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Hearts Of Stone (Corações de Pedra) - VOL. 2 - Brasilian 60's Beat & Garage (1965-1969, Brasil) - V/A

terça-feira, 28 de junho de 2011



Hearts Of Stone (Corações de Pedra) - VOL. 2 - Brasilian 60's Beat and Garage (1965-1969, Brasil) - V/A.

Trata-se de uma compilação de raridades do Rock/Beat/Garage brasileiro. Foram reunidas algumas dessas pérolas numa série de três volumes chamada “Hearts of Stone – Brasilian 60’s Beat and Garage”. É excelente! 

Brazilian beat from the mid-'60s, with plenty of cover tunes but also a healthy dose of originals, generally much harder than the standard-issue ie-ie-ie.

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

The Ventures - The Dynamic Ventures (EP 1961)




The Ventures - Apache (from Youtube) 


The Ventures - The Dynamic Ventures (EP Liberty LEP 2030J, 1961 / Edição Sul Africana). 

The Ventures é uma banda instrumental americana formada inicialmente como The Versatones,em 1958, por Bob Bogle e Don Wilson, em Tacoma, Washington.
É conhecida pelos seus clássicos Walk Don't Run, Wheels, Surf Rider, Journey To The Star, Driving Guitars, Yellow Jacket e Bumble Bee Twist. 

EP disponibilizado por Carlos Santos.

Small Faces - Sha La La Lee (EP 1966 - Edição Portuguesa)






Small Faces - Sha La La Lee (EP Decca PEP 1158, 1966). Edição Portuguesa.

Faixas/Tracks: 
Sha-La-La-La-Lee / Grow Your Own / Whatcha Gonna Do About It / What's a Matter Baby

Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos

Small Faces - Sha La La Lee (EP 1966)




Small Faces - Sha La La Lee (from Youtube).


Small Faces - Sha La La Lee (EP Decca 457.106 M, 1966). Edição Francesa.

"Sha-La-La-La-Lee", foi a terceira canção lançada pelo grupo, em 28 de Janeiro de 1966, alcançando o número três no UK Singles Chart.

The Small Faces foi uma banda britânica de rock and roll dos anos 60, liderada por Steve Marriott e Ronnie Lane, com Kenney Jones e o pianista Jimmy Winston. Eles eram genuínos "mods" da East End e quase se apossaram dos The Who a categoria de principal banda mod do Reino Unido.
Na Editora Decca, o grupo assinou contrato com o empresário Don Arden e com a gravadora Decca, lançando alguns compactos mod/soul altamente enérgicos.
O seu disco de estreia foi "What'cha Gonna Do About It" em 1965, seguido de "I've Got Mine". Winston saiu da banda, tendo sido substituído pelo mais experiente Ian McLagan (ex-Artwoods) e entraram nas paradas de sucesso com "Sha-La-La-La-Lee". O primeiro disco da banda, Small Faces obteve sucesso considerável, enquanto a popularidade do grupo crescia, com aparições cada vez mais frequentes em programas de TV e turnês incessantes pelo país.
Mas em 1966, apesar de ser um dos grupos que mais faturavam com shows no Reino Unido e tendo alcançado diversas colocações na Top 40, eles não recebiam quase nada do seu merecido dinheiro. Depois de uma discussão com Arden (que tentou intimidar os pais dos garotos dizendo que todos eram viciados em heroína), eles romperam tanto com o empresário como também com a Decca.
Passaram então para a Editora Immediate com quem assinaram contrato.
O primeiro disco pela Immediate foi o audacioso "Green Circles". Um inovador álbum com o mesmo nome se seguiu, e embora não tenha alcançado tantas vendas, foi aclamado por vários outros músicos, excercendo forte influência em grupos além-mar como as bandas australianas The Masters Apprentices, The Twilights e Sherbet.
"Itchycoo Park", foi lançado em 1967 e tornou-se uma das músicas mais conhecidas dos Small Faces, obtendo grande sucesso nos Estados Unidos. Também foi a primeira gravação britânica a usarphasing, um efeito criado pelo engenheiro-de-som Geoge Chkiantz em 1966. Em seguida veio o avassalador épico-soul "Tin Soldier" (gravado com a cantora P.P.Arnold), que permanece como uma de suas melhores canções e indubitavelmente um dos melhores discos pop da década.
A carreira da banda progrediu com o clássico psicadélico Ogden's Nut Gone Flake em 1968. O LP consistia de cinco canções no Lado A e um conto de fadas psicadélico no Lado B sobre as aventuras de "Happiness Stan", narrado pelo comediante Stanley Unwin. Os críticos aclamaram e as vendas foram ótimas, mas assim como os Beatles e seu Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, os Small Faces foram confrontados com o problema de ter criado uma obra-prima no estúdio que era praticamente impossível de ser apresentada ao vivo.
Eles ainda alcançariam outro sucesso com "Lazy Sunday", que foi lançado contra a vontade da banda.
Marriott deixou abruptamente os Small Faces em 1969, frustrado com a incapacidade do grupo de se livrar de sua imagem pop, formando uma nova banda, Humble Pie, com Peter Frampton. A última música lançada na carreira da banda é a folk "The Universal", gravada com adições no estúdio por cima de uma gravação feita num gravador de fita magnética por Marriott no seu quintal, tocando violão.
Um compacto e álbum "póstumos", The Autumn Stone, foram lançados no ano seguinte, e incluíam os seus principais sucessos pela Immediate, além de gravações ao vivo e sobras de estúdio.
Lane, Jones e McLagan logo juntaram forças com o ex-vocalista do Jeff Beck Group Rod Stewart e Ron Wood. Ainda lançariam mais um disco como Small Faces antes de se tornarem simplesmente TheFaces e mais tarde Rod Stewart & The Faces.

Fonte: Texto parcialmente transcrito de Wikipedia.

EP disponibilizado por Carlos Santos.

Manfred Mann - Ha Ha Said The Clown (EP 1967)






Manfred Mann - Ha Ha Said The Clown (EP Fontana 465.376 ME - 1967)

Faixas/Tracks EP: 

1. Ha Ha Said The Clown
2. Feeling So Good
3. Each And Every Day
4. All I Want To Do

Manfred Mann - Ha Ha Said The Clown (from Youtube)

Manfred Mann foi uma banda britânica de Rn'B, formada por Mike Vickers, guitarra; Dave Richmond, baixo; e Paul Jones, vocal. 
Os Manfred Mann originalmente classificam-se como uma banda de rhythm and blues. Foi fundada na Grã-Bretanha, em 1962, pelo próprio Manfred Mann, nascido em 21 de Outubro de 1940, em Joanesburgo, África do Sul,. Com Manfred Mann (nas teclas) estava o seu amigo Mike Hugg (na bateria). O vocalista era Paul Jones (que se tornaria mais tarde num actor de sucesso). Os outros membros foram Tom McGuinness (baixo) e Mike Vickers (flauta, sax, guitarra). 
O seus primeiros ‘hits’ foram "Do Wah Diddy Diddy" (um original dos Exciters) e "Pretty Flamingo". Jones saíu em 1966 e foi substituído por Mike D'Abo, mas o grupo manteve a senda de sucessos (caso raro quando ocorre mudança de vocalista) de que se salienta, em 1968 uma versão de "Mighty Quinn" de Bob Dylan. Outros temas de Dylan gravados pelo grupo foram: "Just Like A Woman" (1966) e "If You Got To Go - Go Now". Outro popular tema do grupo foi: "Ha! Ha! Said the clown", de 1967. 
O nome dos Manfred Mann encontra-se associado a uma das inovações técnicas da música pop-rock: o sintetizador. No Verão de 1968, Mick Vikers (então nos Manfred Mann) estava nos estúdios de Abbey Road quando este fora equipado pela primeira vez com um "moog", e trabalhou na sua afinação para o álbum homónimo dos Beatles. Este grupo esteve no Festival de Vilar de Mouros em 1971. O grupo separou-se em 1969. Mann e Hugg formaram então um grupo de jazz-rock, o Chapter Three, que não teve grande sucesso. O nome significava que este era o "terceiro capítulo" das formações de Manfred Mann, diferindo as duas primeiras apenas no vocalista. O grupo gravou os álbuns Chapter Three (lançado em Dezembro de 1969) e Chapter Three – volume 2 (lançado em 1970). 
Em 1971, juntamente com Mick Rogers (guitarras e vocais) Chris Slade (bateria) e Colin Pattenden (baixo) Mann formou a Manfred Mann's Earth Band. A nova banda iniciou a sua actividade com uma versão de "Please Mrs Henry", mais um original de Bob Dylan, mas sem grande sucesso; seguiu-se "Living without you" (escrita por Randy Newman). O primeiro LP, com a mesma designação da banda, incluindo as duas referidas canções, só surgiu em 1972. Também de 1972 é o álbum "Glorified Magnified", que incluía nova versão de um outro êxito de Dylan: "It's All Over Now Baby Blue". No entanto, só em 1973, com o álbum "Messin’", é que a banda voltou novamente a retomar o caminho do sucesso. 
Os Manfred Mann's Earth Band continuam actualmente em actividade, com espectáculos ao vivo, mas nos últimos anos apenas têm sido lançadas compilações das suas gravações. 

Vilar de Mouros, 1971 
Os Manfred Mann constituíram uma das atracções do festival de Vilar de Mouros de 1971, tendo actuado na noite de 7 de Agosto. Tocaram os seguintes Temas: Dealer, Ashes To The Wind, Happy Being Me, Captain Bobby Stout e Mighty Quinn. 

Vasta discografia.

Fonte: Wikipedia

Membros:  Formação actual. 
Manfred Mann – Teclados E Vocais (Membro Fundador) 
Mick Rogers – Guitarra E Vocais (Membro Fundador) 
Peter Cox – Vocais. 
Jimmy Copley – Bateria E Percussão. 
Steve Kinch – Baixo. 

Ex-Integrantes: 
Noel Mccalla – Vocais. 
Chris Thompson – Guitarra E Vocais. 
Chris Slade – Bateria (Membro Fundador) 
Colin Pattenden – Baixo (Membro Fundador) 
Steve Waller – Guitarra E Vocais. 
John Lingwood – Bateria. 
Pat King – Baixo. 
Dave Flett – Guitarra. 
Cecil Jorgensen - Guitarra Slide, Pedal Steel. 
Matt Irving – Baixo. 
Clive Bunker – Bateria. 
John Trotter – Bateria. 
Pete May – Bateria. 
Shona Laing – Vocais. 
Richard Marcangelo – Bateria. 
Geoff Britton – Bateria. 
Geoff Dunn – Bateria (Em Empréstimo Da Epic)

EP gentilmente enviado por Ruy Villar, a quem muito agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.

Faleceu António Cardoso Moreira, dos Blusões Negros



Fomos surpreendidos por esta triste notícia que chegou ao nosso conhecimento através do nosso amigo, Manuel Conde, a quem muito agradecemos:
"Um dos elementos dos Blusões Negros, o viola-baixo e meu amigo António Cardoso Moreira faleceu hoje, 21.06.2011 . Que descanse em Paz são os meus sinceros votos de eterna Saudade". 
Da nossa parte, acrescentaremos que são também os nossos desejos e um abraço solidário para a família enlutada.

Sobre os Blusões Negros, poderemos informar o seguinte:
A data aproximada da sua formação é o ano de 1962. Originários de Vila Nova de Gaia/Porto.
Estilo: Pop-rock / Ié-ié
Armindo da Costa (Armindo do Rock) foi um dos co-fundadores dos Blusões Negros e Antero, o baterista. Infelizmente, pouco mais se sabe sobre este grupo.
Utilizavam, como era próprio da época, as guitarras eléctricas ao estilo dos Shadows, em temas da música tradicional portuguesa e outros.
Editaram um EP pela Rapsódia EPF 5.290 – Porto 1966

João Romão e Carlos Santos


Carlos Alberto Vidal - Changri-lá (LP 1976)

segunda-feira, 27 de junho de 2011



Carlos Alberto Vidal - Changri-Lá (LP Imavox - IM 30 008, 1976 - Rock Progressivo).

Excelente álbum, muito evoluído e progressista para a época, do conhecido e actual "Avô Cantigas".

Carlos Alberto Vidal é um músico português, nascido na Lousã em 1954. 
Em 1973 grava o disco "As Filhas da Tia Anica". 
"Changri-Lá", editado em 1976, é um disco singular na sua carreira. É considerado um marco em termos de rock progressivo feito em Portugal. 
Em 1978 gravou para a Orfeu o disco "Em Mangas de Camisa". Em 1981 participou no programa "Palhaços À Solta" da RTP. Nesse ano obteve grande sucesso com o tema "A Cantiga do Chouriço". 
Em 1982, já com 8 discos gravados, gravou o disco "As cantigas do Avô Cantigas". O Avô Cantigas é um alter-ego do músico. Personagem criada, em 1982, por António Avelar de Pinho e Carlos Alberto Vidal para o programa "Passeio dos Alegres" de Júlio Isidro. Participou, com Sofia Sá da Bandeira, no programa "Vitaminas". Cria uma nova personagem com o Guarda Vidal. 
Em 2007 obtém um grande sucesso com "Fantasminha Brincalhão" com permanência durante vários meses no top nacional de vendas. O disco foi reeditado com mais temas e foi editada uma versão em DVD. "Atchim" torna-se mais outro grande sucesso. 
Vasta discografia.

Fonte: In Wikipedia 



Faixas/Tracks: 
 01 Corpo de mulher sem mal (Changri-Lá)
02 Venho por Cristo Dizer
03 Bárbara
04 Emanuel
05 O meu nome somos nós (Maharaj-Ji) 
06 Luisa vai para a escola
07 Era uma vez uma flôr
08 Mariazita
09 Nascer 

Participação de Nuno Pimentel, colaboração de Rui Pedroso e Maria Luísa. Instrumentos e coros: Mané, Necas, Rakar, Zé Alberto, Carlos Alberto Vidal, Rui Cardoso, Correia Martins e Rogério Barroso.
Direcção musical de Carlos Alberto Vidal.

LP gentilmente cedido por José Ferraz, a quem muito agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sergio Murilo E Snakes (2 LPs - Jovem Guarda 1961 / 1962)



Sergio Murilo - Baby - LP Columbia 37174, Julho de 1961 (com Orq. e Conjunto de Bob Rose).

The Snakes - Só Twist (com Orq. sob a Direção de Astor Silva) - LP Columbia 37227, 1962.

Sergio Murilo - Marcianita (from Youtube) - Foi o primeiro grande sucesso de Sérgio Murilo, então com 18 anos de idade, lançado pela Columbia em Outubro de 1959 num 78 rpm 3104-B, matriz CBO-2212, integrando mais tarde o primeiro LP do cantor.

CD 1:  Sérgio Murilo (Baby LP 1961)

CD 2:  The Snakes (Só Twist LP 1962)


Sergio Murilo foi um cantor e compositor que fez parte da Jovem Guarda. Morreu em 1992 aos 51 anos vitima de um acidente de automóvel (02/08/1941-19/02/1992). 
Carioca, começa a sua carreira artística aos 12 anos, como apresentador infantil da TV Rio. Poucos anos depois ganha prémios como cantor em programas de rádio, participando do elenco do programa Trem da Alegria, da Rádio Tamoio. 
Em 1958 estreia-se no cinema, com o filme "Alegria de Viver", e no ano seguinte canta na Rádio Nacional e é contratado pela Columbia, onde lança "Menino Triste" e "Mudou Muito". Em seguida, graças a outros sucessos como Broto legal, "Rock de Morte" e "Marcianita" (regravada mais tarde por Caetano Veloso), surge o primeiro LP, "Sergio Murilo". 
A Revista do Rock elegeu-o Rei do Rock pelas suas versões de sucessos norte-americanos, especialmente de Paul Anka e Neil Sedaka. Nos anos 60 apresentou o programa Alô Brotos com Sónia Delfino da TV Tupi, mas depois perdeu espaço no meio artístico e transferiu-se por algum tempo para o Perú.

Fonte: Wikipedia

The Snakes, os primeiros acordes de Erasmo Carlos: 

Em meados dos anos 50 o rock and roll tomou de assalto o mundo, o Brasil e todas as esquinas das periferias das grandes cidades. Uma delas, em especial, localizada no Rio de Janeiro, tornou-se famosa pelo que o futuro reservou aos integrantes mais ilustres. Mais exactamente, a esquina da Hadock Lobo com Matoso, onde, segundo Tim Maia, "toda confusão começou". Ali, por volta de 1956, um grupo de jovens reunia-se para conversar sobre garotas, aprontar pequenas estrepolias e, claro, trocar experiências sobre a grande novidade sonora do momento. 
A turma, baptizada de Turma do Matoso, contava com Erasmo Carlos, Tim Maia, Jorge Bem – o "Babulino” (de Bop a Lena, de Ronnie Self) - Wilson Simonal, Edson Trindade, Wellington, Arlênio e China, entre outros. Da turma e suas relações, que ainda contou com a presença do visitante Roberto Carlos, nasceram os grupos The Sputniks, com Tim Maia e Roberto Carlos, Os Terríveis, também com Roberto, e The Snakes (marca de uma guitarra da época), com Erasmo, Arlênio, Edson Trindade e China. Inicialmente, The Snakes acompanhou Roberto Carlos, quando o futuro "rei" da Jovem Guarda participava do programa Clube do Rock, de Carlos Imperial. 
“Eu nunca participei dos Sputniks. Os Sputniks eram um conjunto com Arlênio Lívio, Wellington e Tim Maia. Eu nem cantava nessa época, sequer vi um show dos Sputniks. Na época soube é que eles tinha brigado: o Tim Maia foi cantar sozinho, o Roberto foi cantar sozinho e o Arlênio, que adorava esse negócio de conjunto vocal, me convidou para fazer parte dos Snakes, um grupo vocal. E montámos os Snakes: eu, Arlênio, o Édson Trindade e o Zé Roberto, o Chininha”, conta Erasmo Carlos em entrevista em seu site oficial. 
”Aí começamos a ensaiar nossas músicas e fomos fazer vocais para o Roberto Carlos, que já cantava sozinho, era o "Elvis Presley brasileiro" (o nome que o Carlos Imperial deu), e para o Tim Maia, que era o "Little Richard brasileiro". A gente participava de shows do Clube do Rock. Os Snakes faziam a primeira entrada, cantando Del Vikings, depois acompanhávamos o Tim, e depois Roberto Carlos. Então, eu nunca participei dos Sputniks e o Roberto Carlos nunca participou dos Snakes. Ele cantava acompanhado dos Snakes, era diferente”, completa ele. 
Com isso, depois de muita televisão, rádio e festinhas, o grupo conquistou espaço próprio, lançando, em 1960, o álbum ‘Só Twist’, contendo covers para clássicos da época, como os doo wop ‘Sh-Boom’ e ‘At The Hop’, e originais como ‘Namorando’, de Carlos Imperial - espécie de cronica daqueles anos dourados. Com excepção dos covers de ‘Blue Moon’ e ‘Runaway’, incluídas na colectânea ‘As 14 Mais - Volume 6’, o disco permaneceu inédito até o início do ano 2000, quando a Sony resolveu relançá-lo em um "dois em um", ao lado de Sérgio Murilo. O álbum mostra um grupo maduro, apesar da juventude de seus integrantes, especialmente Erasmo Carlos, ainda um garoto. 
Entre os anos de 1962 e 1963, The Snakes ainda acompanham o cantor Reynaldo Rayol, e Erasmo tem canções próprias e versões gravadas por Cleide Alves e pelo mesmo Reynaldo Rayol, abrindo o caminho para a carreira individual. Erasmo ainda cantou com o grupo Renato e Seus Blue Caps, com quem gravou um álbum, em 1962, também já relançado em versão digital. E em 1964, lança seu primeiro compacto, com ‘Jacaré’/’Terror dos Namorados’, abrindo o caminho para a carreira na Jovem Guarda, que fez dele um dos mais famosos ex-integrantes da Turma do Matoso, que deu génios como Jorge Ben e Tim Maia, especialmente. 

Por Fernando Rosa (In Senhor F).

Outro excelente álbum gentilmente cedido por Miguel Nunes e a comunidade-MC e JG (Orkut) / Brasil. Agradecimento especial para todos, pela colaboração.

Rita Pavone - Tutti I Successi Di Rita Pavone






Rita Pavone (Turim, 23 de Agosto de 1945) é uma cantora e actriz italiana.
Começou a sua carreira como cantora em 1962 com o single La Partita di Pallone e, pouco tempo depois, torna-se um sucesso mundial, fazendo também turnês com muito êxito em países europeus e da América Latina (Argentina e Brasil). Lança outros singles em seguida, como Alla Mia Età, Come Te Non C’è Nessuno, Cuore, Datemi Un Martello, Che m'importa del mondo, Viva la pappa, Il geghegè e Fortissimo, atingindo o topo das paradas.
Em 1968 Rita casa-se na Suíça com o seu empresário, produtor e descobridor, o cantor italiano Teddy Reno. Foi um escândalo na sociedade italiana porque Reno, cujo verdadeiro nome é Ferruccio Ricordi era casado com Livia Protti e não existia divórcio na Itália até 1970.
Em 1971 Rita e Teddy casam-se oficialmente em Itália.
Em 1969 a sua carreira desacelera em Itália. Participou no Festival de San Remo com Zucchero e, no ano seguinte, com Ahi ahi ragazzo! e em 1972 com Amici mai. Destacou-se com vários sucessos noutros países como a Alemanha (Arrivederci Hans), Bonjour la France (França), Io che amo solo te (Brasil).
Neste segundo período da sua carreira toma um caminho mais difícil e, consequentemente, menos premiada pelo resultado das vendas, das canções de autor, estabelecendo-se também como compositora.
Depois de uma vida de concertos em várias partes do mundo, Rita anuncia no primeiro dia de 2006 que deixa definitivamente os palcos, cantando pela última vez em público.
Nas eleições legislativas italianas de 2006, Rita candidatou-se a uma vaga no senado italiano, disputando pela circunscrição dos italianos no exterior, não sendo eleita.
Actualmente Rita reside em Chiasso, no cantão de Ticino, Suíça e possui uma segunda residência em Ariccia, a 28 km de Roma.
Os seus dois filhos também moram na Suíça. Alessandro é apresentador de um programa na TV Suíça-Italiana e Giorgio é guitarrista e cantor de rock.

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido pela minha amiga Venusa, de S.Paulo/Brasil, a quem agradeço.

Wild Things - Wyld Kiwi Garage (1966-1969) - V/A




This is a wild collection with primitive sounds from New Zealand’s 60s music groups. 
"I can not make a friend" is one of the best tracks of this compilation by the Action with very snotty vocals and a real hunting tune. Also the 13th Floor Elevators “You’re gonna miss me”, covered by Tom Thumb is one of the most powerful covers of this all time garage-punk classic.
This compilation shows the real hunger of 60s youth to play music and express their feelings, which was the same almost all across the word.

Partially transcribed text from Garage60s.

Faixas / Track List:

1.La De Da's - "Don't You Stand In My Way" (2:14)
2.La De Da's - "How Is the Air Up There?" (2:32)
3.The Smoke (NZ) - "No More Now" (2:12)
4.Sandy Edmonds - "Come See Me" (2:28)
5.Crescendos - "Now She's Mine" (2:50)
6.The Action - "I Can't Make a Friend" (2:16)
7.Tom Thumb - "You're Gonna Miss Me" (2:00)
8.Tom Thumb - "I Need You" (2:06)
9.Bluestars - "Social End Product" (2:32)
10.Challenge - "The Crunch" (2:44)
11.Principals - "I Can't Stop" (2:44)
12.Pleazers - "Hurtin' All Over" (2:37)
13.Chants Rn'B - "I Want Her" (2:36)
14.Chants R&B - "I'm Your Witchdoctor" (2:00)
15.Chants R&B - "Neighbour Neighbour" (2:25)
16.Tomorrow's Love - "7 and 7 Is" (2:03)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.