Os Steamer’s tocavam soul e blues e foram banda residente no Caco e depois no Tosco. De Verão faziam os cruzeiros da Companhia Nacional de Navegação no paquete "Moçambique". O grupo gravava as suas actuações ao vivo e um dia Francisco Nicholson e Armando Cortês ouviram as bobinas e quiseram gravar um disco na sua etiqueta, a Riso e Ritmo. O EP incluía três originais do grupo, compostos basicamente ao vivo.
Os Steamer’s acabaram no primeiro ano da década de 70. Alguém referiu que o seu som era estranho, hipnótico, sujo, foleiro, kitch, psicadélico e ácido, tendo sido verdadeiros “outsiders” num país cinzento e triste.
Segundo Carlos Vidal, in 5dias.net, o tema “I Am a Chancho”, contém uma letra explícita sobre um indivíduo falhado e miserável, ainda sobre pobreza e bairros de lata. Depois, em “Mr. Pum Pum!”, uma referência à PIDE e em “Será assim até morrer”, alusão à emigração.
Ripado do vinil e masterizado por Carlos Santos.



3 comentários:
Não acredito que você tenha este disco.....
ASSOMBROSO!!!!!!!!!!!!!!!!
O "Franginhas andou na escola comigo....
Grande obrigado
Olá Misongod,
Obrigado pelo comentário.
Eu não tenho o disco. Foi graças à gentileza do meu amigo Luís Futre que foi possível postar este disco. Ele é que é o colecionador.
Abraço,
C.S.
Agradeça ao seu amigo por mim.Sabe
depois de um belo repasto e umas bujecas no Zé Duarte, o jardim do Alto Sto Amaro era o palco noturno onde todos "cantavamos" a música do CHANCHO. Eram assim os anos 70...uma beleza.
Cumprimentos
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