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The Supersonics - Jovem Guarda/Brasil (álbum duplo)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011




The Supersonics (The Fevers sob pseudónimo), grupo vocal e instrumental, um dos principais e mais activos surgidos nos anos 1960, e, como foi dito, provavelmente o único grupo brasileiro dessa época a fazer mais sucesso na década seguinte, embora fazendo acompanhamento instrumental em inúmeros sucessos de outros artistas durante os anos 1960. Formou-se no Rio de Janeiro, RJ, em 1964, com o nome The Fenders. A sua primeira formação era constituída por Almir Ferreira Bezerra (vocal) Liebert Ferreira Pinto (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (Pedro da Luz Evangevaldo Souza, guitarra), Cleudir Telles Borges (teclados) e Jimmy Cruise (vocal). Em 1965 este último deixou o grupo, que decidiu mudar o nome para outro, também em inglês, mas com sonoridade próxima aos Fenders; procurando no dicionário, escolheram "Fevers". Ainda em 1965 foram contatados pela Philips, conde gravaram alguns compactos de sucesso razoável, passando em 1966 para a Odeon, onde ficaram até o começo dos anos 1980. O grupo obteve vários sucessos, quase todos versões de canções estrangeiras, como "Já Cansei" (versão de "It's Too Late" de Bobby Goldsboro), "Sou Feliz" ("I Am So Happy" do grupo argentino Trio Galleta), "Vem Me Ajudar" ("Help Get Me Some Help" com o espanhol Tony Ronald), "Você Morreu Pra Mim" (composição deles mesmos) e "Guerra Dos Sexos" (idem). Também acompanharam praticamente todos os artistas da jovem guarda em gravações, inclusive de outras gravadoras que não a Odeon (aparecendo então incógnitos), como os Golden Boys (LP Alguém Na Multidão, Odeon), os Fevers (LP Você Me Acende, RGE), Eduardo Araújo (LP O Bom, Odeon), Roberto Carlos (faixas do LP de 1966, CBS), Paulo Sérgio (todo seu primeiro LP, Caravelle), Fábio (seu primeiro compacto, "Lindo Sonho Delirante", RCA), além de dezenas (talvez até centenas) de LPs usando pseudónimos como The Supersonics, Os Cardinales, The Fire Boys, Peter, TheLotus Sound, Hot Machine, Vacation, We, Década Romântica e Década Explosiva. Continuam activos em shows e gravações. Nos anos 2000 alguns de seus integrantes formaram o grupo The Originals. 

Agradecimento especial ao nosso amigo João Pimentel (blog do Pimentel).

Conjunto Night Stars (1º EP 1964) - Moçambique





Conjunto Night Stars (1º EP distribuição Rex, 1964) - Lourenço Marques/Moçambique.

Faixas / Tracks:
Night Stars Twist / Nita / Heah! / Mean Woman Blues

A biografia do grupo, da autoria de Carlos Santos, encontra-se disponível neste blog (Ver Antologia).

E.P. disponibilizado por Carlos Santos. 
Foto gentilmente fornecida por Carlos Alberto (ex-baterista dos Night Stars)
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Mrs. Lennon - Homenagem brasileira a John Lennon (Canções da autoria de Yoko Ono)




Em homenagem a John Lennon, celebrando os seus 70 anos, além dos 30 anos da sua morte, cantoras brasileiras gravaram canções da autoria de sua mulher. Yoko Ono como nunca ouviu, em gravações exclusivas, em inglês, produzidas com esmero por grandes artistas, músicos e produtores. Um projecto único, para nos dar o prazer de ouvir vozes prestigiosas num surpreendente repertório de Mrs. Lennon. Elogiada ao longo dos anos por Eric Clapton, David Bowie, Roberta Flack, Nile Rodgers e Robert Palmer, Yoko Ono existe para quem não tem preconceitos. Fugindo à obviedade de se lançar a homenagem a Lennon nas efemérides dos seus 70 anos (09/10/2010) ou nos 30 anos de morte (08/12/2010), este lançamento conjunto (“Mrs. Lennon” e “Mr. Lennon”) deu-se por ocasião do Dia dos Namorados de 2010.


Faixas/Tracks:

1. Mrs. Lennon – Cida Moreira
2. Who Has Seen the Wind? – Hevelyn Costa
3. Listen, the Snow Is Falling – Ampslina
4. Death of Samantha
5. Why – Tetine
6. Midsummer New York – Fuzzcas
7. Sisters o Sisters – Doidivinas
8. Move On Fast – Marília Barbosa & Pelv’s
9. Yangyang – Silvia Machete
10. Kiss Kiss Kiss – Voz Del Fuego
11. Yes, I’m Your Angel – Mathilda Kovak
12. Don’t Be Scared – Isabella Taviani
13. I’m Moving On – Luen
14. Walking On Thin Ice – Katia B
15. It Happened – Angela Ro Ro
16. Goodbye Sadness – Zélia Duncan

Agradecimento muito especial pela colaboração prestada pela minha amiga Heliete, do Rio de Janeiro/Brasil.

Concurso Yé-Yé do Cinema Monumental


Concurso Yé-Yé do Cinema Monumental... 
EU ESTAVA LÁ NA FINAL (30/04/1966)!


O Concurso de Yé-Yé do Teatro Monumental foi o que atingiu maiores proporções, recebendo bandas de todo o Portugal, incluindo ilhas, Moçambique e Angola.

Avaliados por dois júris, um técnico e um de ié-ié, constituídos por "distintos músicos profissionais e um grupo de jovens entusiastas entendidos em ié-ié", as bandas competiam para um primeiro primeiro prémio de 15.000 escudos, um segundo de 10.000 escudos e um terceiro de 5.000 escudos. Além disso havia a taça do programa "Passatempo Juvenil", "a Philips oferecia uma telefonia e uma Philishave, a Casa Gouveia Machado uma viola Eko de 12 cordas no valor de 4.360$00, um microfone Shure no valor de 2.520$00 e uma tarola Sonor, com suporte, no valor de 1.720$00, o Salão Musical de Lisboa oferecia uma bateria, uma viola, uma guitarra, uma pandeireta e três harmónicas de boca, a Casa Galeão uma mala de viagem, a Casa Pinheiro Ribeiro cinco metros de tecido, a Casa J. Nunes Correia seis gravatas, a Sapataria Lord um par de sapatos, a Loja das Meias cinco gravatas e a Casa J. Pires Tavares dez frascos de água de Colónia."[1]

Apresentada por Henrique Mendes, a primeira eliminatória realizou-se a 28 de Agosto de 1965 e participaram Os Martinis de Elvas, Os Átomos de Lisboa, Os Dakotas de Almada, Magic Strings de Oeiras e os Jovens do Ritmo de Leiria. "O público entregou-se vibrantemente ao espectáculo e estabeleceu tal gritaria, tantas palmas, assobios e cantorias que em dados momentos era difícil distinguir os dois campos de som: o palco e a sala"[2]. As eliminatórias seguiram-se e contaram com a participação de quase cem bandas, entre as quais os G-Men do Entroncamento, que mais tarde deram origem à Filarmónica Fraude, os Black Boys de Santarém, Os Gringos de Torres Novas, Os Monstros e Os Diabólicos de Lisboa, Flechas de Oliveira de Azeméis, Guitarras de Fogo da Caparica, Penumbras e Os Morcegos de Olhão, Os Clips da Trafaria, Os Ratones de Vila Real de Santo António, os Boys de Coimbra que dariam origem aos Álamos e Conjunto Universitário Hi-Fi, Os Neptunos do Montijo, entre muitos outros.

De salientar ainda o choque eléctrico de que um dos membros dos Falcões foi vítima e que o levou para o hospital, além das actuações do público, que lançavam sobre os concorrentes milho, feijão e "os mais excitados partiram cadeiras, atiraram tomates, batatas e, incrível... pedras!", o que levou a que fosse colocado um cartaz no palco com a seguinte mensagem:

"Atenção! Barulho que não permita o júri ouvir os conjuntos, objectos atirados para o palco, distúrbios na sala são motivos para a expulsão do espectador que assim proceder sem que a organização lhe devolva a importância do bilhete. A juventude pode ser alegre sem ser irreverente".

Venceram o concurso, na final realizada a 30 de Abril de 1966, com lotação esgotada e com polémica, Os Claves. Em segundo ficaram os Rocks, de Angola, que vinham pela primeira vez a Portugal, em terceiro o Conjunto Night Stars de Moçambique, em quarto os Jets de Lisboa, em quinto os Ekos, em sexto os Chinchilas da Parede e em sétimo os Espaciais, empatados com os Tubarões de Viseu.

Ou seja, os "ritmos modernos da nova vaga" tinham atingido definitivamente o país todo e apesar dos estudos, trabalhos e situação militar todos tinham uma banda. Em quartos, salas ou garagens, com instrumentos cada vez melhores que agora podiam pagar graças a um circuito de locais para concertos que se tinha estabelecido por todo o país, tudo servia de pretexto para dar azo à criação musical.

Na zona de Lisboa, tocavam em boites como Maxime, Mónaco, Bico Dourado, Caruncho, Ronda, a Falena, no Estoril, ou a Concha, em Sintra, e, no resto do país, na Pato Bravo, em Portimão, na LB, na Póvoa do Varzim, no Garcia de Resende, em Évora, ou no Pax Júlia, em Beja. Isto além de teatros, cine-teatros, hotéis, casinos, clubes de praia ou festas de beneficência, na televisão e cada vez mais também fora de Portugal, em Badajoz, Madrid e Paris.

[1] Luis Pinheiro de Almeida in http://guedelhudos.blogspot.com, 16.10.2007

[2] O Século, citado em http://guedelhudos.blogspot.com, 16.10.2007.


Informação e fotos recolhidas do blog (Música Eléctrica a Preto e Branco), do meu amigo Afonso Cortez, a quem muito agradeço.

C.S.


Os Rapazes do Ritmo(com Bártolo Valença)


Recebemos por Email uma mensagem do nosso amigo Charlie Santos. Sobre o assunto exposto nessa mensagem, tentámos dar resposta pela mesma via mas sem sucesso. Por razões que desconhecemos, a nossa mensagem de resposta não está a ser entregue ao destinatário. Por isso, não tivemos outra solução senão dar a nossa resposta através deste blog. Aqui vai:

From: CHARLIE SANTOS
Thursday, September 1, 2011, 2:23 PM

Ola. Ha muito tempo que ando a tentar arranjar a letra Ate a vista Lisboa,que foi gravada pelo conjunto os rapazes do ritmo(com Bartolo Valenca,do qual nao ha informacao nenhuma) Poderiam publicar esta letra? Muito obrigado.

***********************

A nossa resposta:

Olá,

Obrigado pela sua mensagem. 
Infelizmente também não temos essa letra nem informação consistente sobre este grupo. Há certos grupos portugueses (infelizmente muitos...) em que é muito difícil encontrar qualquer tipo de informação, letras ou mesmo discos de vinil deles.
Agradecemos a sua participação. 
Abraço, 

Carlos Santos 

Programa LAM House da Rádio Fluminense (Brasil)


Recebemos do nosso amigo LACARV a seguinte informação, a quem interessar:


Programa LAM House da Rádio Fluminense/Brasil. Garantia de uma programação 100% ROCK´N´ROLL. 


Programa LAM House da Rádio Fluminense. Comandado por Luiz Antonio Mello (idealizador e criador da "MALDITA") e participação especial de LACARV, na consultoria de repertório e comentários. Garantia de uma programação 100% ROCK´N´ROLL. Toda segunda, terça e sábados, às 23h pela RÁDIO FLUMINENSE 540 AM e na internet em http://www.ofluminense.com.br/. 
Excelente notícia para os amantes do Rock! 

Agradecimento a Lacarv.

Baby Consuelo - Menino do Rio (single 1979)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011






Baby Consuelo - Menino do Rio (single Atlantic/Radio Triunfo - ATL B 71006 - 1979). 
Tema que serviu de abertura da novela brasileira "Água Viva", interpretado por Baby Consuelo, "Menino do Rio", composto por Caetano Veloso.

Em Portugal, a telenovela Água Viva fez muito sucesso. A atriz Betty Faria conta que a personagem Lígia mexeu com a cabeça das mulheres portuguesas, que eram muito fechadas na época devido ao longo período da ditadura de Salazar. Na trama, a personagem se separava do marido e ia trabalhar para se sustentar. De acordo com a atriz, o comportamento da personagem provocou uma verdadeira revolução na mentalidade feminina em Portugal.

Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade (Niterói, 18 de Julho de 1952) conhecida como Baby do Brasil e também Baby Consuelo, é uma cantora e compositora brasileira. Fez parte do grupo Novos Baianos de 1969 a 1979. 
Baby do Brasil iniciou sua carreira como cantora do grupo Novos Baianos. Oriunda de uma família de classe média alta, foi criada nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro. Começou a cantar e tocar violão ainda na infância, chegando inclusive a vencer um festival de música em Niterói aos 14 anos, no qual interpretou uma música do renomado maestro Eduardo Lages. 
Em 1969, fugiu de casa para Salvador, Bahia, onde conheceu os músicos Moraes Moreira,Galvão e Paulinho Boca de Cantor, assim como o guitarrista e futuro marido Pepeu Gomes. Estava formado o grupo Os Novos Baianos, que, no ano seguinte, lança seu primeiro disco, É Ferro na Boneca, pela gravadora RGE Fermata. O trabalho coloca a banda na mídia nacional. Pouco tempo depois, a banda se muda para um sítio em Jacarepaguá, cidade do Rio de Janeiro, laboratório para criação daquele que viria a ser o LP de maior sucesso da banda, Acabou Chorare, eleito pela revista Rolling Stone Brasil como "o maior álbum de música brasileira de todos os tempos". Baby e Pepeu permaneceram no grupo até 1978, quando foi decidido que cada um iniciaria sua carreira solo. 
O primeiro álbum solo de Baby, O Que Vier Eu Traço, atinge grande sucesso de mídia e de vendagem pela gravadora Warner Music. Seu primeiro grande sucesso solo foi a canção Menino do Rio, de Caetano Veloso, composta exclusivamente para Baby e tema da novela Água Viva da Rede Globo. A música fez parte de seu segundo disco solo, Pra Enlouquecer, novo campeão de vendas. Na capa, Baby aparece ao lado de quatro de seus (futuros) seis filhos: 'Riroca (que viria a trocar seu nome para Sarah Sheeva), Zabelê, Nana Shara e Pedro Baby. Os quatro tornaram-se músicos, e as três garotas viriam a formar a girl-band SNZ. Baby ainda daria à luz outros dois meninos: Krishna Baby (que aparece na contracapa do disco que leva o nome da criança, de 1984) e Kriptus Baby (presente na capa do álbum Sem Pecado e Sem Juízo, do ano seguinte). 
No fim da década de 1990, Baby se tornou evangélica, mantendo sua carreira de cantora ao mesmo tempo que se tornou pastora da Igreja Ministério do Espírito Santo de Deus. 
Atualmente está em produção o filme documentário "Apopcalipse segundo Baby", direção de Rafael Saar, uma cinebiografia da artista. 
Mais informação sobre a discografia desta cantora brasileira, em Wikipedia. 

Fonte: Wikipedia 

Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.

I Corvi (1966-67)





I Corvi sono un gruppo beat storico italiano, particolarmente noto per la canzone Un ragazzo di strada. 
I Corvi si formano a Parma nel 1965, ed iniziano ad esibirsi in vari locali dell'Emilia proponendo cover di gruppi inglesi ed americani.
All'inizio del 1966 si iscrivono al 1° Torneo nazionale Rapallo Davoli, superano tutte le selezioni e, durante la finalissima, si classificano al secondo posto.
Oltre che per le sonorità elettriche, hanno anche un look particolare: suonano infatti con delle mantelline nere, per richiamare l'immagine del corvo.
Vengono così notati dal direttore artistico dell'Ariston, Alfredo Rossi, che li mette sotto contratto, facendo loro incidere Un ragazzo di strada, cover di I Ain't No Miracle Worker dei Brogues (un complesso i cui membri parteciperanno poi alla fondazione dei Quicksilver Messenger Service) con un testo in italiano scritto da Nisa, storico collaboratore di Renato Carosone.
La canzone partecipa al Cantagiro dello stesso anno, riscuotendo un grande successo: il gruppo si esibisce con un corvo vero (chiamato Alfredo in onore del loro discografico) appollaiato sulla paletta del basso, ed alla fine della manifestazione, pur essendo un gruppo esordiente, si classificano all'ottavo posto.
Nello stesso anno viene pubblicato un altro 45 giri di successo, Bang bang, con sul retro Che notte ragazzi, inserita nella colonna sonora del film omonimo diretto daGiorgio Capitani (con Philippe Leroy, Marisa Mell ed Alberto Lionello).
Tutti questi brani sono inseriti nel primo album del gruppo, pubblicato nell'autunno del 1966 ed intitolato Un ragazzo di strada; da ricordare due cover di Donovan Leitch, I colori (Colours) e Volevo finirla (To Try For The Sun).
Dopo altri 45 giri pubblicati nei primi mesi del 1967, tra cui Sospesa ad un filo (quest'ultima cover di I had too much to dream last night degli Electric Prunes, che li avvicina alla psichedelia), rompono il contratto con la Ariston e passano alla Bluebell, per cui pubblicano altri 45 giri con scarso successo; particolarmente interessantiBambolina, cover di Any day now di Burt Bacharach, Datemi un biglietto d'aereo (The letter dei Box Tops) e Questo è giusto (Morning dew degli Episode six).
Nel 1969 Levati abbandona il gruppo, ed è sostituito da Antonello Gabelli; pochi mesi dopo il gruppo decide di sciogliersi, e Gabelli entra nei Nuova Idea mentre Ravasini forma il gruppo Angelo e i Corvissimi e Claudio Benassi dà vita a I Nuovi Corvi, che incidono un 45 giri nel 1971 per la CAR Juke Box ed in seguito diventano il complesso che acocmpagna Marcella Bella (formati, oltre che da Benassi, da Pino Corvino, Giancarlo Lazzini, Ennio Tricomi e Franco Pulvirenti).
Nel 1982 Ravasini e Levati si ritrovano e pubblicano, a nome del gruppo, una versione di Un ragazzo di strada con sonorità più moderne.
Nel 1988 tornano in sala d'incisione per l'album Hanno preso la Bastiglia! (che, oltre a qualche vecchio successo, racchiude canzoni nuove come Picasso o Segni sulla pelle, con sonorità a volte vicine all'hard rock), pubblicato l'anno successivo, e riprendono l'attività dal vivo; Gianluca Antolini sostituisce al basso Ferrari (che si dedica all'attività di burattinaio, che la sua famiglia porta avanti da tre generazioni), mentre alle chitarre è presente Gabelli, in quanto Levati decide di ritirarsi.
Partecipano anche alla trasmissione Vent'anni dopo, curata e presentata da Red Ronnie e trasmessa da Italia Uno, dove cantano Un ragazzo di strada.
Dopo alcuni anni anche questa formazione cessa le attività; intorno al 2000 Ravasini ricostituisce un gruppo, con la stessa denominazione, ma con altri musicisti, tra cui i suoi due figli Stefano e Luigi; questa formazione è tuttora in attività.
Il 18 aprile 2000 muore a 53 anni Fabrizio "Billo" Levati e domenica 31 Dicembre 2006 muore a 66 anni Gimmi Ferrari. Da Maggio 2009 il management del gruppo è gestito da Mauro D'Angelo. 

Formazione 
Flavio Polverigiani: tastiera (anni'70) 
Angelo Ravasini: voce, chitarra 
Fabrizio Levati: chitarra (dal 1966 al 1969) 
Antonello Gabelli: chitarra (dal 1969 al 1970, poi nel 1989/90) 
Italo Gimmi Ferrari: basso (dal 1966 al 1969) 
Gianluca Antolini: basso (dal 1988 fino agli anni '90) 
Claudio Benassi: batteria (dal 1966 fino agli anni '90) 
( Massimo Armani) : chitarra solista e acustica ( dal 1990 al 2007) 

Formazione attuale
Angelo Ravasini: voce, chitarra 
Alessandro Secchi: chitarra solista 
Stefano Ravasini: batteria 
Luca Sardella: basso 
Cristian Ferretti: tastiere 

Fonte: In Wikipedia

Track List:
01. Un Ragazzo Di Strada
02. Datemi Una Lacrima Per Piangere
03. Che Notte Ragazzi
04. Sospesa A Un Filo
05. Bang Bang
06. Luce
07. Quando Quell'Uomo Ritornerà
08. Voglio Finirla
09. I Colori
10. Si Prega Sempre Quando E' Tardi
11. C'e Un Uomo Che Piange
12. Che Strano Effetto

C.S.

Frenéticas - Dancin' Days (single 1978)


Frenéticas - Dancin' Days, from Youtube.


Frenéticas - Dancin' Days (single Atlantic/Radio Triunfo - B 71005 - 1978). Edição portuguesa.

Dancin' Days foi uma telenovela brasileira, produzida e exibida pela Rede Globo de 10 de Julho de 1978 a 27 de Janeiro de 1979, às 20 horas. Foi escrita por Gilberto Braga e dirigida por Daniel Filho, Gonzaga Blota, Dênis Carvalho, Marcos Paulo e José Carlos Pieri, tendo contado com 173 capítulos. 
Esta telenovela estreou-se em Portugal no ano de 1979, nos ecrãs da RTP. 

Da autoria de Gilberto Braga, Dancin’Days conta a história de Júlia de Souza Matos (Sónia Braga), uma presidiária a quem, ao fim de 11 anos, é decretada a liberdade condicional. Na verdade, a mulher foi presa injustamente, uma vez que atropelou acidentalmente um homem. 
A sua filha, Marisa (Glória Pires) na altura com apenas quatro anos, foi entregue a uma instituição, mas alguns meses mais tarde acabou por ir viver com a tia, Yolanda (Joana Fomm). Quando é posta em liberdade, a primeira coisa que Júlia faz é tentar aproximar-se da filha. Tudo o que a ex-presidiária deseja é o perdão e o amor de Marisa, mas, sem coragem, aproxima-se da filha sem revelar a sua identidade. 
Ao aproximar-se da filha com outra identidade, Júlia disfarça-se e passa a conviver com ela como se tivessem a mesma idade. Com o amor de mãe a falar mais alto, a ex-presidiária tenta a todo o custo evitar que Marisa se case com Beto (Lauro Carona), ao contrário do que faz Yolanda, que influencia a sobrinha a dar o golpe da barriga. 
No dia do casamento, Júlia ganha coragem e revela a sua identidade, tentando impedir a cerimónia. Contudo, não consegue obter o resultado esperado e, triste e desiludida, fica embriagada, voltando a ser presa, devido a desacatos durante a festa, sendo condenada a mais seis meses de prisão. 
A partir daqui, a mãe de Marisa jura vingar-se de tudo e todos e continuará a lutar pelo perdão da filha, ao longo de toda a novela.

Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.

C.S.

Programa Eli Corrêa deste Domingo traz a alegria e animação do Trio Virgulino


Programa Eli Corrêa deste domingo traz a alegria e animação do Trio Virgulino 
Com mais de 25 anos de carreira, a banda é a responsável pelo resgate do ritmo tipicamente brasileiro: O forró pé de serra

No próximo domingo, dia 04 de Setembro, a partir das 07hs, o programa Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil) faz a festa logo pela manhã e traz a animação do grupo mais forrozeiro do Brasil: O Trio Virgulino. Formada por três pernambucanos apaixonados pelo forró pé de serra, a banda que ganhou os palcos com a canção “Coração Feliz”, falará um pouco mais sobre a carreira de sucesso que atravessou a fronteira do país. 

A partir das 10hs, ainda na Rede TV!(Brasil), Dom Fernando Figueiredo comanda o programa “Deus Médico dos Médicos” que abordará o distúrbio psicopatológico que faz o indivíduo roubar itens diversos: A cleptomania. 

Produzidos e patrocinados pela Ultrafarma, os programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! (Brasil). 

Fonte: Assessoria Márcia Stival