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Alain Barrière - Grandes Êxitos (1961-1966)

terça-feira, 4 de outubro de 2011



Compilação que reúne alguns dos maiores sucessos de Alain Barrière, respeitante ao período entre 1961 e 1966 (Les Années RCA Victor). Trata-se de uma Antologia particular disponibilizada por Carlos Santos.

Alain Barrière (nome verdadeiro: Alain Bellec, Trinité-sur-Mer, Morbihan), 18 de Novembro de 1935 é um cantor francês que tem estado ativo desde os anos 50 e ficou conhecido internacionalmente por ter representado a França no Festival Eurovisão da Canção 1963.
Depois de ter nascido e crescido numa pequena vila costeira da Bretanha, em 1955 Barrière entrou na École nationale supérieure d'arts et métiers em Angers. Enquanto era estudante comprou uma guitarra e começou a escrever canções. Formou-se em engenharia em 1960, partiu para Paris à procura de emprego e começou a cantar de noite em pequenos clubes em redor da cidade. Venceu um festival em 1961, com a canção composta por si "Cathy", uma canção no estilo chanson e conseguiu em breve um contrato com uma editora e começou lançar singles regularmente, permitindo-lhe a criação do seu emprego e pelo menos uma vida modesta da música.
Em 1963, a canção "Elle était si jolie" ("Ela era tão bonita") foi escolhida como a representante da França no Festival Eurovisão da Canção 1963 que teve lugar a 23 de março desse ano em Londres. "Elle était si jolie" terminou a competição em 5.º lugar, entre 16 participantes.
"Elle était si jolie" tornou-se o seu maior sucesso da sua carreira. Ele lançou o seu primeiro álbum Ma vie, em 1964 e o título tornou-se um enorme sucesso. Em 1965 foi-lhe proposto um papel num heist thriller,Pas de panique, juntamente com Pierre Brasseur. Esta foi a sua única aventura no campo da representação, mas o pico da sua carreira no final da década de 1960 com uma série de sucessos que fez uma das estrelas da música francesa daquele tempo. 
Barrière ganhou a reputação de ser difícil trabalhar com ele. Nos inícios da década de 1970 deixou a sua editora para criar uma editora/gravadora dele. Ele ganhou a sua base de fãs que lhe asseguraram os seus discos e concertos continuassem a proporcionar-lhe uma vida boa, apesar de ser desprezado por sectores dos media franceses "Tu t'en vas", que gravou em dueto com a cantora Noëlle Cordier, fez subir a número do top francês em 1975 e foi o terceiro single mais vendido em França.
Barrière casou-se em 1975 e ele e a sua esposa abriram um clube noturno num antigo castelo da Bretanha. Se bem que o sucesso continuasse, surgiram problemas com o pagamento de impostos. Em 1977 ele e a sua família partiram para os Estados Unidos da América onde permaneceu durante quatro anos.
Depois de voltar a França, fez várias tentativas para regressar à vida musical. Depois de um outro período no estrangeiro, desta feita no Quebeque, a família voltou à Bretanha quando a carreira de Barrière foi rejuvenescida pelo lançamento em 1997 de um CD com versões remasterizadas dos seus velhos êxitos que provaram ser um boa fonte de receita. Pouco tempo depois, Barrière lançou um álbum com novas canções que também venderam bem. Lançou uma autobiografia em 1996 e continua a lançar singles novos e outros de retrospectiva.

Fonte: Wikipedia

Capas produzidas por João Romão.
Alinhamento e temas disponibilizados por Carlos Santos.

Ermelinda Duarte - Somos Livres (Single 1974)




Ermelinda Duarte - Somos Livres (Single Decca/V.C. SPN 179 G - 1974)

Faixas / Tracks:
 01 - Somos Livres
02 - Joaquim da Silva

Somos Livres (Uma Gaivota voava voava), letra e música de Ermelinda Duarte. Esta canção foi muito popular nos anos que se seguiram ao 25 de Abril/1974. 

Ermelinda Duarte, nascida em Lourenço Marques/Moçambique, em 6 de Outubro de 1946, é uma cantora, compositora e actriz portuguesa. Em 1970 desempenhou o papel de Clara no filme Pedro Só, de Alfredo Tropa. Foi a autora e cantora da canção "Somos Livres" que fez grande sucesso no pós 25 de Abril. Na peça "Pega As Favas" do Teatro Ádoque canta as canções "Jovem, Jovem" e "Agora É Festa" que também são lançadas em single (ver nota em baixo).
Em 1980 participou na série Retalhos da Vida de Um Médico baseada na obra de Fernando Namora. Na RTP colaborou ainda em "Brinca Brincando" e "Tá Entregue À Bicharada".
Ermelinda Duarte passou a dedicar-se mais à dobragem de filmes de desenhos animados para crianças,
do que a cantar ou a compor musica.
NOTA: Segundo informação prestada pelo nosso amigo José Mário Ferreira, de Armamar/Douro, Ermelinda Duarte tem pelo menos os 5 discos seguintes:

Ermelinda Duarte - Somos livres / Joaquim da Silva  - Decca spn 179 G
Ermelinda Duarte - Nossas armas são as mãos / À hora do sol romper - Decca spn 202 G
Ermelinda Duarte - Jovem,  jovem / Agora é festa - Metro som sing 140-S
Ermelinda Duarte/Adoque - O poema / A canção  (revista a paródia) adoque/grafitecnica
Ermelinda Duarte/adoque -  Cantar Lisboa / Lisboa num pregão (1º prémio marchas Lisboa 1981) Metro som sing 143-S

Agradecimento a José Mário Ferreira, pelo esclarecimento, atualização da informação e colaboração.

Fonte: Wikipedia

Single disponibilizado por Carlos Santos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, pelo próprio.

Edmundo Falé - Um Ano Ou Um Dia (Single 1980 )

segunda-feira, 3 de outubro de 2011


Edmundo Falé em 2008, a bordo do Paquete "Sky Wonder", interpreta "Coimbra" (from Youtube) 


Edmundo Falé - Um Ano Ou Um Dia (What's Another Year)(Single DA NOVA 2009 - 1980 ), Versão portuguesa da canção vencedora da Eurovisão/80. É já um disco considerado raro.


Faixas/Tracks: 
Um Ano Ou Um Dia (What's Another Year) (S. Healy/Edmundo Falé) / Noites De Verão (Fernando Guerra/João Henrique).

Uma breve biografia deste artista já se encontra inserida neste blog.

Agradecimento a Edmundo Falé pelas facilidades concedidas.
Single gentilmente cedido por João Romão. 
Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.

A Roda Do Ié Ié Ié (Jovem Guarda - Brasil)




A Roda Do Ié Ié Ié ( LP Odeon MOPB 3464, 1966, gravado ao Vivo). 
Artistas : Os Lordes, Denise Barreto, Robert Livi, Humberto Garin. 
Convidados: Golden Boys e Trio Esperança. 

L.P. considerado muito raro, gravado ao vivo, com a "tomada" de som própria daquela época. Ripado do vinil.




Alinhamento/Track List original do LP:

1 - (A) Roda Do Iê-Iê-Iê(B) Vou Dizer Que Não - Robert Livi(C) Parecida A Uma Boba - (Your Baby's Is A Gone Surfin') - Denise Barreto(D) Perfídia - Humberto Garin(E) I Saw Her Standing There - Os Lordes(F) Vai Ser Bom - (Ça Serait Beau) 
2 - Você Me Acende - (You Turn Me On) - Denise Barreto 
3 - Alguém Na Multidão / Help ! - Golden Boys 
4 - Guantanamera - Humberto Garin 
5 - (A) Roda Do Iê-Iê-Iê(B) Day Tripper - Os Lordes(C) La Bamba - Humberto Garin(D) Deixa De Banca - (Les Cornichons) - Denise Barreto(E) What'd I Say - Robert Livi(F) Festa De Arromba 
6 - Mamãe Passou Açúcar Em Mim - Trio Esperança 
7 - Run For Your Life - Os Lordes 
8 - Célia - Robert Livi 
9 Quero Que Vá Tudo Pro Inferno 

NOTA: 
Neste post/link irão aparecer 19 temas. Assim, da faixa 1 à faixa 9, seguimos rigorosamente o alinhamento e a sequência original do álbum, sem cortes das faixas nos "mixes" iniciais de cada um dos lados do LP, que nos foram cedidos com os temas separados.Para isso foi necessário "remontar" digitalmente esses temas.
Da faixa 10 à 19, como alternativa, encontram-se como "bónus", os temas dos "mixes" individualizados/separados, o que permitirá uma consulta/pesquisa e audição individualizada das faixas, se desejado.

LP ripado do vinil. Agradecimento especial pela colaboração do nosso amigo João Pimentel (blog do Pimentel). Masterização de Carlos Santos.

Adamo - EP's Originais (1965 - 1967)



Adamo - EP's Originais (1965 - 1967).

Cantor ítalo-belga, Salvatore Adamo nasceu a 31 de Outubro de 1943, na Sicília, em Itália. Estudante brilhante, o jovem Adamo livrou-se do destino de muitos imigrantes italianos na Bélgica, as minas de carvão. Tendo chegado à Bélgica com apenas três anos, Adamo concentrou as suas atenções nas actividades académicas e nos estudos musicais. É no decorrer dos anos 50 que Adamo começa a revelar os seus dotes e a sua paixão pelo canto, apresentando-se em diversos concursos locais. Em 1959, participa num desses eventos, patrocinado pela Radio Luxembourg, realizado no Teatro Real de Mons, perto da casa do cantor. A composição "Si j'osais", de sua autoria, haveria de chamar a atenção do júri e levar o jovem cantor à vitória nessa edição do festival. A canção passaria nas rádios belgas durante os primeiros dias de 1960, motivando o interesse das editoras em lançar o primeiro longa duração de Adamo. Esse 45 rotações teria um êxito muito limitado. Isso desencorajou Adamo e, não fosse a pertinácia de seu pai, o cantor teria desistido da carreira musical. A família parte para Paris e Antonio Adamo, o pai do cantor, enceta diversos contactos com salas de espectáculo e editoras francesas. Quatro edições discográficas depois, Adamo consegue o seu primeiro sucesso no ano de 1963. "Sans toi, ma mie" era um tema romântico e assaz clássico, nos antípodas do yé-yé reinante, do rock americano e da música de variedades francófona. O furor foi imediato. A partir daqui, o ritmo da carreira do cantor tornou-se vertiginoso. Aos 20 anos, o cantor já fazia as primeiras partes de concertos de Cliff Richard no celebérrimo Olympia de Paris. Um ano mais tarde, Adamo volta à sala parisiense, agora como cabeça de cartaz e conhece um serão triunfal a 12 de Janeiro de 1965. Os seus discos vendem aos milhares, contando com as composições do próprio Adamo que lhe valeram a imagem de vedeta da cena music-hall: "Tombe la neige" (1963), "Vous permettez Monsieur" (1964), "Les filles du bord de mer" e "Mes mains sur tes hanches" (ambas de 1965).
A partir daqui, a imagem de Adamo ganha projecção internacional e o cantor parte em digressões no estrangeiro com um sucesso sem precedentes, sobretudo no Japão. Como resultado das inúmeras viagens do cantor, sucedem-se as edições discográficas noutras línguas, nomeadamente o inglês, o espanhol, o italiano, o alemão e o holandês.


Em 1967, a propósito da guerra dos Seis Dias entre Israel e o Egipto, Adamo escreve "Inch'Allah", uma canção que se afastou do formato romântico típico do cantor. Essa tendência contemplativa e crítica viria a ser sublinhada mais tarde na carreira de Adamo. Em 1969, o cantor casa com Nicole. Incansável, Adamo viaja constantemente para divulgar a sua música nas mais diversas paragens o que lhe permite esgotar algumas das mais célebres salas de espectáculos no mundo, como o Carnegie Hall, em Nova Iorque. Durante os anos 70, o músico junta-se a outro tipo de trabalhos, nomeadamente como produtor e parece afastar-se um pouco da ribalta. Contudo, a cadência do seu trabalho não diminuiu. Em 1983, esgota pela décima vez o Olympia e os seus discos continuam a vender aos milhões. Um grave acidente cardíaco em 1984 obriga-o a cessar toda a actividade durante largos meses. O regresso acontece no final dos anos 80, no seio de uma onda nostálgica da música dos anos 60 e 70. De resto, uma compilação dos seus principais êxitos, lançada em 1989, atinge rapidamente a marca de disco de ouro, correspondente a mais de cem mil unidades vendidas. Em 1992, Adamo lança o álbum "Rêveur de fond", provando que nunca havia deixado de escrever e colhendo excelentes opiniões da crítica. Ainda que com uma imagem desusada, Adamo mantinha o seu estatuto de culto para os imensos admiradores espalhados pelo mundo. Em 1993, torna-se embaixador da UNICEF. Dois anos mais tarde, o cantor desvia-se da indústria da música e publica uma colecção de poemas ("Les Mots de l'âme"), ao mesmo tempo que descobre o prazer relaxante da pintura. Em 1995, regressa aos palcos, particularmente ao Olympia, celebrando os trinta anos da sua primeira actuação na mítica sala. Por essa altura, volta ao Japão, país asiático onde o seu estatuto permanece intocável, e ao Carnegie Hall. É também por esta fase que Adamo tem um certo regresso ao mediatismo, vendo-se envolvido em diversas emissões radiofónicas e televisivas.
"Regards" chegou às lojas em 1998. No Outono de 99 o cantor comemorou a incrível cifra de 90 milhões de discos vendidos no mundo. A 2 de Outubro desse ano, enceta a sua primeira digressão em solo francês em dez anos, concluída em beleza com mais uma actuação no Olympia. Os anos seguintes são marcados também por novas expedições no estrangeiro. Em 2001, o cantor aventura-se na ficção, lançando o romance "Le souvenir du bonheur est encore du bonheur". Volvidos dois anos, o cantor regressaria ao estudo para gravar um novo álbum de originais, captando a essência do som dos anos sessenta. Rompe o contrato com a editora e assina com a Polydor, etiqueta responsável pelo lançamento de "Zanzibar". Posteriormente, o cantor regressa ao Casino de Paris, para dois concertos e volta a partir em digressão. Em Junho de 2004, novos problemas de saúde haviam de levar ao cancelamento de alguns espectáculos. 

Fonte: Infopédia

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Jovem Guarda (LP Vol. 2)

domingo, 2 de outubro de 2011

AQUI:

Jovem Guarda (LP Som Livre Vol. 2)

Trata-se do 2º Volume da excelente compilação retirada do LP/vinil, e com alguns dos mais famosos temas da Jovem Guarda brasileira.

Os Incríveis


Num sentido estrito, a expressão Jovem Guarda designou o programa da TV Record, de São Paulo SP, estreado em Setembro de 1965 e findo em 1969, comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia; mas tem sido comumente empregada para definir um género musical também conhecido como iê-iê-iê, ou seja, a versão brasileira do rock internacional.

Texto parcialmente retirado de Enciclopédia da Música Brasileira 

Mais um álbum gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos por sua amável colaboração.Ripado do vinil.
Masterização de Carlos Santos.

Los Tamara (EP 1962)

sábado, 1 de outubro de 2011


Los Tamara (EP Bel-Air/Iberofon - IB-45-5.040, 1962)

Los Tamara foi uma banda pop formada em Noia muito popular nos anos 60 e 70, e fizeram uma nova forma de música galega popular, incluindo novas influências através do Soul e o Rock , com arranjos audazes e muitas letras em galego, incluindo poemas dos grandes escritores nessa língua.
A banda foi formada em 1958 por Prudencio Romo, o seu irmão Alberte, Manolo Paz, Xosé Sarmiento (guitarra e clarinete), Germán Olariaga (Violinista e cantante), e Enrique Paisal, aproveitando umas férias na Semana Santa. Em 1961 uniu-se-lhes o que sería o seu líder carismático: o cantor da Corunha Pucho Boedo.
Palavras de Prudencio:

"Los Tamara formáronse para poder saír de España e poder traballar no extranxeiro, xa que daquela o traballo en España era bastante limitado. Había que parar toda a coresma e non era posible que os músicos traballasen. Durante a semana santa naqueles días non se tocaba máis que música relixiosa nas emisoras de radio e todo iso. Non había bailes, non había festas e entón os músicos quedaban sen traballo; para evitar isto, decidimos formar un grupo que puidese tocar todo o ano e a solución era marcharse ao extranxeiro".

A história do nome foi revelada numa entrevista nos anos 60:
"Era o momento en que se levaban moitos nomes americanos e nós estabamos en dúbida. Pero o alcalde de Noia, Manolo Ons, díxonos: Por que non buscades un nome galego para o voso conxunto?".


E daí veio o nome, antiga denominação do Tambre, o río que passa por Noia. O nome, recordava Prudencio Romo de quando fazia os seus estudos no Instituto de Noia. Alí havia um mapa antigo da Galiza. Nele aparecia o rio Tambre, mas não lhe chamavam rio Tambre, mas sim rio Tamara (o rio assim se chamava na época romana).
Eventos locais e uma primeira actuação na televisão em 1958, deram início à a sua carreira que os levou por todo o Magreb: Tocaram no casino de Marrakech, no Negresco e também no Casino em Casablanca, assim como em Tanger em 1959 e em Orán em 1960. As viagens levaram-os até ao Olympia de Paris onde actuaram durante dois meses em 1960, coisa inédita para um grupo peninsular. O carismático cantor Pucho Boedo entrou para o grupo por casualidade no ano 1961. 
Gravaram o seu primeiro EP em 1962 com a etiqueta francesa Bel-Air. Em 64 cantaram pela primeira vez em galego Galicia, terra nosa, iniciando um estilo popular enraizado na música e, sobretudo, na poesia galega, que lhes daria grandes êxitos nos anos setenta, através de versões de vários temas, desde Aznavour, Mikis Theodorakis e o seu Zorba el griego, Otis Redding, até James Brown e o seu I Got You (I Feel Good), que eles publicaram em single com o título Soy muy feliz no lado B do famoso tema A Santiago Voy (1967) e ainda outros êxitos.
Paco Montero entrou na formação da banda em 1975, e a partir de 1976 substituiu Pucho como vocalista, continuando com o grupo nesta nova formação e gravando vários LPs (um deles acompanhado pelo próprio Pucho).
Os integrantes originais da banda já só se reuniriam depois da morte de Pucho para gravar en 1990 o disco homenagem: Carta A Un Amigo com Sito Sedes na voz. Com esta última formação gravaram o Álbum Agora É Sempre, em 2002.

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido por Manuel Alves/Amadora.
Ripado do vinil e masterizado, por Carlos Santos

Question Mark & The Mysterians - 96 Tears (30 Original Recordings)




AQUI:    ou    ALI:

Question Mark And the Mysterians era um grupo formado na sua maioria por mexicanos que moravam no Texas, mas que se mudaram para Detroit/USA. 
Rudy Martinez era o "?" – Question Mark, o compositor da música que queria ficar anónimo. Nessa altura, ele referia-se aos membros da banda por apenas três letras dos seus nomes. O mistério ajudou a comercializar o grupo e o seu líder que usava óculos escuros para aumentar a curiosidade.
Todos os cinco membros do grupo eram de famílias que migraram do México para trabalhar no Vale de Saginaw, em Michigan.
O tema forte da banda originalmente chamava-se Too Many Teardrops. O grupo queria um nome mais comercial, mais sonoro e mudou-o para 69 Tears. A preocupação por uma possível falta de simpatia resultou em nova alteração do nome, finalmente para 96 Tears.
A banda teve então o patricinio da firma gravadora do Texas, Pa-Go-Go Records prensando 500 cópias, para que pudessem distribuí-las pelos DJ´s em Michigan do sul. A canção tornou-se no disco mais pedido nas rádios WTAC, de Flint, e KCLW, de Detroit. A Cameo Records, passando por problemas de solvência, agarrou o disco para o comercializar depois que um dos seus funcionários a ter ouvido na rádio KCLW. 
A música que se seguiu ao 96 Tears, I Need Somebody, alcançou a posição número 22, em 1966. O lado B era 8-Teen (mais tarde re-trabalhado por Alice Cooper como o Eighteen). Mais três singles seguidos sem sucesso, e o grupo se desfez em 1968.
Os “ Question Mark And the Mysterians” ainda tocam ao vivo nas imediações do seu estado de origem, Michigan e continuam actuando em todo o país. 


The group is best known for its song "96 Tears", a garage rock classic recorded in 1966 that reached #1 on the Billboard Hot 100 and would go on to sell over one million copies and receive a BMI award for over three million airplays. ? and the Mysterians was perhaps the first band to be described as punk rock, and also may be the firstLatino rock group to have a mainstream hit record in the United States. The group named itself after the 1957 Japanese science fiction film The Mysterians, in which aliens from the destroyed planet Mysteroid arrive to conquer Earth.

The band's frontman and primary songwriter was ?. Though the singer has never confirmed it, Library of Congress copyright registrations indicate that his birth name is Rudy Martinez. His eccentric behavior helped to briefly establish the group in the national consciousness. He claimed (and still claims) to be a Martian who lived withdinosaurs in a past life, and he never appears in public without sunglasses. He asserts that he has traveled into the future and visited other planets.

Lineups:

The original lineup came together in 1962, composed of Larry Borjas on bass guitar, Borjas's cousin, guitar phenom Robert Balderrama, and Robert Martinez on guitars and bongos. Martinez switched to drums shortly thereafter. The band played instrumental music inspired by surf groups and artists like Link Wray. ? joined shortly thereafter as the lead singer. It is widely believed that ? was born Rudy Martinez, and was the brother of drummer Robert Martinez. These Mexican-American musicians were from the Saginaw area of Michigan with ? coming from Flint. Robert Martinez was drafted into the U.S. military just before the band was scheduled to begin recording and Larry Borjas decided to enlist with him using the buddy system to keep the two friends together. Immediate replacements were needed and both Eddie Serrato (drums) and Frank Lugo (bass guitar) were recruited from Mexican bands, with Bobby Balderrama switching from bass to guitar. Fourteen-year-old Frank Rodriguez was brought in on keyboards and the classic "96 Tears"' lineup was formed.

Fonte: Wikipedia

C.S.

Los Javaloyas (España) - Todo Sus Singles (1966 -1972)





Los Javaloyas no tocaron puro rock en los sesenta, sino que era música variada (incluído rumbas o sambas en alguna etapa de su carrera) pero bien ejecutada.
Tocaron covers tanto de Beatles, como Beach Boys, y siempre se oyeron con un sonido fresco.....y llegaron a estar siempre a la altura de los otros grupos "grandes" españoles, como Los Mustang, Los Brincos o Los Pekenikes. Saludos: GZ 
Es problablemente el mas veterano de los grupos pop españoles, ya que sus inicios datan de 1952 y aún continúan en activo, con algunas novedades entre sus componentes.En la primera mitad de los años cincuenta Los Javaloyas eran un quinteto musico-vocal sin muchas pretensiones, pues solo se dedicaban a entretener a un público que no exigía mucho, aunque dominaban a la perfección sus instrumentos, pues eran músicos de carrera y siempre se caracterizaron por eso.

Grupo formado por:

Rafael Torres con el acordeón, guitarra, piano y bajo,
Serafín Nebot cantante melódico y se ocupaba del saxo y el clarinete,
Antonio Cobas (Tony) se ocupaba de la guitarra, el contrabajo y la trompeta,
Antonio Felany cantante, batería y trompeta y 
Luis Javaloyas que, además de cantar, se ocupaba de la flauta y el piano. 

En la década de los sesenta llegaron a rivalizar con otros grupos de Mallorca como Los Z-66 de Lorenzo Santamaría y con los Beta. A nivel nacional, con Los Mustang y Los Bravos. Grabaron en París, en Viena y Stuttgart. Viajaron por todo el mundo. Conocieron a unos jovencitos Beatles y actuaron ante personajes como Hussein de Jordania o Juan de Borbón.
Durante veinticinco años fueron embajadores de la música española. Un hecho que se ha traducido en numerosos premios y reconocimientos. Entre los más recientes, el galardón que Luis Javaloyas recogió en 2006 de manos de la Asociación de Intérpretes Ejecutantes por toda una vida dedicada a la música, o el premio Diario de Mallorca que el rotativo entregó a la banda en 2001 con motivo de su cincuentenario. Por desgracia, en septiembre de 2007 falleció su fundador, José Luis Pérez Javaloyas.

Texto parcial tomado de Vuelve Primavera: El rock de los 60 en México

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

Dia Internacional da Música

Hoje comemora-se o DIA INTERNACIONAL DA MÚSICA. Em Portugal estão previstos vários eventos por quase todo o país, como por exemplo e entre outros, na Casa da Música/Porto, no Museu da Música em Lisboa ou  ainda no Centro Cultural de Lagos/Algarve.
O Dia Internacional da Música comemora-se anualmente a 1 de outubro. A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música.
Este blog não quis deixar passar esta data sem se associar à mesma, divulgando e homenageando os nossos artistas nacionais e os internacionais, tanto do passado como os atuais e recordando simultaneamente os que já partiram.
Também não queremos deixar de enviar um abraço a todos que, como nós, amamos a música e que de alguma forma contribuíram ou contribuem para a sua produção e/ou divulgação.
Uma atenção especial também para todos os visitantes e colaboradores deste blog, para os quais enviamos os nossos melhores cumprimentos e agradecimentos.
Posto isto e de modo a recordar esta data, postámos hoje este álbum de Tributo aos Beatles, ao estilo Soul Music.




Soul Tribute To The Beatles, V/A.

This collection is a tribute to the Beatles, with songs sung by the most important voices of Soul Music.
This is an assortment of nicely envisioned works such as Wilson Pickett's soul/funk spin on "Hey Jude" and Aretha Franklin's pop-gospel take on "Let It Be." Other highlights include Esther Phillips' whispery interpretation of "And I Love Her," complete with lush strings and flutes. Earth, Wind And Fire's snazzy, brass-heavy rendering of "Got to Get You Into My Life" is an adrenaline enhancer, whereas the Four Tops' soft, hush-toned treatment of "Michelle" might prompt the listener to shed a tear or two. In general, Soul Tribute to the Beatles offers yet another perspective to the Beatles.

Álbum disponibilizado por Carlos Santos. Alinhamento dos bónus, por Carlos Santos.
Produção da contracapa, por João Romão.