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Conjunto Mistério e Daniel Bacelar

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Conjunto Mistério - Alecrim, from Youtube

O dia 23 de Junho irá ficar memorável! Nas Festas de S.Pedro de Sintra, o famoso e saudoso Conjunto Mistério irá actuar. Obviamente com novos elementos...contará com a presença de Duarte Mendes, Edmundo Silva, o "virtuoso" Zé Pino e Vitor Mamede.

O afinadíssimo "roqueiro" Daniel Bacelar também estará presente, pelo que ensaiarão juntos no próximo Domingo. Assim sendo, será a "cereja no topo do bolo"...

A não perder!

C.S.

El Chicano - Grandes Éxitos (70's)




El Chicano - Grandes Éxitos (70's).

El Chicano is a Latin R/B band from Los Angeles, whose influences can be found in rock, funk, soul, blues, jazz, and salsa. Original members included Bobby Espinosa, Freddie Sanchez, Mickey Lespron, Andre Baeza, and John De Luna. During the 1970s, new members Ersi Arvizu, Hector "Rudy" Regalado, Max Garduno, Danny Lamonte, Brian Magness, Joe Pereria, and Jerry and Rudy Salas joined. Their best-known songs include the jazzy "Viva Tirado", the funky "Tell Her She's Lovely" and their version of Van Morrison's "Brown Eyed Girl". 
After the Viva Tirado LP, El Chicano went on to record several more albums for MCA, including 1971's Revolucion, 1972's Celebration, 1973's El Chicano, 1974's Cinco, 1975's The Best of Everything, and 1976's Pyramid of Love & Friends. El Chicano's second biggest hit came in 1973 when MCA released the brown-eyed soul classic "Tell Her She's Lovely" as a single. Nationally, the tune (which features Jerry Salas on lead vocals) wasn't a major hit; "Tell Her She's Lovely" only reached number 40 on Billboard's pop singles chart and number 98 on the magazine's and B singles chart. 

Faixas/Track List: 

01 - Viva Tirado Otra Vez 
02 - Más Zacate 
03 - Senor Blues 
04 - El Grito 
05 - Satisfy Me Woman 
06 - Viva Tirado 
07 – Juntos 
08 - The Look of Love 
09 - Viva La Raza 
10 - (se fue mi) Chachita 
11 - Tell Her She's Lovely 
12 - El Cayuco 
13 - Brown Eyed Girl 
14 - Eleanor Rigby 
15 - El Ultimo Tango En Paris 
16 - Ahora Si 
17 - Spanish Grease 
18 - Canteloupe Island 
19 - What's Going On

Faixas gentilmente cedidas por Carlos Santos
Alinhamento, capa e grafismo, por João Romão

200.000 Visitas

Olá amigos,

Atingimos hoje as 200.000 visitas a este Blog, o que não deixa de ser um motivo de alegria e satisfação!
Há cerca de 1 mês tinhamos chegado às 100.000 visitas! Não podemos estar mais satisfeitos.
Não queremos deixar por isso de agradecer o bom acolhimento, a colaboração e o apoio recebidos ao longo deste tempo.
Agradecemos igualmente aos nossos seguidores, amigos, colaboradores e visitantes, pela compreensão, apoio, interesse e preferência.
Abraços para todos e o nosso muito obrigado.

Hi,
Today this blog has completed 200,000 visits, so it's source of joy and satisfaction! About a month ago we had reached the 100,000 visits! We can not be more pleased.Thank you for all followers, friends, assistants, partners and visitors.

João Romão e Carlos Santos

Raul Solnado

Raul Solnado - A Guerra de 1908 (Zip-Zip, 1969), from Youtube



Hoje lembrei-me de Raul Solnado, esse saudoso artista e comediante que tantas alegrias nos deu e  por isso, esta nossa pequena e singela homenagem, em forma de vídeo.

Unanimemente reconhecido como um dos maiores nomes do humor português, começou a fazer teatro na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (1947), profissionalizando-se em 1952.
Em 1953 estreia-se no teatro de revista com "Viva O Luxo", apresentado no Teatro Monumental. Entra também em "Ela não Gostava do Patrão".
1956 é o ano de "Três Rapazes e Uma Rapariga" no Teatro Avenida. Participa ainda nos filmes "O Noivo das Caldas" e "Perdeu-se um Marido".
No ano de 1958 participou nos filmes "Sangue Toureiro" e "O Tarzan do Quinto Esquerdo". Desloca-se pela primeira vez ao Brasil em 1958 mas correu tudo mal.
Em 1960 torna-se primeiro actor na peça "A Tia de Charley" apresentada no Teatro Monumental. Participa no filme "As Pupilas do Senhor Reitor" (Prémio S.N.I.).
"A Guerra de 1908", um sketch do espanhol Miguel Gila, adaptado para português por Solnado, é interpretado na revista "Bate o Pé", estreada no Teatro Maria Vitória em Outubro de 1961. Entra também no filme "Sexta-feira, 13".
O disco que reunia "A Guerra de 1908" e "A História da Minha Vida", editado em Abril de 1962, bateu todos os recordes de vendas de discos.
Em 1962 entra em "Lisboa à Noite", em cena no Teatro Variedades, onde interpreta os sketcks "É do Inimigo" e "Concerto do Inimigo". É protagonista do filme neo-realista "Dom Roberto", de José Ernesto de Sousa. Vence o Prémio de Imprensa para melhor actor de cinema.
Após 1963, faz teleteatro no Brasil e na RTP. "Vamos Contar Mentiras" é o grande espectáculo do ano de 1963. Torna-se em 1964 fundador e empresário do Teatro Villaret. A estreia foi em 1965 com "O Impostor-Geral" onde foi o protagonista.
Mariema e Raul Solnado recebem os Prémios de Imprensa para melhores actores de teatro de revista.
Em Maio de 1966 foi lançado o EP "Chamada Para Washington."
O EP "Cabeleireiro de Senhoras" foi lançado em Dezembro de 1968. Em Janeiro de 1969 foi editada a compilação "O Irressistível Raul Solnado" que incluía alguns dos principais exitos editados anteriormente em EP (Historia do Meu Suicidio, Chamada para Washington, O Bombeiro Voluntário, A Guerra de 1908, O Cabeleireiro de Senhoras, Historia da Minha Vida).
No dia 24 de Maio de 1969 foi gravado o primeiro programa do "Zip-Zip", no Teatro Villaret. A última emissão foi no dia 29 de Dezembro do mesmo ano. O programa da autoria de Solnado, Fialho Gouveia e Carlos Cruz foi um dos marcos desse ano.
Em Dezembro de 1969 é o protagonista de "O Vison Voador".
A peça "O Tartufo de Moliére" é estreada em Janeiro de 1972. Ainda em 1972 participa na revista "Prá Frente Lisboa". A canção "Malmequer" tornou-se um grande êxito popular.
Em 1974 entra no filme "Aventuras de um Detective Português".
O programa "A Visita da Cornélia" é um grande sucesso da televisão portuguesa em 1977.
Com César de Oliveira adapta a Peça "Checkup" do dramaturgo brasileiro Paulo Pontes. "Isto É Que Me Dói" incluía no elenco Raul Solnado, Guida Maria, Helena Matos, Joel Branco, Cândido Mota, Luís de Mascarenhas e David Silva.
O single "Dá O Cavaquinho, Os Ferrinhos e a Pandeireta" de 1978 inclui dois temas de Luiz Miguel d'Oliveira: "É Tão Bom Sabe tão Bem" e "Viste O Lino?".
Raul Solnado pertencia ao Grande Oriente Lusitano (GOL) desde meados da década de 1980, embora depois não tivesse sido muito activo.
Repete o enorme êxito com a peça "Há Petróleo no Beato" de 1981. "Super Silva" foi outro êxito enorme.
Com Fialho Gouveia e Carlos Cruz apresenta na RTP o programa "O Resto São Cantigas" onde foram recordados músicos e compositores da época áurea da música ligeira portuguesa.
No concurso televisivo "Faz de Conta" mostra todo o seu talento ao contracenar e improvisar com os concorrentes que lhe davam réplica.
Na televisão é o protagonista da sitcom "Lá Em Casa Tudo Bem" que dura vários meses.
Em 1987 interpreta um papel dramático no filme "A Balada da Praia dos Cães", de José Fonseca e Costa, baseado no livro de José Cardoso Pires.
Foi actor convidado do Teatro Nacional D. Maria II, como protagonista da peça "O Fidalgo Aprendiz", de D. Manuel de Melo.
Publicou a sua autobiografia – A Vida Não Se Perdeu (1991).
Em 1992 foi actor convidado do Teatro Nacional de S. Carlos, na personagem Frosch da opereta "O Morcego", de Strauss.
Em 1993 participou, ao lado de Eunice Muñoz, na telenovela "A Banqueira do Povo" de Walter Avancini.
Entrou na peça "As Fúrias", de Agustina Bessa-Luís, no Teatro Nacional D.Maria II, em 1994.
Em 1995 fez "O Avarento", de Molière, no Teatro Cinearte, encenado por Helder Costa. Nesse editado a compilação "Best Seller dos Discos".
Em Março de 2000 realizou-se em Tondela uma homenagem, organizada pelo grupo Trigo Limpo ACERT, que foi acompanhada por uma exposição biográfica sobre o actor, baseada no livro de Leonor Xavier, "Raul Solnado - A Vida Não Se Perdeu".
Em 2001 voltou aos palcos do teatro com um papel de grande relevo na peça "O Magnífico Reitor" de Freitas do Amaral. Recebe o Prémio Carreira Luíz Vaz de Camões.
Foi homenageado em 2002 com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa e recebeu, em 10 de Junho de 2004, do Presidente Jorge Sampaio a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
A compilação "Tá Laáa…? O Melhor de Raul Solnado - volume 2" inclui o inédito "O Paizinho do Ladrão", "A História do Meu Suicídio" e ainda gravações "No Zip-Zip", "No Teatro" e "Nas Cantigas". Além de "Fado Maravilhas" e de "Malmequer" inclui duas novas gravações: "Eu Já Lá Vou" e "Haja Descanso (Viva o Chouriço)".
Raul Solnado faleceu no dia 8 de Agosto de 2009, vitima de doença cardiovascular. Será para sempre um ícone do povo português e de Portugal.
Foi, até à sua morte, Director da Casa do Artista, sociedade de apoio aos artistas, que fundou juntamente com Armando Cortez, entre outros.
Vasta discografia


In Wikipedia

Orquestra Djambo - Marrabenta (EP 60's)

quarta-feira, 15 de junho de 2011




Orquestra Djambo - Marrabenta (EP Alvorada AEP 60693 - 60's)

Faixas/Tracks: Elisa Gomara Saia / Bambatela Sábado / Laurinda e Xinwanana.

Quatro fantásticas "marrabentas" dos anos 60 interpretadas pela excelente Orquestra Djambo, de Lourenço Marques (actual Maputo)/Moçambique.

Em Moçambique há vários estilos musicais. No entanto, o ritmo que mais se destacou e percorreu o mundo foi a Marrabenta. Dança e género musical do sul de Moçambique e, em particular da antiga Lourenço Marques (hoje Maputo), que surgiu no início da segunda metade do século XX, nos meios urbanos. Este género surgiu de uma fusão da música europeia com os ritmos tradicionais de Moçambique. A palavra marrabenta vem do verbo "rebentar" ("arrebentar", em vernáculo local).

Orquestra Djambo
Moisés Ribeiro da Conceição (com mais de 90 anos) é um dos sobreviventes da Orquestra Djambo (que começou por ser conjunto) e conta-nos a história desta grande orquestra de Moçambique:
Moisés é o único sobrevivente dos primórdios da orquestra, banda ícone da música moçambicana, especialmente no que ao estilo da Marrabenta diz respeito. O ano do nascimento não sabe precisar com exactidão: “Só sei que foi na primeira metade da década de 50”, refere vasculhando no baú da memória. E continua: “Nessa altura era eu na viola, Mabombo, falecido, no piano; José Mondlane, falecido, na bateria, Assam, falecido, no trompete número um; José Manuel, falecido, no trompete número dois, Tiago Bila, falecido, no trombone e Ussufo, falecido, no saxofone.”
E assim se vai recordando de outros elementos da Orquestra Djambo, Clementina, Cecília, Magaia, Palma, Ema, Milagre, Policarpo, o decano, Moisés e ainda falta o Raimundo”.
 “No princípio eu integrava um conjunto manjacaziano [de Manjacaze, Gaza]. Eu era o único daqui. Os outros cinco eram todos de lá.” Nessa altura, Moisés tocava sobretudo nas associações de classe como pintor, pedreiro, mainato, carpinteiro. “Era aos sábados e domingos. Foi aí que o Young Ussufo me convidou para tocar no Centro” refere Moisés.
Ussufo tinha quase todos os instrumentos necessários para actuação de uma banda e o Centro possuía piano. “Começámos a ensaiar em casa dele e a tocar no Centro.” O público começou a gostar das actuações da banda e os responsáveis do Centro propuseram-lhe um contrato. “Ussufo não quis. Disse que queria ser livre para decidir as coisas por si. Não queria estar agarrado a contratos”, conta Moisés. E acrescenta: “Depois disso zangou-se e levou todos os instrumentos consigo. Ficámos de mãos a abanar”, recorda.
Os músicos foram falar com a direcção e conseguiram obter financiamento para comprarem os seus instrumentos. “Comprámos tudo na mesma casa excepto a viola. Logo a seguir começámos a tocar.”
Nesta altura, o conjunto ainda não tinha nome. “Um dia, no final de um ensaio, resolvemos que todos tínhamos que puxar pela cabeça para dar um nome à orquestra. Mas das nossas cabeças não saiu nada. Até que Mabombo tinha um disco cubano com uma música intitulada Mambo Djambo e adoptámos por chamar Djambo ao conjunto.”

No início (anos 50) a Orquestra Djambo tocava música internacional. Portuguesa, espanhola e italiana, sobretudo. Policarpo, que entrou para a banda em 1962 como dançarino e que hoje é o principal vocalista, recorda-se de cantar músicas do Elvis Presley, Beatles, Cliff Richard, Cinco de Roma, etc. “Mais tarde começamos a tocar Marrabenta nos bairros.”

Em 1965, a Orquestra sofre novo revés: por ordens da PIDE (a polícia secreta do tempo colonial) o Centro Associativo dos Negros da Colónia de Moçambique encerra as portas. “Aquilo foi por razões políticas. Não foi por acaso que 70% dos dirigentes da Frelimo passaram pelo Centro”, esclarece Policarpo. Moisés recorda que “nem nos deixaram levar os instrumentos. Perdemos a nossa casa. A partir daí houve uma paragem.”
Em 1969, João Watt, após terminar o serviço militar, desafiou a banda para tocar com ele. “Nessa altura já era muito difícil reunirmo-nos porque muitos assumiram compromissos profissionais fora da capital, outros aventuraram-se para outras paragens”, conta Moisés. O Watt disse-nos que as pessoas já se tinham esquecido do Djambo por isso a partir dali a orquestra passava-se a chamar Djambo 70”, conta Policarpo.
Na época a Orquestra ensaiava muito em casa de Cecília Xavier. “Juntava-nos lá em casa e tocávamos uns batuques. O meu marido, José Mondlane, era o dançarino do grupo”, adianta Cecília. Os palcos eram casas particulares de gente endinheirada, casamentos e outras festas. Depois da independência veio a confusão.”
A independência, na ânsia de servir o povo, transformou o Centro em posto de saúde e a Orquestra continuou desabrigada. Os anos passaram e, com a guerra e as restrições, a actividade da banda foi pouco regular...

Texto parcialmente retirado e adaptado de um post de Cristóvão Araújo
EP gentilmente cedido por Carlos Santos
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização por João Romão.

Filipe Duarte - Melodias de Sempre (LP)


Filipe Duarte - Melodias de Sempre (LP Lisbon Records LR - 10.012), acompanhado por Correia Martins, Shegundo Galarza, António Chainho, José Maria Nóbrega e Quim Barreiros.
Não possuímos quaisquer informações deste cantor, mas supomos que gravou alguns EPs, especialmente de fado.

Faixas/Tracks:

01. Olhos Castanhos (Alves Coelho Filho)
02. O Fado Mora Em Lisboa (J. Vasconcelos - A. Nazaré)
03. Nossa Senhora Faz Meia (Vianinha - L. Barbosa)
04. Tingo, Lingo Lingo (Amadeu do vale - Maximiano de Souza)
05. Degraus Da Vida (M. Campelo - A. Ramim)
06. Recado A Lisboa (A. Rodrigues - J. Villaret)
07. Amor De Mãe (M. Ramos - César Morgado)
08. Por Morrer Uma Andorinha (Francisco Viana - Frederico de Brito)
09. Se Os Meus Olhos Falassem (Jerónimo Braganca - Nóbrega e Souza)
10. Aquela Janela Virado Para O Mar (Frederico de Brito)
11. Só Nós Dois (Joaquim Pimental - D. R.)
12. Estrela da Minha Vida (Alves Coelho Filho)

Álbum gentilmente cedido por Gilda (Canadá), a quem muito agradecemos. Agradecimento também a Baudelongplaying.
Digitalização de Gilda.

The Walflower Complexion - When I'm Far From You (1966 / 1967)




CD1 - AQUI:

CD2 - AQUI:
                             
The Walflower Complexion, foi um grupo de rock dos anos 60. Os cinco membros da banda, na faixa etária dos 14 aos 17 anos, eram filhos de americanos que viviam em Bogotá/Colômbia, uma vez que os seus pais eram militares em serviço nesse país, razão pela qual estavam fazendo o ensino médio naquela cidade. Os grupos de rock de qualquer tipo e muito menos os americanos, eram raros na Colômbia naquela época.  

The Walflower Complextion [sic] were an average 1960s garage band. What was not average about them was that, even though they were American, they were formed, recorded, and performed in Bogota, Colombia. The five bandmembers, ranging in age from 14 to 17, were Americans attending high school in Bogota. Rock groups of any kind, let alone American ones, were rare in Colombia at this time. So despite their callow youth and primitive equipment, they were signed to Daro International Records after the label's president heard about them at a cocktail party. 

The Walflower Complextion recorded two albums for Daro in their short lifetime, the first appearing in late 1966, the other a few months later in early 1967. In both performance and material, the LPs were quite similar to that mini-genre known among '60s collectors as "prep school" rock: vanity records, done by kids at private school, that were pressed in small quantities, pretty much just for the benefit of themselves, their family, and friends. Like almost all of those prep school LPs, the pair by the Walflower Complextion were populated by many cover versions, principally of British Invasion songs. Obviously they were huge fans of the Rolling Stones; their first album had four Stones covers, while the second had a couple of non-Stones originals that were nonetheless most likely learned from the Stones' covers of those items. 

The Walflower Complextion's covers were either bordering-on-competent faithful renditions or sloppy, clunky readings that were utterly pointless given the availability of far-superior originals (or, for that matter, far-superior covers of those originals by other artists). While the originals were still quite raw, they were rather more interesting, if only for their eccentricity. "When I'm Far From You" has that morose, lethargic feel reminiscent of the Rolling Stones' early ballads, though the Walflower Complextion are even more lethargic. "From Head to Toe" is like an instrumental extrapolation of the hazy feeling of the Rolling Stones' "I Am Waiting." On that and other instrumentals like "Chris's B's," they move into a bizarre, druggy, modalish rave-up, like an amateurish Yardbirds going in and out of focus. At other points there's a surf-pre-Beatles instrumental influence. To vary the program on the second LP, and at the suggestion of the record label, they did a couple of rock versions of Colombian Cumbia folk songs, which were personal favorites of label boss Simon Daro. In other words, the Walflower Complextion records are strange but not that good. 

The Walflower Complextion actually appeared on television in Colombia, whose TV facilities were so crude at that point that on one of them they were filmed by the first television video camera in the country. The albums were only distributed in Colombia, and the group broke up in June 1967. 

Fonte: Richie Unterberger, Rovi

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

The Songs Sung By The Stones (A tribute to Rolling Stones)




Trata-se de uma compilação pessoal de alguns dos temas interpretados pelos Rolling Stones. É um simples tributo a essa fantástica banda dos anos 60 e que ainda hoje continua a encantar-nos.
This is a personal collection of some themes played by the Rolling Stones. It's a simple tribute to this fantastic band from the 60s and who still continue to enthrall us.

Recolha dos temas por Jota e Carlos Santos.
Alinhamento por Carlos Santos.
Capas e Grafismo por João Romão.

Agradecimento ao Jota pela colaboração.

Surf Guitar, V/A (Instrumental)

terça-feira, 14 de junho de 2011




Trata-se de uma compilação pessoal de grandes êxitos instrumentais da chamada música ou onda Surf.
This is a personal compilation of greatest instrumental hits from surf music.


Faixas/Track List: 

01 - The Ventures - Orange Fire 
02 - The Surfaris - Moon Dawg 
03 - Dick Dale – Misirlou 
04 - The Surfaris - Wipe Out 
05 - The Surfaris - Point Panic 
06 - The Ventures - Lullabye of The Leaves 
07 - Dick Dale & His Del-Tones - Banzai Washout 
08 - The Ventures - Walk Don't Run ('61) 
09 - The Spotnicks - Amapola 
10 - The Ventures - Yellow Jacket 
11 - The Ventures – Bulldog 
12 - The Surfaris - Murphy The Surfie 
13 - The Ventures - Let's Go 
14 - Dick Dale & His Del-Tones - Surf Beat 
15 - The Ventures - Driving Guitars 
16 - The Ventures – Twisted 
17 - The Spotnicks - The Old Spinning Wheel 
18 - The Ventures - Pedal Pusher 
19 - The Ventures - Ram Bunk Shush 
20 - The Ventures - Pipeline 
21 - The Ventures - Guitar Twist 
22 - The Spotnicks – Gunshot 
23 - The Ventures – Torquay 
24 - The Ventures - Diamond Head 
25 - The Ventures - No Trespassing 
26 - The Surfaris - Scatter Shield 
27 - The Ventures - Wheels 
28 - The Ventures - Night Train 
29 - The Ventures - Slaughter On 10th Avenue 
30 - The Ventures - Road Runner

Temas disponibilizados por Carlos Santos.
Alinhamento e capas por João Romão.

Los Amigos de Maria - Rock (Chile 1968)





Los Amigos de Maria - Rock (LP Chile 1968).
Álbum gravado em 1968 mas apenas lançado em 1973.
Género: Blues Rock, Acid Rock, Psychedelic Rock.

Los Amigos de María was one of the best hard rock bands of Chile. They were formed in the second half of the 60’s and under the name Los Diferentes they released some singles more in the style of sof beat ballads than rock. They also become a backing band for others under the name Grupo Resurrección and Los Amigos de María, specially for the US singer Dean Reed who recorded some singles with, showing a new rock-styled vein. Finally they release a LP simply entitled “Rock” in 1973 which became one of the compulsory items for Chilean rock collectors thanks to the long original 10 minutes psych Zeppelin-styled masterpiece “Vuelve a comenzar”. Well, the myth says EMI released this album in 1973, but it was really recorded in 1968.

Fonte: Partially transcribed  from a text Tampa FL

Faixas/Tracklist:

A1 Vuelve a Comenzar (Amigos de María)
A2 La Carta (Wayne Carson, Thompson)
A3 Guitarra (Amigos de María)
B1 Que Dije (Ray Charles)
B2 Ruta 66 (Bob Troup)
B3 Sally La Larga (Johnson)
B4 Quien Parara La Lluvia (J.C. Fogerty)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.