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Feliz Carnaval / Happy Carnival, 2020!

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Feliz Carnaval / Happy Carnival, 2020!


Chegou o Carnaval…mais umas noites de alegria e folia... Desfiles nas ruas e bailes um pouco por todo o lado. É só “farra”!
Desejamos um óptimo Carnaval a todos os nossos queridos amigos, colaboradores e visitantes deste blog! 


Happy Carnival !!! 

It's Carnival ... Feast days, much revelry and joy. Good Carnival !! 
We wish a great carnival to all our dear friends, collaborators and visitors of this blog! 

Carlos Santos e João Romão.

Super Fortíssimo, V/A (LP 1983)

sábado, 22 de fevereiro de 2020



Super Fortíssimo, V/A (LP Fermata 38.008, 1983). 
Género: Compilação, Música Italiana Romântica, Pop. 

Luigi Tenco.

Super Fortíssimo” é uma compilação com 12 faixas lançada pela discográfica brasileira Fermata, em 1983, que reúne gravações efectuadas entre 1964 e 1982, por vários conceituados artistas como, Luigi Tenco, John Foster (nome artístico de Paolo Occhipinti), Sergio Endrigo, Gino Paoli, Nico Fidenco ou Dick Danello. 
A propósito, Dick Danello é o nome artístico de Filippo D'Anello (Belvedere Marittimo/Itália, 1 de janeiro de 1943), um cantor, compositor, produtor, apresentador e actor italiano radicado no Brasil. Nos anos 60, Danello fez parte da Jovem Guarda. Em 1982 teve o programa de rádio “Parlando D'Amore”, que divulgava a música popular italiana. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Ho Capito Che Ti Amo - Luigi Tenco (L. Tenco) 
A2 - Amore Scusami - John Foster (Pallavicini, Mescoli) 
A3 - Sempre...Sempre - Peppino Gagliardi (Amendola, Gagliardi) 
A4 - Canzone Per Te - Sergio Endrigo (Endrigo, Bardotti) 
A5 - Duello - Rosanna Fratello (Malgioglio, Lulak, Stelletti)
A6 - Mi Sono Innamorato Di Te - F. Cassano (G. Paoli)
B1 - Sapore di Sale - Gino Paoli (G. Paoli) 
B2 - Tu Nella Mia Vita - Ghezzi, Wess e Dori (Lubiak, Artemo) 
B3 - Tornero - I Santo California (Polizzy, Natili, Ramonio) 
B4 - Cara Felicitá (This Is My Song) - Nico Fidenco (Bertini, Chaplin) 
B5 - Cominciamo Ad Amarci - John Foster (Pallavicini, Mescoli) 
B6 - Parlando D'Amore - Dick Danello (D. Danello, Olliver) 
Bonus:
C1 - Mi Sono Innamorato Di Te - Luigi Tenco (G. Paoli)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos. Agradecimento também ao nosso amigo Paulo faria pela colaboração com a faixa A6.
Masterização por Carlos Santos. 

The Jimi Hendrix Experience ‎– Electric Ladyland (2 LPs 1968)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020



The Jimi Hendrix Experience ‎– Electric Ladyland (2 LP Track Record ‎– 613008/9, 25 de outubro de 1968). 
Produção e Direcção: Jimi Hendrix. 
Género: Electric Blues, Rock Psicadélico, Blues Rock. 


Electric Ladyland” é o terceiro e último álbum de estúdio do grupo The Jimi Hendrix Experience, lançado no Reino Unido em 25 de outubro de 1968 (pela Track Records) e nos Estados Unidos (Reprise Records), em 16 de setembro de 1969. O selo Track Records foi fundado em 1967 no Reino Unido. Era uma empresa subsidiária da Polydor Records e distribuiu material de The Jimi Hendrix Experience naquele país. 
Este álbum é visto como o auge da maestria de Jimi Hendrix como guitarrista, e é frequentemente citado como um dos maiores álbuns de rock de todos os tempos. Não foi somente o último álbum de The Jimi Hendrix Experience, mas também o último álbum de estúdio a ser profissionalmente produzido sob a sua supervisão. 
O LP está recheado de novas ideias e energia, e mostra praticamente tudo o que o génio da guitarra tinha para oferecer: blistering blues ("Voodoo Chile"), galáxias/espaço ("1983… (A Merman I Should Turn To Be)" psicadelismo ("Crosstown Traffic") e rock ("Voodoo Child (Slight Return)". O disco inicia-se com um estranho e curto tema “Avant-Garde” intitulado “And the Gods Made Love”, onde aparece a voz distorcida de Jimi Hendrix e diversos efeitos sonoros. 
A revista "Q magazine" listou o LP como o 38º melhor álbum de todos os tempos; A VH1 colocou-o na 72ª posição, a revista Rolling Stone posicionou-o como o 54º melhor de todos os tempos e o LP está no livro 1001 discos para ouvir antes de morrer. 
O álbum atingiu o primeiro lugar na tabela da Billboard o que lhe garantiu um disco “multi-platina. No Reino Unido chegou ao nº 6 da tabela de sucessos, recebendo um disco de ouro. 
Do disco, destacamos um tema composto por Bob Dylan, "All Along the Watchtower", com uma série de solos de guitarra, todos distintos e brilhantes que alcançou algum sucesso, para além do famoso “Voodoo Chile”. 
As capas (tanto a da frente como a traseira) apresentam imagens controversas (censuradas na época por diversos círculos), com diversas mulheres nuas. 
Informação sobre Jimi Hendrix e seu grupo, já se encontra inserida neste blog.


Faicas/Tracklist: 

A1 - And The Gods Made Love (J. Hendrix) 1:21 
A2 - Have You Ever Been (To Electric Ladyland) (J. Hendrix) 2:12 
A3 - Cross Town Traffic (J. Hendrix) 2:25 
A4 - Voodoo Chile (J. Hendrix) 15:05 
B1 - Little Miss Strange (Noel Redding) 2:50 
B2 - Long Hot Summer Night (J. Hendrix) 3:30 
B3 - Come on (Let The Good Times Roll) (Earl King) 4:10 
B4 - Gipsy Eyes (J. Hendrix) 3:46 
B5 - The Burning Of The Midnight Lamp (J. Hendrix) 3:44 
C1 - Rainy Day, Dream Away (J. Hendrix) 3:43 
C2 - 1983... (A Merman I Should Turn To Be) (J. Hendrix) 13:46 
C3 - Moon Turn The Tides... Gently Gently Away (J. Hendrix) 1:01 
D1 - Still Raining, Still Dreaming (J. Hendrix) 4:24 
D2 - House Burning Down (J. Hendrix) 4:35 
D3 - All Along The Watchtower (Bob Dylan) 4:01 
D4 - Voodoo Chile (Slight Return) (J. Hendrix) 5:14 


Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz, guitarra, piano, baixo - Jimi Hendrix 
Baixo, guitarra acústica e voz de apoio - Noel Redding 
Bateria - Mitch Mitchell 

Músicos adicionais / Additional Musicians: 

Baixo – Jack Cassady 
Congas – Larry Faucette 
Bateria – Buddy Miles 
Percussão - Brian Jones 
Flauta – Chris Wood 
Saxofone tenor – Freddie Smith 
Órgão – Mike Finnegan, Stevie Winwood 
Piano – Al Kooper 
Guitarra de doze cordas e voz de apoio - Dave Mason 
Vozes de apoio - The Sweet Inspirations 
Arranjos por Jimi Hendrix. 

LP duplo gentilmente cedido pelo nosso amigo Hugh Jordan, a quem agradecemos.

Mary Wells ‎– Love Songs To The Beatles (LP 1965)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020



Mary Wells ‎– Love Songs To The Beatles (LP 20th Century Fox Records ‎– TFM 3178, 1965). 
Género: Soul, Pop. 

Mary Wells com The Beatles.

Love Songs to the Beatles” é um álbum de tributo aos Beatles, lançado em 1965 por Mary Wells, através do selo 20th Century Fox. O álbum foi uma homenagem pessoal de Wells ao grupo de rock britânico, tendo sido uma das primeiras artistas da Motown a fazer uma turnê pelo exterior e que fez a abertura do grupo, depois que o seu single "My Guy" ter ganho muito sucesso no Reino Unido. Wells fez amizade com os quatro membros do grupo. Este foi o seu segundo e último álbum pela 20th Century Fox. 


Mary Esther Wells (13 de maio de 1943; 26 de julho de 1992) foi uma cantora norte americana de soul, R’nB e pop. 
Marry Wells nasceu e passou a infância num bairro pobre de Detroit, Michigan. Foi a primeira cantora a assinar um contrato com a gravadora Motown, onde gravou o maior sucesso da sua carreira, a canção "My Guy", de 1964. Wells também gravou um dueto com Marvin Gaye, com quem obteve os sucessos "Once Upon a Time" e "What's the Matter With You, Baby?". 
Ao completar 20 anos, Wells decidiu romper o seu contrato que mantinha com a Motown e assinou com a 20th Century Fox. Além da música, havia a promessa de uma carreira cinematográfica. Mas na nova gravadora, Wells não repetiu o mesmo sucesso que obteve na Motown. Apesar de ter um relativo sucesso com os seus três primeiros singles pela Fox, o seu álbum fracassou comercialmente e o seu contrato foi rescindido. Depois, a cantora assinou contrato com uma nova gravadora, a Atco (subsidiária da Atlantic Records). Em 1968, ela assinou com a discográfica Jubilee Records, mas novamente não obteve sucesso, e o mesmo ocorreria com a gravadora Reprise. 
A sua carreira tomou novo folgo em 1981, quando Wells gravou o álbum "In and Out of Love", lançado pela Epic Records. O single "Gigolo" tornou-se um grande sucesso e atingiu o segundo lugar na lista disco da Billboard. 
Mary Wells faleceu em 1992, devido a um cancro na laringe. 


Faixas/Tracklist: 

A1 He Loves You 2:45 
A2 All My Lovin' 2:40 
A3 Please Please Me 2:25 
A4 Do You Want To Know A Secret 2:40 
A5 Can't Buy Me Love 2:00 
A6 I Should Have Known Better 2:15 
B1 Help 2:00 
B2 Eight Days A Week 2:10 
B3 And I Love Him 3:20 
B4 Ticket To Ride 2:00 
B5 Yesterday 2:10 
B6 I Saw Him Standing There 2:30 

Todas os temas foram compostos pela dupla Lennon e McCartney. 
Arranjos e condução de orquestra por Joe Mazzu. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Q. Wayne, a quem agradecemos. 

The Jimi Hendrix Experience ‎– Axis: Bold As Love (LP 1967)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020



The Jimi Hendrix Experience ‎– Axis: Bold As Love (LP Reprise Records ‎– RS 6281, 01 de dezembro de 1967). 
Produtor – Chas Chandler. 
Género: Blues Rock, Rock Psicadélico. 


Axis: Bold as Love” é o segundo álbum de estúdio do grupo The Jimi Hendrix Experience, lançado em dezembro de 1967. Neste segundo disco, Jimi explorou muito o tema dos extraterrestres como a faixa inicial "EXP", em que um entrevistador, na verdade, Mitch Mitchell, conversa com Paul Carusoe (Jimi Hendrix). Simultaneamente, compôs a sua mais bela e lírica composição, "Little Wing". Após o lançamento do primeiro álbum, “Are You Experienced”, a banda vivia praticamente na estrada em concertos intermináveis. Enquanto entravam em estúdio, foi editado o single "Burning Of The Midnight Lamp"/"Stars That Play With Laughing Sam's Dice", lançado apenas em Inglaterra, que chegou ao 18º lugar na tabela de sucessos. 
Editado no dia 1 de dezembro de 1967, o LP “Axis: Bold As Love” conseguiu boas vendas, ficando em quinto lugar nas tabelas Britânicas e, em terceiro, nos EUA, onde o lançamento só ocorreu em 15 de janeiro de 1968. O disco mostrava algumas inovações, como Noel Redding a usar um baixo de oito cordas e a cantar uma composição própria, "She's So Fine". 
O LP recebeu críticas muito positivas e elogios de todos os lados. A capa e a contracapa tornaram-se famosas na história da pop/rock/blues da época. 
Após o lançamento do LP, a banda seguiu para mais concertos pela Europa, mas os atritos entre os seus elementos começam a suceder, especialmente entre Jimi e Noel Redding. Seria o começo da crise, embora a banda ainda tivesse tempo para um dos mais audaciosos trabalhos da história, “Electric Ladyland”. Muitas das canções dos álbuns foram compostas com técnicas e efeitos de gravação em estúdio e raramente eram tocadas em apresentações ao vivo. Somente "Spanish Castle Magic" e "Little Wing" foram apresentadas com frequência nos seus concertos. 
Do álbum, destacamos a faixa título, “EXP” e as belas e melancólicas baladas "Little Wing", "Castles Made of Sand", "One Rainy Wish". 


Faixas/Tracklist: 

A1 – EXP (Jimi Hendrix) 1:55 
A2 - Up From The Skies (Jimi Hendrix) 2:55 
A3 - Spanish Castle Magic (Jimi Hendrix) 3:00 
A4 - Wait Until Tomorrow (Jimi Hendrix) 3:00 
A5 - Ain't No Telling (Jimi Hendrix) 1:46 
A6 - Little Wing (Jimi Hendrix) 2:24 
A7 - If 6 Was 9 (Jimi Hendrix) 5:32 
B1 - You've Got Me Floatin' (Jimi Hendrix) 2:45 
B2 - Castles Made Of Sand (Jimi Hendrix) 2:46 
B3 - She's So Fine (Noel Redding) 2:37 
B4 - One Rainy Wish (Jimi Hendrix) 3:40 
B5 - Little Miss Lover (Jimi Hendrix) 2:20 
B6 - Bold As Love (Jimi Hendrix) 4:09 

Integrantes/Personnel: 

Jimi Hendrix - guitarra, voz, baixo, piano, flauta 
Mitch Mitchell - bateria, metalofone, voz, "entrevistador" na primeira faixa 
Noel Redding - baixo, voz 
Músicos de apoio: 
Trevor Burton, Gary Leeds, Roy Wood - voz 
Graham Nash, Chas Chandler - voz e acompanhamento 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Pete Lodge, a quem agradecemos.

The Ventures ‎– The Fabulous Ventures (LP 1964)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020



The Ventures ‎– The Fabulous Ventures (LP Dolton Records ‎– BLP-2029, 18 de julho de 1964). 
Produtor – Dick Glasser. 
Género: Instrumental, Rock, Surf. 

The Fabulous Ventures” é o 15º álbum de estúdio do conjunto de rock instrumental americano The Ventures, lançado em 18 de julho de 1964 pela discográfica Dolton Records. Nesse ano, o LP atingiu a posição nº 32 na tabela da Billboard 200 e o nº 18 na Cashbox. Do disco destacamos os temas, “Journey to the Stars” e “Walking with Pluto”. 


The Ventures é um grupo americano instrumental, fundado em Tacoma, Washington, em 1958. 
Os Ventures eram mestres no som e na técnica que apresentavam, organizando habilmente os seus instrumentos numa abordagem perfeita que era instantaneamente reconhecível. O grupo sofreu diversas alterações à sua formação inicial, mas apesar disso teve uma surpreendente continuidade. The Ventures tiveram o seu maior sucesso e popularidade nos Estados Unidos e no Japão durante a década de 60. Mantêm-se em actividade e continuam a tocar e a gravar. A última formação do grupo, segundo informações de 2005, foi integrada por Don Wilson (guitarra ritmo), Nokie Edwards (guitarra, em algumas ocasiões especiais), Jerry McGee (guitarra), Leon Taylor (filho de Mel Taylor, bateria) e Bob Spalding (baixo eléctrico). 
Com mais de 100 milhões de discos vendidos, eles são o grupo instrumental com as maiores vendas de todos os tempos. Lançaram mais de duzentos álbuns, sendo o primeiro “Walk Don’t Run” (1960), e mais de 60 singles. Mais informação sobre The Ventures, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1. Needles and Pins (Jack Nitzsche, Sonny Bono) 2:40 
A2. Runnin' Wild (Bob Bogle, Mel Taylor, Don Wilson) 1:51 
A3. Eleventh Hour (Bob Bogle, Mel Taylor, Don Wilson) 2:27 
A4. The Cruel Sea (Mike Maxfield) 2:20 
A5. Scratchin' (Bob Bogle, Mel Taylor, Don Wilson) 2:03 
A6. Tall Cool One (John Greek, Rich Dangel) 2:32 
B1. Only the Young (James Seals) 2:20 
B2. Journey to the Stars (Bob Bogle, Mel Taylor, Don Wilson) 2:20 
B3. Fugitive (Lou Josie) 2:09 
B4. Ravin' Blue (Bob Bogle, Mel Taylor, Don Wilson) 2:13 
B5. Walkin' with Pluto (Bob Bogle, Mel Taylor, Don Wilson) 2:22 
B6. The Pink Panther Theme (Henry Mancini) 2:27 

Músicos/Musicians: 

Nokie Edwards – guitarra solo 
Mel Taylor - bateria 
Don Wilson – guitarra ritmo 
Bob Bogle – baixo 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Peter Helm, a quem agradecemos.

The Symbols ‎– The Best Part of The Symbols (1966-1968)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020



The Symbols ‎– The Best Part of The Symbols (1966-1968). 
Género: Pop/Rock. 


The Symbols foi uma banda de música pop inglesa, fundada em 1965. Tiveram dois sucessos no UK Singles Chart com, "Bye Bye Baby" (1967) e "(The Best Part of) Breaking Up", (1968). 
Em 1965, mudaram o seu nome para The Symbols, e a sua formação inicial incluía John Milton (vocalista), Mick Clarke (baixo), Shaun Corrigan (guitarra) e Clive Graham (bateria). O seu single de estreia, já com o nome The Symbols, foi produzido por Mickie Most, "One Fine Girl", mas foi um fracasso comercial. Seguiram-se outros singles. 
Tiveram várias alterações à sua de formação durante a sua carreira, com Joe Baccini (baixo), Sean Corrigan (guitarra) e Chris (Chas) Wade (bateria) que tocaram com o grupo em vários momentos. Fizeram uma versão de "Why Do Tools Fall In Love" mas que não teve sucesso. 
Mick Clark saiu da banda para ir tocar com os Tremeloes e foi substituído no baixo por John Bachini (também conhecido como John Baccini), depois Adrian Gurvitz. Mick mostrou aos Tremeloes uma música dos Symbols, "Silence Is Golden" (que também a lançaram com muito êxito). Mais tarde, Mick voltou aos Symbols. 
Ed Kassner, da discográfica President, precisava de uma banda harmoniosa para fazer a versão do sucesso americano "See You In September", pelo que assinou contrato com The Symbols para o lançamento de um álbum. O LP não vendeu bem, em parte devido a problemas relacionados com a distribuição, mas proporcionou o lançamento de singles, incluindo "Bye Bye Baby (uma versão da música de The Four Seasons, que passou três semanas na parada britânica em agosto de 1967, chegando ao número 44) e "Best Part Of Breaking Up" (originalmente gravada por The Ronettes), que foi o seu segundo e último êxito no Reino Unido (chegou ao número 25 das tabelas, em janeiro de 1968, permanecendo aí doze semanas no gráfico). Singles subsequentes não conseguiram atingir as paradas de sucessos. Juntos, a banda manteve-se em actividade até 1972, quando se começaram a separar. Mick Clark juntou-se a The Rubettes, Chas Wade e John Milton tocaram com a banda de pub-rock JJ Foote, no início de 1974. Posteriormente, Milton partiu para se juntar aos Sparrow. 


Faixas/Tracklist: 

01 (The Best Part Of) Breaking Up 
02 To Make You Smile Again 
03 Canadian Sunset 
04 Hideaway 
05 Again 
06 Bye Bye Baby 
07 See You In September 
08 The Gentle Art Of Loving 
09 The Things You Do To Me 
10 You'd Better Get Used To Missing Her 
11 Pretty City 
12 A Lovely Way To Say Goodnight 
13 Do I Love You 
14 Schoolgirl 
15 Canadian Sunset (Instrumental Version) 
16 Four Seasons Medley: Walk Like A Man / Sherry / Big Girls Don't Cry 
17 I Live 
18 I Will See You There 
19 Charade 
20 The Sun Ain't Gonna Shine Anymore 
21 Look Over The Hill And Far Away 
22 Rainbow 
23 Through A Long And Sleepless Night 
24 There's No Room In Your World For Me 
25 Silence Is Golden 

Formação inicial/Initial Line-Up: 

John Milton - Vocalista 
Mick Clarke (Michael William Clarke, 10 agosto 1946, Grimsby, Lincolnshire, England) – Baixo e voz 
Shaun Corrigan – Guitarra solo 
Clive Graham - Bateria 

Outros Membros/Other Members: 

John Bachini – Baixo e voz 
Chas Wade – Bateria 
Adrian Gurvitz – Baixo 
Trevor Mee – Guitarra 
Phil Chesterton – Bateria 
Brian Gill – Guitarra 
Dave Guscott – Baixo 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos. 

Brian Hyland ‎– The Bashful Blond (LP 1960)




Brian Hyland ‎– The Bashful Blond (LP Kapp Records ‎– KS-3202, 1960). 
Género: Rock, Soft Rock. 
LP considerado raro. 

The Bashful Blond“ é o álbum de estreia de Brian Hyland, lançado em 1960 pela gravadora Kapp. 
Brian Hyland foi um dos cantores mais “charmosos” de um grupo de ídolos adolescentes da cena do rock and roll, no início dos anos 60. O seu primeiro grande sucesso foi o famoso "Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini", que define todo o seu trabalho do início dos anos 60, ou seja, temas pop/rock com refrões vocais femininos, guitarras melodiosas e a voz suave de Hyland. O álbum “The Bashful Blond”, inclui o seu grande sucesso e ainda outras 11 músicas pop. A maioria das canções são novidades como o "Cleo", "Cozy Little Compact Car" ou "Don't Dilly Dally Sally". Brian também assume outros padrões de voz como em "A" You're Adorable" e "Baby Face". 


Brian Hyland (Queens/Nova York, 12 de novembro de 1943) é um cantor norte-americano, nascido em Woodhaven, um bairro de classe média localizado na região do Queens, em Nova Iorque. Hyland iniciou a sua carreira em 1959. No entanto, foi no ano seguinte que Brian, aos 16 anos de idade, obteve o seu primeiro grande sucesso, “Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polkadot Bikini” (Lee Pockriss e Paul Vance. Outro êxito de Hyland foi “Sealed with a Kiss”. 
Durante a sua carreira, Brian lançou 20 álbuns. Brian encontra-se em actividade desde 1959 até aos dias de hoje. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini (Pockriss, Vance) 
A2 Paper Doll (John L. Black) 
A3 Rosemary (Lane, Clare) 
A4 ''A'' You're Adorable (Kay, Wise, Lippman) 
A5 Cleo (Silver, Wise, Twomey) 
A6 Don't Dilly Dally, Sally (Bower, Schuman) 
B1 Baby Face (Davis, Akst) 
B2 Poor Little Fool (Shari Sheeley) 
B3 I Don't Want To Set The World On Fire (Seiler, Marcus, Benjeman, Durham) 
B4 Angel In My Heart (Doyle, Terranova) 
B5 I Don't Know Why (I Just Do) (Ahler, Turk) 
B6 Cozy Little Compact Car (Alfred, Krondes) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Barry Lynch, a quem agradecemos. 

Secos E Molhados ‎– Secos E Molhados (LP 1973, Brasil)

domingo, 16 de fevereiro de 2020



Secos E Molhados ‎– Secos E Molhados (LP Continental ‎– SLP 10.112, 1973, Brasil). 
Produção: Moracy Do Val. 
Género: Rock, MPB. 


Em 1972, o encontro de João Ricardo, Gérson Conrad e Ney Matogrosso pôs em andamento uma pequena revolução na cultura e nos costumes brasileiros…” (frase retirada da contracapa do livro de Miguel de Almeida, “Primavera Nos Dentes” – A História do Secos E Molhados). 
O grupo brasileiro “Secos E Molhados” originário de São Paulo, era formado por Ney Matogrosso, João Ricardo, Gérson Conrad e Marcelo Frias, este último o baterista que não aceitou integrar o grupo. Foi João que, sozinho, criou o nome da banda, em 1970. 
O lançamento deste LP de estreia do grupo “Secos e Molhados”, que toma o nome do grupo, impressionou o público brasileiro. Era um grupo completamente diferente de tudo o que se conhecia na época. Trazia o incrível Ney Matogrosso na voz, letras contra a política dos militares, com temas poéticos, liberdade de expressão, o racismo, as guerras, num estilo marcado pela MPB e pelo rock progressivo. Além do conceito visual, traduzido através das máscaras que o quarteto usava (ao estilo dos Kiss) e da interpretação em palco nunca antes visto no Brasil. O álbum já mostrava toda a originalidade de um dos maiores fenómenos da música brasileira e vendeu mais de mais de 300 mil cópias em apenas dois meses, atingindo um milhão de cópias em pouco tempo. 
O som é genial que floresce nos ouvidos do público, com o uso da flauta em várias canções. Mistura MPB, danças, glam rock, folk, rock progressivo poesias e canções do folclore português, como o "O Vira", aliados às críticas sobre a Ditadura Militar, tudo isso como base num som de rock pesado, até então inédito no Brasil! O som da banda fez a transição da bossa nova à Tropicália e depois o rock brasileiro, que explodiu nos anos 80. 
Do LP destacamos, “O Vira”, “Sangue Latino”, “Mulher Barriguda”, “Assim Assado” e uma melancólica versão de “Rosa de Hiroshima” (Gerson Conrad/Vinicius de Moraes) interpretada pela inesquecível voz de Ney Matogrosso. 
O grupo esteve em actividade entre 1971 e 1974 e, posteriormente, 1977–1988, 1999, 2011-2012. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Sangue Latino (João Ricardo, Paulinho Mendonça) 2:07 
A2 O Vira (João Ricardo, Luli) 2:14 
A3 O Patrão Nosso de Cada Dia (João Ricardo) 3:30 
A4 Amor (João Apolinário, João Ricardo) 2:15 
A5 Primavera Nos Dentes (João Apolinário, João Ricardo) 4:46 
B1 Assim Assado (João Ricardo, Luli) 2:50 
B2 Mulher Barriguda (João Ricardo, Solano Trindade) 2:35 
B3 El Rey (Gerson Conrad, João Ricardo) 0:57 
B4 Rosa De Hiroshima (Gerson Conrad, Vinicius De Moraes) 1:59 
B5 Prece Cósmica (Cassiano Ricardo, João Ricardo) 2:00 
B6 Rondó do Capitão (João Ricardo, Manuel Bandeira) 1:00 
B7 As Andorinhas (Cassiano Ricardo, João Ricardo) 0:53 
B8 Fala (João Ricardo, Luli) 2:58 

Álbum gravado nos Estúdios Prova. 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Voz – Ney Matogrosso 
Guitarra acústica [6 e 12 cordas], Harmónica, Voz – João Ricardo 
Guitarra acústica [6 e 12 cordas], Voz – Gerson Conrad 
Baixo – Willi Verdaguer 
Bateria e Percussão – Marcelo Frias 
Flauta, Flauta [Bambu] – Sérgio Rosadas 
Guitarra, Guitarra de 12 cordas – John Flavin 
Piano – Emilio Carrera 
Piano, Ocarina, Sintetizador – Zé Rodrix 
Arranjos por Secos E Molhados. 

Formação clássica (1973-1974): 

João Ricardo (vocais, violão 6 e 12 cordas e harmónica) 
Gérson Conrad (vocais e violão de 6 e 12 cordas) 
Ney Matogrosso (vocais) 
Tato Fischer (piano) 
Marcelo Frias (bateria e percussão) 
Zé Rodrix (piano e ocarina) 
Emilio Carrera (piano e órgão) 
Sérgio Rosadas (flauta transversal e flauta de bambu) 
John Flavin (guitarra) 
Willy Verdaguer (baixo) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos. 
Agradecimento especial à nossa grande amiga do Brasil, H.C., pela oferta do livro “Primavera Nos Dentes” – A História do Secos E Molhados (de Miguel de Almeida). 

Little Stevie Wonder ‎– The Jazz Soul of Little Stevie (LP 1962)




Little Stevie Wonder ‎– The Jazz Soul Of Little Stevie (LP Tamla ‎– 233, setembro de 1962). 
Produtor – Clarence Paul. 
Género: Soul, Jazz. 


The Jazz Soul of Little Stevie” é o álbum de estreia de Stevie Wonder (nessa altura chamado Little Stevie Wonder), um disco totalmente instrumental lançado em setembro de 1962 pela gravadora Tamla Motown. O LP mostra o talento de Wonder (com 11 anos), como compositor e instrumentista e é um dos dois álbuns de estúdio de Wonder nos quais ele não canta (o outro é Eivets Rednow). Stevie destaca-se na percussão, teclados e harmónica. Os mentores de Wonder, Clarence Paul e Henry Cosby, escreveram e produziram o material para “The Jazz Soul of Little Stevie”, com o jovem Wonder também a co-escrever duas das composições. O LP é ainda um documento musical incrível, mostrando as habilidades do jovem Stevie como percussionista (bateria e bongo), na harmónica, como tecladista (piano e órgão) e compositor, tendo sido prodigioso nas quatro categorias. Todas essas habilidades são destacadas ao longo deste registo. Talvez o mais surpreendente para os ouvintes contemporâneos seja a ênfase nos instrumentais, o que o tornou um álbum bastante incomum para os padrões da Tamla/Motown. Não há voz para ser ouvida neste álbum! É apenas música instrumental extremamente sofisticada para a época e, a referência "jazz" no título, não é uma questão de conveniência optimista ou auto engrandecimento, mas é mesmo jazz genuíno. 
Mais informação sobre Stevie Wonder, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Fingertips (Henry Cosby, Clarence Paul) – 3:00 (Little Stevie nos bongos) 
A2 - The Square (Cosby, Paul) – 3:03 (Little Stevie na harmónica) 
A3 - Soul Bongo (Marvin Gaye, Paul) – 2:20 (Little Stevie nos bongos) 
A4 - Manhattan at Six (Cosby, Paul) – 3:47 (Little Stevie na bateria) 
A5 - Paulsby (Cosby, Paul) – 2:47 ( Little Stevie no órgão e harmónica) 
B1 - Some Other Time (Cosby, Paul) – 5:11 (Little Stevie na harmónica) 
B2 - Wondering (Paul, Stevie Wonder) – 2:51 (Little Stevie no órgão) 
B3 - Session Number 112 (Paul, Wonder) – 3:18 (Little Stevie no piano e harmónica) 
B4 - Bam (Berry Gordy, Jr.) – 3:34 (Little Stevie na harmónica) 

Álbum gravado em Detroit, Michigan/EUA, entre 1961 e 1962 e lançado em setembro de 1962. 

Músicos/Musicians: 

The Funk Brothers e Stevie Wonder (piano/órgão, harmónica, bateria e bongos). 

LP gentilmente cedido por John Cox, a quem agradecemos.