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Daniel Bacelar Canta Rick Nelson

segunda-feira, 12 de setembro de 2011




Nas faixas 1 e 2, Daniel Bacelar é acompanhado pelo Conjunto Os Siderais (60's).
Nas faixas 3 a 7, tem a colaboração de José Pino (guitarra elétrica e arranjos musicais) contando ainda com a participação especial de Tiago Machado (teclas) e Toni Rato (baixo). 

Daniel Bacelar Canta Rick Nelson, é apenas uma compilação particular com temas de Ricky Nelson interpretados por Daniel Bacelar.
Para os mais novos, talvez não, mas para os da “velha guarda” Daniel Bacelar não é um desconhecido. É difícil resumir em poucas linhas, todo o percurso de Daniel Bacelar, mas devo acima de tudo referir que foi um talentoso cantor com a sua voz afinadíssima, cristalina, eternamente jovem e aproveito para lhe agradecer por tudo o que nos proporcionou, o seu empenho, profissionalismo, perseverança, bom gosto, o prazer de continuarmos a ouvir uma voz doce e pura, e uma grande e verdadeira amizade!


Em jeito de apresentação, Daniel Bacelar foi um famoso cantor português que surgiu no início dos anos 60, em plena época do Rock. Ao longo da sua carreira nesses anos, foi acompanhado pelos conjuntos, Fliers, Gentlemen, Abril Em Portugal e Siderais. Daniel Eugénio de Sousa Bacelar nasceu em casa, em Lisboa, no dia 26 de Maio de 1943 e faleceu na mesma cidade, em 29/09/2017, aos 74 anos.
Em miúdo era um apaixonado pela actriz Debbie Reynolds e a avó amiúde lhe dizia que a música era a sua desgraça.


O seu primeiro contacto com o rock foi através de uma "pen-pal" (amiga por correspondência para praticar inglês), que lhe enviou, era ele adolescente, duas canções de Ricky Nelson.
A estreia de Daniel Bacelar em palco foi num programa da RTP ao vivo na Feira das Indústrias, acompanhado de Jorge Machado e o seu Conjunto.

Como ele próprio confidenciou à revista "Plateia", de 01 de Fevereiro de 1961, …“começou a cantar influenciado por Ricky Nelson e que desde muito novo que gosta do género “country rock”, isto é, o género do Ricky Nelson”…
Com 17 anos era já mesmo considerado o Ricky Nelson português. Foi um indefectível membro do clube de fãs do cantor norte-americano, falecido no último dia do ano de 1985 num desastre de aviação.

Em 1960, com apenas 17 anos, foi o vencedor, na categoria de artista a solo, da primeira edição do concurso "Caloiros da Canção" da Rádio Renascença, organizado por Aurélio Moreira e Pozal Domingues.
O prémio foi a gravação de um disco conjunto, "Caloiros da Canção 1" (não houve mais), editado em Setembro de 1960, considerada a primeira gravação portuguesa ié-ié de sempre, com temas de Os Conchas e de Daniel Bacelar (a meias) , este acompanhado pelo conjunto de Jorge Machado, "Fui Louco Por Ti" e "Nunca", ambas da autoria de Bacelar.
Daniel Bacelar, era reformado da TAP, e muitas vezes animou grupos de amigos com a sua voz à Ricky Nelson.

Rita Redshoes e Daniel Bacelar - I Got a Feeling (Ricky Nelson Cover), from Youtube (dia 01 de Agosto/2009, no palco do Festival dos Oceanos, em Lisboa).
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Em 2009 foi sugerido que Daniel Bacelar gravasse "Lonesome Town" em dueto com Rita Redshoes, já que a artista incluía a canção de Ricky Nelson nos seus espectáculos ao vivo, tendo-o convidado nessa altura.
Daniel Bacelar, no auge da sua carreira, entre 1960 e 1967, foi considerado o «Ricky Nelson português», razão por que Rita Redshoes quis partilhar o palco com ele.
…«Nunca imaginei que alguém se lembrasse de mim, sobretudo uma 'miúda' dos anos 2000, de quem sou fã, mas que eu desconhecia que apreciava Ricky Nelson», disse na altura Daniel Bacelar à Agência Lusa, a propósito do convite.
Para finalizar, o Ricky já "partiu" e infelizmente o Daniel também.

Agradecimento especial a Daniel Bacelar pelos temas, o apoio e as facilidades concedidas,assim como à Fernanda Bacelar (sua esposa e nossa querida amiga), pela disponibilidade na concepção das capas e fotos.
Um abraço ao Zé Pino (o Virtuoso)
Alinhamento por Carlos Santos.

Herminia Silva Canta Yé Yé (EP 1969)




Herminia Silva Canta Yé Yé (EP Decca 1324, 1969).

Faixas/Tracks: Chunga Chunga ("Sugar Sugar") / Só Unisex! / Vou Ser Hippy / A Hermínia Canta Yé-Yé.

Neste EP, Hermínia Silva é acompanhada por dois elementos do Quarteto 1111, José Cid no órgão, e Michel na bateria. Victor Reis é o viola-baixo e João Maló, o viola solo. Na capa aparecem mesmo alguns dos instrumentos do grupo.
Aqui neste EP de 1969, Hermínia Silva (a grande fadista) , faz uma paródia com a música yé yé. Em pleno 60's cantou uma versão de "Sugar Sugar", com o titulo de "Xunga Xunga"

Atriz, fadista e empresária, Hermínia Silva Leite Guerreiro, mais conhecida pelo nome artístico de Hermínia Silva, nasceu a 2 de Outubro de 1913, em Lisboa. Aos 10 anos já trabalhava, como aprendiza de alfaiate. Precocemente, Hermínia revelou os seus dotes musicais, iniciando a sua carreira como amadora dramática numa modesta sociedade de recreio, situada no seu bairro lisboeta, o Castelo. 
A cantora, descoberta por um empresário, foi então convidada a atuar no Parque Mayer, na altura o maior berço da canção ligeira nacional. Dada a sua juventude e inexperiência, é colocada a cantar nas revistas de segunda linha dos teatros menos importantes do Parque. Aos 13 anos atuou no Valente das Farturas, onde interpretou um tema que fez grande sucesso na época "Sou miúda mas que importa", e na Esplanada Egípcia. 
Em 1929 e dada a sua crescente popularidade, Hermínia ingressou no elenco das revistas de maior produção, participando desde então em grande número de operetas e outras peças populares, para além de cinco filmes. As companhias de teatro ligeiro disputavam-na, oferecendo-lhe vantajosos contratos, pois o seu nome atraía o público aos espetáculos. Cabeça de cartaz por diversas vezes, Hermínia Silva regressou, em 1964, à cena no Teatro ABC, com a revista Ai, Venham Vê-las.
Em 1971, a fadista efetua uma digressão mundial, a Madrid (Espanha), ao Brasil, aos Estados Unidos da América e ao Canadá, países onde a comunidade emigrante portuguesa tinha uma dimensão considerável.
A frescura jovial e os dotes de improvisadora, que fez de cada rábula interpretada por Hermínia Silva uma verdadeira criação em direto, levaram-na a representar no teatro figuras burlescas, obtendo o 1.º Prémio Nacional do Teatro Ligeiro pela sua atuação na revista Sempre em Pé.
Hermínia Silva fundou, no final dos anos 70, o "Solar da Hermínia", um retiro fadista no Bairro Alto, em Lisboa, e foi proprietária do restaurante típico "Pôr do Sol", em Benavente.
Em todas as suas realizações, Hermínia impôs o seu estilo peculiar de representar, mandando "o guião às malvas", como ela própria dizia, e fazendo do improviso uma arma constante. A sua personalidade irreverente e determinada - Hermínia atuou até ao ano de 1981 - foi determinante no modo como interpretou o fado: irónico, pitoresco, repleto de chalaças e de uma gíria muito própria, a que não faltou também alguma mordacidade contra as gentes e os costumes da era salazarista.
Hermínia Silva gravou, para além de numerosos fados, paródias como Antígona, uma recriação livre do clássico grego de Sófocles, ou o yé-yé da Hermínia, entre outras.
Considerada a mais castiça das fadistas, Hermínia Silva recebeu em 1980, em reconhecimento pela sua carreira, a medalha de ouro da cidade de Lisboa. Como discografia essencial destacam-se História do Fado (Lisboa, 1953-1957) e o Melhor de Hermínia Silva(Lisboa, 1990).
Hermínia Silva morreu em 1993, em Lisboa.

In Infopedia

Hermínia Silva was already 63 years old, when she recorded these Yé Yé songs. Chunga Chunga is a cover version of Sugar Sugar by the Archies. Hermínia is making fun of the young hippy generation while still being sympathetic to them. I hope I´ll be as cool and funny as she was when I´m her age. Hermínia died in 1993.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Jovem Guarda Instrumental - V/A (60's Brasil)

domingo, 11 de setembro de 2011




Jovem Guarda Instrumental - Brasil 60's (V/A). 

Quem acompanhou o período da Jovem Guarda brasileira, deve lembrar-se certamente dos grupos instrumentais da época, como The Jordans, os Incríveis, The Jet Black’s e outros, que eram grupos de rock do início da década de 60 e que também enveredaram por uma carreira na linha dos ingleses Shadows e dos norte-americanos Ventures. 
The Clevers

No Brasil, muitas bandas tocavam rock instrumental, inspiradas por aqueles grupos instrumentais estrangeiros e/ou ainda por Duane Eddy ou The Champs, entre outros. 
Em 1958, Bolão E His Rockettes gravaram o primeiro LP puramente instrumental. Isso ajudou a tornar o estilo de rock mais popular da música da juventude brasileira. Outras bandas como, The Avalons, The Clevers, The Rebels, The Jordans, Os Fellows, Lafayette e Seu Conjunto, Luisinho E Seus Dinamites, The Jet Blacks, The Pops, Os Populares, Os Rebeldes, The Bells, The Lions, The Youngsters e muitas outras, surgiram no panorama musical/instrumental brasileiro, com excelente qualidade.

The Jet Black's

Os grupos já mencionados e ainda muitos outros, desfrutaram de um sucesso idêntico no Brasil como os mais sonantes grupos instrumentais fizeram na Europa e na América.

Carlos Santos

The Jordans

Faixas/Tracks: 

1 - Blue Star - The Jordans 
2 - El Relicario - The Clevers 
3 - Bulldog - The Jet Black's 
4 - A Lenda De Xanadu - Lafayette 
5 - Dark Eyes - The Bells 
6 - Driving Guitars - Luizinho E Seus Dinamites 
7 - Tijuana - The Youngsters 
8 - There's A Kind Of Hush - The Jones 
9 - Atravessando O Rio Mersey - Os Populares 
10 - Tua Voz - Os Incríveis (Plus Je T'entends) (ao vivo)
11 - O Milionário - Os Carbonos 
12 - Summertime - The Angels 
13 - E La Pioggia Che Va - The Supersonics 
14 - Noturno De Chopin - The Pop's 
15 - Apache - Betinho 
16 - All My Loving - The Jordans 
17 - My Blue Heaven - The Clevers 
18 - Rhythm Of The Rain - The Jet Black's 
19 - It's Too Late - Lafayette 
20 - T'en Vas Pas - The Bells 
21 - Guitar Twist - Luizinho E Seus Dinamites 
22 - Sometimes On Friday - The Youngsters 
23 - Music To Watch Girls By - The Jones 
24 - Lenda Do Beijo - Os Populares 
25 - Czardas - Os Incríveis 
26 - Theme For Young Lovers - Os Carbonos 
27 - Peter Gun - The Angels 
28 - A Pobreza - The Supersonics 
29 - Concerto Nº 1 - The Pop's 
30 - Gatinha Manhosa - The Fevers 
Bónus:
31 - Bongo Blues - Luizinho E Seus Dinamites

Nota: Inserido mais um tema como bónus ("Bongo Blues"), em relação ao alinhamento original.

Agradecimento muito especial ao nosso amigo João Pimentel, do blog -  http://jbpimentel.blogspot.com

Beatniks - Glória (EP 1968, Brasil)



Beatniks ‎– Gloria (EP Mocambo ‎– 3.145, 1968, Brasil). 
Género: Rock, Rock de Garagem. 

Faixas/Tracklist: 

A1 – Glória (Morrison) 
A2 – Fire (Hendrix) 
B1 - Eu Te Encontro (In The Country) (Hebb, Welch, Marvin) 
B2 - Alligator Hat (Milton, Beatniks) 

EP gravado na Fábrica De Discos Rozenblit Ltda./Brasil. 
Vocalista: Márcio. 

Beatniks, foi o grupo brasileiro que acompanhava em 1965 Roberto Carlos no programa Jovem Guarda (TV Record), e que gravou excelentes e raríssimos compactos, pelo selo Mocambo/Rozenblit. 
Passando por diversas formações, o conjunto Beatniks nasceu Analphabeatles e mudou de nome por existir mais bandas homónimas, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.
Os Beatniks seguiam o modelo do rock inglês, do rock de garagem e do psicadelismo lado B, diferente das muitas bandas da jovem guarda.
Eles nunca gravaram um LP, mas presentearam-nos com três compactos que são muito importantes para o garage rock brasileiro. Só gravaram versões, mas algumas chegam a superar as originais. 
A versão da música “Glória”, dos irlandeses do Them, chega a ser mais violento do que a música original. Outras músicas se seguem, “Fire”, do Jimi Hendrix, que é tão pesada quanto a original, ou “Eu te encontro”, um modzinho nacional no típico modelo jovenguardiano e a violentíssima “Alligator Hat”, a música mais garageira que alguma banda do Brasil já fez, com direito a uma bateria bem "puxada", um forte vocal e guitarra fuzz. 
Com Bogô, guitarra, vocal e cabeça pensante da banda; Márcio, guitarra e voz, Nenê, baixo, depois Incríveis; e Nino gravaram ‘Cansado de Esperar’ e ‘Este Lugar Vazio’, compacto originalmente lançado em 66, pela CBS. E, depois pela Mocambo, em 68, ‘Era um Rapaz que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones’ e ‘Outside Chance’, uma versão dos Turtles.
Também passaram pela banda Mário Lúcio, no baixo, e Pandinha na bateria. 
Com a formação: Márcio e Tuca, guitarras e vocais; Cláudio, baixo e Norival na bateria gravaram também pela Mocambo em 68, os temas ‘Glória’, ‘Fire’ , ‘Eu Te Encontro’ e ‘Alligator Hat’.

Retirado e adaptado do texto de Luiz Calanca, publicado no site Senhor F.
EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

France Gall - Baby Pop (EP 1966)

sábado, 10 de setembro de 2011




France Gall - Baby Pop (EP Philips 437.159 BE, 1966).

France Gall é uma famosa cantora francesa. Gall nasceu em Paris em 9 de Outubro de 1947. O seu nome verdadeiro é Isabelle Gall.
Uma mini biografia já se encontra inserida neste blogue.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.

Daniel (EP 1970)




Daniel (EP Estudio EEP 50124 - 1970)
Excelente e raro 7''EP de Daniel ( João Emigrante / Menina dos Olhos Tristes / O Pingote / A Velha) 

Daniel, conhecido trovador/baladeiro português com 4 EPs editados pela etiqueta Estúdio, entre 1968 e 1969, hoje com cerca de 62 anos, tendo abandonado a carreira musical depois de 1975. 
 De entre aqueles EPs, aqui se apresenta com a refª EEP 50 124 (1970), João Emigrante, claramente com música de intervenção.
António Daniel Marques Ferreira, natural do Porto, começou por ser colaborador do "Diário de Lisboa-Juvenil". Em Março de 68 foi para Lisboa e empregou-se numa agência de publicidade.
Nas horas vagas actuava no "Pop Fado" (rua Ferreira Lapa, 38, em Lisboa) e gravava para a Rádio de Moçambique, Rádio Angola e Rádio Clube Português.
Na altura cantava "Balada Do Fruto Que Se Colhe", "O Sol É Doido", "Morreu a Velha", "É Tempo De Recordar O Mau Tempo".
Actuava em pequenos bares de música que em finais dos anos 60 proliferavam por Lisboa.
Em 1969 participou no VI Grande Prémio TV da Canção com o tema, “Os Fios da Esperança”, tendo-se classificado em 8º lugar.
É autor de vários livros para crianças e jovens, assinando como Daniel Marques Ferreira.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sylvie Vartan - A L'Olympia (EP 1963)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011




Sylvie Vartan - A L'Olympia (EP RCA Victor 86.007, 1963).

A biografia desta cantora francesa já se encontra incluída neste blog.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Jorge Letria - Tango dos Pequenos Burgueses (single 1972)








José Jorge Letria - Tango dos Pequenos Burgueses (Single Guilda da Música 2000/005 - 1972).

Faixas/Tracks:

01 - Tango dos Pequenos Burgueses
02 - Pare, Escute e Olhe

José Jorge Letria, nos anos 70, foi um ativo cantor de intervenção, ao lado de nomes como José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais, entre outros, tendo gravado entre 1968 e 1981, cerca de uma dezena de discos e realizou centenas de espectáculos, nomeadamente na Galiza e em Madrid, entre 1972 e 1973. 
O nome de José Jorge Letria estará sempre ligado à criação poética, ao ensaio e à canção de intervenção. 
Da sua experiência musical ficaram pequenos tesouros, como este «Tango dos Pequenos Burgueses», inserido no álbum «Até ao Pescoço», que contou com a participação de José Mário Branco. 

Uma mini biografia já se encontra inserida neste blog.

Single gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Otis Redding, se fosse vivo faria hoje 70 anos



Otis Redding  "(Sittin' On) the Dock of the Bay"), from Youtube.

Se Otis fosse vivo, faria hoje 70 anos. Foi um extraordinário cantor de Soul que, para quem viveu esses tempos, recordá-lo-á sempre. Otis Redding nasceu a 9 de Setembro de 1941, tendo falecido num desastre de aviação em 10 de Dezembro de 1967. 

Foi um influente cantor americano de soul, conhecido por seu estilo passional e pelo sucesso póstumo "(Sittin' On) the Dock of the Bay".

Infância e adolescência

Otis Redding nasceu na pequena cidade de Dawson, Georgia. Quando tinha cinco anos, sua família se mudou para Macon também na Georgia, onde Otis começou a cantar no coral de uma igreja e na adolescência ganhou o show de talentos do "Douglass Theatre" por 15 semanas consecutivas. Sua primeira influência musical foi Little Richard, que também havia morado em Macon. Ainda na adolescência resolveu sair da cidade, dizendo que se aquele não tinha sido o lugar para Little Richard, não seria o lugar para ele também.



Carreira

Em 1960, Otis Redding começou uma turnê pelo sul dos Estados Unidos com Johnny Jenkins and the Pinetoppers. Além de cantar, Otis trabalhava como motorista de Jenkins. No mesmo ano fez suas primeiras gravações, "Fat Gal" e "Shout Bamalama", com seu grupo com o nome "Otis Redding and the Pinetoppers", lançado pelos selos musicais "Confederate" e "Orbit".
Em 1962 fez a sua primeira marca no mundo da música, durante uma sessão de Johnny Jenkins, quando o estúdio ficou vago, ele gravou "These Arms of Mine", uma balada de sua autoria. A música virou um pequeno hit pela "Volt Records", uma subsidiária do renomado selo sulista Stax Records que tinha sede em Memphis,Tennessee.
Redding compunha a maioria de suas músicas, prática não muito comum na época, às vezes em parceria com Steve Cropper (do grupo Booker T. & the MG's). Em julho de 1967 ele se apresentou no influente Festival Pop de Monterey.

"(Sittin' On) the Dock of the Bay" tornou-se famosa um ano depois da morte de Redding em um acidente de avião em Wisconsin, juntamente com sua banda de apoioThe Bar-Kays.

Texto parcialmente retirado de Wikipedia

Maria Alcina embala a manhã de domingo no Programa de Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil)


Maria Alcina embala a manhã de domingo no Programa de Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil)

A cantora que marcou a música brasileira nos anos 70 relembrará a canção que consagrou sua carreira: “Fio Maravilha” 

No próximo domingo, dia 11 de Setembro, a partir das 07hs, o programa Eli Corrêa na Rede TV!(Brasil) receberá a irreverente cantora Maria Alcina. Com uma presença de palco contagiante, Alcina relembrará o momento que chegou ao estrelato em 1972, quando consagrou sua carreira no Maracanãzinho cantando “Fio Maravilha”, de Jorge Ben, no Festival Internacional da Canção. 

A partir das 10hs, ainda na Rede TV!, Dom Fernando Figueiredo comanda o programa “Deus Médico dos Médicos” e fala a respeito do distúrbio psicopatológico que faz o indivíduo roubar itens diversos: a cleptomania. 

Produzidos e patrocinados pela Ultrafarma, os programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! 

Fonte: Assessoria Márcia Stival