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Alex (O Fabuloso) - Ressurreição do Meu País (EP 1974)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012



Alex (O Fabuloso) - Ressurreição do Meu País (EP Vitória VEP 0022 - 1974). 
Acompanhado pela Orquestra e Coros de Rocha Oliveira.

Faixas/Tracks: 
Ressurreição do Meu País / Samba La Bamba / Help Me, Make It Through The Night / La Verité 

Alex (o Fabuloso) é um artista português multifacetado e excêntrico que nasceu em Moçambique, onde atuou com frequência nos anos 60. Esteve igualmente em Angola, onde pisou os palcos em casas de espetáculos de várias cidades. Nos anos 60 e início dos anos 70, cantou um pouco de tudo, o twist, yé yé, soul, música ligeira e canções românticas.



Editou vários discos, com diferentes estilos, incluindo um EP onde canta "Jovem Guarda" brasileira ao estilo do Roberto/Erasmo Carlos (EP Orfeu ATEP 6241 - Vem Quente Que Estou Fervendo).
Ao longo da sua carreira foi acompanhado por inúmeros conjuntos, como por exemplo os Rebeldes (de Angola), o conjunto Complexo 71, Conjunto os Reactores ou as Orquestras de  Rocha Oliveira e de José Pedro.
Quando foi a Nova Lisboa/Angola, foi acompanhado pelos Rebeldes, nessa época constituídos,por Fausto,Vicky, Tony e Manuel Luís.



Nas suas atuações dessa altura, o cançonetista apresentava-se normalmente com um vestuário extravagante para os costumes da época, usava também cabelos loiros e compridos e, em palco, meneava-se num ritmo quase provocante. Mantem-se em atividade até aos dias de hoje.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Barbara Marques e Márcio Lugó - Homenagem aos 70 anos de Gilberto Gil, , Caetano Veloso, Jorge Ben Jor. e Milton Nascimento (Brasil)

Dia 5 de fevereiro no Centro Cultural Rio Verde/Brasil

Barbara Marques e Márcio Lugó Fazem Show em Homenagem aos 70 anos de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jorge Ben Jor. e Milton Nascimento.

Em comemoração ao aniversário de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jorge Ben Jor e Milton Nascimento, os músicos Barbara Marques e Márcio Lugó criam apresentação especial para homenageá-los. O show celebra o êxito da carreira desses quatro artistas reconhecidos internacionalmente que influenciaram e influenciam o cenário musical do país. Obras marcantes de cada um deles serão apresentadas com arranjos criativos elaborados pelos dois intérpretes especialmente para o espetáculo. No repertório estão os sucessos “Odara” de Caetano, “Esotérico” de Gil, “Fé Cega, Faca Amolada” de Milton Nascimento e “Balança Pema” de Jorge Ben Jor, entre as composições de Barbara e Márcio, como “Erros Perfeitos” e “Desacelera”, respectivamente. Nada melhor que jovens talentos para representar o legado musical de importantes figuras. A cantora declara: “Eu e o Márcio somos grandes admiradores da MPB. Esse show é uma homenagem muito sincera a esses mestres que fizeram e ainda fazem muita história, oferecemos com enorme satisfação para o público paulista.” 

Barbara e Márcio são revelações da música nacional, ambos cantores e compositores, recentemente lançaram álbuns autorais. A união artística dos dois expressa tanto realização pessoal como profissional. Além de ser responsável pela autoria das músicas do seu primeiro álbum “Sem Rascunho” (2011), Barbara Marques compôs a trilha original do documentário “Passage”, exibido pela TV Cultura em 2010, com a música “Entre”, em francês. Márcio Lugó é cantor, compositor e produtor musical, lançou o álbum “Desacelera” no ano passado e uma de suas experiências mais enriquecedoras foi ter tocado ao lado da jazzista Izzy Gordon. A parceria resulta um trabalho sensível e de qualidade inegável, alinhado com a influência individual de cada um, tendo suas referências musicais diretamente conectadas entre si. Combinação perfeita: a essência de ícones da cultura brasileira aliada à inspiração desses novos artistas, juntos em expressão singular. 

SERVIÇO:

DATA: 5 DE FEVEREIRO – DOMINGO
ONDE: CENTRO CULTURAL RIO VERDE – CORETO
ENDEREÇO: RUA BELMIRO BRAGA, 181 – VILA MADALENA
HORÁRIO DE ABERTURA DA CASA: 17HS – SHOW PREVISTO PARA ÀS 18HS
ENTRADA: R$15 
INFORMAÇÕES: 3459-5321 

Assessoria Márcia Stival

Eusébio Faz Hoje 70 Anos. Parabéns!



Hoje celebra-se o aniversário dos 70 anos do nosso querido Eusébio. Não é possível descrever em poucas linhas o percurso de grande sucesso deste jogador português de origem moçambicana, por isso, não o faremos aqui.
Para ele, os nossos votos de muita felicidade, saúde e longos anos de vida para orgulho de todos nós. kanimambo Eusébio!

Eusébio da Silva Ferreira (Lourenço Marques/Moçambique, 25 de Janeiro de 1942), conhecido simplesmente por Eusébio, foi um ex-futebolista português nascido em Moçambique. É considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos pela IFFHS, especialistas e fãs.

Ver aqui a biografia de Eusébio: 

Em sua homenagem, resolvemos hoje postar um EP que nos foi amavelmente cedido pelo nosso amigo Jota/Rato (blog do Rato), a propósito do aniversário do nosso "craque" Eusébio.



Conjunto Sem Nome - E o Benfica É Campeão (EP RR Discos RR EP 0054 - 1969)

Faixas / Tracks: 
Os Velhotes do Benfica / Olha Que Graça / E o Benfica É Campeão / O Joelho do Benfica

Formação do Conjunto Sem Nome:
Braga Santos (violão)
José Manuel Cabeleira (piano)
José Táboas (bateria)
Ruy Nunes (ritmo)

EP que nos foi gentilmente cedido pelo nosso amigo Rato/Jota (Blog do Rato), a quem muito agradecemos.

João Romão

Estúpido Cupido - Trilha Sonora Nacional (V/A Jovem Guarda)



Capa do LP original Som Livre 403.6095, 1976.


Excelente álbum (V/A) que reúne um conjunto excepcional de temas da Jovem Guarda.

A propósito, Estúpido Cupido foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no Brasil no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 1976 e 1977, contou com 160 capítulos. Foi escrita por Mário Prata e dirigida por Régis Cardoso.
As músicas e os figurinos eram ambientados nos anos 60. Foi a última novela da Rede Globo produzida a preto-e-branco - ressalvando-se que o seu último capítulo foi gravado a cores sem que os actores soubessem disso, pois era desejada a surpresa de que a emissora já estava com a totalidade das suas câmaras a cores.
A música de abertura, Estúpido Cupido, era interpretada por Celly Campello.

Fonte: Wikipedia

Faixas / Tracks: 

01. Estúpido Cupido - Celly Campello
02. Ritmo Da Chuva - Demetrius
03. Biquini De Bolinha Amarelinha - Ronnie Cord
04. Broto Legal - Sergio Múrilo
05. Diana - Carlos Gonzaga
06. Boogie Do Bebê - Tonny Campelo
07. O Bom Rapaz - Wanderley Cardoso
08. Pare O Casamento - Wanderley Cardoso
09. A Volta - Os Vips
10. Rua Augusta - Ronnie Cord
11. Festa De Arromba - Erasmo Carlos
12. Era Um Garoto Como Eu Ama Os Beatles E Os Rolling Stones - Os Incriveis
13. Menina Linda - Renato E Seus Blue Caps
14. A Praça - Ronnie Von
15. Alguém Na Multidão - Golden Boys
16. Filme Triste - Trio Esperança
17. Professor Apaixonado - Milton Cesar
18. Quem é? - Osmar Navarro
19. Oh Carol - Carlos Ganzaga
20. Coração De Papel - Sérgio Reis
21. Dominique - Giane
22. Alguém É Bobo De Alguem - Wilson Miranda
23. Bata Baby - Wilson Miranda
24. Doce, Doce Amor - Jerry Adriani
25. Banho de Lua - Celly Campello

Álbum que nos foi remetido gentilmente pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos pela sua colaboração.

The Jacks (with Chuck Atkins) - Direct From Miami, Florida (LP 1961)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012



The Jacks (with Chuck Atkins) - Direct From Miami, Florida (LP R.R.C. ARLP 2015, 1961).
(instrumental / edição Sul africana).
Edição por Radio Record Company of Africa (PTY.) Ltd. Johannesburg.

Este LP instrumental é considerado um disco raríssimo. Pressupomos que seja um grupo norte americano liderado por Chuck Atkins e cuja gravação original seja dos EUA. Esta edição é sul africana. Foi comprado no início dos anos 60 na Discoteca Bayly, em Lourenço Marques/Moçambique.
Não existe qualquer referência a este grupo, disco ou guitarrista, na Internet. Absolutamente desconhecido! A gravação do som não é das melhores, mas vale pela raridade.


The Jacks  LP - Side A

This LP is considered a rare album. We assume that is a North American group. Probably the original edition came from USA. This is a South African edition. There is no reference to this group, LP or guitarist on Internet. Absolutely unknown! The sound recording is not great, but it's a rarity.

Note: According to a report from our friend Rick Clark..."I knew Chuck Atkins in the 1970's and 1980s. He had a musical instrument store in Homestead, Florida called "Chuck Atkins World Of Music". That was South of Miami. He recorded music in a home studio in a garage. He was a relative of Chet Atkins. I believe they were cousins. Chuck was also from Tennesse USA originally. Chuck's sons also were musicians and worked in his store". Thanks Rick.

Faixas / Track List:


LP disponibilizado por Carlos Santos
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Sylvie Vartan - Cette Lettre (EP 1965)





Sylvie Vartan - Cette Lettre (EP RCA Victor 86.096, 1965). Edição francesa. 
Disco considerado raro.

A biografia desta cantora francesa já se encontra inserida neste blog.



Faixas / Tracks: 

Cette Lettre Là (G. Thibaut, T. Brown) 
 C'est A Deux Pas (E. Vartan, G. Aber, G. Thibaut) 
 Je Le Vois (pretty eyes) (B. Weinstein, T. Randazzo) 
 Pour Ne Pas Pleurer (I can't make him look at me) (Goldstein, Gottehrer, Martine, Seldman)

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Celly Campello - Celly (1968)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012




Celly Campello - Celly (LP original Odeon SMOFB-3543, Junho de 1968).

Célia Benelli Campello, cujo nome artístico era Celly Campello (São Paulo, 18 de junho de 1942 — Campinas, 4 de março de 2003) foi uma cantora e precursora do rock no Brasil. Também fez uma participação como atriz na novela Estúpido Cupido. Depois de casada, passou a assinar Célia Campello Gomes Chacon. 
A biografia desta cantora brasileira já se encontra inserida neste blogue.


Finalmente, esta recente reedição dos álbuns de Celly Campello nos apresenta o disco “Celly”, lançado em 1968, seis anos depois da cantora ter abandonado a sua carreira artística. No entanto, ela aceitou gravar este LP pela Odeon, após ter recusado apresentar o programa Jovem Guarda ao lado de Roberto e Erasmo Carlos. 
Celly Campello ainda era a rainha da pré-história do rock brasileiro quando optou por sair de cena. 
Quando quis voltar, em 1968, encontrou abrigo na Odeon e gravou o álbum Celly, sexto e último titulo gravado. Lançado em junho de 1968, Celly já soou como um disco fora de sintonia com seu tempo. Os reis do rock e da juventude já eram outros. Aliás, a Jovem Guarda já vivera a sua ascenção, apogeu e queda. Já existiam Os Mutantes e a turma Tropicalista capitaneada por Caetano Veloso e Gilberto Gil. O mundo já mergulhava na era da contracultura e tapava os ouvidos para a ingenuidade então já kitsch do repertório de intérpretes como Celly Campello. E restou à destronada rainha somente a opção de sair novamente de cena para viver do seu passado de glória.
Este álbum traz uma outra versão de “Banho de Lua”, além das belas versões de “Words” e “As Tears Go By”, esta, dos Rolling Stones.

Faixas / Track List:

01. Hey! Ex-Amor (L. David Sloane/W. Meshel/Vers.: Alf Soares) • 2:16
02. Marquei Encontro Com Você Em Meus Sonhos (Luiz Wagner/Tom Gomes) • 2:36
03. Palavras (Words) (Barry Gibb/Maurice Gibb/Robin Gibb/Vers.: Fred Jorge) • 2:55
04. Um Mundo Feliz (It's A Happening World) (Barry Mann/Cynthia Weil/Vers.: Alf Soares) • 2:26
05. O Amor É Azul (L'Amour Est Bleu) (Andre Popp/Pierre Cour/Vers.: Geraldo Figueiredo) • 2:38
06. Felicidade (Felicidad) (Diane Hilderbrand/Dominic Frontère/Vers.: Alf Soares) • 2:11
07. Bonnie E Clyde (Bonnie And Clyde) (Charles Strouse/Vers.: Geraldo Figueiredo) • 2:15
08. Perdoa (Perdono) (Soffici/Antonio Mogol/Vers.: Alf Soares) • 2:37
09. No Outono (Nos Encontraremos Outra Vez) (Luiz Wagner/Tom Gomes) • 2:20
10. Banho De Lua (Tintarella Di Luna) (P. de Filippi/Francesco Migliacci/Vers.: Fred Jorge) • 2:58
11. Meu Pranto a Deslizar (As Tears Go By) (Mick Jagger/Kieth Richards/Andrew Loog Oldham/Vers.: Fred Jorge) • 2:37
12. Você Quem Quiz Assim (Deny) • 2:31

Fonte: Wikipedia, Mauro Ferreira e Katy Freitas 

Último álbum que faz parte de um maravilhoso presente deste último Natal e que nos foi enviado do Rio de Janeiro/Brasil, oferecido por uma querida amiga, a quem agradecemos.

The Animals - It's My Life (EP 1965)





The Animals - It's My Life (EP Columbia SLEM 2227 - 1965). Edição portuguesa.
Excelente EP com alguns dos temas mais característicos e marcantes desta banda inglesa de Rock And Blues.

The Animals foi uma banda de rock britânica dos anos 1960 formada em Newcastle upon Tyne por Eric Burdon (vocais), Alan Price (órgão), Hilton Valentine(guitarra), John Steel (bateria) e Chas Chandler (baixo). 
Buscavam as raízes do blues e do folk, sendo influenciados por Chuck Berry (com quem fizeram uma tournée), Bob Dylan, Nina Simone, Little Richard e Bo Diddley. 
O sucesso moderado do grupo na sua terra natal motivou-os a mudarem-se para Londres em 1964, bem a tempo de serem incluídos na Invasão Britânica. Eles apresentavam versões de sucessos do Rhythm and Blues, e foram uma das primeiras bandas a serem influenciadas por Bob Dylan (inclusive lançando duas versões/covers de músicas dele). Os Animals alcançaram sucesso com os seus discos "Baby Let Me Follow You Down" e "The House of the Rising Sun". Os vocais uivados de Burdon e os arranjos dramáticos de Price criaram indubitavelmente o primeiro hit do folk rock. Os sucessos seguiriam-se com "Bring It On Home To Me" (hit na voz de Sam Cooke) e "Don't Let Me Be Misunderstood" (de Nina Simone).


Em 1965, entretanto, o grupo estava prestes a separar-se. Price deixou a banda para continuar como artista a solo, gravando uma versão de sucesso de "Simon Smith And The Amazing Dancing Bear", de Randy Newman. A banda continuou, agora sob a égide de "Eric Burdon and the Animals", mudando o seu estilo musical. Abandonando o blues, passaram a tocar a versão de Burdon para o som psicadélico. Alguns dos sucessos desta época foram "San Franciscan Nights" e "Monterey", um tributo ao histórico festival de 1967 que apresentou, entre outros, Janis Joplin, Otis Redding, Jimi Hendrix e os próprios Animals. Em 1970 a banda dissolveu-se, e Eric Burdon juntou forças com um grupo latino de Long Beach, Califórnia, chamado "War". 
Em meados dos anos setenta influenciaram vários grupos de Rock'n'Roll pela batida que conseguiam fazer, dentre os grupos, estão os Ramones, de 1974, que fizeram um cover de When I Was Young no álbum Acid Eaters, de 1993.


O grupo tentou retomar a carreira em 1976, gravando um novo álbum que apesar de receber alguns elogios, não teve grande repercussão. Nova tentativa foi feita em1983 (com Ark) e uma série de apresentações que renderam um disco ao vivo, mas que não conseguiram alavancar a nova tentativa da banda. Burdon voltou para a carreira a solo e os "Animals" são lembrados como um dos expoentes do rhythm and blues britânico dos anos 60.
Fonte: Wikipedia

As capas deste EP foram-nos enviadas pelo nosso amigo António Manuel Freitas, a quem muito agradecemos. As faixas foram disponibilizadas por Carlos Santos.

Dusty Springfield - Dusty Springfield (EP 1968)

domingo, 22 de janeiro de 2012




Dusty Springfield - Dusty Springfield (EP Philips P 37033 PE, 1968).Edição portuguesa.

Faixas/Tracks:

A1 - Son Of A Preacher Man
A2 - Second Time Around 
B1 - Just A Little Lovin'
B2 - Who (Will Take My Place)

Mary Isabel Catherine Bernadette O'Brien (Londres, 16 de abril de 1939 – Henley-on-Thames, 2 de março de 1999), conhecida profissionalmente como Dusty Springfield, foi uma cantora britânica de música pop.


Após sair da escola em 1958, Dusty entrou para o grupo vocal Lana Sisters, onde permaneceu até 1960, ano em que formou o trio The Springfields com seu irmão Dion O'Brien e Tim Feild. Partiu para uma carreira a solo em 1963, lançando o sucesso "I Only Want to Be With You", inspirada no estilo "Wall of Sound" de Phil Spector. Entre os seus outros singles, destacam-se "Wishin' and Hopin'", "I Just Don't Know What to Do with Myself" (1964), "You Don't Have to Say You Love Me" (1966) e "Son of a Preacher Man" (1969).
Dusty trabalhou para tornar os artistas de soul music mais conhecidos no Reino Unido, desenvolvendo e apresentando em 1965 o programa The Sound of Motown, uma edição especial da série de TV Ready Steady Go com os melhores artistas da Motown Records.


Entre as cantoras da Invasão Britânica, Dusty foi a que obteve mais impacto no mercado norte-americano. De 1963 a 1970, conseguiu levar 18 singles ao "Hot 100" da Billboard, além de ter sido votada como "Melhor Cantora Britânica" pelos leitores da New Musical Express em 1964, 1965 e 1968.
Na década de 1980, gravou um dueto com o duo Pet Shop Boys, "What have I done to deserve this?"
Ela continou gravando até lhe ser diagnosticado um cancro (câncer) da mama em 1995. Morreu em 2 de março de 1999, na cidade de Henley-on-Thames, Inglaterra.


As capas deste EP foram gentilmente cedidas pelo nosso amigo António Manuel Freitas, a quem muito agradecemos. Faixas disponibilizadas por Carlos Santos.

Tony Campello (Baby Face) - LP 1961





Tony Campello - LP Odeon MOFB-3220, Maio de 1961, com Carlos Piper e seu Conjunto e Waldemiro Lemke e sua Orquestra.

Sérgio Beneli Campelo (São Paulo, 24 de fevereiro de 1936), mais conhecido como Tony Campelo, é um cantor e produtor musical, precursor da Jovem Guarda, tendo sido considerado o primeiro rocker brasileiro.  
Ao lado da irmã Celly Campello, Tony fez sucesso no final da década de 1950 e na década de 1960. 
Intérprete de vários sucessos como "Lobo Mau"" e ""Boogie do Bebê", Tony e Celly lançaram o seu primeiro compacto em 1958, que tinha as faixas "Perdoa-me" e "Belo Rapaz". 


Tony Campello (Sérgio Beneli Campello), cantor e produtor, nasceu em São Paulo/SP em 24/2/1936. Interessou-se por música desde os nove anos, passando a estudar sozinho violão e piano. De 1953 a 1958, integrou o conjunto Ritmos OK, em Taubaté SP, tendo também atuado, de 1956 a 1958, no Mário Genari Filho e Conjunto. 
Fez a sua primeira apresentação em televisão na antiga TV Paulista e exibiu-se no programa Galera do Nelson, da Rádio Nacional, de São Paulo. Gravou o primeiro disco em 1958, Forgive me (Odeon); no verso do disco, sua irmã Celly Campello cantava Handsome Boy (ambas de Mário Genari Filho e Celeste Novais). 
Nos dois anos seguintes, apresentou com a irmã o programa Celly e Tony em Hi-Fi, na TV Record, de São Paulo, participando ainda de shows e programas de televisão nas principais cidades do país. 
Gravou seis LPs pela Odeon, fazendo sucesso com as músicas Boogie do Bebê (J. Parker e Relin, versão de Fred Jorge), Pertinho do mar (Sílvio Pereira de Araújo) e Canário (Norman Luboff, Marilyn Keith e Alan Berman, versão de Fred Jorge), gravada em dupla com Celly. 
Trabalhou nos filmes Jeca Tatu, dirigido por Milton Amaral, 1959, e Zé do Periquito, dirigido por Mazzaropi e Ismar Porto, em 1960. Em 1961 e 1962, recebeu o troféu Chico Viola, sendo que o segundo foi em conjunto com sua irmã. Viajou nos dois anos seguintes para o Paraguai e Peru. Produziu para a RCA Victor discos dos artistas Celly Campelo, Os Incríveis, Carlos Gonzaga e Chris McClayton e lançou em disco, entre outros, a duplaDeny e Dino, Sérgio Reis, Silvinha e Luís Fabiano. 
Em 1974 ganhou o prêmio Rock 74 pela produção do disco Rock das quebradas. Apresentou-se em 1975 na boate Igrejinha, de São Paulo, onde foram organizados os shows Cuba-libre em Hi-Fi, promovendo a volta de cantores de sucesso do final da década de 1950 e início da de 1960, Celly Campello, Carlos Gonzaga, Ronnie Cord, George Friedman, Baby Santiago e Dan Rockabilly. 
Como produtor e pesquisador de música sertaneja, produziu quase todos os discos de Sérgio Reis desde 1967, além da série de coletâneas Luar do Sertão da BMG Ariola (nome da RCA Victor desde 1985). Continua a apresentar-se em shows pelo interior de São Paulo. 

Fonte: cifrantiga3 e Wikipedia.

Faixas:

01 - Baby face
02 - Blue Moon
03 - Enxutinha (Pretty Baby)
04 - My Melancholy Baby
05 - Margie
06 - Yes Sir, That´s My Baby
07 - Cherrie
08 - Querida Suzie (Suzie Darlin´)
09 - Dreamin´
10 - Escola de rock (Swingin´ Schol)
11 - Wild One
12 - Broto sem igual (Good Time Baby)

Álbum gentilmente cedido por João Romão.