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Bom Carnaval! Viva a Folia!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A equipa do blog deseja a todos um Feliz Carnaval, cheio de diversão e folia.
Para o efeito, aproveitamos para apresentar um animado álbum com marchinhas de Carnaval.




Marchinha
Mais até do que o samba-enredo, a marcha é reconhecida como a música de Carnaval no Brasil. No seu período áureo, que se estendeu dos anos 20 aos anos 60, ela foi a responsável por algumas das canções mais populares do país (até mesmo nas décadas seguintes), reunindo no seu time de compositores alguns dos mais importantes nomes da música popular. De Chiquinha Gonzaga (que escreveu para o cordão Rosa de Ouro em 1899 a marchinha inaugural, Ô Abre Alas, também a primeira música a ser feita especialmente para o Carnaval) a Moraes Moreira (que fez com Fausto Nilo a Coisa Acesa, já na década de 80), passando por Noel Rosa, João de Barro, Ary Barroso, Lamartine Babo e Mário Lago, muitos foram os que se esmeraram ano após ano para serem os autores da música que o público passaria os quatro dias de folia cantando.

Com o compasso binário da marcha militar, andamento acelerado (mais ainda a partir da metade do século XX, por causa da influência das big bands de jazz), melodias simples e alegres (para grudar nos ouvidos com facilidade) e letras com boa dose de picardia (não raro valendo-se do duplo sentido), as marchinhas guardam um espírito tipicamente carioca, tendo funcionado muitas vezes como uma crônica musical da cidade. Até 1920, quando Sinhô chegou com O Pé de Anjo, boa parte das marchinhas era importada. Entre as mais notórias, as portuguesas Vassourinha, muito cantada no carnaval de 1912, e A Baratinha, de Mário São João Rebelo, sucesso em 1917. A produção nacional deslancharia com composições de Eduardo Souto (de Eu Quero É Beliscar, Goiabada, Só Teu Amor, Não Sei Dizê, Pai Adão), Freire Júnior (Ai, Amor) e Sinhô (Fala Baixo, Não Quero Mais, Sai da Raia).


Época de ouro

A marchinha reinou na música brasileira a partir da década de 30, nas vozes de Carmen Miranda, Almirante, Mário Reis, Dalva de Oliveira, Silvio Caldas, Jorge Veiga e Black-Out. Entre confete, lança-perfume e serpentina, eram eles quem entoavam as composições de João de Barro, o Braguinha (autor, junto com Alberto Ribeiro, de algumas das mais célebres marchinhas, como Chiquita Bacana, Yes! Nós Temos Bananas e Touradas em Madri), Noel Rosa (o poeta da Vila é co-autor de Pierrô Apaixonado), Ary Barroso (Eu Dei) e Lamartine Babo (Linda Morena).

Na entrada dos anos 60, a popularização dos desfiles de Carnaval marcou o início da ascensão do samba-enredo e o declínio da marchinha e dos blocos. José Roberto Kelly foi um dos últimos compositores que brilharam no género, com Cabeleira do Zezé e Mulata Iê-Iê-Iê. Após o AI-5, quando a censura se instalou de vez (nada contente com a malícia das letras), a marchinha passou a ser objeto de iniciativas isoladas, como as de Caetano Veloso (Samba, Suor e Cerveja) e Chico Buarque (O Boi Voador). Composição da dupla João de Barro-Alberto Ribeiro, lançada sem sucesso em 1937, Balancê tornou-se, em 1980, uma das músicas mais tocadas do ano, na voz de Gal Costa – e foi este o último suspiro da marchinha.

Este álbum foi gravado sem intervalos entre as músicas, muito adequado aos bailes de Carnaval de Salão e está dividido em duas partes. A primeira em forma de Pout-Pourri e a segunda com as faixas cantados por inteiro.

Carnaval de Salão
Alinhamento das faixas:

1ª Parte:

1-Abre-alas
2-O teu cabelo não nega
3-Linda morena
4-Pierrô apaixonado
5-Mamãe eu quero
6-Yes,nós temos bananas
7-A Jardineira 
8-Alalaô
9-Eu Brinco
10-Saca-Rolha (As águas vão rolar)
11-Quem sabe sabe
12-Me dá um dinheiro aí
13-Índio quer apito
14-Quem não chora não mama
15-Marcha do remador ( se a canoa não virar)
16-Chuva suor e cerveja

2ª Parte:

1-A Jardineira
2-Nós,os carecas
3-Ala-la-ô
4-Cidade Maravilhosa
5-Aurora
6-A turma do funil
7-Mamãe eu quero
8-Bota a camisinha
9-Cabeleira do Zezé
10-Maria Sapatão
11-Cachaça
12-Marcha da cueca
13- O teu cabelo não nega
14-Tristeza
15-Quem sabe sabe
16-Sassaricando
17-Touradas de Madrid
18-Me dá um dinheiro aí
19-Ta-hí
20-Saca-rolha(as águas vão rolar)
21-Me dá um dinheiro aí
22-Sassaricando

Texto e relação das músicas/track list enviados pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos pela informação sobre a Marchinha e o Carnaval no Brasil e pelo trabalho difícil de pesquisa e recolha dos nomes das faixas.

Mara Abrantes - Fecho a Janela (EP 1970)



AQUI:

Mara Abrantes - Fecho a Janela (EP Marfer - MEL 2-174, 1970).

Faixas / Tracks:

Fecho a Janela / Hás-de Voltar / Fado da Carta / Mas É Fado

Mara Abrantes, de seu nome completo Mara Dyrce Abrantes da Silva Santos, nasceu em 1934 no Rio de Janeiro, Brasil, estando radicada em Portugal desde 1958. 
Mara cresceu no seio de uma família de instrumentistas ligados a diferentes bandas das forças armadas brasileiras, incluindo o seu pai. Nop ensino primário frequentou as aulas de Educação Musical obrigatórias e integrou, como solista, o Coro do Ministério da Educação. Durante o internato do curso para professora primária recebeu formação artística no Teatro de Preparação de Estudantes.
Aos 16 anos ganhou um concurso televisivo da TV Tupi de procura de novos talentos, intitulado "A Hora dos Caloiros" e concebido por Ary Barroso, tendo nesta altura adoptado o seu nome artístico de Mara Abrantes. Esta vitória permitiu-lhe obter pequenos papéis televisivos.
Começou por actuar como cantora no restaurante "A Cantina do Cesar", de propriedade do radialista César de Alencar. Outro espaço nocturno onde actuou foi o "Estúdio do Teo", onde conheceu Antônio Carlos Jobim em início de carreira e de quem interpretou diversos temas. Foi levada para a Rádio Nacional do Rio de Janeiro pelo maestro Napoleão Tavares.


Actuou em rádios e teatros cariocas, em especial na década de 1950. A Revista do Rádio considerou-a "A escurinha nota dez", em virtude de seus predicados físicos, nos quais ressaltava a cor negra, uma pequena altura e formas esculturais.
Além de ser convidada regularmente como atracção para Teatro de Revista, entre 1952 e 1956 foi actriz em 5 filmes, incluindo "A dupla do barulho" (1953) de Carlos Manga.
Em 1954, gravou um disco de 78 rpm com os temas "Sal e pimenta" (letra de Francisco Anísio e música de Hianto de Almeida) e "Um tiquinho mais" (composta por Newton Ramalho e Nazareno de Brito), lançado pela editora Mocambo, tendo esta última canção sido censurada. A proibição da canção pelo governo brasileiro recebeu a atenção dos media e dos críticos, tendoprojectado a carreira da cantora além do circuito da vida nocturna carioca.
Em 1958 vem actuar a Portugal, por um período de 3 meses mas acaba por ficar.
Grava vários discos para a Valentim de Carvalho. Colabora com o Thilo's Combo.
Em 1967 grava uma versão de "Natal Feliz".Grava com a Orquestra Marfer, dirigida por Ferrer Trindade,alguns dos temas do Festival RTP da Canção de 1968.
Em 1980 grava "Amor, amor à portuguesa" da novela "Moita Carrasco" do "Eu Show Nico" de Nicolau Breyner.Em 1981 gravou uma versão de "Guerra dos Meninos" de Roberto Carlos.

Capas deste EP gentilmente cedidas pelo nosso amigo António Manuel Freitas, a quem agradecemos. Ripado do vinil.
Os temas nº 2 e 3 foram-nos cedidos pelo "nosso amigo da Madeira". 
Masterização por Carlos Santos.

Beatnicks - Heavy Freaks Back In Town (LP 1971 / 1978)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012



Beatnicks - Heavy Freaks Back In Town (LP   PPP002LP  - 1978)
Edição em LP dos sete temas incluídos nos 2 primeiros singles e EP de 1971 a 1978.


Os Beatnicks foi um grupo de rock português que surgiu no inicio de 1971 e incluíam na formação, João Ribeiro, Mário Ceia, Rui Pipas e José Diogo. Editam nesse ano o primeiro EP "Christine Goes To Town". 
Um promissor registo muito na linha do blues/heavy metal que despontava em força no Reino Unido com os Black Sabbath, os Deep Purple e os Vanilla Fudge na linha da frente.
Em Agosto de 1971 actuam com bastante êxito no Festival Vilar de Mouros e no final do ano gravam o segundo registo "Money/ Back In Town" que seguia as pisadas do primeiro 45rpm.
Em 1972 contra todas as previsões Rui Pipas abandona o grupo para integrar os Albatroz e os três elementos restantes desertam do país para não cumprirem o serviço militar obrigatório.
Em 1975 os Beatnicks surgem das cinzas retomado por Ramiro Martins, músico que acompanhou o grupo desde o seu inicio e chegou inclusive a substituir Rui Pipas na sua saída. 
Entram na nova formação Jorge Casanova, Tó Leal, Necas e Lena D'Água. Enveredam pelo chamado rock progressivo e em 1978 editam o primeiro registo da nova fase "Somos o Mar" que lhes trás um pouco de sucesso entre o público e a critica.
O mesmo acontece com o single seguinte "Blue Jeans".
Mas após a edição do LP "Aspectos Humanos" e devido á fraca adesão a esse género musical (Rui Veloso e UHF já andavam a mudar os gostos) o grupo dá por finda a sua actividade.

Faixas/Tracks:

01 - Cristine goes to town (1971)
02 - Sing it alone (1971)
03 - Little school boy (1971)
04 - Money (1972)
05 - Back in town (1972)
06 - Somos o mar (1978)
07 - Jardim terra (1978)

Discografia:

1971- Christine Goes To Town/ Sing It Along/ Little Schoolboy. (EP, Tecla)
1972- Money/ Back In Town. (Single, Tecla)
1978- Somos o Mar/ Jardim Terra. (Single, Alvorada)
1981- Blues Jeans/ Magia. (Single, Rádio Triunfo)
1982- Aspectos Humanos. (LP, Rádio Triunfo)

Por: Francisco J. Fonseca 

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem muito agradecemos

Os Keepers - Apelo


Tivemos o grato prazer de receber uma mensagem de José Machado (Paulo Machado) dos Keepers, tentando saber do paradeiro dos restantes membros do grupo e que aqui transcrevemos:

Caros João Romão e Carlos Santos

A vocês e a quem mais tenha tido a ideia de criar este blog, o meu muito obrigado por me trazerem recordações felizes da minha juventude em Portugal. Sou o Paulo Machado - nome artístico -, vocalista d´Os Keepers. Desde 1978 vivo em Luanda e gostaria de saber do paradeiro dos meus companheiros: Zé Tábuas, Octávio (toca lá mais uma!), do Carlos Emílio e do Chico. Os Keepers não tiveram o brilho de outras bandas contemporâneas por uma série de contratempos que poderei relatar noutra altura. Matei saudades dos Sheiks, Conjunto João Paulo, Ekos e outros... 
Um abraço e bem-hajam 

Eis pois aqui o apelo do nosso amigo Paulo Machado/Keepers. A quem puder dar alguma informação sobre o paradeiros dos seus colegas da banda, agradecemos o contacto.

Abraço Paulo.Obrigado pelo teu contacto.

Carlos Santos e João Romão

Paulo de Carvalho - Com Uma Arma, Com Uma Flor (single 1975)


AQUI:    ou    ALI:

Paulo de Carvalho - Com Uma Arma, Com Uma Flor (Single Orfeu KSAT 523, 1975) 

Faixas / Tracks: 
Com Uma Arma, Com Uma Flor (música e letra de José Niza); 
  Memória (música e letra de Fernando Guerra).

Temas claramente influenciados pelo ambiente pós revolução que se vivia naquela época.

Manuel Paulo de Carvalho Costa (Lisboa, 15 de Maio de 1947) é um cantor português. 
Paulo de Carvalho começou como baterista. Em 1962 foi um dos fundadores dos Sheiks, mais tarde apelidados de «os Beatles portugueses».
Em 1975 concorre ao XII Grande Prémio TV da Canção de 1975, obtendo o 3º lugar (53 pontos) com o tema "Com Uma Arma, Com Uma Flor" e o 4º lugar (47 pontos) com "Memória". Obtém o prémio de interpretação no festival de Slantchev Briag, Bulgária. 
Mantém-se em actividade até ao presente.

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Joel Gomes, a quem muito agradecemos.

Manuel Freire - Pedra Filosofal (single 1970)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012



Manuel Freire -  Pedra Filosofal (Single  Zip-Zip Zip 30.001/S - 1970). 
 Arrnajos e Supervisão - Thilo Krasmann

Faixas/Tracks:
Pedra Filosofal - António Gedeão/Manuel Freire
Menina dos Olhos Tristes - Reynaldo Ferreira/Manuel Freire
Bonus:
Pedra Filosofal (versão mais recente)

Marco fundamental no percurso de Manuel Freire é a sua passagem pelo «Zip-Zip», em 1969, no mais famoso programa televisivo da época. «Pedra Filosofal», um poema de António Gedeão», um belo poema, musicado e cantado por Manuel Freire de uma forma magnífica torna-o no hino da canção de intervenção, com a singularidade de, mais do que qualquer outra, se ter popularizado de uma forma tal que, certamente, poderia muito bem ter sido o símbolo do 25 de Abril. E se quase sempre escapa às malhas da censura, constitui, assim – e também por isso – um êxito ímpar na história da música portuguesa. 

Fonte: http://republicaresistencia.cm-lisboa.pt


Quando, em 1969, Manuel Freire aparece no “Zip-Zip”, a cantar “Pedra Filosofal” de António Gedeão, não era totalmente um desconhecido. Era um companheiro de viagem, dos que, país fora, andavam por sociedades recreativas a dizer, a quem os quisesse ouvir, que haveria de chegar o dia das surpresas.
Em 1969 publicara o EP “Manuel Freire Canta Manuel Freire”, que inclui “Livre”, poema de Carlos de Oliveira, que passámos a saber de cor e que, por aqueles dias, em qualquer circunstância, se cantava ou murmurava.
Depois um outro EP, “Trovas,Trovas,Trovas”, que inclui o belíssimo poema de Daniel Filipe, "Lutaremos Meu Amor" disco que, de imediato, foi apreendido pela PIDE.
Uma simples mensagem: “na aparência sozinhos multidão na verdade, lutaremos meu amor", punha o regime a tremer.
Claro que a passagem pelo “Zip-Zip” projecta Manuel Freire para um outro tipo de público, e muito mais gente ficará, então, a saber que o sonho comanda a vida, que o mundo pula e avança.
Uma mera curiosidade: Manuel Freire nasceu em Ovar a 25 de Abril de 1942. 

Fonte: Cais do Olhar 

As capas do single foram gentilmente cedidas por José Salesiano.
Agradecimento pela colaboração aos nossos amigos Aristides Duarte e António Portela, que cederam os temas.

Waldirene - Lançamento do Livro e Post da Antologia (Jovem Guarda Brasil)



Recebemos a informação de uma nossa grande amiga do Rio de Janeiro/Brasil, sobre o lançamento deste interessante livro, cujo autor é Márcio Herdade. Nele é apresentada a biografia desta inestimável cantora da Jovem Guarda - Waldirene. Conta-nos toda a história da  ascensão de uma simples menina até ao estrelato, baseada na sua determinação e talento, relatando simultaneamente a sua trajectória, os factos interessantes da sua vida, os relacionamentos pessoais e profissionais com grandes figuras e astros do meio artístico, a sua discografia e principalmente, a sua carreira de sucesso como cantora.
Aproveitando a apresentação deste livro, não quisemos também deixar de divulgar os maiores sucessos desta cantora da jovem Guarda, apresentando uma Antologia que em baixo postámos.





Waldirene (nascida Anabel Fraracchio em São Paulo24 de setembro de 1948) é uma cantora brasileira que integrou a Jovem Guarda na década de 60.
Fez muito sucesso com a música Garota do Roberto e gravou discos no Brasil e na Argentina.Ganhou alguns dos principais prémios da época, além de participar em vários programas de televisão. Actuou na peça "Romeu e Julieta" ao lado de Hebe Camargo. 



Anabel Fraracchio, inicialmente apareceu com a família aos oito anos de idade. Com o nome artístico de Waldirene, começou a apresentar-se sozinha em 1966 cantando em clubes como Santa Mónica, Congregação Israelita e Hípica Paulista, todos em São Paulo. 
Foi atração do programa Sílvio Santos. Foi lançada por Ademar Dutra como a "mais promissora artista da nova safra da Jovem Guarda" e logo em seguida contratada pela RCA Victor. 
Em 1966, lançou o seu primeiro disco, um single com "Eu te amo, tu me amas". 
Em 1967, gravou "Garota do Roberto" (nome como também ficou conhecida), o seu maior sucesso, de Carlos Imperial e Eduardo Araújo, e "Só vou gostar de quem gosta de mim", de Rossini Pinto. 

Waldirene - Garota do Roberto, no programa de Sérgio Reis, no início da década de 90 (from Youtube).

Foi em seguida convidada por Roberto Carlos e actuou no programa "Jovem Guarda" na TV Record, sendo anunciada carinhosamente por Roberto Carlos como "Garota papo firme". Gravou numa colectânea a música "Vem quente que eu estou fervendo", considerada uma ousadia na época. O seu terceiro compacto apresentou "Tempestade em copo d'água", de Nilton César e "Nem sei o que faço", de Roberto Correa. 
Em 1968, lançou seu primeiro LP no qual se destacaram as músicas "Eu preciso de carinho" e "Dó ré mi", lançadas também em compacto simples. No final do mesmo ano, lançou outro compacto simples com "Suas mãos" e "Torta de morangos". 
Com o fim o programa "Jovem Guarda" e o declínio do movimento, enveredou pela música romântica. Gravou alguns compactos e um LP pela Continental. Lançou ainda um LP pela Tapecar no início dos anos 1970. 
Na década de 1990, foi uma vez vencedora no Festival de Vîna del Mar, no Chile. 
Em 1995, quando das comemorações dos 30 anos da Jovem Guarda foi uma das artistas que mais actuou na criação e divulgação dos eventos comemorativos. 
Em 2005, participou de diversos eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda, como o projecto "Festa de arromba- 40 anos da Jovem Guarda", apresentado durante todo o mês de agosto, no Teatro II do CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), no Rio de Janeiro, passando também por Brasília e São Paulo, no qual fez dupla com Jerry Adriani, em temporada de 3 dias, alternada com outros expoentes da Jovem Guarda, que também se apresentaram em duplas, como Erasmo Carlos e Wanderléa, Golden Boys e Vanusa,Wanderley Cardoso e Martinha. 
Nesse período, com agenda lotada, a cantora participou de gravações, shows e programas comemorativos por todo o Brasil. 
Fonte: Flogbrasil


Faixas / Track List:

01 - Sempre 
02 - Meu travesseiro 
03 - Voa passarinho 
04 - Garôta do Roberto 
05 - Você entendeu meu olhar 
06 - Nunca mais eu voltarei 
07 - Suas mãos 
08 - Amor cretino 
09 - Não era amor 
10 - Nem sei o que faço 
11 - Este é seu lugar 
12 - Eu quero ser sua namorada 
13 - Multa e guincho 
14 - Você precisa mudar 
15 - Quando o amor é pra valer 
16 - Me lembro bem 
17 - O amor de nós dois 
18 - Terra de um branco, paz 
19 - Amiga 
20 - Peito quebrado 
21 - Coração magoado 
22 - A qualquer preço 
23 - Você é o homem da minha vida 
24 - Quando você foi embora 
25 - Tempestade em copo d'água 
26 - Só vou gostar de quem gosta de mim 
27 - Meu benzinho (Mendocino) 
28 - No céu, na terra, no mar 

Álbum cedido por gentileza por Marlon Sabino / Floripa (Brasil).

Especial de Carnaval do Club A São Paulo Terá Três Noites Com Dri Vallejo



Especial de Carnaval do Club A São Paulo terá três noites com Dri Vallejo 
Cantora chega com repertório de samba, marchinhas e axé para a festa mais animada do ano!

A partir de quinta-feira, dia 9, o Club A São Paulo começa seu especial de carnaval com a cantora Dri Vallejo. A cantora, que é apadrinhada dos Demônios da Garoa, se apresenta durante três noites com repertório preparado especialmente para a festa mais esperada do ano. Na primeira noite, Dri reverencia os sambas clássicos de todas as gerações, acompanhada do violão de 7 cordas, cavaquinho e percussões. Na sexta o repertório fica mais incrementado com os sambas enredos que sempre fazem todo mundo dançar. E para terminar, no sábado, quem sobe ao palco com ela é a banda Anthony, que juntos puxam as eternas marchinhas de Carnaval e o legítimo axé da Bahia. 

Para aproveitar ao máximo todos os dias de folia na casa, o Club A São Paulo vai conceder descontos progressivos sobre o valor da consumação, para cada noite. Se informe através dos contatos em baixo

Além da programação diversificada, outro destaque da casa é o restaurante contemporâneo comandado pelo chef Roberto Daidone, que tem como carro chefe pratos a base de bacalhau e massas especiais. Aberto de quinta a sábado, o Club A São Paulo oferece o melhor atendimento da cidade com música todos os dias, a cargo do DJ residente Betinho Britto, que tocas as músicas mais badaladas, antes e depois dos shows ao vivo. 

Serviço: 

Dri Vallejo Especial de Carnaval 
Datas: 16, 17 e 18/02 (quinta, sexta e sábado) 
Horário: a partir das 21hs 
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12.559, - piso C (acesso pelo lobby do Sheraton São Paulo WTC Hotel) 
Informações/reservas: (11) 3043-8343 

Luana Dourado - Assessoria Márcia Stival



The Golden Cups - The Golden Cups Album (1st Album, LP 1968)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


The Golden Cups (ザ・ゴールデン・カップス Za Gōruden Kappusu?) were one of the top bands performing in Japan's Group Sounds scene in the late 1960s. 


Golden Cups' singer and founder Dave Hirao had played in an earlier combo called the Sphinx in Yokohama, an important city for music in Japan because of the influence of american military bases in the vicinity. He met lead guitarist Eddie Ban who, like Dave, had travelled to the U.S. to hear rock in person. Eddie had brought back a fuzz box with him from his travels, a sound which would be lavished on much of their early work. 

Featuring singer Dave Hirao, guitarist Eddie Ban, and bassist Masayoshi "Mabo" Kabe, and made a number of hit singles in addition to many re-workings of international songs. A full length documentary film about the band The Golden Cups was released in January 2005. 

Original members: 

Tokimune ‘Dave’ Hirao – vocals
Eddie Ban – lead guitar, vocals
Kenneth Ito - guitar, vocals
Masayoshi ‘Louis Louis’ Kabe – bass
Mamoru Manu - drums, vocals 

Faixas/Track List: 

1. Jezebel
2. A Whiter Shade Of Pale 
3. Got My Mojo Working 
4. Unchained Melody 
5. I'm Your Puppet 
6. Hey Joe 
7. Love Is My Life 
8. My Girl 
9. I Feel Good (I Got You) 
10. Searchin' For My Love 
11. LSD Blues 
12. Do You Know I Love You 
13. Hiwa Mata Noboru
14 - Gloria (live) - bonus

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Livro PorViseu'60 - Retratos de Viseu e da Vida Musical do Conjunto Académico "Os Tubarões" (1963-1968)



O Livro

Livro PorViseu'60 - Retratos de Viseu e da Vida Musical do Conjunto Académico "Os Tubarões" (1963-1968), da autoria de Eduardo Pinto.

Aquele livro será apresentado em Lisboa, no dia 29/2, pelas 18h30, na Livraria Ler Devagar, uma das 20 mais bonitas Livrarias do Mundo.

Local:

Livraria Ler Devagar
Rua Rodrigues Faria, nº 103
Ed. G - 0.3, 1300-501 Lisboa
(Lx Factory em Alcântara).


Resumo do livro, "porViseu’60s - Retratos de Viseu nos anos 60’s e da vida musical do conjunto académico Os Tubarões".

Iniciando a viagem pela segunda metade da década de 50 o autor retrata os hábitos de um Portugal interior em que a onda média radiofónica era o grande veículo comunicacional com as radionovelas do Teatro Tide, os relatos do Hoquei em Patins, os Serões paraTrabalhadores da Emissora Nacional, o aparecimento da televisão e como as populaçõesdo interior começaram a ver tv.
A primeira parte do livro é dedicada à cidade de Viseu descrevendo as principais ruas da cidade, lugares como os cafés e a sua importância enquanto locais de encontro das pessoas com interesses comuns, a feira franca e o salão de chá dos Bombeiros Voluntários, a importância social e cultural de Instituições como o Instituto Liberal, o Orfeão e o Clube de Viseu.

É salientada a importância dos bailes como diversão mais frequente em todo o País e o seu papel na emancipação feminina. Descrevem-se os hábitos da juventude e o despontar de uma nova geração educada nas dificuldades do pós guerra, a iniciação sexual dos rapazes, o aparecimento dos discos de vinil, gira-discos, os grupos e clubes de garagem até aos bailes de gravata. E a chegada do 1º disco dos Beatles !

Na segunda parte do livro relata-se o nascimento e evolução da música pop em Portugal:
Os concursos, os conjuntos e os bailes de finalistas. Quanto aos Tubarões, único conjunto da província finalista do Grande Concurso IÉ-IÉ organizado pelo Movimento Nacional Feminino, Embaixadores de Viseu, conjunto privativo do Casino da Figueira, contam-se as suas aventuras, evolução musical e instrumental, os palcos que pisaram, todos os conjuntos com quem se cruzaram, a playlist, os instrumentos, quem foi quem e também os seus encontros com grandes Artistas como Amália, Simone de Oliveira, Nicolau Breyner, 
Duo Dinâmico, Juan Manuel Serrat, Shegundo Galarza entre muitos outros.

O livro é enriquecido com depoimentos de pessoas que viveram alguns dos episódios relatados como Manuel Maria Carrilho, Rui Oliveira e Costa, Serafim Matos Silva, António Valarinho, Jorge Marques, entre outros. Ao longo das suas 192 páginas e em complemento ao texto são disponibilizados apontadores para sítios na internet onde o leitor poderá saber mais sobre a temática referida naquela página. O livro é enriquecido com inúmeras fotos da época e documentos inéditos que dão suporte a toda a narrativa.

Sucessos e um abraço para o nosso amigo Eduardo Pinto. 
Nós já temos o livro!