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Os Super Quentes - O Melhor de Os Super Quentes (LP 1972)

domingo, 13 de novembro de 2011




Os Super Quentes - O Melhor de Os Super Quentes (LP CBS/Veleiro 2.100 - 1972).

A parceria entre os conjuntos Renato e Seus Blue Caps e The Fevers, no final dos anos 60, já vinha dando bons frutos, ou melhor, bons discos com o Big Seven. Porém, Evandro Ribeiro, presidente da CBS, percebendo o potencial dos dois grupos, apostou num projeto mais ousado ainda, e assim, em 1970, criou Os Super Quentes, fantástico grupo de estúdio com os Blue Caps e os Fevers mais as eventuais participações de artistas de peso como Golden Boys, Ed Wilson, Trio Esperança e o tecladista Lafayette.
Este grupo costumava reunir-se em segredo, nos estúdios da CBS, no Rio de janeiro, nas altas horas da madrugada e juntos promoviam grande festas nas sessões de gravação, tudo registado em discos fenomenais, sem maiores informações ou créditos, que traziam em suas capas lindas mulheres ou casais jovens em momentos ternos.
No repertório, muitos sucessos regravados, bonitas e bem elaboradas releituras de sucessos nacionais e internacionais, as canções eram revestidas de belos vocais, quase todas, banhadas pelos excelentes solos de teclado de Lafayette.
Os Super Quentes lançaram uma série de mais de dez LPs pelo selo Entré da CBS, entre 1970 e 1975. É importante frisar que estes antológicos grupos conceituais da CBS, devem muito ao grande Evandro Ribeiro, presidente da gravadora na época, e o homem que lançou a jovem guarda e também oi responsável pela ascensão de muitos artistas "cafonas" dos anos 70. O interessante é que Evandro não gostava de música popular, sua grande paixão era a música clássica. Evandro Ribeiro faleceu em 1986.

Fonte do texto: RStone, in ViageMusical 

Faixas:

01 - Sou Tão Feliz
02 - Só Você Sabe o Que Eu Sinto
03 - Meu Bom Deus
04 - Vem Me Ajudar
05 - Férias de Verão
06 - A Canção Que Eu Fiz
07 - Férias Na Praia
08 - London, London
09 - Um Gato No Azul
10 - Fique Comigo
11 - José
12 - Eu Quero Um Xodó
13 - Soraya
14 - Razão Pra Brigar

Mais um álbum que nos foi gentilmente enviado pelo nosso amigo Miguel Nunes, do Brasil a quem muito agradecemos.

Willy Morales - Chile! (Single 1974)




Willy Morales – Chile! (Single TECLA TE 30 009/S, 1974). Edição portuguesa. 
Excepcional single dedicado ao Chile e à sua luta durante a ditadura militar.
Disco considerado raro. 

Faixas/Tracks:

Amigos Vengo de Chile
Señores Militares

Willy Morales (Santiago, Chile, 06 de junho de 1945) é um músico chileno.
Depois de estudar no Conservatório de Santiago, começou a sua carreira musical como baixista.
Em 1964, juntou-se ao grupo chileno Los Mac’s como compositor e arranjos, cantor, guitarrista e teclista, transformando-o num dos dois grupos de referência do rock psicadélico chileno.
Devido ao sucesso, a RCA Victor oferece ao grupo um contrato em Itália, para onde se mudaram em 1968.
Após um ano, a banda separou-se e três dos quatro elementos do grupo regressaram ao Chile, enquanto Willy Morales permaneceu em Itália trabalhando com Gino Paoli como multi-instrumentista e compositor. Ao mesmo tempo, Morales começou a sua carreira como compositor.
Em 1974 escreveu “Credi Che Sia Facile” para Gino Paoli. Sob a etiqueta Ricordi, gravou o seu primeiro álbum como compositor para o mercado italiano com o título “Sono Nato a Santiago e Mezzogiorno Mezzanotte.”.
Em 1978, foi finalista como compositor no Festival de Benidorm (Espanha) com o tema “Ela Era”, interpretado por Tony Landa.
Em outubro de 1980 venceu o programa de TV “Arcobaleno ‘80”, em Itália.
No mesmo ano, escreveu para Franco Califano “Ma Che Ci Ho” incluído no álbum Tac..!. 
Em 1982, conseguiu o primeiro lugar no concurso "45 giri dell'Estate" da Rádio Montecarlo, e compete em “Azzurro ‘82”com a canção “L' Ultima Notte” participando na equipa formada com Ron, Lucio Dalla e Gianni Morandi. No mesmo ano gravou “Samba Espanhol '82”, o hino do Campeonato do Mundo de Espanha.
Em 1983 ganhou o prémio "Il Personaggio" da RAI, em Turim.
Em 1984 chegou ao primeiro lugar no Canadá com o tema El Amor.
Participou com sucesso no "Premio Regia Televisiva"de Daniel Lidera e Giardini Naxos, na Sicília.
Em 1985, produz e participa numa mini tournê juntamente com o cantautor Walter Foini e a ex-vocalista dos Ricchi e Poverio, Marina Occhiena.
Nesse mesmo ano chega ao topo dos “Hits” do Canadá com a canção "Souvenir".
Em '88 escolheu o tema "Abrazame" para a trilha sonora da novela "O Segredo de Yolanda", com Verónica Castro.
Também nesse ano, a sua versão (em italiano) de “Ela Era”, foi escolhida para a banda sonora da novela brasileira “Sinal de Alerta”. Ao mesmo tempo, em França lança “Amada Mía” interpretada por Sherwin para a editora Barclay.
Em 1990, antes de sair de Itália, escreveu para o grupo italiano "Bravo" o tema “Soy yo”.
Com o novo século reafirma-se nos mercados internacionais (holandês, francês, americano, entre outros) e será sempre associado ao grupo de rock chileno “Los Mac’s”, do qual foi seu fundador em meados dos anos 60 e onde era guitarra, teclados e voz . 

Texto parcialmente retirado de Wikipedia. 

Single disponibilizado por Carlos Santos, tendo-lhe sido oferecido por José Mário Ferreira (Aveiro), a quem agradecemos. 
Digitalização de capas e áudio, assim como a masterização por Carlos Santos.

Sylvie Vartan - Moi Je Pense Encore à Toi (EP 1963)

sábado, 12 de novembro de 2011



Sylvie Vartan - Moi Je Pense Encore À Toi (EP RCA Victor 86.602, 1963).

Faixas/Tracks:
Moi Je Pense Encore à Toi / Dansons / M'amuser / Tous Mes Copains

A biografia desta cantora francesa já se encontra incluída neste blog.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sindicato - Smile (Single 1971)





Sindicato – Smile (Single Polydor/Philips 2063 004, 1971). 

Os Sindicato foram criados na recta final da década de 1960. Este projecto foi praticamente um «who’s who» do rock nacional de então. Pelas suas fileiras passaram Ricardo Levy e Júlio Gomes (guitarras), Edmundo Falé (voz, ex-Ekos e Conjunto Mistério), João Maló (ex-Chinchilas e guitarrista de estúdio, pai do compositor Nuno Maló), Eduardo Oliveira (também conhecido como Necas, e que participaria nas gravações do 1º LP do Quarteto 1111, sendo mais tarde um dos membros dos NZZN), Vítor Mamede (bateria, ex-Chinchilas e futuro membro dos Status, Quarteto 1111 e Green Windows), Rui Cardoso (saxofone, ligado ao jazz desde os finais dos anos 50 e autor de bandas-sonoras de vários filmes portugueses) e Rão Kyao (que tinha já integrado o Bossa Jazz 3, partindo já depois do 25 de Abril para uma reconhecida carreira a solo), além de dois outros músicos na secção de sopros, Luís Pereira (trompete) e Cirilo Coutinho (trombone), este último já falecido, assim como Jorge Palma que foi teclista e cantor dos Sindicato, banda rock com ambições a ser uma espécie de Blood Sweat & Tears portugueses, para o que muito contribuiu a inclusão de uma secção de metais da qual fazia parte Rão Kyao. O facto dos Sindicato terem de coordenar uma série tão diferente de sonoridades inspirará Palma a trabalhar como arranjador, carreira que o ajudará a sobreviver durante parte da década de setenta, ao regressar, depois do 25 de Abril, de uma estadia de um ano na Dinamarca para evitar a chamada à guerra colonial.
Numa época em que primeiro os Blood, Sweat And Tears e depois os Chicago surgiam com um rock marcado pelas sonoridades do jazz, os Sindicato tentavam também, tal como o projecto O Controle, mostrar que em Portugal havia um caminho a trilhar nessa área. No que toca a edições discográficas, deixariam apenas os seus talentos no single «Smile», de 1971, e em dois temas da colectânea de Paulo de Carvalho publicada no mesmo ano pela Phonogram, editora hoje representada pela Universal e com a qual o grupo tinha contrato.

Jorge Palma e Os Sindicato

No primeiro destes discos, apresentavam, no lado A, a composição original homónima, com uma progressão musical algo devedora do free-jazz, e, no lado B, uma leitura muito particular para «Blue Suede Shoes», de Carl Perkins. A produção ficou a cargo de Luís Villas-Boas, patrono do jazz português, que na altura colaborava com a editora. 
 Os Sindicato foram encarregues de fazer versões instrumentais precisamente para «Flor Sem Tempo» e para «Walk On the Grass», um dos dois temas que o espanhol Manolo Díaz entregou à «Voz» nacional. 
No Verão de 1971, os Sindicato participaram no Festival de Vilar de Mouros, actuando no fim-de-semana dedicado à «música moderna para a juventude», a 7 e 8 de Agosto. Com Edmundo Falé como vocalista, o grupo apresentou a sua música a um público que não entendia as deambulações jazzísticas e elaboradas dos músicos, mas que depois não regataria aplausos ao concerto da Manfred Mann’s Earth Band (que ainda estava a seis meses da edição do seu álbum de estreia). 
Em 1972, a banda terminou a sua carreira.

Fonte: Texto parcialmente retirado de BLITZ (de autoria de João Carlos Callixto). 

Faixas / Tracks: 

01 – Smile 
02 - SindiBLUES SWEDE Cato's SHOES 

Bonus: 

03 - Walk On The Grass  (versão instrumental) 
04 - Flor Sem Tempo (versão instrumental)

Faixas gentilmente cedidas por Luís Futre.
Capa frontal cedida por João Romão.
Capa traseira (contracapa) amavelmente cedida por António Portela, a quem muito agradecemos.
Ripado do vinil. Masterização dos temas por Carlos Santos.

Nas Telinhas e nas Telonas: Barbara Marques participa do Paratodos da TV Brasil

Foto: Marcos Muzi

Nas Telinhas e nas Telonas: Barbara Marques participa do Paratodos da TV Brasil, e compõe trilha sonora para cinema

Na próxima semana, a cantora e compositora Barbara Marques, estará representada no Festival MIX em São Paulo/Brasil pela canção "Do Que Poderia Ser", cuja música foi composta por ela especialmente para o filme “Parede Branca do que Poderia Ser”, de Pedro Paulo de Andrade. A letra foi escrita pelo próprio diretor Pedro Paulo e quem deu voz à música original foi a artista. Com produção musical de Adriano Daga e Brendan Duffey, mais arranjos de Norberto Vinhas, a canção é interpretada pelas atrizes durante o filme, que será exibido dias 14 e 17 de novembro, no Cine Sesc e Cine Olido, respectivamente. 

Além do envolvimento no cinema, a cantora faz aparição no programa Paratodos do canal TV Brasil, que vai ao ar no sábado, 19, às 19h30. O episódio "Arte no Metrô" exibe entrevista que aconteceu no show aberto ao público itinerante da Estação Sé, realizado em outubro desse ano. A entrevista será reprisada dia 23 de novembro, às 20hs. 

“Parede Branca do que Poderia Ser” 

1ª exibição – Festival MIX 
No CineSesc 
Dia 14/11, às 16h00 

2ª exibição 
No Cine Olido – Festival MIX 
Dia 17/11, às 19h00 


Paratodos, canal TV Brasil 

“Arte no Metrô”
Dia 19/11, às 19h30 
Dia 23/11, às 20hs 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

The London Jazz Four - Take A New Look At The Beatles

sexta-feira, 11 de novembro de 2011



The London Jazz Four - "Take a New Look at The Beatles" (LP Polydor Records 582-005, 1967). 


The London Jazz Four for Polydor in 1967, here’s an album that somehow transcends the original songs to the extent that many of the tracks that do not sound like Beatles covers at all! And I like Beatles done by jazz players, it always takes new ground… Here’s a write up from allaboutJazz…….
This Brit quartet made the songs of the Fab Four their own, taking a lot of risk in reinterpreting many timeless classics but also approaching lesser-known Lennon-McCartney tunes (sadly, there are no Harrison compositions on the album). The result is a collection of songs that sound almost if they were completely new. For instance, “I Feel Fine” receives a Bach-like harpsichord riff that repeats itself throughout the track, the rest of the instruments basically improvising around the song’s original melody.
John Lennon’s Dylan-esque “Rain gives a lot of space for vibes player Ron Forbes and pianist Mike McNaught alternately to showcase their visions on each song. Gone is the song’s original dark feel, which is replaced by a slow, peaceful one. The early tune “Yes It Is” is barely recognizable, featuring percussion, finger cymbals, and a triangle as backdrop for the piano, which sounds as if McNaught’s fingers had a hard time moving over the keys, giving an otherwise simple song an eerie, almost ghostly feel.
The quartet swings through “Please Please Me” and “Things We Said Today”, but the latter has more of a Latin jazz sound with some Afro undertones. “A Hard Day’s Night” turns out to be one of the best tracks on the lp. The song morphs into a jazz waltz, which is an interesting development. Also pay close attention to the playfulness and simplicity of the musicians’ take on “Yellow Submarine”.


Faixas/Tracks:

01 I Feel Fine 3:10
02 Paperback Writer 3:02
03 Rain 3:34
04 Michelle 2:58
05 Yes It Is 3:55
06 Please Please Me 3:12
07 Things We Said Today 2:51
08 From Me To You 5:23
09 A Hard Day’s Night 3:01
10 Ticket To Ride 4:06
11 Yellow Submarine 2:36 

Membros/Personnel:

Mike McNaught – Piano, Harpsichord
Ron Forbes – Vibes
Brian Moore – Bass
Len Clarke – Drums 

Fonte: Love In Jazz.

The Flames - Ummm,Ummm, Oh Yeah (1965) / Ball Of Flames (1970) - 2 LPs / South Africa





The Flames was a musical group from Durban in South Africa. The band was originally formed in 1963 by guitarist Steve Fataar, bassist Brother Fataar (real name Edries Fataar), drummer George Faber and guitarist Eugene Champion. However this line-up would only be together to record a couple of songs. Ricky Fataar replaced George Faber as the band's drummer around 1964 and Edries Fredericks replaced Eugene Champion as the guitarist. Baby Duval briefly replaced Edries Fredericks in 1967 although it is unclear whether he was involved in any of the recordings that were released. Blondie Chaplin then replaced Baby Duval in 1967. This was to be the line-up from 1967 until their demise as a group in 1970.


Steve Fataar has confirmed that Baby Duval is featured as a performer on the Flames second album "That's Enough", which was released in early 1967.

Discography:

Ummm! Ummm! Oh Yeah!!! (1965)
That's Enough (1967)
Burning Soul! (1967)
Soul Meeting!! (1968)
Soulfire!! (1968)
Ball of Flames (1970)
The Flame (1970)
Burning Soul!/Soulfire (CD 2010)

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos.

Programa Eli Corrêa em ritmo de sertanejo com Rick Sollo Cantor mostra seu novo álbum “Pronto Pra Te Amar” no domingo da Rede TV! (Brasil)


Programa Eli Corrêa em ritmo de sertanejo com Rick Sollo 
Cantor mostra seu novo álbum “Pronto Pra Te Amar” no domingo da Rede TV!(Brasil)

O programa Eli Corrêa recebe no próximo domingo, dia 13, a partir das 7 horas da manhã, o cantor sertanejo Rick Sollo, que integrou a dupla Rick e Renner por mais de 20 anos. Com 16 álbuns de estúdio, 6 coletâneas e 2 dvds ao vivo, a dupla que ultrapassou a marca de 15 mil apresentações e 10 milhões de discos vendidos decidiu pôr fim na carreira em dezembro de 2010, e desde então Rick aposta em seu projeto solo, o álbum “Pronto Pra Te Amar”. O novo trabalho conta com 13 faixas de sua autoria e com participações especiais de Leonardo e Eduardo Costa. 

Às 10hs, o programa de Dom Fernando Figueiredo, “Deus Médico dos Médicos”, vai falar sobre a trombose com o Dr. Hussein Amin Orra, médico cirurgião vascular. Ele irá dar dicas de como prevenir a formação de trombos e fazer o sangue venoso circular, facilitando seu retorno ao coração. Além de falar do tratamento e das complicações sérias que a trombose pode trazer para a vida das pessoas, principalmente as sedentárias, fumantes e acima do peso. 

Exibidos pela Rede TV!(Brasil), os programas são patrocinados e produzidos pela Ultrafarma, de Sidney Oliveira. 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Paula Ribas - Suco Suco (EP 1962)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011



Paula Ribas - Suco Suco (EP Alvorada AEP 60455 - 1962), acompanhada pelo Octeto de Jorge Costa Pinto e Trio Feminino.

A biografia desta artista já se encontra inserida neste blog.


Faixas / Track List: Suco Suco / Sempre Tu E Eu / Poema Sem Fim / Bambino.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Barbara Marques faz show gratuito na Estação Paraíso do Metrô de São Paulo (Brasil)

Barbara Marques  - Café Paon (Créditos Marcos Muzi)

Barbara Marques faz show gratuito na Estação Paraíso do Metrô de São Paulo/Brasil
Projeto Encontros recebe a cantora na sexta-feira, dia 11

Barbara Marques é a nova voz da MPB e está com o primeiro CD autoral chamado “Sem Rascunho”. A canção “O Pouco e Qualquer” faz parte do álbum e está com videoclipe na MTV e MIX TV. 

Na próxima sexta-feira, 11, a cantora Barbara Marques, que acaba de lançar o primeiro álbum autoral e independente, “Sem Rascunho”, faz show gratuito no Metrô Paraíso (S.Paulo/Brasil), às 15hs. A artista faz parte da programação musical do espaço cultural permanente nas estações do Metrô de São Paulo, através do Projeto Encontros, promovido e patrocinado pela Cinemagia.

Com voz potente e composições próprias, Barbara mostra as várias vertentes de seu trabalho cantando em português e francês. No repertório estão os sucessos do álbum recém lançado “Sem Rascunho”. Mais informações sobre a artista no site oficial: www.barbaramarques.com

Serviço
Evento: Projeto Encontros – Show Barbara Marques
Data e Horário: 11/11 – sexta-feira – 15hs
Local: Estação Paraíso do Metrô (Linha Azul)
Aberto ao público

Fonte: Assessoria Márcia Stival