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Dia Internacional da Música

sábado, 1 de outubro de 2011
Hoje comemora-se o DIA INTERNACIONAL DA MÚSICA. Em Portugal estão previstos vários eventos por quase todo o país, como por exemplo e entre outros, na Casa da Música/Porto, no Museu da Música em Lisboa ou  ainda no Centro Cultural de Lagos/Algarve.
O Dia Internacional da Música comemora-se anualmente a 1 de outubro. A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música.
Este blog não quis deixar passar esta data sem se associar à mesma, divulgando e homenageando os nossos artistas nacionais e os internacionais, tanto do passado como os atuais e recordando simultaneamente os que já partiram.
Também não queremos deixar de enviar um abraço a todos que, como nós, amamos a música e que de alguma forma contribuíram ou contribuem para a sua produção e/ou divulgação.
Uma atenção especial também para todos os visitantes e colaboradores deste blog, para os quais enviamos os nossos melhores cumprimentos e agradecimentos.
Posto isto e de modo a recordar esta data, postámos hoje este álbum de Tributo aos Beatles, ao estilo Soul Music.




Soul Tribute To The Beatles, V/A.

This collection is a tribute to the Beatles, with songs sung by the most important voices of Soul Music.
This is an assortment of nicely envisioned works such as Wilson Pickett's soul/funk spin on "Hey Jude" and Aretha Franklin's pop-gospel take on "Let It Be." Other highlights include Esther Phillips' whispery interpretation of "And I Love Her," complete with lush strings and flutes. Earth, Wind And Fire's snazzy, brass-heavy rendering of "Got to Get You Into My Life" is an adrenaline enhancer, whereas the Four Tops' soft, hush-toned treatment of "Michelle" might prompt the listener to shed a tear or two. In general, Soul Tribute to the Beatles offers yet another perspective to the Beatles.

Álbum disponibilizado por Carlos Santos. Alinhamento dos bónus, por Carlos Santos.
Produção da contracapa, por João Romão.

Eli Corrêa recebe o cantor Salgadinho em seu programa na RedeTV! (Brasil)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Eli Corrêa recebe o cantor Salgadinho em seu programa na RedeTV! (Brasil)

O ex-líder do grupo “Katinguelê” apresenta as canções de seu novo CD em carreira solo intitulado “Simplesmente Salgadinho”

Momentos de alegria e de grandes recordações serão os destaques do programa de Eli Corrêa na RedeTV!(Brasil) no próximo domingo, dia 02 de outubro a partir das 7h00. O apresentador receberá em sua atração o cantor Salgadinho, ex-líder do grupo “Katinguelê”. O músico que iniciou a carreira artística aos 13 anos de idade, fala sobre a produção de seu novo CD solo intitulado “Simplesmente Salgadinho”, previsto para ser oficialmente lançado no final deste ano e relembra os sucessos que embalaram as rádios na década de 90, como as canções “Inaraí” e “Lua Vai”. 

A partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo comanda o programa “Deus Médico dos Médicos” que nesta semana aborda a medicina nutricional. Para falar a respeito, o nutrólogo e cardiologista Dr. Lair Ribeiro é o convidado da atração. 

Os programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! e são produzidos e patrocinados pela Ultrafarma. 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

The Checkmates - Meet The Checkmates



The Checkmates, é um grupo formado na Carolina do Norte e constituído por: 

- Billy Carden -- vocals (1967) 
- Baron Conklin -- guitar (1967) 
- Dave Mack -- keyboards (1967) 
- John McCurdy -- trumpet (1967) 
- Jon Mueller -- tenor sax (1967) 
- George Outlaw -- drums (1967) 
- Roddy Porter -- bass (1967) 
- Sammy Winston -- tenor sax (1967)

Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos.


The Crazy Rockers - Story Of (Indo Rock - 1961- 1966)




AQUI:    ou    ALI:

The Crazy Rockers, foi uma banda formada em Haia em 1959,  por um surinamês e ao longo dos anos por outros membros, tanto Indonésios (nesische), holandeses e das Antilhas. É um dos grupos mais prestigiados do chamado Indo Rock. Separaram-se em 1966. O disco apresenta-nos espantosas interpretações, tanto instrumentais como vocais.
O álbum contém apenas gravações originais de um dos melhores grupos de 1959 a 1965, de Indo Rock.


Membros/Members: 

Sidney Prakasha Rampersad (guitar, drums) 
Piet Solleveld (guitar, 1960) 
Henny Aschman (drums, 1960-61) 
Woody Brunings (guitar) 
Eddy Chatelin (guitar) 
Harry Berg (bass, guitar, drums, 1960-65) 
Pim Veeren (bass, 1961-65) 
Max Tahalele (guitar, 1965) 
Boy Brostowski (drums, 1965) 
Jack van Rossum (organ, piano, 1965). 

The words ''Story Of'' say it all, this album is a collection of the greatest songs by the Crazy Rockers. The album has original recordings only and digital remastered to get the best quality. A true Indo Rock cd with one of the best groups from the years '59 till '65.

Faixas / Tracks: 

1 Mama Papa Twist 
2 The Happy Whistler 
3 I Can Tell 
4 Ninth Wave 
5 True Fine Mama 
6 The Third Man 
7 Rock 'n Roll Music 
8 Carioca 
9 Bye Bye Johnny 
10 Twist Watch 
11 It's So Very Hard 
12 Golden Earrings 
13 Buona Sera 
14 Giddy Up 
15 Rosita My Love 
16 Come On Let's Slope 
17 I Can't Help Myself 
18 Down By The Riverside 
19 Highschool Blues 
20 Since I Lost You 
21 The Chicken Back 
22 By The Light Of The Silvery Moon 
23 Money Money 
24 Reelin' And Rockin' 
25 I Feel Allright

Fonte: In SamSam Music

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

MR Kaos lança novo site oficial (Brasil)


A banda MR Kaos está com novo site oficial na rede (www.mrkaos.com.br).
Eles participaram da Expomusic 2011 no domingo, 25 (Brasil), e estão com o CD “...Todos Os Dias”.

O videoclipe da música “NESSA HISTÓRIA” está disponível no Portal da MTV: http://mtv.uol.com.br/ondemand/clipes/mr-kaos/nessa-historia.

Com visual renovado o website traz atualizações constantes de redes sociais e agenda, além de clipping com as principais notícias.

O site da banda MR Kaos está de cara nova, muito mais completo e divertido. O quarteto formado por Karim (vocal e guitarra), Heder (guitarra), Thiago Kazuo (baixo) e Hub (bateria) passa por um importante momento profissional: além de estarem com o novo CD “...Todos os Dias” e videoclipe da música “ Nessa História”, a banda foi atração no encerramento da Expomusic no último domingo, 25. O novo site acaba de entrar na rede para compartilhar essas e muitas outras novidades com visual mais moderno e interativo. 
Na página estão disponíveis as últimas notícias sobre a banda e informações do novo CD, fotos, vídeos, agenda, contato para shows e acesso direto ao Twitter, Facebook, Orkut, My Space e canal no You Tube. Confira: www.mrkaos.com.br

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Fausto - P'ró Que Der E Vier (LP 1974)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011




Fausto - P'ró Que Der E Vier - Álbum Original em LP Orfeu STAT 025, 1974.
É o 2º álbum de Fausto. 

Músico português, Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias nasceu a 26 de Novembro de 1948, a bordo do navio "Pátria", que viajava entre Portugal e Angola. Ao fim de vinte anos em terra africana, viajou para Lisboa onde fixou residência. Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina e iniciou a sua carreira musical como cantor e compositor com um dos melhores agrupamentos angolanos. 
A sua vinda para a capital portuguesa permitiu-lhe conhecer novos meios artísticos e editar o seu primeiro grande sucesso, "Chora, amigo chora" - que o levou a ganhar o Prémio Revelação em 1969 - assim como aproximar-se de nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Manuel Freire. 
Fausto, dedicado sobretudo ao canto de intervenção, é considerado um dos mais criativos e expressivos criadores e intérpretes da música popular portuguesa.


Destacam-se os álbuns Pró que Der e Vier (1974) e Beco sem Saída (1975), dois trabalhos marcados pela sua experiência revolucionária; Madrugada dos Trapeiros (1977), que inclui o famoso tema "Rosalinda"; Histórias de Viajeiros (1979), abordando, pela primeira vez, o tema das Descobertas; Por este Rio Acima (1982), baseado na obra Peregrinação de Fernão Mendes Pinto; O Despertar dos Alquimistas (1985), onde tenta descrever o país após a revolução do 25 de abril; Para Além das Cordilheiras (1989), que ganha o Prémio José Afonso; Crónicas da Terra Ardente (1994), onde volta ao tema dos descobrimentos portugueses; e A Ópera Mágica do Cantor Maldito (2003), uma perspectiva sobre a história portuguesa pós-25 de Abril.
Já existem reedições em formato digital de alguns álbuns deste excelente cantor. A não perder.  

Faixas /Tracks:

(Letras e música por Fausto, excepto onde especificamente indicado) 

1. "Daqui Desta Lisboa" (letra de Alexandre O'Neill, música de António Pedro Braga e Fausto) – 3:07 
2. "É Tão Difícil" – 1:40 
3. "Carta De Paris" (letra de Daniel Filipe) – 2:53 
4. "Não Canto Porque Sonho" (letra de Eugénio De Andrade, música de António Pedro Braga e Fausto) – 3:20 
5. "Venha Cá Sr. Burguês" – 3:02 
6. "P'ró Que Der E Vier" (letra de António Pedro Braga) – 2:29 
7. "Marcolino" – 4:31 
8. "O Patrão E Nós" - 1:46 
9. "Comboio Malandro" (letra de António Jacinto) - 4:05 
10. "O Homem E A Burla" (letra de António Pedro Braga) - 2:58 
11. "A Flóber" (letra de António Pedro Braga e Mário Henrique Leiria) – 1:54 

Ficha técnica: 

Fausto – voz, guitarra acústica, guitarra de 12 cordas, percussão, palmas 
Adriano Correia de Oliveira - voz 
José Afonso - voz 
Vitorino - voz, palmas, moog 
Paco Belenguer - percussão 
F. Medina - baixo 
Yório - guitarra acústica 
Santiago Rico - percussão 
Agostinho Canovas - harmónica, harmónica baixo 
Puertas - vibrafone 
Mafalda - voz 
Luís Duarte - baixo 
Pintinhas - percussão, bateria 
Júlio Pereira - guitarra eléctrica 
Patrício - baixo 
Kinito - percussão 
Fausto - Arranjos e Direcção Musical 
Pepe Fernandez, Paco Molina, Manuel Cunha - Som 
Adriano Correia de Oliveira, José Niza - Produção 
Luís Martins, P. Almeida - Fotografias e arranjo gráfico do original.

Fonte: Wikipedia

Temas do álbum gentilmente cedidos pelo nosso amigo Manuel Alves, a quem agradecemos.

Edmundo Falé - Born On The Riverside (Single 1972)




Edmundo Falé - Born On The Riverside (Single DECCA - SPN 138, 1972).
Acompanhado pelo Quarteto 1111.

Infelizmente não nos foi possível obter a contracapa deste single.

Faixas/Tracks:  Born On The Riverside (José Cid) / Poema Verde Do Espanto (José Cid)
Arranjos e direcção musical do Quarteto 1111.

É um cantor português, natural da cidade do Porto, vivendo alternadamente em Belo Horizonte/Brasil e no Algarve/Portugal, como ele próprio me confidenciou.
Edmundo Falé é, na minha opinião, uma das nossas melhores vozes ainda no activo.
Iniciou a sua carreira de vocalista no grupo Baby Twisters (de Lisboa) no início dos anos 60 e passou depois para os Ekos, tendo sido seu co-fundador.Cantou também com o Conjunto Mistério.
Em 1965 iniciou a sua carreira a solo, coroada de êxitos e logo no ano seguinte, foi editado o seu primeiro disco "Ei... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004, 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto.

Edmundo Falé ainda é sem dúvida um cantor fora do vulgar com uma excelente voz forte e bem timbrada de estilo bem marcante. 
 A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído o hotel, o padrinho de casamento de Daniel e Fernanda Bacelar, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita um dos seus maiores sucessos, "Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto" e ainda o single que agora se apresenta - Born On The Riverside. 
Atualmente dedica-se aos espetáculos e canta em shows de TV, cruzeiros, Casinos, Clubes, Hoteis e similares, Feiras, Congressos e Convenções e Galas de lançamento de marcas.


O actual repertório de Edmundo Falé compõe-se de músicas portuguesas, brasileiras, italianas, francesas, espanholas, americanas, antigas e actuais, ou seja, os grandes sucessos internacionais eternizados e que serão sempre recordados e apreciados por várias gerações.Em palco é um autêntico "Show Man" como eu próprio pude verificar num Show que assisti no Casino da Figueira da Foz, nos anos 90. 
Como "show-man" internacional, imprime às suas actuações um cunho muito profissional, tanto na sua presença em palco como na qualidade das suas interpretações.
Tem apresentado no Brasil o seu espectáculo "CANÇÕES DO SÉC.XX" composto por temas portugueses, espanhóis  brasileiros, italianos, franceses e "standards" americanos ou seja, os grandes sucessos de sempre apreciados por várias gerações.
Mantém-se em actividade até ao momento, com muito êxito.

Carlos Santos.


Texto parcialmente retirado do site oficial de Edmundo Falé (http://edmundofale.tripod.com)
Agradecimento muito especial ao meu amigo Edmundo Falé, pelas facilidades concedidas.

Os temas do single foram ripados do vinil e gentilmente cedidos por Luís Futre, a quem agradecemos. Masterização por Carlos Santos.

Chrysalis - Definition (1967)



Chrysalis - Definition (US 1967)


Chrysalis is a folk/rock band based in Ithaca, NY/USA, in the late '60s. Their leader, Spider Barbour, went on with solo work and with the Mothers of Invention.

The recent deluge of mid-'60s relics that continue to rise from the vinyl crypt for a little modern re-consideration are too often more miss than hit. For every Pete Dello or Comus reissue there are seven or eight barely mediocre offerings from bands like Eclection or the Vejtables. Chrysalis, a colorful quintet from Ithaca, New York who dabbled in everything from folk, rock and jazz to Middle Eastern music fall somewhere in the middle, and their one and only recording, Definition remains a fascinating, if uneven lesson in the fine art of psychedelia. Frank Zappa, who championed Chrysalis as "a group that has yet to destroy your mind" was originally asked to produce, but was in the throes of removing himself from a bitter contractual dispute with MGM/Verve. In the end, Definition went through numerous production teams who all left for various reasons — none relating to the music or musicians — which makes it all the more curious that it sounds so defined and cohesive. Frontman Spider Barbour, who had appeared on both Zappa's We're Only in It for the Mony and Lumpy Gravy — and who is now, ironically, a naturalist devoted to the lives of moths and butterflies — brings a great deal of early Mothers of Invention aesthetic to the table. Jazzy piano motifs flitter about truncated worldbeat rhythms, while short comedy skits provide segues between songs that deal with insects, yodeling girls, and hippie culture. It's all very Sgt. Pepper's, but there is an adventurous glee to the songs and arrangements that's equally matched by the talent behind them. 

Members:
- James Spider Barbour,
- Nancy Nairn,
- Paul Album,
- Dahaud Shaar,
- Jon Sabin,
- Ralph Kotkov

Tracks:
01. What Will Become of the Morning
02. Lacewing
03. Cynthia Gerome
04. April Grove
05. Father's Getting Old
06. 30 Poplar
07. Baby, Let Me Show You Where I Live
08. Fitzpatrick Swanson
09. Lake Hope
10. Piece of Sun
11. Summer in Your Savage Eyes
12. Dr Root's Garden
13. Dues Are Hard (Bonus Track)
14. Gimme Your Love (Bonus Track)
15. Sink in Deeper (Bonus Track)
16. Window Shopping (Bonus Track)
17. Well I Can Ride (Bonus Track)
18. Cold & Windy City (Bonus Track)
19. Cynthia Gerome (Bonus Track)
20. Dr Root's Garden (Bonus Track)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

Saga - Homo Sapiens (1976)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011




Saga - Homo Sapiens (LP original Movieplay 1976).
(Saga - Homo Sapiens (LP rare Jazz Rock Prog / Portugal)

A banda Saga, apesar de ter sido uma das mais originais bandas portuguesas dos anos 70, teve um percurso bastante efémero, tendo gravado apenas um disco, com o título de “Homo Sapiens”. Devido a esse carácter efémero o nome da banda é hoje praticamente desconhecido dos portugueses, facto para o qual contribuiu o estilo menos comercial que a banda adoptou, de acordo com a nova vaga de rock que paulatinamente se começava a instalar um pouco por todo o mundo.
Liderada por João Luís Tinoco, os Saga lançam com “Homo Sapiens” um dos discos mais aclamados pela crítica nesse ano, com temática centrada em torno da criação do Mundo e da sua quase destruição pela Segunda Guerra mundial, com especial destaque para o lançamento das primeiras bombas atómicas. Trata-se de mais um álbum de rock progressivo sinfónico, numa vertente bastante experimental à imagem de muitos registos musicais dos anos 70, com temas ora cantados ora narrados, transformando este conjunto de canções num trabalho literário e musical muito forte, como se de um autêntico cenário auditivo se tratasse. Os temas “Invasão” e "Hiroshima" são disso um exemplo, roçando a fronteira do teatro musical acompanhado por excelentes instrumentalizações plenas de dramatismo.
Apesar da contemporaneidade que se quis retratar com aquele trabalho musical, para além das letras escritas por João Luís Tinoco, foram adaptados muitos poemas de importantes poetas portugueses do passado, como é o caso de Nicolau Tolentino (1741/1811)* e Sá de Miranda (1481/1558)*, que se uniram ao dramatismo deste trabalho musical corporizado no seu expoente máximo através dos poemas declamados por Sinde Filipe.

* - alteração ao texto original efetuada por este blog.

Texto transcrito de "No Bairro do Vinil" 

Faixas / Tracks: 

01. 6º Dia (José Luis Tinoco/José Luis Tinoco) - 5:49
02. Filius Domini, Filius Hominis (José Luis Tinoco/José Luis Tinoco) - 2:17
03. Hiroxima (José Luis Tinoco/José Luis Tinoco) - 2:35
04. Cantiga de Imigo (José Luis Tinoco/Bernardim Ribeiro, Sá de Miranda) - 3:50
05. Invasão (José Luis Tinoco/José Gomes Ferreira) - 3:52
06. Guerra (José Luis Tinoco/Nicolau Tolentino) - 5:43
07. Carta (José Luis Tinoco/José Luis Tinoco) - 1:09
08. No 20º Aniversário da Morte do Poeta (José Luis Tinoco/José Luis Tinoco) - 3:22
09. Aprendiz de Feiticeiro (José Luis Tinoco/Pedro Tamen) - 4:35
10. Dunas (José Luis Tinoco/Carlos de Oliveira) - 4:13

Integrantes: 

José Luís Tinoco - pianos, sintetizador, órgão, guitarras 
Zé da Ponte - baixo, guitarras, canto 
Fernando Falé - bateria, percussão 
Vasco Henriques - moog, flauta 
Rão Kyao - saxes tenor e soprano 
Fernando Girão - canto, percussão 
Dulce Neves - canto 
José Themudo Barata - canto 
Carlos Rodrigues - canto 
José Fardilha - canto 
Clara - canto 
Sinde Filipe – declamação 
Thilo Krasmann - produtor

Álbum disponibilizado por João Romão.

Madalena Iglésias E António Calvário - Sarilho de Fraldas (EP 1966)



Madalena Iglésias e António Calvário interpretam a canção, Num dia de Sol (1966), música de Nóbrega e Sousa e letra de César de Oliveira, no filme "Sarilho de Fraldas" (from Youtube).



Madalena Iglésias E António Calvário - Sarilho de Fraldas (EP Tecla TE 1005 - 1966). 
Orquestra dirigida por Jorge Costa Pinto.

EP retirado da banda sonora do filme "Sarilho de Fraldas", de Constantino Esteves, uma comédia de 1966, onde Madalena Iglésias contracena com António Calvário. Foi um enorme sucesso e são editados dois EPs com temas desse filme. 

Principais intervenientes no filme: 
António Calvário [Intérprete] 
António Silva [Intérprete] 
Bento Ferreira [Produção] 
Constantino Esteves [Realização] 
Cremilda Gil [Intérprete] 
Josefina Silva [Intérprete] 
Madalena Iglésias [Intérprete] 


Breve resumo do argumento:
António Calvário, involuntário raptor de um bebé (ao entrar por engano num carro igualzinho ao seu), decide cuidar da criança com a ajuda de Madalena. Percorre as estradas entre Lisboa e o Porto em companhia de Madalena Iglésias. Naturalmente, fazem umas pausas pelo caminho para cantar em palco ou pelos campos... e ficará em apuros quando é perseguido pela polícia como se de um criminoso se tratasse, pois a mãe havia participado o rapto...

EP disponibilizado por Carlos Santos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, pelo próprio.