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Tommy Roe - Greatest Hits

terça-feira, 6 de setembro de 2011



Tommy Roe - Dizzy (from Youtube)


Tommy Roe nasceu nos Estados Unidos em Atlanta, em 9 de Maio de 1942. Influenciado por Buddy Holly desenvolveu o seu próprio estilo.Surgiu nos anos 60 e é um dos poucos que não ficaram no “one hit wonders” (um sucesso só), continuando a acumular sucessos nos anos 70.


As suas músicas mais conhecidas foram: Sheila e Dizzy. 
Tommy Roe fez shows com Chris Montez e com os Beatles em Inglaterra em 1963.

Faixas/Playlist:

01. Tommy Roe - Sheila (2:06)
02. Tommy Roe - The Folk Singer (2:56)
03. Tommy Roe - Everybody (2:00)
04. Tommy Roe - Come On (2:08)
05. Tommy Roe - Party Girl (2:43)
06. Tommy Roe - Everytime A Bluebird Cries (2:26)
07. Tommy Roe - Sweet Pea (2:14)
08. Tommy Roe - Hooray For Hazel (2:31)
09. Tommy Roe - It's Now Winter's Day (3:25)
10. Tommy Roe - Dottie I Like It (2:47)
11. Tommy Roe - Dizzy (2:56)
12. Tommy Roe - Heather Honey (2:55)
13. Tommy Roe - Jack And Jill (2:43)
14. Tommy Roe - Jam Up And Jelly Tight (2:22)
15. Tommy Roe - Stir It Up And Serve It (2:33)
16. Tommy Roe - Pearl (2:56)
17. Tommy Roe - We Can Make Music (2:51)
18. Tommy Roe - Stagger Lee (3:22)
Bonus:
19 - Tommy Roe - Much More Love (2:40)

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por Luís Lobão.

Livro por Viseu'60s - Os Tubarões



Recebemos do nosso amigo Eduardo Pinto, do grupo de Viseu dos anos 60, "Os Tubarões" uma informação que gostaríamos de partilhar. Aqui vai:

"Amigos,

É com prazer que vos anuncio o livro por Viseu'60s e convido para estarem presentes na sua apresentação pública.


Apareçam pois haverá surpresas e valerá a pena (digo eu).

Obrigado,
Eduardo Pinto"


O referido blog (Os Tubarões/ Viseu), descreve momentos da vida do Conjunto Académico "Os Tubarões", de Viseu, entre 1961 e 1968.

Assim, no próximo dia 23 de Setembro de 2011, no Montebelo Viseu Hotel & SPA, a partir das 21H30, ocorrerá a apresentação do livro por Viseu'60s - Retratos de Viseu e da vida musical do conjunto académico "os Tubarões" (1963-1968).

 Índice geral:

- .Viseu’60s. : memórias dos locais e hábitos de vida de uma cidade nos '60s.
- .’64s – aprender. : o 1º ano da vida musical do conjunto: Viseu e S.Pedro do Sul
- .’65s – crescer. : a evolução musical passo a passo: Figueira da Foz e IÉ-IÉ
- .’66s – conquistar.: a projecção nacional após a presença na Final do IÉ-IÉ
- .’67s – consolidar. : a carreira no País: 3ºAniversário, Caruncho e Woolmark
- .’68s – gozar. : a Guerra Colonial e o final da carreira 
- .quem.foi.quem. : quem foi quem no conjunto
- .playlist. : playlist parcial dos principais temas interpretados
- .instrumentos. : principais instrumentos e aparelhagens
- .e.depois.da.música.: a vida depois da música
- .agradecimentos.
- .indice.geral.

Num total de 192 páginas o livro está dividido em duas partes: a 1ª parte descreve facetas da vida, costumes e locais de Viseu nos anos 60 e o ambiente que entusiasmou a juventude e propiciou o aparecimento dos Conjuntos Pop.

A 2ª parte descreve a carreira musical do Conjunto Os Tubarões ano a ano; Os Palcos e os Artistas com quem se cruzaram, episódios e evolução musical. Depoimentos de quem viveu alguns dos episódios descritos como Manuel Maria Carrilho, Rui Oliveira e Costa, Serafim Matos Silva, Vitor Pais, João Correia dos Santos, Ledinha e Kinga, António Valarinho, Luis Cunha Matos, Carlos Manuel Serpa, Fernando Pascoal de Matos e Jorge Marques.

Não perca! Apareça que será Bem Vindo. Em Viseu a 23 de Setembro a partir das 21H30.

Desejamos as maiores felicidades e êxito!

João Romão e Carlos Santos

Shocking Blue - Greatest Hits

segunda-feira, 5 de setembro de 2011





Shocking Blue foi uma banda de rock dos Países Baixos formada em 1967 na cidade de Haia. 

Shocking Blue was a Dutch rock band from The Hague, the Netherlands, formed in 1967. Their biggest hit, "Venus", went to #1 on the Billboard Hot 100 in February 1970, and the band had sold 13.5 million discs by 1973, but the group disbanded in 1974.


Os Shocking Blue iniciaram a sua carreira a partir da ideia do guitarrista Robbie Van Leeuwen em 1967. A banda começou com o baterista Cor Van Beek, o baixista Klaassje van der Wal e o cantor Fred de Wilde. Gravaram um disco que fez sucesso moderado na Holanda. Mas um tempo mais tarde, em 1968, o empresário foi a uma festa que estava sendo animada pela banda Bumble Bee. Lá, conheceu Mariska Veres que logo depois com o contrato dos produtores do SB passou a ser a vocalista. A partir dos anos 70 eles fizeram sucesso na Holanda, nos Estados Unidos e pode-se dizer mesmo, no resto do mundo com o single Venus. Com a voz rouca, forte, a maquiagem e as roupas de Mariska confudiam muita gente que se perguntavam se a cantora era homem ou mulher. A música rendeu à banda popularidade e dinheiro. Então o grupo fez um novo disco chamado "At Home" que trazia o single Venus e Love Buzz (logo após serviu de inspiração para ser regravado pelos Nirvana). Os Shocking Blue lançaram em seguida excelentes singles, que fizeram enorme sucesso na Holanda, no resto da Europa e Japão, como Mighty Joe, Never Marry a Railroad Man, Hello Darkness, Shocking You, Long and Lonesome Road, Send Me a Postcard, Blossom Lady, Out of Sight, Out of Mind e Inkpot. 
A banda, com o passar do tempo foi-se depurando e em 1971 o guitarrista abandonou a banda, Mariska continuou, mas logo depois o trio acabou em1974.

Mariska Veres 

Depois que os Shocking Blue acabaram, Mariska seguiu uma carreira a solo no pop e eurodance. Mariska morreu em 2 de Dezembro de 2006 com 59 anos, vítima de cancro.

Integrantes/Personnel: 

Os membros iniciais eram: 
Robbie van Leeuwen (guitarra, sítara e vozes) 
Fred de Wilde (vozes, 1967–1968) 
Klaasje van der Wal (viola baixo, 1967–1972) 
Cor van der Beek (bateria) 

Membros que ingressaram mais tarde: 
Mariska Veres (voz, 1968–1974) 
Leo van de Ketterij (guitarra, 1970–1971) 
Martin van Wijk (guitarra, 1973–1974) 
Henk Smitskamp (baixo, 1972–1974) 

Vasta discografia.

Fonte: Wikipedia.

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

The Four Pennies - The World Of The Four Pennies (60's)





The Four Pennies foi uma banda britânica de música pop. O auge do seu sucesso foi na década de 60, quando conseguiram vários hits nas paradas musicais do Reino Unido, incluindo o single "Juliet", que alcançou o 1° lugar da UK Singles Chart.


The Four Pennies were an English, 1960s pop group, most notable for their 1964 UK chart topping song, "Juliet". The group's name came after a meeting above the Blackburn music shop owned by Mary Reidy, the shop being situated on 'Penny Street' where it is still located today as "Reidy's Home of Music". The name was chosen as a more commercial alternative to 'The Lionel Morton Four'. The shop is still owned by the Reidy family.

Fonte: Wikipedia

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Álbum da Canção - João Maria Tudella


João Maria Tudela (Lourenço Marques, Moçambique, 27 de Agosto de 1929 - Cascais, 22 de Abril de 2011) foi um cantor, músico e artista português. 


Filho de família brasonada e de haveres, João Maria Tudela nasceu em Moçambique, em 1929. Até aos 13 anos estudou na África do Sul. Mais tarde, em Lourenço Marques, começa a actuar como solista no Liceu Salazar. Tocava piano, guitarra, viola e harmónica vocal. A sua vinda para Coimbra, como estudante, veio a acentuar a sua tendência artística. 


Por imposição familiar volta a Moçambique, empregando-se primeiro na "Companhia de Seguros Império" e depois na "Shell", onde permanecerá durante uma década como responsável comercial. É por essa altura que desenvolve o seu talento como jogador de ténis, chegando a ser um dos melhores atletas de Moçambique naquela modalidade. 

Mas Tudela tinha a música dentro de si. Nunca deixou de cantar, sobretudo o fado de Coimbra, e a sua fama tornou-se grande em todo o território moçambicano. Começa, também, a interessar-se pela música africana. Nos anos seguintes continuou a gravar e a actuar naquele país, iniciando uma parceria com a orquestra de Dan Hill, que o acompanhou nos principais êxitos da época. Em 1959 João Maria Tudela cria então o seu primeiro e maior êxito de sempre, Kanimambo, que fez grande carreira em Portugal continental, nos Estados Unidos e na América do Sul. 

Defendendo sempre o seu estatuto de amador, é convidado para uma digressão ao Brasil. No regresso passa por Portugal, onde a pressão para que "o maior cartaz turístico de Moçambique" aqui se instale é tal que, poucos meses depois, retorna para ficar, definitivamente como profissional. No início da década de sessenta, João Maria Tudela entra no meio artístico português pela porta grande. O seu estilo elegante conquistou-lhe uma legião de adeptos, e uma carreira coroada por inúmeros prémios, entre os quais o Prémio da Crítica O Melhor da TV, em 1962. Em 1968, após ter sido proibido de voltar à RTP na sequência da interpretação de Cama 4, Sala 5 de José Carlos Ary dos Santos e Nuno Nazareth Fernandes, Tudela resolve terminar a sua carreira. Os seus últimos anos de intervenção artística são marcados por uma crescente exigência quanto aos temas, (letras e composições), e por uma aproximação aos autores mais críticos do regime. 


Participou no Festival RTP da Canção 1966 e de 1968. 
Faleceu no dia 22 de Abril de 2011, vítima de um Acidente Vascular Cerebral.



Principais êxitos, entre outros, Kanimambo, Hambanine, O Meu Chapéu, Diz que Gostas de Mim, Menina das Tranças, No País do Sol, Soldado Português, Moçambique, Liberdade.

In Wikipedia

Revista Álbum da Canção, nº 8, de 01/10/1963, gentilmente cedida por Luís Futre.

Fernando Tordo - O Café (Single 1973)

domingo, 4 de setembro de 2011




Fernando Tordo - O Café (Single Orfeu KSAT 503 - 1973)

Fernando Travassos Tordo (Lisboa, 29 de Março de 1948) é um cantor e compositor português.
Portador de um currículo que se desenha já bastante extenso, Fernando Tordo deu os primeiros passos no mundo da música em 1966, ao integrar a formação do grupo pop, Os Deltons, se bem que tenha sido por pouco tempo, uma vez que, no ano seguinte, o cantor juntou-se ao Sheiks, já na sua fase final, ocupando o lugar de Carlos Mendes.
Fernando Tordo nasceu em Lisboa no dia 29 de Março de 1948 e, vinte anos depois, participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção, onde a apresentadora Maria Leonor lhe sugeriu que cantasse a solo. O convite para regressar ao Festival foi feito e, no ano seguinte, o cantor regressou, desta feita a solo, com "Cantiga", que se tornou no tema forte do seu primeiro EP. As canções que compôs em 1969, valeram-lhe, no ano seguinte, o Prémio de Compositor da Casa da Imprensa, e à medida que se declarava pouco apologista da canção de intervenção, foi atraindo a atenção de autores como Manuel da Fonseca, Ary dos Santos, Natália Correia e Sophia de Mello Breyner. 
Nova passagem pelo Festival da Canção, em 1971, onde se classificou em terceiro lugar com "Cavalo à Solta", motivou a descolagem da carreira de Fernando Tordo. 
Depois de um desentendimento com a sua editora, o cantor assinou novo contrato, desta feita com a Phillips, que fez chegar ao mercado, em 1972, o primeiro álbum do cantor, que no ano seguinte saiu vitorioso de mais uma participação no Festival da Canção, com o tema "Tourada", uma crítica aberta ao regime, que se tornou num escândalo, mas que o levou ao Luxemburgo em representação de Portugal. 
Os seus filhos gémeos, Joana e João, nascem em 1975, e no ano seguinte, Tordo foi novamente número um no Festival da Canção, com "Portugal no Coração", mas aqui com a colaboração do grupo Os Amigos, que incluiu, na sua formação, Paulo de Carvalho, Luísa Basto, Ana Bola, Edmundo Silva e Fernando Piçarra. No mesmo ano, foi editado o álbum, "Estamos Vivos".
Tordo reúne-se com Paulo de Carvalho e Carlos Mendes, em 1978, para a gravação de um disco retrospectivo da carreira dos Sheiks, ao qual chamaram "Dez Anos de Cantigas", e que foi sucedido, dois anos mais tarde, por "Cantigas Cruzadas", o último disco composto em colaboração com Ary dos Santos, com quem Tordo cortou relações ao fim de catorze anos de grande amizade, e que faleceria poucos anos depois.
"Adeus Tristeza" viu a luz do dia em 1983, e foi considerado o melhor disco do ano, na área da música ligeira, trazendo assim ao de cima a popularidade do cantor junto do público. Durante esse ano, Tordo troca Lisboa pelo Faial, nos Açores, onde se instalou em casa do líder comunista, Decq Mota, a mesma onde também Jacques Brel estivera em recuperação de acidente ocorrido no mar alto, próximo do arquipélago. 
Em 1984, foi editado o disco "Anticiclone", que serviu de mote a um espectáculo na Aula Magna, e a outro na cave da Ocarina, no Bairro Alto. O registo foi o primeiro de dois a contar com a colaboração do maestro de Jacques Brel, François Rauber, a quem Tordo enviara algumas cassetes com canções gravadas, juntamente com um convite para participar no disco. "A Ilha do Canto", o segundo com François Rauber, chega às lojas em 1986, e à semelhança do trabalho anterior foi apresentado na Aula Magna, e ainda em Coimbra e no Porto.
Em 1988, editou em conjunto com José Calvário, um disco de homenagem ao seu amigo de longa data Ary dos Santos, intitulado "O Menino Ary dos Santos" e, no ano seguinte, regressou aos palcos com Fernando Tordo e Paulo de Carvalho, com o espectáculo "Só Nós Três", que deu título ao álbum do mesmo ano.
Em 1994, depois de um afastamento prolongado regressou aos palcos do CCB e às edições discográficas com um álbum gravado com a Youth National Jazz Orchestra, com quem voltou a trabalhar no ano seguinte, em Londres, no disco "Lisboa de Feira".


Fonte: Por Maria João Serra, In Cidade FM

Single gentilmente cedido por Mário Romão.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Conjunto Night Stars (3º EP 1966)


Os Night Stars, nesta foto ainda com o baterista Carlos Alberto Silva.


Conjunto Night Stars - Eu Sei (3º EP Orfeu ATEP 6193, 1966) - Lourenço Marques / Moçambique


A Biografia do grupo, da autoria de Carlos Santos, encontra-se disponível neste blog (Ver Antologia).

E.P. gentilmente cedido por Carlos Santos. 
Fotos gentilmente fornecidas por Carlos Alberto (ex-baterista dos Night Stars).
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Bob Lind - Don't Be Concerned (LP 1966)




Bob Lind - Don’t Be Concerned (LP 1966 - World Pacific Records)

Bob Lind (born Robert Neale Lind, November 25, 1942, Baltimore, Maryland) is an American folk music singer-songwriter who reached the height of his success during the 1960s. Lind is best known for his transatlantic chart hit single, "Elusive Butterfly", which reached #5 on both the US and UK charts in 1966. 
Lind signed a recording contract with Liberty Records' subsidiary, World Pacific Records, in 1965, and it was on that label that he recorded "Elusive Butterfly." The single may have done even better on the UK Singles Chart had there not been competition from established Irish recording artist Val Doonican, who released a cover version of the song at the same time. In the end, both versions of "Elusive Butterfly" made #5 in the UK in the spring of 1966. Lind also wrote "Cheryl's Goin' Home", which was covered by Adam Faith. It was Faith's last British hit.


Over 200 artists - including Sonny Bono, Cher, Glen Campbell, Aretha Franklin, Dolly Parton, Eric Clapton, Nancy Sinatra, The Four Tops, Richie Havens, Hoyt Axton, Blues Project, The Cascades, and Petula Clark - have covered songs written by Lind, but as a recording artist, he remains a one-hit wonder. 
Lind retired from the music industry in 1969 to pursue other interests. In more recent years he has resided in Florida and works as a writer. He is the author of five novels, and has written for such supermarkettabloids as the Weekly World News and the Sun. 
Lind returned to music in 2004, when he began performing again and established an official website. In 2006, RPM Records re-issued the album Since There Were Circles, and in 2007, Ace Records (UK) released Elusive Butterfly: The Complete 1966 Jack Nitzsche Sessions. 
The British band, Pulp, have a song named after him: "Bob Lind (The Only Way Is Down)", from their album, We Love Life. A Lind recording, "Cool Summer" was also included on the compilation album, The Trip, compiled by Pulp's Jarvis Cocker and Steve Mackey. 

Fonrte: Wikipedia.


1966 was an amazing year for music, and not least because of Bob Lind’s first two official releases, “Don’t Be Concerned” and “Photographs of Feeling.” He’s remembered today for “Elusive Butterfly” — a song that still holds up as a perfect slice of mid-’60s yearning and passion — but his songwriting went much deeper than one song. 
My particular favorites are “Truly Julie’s Blues,” which effortlessly achieves a spiritual quality that is almost never attained when a songwriter actually tries for it; “Drifter’s Sunrise,” a perfect reflection of both regret and hopefulness from a man moving on; and “Unlock the Door,” a joyful, lustful burst of excitement at the beginning of a new relationship. 
I’ve played this album for many people who missed it the first time around, and its pleasures seem to elude many of them. He is wordy, and he wears his passions on his sleeve, but I find both of those qualities utterly winning on this album. I think he’s the perfect antidote to our too-cool age.


Faixas/Track Listing: 

1.Elusive Butterfly
2.Mister Zero
3.You Should Have Seen It
4.Counting
5.Drifter's Sunrise
6.Unlock The Door
7.Truly July's Blues (I'll Be There)
8.Dale Anne
9.The World Is Just A "B" Movie
10.Cheryl's Going Home
11.It Wasn't Just The Morning

C.S.

Conjunto Night Stars - 2º EP (1965)

sábado, 3 de setembro de 2011




Conjunto Night Stars - Conjunto Night Stars (2º EP Orfeu ATEP 6159, 1965).
Lourenço Marques/Moçambique

A biografia do grupo, da autoria de Carlos Santos, encontra-se disponível neste blog (Ver "Antologia").

E.P. disponibilizado por Carlos Santos. 
Fotos gentilmente fornecidas por Carlos Alberto (ex-baterista dos Night Stars).
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Mod Meeting (Richard Kent Style vs St. Louis Union )



Richard Kent Style vs St. Louis Union - Mod Meeting (LP by 2 obscure UK 60s freakbeat bands) 

Track listing: 

Side A 

RICHARD KENT STYLE: 1966 - 1969 

Go Go Children 1966 
No matter what you do 1966 
All good things 1966 
You can’t put me down 1966 
I’m out, 1967 
Marching off to war 1967, 
A little bit of soul 1969, 

Don’t ell lies 1969, 

Side B 

ST. LOUIS UNION, 1966 

Respect 1966, 
Girl 1966 
East side story 1966, 
Think about me 1966, 
Behind the Door 1966, 
English Tea 1966, 
I got my pride ( unreleased) 
English tea ( unreleased diff version)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.