino Morreu de Repente", encenada pela Comuna. Compõe para o Festival da OTI a canção representante de Portugal, interpretada por Theresa Mayuko.
Em 1988 faz a música de dois filmes de Luís Filipe Costa para a RTP. Convidado pela RTP, compõe músicas originais e faz direcção musical, para o programa de Natal.
Juntamente com Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e o maestro Pedro Osório (maestro) cria, em 1989, o espectáculo "Só Nós Três" que se estreia no Casino do Estoril com êxito invulgar. Depois é apresentado nos Açores (por ocasião da Presidência Aberta), Macau e outros locais. O disco com base no espectáculo é um grande sucesso atingindo rapidamente o galardão de platina.
Em 1990 compõe, dirige e interpreta a banda sonora da série "Por Mares Nunca de Antes Navegados". Cria o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes", com encenação de Carlos Avilez.
Em 1991 inicia aulas de canto lírico com a professora Cristina Castro. Cria a opereta musical "O Natal do Pai Natal" a convite da RTP, para mais um "Especial de Natal" que e editado em disco. Grava para a RTP o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes". A Convite da Câmara Municipal de Loures e da Escola Secundária José Afonso, compõe e grava um disco de solidariedade a Timor, com letra de José Fanha. É convidado como actor, pelo encenador Artur Ramos, para integrar o elenco da Peça "O Luto de Electra" de Eugene O'Neill, gravado para a RTP.
"Boa Nova", espectáculo de 1992 criado com Fernando Tordo, por ocasião da visita do Presidente da Repúbkica à India, é apresentado no Teatro S. Luis e editado em disco.
Em 1993 é um dos autores e apresentadores do programa "Falas Tu ou Falo Eu" da SIC.
Em 1994 é editado o CD "Não Me Peças Mais Canções", com produção de Zé da Ponte, onde Carlos Mendes música grandes nomes da poesia portuguesa, tais como Miguel Torga, Fernando Pessoa, Carlos Oliveira, Camões e Antónia Brito. O disco inclui um inédito de Mário Soares ("Para Ti Meu Amor").
A música "Não Me Peças Mais Canções" é candidata aos Globos de Ouro na categoria de Melhor Canção do Ano.
Em 1995 apresenta o programa Selecção Nacional, que consistia em escolher os 8 intérpretes para cantarem no Festival RTP da Canção 1995, que também apresentou, juntamente com Herman José e Sofia Morais.
Em Dezembro de 1996 apresenta no Teatro Nacional D. Maria o espectáculo "Carlos Mendes - Em Concerto" onde interpreta poetas portugueses.
Em 1997 colabora no programa "Todos ao Palco" de Filipe La Féria. É lançado o CD "Vagabundo do Mar". Em 1998 faz espectáculos em Macau, Índia (Margão e Pangim) a convite da Fundação do Oriente. Convidado para fazer 2 concertos na Expo'98. O álbum "Coração de Cantor" é editado em Dezembro de 1999.
Cantor e actor português, Carlos Mendes integrou o elenco de "Morangos Com Açúcar - Série II e Férias de Verão II", no papel de "Coronel Luís Navarro", para a TVI. Canta regularmente no programa da RTP1 "Portugal no Coração".
Em 2006 cantou com Pedro Teixeira no programa "Canta Por Mim" e passou à Final do programa da TVI. Vasta discografia.

Fonte: Wikipedia.


EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Shegundo Galarza - Shegundo Galarza Y Su Conjunto (LP 1966)




Shegundo Galarza - Shegundo Galarza Y Su Conjunto (LP Belter 22.039, 1966).

Shegundo Galarza (1924 – Lisboa, 2003) foi um maestro português de origem basca. Em Portugal teve uma longa carreira (54 anos). Tudo começou em 1948 (25 de Novembro) (com apenas 24 anos), no Casino Estoril onde actuou diariamente até Maio de 1950.
Depois e até 1951 actua nos restaurantes “ A Chaupana” e “Aquarium” e grava os seus 3 primeiros discos para a editora “Melodia”.
A 21 de Outubro de 1951, parte para Luanda, para a inauguração do Cinema-Boite “ Restauração” onde permaneceu até Abril de 1952, seguindo para Lourenço Marques para actuar no “Hotel Polana” durante 6 meses. Em Moçambique, nasceu a sua primeira filha, Teresa.
Entre 1952 e 1954 esteve em Joanesburgo, África do Sul, com contratos na Spreen Bock Radio e no Du Barry Restaurant. Neste período grava 6 discos para a editora “Decca”.
Em 1954 regressa a Lourenço Marques e novamente ao “Hotel Polana” onde esteve até Maio de 1955.
Actuou diariamente no “Hotel Palácio” e assinou com a editora “Estoril”, a gravação de 4 Lps.
Em Novembro de 1956 abre o restaurante “Monaco” espaço onde se manteve durante 18 anos, acumulando a gerência do projecto com actuações do seu conjunto.
A RTP convida-o para protagonizar um programa semanal, com a sua orquestra de violinos, cujo sucesso o levou a atingir as 100 emissões.
Como solista ou com a sua orquestra de violinos, gravou cerca de 50 LPs em Portugal e em Espanha, para editoras como a Voz do Dono, RCA, Alvorada, Roda, Orfeu, Belter e Marfer.
Em 1964, grava como solista, 2 programas para a World of Latin American Entertainement com Edmundo Ross.
Em Novembro de 1998, realizou-se no Casino Estoril uma festa de homenagem pelos 50 anos de carreira em Portugal.
Em 2001 é editado um álbum dedicado à música portuguesa: “Sorrisos do Tempo”.
Morre no ano de 2002.
Como orquestrador a lista de artistas com quem trabalhou em disco, espectáculos e festivais, em Portugal e no estrangeiro ( OTI, Festival Eurovisão da Canção), é imensa.
Ficam alguns dos nomes mais importantes: Amália Rodrigues, Maria de Lourdes Resende, Madalena Iglésias, Maria da Fé, Lara Li, Tony de Matos, Frei Hermano da Câmara, Marco Paulo, Cândida Branca Flor, Carlos Paião, José Cid , Herman José, Paulo de Carvalho e Tozé Brito.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Álamos - O Comboio (EP 1966)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011




Conjunto Universitário Os Álamos - O Comboio (EP Rapsódia EPF 5.305, 1966).
Género: Pop.

Os Álamos surgem em Coimbra em 1963, depois da dissolução do Conjunto do Orfeão de Coimbra na sequência da saída de José Cid para integrar os Babies. Numa primeira fase, fazem parte da banda, Daniel Proença de Carvalho (guitarra) e Rui Ressurreição (piano), que eram do Conjunto do Orfeão de Coimbra, e ainda Luís Filipe Colaço (guitarra), entre outros. Por entre as aulas e os estudos, Os Álamos viajam pelo continente, Açores, Madeira e também Angola, evoluindo do estilo antigo que caracterizava o anterior projecto de que provinham para a música yé yé, embora não decalcando os The Beatles ou The Shadows, como outros projectos faziam na altura.


Convites para espectáculos em França e na Suiça foram recusados devido aos afazeres académicos. Dessa altura, ficou registado o primeiro EP do grupo, intitulado "O Comboio", publicado pela Rapsódia. Em 1968, os Álamos surgem já com outra formação, constituída por Rui Ressurreição (piano), Carlos Manuel Correia (aka Boris, guitarra-solo, que mais tarde integrará o Conjunto Universitário Hi-Fi e acompanhará José Afonso), José António Pereira (bateria), Luís Filipe Colaço (guitarra-ritmo), José Luís Veloso (baixo) e António José Albuquerque (órgão). Editam então o single "Stop That Game", com letra, em inglês, de Carlos Manuel Correia e "It's a New Day", com letra de Isabel Motta e Rui Ressurreição e, já na Movieplay, o single "Peter and Paul" cantando em inglês e português. Os Álamos deram origem, mais tarde, em 1969, ao Conjunto Universitário Hi-Fi.

Fonte: Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa (adaptado)

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Duo Ouro Negro - Blackground II (LP Orfeu 1981)




Duo Ouro Negro - Blackground II (LP Orfeu DASPEAT 401 - estéreo,1981)

Começaram por se chamar "Ouro Negro". O nome, sugerido pela locutora Maria Lucília Dias (Rádio Clube do Congo Português), designava localmente tudo o que fosse excepcional. O projecto centrava-se no folclore angolano de várias etnias e línguas.
Após várias apresentações em Luanda conseguem vir actuar a Lisboa, por intermédio do empresário Ribeiro Braga. Actuam com bastante sucesso no Cinema Roma e no Casino Estoril. Os dois primeiros discos, gravados em 1959, contaram com a colaboração do brasileiro Sivuca e do seu conjunto. "Muxima" e "Kuricutéla" são alguns dos temas. O terceiro disco, foram acompanhados por com Joaquim Luís Gomes e foi gravado no início de 1961.
Regressam a Angola em 1961, pouco antes do eclodir da guerra, e entra para o grupo José Alves Monteiro. Nesta nova formação gravam 5 discos. Os temas de mais sucesso são "Garota" e "Mãe Preta".
Entre 1961 e 1963 o Ouro Negro foi constituído por 3 elementos, Raul Aires Peres, Milo Vitória Pereira e José Alves Monteiro, mais conhecido por Gin.
Ao longo desses anos foram gravados 5 EP’s, folclore Angolano na sua maioria, imortalizando para sempre versões de Ana N’Gola Dilenué, Kolonial, Cidrálea, Palamiê, Birin Birin... mas também temas como Garota, o célebre Mãe Preta de Piratini e Caco Velho e até a magnífica canção francesa Non, Je Ne Regrette Rien.
Em 1964, novamente como duo, lançam dois discos com o Conjunto Mistério. Fazem versões dos Beatles ("Agora Vou Ser Feliz") e Charles Aznavour("La Mamma"). Outro dos discos, "Kwela", inclui "Meadowlands", "M'Bude", "N'Doa" e "Muindo Diaxala".
Começam a sua internacionalização com a actuação em países como a Suíça, França, Finlândia, Suécia, Dinamarca e Espanha.
O grupo lança a moda do kwela que foi considerado o ritmo do Verão de 1965. Paris rendeu-se à nova moda. É editado um EP com os temas "La Kwela", "La Kwela de l'Angola", "Heno vakwe" e "N'doa". Actuam no Olympia e no Alhambra.
No ano seguinte actuaram no Mónaco, por ocasião das comemorações do IV Centenário do principado. Recebem também o Prémio da Casa da Imprensa.
No final de 1966 é editado o álbum "O Espectáculo é Ouro Negro".
Em 1967 gravam o seu 2º álbum, "Mulowa África", com a colaboração do Thilo's Combo.
Participam no Grande Prémio TV da Canção de 1967 com "Livro Sem Fim" e "Quando Amanhecer". Participam também, com "Kubatokuê Mulata, no 2º Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro"
Realiza-se no Olympia o espectáculo "Grand Gala du Music-Hall Portugais" com Amália e outros nomes como Simone de Oliveira, o Duo Ouro Negro e Carlos Paredes, entre outros.
Em 1968 deslocam-se ao Canadá. Na RTP é apresentado o musical "A Rua d'Eliza". Actuam também nos Estados Unidos.
Participam no Festival RTP da Canção de 1969 com "Tenho Amor Para Amar" que fica novamente em 2º lugar. Ainda em 1969 actuam na Argentina e lançam o LP "Latino", lançado em Portugal com título "Sob o Signo de Yemanjá", na América Latina. "Moamba, Banana e Cola", com a orquestra de Jorge Leone, é um dos grandes sucessos de 1969.
Sivuca volta a gravar com grupo, o LP "Africaníssimo, onde juntaram os temas gravados no início da carreira.
O álbum "Blackground", com a colaboração do grupo Objectivo e de Fernando Girão, é editado em 1971. Em Agosto desse ano participam no Festival de Vilar de Mouros, juntamente com Amália Rodrigues. Grande digressão pelo Oriente.
Participam no Festival RTP da Canção de 1974 com "Bailia dos Trovadores".
Em 1975 é lançado o o single "Poema Para Allende" e o álbum "Epopeia/Lamento do Rei". É o último trabalho da década de 70 para a Valentim de Carvalho. No ano seguinte é ainda lançado um disco ao vivo.
O álbum "Lindeza!" é editado em 1979 para a Orfeu.

Voltam a gravar para a
Orfeu em 81 o 2º Blackground, com novos músicos, de onde resulta um espectáculo memorável em cena no Teatro da Trindade com o Título "Império de Iemanjá".

Em 1982 é editado um single com os temas "Estou Pensando em Ti" e "Rapsódia Angolana". O álbum "Aos Nossos Amigos" é editado em fins de 1984.
O grupo termina em 1985 com a morte de Milo ocorrida em 20.02.1985.
Raul Indipwo passa a actuar a solo com o nome de Raul Ouro Negro e edita o álbum "Sô Santo", dedicado ao seu amigo Milo. Posteriormente dedicou-se mais à pintura, tendo ainda gravado um disco em 1991, dedicado às crianças de África. Em 2000 criou a Fundação Ouro Negro, dedicada à cultura e solidariedade, com sede em Portugal e Angola.
Em 1998, a EMI lançou o duplo CD "Kurikutela - 40 Anos, 40 Êxitos". 
O cantor comemorou os 50 anos de carreira no dia 23 de Maio de 2005, acompanhado de Bonga, Marisa, Luís Represas e Pedro Jóia.
A Iplay lançou em 2010 uma compilação com 4 CDs, edição de coleccionador - O Essencial, com textos de Firmino Pascoal e João Bonifácio.
Raul faleceu no dia 4 de Junho de 2006.

Fonte: In Wikipedia

Os meus agradecimentos a Maria de Lurdes (Marilu Xata), pelas faixas cedidas e a Carpinteiro, pelas capas.

Bob Vaught and The Renegaids - Surf Crazy (LP 1963)




Bob Vaught and The Renegaids - Surf Crazy (LP GNP Crescendo GNP-83 mono, 1963).


Bob Vaught and The Renegaids, whose 1963 Surf Crazy LP included "Exotic," "Intoxica," "Surfin' Tragedy,"Latinia," and "Tor-Chula," based on the Champs' "Tequila." 

LP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Erasmo Carlos - Erasmo (LP 1968)



AQUI: 

Erasmo Carlos - Erasmo (originalmente gravado em LP RGE XRLP - 5326, 1968).

Biografia do artista já se encontra inserida neste blog.

LP gentilmente cedido por Luís Futre.

The Outsiders [usa] - album #2 (1966)




The Outsiders (USA) - Album/LP #2 (Capitol ST 2568, September 1966)

Side 1
1. (Just Like) Romeo and Juliet
2. Lost in My World
3. Since I Lost My Baby
4. Cool Jerk
5. Oh How it Hurts
6. I Will Love You

Side 2
1. Respectable
2. Hanky Panky
3. Lonely Man
4. Wine Wine Wine
5. Backwards, Upside Down

Personnel
* Tom King, rhythm guitar, tenor saxophone, vocals, arranger
* Sonny Geraci, lead vocals
* Mert Madsen, bass guitar
* Al Austin, lead guitar
* Ronnie Harkai, drums
* Jimmy Fox, drums
* Chet Kelley, songwriter
* Mike Geraci, saxophone
* Evan Vanguard, horns
* Tommy Baker, horns and strings arrangements

LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.