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Dário Bettencourt - Obrigado Moçambique (EP 1973)

sábado, 3 de março de 2012



Dário Bettencourt - Obrigado Moçambique (EP Delta DEP-006, 1973). 
Edição moçambicana. Disco considerado muito raro.
Dário Bettencourt acompanhado em 2ª voz por Manuela Fonseca. Orquestra dirigida pelo maestro Artur Fonseca.

Faixas / Tracks: 
  
Obrigado Moçambique
Nem Me Lembro do Teu Rosto
Harmonia
Balada do Amor Ausente

Foi por um acaso e através deste blog que encontrámos Dário Bettencourt. Dário Bettencourt, cantou no RCM entre 1965 e 1974. A satisfação foi muita, pois este jovem (na época) e promissor cantor moçambicano era muito conhecido por aquelas paragens longínquas. Cedo nos habituámos a ouvi-lo em programas do Rádio Clube de Moçambique (RCM), por alturas em que outros valores também já despontavam, como Natércia Barreto, Carlos Guilherme, Alexandra ou Zito, entre outros.
Dário Bettencourt chegou a ser o Director da Rádio África Austral, até à extinção da emissora.
A nossa grande satisfação e gratidão por podermos rever, mais uma vez, este cantor e amigo. Kanimambo!

Dário Bettencourt, agora mais conhecido na África do Sul como DÁRIO B. deu os seus primeiros passos no mundo da canção no Programa “Gente Nova ao Microfone” levado pela mão de seu pai em 1964. Seis meses depois (5 de Março de 1965) alcança assinalável êxito no programa de apresentação no então RCM cantando “Maria No Mas” e “Suave é a Noite”. Esteve algumas semanas no primeiro lugar da “Parada de Sucessos” apresentado aos domingos de manhã pelo locutor Álvaro de Lemos. 
Atuou sempre com grande aceitação nos programas de Variedades e Orquestra Típica até que os mesmos foram extintos em 1974. Dário Bettencourt foi assim um cantor moçambicano de sucesso e prepara-se este ano de 2012 para fazer a sua “reentré” no mercado musical moçambicano. 
Em 1973 gravou o primeiro EP , “Obrigado Moçambique” para a etiqueta moçambicana “DELTA” (DEP-006). Incluía a versão de “Harmony/Harmonia” fazendo dueto com Manuela Fonseca e os originais "Obrigado Moçambique" (Artur Fonseca/Pimentel Costa), “Nem Me Lembro do Teu Rosto” (Artur Fonseca/Alves Salgado) e "Balada do Amor Ausente" (Artur Fonseca/Guilherme de Melo). 
Lançou novos trabalhos discográficos SP (Single Play) em Portugal em 1980 para a etiqueta “INTERCLAVE”. Primeiro o SP-100 que na Face “A” tinha ‘Tome Lá, Dê Cá” (Artur Fonseca/Vasco de Matos Sequeira) e “Sei Que Me Enganaste Um Dia” (Danny Daniel – versão portuguesa de Dário Bettencourt); o SP-101 saiu no mesmo ano e para além de recriar o tema “Harmonia” trouxe também mais uma grande música de Artur Fonseca com letra de Guilherme de Melo: “ Cântico a Vida Que Deus Me Deu”. 
Na África do Sul desde 1983, Dário tem atuado regularmente para os Portugueses, mas muito mais para os ouvintes de língua inglesa e de outras comunidades como a italiana e a grega. Gravou em fins de 2011 um novo CD que vai ser lançado no mercado no segundo semestre de 2012.

Por Dário Bettencourt

Biografia gentilmente cedida por Dário Bettencout, assim como as capas do EP.
As faixas foram disponibilizadas por Carlos Santos.

Nota do Blog: Cá estaremos ansiosamente a aguardar esse lançamento/CD. Obrigado amigo! Um abraço.

Carlos Santos.

Lindisfarne - Back and Fourth (LP 1978)




Lindisfarne - Back And Fourth (LP ATCO Records, SD 38-108, 1978).
Género: Folk Rock.

Back and Fourth é um álbum de 1978 da banda de rock inglesa Lindisfarne. Lançado em nove países por três editoras, alcançou a posição 22 nas paradas do Reino Unido e contém o seu grande sucesso "Run for Home". O álbum foi produzido por Gus Dudgeon e gravado entre fevereiro e abril de 1978. Foi o primeiro álbum com a formação original do grupo depois de se terem voltado a juntar. Eles tinham-se separado em 1973.


Os Lindisfarne foi uma das bandas mais bem sucedidas comercialmente do início dos anos 70.
Lançaram cinco álbuns entre 1970 e 1974, sendo que os dois primeiros foram clássicos absolutos com o seu som acústico baseado no folk inglês e com as espectaculares composições de Alan Hull.
Em 1975 a banda acabou por se desmembrar depois de já ter perdido vários dos seus membros originais pelo caminho.
Este "Back And Fourth" foi o disco do regresso do grupo três anos depois, com a formação original de Alan Hull (violão, piano, vocais), Simon Cowe (violão, guitarra, banjo, mandolin, vocais), Rod Clements (baixo, violino), Ray Laidlaw (bateria) e Ray Jackson (mandolin, harmonica, percussão e vocais).
Não é um regresso aos sons dos primeiros discos, é mais uma renovação da banda para o som da época, com muita influencia da música americana. A única canção que realmente lembra os Lindisfarne dos primeiros tempos é "Marshall Riley's Army", uma beleza de composição de Alan Hull, que foi a única produzida pelo grupo. Os restantes temas do disco foram produzidos por Gus Dudgeon (famoso pelo trabalho com Elton John).
O L.P. foi um sucesso comercial pela presença de uma das melhores músicas de Alan Hull dos últimos tempos, "Run For Home", que chegou a ser um hit mesmo na América.
Um disco de uma fase totalmente diferente dos Lindisfarne, uma agradável colecção de canções com muita ornamentação da secção de cordas nalguns dos temas. 

Lindisfarne ao vivo em 1991

Membros: 

Alan Hull - voz, guitarras acústica, eléctrica e de 12 cordas, teclas.
Ray Jackson - voz, mandolim, harmónica e percussão. 
Rod Clements - baixo eléctrico e acústico, guitarras eléctrica e de 12 cordas, violino. 
Simon Cowe - guitarras solo, acústica e de 12 cordas, banjo, mandolim, voz. 
Ray Laidlaw - bateria 

Faixas/Tracklist: 

Run For Home 4:18
Juke Box Gypsy 2:22
Warm Feeling 4:02
Woman 3:23
Only Alone 3:42
Make Me Want To Stay 3:55
Kings Cross Blues 3:42
Get Wise 3:07
You And Me 3:07
Marshall Riley's Army 3:37
Angels At Eleven 2:54

 LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos.

José Feliciano - A Tribute To The Beatles

sexta-feira, 2 de março de 2012

AQUI:

José Feliciano - A Tribute To The Beatles, um excelente álbum dedicado ao trabalho dos "FabFour".

José Montserrate Feliciano García (Lares, Porto Rico, 10 de setembro de 1945), cantor e violonista porto-riquenho radicado nos Estados Unidos.
Jose Feliciano nasceu cego, em uma família pobre, com mais onze irmãos.


Aprendeu sozinho a tocar acordeão, e aos nove já tocava no The Puerto Rican Theater, no Bronx, Nova Iorque, para onde sua família havia emigrado quando ele tinha cinco anos. Sempre autodidata, passou a praticar o violão, tendo como professor apenas alguns discos. Ganhou vários premios e homenagens. Feliciano é considerado como o primeiro músico latino a penetrar no mercado de música de língua inglesa, abrindo caminho para outros após ele
A biografia deste cantor Portoriquenho já se encontra inserida neste blog.

Faixas/Track List:

01. Hey Jude (8:09)
02. Norwegian Wood (Instrumental) (4:31)
03. Blackbird (2:21)
04. Yesterday (Instrumental) (2:56)
05. She Came In Through The Bathroom Window (3:18)
06. Here, There And Everywhere (2:10)
07. Help (3:22)
08. She's A Woman (5:14)
09. Let It Be (4:02)
10. Lady Madonna (Instrumental) (1:47)
11. In My Life (3:27)
12. And I Love Her (Instrumental) (4:04)
13. Day Tripper (4:39)
14. A Day In The Life (4:19)

Álbum gentilmente cedido por Mário Romão (meu cunhado), a quem agradecemos.

Carlos Santos

The Lemon Pipers - Green Tambourine (1967)





The Lemon Pipers foi uma banda Pop psicadélica dos anos 60 de Oxford, Ohio/EUA, conhecida especialmente pela sua música Green Tambourine que chegou ao nº 1 dos Tops dos Estados Unidos, em 1968. A canção foi considerada como sendo o primeiro tema de pop bubblegum a classificar-se nessas tabelas.

The Lemon Pipers - Green Tambourine (from Youtube)

The Lemon Pipers eram formados pelo vocalista Dale "Ivan" Browne (nascido em 1947), o guitarrista William Bartlett (nascido em 1946, South Harrow, Middlesex, Inglaterra), o teclista Robert G."Reg" Nave (nascido em 1945), o baterista William E. Albaugh (1948 -1999), e o baixista Steve Walmsley (nascido em 1948, Cleveland, Ohio) que substituiu o original baixista Ron "Dude"Dudek. 


Green Tambourine entrou no Hot 100 da Billboard no final de 1967 e chegou ao No. 1 em fevereiro de 1968. A canção atingiu o número 7 na UK Singles Chart, e também foi um sucesso mundial. Vendeu mais de dois milhões de cópias e foi premiado com disco de ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA), em fevereiro de 1968.

Faixas / Track List:

1. Green Tambourine (2:27)
2. Rice Is Nice (2:12)
3. Shoe Shine Boy (3:30)
4. No Help From Me (2:41)
5. Rainbow Tree (2:23)
6. Ask Me If I Care (3:12)
7. Straglin' Behind (2:36)
8. Blueberry Blue (2:30)
9. The Shoemaker Of Leatherwear Square (2:05)
10. Fifty Year Void (5:48)
11. Through With You (9:09)
12. Jelly Jungle (2:26)
13. I Was Not Born To Follow (2:35)
14. Everything Is You (2:48)
15. Catch Me Falling (5:19)
16. Love Beads And Meditation (2:50)
17. I Need Someone (The Painter) (2:42)
18. Lonely Atmosphere (2:56)
19. Wine And Violet (3:08)
20. Dead End Street / Half Light (11:42)

Álbum gentilmente cedido por Rufino Alves, a quem agradecemos.

Tereza Paula Brito - Grande Prémio da Canção TV (1969)

quinta-feira, 1 de março de 2012


Tereza Paula Brito - Grande Prémio da Canção TV 1969 (EP Riso e Ritmo RREP 0044 - 1969), acompanhada pela Orquestra de Joaquim Luís Gomes.

Faixas / Tracks:
Buscando Um Horizonte / Flor Bailarina / Cantiga / Tenho Amor Para Amar

Com o tema "Buscando Um Horizonte", Tereza Paula Brito participou no VI Grande Prémio TV da Canção 1969, no Teatro S. Luiz em Lisboa, tendo-se classificado em 10º lugar, com 6 pontos.

Maria Teresa Ramos de Paula Brito (Portugal, 1944 — 2003), inicialmente conhecida apenas como Teresa Paula e depois Teresa Paula Brito e também Tereza Paula Brito, foi uma cantora portuguesa. 
O primeiro EP, editado em 1962, incluía os temas "O Vento Espalhou", "Turi Turá", "Agora Já É Tarde" e "Entardecer de Outono", este último com letra de Vasco de Lemos Mourisca e música do maestro Tavares Belo. 
Em 1963 participa na banda sonora de "Os Verdes Anos", onde interpreta a conhecidíssima "Canção Verdes Anos", de Carlos Paredes, com poema de Pedro Tamen (acompanhamento ao piano por Jorge Machado); esta versão cantada jamais terá conhecido a 'consagração' do vinil. 
Com José Duarte fez parte do duo Strollers, que em 1967 editou o disco "Chevrolet". Ainda em 1967, Teresa representou Portugal no Festival Internacional de Música Popular em Cuba, com Carlos Paredes e Fernando Alvim. 
Colaborou com José Afonso no disco "Contos Velhos Rumos Novos" onde interpretou o tema "Vai, Maria vai". 
Com "Buscando Um Horizonte", com letra de António Leitão e música de Victor Marques Dinis, participou no Festival RTP da Canção de 1969. No ano seguinte recebeu o prémio de Imprensa para melhor intérprete feminina pela "justeza formal e pela criteriosa escolha de reportório". 
Em 1971 lançou um EP com poemas de Maria Teresa Horta e músicas de Nuno Filipe. Os quatro poemas pertencem ao livro "Minha Senhora de Mim" de Maria Teresa Horta que foi proibido pela PIDE. 
Depois do 25 de Abril foi editado o single "Mulheres Guerrilheiras", promovido pelo Movimento de Libertação das Mulheres, com poemas de Maria Teresa Horta e músicas de Pedro Jordão. 
Em 1995 interpretou uma cantora no filme Ao Sul, de Fernando Matos Silva. 
A Movieplay lançou uma compilação dedicada a Teresa Paula Brito na série "Clássicos da Renascença". 
Faleceu no ano de 2003.

Fonte: Wikipedia

As capas deste EP foram-nos cedidas pelo nosso amigo António Manuel Freitas, a quem agradecemos a gentileza.
Os temas foram ripados do vinil e enviados pelo nosso amigo António José Portela, a quem agradecemos pela colaboração.

The Monkees - The Best Of (LP 1966-69)




The Monkees - The Best Of (LP MFP 50499 - 1966-1969).

Em jeito de homenagem a Davy Jones (ex-membro dos Monkees), aproveitamos a ocasião para dedicar este excelente LP à sua obra musical, relembrando-o dessa forma.


Faixas / Track List: 

1. Monkee's Theme (66) 
2. Last Train To Clarksville (66)
3. She (67)
4. Daydream Believer (67)
5. Listen To The Band (69)
6. A Little Bit Me, A Little Bit You (67)
7. I'm A Believer (66)
8. I Wanna Be Free (66)
9. Pleasant Valley Sunday (66)
10. (I'm Not Your) Steppin' Stone (66)
11. Shades Of Grey (67)

BONUS: 
Mary, Mary (66) 


The Monkees é um grupo pop dos Estados Unidos formado por David Jones (voz e percussão), Micky Dolenz (voz e bateria), Peter Tork (baixo, teclado e voz) e Mike Nesmith (voz e guitarra). Os seus discos venderam cerca de 65 milhões de cópias em todo o mundo.
O grupo foi criado em 1965 pela rede americana NBC para rivalizar com o grupo inglês The Beatles. Para escolher os futuros astros, os produtores colocaram no jornal um classificado pedindo "quatro loucos entre 17 e 21 anos", o que resultou no aparecimento de 437 candidatos. Tiveram uma série de TV entre 1966 e 1968 e uma longa-metragem para cinema chamado Head..Bert Schneider e Bob Rafelson queriam criar uma série de TV com 4 jovens músicos em 1965 e eles precisavam de 4 perfis diferentes: Mike Nesmith, um músico ligado em country/folk music e excelente compositor, Peter Tork, o homem dos mil instrumentos, Micky Dolenz, um jovem actor/cantor que quando criança, foi protagonista de uma série para a TV chamada "O Menino do Circo". O quarto Monkee, Davy Jones, já tinha sido contratado pelo estúdio um pouco antes, quando o grupo de teatro com o qual tinha vindo para os EUA se apresentou na Broadway, com a peça "Oliver". Mas, mesmo assim, ele participou dos testes.

The Monkees - (I'm Not Your) Steppin' Stone - 1966 (from Youtube)

Gravaram diversos álbuns, no início somente como cantores, já que músicos de estúdio eram contratados pela gravadora. Mas cansados de tanto controle, conseguiram produzir um álbum de sua autoria em 1967, o antológico Headquarters e, nesse mesmo ano, a série conquistou o prémio Emmy de melhor série cómica. Várias turnées e concertos foram realizados e a cada lançamento de LP, a banda conquistava mais e mais fãs. Mike e Peter chegaram a deixar a banda, sendo substituídos brevemente pela dupla Boyce And Hart, os compositores de vários dos hits da banda. Peter voltaria depois, mas Mike somente gravaria com a banda uma última vez em 1995, ocasião do lançamento de Just Us, um álbum inteiramente composto e produzido pelo quarteto. Alguns shows com a formação original marcaram o lançamento de Just Us e, após isso, somente Peter, Dave e Micky continuaram. Algumas turnées com o trio foram feitas e cada um seguiu o seu caminho. 
Em 29 de fevereiro de 2012, David Jones tornou-se o primeiro Monkee a falecer, vítima de um ataque cardíaco fulminante. 

Fonte: Wikipedia

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vivky Paes Martins.
Digitalização das capas por João Romão.

Morreu Davy Jones, ex-membro dos Monkees

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Morreu  Davy Jones, ex-integrante dos Monkees

Morreu nesta quarta-feira (29/02/2012), na Flórida, o actor e cantor inglês Davy Jones, que ficou famoso ao participar, entre 1965 e 1970, no grupo pop The Monkees, criado para uma série de TV homónima. Segundo o seu agente, Jones, que tinha 66 anos, sofreu um ataque cardíaco fulminante enquanto dormia, segundo o site especializado em celebridades TMZ.
Jones nascera em Manchester, na Inglaterra, em 30 de dezembro de 1945, e começou a actuar aos 11 anos, participando de séries e novelas da BBC. Embora tivesse interrompido a carreira aos 14 anos para se tornar jóquei, pois era muito baixo, ele voltou aos palcos em 1962, numa montagem do musical “Oliver!”. O papel abriu as portas para o jovem actor, que apareceu no prestigiado “Ed Sullivan Show” no mesmo dia da lendária apresentação dos Beatles. Em seguida, assinou contrato com o estúdio de TV americano Screen Gems e chegou a gravar um disco, que não fez muito sucesso.


Em 1965, a Screen Gems decidiu produzir uma série de TV da esteira do sucesso do filme “A Hard Day′s Night”, dos Beatles. “The Monkees” mostrava um conjunto fictício vivendo aventuras que, embora inocentes e recomendáveis para todas as idades, já traziam elementos do psicadelismo que dominaria a cena musical e cultural dos EUA. Quatro jovens foram seleccionados para “o grupo”, Michael Nesmith, Peter Tork (ambos também músicos e considerados bons instrumentistas), Micky Dolenz e Jones.
A série tornou-se um enorme sucesso, e o grupo chegou a gravar discos e a fazer shows. A situação levou a que um jovem aspirante a cantor inglês também chamado David Jones ter adoptado o nome artístico David Bowie para não ser confundido com o então mais famoso o homónimo dos Monkees.
A série (e, por conseguinte, o grupo) chegou ao fim em 1970. Davy Jones então embarcou numa carreira a solo que rendeu mais cinco discos, sendo dois lançados apenas no Japão. Além de participar esporadicamente de séries de TV, ele chegou a apresentar-se com os antigos colegas em diversos shows de retorno dos Monkees.

Fonte: Agência O Globo /  Diario de Pernambuco 

Natércia Barreto - O Banco, a Árvore e a Rua (EP 1971)



Natércia Barreto - O Banco, a Árvore e a Rua (EP Parlophone/VC - 8E 016 81089 M - 1971). Edição portuguesa. Disco considerado raro.

Faixas / Tracks:
O Banco, A Árvore e A Rua (Un Banc, Un Arbre Et Une Rue) (Bourtayre/Dessca) *
O Nosso Amor É Uma Flor (Né Afonso) 
Tudo Acontece Por Ti (I Dream Of Naomi) (Atar/Krivushei/António José) 
Chitato (Né Afonso) 

* O tema, O Banco, a Árvore e a Rua, é a versão portuguesa da canção vencedora do Festival da Eurovisão de 1971, interpretada pela cantora francesa Séverine, representando o Mónaco.

Natércia Barreto também conhecida como Técha foi uma cantora moçambicana de muito sucesso. 
Em 1965 foi Rainha da Rádio de Lourenço Marques e Moçambique. 
O primeiro EP , “Natércia Barreto Canta Para Si!”, foi editado em 1968. Incluía versões de "San Francisco" e A Tua Canção ("Eternally" de Charles Chaplin) e os originais "Deixem-me Ser Teenager" (Guilherme de Melo/Artur Fonseca) e "Gigi" de Guilherme de Melo e Antonio Gavino. 
Lançou o seu segundo disco no mesmo ano. O EP "Encore!" (JGEP 12011) com os temas: "Vem Meu Amor" (Delilah), "Felicidades" (Congratulations), "Triste E Só" (Love Is Blue) e "La La La". E outros se seguiram.
Em finais de 1970 ou início de 1971, a Parlaphone lançou um LP com os temas dos 3 primeiros EPs. 
Em 1976 grava, na África do Sul, as canções "E Em Vez de Dedos Trazermos Setas", "Fernando", "Adeus Amor Adeus" e "Menino do Calção Branco".
Segundo julgamos saber, reside actualmente na África do Sul.
A biografia desta artista, assim como outros discos da mesma, já se encontram neste blog.

Temas gentilmente cedidos por Carlos Santos (fã incondicional da Técha).
Contracapa do EP cedida por gentileza por Natércia Barreto através do nosso amigo, Dario Bettencourt (também ele grande voz de Moçambique). Agradecimento a ambos.

Pat Boone - The Best Of Pat Boone (LP 1976)




Pat Boone - The Best Of Pat Boone (LP  MFP 50296 - 1976).

Pat Boone, nome artístico de Charles Eugene Patrick Boone, nascido em 1º de Junho de 1934. Dono de um estilo suave que fez dele um dos mais populares intérpretes dos anos 1950. As suas versões de sucessos de R&B Afro-Americanos tiveram um impacto visível no desenvolvimento da ampla popularidade do Rock´n Roll. É também um actor, uma personalidade da televisão, e um comentarista político conservador. 


Nascido em Jacksonville, Florida, Pat Boone costuma dizer que é um descendente directo do pioneiro americano Daniel Boone. Em Nashville, Tennessee, frequentou a David Lipscomb College e começou a gravar em 1954 pela gravadora Republic Records. A sua versão de "Ain't That a Shame" de Fats Domino, em 1955, foi um grande sucesso. Esta foi a marca do início de sua carreira, focada na regravação de canções de Rythm'n'Blues (originalmente interpretadas por artistas negros) para o público branco. 
Seis dos sucessos de Boone eram versões de Rhythm'n'Blues: "Ain't That a Shame" de Fats Domino, "Tutti Frutti" e "Long Tall Sally" de Little Richard, e "At My Front Door (Crazy Little Mama)" do grupo El Dorados. As outras duas versões de R&B era "baladas blues": "I Almost Lost My Mind" de Ivory Joe Hunter e "Chains of Love", um sucesso de Big Joe Turner e, depois, de B.B. King que foram compostas por Ahmet Ertegün. A partir de 1957, Boone concentrou-se "música de meio de estrada". Apesar disso, continuaria a gravar canções de R&B como, "Two Little Kisses," uma versão "não-alcoólica de "One Mint Julep" e suas versões de The Capris' song e "There's a Moon Out Tonight". 
Em 2003, Pat Boone foi recebido no GMA Gospel Music Hall of Fame.


Faixas/Track Listing: 

     Love Letters In The Sand (C. Kenny, J.F. Coots, N. Kenny) (57)
Friendly Persuasion (Thee I Love) (D. Tiomkin, P.F. Webster) (57)
Moody River (G. Bruce) (61)
I Almost Lost My Mind (Ivory Joe Hunter) (57)
Why Baby Why (Dizon, Harrison) (57)
Anastasia (Newman, Webster) (57)
Don't Forbid Me (C. Singleton) (57)
April Love (Webster, S. Fain) (57)
Speedy Gonzales (Buddy Kaye, D. Hill, E. Lee) (62)
It's Too Soon To Know (Chessler) (58)
A Wonderful Time Up Here (Lee Roy Abernathy) (58)
With The Wind And The Rain In Your Hair (Edwards, Lawrence) (59)
Sugar Moon (D. Wolfe) (58)
Twixt Twelve And Twenty (Schroeder, Gold) (58)
There's A Gold Mine In The Sky (C. Kenny, N. Kenny) (57)

Bonus: 
Bernadine (Mercer, Johnny) (57) 
Quando, Quando, Quando (Tony Renis/A.Testa/P.Boone) (62)

 LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vicky Paes Martins, a quem agradecemos.
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Alacran - 1969 Pré Barrabás

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


Homenagem muito merecida a um génio da música popular espanhola que foi Fernando Arbex, falecido em 2003. 

Na sequência da separação de Los Brincos, mais tarde (no final dos anos 60) com o grupo Alacran e posteriormente com os Barrabás (anos 70), Fernando Arbex esteve sempre na origem do som funky-salsa, bem como do psicadélico na composição de muitos dos seus temas. 
Fernando Arbex, formou os Alacran, juntamente com Iñaki Egaña (voz e baixo) e Oscar Lasprilla (guitarras e teclados). Faleceu em 5-07-2003.
Alacran , é um desses fenómenos que aparecem muito de vez em quando.
O excelente disco que aqui apresentamos é uma mistura de rock progressivo, ritmos latinos e um pouco de funky.
O vinil foi gravado nos estúdios Celada (Madrid) pela editora Zafiro. Eles próprios (sobretudo Fernando Arbex) composeram todo o álbum e se encarregaram da sua produção. 

Faixas /Tracks:

“Sticky”, com ritmo funky, tema de Fernado Arbex.
 “Son (America, America)”, com influências do rock latino, sobretudo de grupos como Santana.
 “San Francisco (California)”, tema psicadélico
 “My soul (suddenly)”, composto por Fernando Arbex e Iñaki Egaña, tema claramente de rock progressivo.
 “Take a look around you, baby”, e “Will you keep my love forever”, são o toque final com melodias que não se cansam de ser escutadas em qualquer altura. 

Em suma, um bom álbum, curto, mas mostrando já claramente o caminho que deveriam seguir. Iñaki e Fernando continuaram através do grupo Barrabás que teve um sucesso considerável, tendo projecção e vendendo bastante bem, mesmo nos EUA e em muitos outros países.

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.