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The Free Spirits ‎– Out Of Sight And Sound (LP 1967)

quinta-feira, 17 de setembro de 2020



The Free Spirits ‎– Out Of Sight And Sound (LP ABC Records ‎– ABCS 593, 1967). 
Produtor – Bob Thiele. 
Género: Rock Psicadélico, Jazz-Rock. 


The Free Spirits foi uma banda americana de Jazz Rock de curta duração, formada em Nova York em 1965. O quinteto era constituído por Bob Moses, Chris Hills, Columbus Baker, Jim Pepper e Larry Coryell. Todos os seus membros, excepto Baker, tinham formação de jazz. Foi o guitarrista Larry Coryell que transformou o estilo do grupo, orientando-o mais para o rock. A banda apresentou-se em concertos com Mitch Ryder e The Rascals. 
Lançaram o seu excelente e único álbum “Out of Sight and Sound” pelo selo ABC Records, em 1967. Neste LP, Coryell toca cítara em "I'm Gonna Be Free" e "Blue Water Mother". Jim Pepper faleceu em 1992. Coryell continua em actividade na música. 
Os Free Spirits foram considerados como o primeiro grupo de jazz-rock, mas também incorporavam elementos de pop e rock de garagem. O grupo esteve em actividade de 1965 a 1968, quando se separaram. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Don't Look Now (But Your Head Is Turned Around) (Larry Coryell) 2:12 
A2 - I'm Gonna Be Free (Larry Coryell) 3:21 
A3 – LBOD (B. Moses, L. Coryell) 3:00 
A4 - Sunday Telephone (C. Baker, L. Coryell) 2:52 
A5 - Blue Water Mother (C. Baker, L. Coryell) 2:39 
A6 - Girl Of The Mountain (C. Baker, L. Coryell) 2:38 
B1 - Cosmic Daddy Dancer (C. Baker, L. Coryell) 2:31 
B2 - Bad News Cat (Larry Coryell) 3:19 
B3 – Storm (C. Baker, L. Coryell) 2:09 
B4 - Early Mornin' Fear (L. Coryell, N. Hyams) 2:33 
B5 - Angels Can't Be True (Larry Coryell) 2:39 
B6 - Tattoo Man (C. Baker, L. Coryell) 2:23 

Nota: LP de estúdio gravado no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey/EUA e lançado em 1967. 

Músicos/Personnel: 

Voz Principal, Guitarra Solo, Cítara – Larry Coryell 
Guitarra Baixo, Voz – Chris Hills 
Bateria – Bobby Moses 
Guitarra Ritmo, Voz – Columbus "Chip" Baker 
Saxofone e Flauta – Jim Pepper 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Chris Silvers, a quem agradecemos.

Agostinho dos Santos – Agostinho, Sempre Agostinho (LP 1960)

quarta-feira, 16 de setembro de 2020



Agostinho dos Santos – Agostinho, Sempre Agostinho (LP RGE XRLP 5081, 1960). 
Direcção Musical: Waldemiro Lemke. 
Género: MPB.

Agostinho já era cantor de sucesso quando, em 1959, foi convidado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes para gravar “A Felicidade” e “Manhã de Carnaval” para a banda/trilha sonora do filme francês “Orfeu Negro”. O sucesso das interpretações aproximou ainda mais Agostinho do repertório da Bossa Nova, que ainda estava no seu início. 
Em 1960, Agostinho dos Santos gravou o seu sexto LP “Agostinho, Sempre Agostinho”, com alguns clássicos da MPB. 


Agostinho dos Santos, natural de São Paulo (S. Paulo, 25/04/1932 – Paris, 12/07/1973), foi crooner de orquestra, trabalhou nas rádios América e Nacional. Em 1955 foi para o Rio de Janeiro cantar com Ângela Maria e Sílvia Teles na Rádio Mairynk Veiga e gravou, no ano seguinte, o LP "Uma Voz e Seus Sucessos", com músicas de Tom Jobim e Dolores Duran. Foi intérprete no filme "Orfeu do Carnaval", de Marcel Camus, com trilha sonora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que lhe rendeu dois grandes sucessos: "Manhã de Carnaval" (L. Bonfá/ Moraes) e "A Felicidade" (Jobim/ Moraes). Nos anos 50 e 60 ganhou prémios e actuou como compositor, além de cantor. Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York, em 1962, com o conjunto de Oscar Castro Neves. Teve uma rápida passagem pelo rock'n'roll nos anos 50, gravando "Até Logo, Jacaré", versão de Julio Nagib para "See You Later, Alligator", de Bill Halley and His Comets. Fez digressões pela Europa. Morreu num acidente aéreo em Paris. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Céu E Mar (Johnny Alf) 
A2 - O Amor Em Paz (Tom Jobim, Vinicius de Moraes) 
A3 - Na Solidão da Noite (Tom Jobim) 
A4 - Mais Que a Minha Vida (Pernambuco, Antônio Maria) 
A5 - Leva-me Contigo (Dolores Duran) 
A6 - Dindi (Tom Jobim, Aloysio de Oliveira) 
B1 - Chora Tua Tristeza (Oscar Castro Neves, Luvercy Fiorini) 
B2 - Saudade Querida (Tito Madi) 
B3 - Beleza Moça (Garoto (Aníbal Augusto Sardinha)) 
B4 - Chuva Para Molhar o Sol (Agostinho dos Santos, Edson Borges) 
B5 - Coisas Certas (Roberto Ribeiro, Waltinho) 
B6 - Mulher Passarinho (Caetano Zamma, Roberto Freire) 

Ficha Técnica: 

Faixas 1 a 6, com Orquestra RGE e faixas 7 a 12, com Conjunto RGE. 
Arranjos, Regências e Direcção Musical por Waldemiro Lemke. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.

Groundhogs ‎– Scratching The Surface (LP 1968)




Groundhogs ‎– Scratching The Surface (LP Liberty ‎– LBS 83199, novembro de 1968). 
Produtor – Mike Batt. 
Género: Rock, Blues Rock. 

Scratching The Surface” é o álbum de estreia dos Groundhogs, grupo que nos apresenta neste LP um suave blues clássico nas suas nove faixas. É considerado um dos melhores álbuns que surgiram na época do boom do blues no UK. Do disco destacamos temas como "Still a Fool", "Early in the Morning" e "You Don't Love Me". 


The Groundhogs foi uma banda britânica de blues, formada no final de 1963 e que continuou a tocar de forma esporádica até ao presente. Originalmente o grupo formou-se em 1962, como The Dollar Bills pelos irmãos Pete e John Cruickshank em New Cross, Londres, Inglaterra aos quais se juntou o guitarrista Tony McPhee. Posteriormente mudaram o nome para "Groundhogs Blues" e depois só Groundhogs. Alguns consideram que esta foi uma das melhores bandas de blues do Reino Unido. Quando a banda estabilizou a sua formação lançou o seu primeiro álbum,”Scratchin 'Surface”, em novembro de 1968 com Tony McPhee (nascido em 22 de março de 1944, Humberston, Lincolnshire, Inglaterra) como cantor e guitarrista, o baixista Peter Cruickshank (nascido em 2 de julho de 1945 , Calcutta, West Bengal, India), Ken Pustelnik na bateria (nascido em 13 de março de 1946, numa fazenda perto blairgowry, Angus, Escócia) e Steve Rye na hamónica (nascido em 1946, falecido em 1992). Em 1969, o single "BBD" (Blind Dumb Deaf) fracassou no Reino Unido, mas curiosamente chegou ao número um nas tabelas de sucessos do Líbano. A banda continuou a gravar nos anos 60 e 70. No auge da sua carreira os Groundhogs apoiaram os Rolling Stones na sua digressão britânica em 1971 a pedido pessoal de Mick Jagger. Muitos dos discos desta banda foram gravados por um trio clássico constituído por Cruickshank, McPhee e Pustelnik. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Rocking Chair (Tony McPhee) 4:06 
A2 Early In The Morning (John Lee Williamson) 4:47 
A3 Waking Blues (Tony McPhee) 2:23 
A4 Married Men (Tony McPhee) 4:34 
A5 No More Doggin' (Tony McPhee) 4:52 
B1 Man Trouble (Tony McPhee) 6:22 
B2 Come Back Baby (Tony McPhee) 3:49 
B3 You Don't Love Me (Willie Cobbs) 4:07 
B4 Still A Fool (McKinley Morganfield) 6:34 

Músicos/Musicians: 

Voz, Guitarra Acústica – Tony McPhee 
Voz, Harmónica – Steve Rye 
Baixo – Peter Cruickshank 
Bateria – Ken Pustelnik 

Nota: “Scratching The Surface” é o álbum de estreia dos Groundhogs , gravado nos The Marquee Studios, London, entre 5 e 13 de outubro de 1968 e lançado pela Liberty Records, em novembro do mesmo ano. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Johnny Wilson, a quem agradecemos.

13 No Alvo Vol. 2, V/A (LP 1970 / Brasil)

terça-feira, 15 de setembro de 2020



13 No Alvo Vol. 2, V/A (LP Polydor ‎– LPNG 44.051, 1970 / Brasil). 
LP considerado raro. 
Género: Compilação, Pop/Rock, Funk / Soul, MPB. 

The Youngsters.

13 No Alvo Vol. 2, é uma compilação que reúne diversos temas interessantes e vários artistas, uns surgidos no no final da década de 60 e outros vindos da época da Jovem Guarda, como os Youngsters ou Ronnie Von. O LP foi lançado em 1970, através do selo Polydor. 

Os Mutantes.

Faixas/Tracklist: 

A1 - Hey Boy (Arnaldo Baptista, Élcio Decário) - Os Mutantes 
A2 - Teletema (Antônio Adolfo, Tibério Gaspar) - Regininha 
A3 - Do The Funky Chicken (R. Thomas) - Music Machine 
A4 - Baby de Tal (Arnaldo Saccomani) - Ronnie Von 
A5 - Eu Agora Estou Chorando (Everybody's Talkin') (Neil/Vrs. Marcus Pitter) - Marcus Pitter 
A6 - E Nós... Aonde Vamos? (Eduardo Souto Neto, Sérgio Bittencourt) - Umas E Outras 
A7 - Você Vai Saber (Swinging Tight) (M. Barkah, B. Barash/Vrs. Beth Machado) - Os Diagonais 
B1 - Viva o Chopp Escuro (Ronnie Von, San Martin) - Ronnie Von 
B2 - Pigmalião (Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Novelli) - Umas E Outras 
B3 - Jurema (Tim Maia) - Tim Maia 
B4 - Desculpe Baby (Arnaldo Baptista, Rita Lee) - Os Mutantes 
B5 - Minha Prova de Amor (My Pledge Of Love) (Joe Stafford Jr./Vrs. Paulinho César) - Marcus Pitter 
B6 - Vénus (Venus) (Robbie Van Leeuwen/Vrs. Beth Machado) - The Youngsters 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Bruno Vasconcelos, a quem agradecemos.

The Underground Electrics ‎– Hey Jude (LP 1968)




The Underground Electrics ‎– Hey Jude (LP Crown Records ‎– CST 588, 1968). 
Género: Rock Psicadélico, Blues Rock, Pop Rock. 

The Underground Electrics (banda anteriormente chamada Firebirds, 31 Flavors), é uma banda americana de Rock psicadélico dos anos 60. Os nomes dos seus elementos permanecem desconhecidos. Apenas se sabe que Lee Akers cantou apenas para este álbum de estúdio que aqui apresentamos, de 1968. A música título e que abre o LP, “Hey Jude”, uma versão pouco conseguida da música dos Beatles, é tão mal interpretada que se torna brilhante! 


Faixas/Tracklist: 

A1 Hey Jude 
A2 Standing At The Crossroads 
A3 Boogie Chillen 
A4 The Syndicator 
A5 No Love In My Heart 
B1 Goodbye Baby 
B2 Queen Bee 
B3 Sunny Land 
B4 Dark And Dreasy 
B5 Dust My Blues 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Ultrapassamos os Seis Milhões de Acessos / Six Million Visits!

segunda-feira, 14 de setembro de 2020


Ultrapassamos os Seis Milhões de Acessos / Six Million Visits!

Olá amigos, 

O nosso blog ultrapassou a surpreendente e espantosa marca de 6.000.000 de acessos! 
Mas, o que realmente importa, é aproveitar a oportunidade para agradecer aos amigos, aos seguidores e simpatizantes, aos colaboradores e aos blogs parceiros pela força e colaboração que nos têm prestado. 
Tentamos, de alguma forma, promover e homenagear os artistas nacionais e estrangeiros, alguns deles infelizmente já desaparecidos e/ou esquecidos. Os nossos mais sinceros e profundos agradecimentos. 
Abraços para todos. 

Hello dear friends,

Our blog has had an unexpected number of visits - 6 000 000 (six million)!!!! It is therefore with great satisfaction that our team registers yet another attained goal, which makes us both proud of the path taken thus far as well motivated to the challenges that lie ahead; also, it rewards our effort, interest and dedication put forth and, why not, the fun we have in the disclosure of music, particularly the 60's, both from Portugal and abroad. It's our way of paying tribute to national and foreign performers and bands, some unfortunately forgotten. We would also like to thank the good reception, contribution and support that we have received from countless sympathizers from the very start. 
All the best and, again, thank you. 

Carlos Santos e João Romão

Reginaldo Rossi - 20 Super Sucessos (Vol. 2)



Reginaldo Rossi - 20 Super Sucessos (Vol. 2). 
Género: Compilação, MPB. 

Este é o segundo volume da compilação de Reginaldo Rossi – “20 Super Sucessos”, que reúne alguns dos seus êxitos de carreira. Reginaldo Rossi, nome artístico de Reginaldo Rodrigues dos Santos (Recife, 14 de fevereiro de 1943 / Recife, 20 de dezembro de 2013), foi um cantor e compositor brasileiro. Mais informação sobre este cantor brasileiro, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

01 Um Romance Que Ninguém Leu 
02 Pra Sentir Felicidade 
03 Cuca Fresca 
04 Vou Começar Tudo De Novo 
05 Somente Assim 
06 Hoje À Noite, Vou Sair 
07 Se Você Quer, Pode Ir 
08 Estou Chegando Pra Ficar 
09 É Mentira 
10 Enquanto Eu Chorava 
11 Ser Ou Não Ser 
12 O Paquerador 
13 Vem 
14 Sem Você, Eu Já Morri 
15 Ainda Amo Você 
16 Uma Alegre Canção 
17 Tente Esquecer O Que Passou 
18 À Procura De Você 
19 Volte Logo 
20 Nos Teus Braços 

Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.

Peppino Di Capri ‎– Peppino Di Capri (LP 1964)




Peppino Di Capri ‎– Peppino Di Capri (LP Odeon ‎– MOFB 303, 1964). 
Edição brasileira. 
Género: Pop/Rock. 


Peppino Di Capri” é um álbum do cantor italiano Peppino di Capri e a sua banda, gravado originalmente pelo selo Carish, em 1964. Esta é a edição brasileira do LP, lançada pela Odeon no mesmo ano. Destacamos as interessantes versões de “Shout” e “Baby” e o tema “Io No”. 
Peppino di Capri, nome artístico de Giuseppe Faiella (Capri, 27 de julho de 1939), é um cantor italiano que iniciou a sua carreira artística no final dos anos 50. Foi o primeiro artista italiano a fazer sucesso com um "twist" no seu país (Saint Tropez Twist, de 1962). No final dos anos 50, Peppino formou a sua banda, Peppino di Capri E I Suoi Rockers. Nessa altura, o grupo tinha alguma influência e inspiração dos conjuntos de rock americanos dessa época, especialmente o roqueiro texano Buddy Holly. A partir dessa altura o grupo começou a gravar alguns singles, nos estúdios Carisch. Peppino di Capri e I Suoi Rockers gravou o seu primeiro LP em 1958, por essa discográfica. Seguiram-se muitos outros. 
Venceu os festivais de San Remo, em 1973 e 1976. Conquistou também o Festival de Napoli, em 1970. Peppino será sempre recordado por sucessos como, "Roberta" (1963), "Champagne" (1973), "Mai" (1975) e "Un Grande Amore e Niente Più (1973). 
O cantor interpretou o tema "Comme È Ddoce 'o Mare", no Festival Eurovisão da Canção 1991, cantando em napolitano, tendo alcançado o sétimo lugar. 
Mais informação sobre este excelente cantor italiano, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Baby 
A2 Io No 
A3 Chiove 
A4 Chi Accende Le Stelle 
A5 Oltre I Confini Del Tempo 
A6 Shout 
B1 Ieri Sera A Quella Festa 
B2 ..... E Voi Ridete 
B3 Perché Mi Tratti Cosi 
B4 Solo Due Righe 
B5 Senza Stelle 
B6 Piccatura 

As faixas deste álbum foram originalmente gravadas pela discográfica italiana Carish, em 1964. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Bruno Vasconcelos, a quem agradecemos. 

Reginaldo Rossi - 20 Super Sucessos (Vol. 1)

domingo, 13 de setembro de 2020



Reginaldo Rossi - 20 Super Sucessos (Vol. 1). 
Género: Compilação, MPB. 


Reginaldo Rossi, nome artístico de Reginaldo Rodrigues dos Santos (Recife, 14 de fevereiro de 1943 / Recife, 20 de dezembro de 2013), foi um cantor e compositor brasileiro, que iniciou a sua carreira artística em 1964 sob a influência dos Beatles e integrando-se na Jovem Guarda. Rossi tem mais de trezentas composições gravadas e faz uma média de 25 shows por mês, em todo o Brasil. Mais informação sobre este cantor brasileiro, já se encontra inserida neste blog. 

Faixas/Tracklist: 

01 Perdi a Graça (Adilson Silva) 
02 Pedaço de Mau Caminho (César,Círus) 
03 Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme (Cleide) 
04 Tenta Esquecer (Cleide) 
05 Hei de Esquecer (Me Olvidare) (Pablo Herrero, José Luis Armenteros/Vrs. Fred Jorge) 
06 Era Domingo (Reginaldo Rossi) 
07 Vou Acabar Com a Vida de Quem (Reginaldo Rossi) 
08 O Rock Vai Voltar (Reginaldo Rossi) 
09 Tô Doidão (Les Dalton) (Joe Dassin, Frank Thomas, Jean Michel Rivat/Vrs. Reginaldo Rossi) 
10 Porque você já não me mata de uma vez 
11 Não Quero Mais Saber de Ti (Fernando Reis) 
12 Aquela Triste Canção (Cleide) 
13 O Gênio Cabeludo (Reginaldo Rossi) 
14 Deixa De Banca (Les Cornichons) (James Booker, Nino Ferrer/Vrs. Eduardo Araújo) 
15 Vaya Con Dios (Larry Russel, Inez James, Buddy Pepper/Vrs. Joubert de Carvalho) 
16 Aonde Você For Eu Vou Também (Clayton, N. Orlando) 
17 Vem (Cleide) 
18 Jeito de Santa (Cassiano Costa, Alcymar Monteiro, Cleide) 
19 Desterro (Reginaldo Rossi) 
20 Pára de Chorar (Reginaldo Rossi) 

Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.

The Kaleidoscope ‎– Side Trips (LP 1967)




The Kaleidoscope ‎– Side Trips (LP Epic ‎– BN 26304, junho de 1967). 
Produtor: Barry Friedman. 
Género: Folk Rock, Rock Psicadélico. 

Side Trips” é o álbum de estreia da banda americana The Kaleidoscope, lançado em junho de 1967, pela Epic Records. No disco, cada membro tocou diversos instrumentos. Por exemplo, David Lindley tocava violão, banjo, rabeca e bandolim, e Solomon Feldthouse tocava saz, bouzouki, dobro, vina, oud, doumbek, dulcimer, violino, violão, além da voz. 
Kaleidoscope é hoje em dia considerada uma das bandas psicadélicas mais importantes da década de 60, e o seu álbum de estreia, “Side Trips” é, sem dúvida, um álbum magistral que combina elementos da música psicadélica com o rock e a música folclórica de diversas partes do mundo, com uma composição excelente e diversificada. 


Kaleidoscope (originalmente The Kaleidoscope - não confundir com a banda inglesa com o mesmo nome) foi formada em 1966., tendo conseguido um contrato de gravação com a Epic Records. Anteriormente, a banda chamava-se Bagdad Blues Band, e era formada pelo talentoso multi-instrumentista David Lindley, que fez parte de bandas como The Mad Mountain Ramblers e The Rodents, Chris Darrow, músico de múltiplos recursos proveniente de grupos bluegrass (como The Dry City Scat, por exemplo), Solomon Feldthouse, um instrumentista versado em música oriental (especializou-se em instrumentos turcos), Chester Crill, outro multi-instrumentista, e por último, John Vidican, percussionista e baterista. Em dezembro de 1966, The Kaleidoscope assinou contrato com a Epic Records e lançou o seu primeiro single, “Please/Elevator Man”. A faixa “Please” foi incluída no seu LP de estreia, “Side Trips” (1967), produzido por Barry Friedman, onde podemos escutar uma excelente miscelânea de sons, cativantes canções como “If the Night”, “Keep Your Mind Open” e “Pulsating Dream”. Mas é na abertura do álbum com “Egyptian Gardens” que exemplifica a perfeita atracção da banda por sons do Médio Oriente. O álbum “Side Trips” combina o rock com influências musicais do mundo, e contém várias músicas tradicionais, incluindo "Hesitation Blues", de Charlie Poole, e o tema Minnie the Moocher ". Logo após o lançamento deste LP, eles alteraram o seu nome para apenas Kaleidoscope. O ecletismo musical da banda acabou por atrair admiradores famosos como Jimmy Page, que chegou a declarar ser a sua banda favorita de todos os tempos. 
Outros álbuns se seguiram. Entretanto, produziram-se alterações à sua formação inicial, com a saída de Chris Darrow e John Vidican que deixaram o grupo, sendo substituídos pelo baixista Stuart Brotman e o baterista Paul Lagos. Os seus shows eram também muito originais. Enquanto tocavam as suas canções, apareciam bailarinas executando a dança do ventre (belle dance) e quando era introduzida a guitarra espanhola, era a vez das bailarinas de dança flamenga invadirem o palco. 
A banda dissolveu-se no início de 1970. 


Faixas/Tracklist: 

A1) - Egyptian Gardens (Solomon Feldthouse) – 3:10 
A2) - If The Night (Chris Darrow) – 1:51 
A3) - Hesitation Blues (Charlie Poole) – 2:33 
A4) - Please (Feldthouse, Mark Freedman) – 3:07 
A5) - Keep Your Mind Open (Darrow) – 2:20 
B1) - Pulsating Dream (Darrow, Feldthouse, David Lindley) – 1:59 
B2) - Oh Death (Dock Boggs) – 3:31 
B3) - Come On In (Traditional, arranged by David Lindley) – 2:12 
B4) - Why Try (Lindley) – 3:44 
B5) - Minnie The Moocher (Cab Calloway, Clarence Gaskill, Irving Mills) – 2:19 

Músicos/Musicians: 

David Perry Lindley – banjo, violino, mandolim, guitarra, harpa, banjo de 7 cordas 
David Solomon Feldthouse – Baglama (saz - cordas), bouzouki (dobro - tipo alaúde), guitarra de caixa, vina (veena), tambor de cálice, dulcimer, violino, guitarra de doze cordas 
Christopher “Chris” Lloyd Darrow – baixo, banjo, mandolim, violino, auto harpa, harmónica, clarinete 
Fenrus Epp – violino, viola, baixo, piano, órgão, harmónica 
John Vidican – percussão 

Nota: “Side Trips” é um álbum de estúdio do grupo americano The Kaleidoscope, gravado em 1966 e 1967 e lançado em junho de 1967. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Dave Jones, a quem agradecemos.