Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Joelma – Antologia (1965-1975)

segunda-feira, 16 de novembro de 2020




Joelma – Antologia (1965-1975).
Género: Jovem Guarda, MPB.

Antologia” é o título de uma excelente compilação que reúne 26 canções interpretadas pela cantora brasileira Joelma e lançadas entre 1965 e 1975.


Joelma Giro (Cachoeiro de Itapemirim/Espírito Santo, 19 de setembro de 1945), conhecida simplesmente como Joelma, é uma cantora brasileira. Iniciou a sua carreira ainda jovem, interpretando músicas que faziam sucesso na voz de Ângela Maria e Agnaldo Rayol, no programa de rádio Clube do Guri. Foi descoberta aos 8 anos por Emilinha Borba, que a levou a participar do programa Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional (Rio de Janeiro). O primeiro single foi lançado em 1963, pela Chantecler, com o bolero "Incompreendida"; e o samba canção "Só ele". Em 1966, o primeiro LP: "Perdidamente Te Amarei", também pela Chantecler. Em 1972 lança um EP e entre as músicas, uma interpretação de Passion Love Theme, composta por Dick Danello.
Entre os seus sucessos destacamos, "Não Digas Nada", de Rossini Pinto e Fernando Costa, "Alguém Me Disse", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, e ainda "Aqueles Tempos", "Pombinha Branca" (versão de Nelson Motta), entre outros. Cantora de grande sucesso popular, Joelma fez inúmeras apresentações no exterior e gravou discos em espanhol. Mais informação sobre esta cantora brasileira, já se encontra inserida neste blog.

Faixas/Tracklist: 

1. Não Diga Nada (Non dirmi niente) 1965
2. Perdidamente Te Amarei (T'amo e t'amero) 1966
3. Acredito Que Te Amo (Ho capito che ti amo) 1966
4. Não Te Quero Mais (Non, tu ne m'aimes plus) 1966
5. Onde Estás (Mon credo) 1966
6. Prá Que Sonhar - 1966
7. Prá Que (Capri c'est fini) 1966
8. Furacão (Thunderball) 1966
9. Liberdade (Finalmente libera) 1966
10. Solidão (In my room) 1967
11. Tem Que Ser Ele (It must be him) 1968
12. O Mar Não Falará - 1968
13. Você Não Me Amou - 1968
14. Bonequinho de Barro - 1968
15. Quando, Meu Deus? (Where in the world) 1969
16. Se Alguém Perguntar (I've got eyes on you) 1969
17. La Maritza - 1969
18. Comecei a Brincadeira (I started a joke) 1969
19. Casatschok - 1969
20. Aqueles Tempos (Those were the days) 1969;
21. Fale Amorosamente (Speak softly love) 1972
22. Só Pra Mim (For me alone) 1972
23. Pombinha Branca - 1972
24. Tema de Uma Paixão Maior (Passion love theme) 1972
25. Um Momento de Amor Maior (We way never love like this again) 1975
26. O Diamante Cor de Rosa - 1975

Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo Jason Varella. Agradecemos também ao nosso amigo Mr. Five.

The Rocking Ghosts - The Complete Rocking Ghosts (1964 – 1968)



The Rocking Ghosts - The Complete Rocking Ghosts (1964 – 1968).
Género: Rock, Pop/Rock, Beat, Rock Psicadélico.

The Complete Rocking Ghosts” é uma excelente compilação que reúne temas gravados entre 1964 e 1968 pela banda dinamarquesa The Rocking Ghosts.

The Complete Rocking Ghosts: CD 1

The Complete Rocking Ghosts: CD 2


The Rocking Ghosts foi uma banda de rock dinamarquesa formada no verão de 1962 por Svend Bonavent Larsen (bateria), Tommy Petersen (teclados), Timm Bo Madsen (guitarra solo), Jørgen Frederiksen (guitarra ritmo) e Johnny Dyhrberg (baixo, 1963-65) . Em maio de 1963, John Andersen (vocalista), juntou-se à banda. Ao longo da sua carreira, a banda sofreu diversas alterações à sua formação inicial.
Em 28 de janeiro de 1964, a banda ganhou o campeonato de Copenhagen no Rock at Nora Bio, o que a levou a assinar contrato com a gravadora Metronome Records e com o produtor Jørgen Ingmann. 
Em setembro de 1967 a banda decidiu mudar o seu estilo para um som pop inspirado no “flower power”, mais psicadélico. The Rocking Ghosts foram extremamente populares especialmente entre 1964 e 1967 e tocaram, entre outros locais, em Giraffen, Enghaveparken, Hit House e Dansetten em Copenhagen, mas o seu maior público foi principalmente fora de Copenhagen. A banda também fez extensas turnês na Alemanha, Áustria, Itália, Suécia e Finlândia.
Musicalmente e em termos de imagem, a banda foi inspirada pela combinação de rock ‘n’ roll vocal e instrumental de Cliff Richard and The Shadows mais do que pelo “beat” da época. Ao mudar o seu estilo em 1967, a banda perdeu muitos dos seus fãs que tinham dificuldade em aceitar a nova imagem e na primavera de 1969 a banda separou-se.

Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo Frankie Clanton, a quem agradecemos.

Des O'Connor ‎– I Pretend (LP 1968)

 



Morreu Des O’Connor, cantor inglês, aos 88 anos. 

Des O'Connor ‎– I Pretend (LP Columbia ‎– SCX 6295, Nov. 1968). 
Produtor: Norman Newell. 
Género: Pop, Balada. 

"I Pretend" é uma canção escrita por Barry Mason e Les Reed que deu o título ao álbum de Des O’Connor, lançado em novembro de 1968 através do selo Columbia. O tema interpretado por Des O'Connor tornou-se um sucesso número um na tabela de singles do UK em julho de 1968, e número um na Irlanda no mesmo mês. O álbum atingiu a posição nº 8 na tabela de álbuns do Reino Unido, nesse mesmo ano. 


Desmond Bernard O'Connor (12 de janeiro de 1932, Stepney, Londres, Reino Unido / 14 de novembro de 2020) foi um cantor inglês, comediante e apresentador de televisão, tendo apresentado diversos programas de TV, entre eles “The Des O'Connor Show”, em 1963, que durou dez anos. 
O'Connor gravou 36 álbuns e teve quatro singles nos dez primeiros lugares das paradas de êxitos, incluindo um sucesso número um com "I Pretend", com vendas globais de mais de dezasseis milhões de discos. O cantor faleceu no passado dia 14 de novembro de 2020 (sábado), com 88 anos. R.I.P. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - My Cup Runneth Over (Schmidt, Jones) 
A2 - Dream A Little Dream Of Me (Schwandt, Andree, Kahn) 
A3 - Heartaches (Hoffman, Klenner) 
A4 - You No-One But You (DeAngelis, Sawyer) 
A5 - Just In My Dreams (O'Connor, Dodd) 
A6 - The Other Man's Grass Is Always Greener (Hatch, Trent) 
A7 - I Pretend (Reed, Mason) 
B1 - This Guy's In Love With You (Bacharach, David) 
B2 - The Sunshine Of Love (Whitcup, Gierlach, Douglas) 
B3 - Thinking Of You (O'Connor, Dodd) 
B4 - All I Need Is You (O'Connor, Dodd) 
B5 - Happiness And Heartaches (Fishman, Mescoll, Parazzini) 
B6 - Didn't We (Webb) 
B7 - Never My Love (D. Addrisi, D. Addrisi) 

Intervenientes/Personnel: 

Voz - Des O'Connor 
Acompanhamento: Alyn Ainsworth And His Orchestra 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jimmy Scott, a quem agradecemos. 

Eternamente Te Amarei, V/A (LP 1968)

domingo, 15 de novembro de 2020




Eternamente Te Amarei, V/A (LP Discoteca Paladium PAL-304, 1968).
Género: Pop, Jovem Guarda, MPB.

"Eternamente Te Amarei" é uma interessante compilação que faz parte de uma série de LPs em vários volumes, reunidos em caixa.
O álbum apresenta-nos diversos estilos, e reúne bandas quase desconhecidas, de rock, jovem guarda, pop internacional e cantores como Jomar, Marcos Sann ou Marcio José.


Faixas/Tracklist:

A1 - The Ballad of Bonnie and Clyde (Nitch Murray, Peter Callander) - Os Flintstones
A2 - Peguei Um Itá No Norte (Dorival Caymmi) - Alipio Martins
A3 - Lady Madona (Lennon, McCartney) - The Hot Base
A4 - Eternamente Te Amarei (Eustáquio Sena) - The Wood Face
A5 – Voltaste (Remo Menezes) - Jomar
A6 - Bandida Demais (Adilson Adriano, João Miguel) - Marcos Sann
B1 - Choo Choo Train (Fritts, Hinton) - The Hot Base
B2 - Amei Alguém (Remo Menezes) - Jomar
B3 - Eu Bato Em Todos (Take a Plane) (Vrs. Oséas Silva, E.Moura) - Alipio Martins
B4 - O Vagabundo (J. Guimarães, Roberto Andrade) - Marcio José
B5 - Não Brinque Assim (Heder L. de Souza) - Marcos Sann
B6 - Isso É Viver (Geraldo G.) - The Wood Face

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Bruno Vasconcelos, a quem agradecemos.

Wayne Cochran & The C.C. Riders ‎– High And Ridin' (LP 1970)


AQUI:

Wayne Cochran & The C.C. Riders ‎– High And Ridin' (LP Bethlehem Records ‎– 10002, 1970).
Produção: Hal Neely e Wayne Cochran. 
Género: Rock, Soul, Blues, Instrumental. 


Talvin Wayne Cochran (Thomaston, Geórgia, 1939 / Miramar, Flórida, 21 de novembro de 2017) foi um cantor de rock/soul americano, conhecido pelas suas roupas estranhas e um penteado/cabeleira em forma de poupa branca. Por vezes, chamavam-no “The White Knight of Soul”. Hoje em dia, Cochran é mais recordado por ter escrito a música "Last Kiss", que interpretou com os C.C. Riders. 
Em 1970, Cochran gravou dois LPs já pelo selo King, “Alive & Well & Living....In A Bitch Of a World” e o instrumental “High & Ridin'”, que aqui apresentamos. Esses álbuns tiveram o papel importante e criativo do guitarrista e director musical dos C.C. Riders, Charles Brent, que apresentou um som influenciado pelo jazz comparável a outros grupos como os Chicago Transit Authority ou Blood, Sweat and Tears. 
Mais informação sobre este artista, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Sister Sadie (Horace Silver) 
A2 - Ode To Billy Joe (Bobby Gentry) 
A3 - Critics Choice (Oliver Nelson) 
A4 – Medley: Hey Jude / Eleanor Rigby (Lennon, McCartney) 
B1 – Satisfaction (M. Jagger, K. Richards) 
B2 - Better Get It In Your Soul (Charles Mingus) 
B3 - Made To Love Her (S. Wonder, L. Hardaway, H. Cosby, S. Moy) 
B4 - Mo-Lasses (Joe Newman) 

Nota: O disco apresenta na sua etiqueta (bolacha) o título "Rappin". 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Jerry Harris, a quem agradecemos. 

Os Uirapurus ‎– Os Uirapurus (LP 1968)

sábado, 14 de novembro de 2020




Os Uirapurus ‎– Os Uirapurus (LP Odeon ‎– SMOFB 3573, 1968). 
LP considerado raro.
Director de Produção: Milton Miranda. 
Género: Pop, Folk, MPB. 


O grupo vocal “Os Uirapurus” foi criado, em 1966, pelo maestro Edmundo Peruzzi que pediu ao cantor Nilson, um dos componentes dos “Três Tons” (trio que se fundiu na formação dos Os Uirapurus), que tomasse todas as providências no sentido de ampliar o grupo. Dessa maneira foi formado “Os Uirapurus”, com Paula (mineira), Caetano (carioca), Jocobina (baiano), Cuiabano (matogrossensse), Jorge (fluminense), Adéila (paulista) e Darci (paulista), um grupo muito harmonioso e melódico, que se dedicou em São Paulo a um programa de intensos ensaios. Este seu primeiro LP foi gravado em 1968, através do selo Odeon, com produção de Peruzzi/Milton Miranda e direcção musical de Lyrio Panicali. Os Uirapurus apresenta-nos um repertório da melhor qualidade, com músicas, muitas delas, hoje autênticos clássicos da MPB. Do álbum destacamos duas canções que nos são familiares, “Menino de Braçanã” e “Maria Rita” também interpretadas pelos angolanos Duo Ouro Negro, respectivamente em 1968 e 1969. 

Informação parcialmente baseada no texto inserido na contracapa do LP de autoria de Denis Brean. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Maria Rita (Geraldo Vandré) 
A2 - Viola Enluarada (Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle) 
A3 - Capoeira (Jair Amorim, Evaldo Gouveia) 
A4 - E Por Isso Estou Aqui (Roberto Carlos) 
A5 - Menino de Braçanã (Luiz Vieira, Arnaldo Passos) 
A6 - A Saudade De Você (Darci Chagas) 
B1 - Sabiá Lá Na Gaiola (Hervé Cordovil, Mário Vieira) 
B2 - Chô Chô Tristeza (Jacobina) 
B3 - Eu Vou Mandar Buscar o Meu Amor (Jacobina) 
B4 - Como É Grande O Meu Amor Por Você (Roberto Carlos) 
B5 - Nuvem Branquinha (Sérgio Reis) 
B6 - Travessia (Milton Nascimento, Fernando Brant) 

Músicos Integrantes/Personnel: 

Os Uirapurus: Paula (mineira), caetano (carioca), Jacobina (baiana), Cuiabano (matogrossense), Jorge (fluminense), Adéilia (paulista), Nilson (fluminense), Darci (paulista). 
Director Musical/Musical Director: Lyrio Panicali 
Orquestrador e Regente/Arrangements and Conducted: Maestro Peruzzi 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Bruno Vasconcelos, a quem agradecemos.

The Dave Clark Five ‎– Having a Wild Weekend (LP 1965)




The Dave Clark Five ‎– Having a Wild Weekend (LP Epic ‎– LN 24162, agosto de 1965, OST). 
Produtor – Dave Clark. 
Género: Beat, Pop Rock, Banda Sonora, OST. 


Having a Wild Weekend“ é um filme em que participa a banda inglesa The Dave Clark Five, que deu origem à banda sonora, um álbum com o mesmo nome, lançado em agosto de 1965, através do selo Epic. Do LP destacamos o tema "Catch Us If You Can", um grande sucesso, assim como a canção título, "Having a Wild Weekend" ao estilo dos anos 50. Por outro lado, é interessante o tema "Don't Be Taken In", uma bela melodia “beatlesca” que lembra levemente "No Reply” do álbum dos Fab Four, “Beatles For Sale”. Seguindo os passos dos Beatles e Gerry and The Pacemakers, The Dave Clark Five participaram nesta longa-metragem, em cooperação com a Warner Brothers, chamada "Having a Wild Weekend", que estreou nos Estados Unidos em agosto de 1965 (lançado antes como “Catch Us If You Can”, no UK). Fundamentalmente, o filme preocupa-se com a fragilidade das relações pessoais e dos sonhos, a dificuldade em manter a espontaneidade, a autenticidade e a integridade numa “sociedade do espectáculo”… O filme foi idealizado de forma a publicitar a banda pop The Dave Clark Five, cuja popularidade na época rivalizava com a dos Beatles. A edição americana do LP da trilha sonora “Having a Wild Weekend”, reunia 12 faixas inéditas, 4 das quais feitas especialmente para o filme, ou seja, “Having a Wild Weekend”, “Catch Us If You Can”, “Sweet Memories” e “On The Move”. 
The Dave Clark Five foi uma banda britânica constituída por Dave Clark (bateria, voz), Lenny Davidson (guitarra), Rick Huxley (baixo), Denis Payton (saxofone, harmónica, voz) e Mike Smith (teclados, voz). Entre 1964 e 1967, a banda teve 17 discos no Top 40 da Billboard dos EUA e 12 sucessos no Top 40 do Reino Unido. O DC5 separou-se em 1970. Mais informação sobre esta excelente banda, já se encontra inserida neste blog. 


Sinopse do filme: Dinah (Barbara Ferris) é uma modelo e actriz famosa que está cansada da vida sob os holofotes e quer fazer uma pausa. Enquanto filmava um comercial sobre carne, ela conhece Steve (Dave Clark), um duplo de profissão. Dinah e Steve ficaram amigos e decidiram ir para uma ilha para fugir de tudo (e surpresa…levam quatro amigos de Steve - Mike Smith, Lenny Davidson, Denis West Payton e Rick Huxley, que tocam com ele). Pouco tempo depois, Dinah está desaparecida e todos estão à sua procura, tornando a sua fuga tudo menos tranquila… 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Having A Wild Weekend (M. Smith) (01:49) 
A2 - New Kind Of Love (M. Smith) (02:26) 
A3 - Dum-Dee-Dee-Dum (D. Clark, D. Payton) (01:50) 
A4 - I Said I Was Sorry (L. Davidson) (03:01) 
A5 - No Stopping (L. Davidson) (02:03) 
A6 - Don't Be Taken In (L. Davidson) (02:24) 
B1 - Catch Us If You Can (L. Davidson) (01:56) 
B2 - When I'm Alone (M. Smith) (02:30) 
B3 - If You Come Back (L. Davidson) (02:51) 
B4 - Sweet Memories (L. Davidson) (02:42) 
B5 - Don't You Realize (M. Smith) (03:37) 
B6 - On The Move (D. Clark, D. Payton) (02:25) 

Formação / Line-up

Dave Clark: bateria, voz - nascido em 15 de dezembro de 1942; 
Lenny Davidson: guitarra - nascido em 30 de maio de 1944; 
Rick Huxley: baixo - nascido em 5 de agosto de 1942 / falecido em 11 de fevereiro de 2013; 
Denis Payton: saxofone, harmónica, voz - nascido em 11 de agosto de 1943 / falecido em 17 de dezembro de 2006; 
Mike Smith: teclados, voz principal - nascido em 6 de dezembro de 1943 / falecido em 28 de fevereiro de 2008. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Henry Stafford, a quem agradecemos.

The Supersonics ‎– The Supersonics (LP 1968, Brasil)

sexta-feira, 13 de novembro de 2020




The Supersonics ‎– The Supersonics (LP Imperial ‎– IMP. 30.102, outubro de 1968, Brasil).
Género: Instrumental, Rock, Jovem Guarda, Rock Psicadélico, Beat, Rock de Garagem, MPB.


The Supersonics (The Fevers sob pseudónimo), grupo essencialmente instrumental, foi um dos principais e mais activos surgidos nos anos 60 e, provavelmente o único grupo brasileiro dessa época a fazer mais sucesso na década seguinte, fazendo o acompanhamento instrumental em inúmeros sucessos de outros artistas durante os anos 60. Formou-se no Rio de Janeiro, RJ, em 1964, com o nome The Fenders. A sua primeira formação foi Almir Ferreira Bezerra (voz) Liebert Ferreira Pinto (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (Pedro da Luz Evangevaldo Souza, guitarra), Cleudir Telles Borges (teclados) e Jimmy Cruise (voz). Em 1965, decidiram mudar o nome para outro, também em inglês, mas com uma sonoridade próxima a The Fenders e escolheram “The Fevers". O grupo obteve muitos sucessos durante a sua carreira e acompanhou praticamente todos os artistas da Jovem Guarda em gravações, inclusive de outras gravadoras que não a Odeon (aparecendo então ou incógnitos ou com pseudónimos). Gravaram inúmeros LPs usando diversos pseudónimos como The Supersonics (como no álbum que aqui apresentamos), Os Cardinales, The Fire Boys, Peter, The Lotus Sound, Hot Machine, Vacation, We, Década Romântica e Década Explosiva. Continuam activos em shows e gravações. Mais informação sobre esta excelente banda, já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist:

A1 - Bilhetinho Apaixonado (Niquinho, Othon Russo)
A2 - Soy Loco Por Ti, América (Gilberto Gil, Capinan)
A3 - Playboy (Gene Thomas)
A4 - La La La (Manuel de La Calva, Ramon Arcusa)
A5 - Honey (Bobby Russell)
A6 - E' La Pioggia Che Va (Mogol, Bob Lind)
B1 - Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo (Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
B2 - Segura Este Samba Ogunhê (Oswaldo Nunes)
B3 - Parabéns Querida (Roberto Corrêa, Sylvio Son)
B4 - Simon Says (Elliot Chiprut)
B5 - A Pobreza (Renato Barros)
B6 - It's Too Late (Bobby Goldsboro)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Bruno Vasconcelos, a quem agradecemos.

Los Pekenikes ‎– Los Pekenikes (LP 1966)




Los Pekenikes ‎– Los Pekenikes (LP Hispavox ‎– 12650, 1966). 
LP considerado raro. Edição Argentina. 
Produtor – Rafael Trabucchelli. 
Género: Pop/Rock, Beat. 


Los Pekenikes” é um álbum de estreia homónimo lançado por este excelente grupo espanhol no final de 1966. 
Los Pekenikes é uma banda que não conseguiu conservar os seus vocalistas e, por isso, mudou radicalmente a sua sonoridade, tornando-se até hoje um grupo instrumental com pouquíssimas intervenções vocais. 
O sucesso deste álbum foi enorme, atingindo o primeiro lugar em várias paradas europeias, com um som totalmente original, apenas vagamente ligado a outros grupos pop instrumentais como The Shadows ou Herb Alpert. O grupo tornou-se conhecido no exterior por meio de edições de sucesso no México, Estados Unidos e em Portugal. Los Pekenikes haviam perdido o seu último vocalista (e baterista) Eddie Guzmán, e o grupo decidiu gravar instrumentais, substituindo Guzmán por Jorge Matey na bateria que, posteriormente, foi substituído por Félix Arribas, ex-Silvers. O LP foi lançado no final de 1966, tanto em Espanha como no mercado internacional, ao mesmo tempo que eram editados vários “singles” que continham, separadamente, algumas destas e outras canções. 


Los Pekenikes é um grupo musical espanhol formado em 1959, composto por músicos espanhóis, colombianos e filipinos, liderado pelos irmãos Alfonso e Lucas Sainz. Passaram por esta banda várias personalidades pop da década de 60, como Juan Pardo, Junior, Eddy Guzmán, Felipe Alcover, Pepe Barranco, os mencionados irmãos Alfonso e Lucas Sainz, Tony Luz, Pablo Argote, Pepe Nieto, Jorge Matey, Félix Arribas, Vicente Gasca, Ignacio Martín Sequeros, Salvador Domínguez, Álvaro Serrano Calderón, Pedro Luis García Vega e até mesmo Luis Eduardo Aute. 
O grupo começou com um vocalista, apresentando versões em espanhol de canções de rock and roll anglo-saxónicas e adaptando algumas canções tradicionais espanholas a esse estilo. Mas, após o sucesso da sua versão de “Los Cuatro Muleros”, em meados da década de 60, optaram por se dedicar exclusivamente ao rock instrumental. Em junho de 1965 foi a banda de abertura dos Beatles no concerto oferecido em Madrid após o desembarque do grupo inglês em Espanha. 
O seu primeiro grande álbum instrumental data de 1966 e inclui grandes sucessos como “Lady Pepa”, “Frente a Palacio” ou “Hilo de Seda”, entre outros. Outros temas célebres da sua carreira foram “Robin Hood”, “Ritmo de Concierto”, “Embustero y Bailarín”, “Sombras y Rejas”, “Arena Caliente” e “Cerca de las Estrelas”. 
“Popcorn”, uma versão dos Pekenikes de 1969 (original de Gershon Kingsley), foi o último dos seus maiores sucessos, já em 1972. A qualidade interpretativa de muitos dos seus temas, bem como os arranjos utilizados, fazem deste grupo uma das mais importantes bandas de pop espanhol de todos os tempos. Mais informação sobre este excelente grupo espanhol, já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist: 

A1 Hilo de Seda (A. Sáinz) 2:28 
A2 Viaje Nocturno (A. Sáinz, L. Sáinz) 2:32 
A3 La Vieja Fuente (A. Sáinz, J. A. Salabert) 2:31 
A4 Sombras Y Rejas (I. Albeniz) 2:55 
A5 Troncos Heucos (A. Sáinz) 1:47 
A6 Trapos Viejos (A. Sáinz, L. Sáinz) 2:09 
B1 Lady Pepa (A. Sáinz) 2:25 
B2 No Puedo Sentarme (A. Sáinz) 2:16 
B3 Romance Anonimo (Arr. A. Sáinz, Sequeros, L. Sainz) 3:00 
B4 Frenta a Palacio (A. Sáinz, Sequeros, L. Sáinz) 2:58 
B5 Ritmo se Concierto (A. Sáinz, Sequeros, L. Sainz) 2:20 
B6 Arena Caliente (A. Sáinz, L. Sainz) 2:05 

Formação / Line Up: 

Alfonso Sainz - Saxofone Tenor e guitarra 
Lucas Sainz - Guitarra solo 
Ignacio Martín Sequeros - Baixo eléctrico, harmónica e piano 
Jorge Matey - Bateria 
Tony Luz - Guitarra ritmo 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Jose Gasca, a quem agradecemos.

Trio Ternura ‎– Trio Ternura (LP 1968)

quinta-feira, 12 de novembro de 2020



Trio Ternura ‎– Trio Ternura (LP Musidisc ‎– Hi-Fi 2168, 1968).
Produção: Nilo Sérgio.
Género: Soul, Bossa Nova, MPB.


Trio Ternura foi um conjunto musical brasileiro, oriundo do Rio de Janeiro, originalmente constituído pelos irmãos Jurema Lourenço da Silva (07/11/1946), Robson Lourenço da Silva (24/08/1951 – 25/12/2011) e Jussara Lourenço da Silva (17/05/1953). Formado na década de 1960, participaram no programa Jovem Guarda da TV Record. 
Em 1970, acompanharam o cantor Tony Tornado no 5º Festival Internacional da Canção da Rede Globo. A canção BR-3, interpretada na ocasião, obteve o primeiro lugar. No ano seguinte gravaram um disco de soul psicadélico pela CBS, "Trio Ternura", dirigido pelo cantor Raul Seixas. Já nessa altura, o trio Ternura era considerado um dos mais importantes grupos vocais do Brasil.
O trio estreou-se em disco pela gravadora Musidisc com a música "A Raposa", em 1966, influenciados pelo sucesso do Trio Esperança. Pouco depois obtiveram grande sucesso nas paradas com a música "Volta Meu Amor" (versão para "Changes", de Phil Ochs). No ano seguinte já mostravam a tendência e afinidade com a Soul Music com a gravação de "Lindo" (versão do clássico 'Groovin', original do grupo vocal americano The Young Rascals). Em 1968 lançaram a canção "Nem Um Talvez" (de autoria do pai Umberto Silva e Theresinha Curtis) que, rapidamente se tornou o maior sucesso da carreira do Trio. No mesmo ano lançaram o LP que aqui apresentamos. Rapidamente despertaram a atenção do cantor Roberto Carlos, que se encantou com a interpretação de "Nem Um Talvez" e os convidou para participarem no seu Programa Jovem Guarda, na TV Record. Em 1971 lançaram um LP fortemente influenciado pela Soul Music com direcção artística de Raul Seixas e que se tornou um clássico. No mesmo ano venceram novamente o F.I.C. na sua 6ª edição com a canção "Kyriê" (autoria de Paulinho Soares e Marcelo Silva). Em 1974, com a entrada dos irmãos Léo e Zé Roberto, o trio tornou-se no Quinteto Ternura e gravaram um memorável LP pela RCA Victor. Encerraram as suas atividades ainda no final da década de 70, deixando importante contribuição para a música brasileira. Robson faleceu em 2011.


Faixas/Tracklist:

A1 - Felicidade No Amor É Isso (H. Silva, Silvio Sergio)
A2 - Um Dia Apareceu Você (Ribamar, Silva Roberto)
A3 - La La La (Manuel de La Calva, Ramon Arcusa/Vrs. Antônio José)
A4 - Esperando Você (Robson Silva, Silva Roberto)
A5 - Nem Um Talvez (Umberto Silva, Terezinha Curtis)
A6 - Palavras Inúteis (Luis Fernando, José Abelardo)
B1 - Se Eu Vivia Bem Sem Ter Amor (Gonna Get Along Without Ya' Now) (M. Kellem/Vrs. Clóvis Mello)
B2 - Maior Amor do Mundo (Carlos Imperial, Jorge Roberto)
B3 - Lindo (Groovin) (F. Cavallere, E. Brigati/Vrs. Carlos Wallace)
B4 - O Doutor do Amor Menino (José Messias)
B5 - Canção do Amor Que Não Viveu (Ana Maria Pimenta)
B6 - Quero Você Pra Mim (Cida)

Formação/Line-up:

Jurema Lourenço da Silva (07/11/1946)
Robson Lourenço da Silva (24/08/1951 – 25/12/2011)
Jussara Lourenço da Silva (17/05/1953).

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.