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Vicky ‎– L'Amour Est Bleu (LP 1967)

sábado, 1 de fevereiro de 2020



Vicky ‎– L'Amour Est Bleu (LP RCA Victor ‎– PCS-1194, 1967). 
Produtor: Claude Denjean. 
Género: Pop, Chanson. 

"L'Amour Est Bleu", foi o tema que representou o Luxemburgo no Festival Eurovisão da Canção em 1967, que se realizou em Viena. A canção foi interpretada em francês por Vicky Leandros, creditada apenas como "Vicky". Esta composição tem letra de Pierre Cour, música de André Popp e a orquestração esteve a cargo de Claude Denjean. 
A canção terminou em quarto lugar, com 17 pontos. "L'Amour Est Bleu", juntamente com a canção de Domenico Modugno,"Nel Blu Dipinto di Blu" ("Volare") ou Mocedades, com “Eres Tú", contam-se entre as canções não vencedoras do Festival Eurovisão da Canção, mas que obtiveram grande êxito internacional. 
O tema tornou-se famoso em todo o mundo, tendo sido gravado por diversos músicos, em especial pelo maestro francês Paul Mauriat, cuja versão instrumental tornou-a como o único Nº 1 obtido por um artista francês no top da Billboard Hot 100 dos EUA. 
Cinco anos depois, no Festival Eurovisão da Canção 1973, também em representação do Luxemburgo, Vicky regressaria à Eurovisão com o tema "Après Toi, com o qual venceu o certame. 


Vicky Leandros, é uma cantora nascida na Grécia com uma extensa carreira internacional e uma das cantoras com as maiores vendas de discos do mundo. O seu verdadeiro nome é Vassiliki Papathanasiou, tendo nascido em 23 de agosto de 1952 em Paleokstritsa, uma pequena cidade na ilha de Corfu. Em 1957, Vicky mudou-se para a Alemanha, onde vive desde essa altura. A sua carreira começou aos 13 anos, quando lançou o seu primeiro single "Messer, Gabel, Schere, Licht", com o qual alcançou grande sucesso no mercado alemão. 
Vicky Leandros recebeu inúmeros prémios, incluindo discos de ouro e platina por ter vendido mais de 100 milhões de discos, como a "Bronze Rose de Montreux", "Goldene Europa", "Record Award of USA" e "Song Statue of Japan" . Ela trabalhou com muitos compositores, produtores e maestros. 
Apesar das suas origens gregas, a maior parte da sua carreira e dos seus sucessos são no idioma francês. Vicky será sempre recordada pela sua participação na Eurovisão. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - L'amour Est Bleu (Blau Wie Das Meer) (A. Popp, P. Cour) 2:58 
A2 - Les Enfants Du Soleil (Greensleeves) (Marcel Lefebvre, Tradicional) 2:41 
A3 - Mon Village (Massachusetts) (Pierre Nolès, B. Gibb, M. Gibb, R. Gibb) 2:11 
A4 - La Fille Qui T'aime (Christian Sarrel, Colette Rivat) 1:51 
A5 - Les Amoureux (Guy Mardell) 3:15 
B1 - La Rose Pleure (Gib Mir Die Hand) (Bob Du Pac, J. L. Chauby, Munro, Panas, Arnie) 2:35 
B2 - Un Homme Est Venu (A Taste of Honey) (Eddy Marnay, Bobby Scott) 3:00 
B3 - Quand J'entends La Pluie (Morgen Sehen Wir Uns Weider) (Bob Du Pac, J. L. Chauby, Munro, Panas, Arnie) 2:40 
B4 - N'y Pense Plus Tout Est Bien (Don't Think Twice) (Delanoë, B. Dylan, Dorsey) 2:20 
B5 - Un Jour Mon Rêve (Du Pac, Chauby, M. Panas) 2:43 

Intervenientes: 
Voz – Vicky (Vicky Leandros), acompanhada pelas orquestras de Arno Flor e Claude Dejean. 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Jacob Martin, a quem agradecemos.

The Fire Boys ‎– Música Para a Jovem Guarda (LP 1965, Brasil)

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020



The Fire Boys ‎– Música Para a Jovem Guarda (LP SBA ‎– ADS-1.000, Musipop ‎– ADS-1000, 1965, Brasil). 
LP considerado raro. 
Género: Pop/Rock, Beat. 

O LP "Música Para a Jovem Guarda", foi gravado pelo grupo The Fire Boys [na verdade The Fevers], através da discográfica SBA, em 1965. Não é mais que um disco dos Fevers sob pseudónimo. Tanto quanto sabemos, este LP foi lançado em 3 edições. Em dois deles, com a capa aqui apresentada, mas em cores diferentes, uma em estéreo e a outra em mono. No terceiro, o grupo é indicado como "Os Invisíveis", sendo a capa totalmente diferente, com o título "Na Onda ... (Danças Modernas)", lançado pela gravadora Festival, também em mono. Esta alteração do nome do grupo (The Fevers para The Fire Boys) era compreensível e acontecia com alguma frequência porque a banda estava sob contrato com outra gravadora.

  
The Fevers é um famoso grupo vocal e instrumental de pop rock, formado no Rio de Janeiro em 1964. Inicialmente o seu nome era The Fenders, em homenagem à marca norte-americana de guitarras. Em 1965, o grupo adoptou o seu nome definitivo e assinou contrato com a Philips. No ano seguinte, passou a gravar pela Odeon, na qual consolidou o seu prestígio nos meios da Jovem Guarda. Nessa época actuaram também como Os Supersónicos e The Fire Boys (pseudónimos). 


Faixas/TracklistHide Credits 

A1 - A Casa D'Irene (Francesco Maresca, Francesco Pagano) 
A2 - Emoção (Roberto Carlos, Erasmo Carlos) 
A3 - Tabu (Margarita Lecuona) 
A4 - Parei... Olhei (Rossini Pinto) 
A5 - Wooly Bully (Domingo Samudio) 
A6 - Letkiss (Rauno Lehtinen) 
B1 - Alguém Na Multidão (Rossini Pinto) 
B2 - Ai De Mim (All Of Me) (Seymour Simons, Gerald Marks/Vrs. Neusa de Souza) 
B3 - Quando o Sol Despertar (Almir Bezerra, Pedrinho da Luz) 
B4 - Help (John Lennon, Paul McCartney) 
B5 - Shame And Scandal In The Family (Huon Donaldson, Slim Henry Brown) 
B6 - Festa de Arromba (Roberto Carlos, Erasmo Carlos) 

Formação Original (The Fevers): 

Pedrinho da Luz (já falecido) 
Augusto Cesar 
Liebert Ferreira 
Almir Bezerra 
Cleudir Borges 
Luiz Cláudio 
Miguel Plopschi 
Lécio do Nascimento (já falecido). 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.

Bobby Darin ‎– The Bobby Darin Story (LP 1961)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020


AQUI:  OU  ALI:

Bobby Darin ‎– The Bobby Darin Story (LP ATCO Records ‎– ATCO 33-131, 1961). 
LP considerado raro. 
Género: Rock ‘n Roll. 


The Bobby Darin Story” é uma compilação da ATCO Records de 1961, com algumas das melhores canções do cantor americano Bobby Darin, e com narração do próprio. Esta é a primeira parte da carreira de Darin contada pelo próprio vocalista numa excelente compilação de 12 grandes sucessos. 
Mais informação sobre este excelente cantor americano, já se encontra inserida neste blog.


Faixas/Tracklist: 

A1 Splish Splash (Bobby Darin, Jean Murray) 2:08 
A2 Early In The Morning (Bobby Darin, Woody Harris) 2:14 
A3 Queen Of The Hop (Woody Harris) 2:03 
A4 Plain Jane (Doc Pomus e Morty Shuman) 1:53 
A5 Dream Lover (Bobby Darin) 2:27 
A6 Mack The Knife (Bert Brecht, Kurt Weill, Marc Blitzstein) 2:57 
B1 Beyond The Sea (Charles Trenet, Jack Lawrence) 2:42 
B2 Clementine (Woody Harris) 3:14 
B3 Bill Bailey (Arr. Bobby Darin) 2:02 
B4 Artificial Flowers (Jerry Bock, Sheldon Harnick) 3:13 
B5 Somebody To Love (Bobby Darin) 2:11 
B6 Lazy River (Hoagy Carmichael, Sid Arodin) 2:32 

Nota: Voz e Narrador - Bobby Darin. 


Mais informação sobre Bobby Darin, já se encontra inserida neste blog. 

Wilson Miranda ‎– Todos os Meus Passos (LP 1971)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020



Wilson Miranda ‎– Todos os Meus Passos (LP RCA Victor ‎– BSL-1548, 1971) 
Género: MPB. 


Todos os Meus Passos” é o sétimo álbum do cantor e compositor brasileiro Wilson Miranda, lançado em setembro de 1971, pelo selo RCA. 
Wilson Antonio Chaves de Miranda, mais conhecido apenas por Wilson Miranda (Itápolis, 27 de março de 1940 - São Paulo, 20 de junho de 1986), começou a sua carreira no final dos anos 50, como “crooner” de um conjunto de jazz. Juntamente com Carlos Gonzaga, Wilson Miranda foi um dos intérpretes que introduziram géneros como o calypso e o twist no Brasil no final dos anos 50, além de versões de baladas rock. Com o declínio do rock e estilos semelhantes, no início dos anos 70, o seu repertório passou a tender mais para a música romântica. 
Mais informação sobre este cantor brasileiro, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - É Só Isto Que Há (Is That All There Is) (Jerry Leiber, Mike Stoller/Vrs. Wilson Miranda) 
A2 - Eu Amo Meu Pé (Milton Carlos, Biga) 
A3 - Todos os Meus Passos (Every Mile) (B. Peters/Vrs. Lilian Knapp) 
A4 - Meu Passado Está Presente (Willy Lovitz, Cláudio Simões) 
A5 - Teu Carinho (Che Roga) (C. Almirón, Silvio Laterza/Vrs. Palmeira) 
A6 - Canta Que Passa (Alberto Luiz, Eny de Castro) 
B1 - Diga Tudo Enfim (César) 
B2 - O Ensaio (Antônio Marcos, Wilson Miranda) 
B3 - Ninguém Pra Responder (Demétrio) 
B4 - Black Is Beautiful (Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle) 
B5 - Adeus (Antônio Marcos, Messias) 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos.

Peppino Gagliardi ‎– Peppino Gagliardi (LP 1972)

terça-feira, 28 de janeiro de 2020



Peppino Gagliardi ‎– Peppino Gagliardi (LP Fermata ‎– 304.1025, março de 1972). 
Género: Pop, Folk. 


Peppino Gagliardi é um cantor italiano nascido em Nápoles, em 25 de maio de 1940. As suas canções muito românticas, cheias de atmosfera, têm um refrão cativante, uma melodia que se refere à tradição napolitana. O seu modo de interpretar as canções (quase sempre escritas pelo cantor com a cumplicidade do compositor Amendola) permitiu-lhe o apelido de "Aznavour italiano", embora obviamente os temas sejam diferentes. 
Peppino Gagliardi começou a sua carreira de cantor com um grupo chamado I Gagliardi. Tornou-se solista e, em 1963, obteve um primeiro sucesso com a canção “T'amo e t'amerò”. Seguiram-se outros êxitos como, “Ascoltami Mio Dio”, “Verrò a Chiederti Perdono”, “Nisciuno 'a Ppò capì”, “Questa Sera Non Ho Pianto”, “Ti Credo”, todos lançados entre 1963 e 1965. Após um período de “anonimato”, no início dos anos 70 Peppino Gagliardi encontra finalmente o momento certo e o repertório apropriado que o traz de volta à fama e ao sucesso. Em 1970, Peppino alcançou um grande êxito com “Settembre“ e em 1971 com “Sempre Sempre”. Em 1972, o cantor conquistou o segundo lugar no Festival Sanremo com a canção “Come Le Viole”, e no ano seguinte repetiu com “Come Un Ragazzino”. 
A sua música entrou em declínio de popularidade nas décadas de 80 e 90. Assim, nos anos 80, Gagliardi retirou-se gradualmente do mundo da música. No entanto, em 1993, reapareceu no Festival Sanremo com o tema “L'Alba”. 
A compilação que aqui apresentamos, reúne temas gravados por Peppino Gagliardi, entre 1970 e 1972. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Sempre... Sempre (Amendola, Gagliardi) 3:50 
A2 - Passará (Amendola, Gagliardi) 3:22 
A3 - Ti Amo Cosi (Amendola, Gagliardi) 4:26 
A4 - Pensando a Cosa Sei (Pensando Que Es) (Amendola, Gagliardi) 3:26 
A5 - Settembre (Amendola, Gagliardi) 3:07 
A6 - Al Pianoforte (Amendola, Gagliardi) 3:46 
B1 - Come Le Viole (Amendola, Gagliardi) 3:31 
B2 - Storia D'Amore (F. Lay, Bardotti) 4:07 
B3 - La Ballata Dell'Uomo In Piu (Amendola, Gagliardi) 3:36 
B4 - Gocce Di Mare (Amendola, Gagliardi) 3:34 
B5 – Visione (Amendola, Gagliardi) 2:49 
B6 - Ti Voglio (Amendola, Gagliardi) 4:31 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos. 

The Ronettes - The Ronettes Featuring Veronica (LP 1965)




The Ronettes - The Ronettes Featuring Veronica (LP Colpix Records ‎– 486 / CP-486, 1965). 
Produtor – Stu Phillips. 
Género: Pop/Rock. 

The Ronettes Featuring Veronica” é um clássico álbum lançado em 1965 pelas irmãs Ronnie e Estell Bennett e a prima Nedra (The Ronettes), através do selo Colpix Records. 
O LP foi editado nos EUA, Holanda e Grã-Bretanha, pouco depois de Phil Spector ter lançado o único álbum de estúdio do grupo no seu selo Philles. 
As faixas deste LP foram editadas em singles, no início da carreira das Ronettes, entre 1961 e 1963, pelas gravadoras Colpix e May, produzidos pelo lendário Stu Phillips. 


The Ronettes cresceram no 'Spanish Harlem' da cidade de Nova York. O grupo feminino foi criado pela fantástica vocalista Veronica Bennett (mais tarde Ronnie Spector), juntamente com a sua irmã mais velha Estelle e a sua prima Nedra Talley. 
O grupo foi premiado com um Grammy pela canção "Walking in the Rain" e, com o tema "Be My Baby", foi introduzido no Grammy Hall of Fame, em 1999. A banda foi também introduzida no Hall da Fama do Rock and Roll, em 2007. 
Mais informação sobre este grupo vocal feminino americano, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - He Did It (J. DeShannon, S. Sheeley) 2:26 
A2 – Silhouettes (Slay-Crewe) 2:22 
A3 - Good Girls (B. Keyes, O. Jones) 2:19 
A4 - The Memory (B. Katz, R. Roberts) 2:33 
A5 - You Bet I Would (Kaplan, King) 2:06 
A6 - I'm Gonna Quit While I'm Ahead (Warren, Carr) 2:18 
B1 - I'm On The Wagon (Seneca, Steward) 2:17 
B2 - Recipe For Love (H. Miller, W. Denson) 2:20 
B3 - My Guiding Angel (Tucker, Williams, Evans) 2:37 
B4 - I Want a Boy (Dinu) 2:07 
B5 - What's So Sweet About Sweet Sixteen (Kaye, Springer) 2:47 

Formação/Line Up: 

Vocalista principal - Veronica Bennett (também conhecida como Ronnie Spector) 
Vozes: - Estelle Bennett (irmã de Veronica) e Nedra Talley (prima). 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Billy Ray, a quem agradecemos.

Tunai ‎– Em Cartaz... (LP 1984, Brasil)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020



Tunai ‎– Em Cartaz... (LP Barclay ‎– 823.538-1, 1984). 
Produção: Durval Ferreira. 
Género: Pop/Rock, Blues Rock, MPB. 


José Antônio de Freitas Mucci (Ponte Nova/Minas Gerais, 13 de novembro de 1950 – Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2020), mais conhecido apenas como Tunai, foi um cantor e compositor brasileiro. Tunai viveu o auge artístico na década de 1980. Na carreira a solo, tornou-se famoso com o sucesso “Frisson”, do seu quinto disco que aqui apresentamos, intitulado “Em Cartaz” de 1984, e que foi tema da novela "Suave Veneno", da TV Globo, resultado de uma excelente parceria de Tunai com Sérgio Natureza. “Frisson”, apresenta uma tonalidade bem mais pop do que as densas canções lançadas por Elis e Gal. O tema invadiu as rádios e o coração do público, em gravação feita pelo próprio Tunai para o referido álbum “Em Cartaz”. 
Tunai ficará para sempre imortalizado por canções e baladas de romantismo pop sensual como "Sintonia" (1985), composta com Sérgio Natureza ao estilo de "Frisson", mas também deixou obras de samba, blues-rock e bolero, interpretadas por diversos artistas. 
Mais informação sobre Tunai, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Frisson (Tunai/Sérgio Natureza) 4:05 
A2 Tudo de Bom (Tunai, Sérgio Natureza) 3:49 
A3 Eternamente (Tunai, Sérgio Natureza, Liliane) 3:48 
A4 Por Todos os Cantos (Tunai, Sérgio Natureza, Liliane) 4:00 
B1 Em Cartaz... (Tunai, Sérgio Natureza) 3:00 
B2 Um Blues (Tunai, Sérgio Natureza) 3:22 
B3 Mar do Nosso Amor (Tunai, Milton Nascimento) 3:15 
B4 Só de Amor (Tunai/Sérgio Natureza) 3:02 
B5 Pelo Ar do Brasil (Tunai, Ana Terra) 3:22 

Arranjador: Eduardo Souto Neto. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jason Varella, a quem agradecemos. 

Johnny Mathis ‎– Sings The Music Of Bert Kaempfert (LP 1969)




Johnny Mathis ‎– Sings The Music of Bert Kaempfert (LP CBS ‎– S 63524, novembro de 1969). 
Produtor – Robert Mersey. 
Género: Pop, Easy Listening. 


Johnny Mathis Sings The Music of Bert Kaempfert” é um raro álbum do cantor pop norte americano Johnny Mathis, lançado no UK em novembro de 1969 pela discográfica CBS. O LP foi gravado nos estúdios da Polydor em Hamburgo, Alemanha e lançado neste país também pela CBS, em 1968. 
O disco apresenta canções compostas por Bert Kaempfert, interpretadas excelentemente por Mathis, incluindo a versão de " Strangers in the Night ". Do LP destacamos ainda as canções "The Lady Smiles" e "Lady", esta com um fantástico arranjo de cordas. 
Segundo apurámos, parece que este álbum nunca terá sido lançado em CD. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Wonderland By Night (Klaus-Gunther, Neumann, Lincoln Chase) 
A2 - Spanish Eyes (Moon Ocver Naples) (Kaempfert, E. Snyder, C. Singleton) 
A3 - The Lady Smiles (B. Kaempfert, H. Rebbein, R. Ahlert) 
A4 - Danke Schon (B. Kaempfert, K. Schwabach, M. Gabler) 
A5 - The Times Will Change (B. Kaempfert, H. Rebbein, Sigman) 
A6 - Remember When (We Made These Memories) (B. Kaempfert, H. Rebbein, Singleton, Snyder) 
B1 - Strangers In The Night (B. Kaempfert, Singleton, Snyder) 
B2 - Don't Stay (Kaempfert, Rebbein) 
B3 - If There's a Way (B. Kaempfert, H. Rebbein, B. Scott, J. Radcliffe) 
B4 – Lady (B. Kaempfert, H. Rebbein, C. Singleton, L. Kusick) 
B5 - L-O-V-E (B. Kaempfert, M. Gabler) 
B6 - It Makes No Difference (B. Kaempfert, H. Rebbein, M. Gabler) 

Intervenientes/Personnel: 

Voz – Johnny Mathis 
Arranjos e Condução de Orquestra: Herbert Rehbein. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Benet Pride, a quem agradecemos.

Morreu o cantor brasileiro Tunai, aos 69 anos.


Morreu o cantor brasileiro (mineiro) Tunai, aos 69 anos. 

O cantor e compositor brasileiro Tunai, irmão do também cantor e compositor João Bosco, faleceu de paragem cardíaca na madrugada do passado domingo, dia 26. 
José Antônio de Freitas Mucci (Ponte Nova, Zona da Mata/ Minas Gerais, 13 de novembro de 1950 – Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2020), mais conhecido como Tunai, foi um cantor e compositor brasileiro. Depois de se transferir para Belo Horizonte, trabalhou durante algum tempo como engenheiro. Mais tarde, deixou a engenharia civil para se dedicar à carreira de músico, estreando-se em 1978. Trabalhou com o letrista Sérgio Natureza, com quem compôs músicas para vários artistas como Elis Regina, Simone, Gal Costa, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Beto Guedes, Roupa Nova, Fafá de Belém, Elba Ramalho e Sérgio Mendes, sempre com sucesso.


Na carreira a solo, tornou-se famoso com o sucesso “Frisson”, do disco Em Cartaz (1984) e que foi tema da novela "Suave Veneno", da TV Globo. 
Tunai morreu na madrugada do dia 26 de janeiro de 2020 em sua casa, no Rio de Janeiro, vítima de uma paragem cardíaca. 

R.I.P. 

Informação prestada pela nossa amiga H.F., a quem agradecemos.

Herbie Mann ‎– London Underground (LP 1974)




Herbie Mann ‎– London Underground (LP Atlantic ‎– SD 1648, 1974). 
Produção – Geoffrey Haslam. 
Género: Fusion, Jazz-Rock. 

Durante os anos 60 e 70, Herbie Mann procurou continuamente novos contextos musicais para introduzir a sua flauta. Em dezembro de 1973, viajou para Londres para cinco dias de gravação com um grupo de músicos britânicos de rock. O resultado foi o LP “London Underground”, um álbum muito mais direccionado para o pop/rock do que para o soul ou R’n’B que ele tinha produzido nos cinco anos anteriores. Os destaques deste álbum incluem "Bitch" (dos Rolling Stones), "Something in the Air" (de Thunderclap Newman) e "Paper Sun" (dos Traffic). Mas, na realidade, sobressai a interessante versão ritmada de "Mellow Yellow" (de Donovan), com a intervenção do excelente guitarrista Albert Lee, adoptando uma postura de Django Reinhardt. 
O álbum apresenta Mann com músicos de rock ingleses, tocando versões de sucessos britânicos lançados na época. 


Herbert Jay Solomon, conhecido artisticamente como Herbie Mann (Nova Iorque, 16 de abril de 1930 — Pecos (Novo México), 1 de julho de 2003) foi um flautista americano de jazz fusion. 
No início da carreira tocou saxofone tenor e clarinete. A sua canção mais popular foi “Hijack”, que, em 1975, esteve durante três semanas como "Sucessos de Dança", na posição número um da Billboard. 
Foi o mais popular flautista de jazz da década de 60. Fez também incursões pela bossa nova. Incorporou música de diversas culturas no seu repertório. 
Mann morreu em 2003, após uma longa batalha contra um cancro/câncer da próstata. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Bitch (Mick Jagger, Keith Richard) 8:21 
A2 - Something In The Air (John Keen) 3:34 
A3 - Layla (Eric Clapton, Jim Gordon) 8:08 
04 - Spin Ball (Paddy Kingsland) 1:57 
B1 - Mellow Yellow (Donovan Leich) 3:15 
B2 - A Whiter Shade Of Pale (Keith Reed, Gary Brooker) 4:46 
B3 - Memphis Spoon Bread and Dover Sole (Herbie Mann) 3:50 
B4 - Paper Sun (Steve Winwood, Jim Capaldi) 6:41 
B5 - You Never Give Me Your Money (John Lennon, Paul McCartney) 4:04 

Álbum de estúdio de Herbie Mann, gravado nos Advision Studios, Londres, UK, em 1973 e lançado em 25 de fevereiro de 1974, através do selo Atlantic. 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Flautas - Herbie Mann 
Saxofone Alto – Ian McDonald 
Baixo – Al Gorry, Calvin "Fuzzy" Samuels 
Bateria– Aynsley Dunbar, Robbie McIntosh 
Guitarra Eléctrica e Acústica – Albert Lee 
Guitarra – Mick Taylor 
Teclados – Pat Rebillot 
Percussão – Armen Halburian 
Violino – Stéphane Grappelli 

LP disponibilizado por Manuela Romão.