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Morreu Johnny Hallyday, o “Elvis Presley” francês.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Morreu Johnny Hallyday, o “Elvis Presley” francês.
Johnny Hallyday, nome artístico de Jean-Philippe Smet (15 de junho de 1943 - 06 de dezembro de 2017, Marnes-la-Coquette) foi um cantor e actor francês de origem belga por parte do pai. Foi um dos principais astros do rock'n'roll francês, tendo sido considerado o pai do rock do seu país. O cantor, o maior rock-star de França, morreu na noite desta terça-feira aos 74 anos, vítima de um cancro no pulmão. A notícia mergulha o país em luto. Mais do que um ícone, Johnny Hallyday foi uma marca, um personagem, uma celebridade francesa que se manteve nos holofotes por mais de 50 anos.
O contacto com a cena artística aconteceu cedo, ainda nos anos 60. Johnny descobriu o palco interpretando músicas country americanas e canções de Elvis num dos clubes de rock franceses célebres da época, o Golf Drouot.
O seu primeiro disco 45 rotações foi lançado em 1960, com uma versão de uma canção de Dalida, “T’aimer follement”, seguida de “Souvenirs, souvenirs”, que o lança no mercado. Entre turnês e shows, Johnny vai ganhando a simpatia do público, transformando-se no “ídolo dos jovens” e no rei do rock francês.
Os seus shows estavam sempre esgotados com um público entusiasta. Ao longo dos anos, as suas digressões bateram recordes cada vez mais impressionantes de público. As turnês nos anos 2000, chegaram a ter mais de um milhão de espectadores.
Johnny cantava vários estilos de música. Nas décadas que se seguiram o “Elvis francês” interpretou temas com sonoridades do Soul, Blues, Rock e Pop.
Durante a sua carreira gravou cerca de 50 álbuns e vendeu mais de 100 milhões de discos em mais de 60 anos de actividade. Foram 180 turnês no total.
O cantor também enveredou pelo cinema, com actuações em vários filmes, de grandes directores como Jean-Luc Godard, sendo que três deles foram selecionados para o Festival de Cannes.
Na música, entre alguns dos seus maiores sucessos estão "Le Pénintencier", "Noir c’est noir", "Retiens la nuit", "Quelque chose de Tennessee", "Que je t’aime" ou "La Musique que j’aime". Johnny também foi o autor da música em homenagem às vítimas dos atentados terroristas de 2015, em França.
Johnny e Sylvie Vartan
Johnny Haliday casou-se com a cantora Sylvie Vartan em 1965, de quem se separou em 1980. O cantor casou-se por cinco vezes.
Nos últimos anos, Johnny começou a ter vários problemas de saúde. Em 2009, ele foi operado a um cancro do cólon, tendo também vivido atormentado com uma hérnia discal, o que resultou em várias cirurgias. Após um longo período de depressão, superou a situação e voltou aos palcos. Em março de 2017, o cantor, que vivia há anos com a sua última mulher e as filhas em Los Angeles, anunciou que padecia de cancro e regressou a França poucos meses depois.
Segundo o crítico Francis Lecouevre, Johnny Haliday é para a França o que Elvis Presley foi para os Estados Unidos.
R.I.P.
Publicada por Músicas dos Anos 60 - Recordar é Viver à(s) 14:00
Etiquetas: divulgação, França, France, Informação, Johnny Hallyday
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1 comentários:
A l'enterrement, 1 million de personnes, en direct à la télévision,15 millions de téléspectateurs.
https://actu.orange.fr/france/videos/funerailles-de-johnny-hallyday-un-hommage-grandiose-pour-un-chanteur-de-legende-CNT0000019Eqr8.html
les 29, 30 et 31 mai 2009 Johnny Hallyday, show au Stade de France devant 3x 80 000 spectateurs. le 14 juillet 2009 (fête nationale) plus d'un million de spectateur pour un concert gratuit devant la Tour Eiffel,
Plus gros succés d'album "sang pour sang" (2002) disque écrit par son fils David (avec Sylvie Vartan) 2 millions de disques vendus en France.
Plus gros single "Marie" (2002) 1.400 000 disques vendus uniquement en France
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