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The Majority (1965-1968)

terça-feira, 19 de julho de 2011



The Majority, The Decca Years (1965 - 1968).

Moving to London from their native Hull in 1965, the Majority became one of the top live attractions of Swinging London, starting with their residencyat the famed Playboy Club as well as celebrated stints at top clubs like The Revolution, The Speakeasy and Blaises. This collection compiles almost all of the tracks they recorded as singles for Decca Records between 1965 and 1968; including the blistering 'One Third', which is now hailed as a classic example of prime 60s freakbeat; the adventurous beat of their debut 'Pretty Little Girl' [which features Jimmy Page on lead guitar] and 'A Little Bit of Sunlight', a superb song written by Ray Davies but never recorded by his group, the Kinks. 

Faixas/Track List:

1. Pretty Little Girl 
2. I Don't Wanna Be Hurt No More 
3. A Little Bit Of Sunlight 
4. Shut 'Em Down In London Town 
5. We Kiss In The Shadow 
6. Ring The Bells 
7. Simplified 
8. One Third 
9. To Make Me A Man 
10. Tears Won't Help 
11. Wait By The Fire 
12. Running Away With My Baby 
13. Let The Joybells Ring 
14. All Our Christmas'es 
15. People 

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Brazilian Nuggets - Back From The Jungle (Vol.1)

segunda-feira, 18 de julho de 2011



Brazilian Nuggets Vol 1 - Back From The Jungle! 
Trata-se de uma compilação com algumas preciosas e raras gravações da jovem fuzz brasileira.


Em 1963, com a bossa nova atravessando momento esplendoroso, aprender a tocar violão era tudo que uma boa parcela da juventude mais abonada almejava. Sobretudo, a da Zona Sul carioca, embalada pelo frescor de canções como “Garota de Ipanema”, “Samba do Avião”, “Rio” e “Ela é Carioca”. Mas com a explosão dos Beatles, no início de 1964, foi a guitarra “elétrica”, como se dizia na época, que se tornou o instrumento da moda. Não havia jovem, de onde quer que fosse, que não alimentasse a idéia de empunhar o instrumento, deixar o cabelo crescer , subir num palco e se sentir como um dos Beatles, on the toppermost of the poppermost.
Por volta de 1965, já havia um número assustador de bandas. Muitas, copiando em estética e estilo as inglesas e norte-americanas. Inclusive o repertório, devidamente cantado em seu idioma original, o inglês. Faziam parte da cena underground das grandes cidades, principalmente do Rio e de São Paulo e não desfrutavam de acesso fácil à TV, às rádios e nem mesmo às grandes gravadoras. Entre elas, The Bubbles, Som Beat, Baobás, Analfabitles, The Outcasts, The Beatniks e The Galaxies eram presença constante no circuito de clubes de suas respectivas cidades de origem.
No entanto, a grande maioria das bandas surgidas naquele período se servia mesmo do português. Assim, cantavam tanto as versões que faziam de sucessos internacionais, incluídos aqui o pop francês e italiano, quanto as eventuais composições próprias. Tinham também mais acesso às rádios, apareciam com mais freqüência nas revistas e costumavam ter espaço no programa de TV “Jovem Guarda”, apresentado pelos cantores Roberto Carlos, Wanderléa e Erasmo Carlos.
O programa, cuja estréia se deu naquele ano de 1965, virou uma febre, e a estética nele predominante, tanto musical quanto comportamental, passou a servir de modelo para um punhado de novos artistas, o que acabou gerando um movimento musical homônimo, a Jovem Guarda.
No entanto, essa dicotomia do pop/rock brasileiro, entre os seguidores do beat inglês e do rock de garagem norte-americano de um lado e os representantes da jovem guarda do outro (Renato & Seus Blue Caps, Os Incríveis, The Fevers, The Jet Black´s, The Youngsters, The Sunshines etc), nem sempre era tão nítida assim. Tangenciando as duas vertentes, havia bandas como The Brazilian Bitles que, apesar do nome, expunha sua verve garageira ao investir em temas de The Troggs e The Rolling Stones, entre outros, mas através de versões em português para não se afastar muito do mainstream. Já, Os Aranhas, foram ainda mais longe: cuspindo um inglês difícil de entender, transformaram a clássica composição de Van Morrison, “Gloria”, num punk de arrepiar os cabelos.
Evidentemente, havia um número infinitamente maior de artistas, do segundo e até mesmo do terceiro escalão do iê-iê-iê ou pop/rock brasileiro, que também seguia em busca de um lugar ao sol. Muitos, totalmente esquecidos pela mídia, sequer alçaram vôo para além dos limites do seu bairro ou de sua pequena cidade do interior. Evaporaram sem deixar vestígio algum. Outros tiveram a sorte de deixar como legado ao menos um mísero par de canções agrupadas num compacto simples. No caso dos mais sortudos, até mesmo um LP!
Com poucas exceções, é desse time de artistas provenientes dos bueiros e das cavernas mais profundas, esquecidos pelo tempo e à margem da história que a Groovies Records diligentemente pescou algumas preciosas e raras gravações. O resultado é esse mosaico chamado Brazilian Nuggets Vol. 1 - Back From The Jungle!, que coloca lado a lado a surf music de The Blobs, a crítica social punk de The Beggers, uma ode d`Os Merlins ao falecido guitarrista dos Rolling Stones, Brian Jones, e o órgão ao estilo Farfisa de The Baby´s, num dos temas do filme “A Lei do Cão”, de 1967.
Une também diferentes matizes da jovem guarda garageira periférica: Do ex-empregado do cantor Roberto Carlos, Nichollas Mariano (cantando as agruras de um relacionamento ao som de uma fuzz guitar), até Os Nucleares (vagando com muito soul pela imensidão espacial), o disco passeia por Zegê e The Silver Jets, Lup e Loy, Almir Duarte, José Luiz, Os Inseparáveis, Os Terríveis, Fátima Reis c/ Conjunto The Rolling Fevers, Os 5 Jotas e Os Nativos.
Mas não para por aí. E também não se restringe a nomes obscuros da cena periférica. A cantora Wanderléa, um dos principais ícones da Jovem Guarda, surpreende ao invadir a garagem dos norte-americanos de The Seeds para sair de lá com uma versão mais clean, mas não menos garageira, de “Pushing Too Hard” (“Vou Lhe Contar”), com direito a um inusitado solo de piano.
O outro destaque fica por conta do veterano roqueiro Eduardo Araújo. No petardo “Nem Sim, Nem Não” deixa que brilhe a guitarra distorcida e vigorosa de Lanny, uma lenda do tropicalismo, cujas intervenções são precedidas pelo chamado firme de Eduardo: Mr. Lanny!... Lanny!... Lanny!
Finalmente, tráz ainda no seu bojo a psicodelia tropicalista da uma ex-parceira da cantora Rita Lee e dos irmãos Arnaldo e Sérgio Dias Baptista, o núcleo fundador d`Os Mutantes. Com Rita, formou o grupo vocal Teenage Singers, e com os três e mais dois amigos participou do grupo Six Sided Rockers. Seu nome: Suely Chagas.
Com sua banda, Os Kantikus, Suely lançou um compacto simples em 1968, com “Esperanto” em seu lado B. Embora tivesse aproveitado a trilha aberta pelos Mutantes, naquele ano de máxima ebulição do tropicalismo, o disquinho acabou naufragando num gigantesco mar de indiferença.

Por Nélio Rodrigues, in Senhor F.
(Nélio Rodrigues é autor dos livros Histórias Perdidas do Rock Brasileiro - V. I, Os Rolling Stones no Brasil e Sexo, Drogas e Rolling Stones, em parceria com José Emílio Rondeau).

Faixas/Track List:

01 - The Blobs – Murder 
02 - The Beggers – Esses Homens Farrapos 
03 - Nicholas Mariano – Dita Cuja 
04 - Wanderléia – Vou-lhe Contar 
05 - Zegê & The Silver Jets – Não Some Não 
06 - Lup & Loy – Sincero Até Demais 
07 - Almir Duarte – O Vulto 
08 - Merlin’s Message – Requien a Brian Jones 
09 - The Babys – Lei do Cão
10 - Eduardo Araújo – Nem Sim, Nem Não 
11 - José Luiz – Até Logo, Como Vai 
12 - Os Inseparáveis – Vá Para Casa 
13 - Os Terríveis – Mar Cruel 
14 - Fátima Reis e The Rolling Fevers – Amando Você 
15 - Os 5 Jotas – O Boi 
16 - Os Nativos – Cara de Idiota 
17 - Sueli e Os Kanticus – Que bacana 
18 - Os Nucleares - Apolo Zero

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sheila - 6º disque (EP 1964)




Sheila - 6º Disque (EP Philips M 434.913 BE, 1964).

"6º Disque", disco que também é conhecido como “Chaque Instant de Chaque Jour” é um EP de Sheila, lançado em 1964 pela etiqueta Philips (434 913 BE).


Faixas/Tracklist:

A1 - Chaque Instant De Chaque Jour (Any Old Time Of Day) (David e Bacharach, Michèle Vendôme) 2:30
A2 - Un Jour Je Me Marierai (The Waitin' Game) (A. Salvet, Buzz Cason, Cl. Carrère) 2:10
B1 - Un Monde Sans Amour (World Without Love) (Cl. Carrère, H. Ithier, Lennon-McCartney) 2:25
B2 - Je N'ai Pas Changé (Cl. Carrère, J. Plait, Ralph Bernet) 2:10

Nota: Sheila acompanhada por Sam Clayton et "Les Guitares".

Sheila, a maior expressão do rock francês, nascida Annie Chancel em 16 de Agosto de 1946 em Créteil, França, foi uma cantora famosa, das décadas de 60 e 70. É uma das poucas artistas francesas a popularizar-se nos Estados Unidos na "Era da Discoteca." 
Ficou mundialmente famosa em 1963, quando interpretou a canção "L'école est finie", vendendo na época um milhão de cópias. A canção tornou-se automaticamente um símbolo de rebeldia da juventude do seu país, e é até hoje o seu hit mais conhecido. 
Ao lado de Sylvie Vartan e France Gall, ela foi uma das divas do "yê-yê", e é a maior representante do movimento. 
Annie despontou no cenário musical em 1962. Ainda hoje, no ranking da França, ela é a cantora número 1 em número de vendas, vendendo em 40 anos de carreira, 70 milhões de álbuns. 
Durante toda a década de 60, ela colecionou sucessos. As suas canções simples, eram escritas pelo seu empresário ou adaptadas de músicas americanas. O primeiro hit famoso, foi L'école est finie" que em 45 dias vendeu 1,5 milhão de cópias, em 1963. Depois vieram outros como, Vous les copains" em 64, "le Folklore américain" em 65 e "Bang Bang" em 66. 
A década de 70 foi lucrativa para ela. No plano financeiro houve o lançamento do hit "Les Rois Mages", em 1971. E no plano sentimental, ela conheceu aquele que seria seu futuro marido, o também cantor Ringo Willy Cat, com quem gravou a música, "Les Gondoles à Venise". 
Depois do matrimónio com Ringo, os dois viveram juntos mais dois anos e divorciaram-se pouco tempo depois do nascimento do seu filho, Ludovic. 
Em 1977, no auge do disco, Sheila, surpreende os fãs ao aderir à nova moda, e lança o álbum em inglês "Love Me Baby" que conquista toda a Europa. O êxito do single revelou a incrível capacidade da artista em se adaptar aos mais diversos estilos, feito que sua colega, Sylvie Vartan, não conseguiu. 
O seu segundo single "Singin in the rain" ela assinou como "Sheila e os B Devotion" em alusão aos três dançarinos e cantores americanos, com quem irá gravar até 1983, quando a "discoteca" satura. 
"Spacer" foi o último disco de sucesso da artista. Daí em diante, irá mergulhar numa fase de declínio, que vai passar pela cisão com o seu empresário Claude Carrère, contrato com outro produtor e, finalmente, o anúncio de sua "aposentação" em 1988. 
Em 2001, foi lançada uma compilação com os seus maiores sucessos, e uma ano depois ela retornou ao cenário musical com um repertório recheado de Jazz, Soul e, claro, canções dos seus tempos áureos. 

Texto parcialmente retirado da Biografia, por Luziangela (17/7/2009), In Letras.com.Brasil (texto com supressões).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Nucleares (com Michael Sullivan) - LP 1969

domingo, 17 de julho de 2011



Os Nucleares - Don't Pity Me (from Youtube)


Os Nucleares (com Michael Sullivan) - LP RCA BBL-1484, Agosto de 1969.
Excelente álbum de um grupo brasileiro pós-Jovem Guarda que se tornou ídolo da juventude.

Michael Sullivan, aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro, onde conheceu Hyldon, com quem compôs a sua primeira música em 1968, Pial, guitarrista que trabalhou com Tim Maia e Tinho, saxofonista e arranjador que trabalhou com Tim Maia, além de ter sido um dos fundadores da banda Vitória Régia. Formaram então o grupo Os Nucleares que conheceu a sua primeira gravação no ano 1969 em vinil pela RCA .
Mais tarde, já com 19 anos integrou o grupo “Os Selvagens” e aos 21 anos o grupo “Renato e Seus Blue Caps”, como cantor e guitarrista.

Membros:
Marcus Marcello Gullo (Pluto) - Guitarra Solo
Carlos Alberto Freitas Lemos (Mr.Magoo) - Baixo
Ivanilton Lima (Baiano) - Guitarra base e voz
João Batista Martins (Tinho) - Saxofone
Luiz Fernando (Tico) - Bateria
Francisco Gullo (Prof. Pardal) - Órgão

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
Agradecimento a Miguel Nunes e comunidade MC e JG (orkut) / Brasil, pela simpática colaboração e ajuda .

Jean Ferrat - Le Premier Disque de Jean Ferrat (EP 1958)



Jean Ferrat - Le Premier Disque de Jean Ferrat (EP Temey - 1958)

Faixas/Tracks: Les mercenaires / Ma vie, mais qu`est ce que c`est ? / Frédo la nature /  L`homme sandwich.  

Jean Ferrat nasceu em Vaucresson, Hauts-de-Seine. Era o mais novo dos quatro filhos de um modesta família judia que se mudou para Versailles em 1935. O seu pai era russo e, durante a Segunda Guerra, foi deportado para Auschwitz, onde morreu. Ferrat deixou a escola para ajudar a família. 
Começou a sua carreira no início dos anos 1950, num cabaré parisiense. Em 1956, musicou um poema de Louis Aragon, Les yeux d'Elsa ("Os olhos de Elsa"), cuja interpretação, por André Claveau, trouxe a Ferrat algum reconhecimento como compositor. 
O seu primeiro disco single, em 45 RPM, foi lançado em 1958, sem grande sucesso. 
Somente em 1959, com o editor Gérard Meys, que também se tornou seu amigo e sócio, a sua carreira começou a desenvolver-se. Assinou um contrato com a Decca e lançou o seu segundo single, "Ma Môme", em 1960 sob a direcção musical de Meys. 
Em 1961 Ferrat casou-se com a cantora Christine Sèvres, que cantava algumas das suas canções. Também conheceu Alain Goraguer, que se tornou arranjador de suas canções. O seu primeiro álbum foi Deux Enfants du Soleil. 
Nuit et Brouillard, lançado em 1963, recebeu o Grande Prémio do disco da Academia Charles Cros. 
Ferrat parou de se apresentar em palco em 1973. Em 1990, recebeu um prémio da Sociedade dos Autores, Compositores e Editores de Música da França. 
Ferrat morreu em 2010, após uma longa enfermidade, aos 79 anos. 

In Wikipedia

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo de Valbom, Zé Moreira, a quem agradecemos.

Nat King Cole - The Very Thought Of You (LP 1958)

sábado, 16 de julho de 2011




Nat King Cole - The Very Thought of You (LP Capitol SW1084, 1958).

Espectacular álbum de Nat King Cole, com a sua voz quente, melodiosa e marcante, associada sempre ao romantismo dos temas,  tinham um toque distinto, especialmente quando associada ao piano, tornando-o assim um artista de grande sucesso. Fantástico!

The Very Thought of You is a 1958 album by Nat King Cole, arranged by Gordon Jenkins. Nat King Cole possessed one of the most accessible and appealing voices of any singer in the 1950s. This ballad-oriented set puts the emphasis completely on his voice (there is no piano playing or any hint of his jazz-oriented past) and features Cole accompanied by Gordon Jenkins' sweet arrangements for a string orchestra. Many other singers might find it difficult to overcome, much less uplift this type of accompaniment, but Cole's basic and honest delivery works quite well in this setting. Highlights include The Very Thought of You,But Beautiful, This Is All I Ask, For All We Know and The More I See You.

Faixas/Track Listing:

1. The Very Thought of You (Ray Noble) 3:48
2. But Beautiful (Johnny Burke, Jimmy Van Heusen) 3:27
3. Impossible (Steve Allen) 3:09
4. I Wish I Knew (Notorious) (C.A. Rossi, Al Stillman) 3:14
5. I Found a Million Dollar Baby (In a Five and Ten Cent Store) (Mort Dixon, Billy Rose, Harry Warren) 2:50
6. Magnificent Obsession (Fred Karger, Frankie Laine) 3:54
7. My Heart Tells Me (Mack Gordon, Warren) 4:11
8. Paradise (Nacio Herb Brown, Gordon Clifford) 3:13
9. This Is All I Ask (Gordon Jenkins) 4:29
10. Cherie, I Love You (Lillian Rosedale Goodman) 3:29
11. Making Believe You're Here (Sammy Cahn, Van Heusen) 3:38
12. Cherchez La Femme (Bob Marcus, Lorenzo Pack) 2:39
13. For All We Know (J. Fred Coots, Sam M. Lewis) 3:15
14. The More I See You (Gordon, Warren) 3:25
15. Don\'t Blame Me (Jimmy McHugh, Dorothy Fields)
16. There is No Greater Love (Isham Jones, Marty Symes)

Album Released November 1958. Recorded May 2, 6, 8, 1958
Genre Jazz / Label Capitol
Producer Lee Gillette

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo JoelAlves, a quem agradecemos.

Leapy Lee - Little Arrows (LP 1968)




Leapy Lee - Little Arrows (from Youtube)


Leapy Lee - Little Arrows (LP US Decca - DL 75076 - 1968).

Leapy Lee (born Graham Pulleyblank, but later changed his name to Lee Graham, 2 July 1939, Eastbourne, England) is an English singer, best known for his 1968 single "Little Arrows", which reached Number 2 in the UK Singles Chart and was a Top 40 country and pop hit in the United States. 

(From Wikipedia)

Una gran canción sale, prácticamente, de cualquier sitio. A veces, de lugares más que insospechados. Graham Pulleyblank (Eastbourne, Reino Unido, 1939) cambió su nombre a Lee Graham y cuando se lió a grabar discos en 1965 elegió Leapy Lee como nombre de guerra. En 1968 tuvo un éxito mundial con una insidiosa cancioncilla llamada "Little Arrows", que aqui en España grabó Karina con igual éxito.
 Para aprovechar el momento se publicó un primer LP, "Little Arrows", en el que, entre discretas originales y versiones varias, se puede encontrar esta mayúscula canción, que no me ha dejado en los últimos días. "If I Ever Get To Saginaw Again" fué escrita por Bob Russell y Jack Keller, ambos reconocidos profesionales en el pop americano de los 60. Ya querrían muchos escribir canciones como esta a los 54 años, como Bob. La canción había sido grabada también por The Monkees, pero no fué editada en su dia hasta que apareció en el disco "Missing Links Vol. 2" muchos años después. Hay que decir que la versión de Leapy Lee es abiertamente superior. Tal vez ayuden a ello la naturalidad de Leapy y la impecable producción y arreglo del ex-Manfred Mann, Mike Vickers.
 Leapy Lee nunca consiguió repetir el éxito de "Little Arrows" y tras unos cuantos discos más, una estancia en la cárcel y una emigración a Arabia Saudí, se instaló en Mallorca y abrió un bar en Santa Ponsa. Todavía sigue allí, cantando a veces por los garitos de la zona y haciendo alguna columna para algún periódico local en inglés. 

Fonte: Canciones Atómicas


Faixas/Tracklist:

A1 Little Arrows (Joe Moretti, Hammond-Hazlewood) 2:42
A2 So Afraid (Gordon Mills, Jerry Chestnut) 3:11
A3 Harper Valley P.T.A. (Gordon Mills, Tom Hall) 3:15
A4 I'll Be Your Baby Tonight (Joe Moretti, Bob Dylan) 3:52
A5 Where Has All The Love Gone (Mike Vickers, Luck-Szego) 2:42
A6 My Girl Maria (Mike Vickers, Chuck Glaser) 3:16
B1 If I Ever Get To Saginaw Again (Mike Vickers, Bob Russell, Jack Keller) 2:30
B2 Teresa (Mike Vickers, Hammond-Hazlewood) 2:28
B3 Little Green Apples (Gordon Mills, Bobby Russell) 3:25
B4 Roly (Gordon Mills, Raymond Froggatt) 3:12
B5 Senorita Jones (Mike Vickers, Carole Bayer, Toni Wine) 2:56
Bonus:
Little Arrows (45 mono version)

LP gentilmente disponibilizado por Mário Alves, a quem agradecemos. 

The Caravelles - Story Of The Caravelles






The Caravelles were a British duo girl band, best known for their 1963 hit single, "You Don't Have to Be a Baby to Cry".
The duo named themselves the Caravelles after the French airliner, whilst the song "You Don't Have To Be A Baby To Cry" started its life as a regional hit for Moon Mullican, and then was used as the B-side toTennessee Ernie Ford's hit single "Sixteen Tons". The single "You Don't Have To Be A Baby To Cry" reached #3 in the Billboard Hot 100 in America, and #6 in the UK Singles Chart.
Despite changes in musical style, they could not regain their former high ground on either side of the Atlantic. Lois Wilkinson left to go solo, recorded as Lois Lane, married, and appeared on BBC Television's programs singing pop hits. Andrea Simpson carried on with the Caravelles until the 1980s, recording but not hitting the charts; and with replacements, Simpson still does the occasional gig. The Caravelles retain their transatlantic one-hit wonder status to this day.

Original Members:
Lois Wilkinson (born 3 April 1944, Sleaford, Lincolnshire, England).
Andrea Simpson (born 9 September 1946, Finchley, London).

 This is an anthology of material (25 tracks) by this one-shot British female duo, who actually issued more records in the 1960s than most listeners realize. The first 12 tracks are identical to those that appeared on their sole U.S. LP (1963's You Don't Have to Be a Baby to Cry), including the hit title cut and other less memorable numbers in the same style (an assortment of labels between 1963 and 1968).

 Faixas/Track listing: 

1. You Don't Have To Be A Baby To Cry 2. Tonight You Belong To Me 3. I Really Don't Want To Know 4. My How The Time Goes By 5. I Was Wrong 6. The Last One To Know 7. Have You Ever Been lonely 8. Half As Much 9. Gonna Get Along Without You Now 10. Don't Sing Love Songs 11. Don't Blow Your Cool 12. Forever 13. A Dream Of You 14. Georgia Boy 15. So Sad 16. I Depend On You 17. True Love Never Runs Smooth 18. The Other Side Of Love 19. I Hear A New Kind Of Music 20. I Want To Love You Again 21. I Had To Walk Home Myself 22. I Don't Care If The Sun Don't Shine 23. I Like A Man 24. You Are Here 25. How Can I Be Sure).

Álbum gentilmente disponibilizado por Manuel Barjona, a quem agradecemos.

Manuela Bravo - Óculos de Sol (single 1989)

sexta-feira, 15 de julho de 2011





Manuela Bravo - Óculos de Sol / Pode Acontecer (Single, Discossete, 1989).
Curiosa versão de Óculos de Sol (Sunglasses) de 1989, por esta cantora nacional.

Maria Manuela de Oliveira Moreira Bravo (Queluz, 7 de Dezembro de 1957), é uma cantora portuguesa.
A primeira vez que Manuela Bravo se apresentou ao público foi aos 5 anos num concurso infantil do Cinema Éden. O seu pai, Loubet Bravo, era um conhecido cantor de fado de Coimbra.
Com quinze anos gravou o seu primeiro single, com duas canções de José Cid, "Nova Geração" e "Another Time", onde surge acompanhada pelo Quarteto 1111. Em 1975, grava novo single, desta vez com arranjos e orquestrações de Jorge Palma, sendo as duas composições, "Tínhamos Vinte Anos" e "Soldado-Escravo" (esta última dava título ao disco), da autoria de Tozé Brito.
Em 1979 venceu o Festival RTP da Canção com o tema "Sobe Sobe Balão Sobe" da autoria do conhecido compositor Nóbrega e Sousa, autor de "Sol de Inverno" e de diversas composições conhecidas da canção ligeira portuguesa. O tema esteve para ser defendido por Mara Abrantes.
Chegaram vários convites para gravar no estrangeiro mas recusou porque o curso de Direito era a sua prioridade. Ainda em 1979 lançou um novo single com os temas "Adeus Amor" e "Até Quando".
"Recordações", uma adaptação de Cristiana Kopke de um sucesso da época, é o seu grande sucesso de 1980.
Em 1981 lança o tema "Quando A Banda Chegar" com que concorreu ao Festival RTP da Canção desse ano.
Em 1986 obtém grande sucesso com o single "O Meu Herói". Em 1989 é editado o álbum "Óculos de Sol".
A Discossete edita em 1992 o LP "Canções Que Me Fazem Feliz".
Em 1993 a editora Soprosom editou o álbum "Manuela Bravo" com vários temas de Ricardo Landum e José Felix.
Em 1996 tentou gravar um disco de fado de Coimbra, em homenagem ao seu pai, mas viu-se envolta em polémica pois os meios mais tradicionais não aceitam que esse estilo seja cantado por mulheres.
Durante cerca de 10 meses desempenhou o papel de Celeste Rodrigues no musical "Amália" de Filipe La Féria.
No ano de 2002 confessava em entrevista que pretendia retomar a sua carreira lançando uma compilação das melhores músicas que cantou e que ficaram perdidas nos registos em vinil. Um dos temas seria "Bravo", previsto para o álbum "Intenções" de 1996. Também confessava que gostaria de experimentar-se como actriz de televisão.
Em 2004 é editada a compilação "Este Braço Que Sou", em edição de autor.
Vasta discografia.

Fonte: Wikipedia

Single gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

The Gestures - Run, Run, Run (1964)





The Gestures were a teenage American rock group based out of Mankato, Minnesota. 
They are primarily known for their chart hit "Run, Run, Run" from the fall of 1964. "Run, Run, Run" has been favorably cited by some rock historians as containing a Beatle-esque, British Invasion sound, with crisp guitar playing and a quick beat. 
The Gestures were: Gus Dewey (Guitar), Tom Klugherz (Bass), Dale Menten (Guitar/Vocals), and Bruce Waterston (Drums). 
"Run, Run, Run" was released on the Soma label in October 1964 and became a sizeable hit in the Midwest. Nationally, the song hit #44 on Billboard's Hot 100 chart. (According to the liner notes in Sundazed excellent Gestures CD, Dale Menten is quoted as saying that "Run, Run, Run" was #1 in the Twin Cities, #3 in Los Angeles, #1 in New York and also charted very high locally in Oklahoma City.) 
The Gestures released only one more single; "Don't Mess Around" b/w 'Candlelight" was almost as big as "Run, Run, Run" regionally, but didn't chart nationally since there was confusion over which side was the A side ("Don't Mess Around" was the initial A side but it flipped over soon after). The group broke up shortly after. 
In 2008, the Gestures were inducted into the Minnesota Rock and Country Hall of Fame. 

Fonte: Wikipedia


Faixas/Tracklist: 

01 - Hi-Heel Sneakers
02 - I'm Not Mad
03 - Don't Mess Around
04 - Run Run Run
05 - Things We Said Today
06 - Can I Get a Witness
07 - Long Tall Texan
08 - Don't Let the Sun Catch You Crying
09 - It Seems to Me
10 - She Cried
11 - When Does Linda Cry
12 - Savage World [instrumental]
13 - Candlelight
14 - Things We Said Today [Alternate Backing Track]
15 - I'm Not Mad [Alternate Version]
16 - Stand by

Álbum gentilmente cedido por Paul Foster, a quem agradecemos.