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Recordando... - Valsa da Meia Noite - V/A (L.P. 1976)

sábado, 8 de janeiro de 2011




"Recordando...Os Tártaros, Os Espaciais, Os Morgans, os 5 Bambinos " 
(L.P. Rapsódia LDF 042, 1976).
Género: Pop/Rock, Instrumental, Compilação.

Os Tártaros.

Faixas / Track List:

01 - Os Tártaros - Valsa da Meia Noite (64)
02 - Os Espaciais - Alcobaça (66)
03 - Os Tártaros - Encanto dos Teus Olhos (64)
04 - Os Espaciais - Silêncio (66)
05 - Os Morgans - Lisboa Antiga / Coimbra (65)
06 - Os Espaciais - Não, Não, Não, Não (66)
07 - Os Tártaros - Serei Feliz Com Teu Amor (64)
08 - Os Espaciais (com Alberta Monteiro) - Contradição (66)
09 - Os 5 Bambinos - El Choclo (66)
10 - Os Morgans - Querida Maninha (65)
11 - Os 5 Bambinos - Let Kiss (65)
12 - Os Morgans - Amores de Estudante (65)

NOTA: Foram feitas 2 edições desta compilação com conteúdo igual, mas com capas diferentes. Uma, chamava-se Recordando... (com capa verde e uma foto com instrumentos musicais) e a outra, Valsa da Meia Noite (capa azul com um rosto feminino), ambas da Rapsódia e com a mesma referência - LDF 042.

C.S.

The Sheiks - Tears Are Coming (EP 1966)




The Sheiks - Tears Are Coming  (EP Odeon/EMI - Meo 131, 1966).
Edição Francesa (Sheiks em Paris)

Os Sheiks, cujo primeiro nome foi Windsores, começaram por tocar em festas e espectáculos organizados por escolas e universidades. Em 1965 editaram o seu EP de estreia que incluía uma versão do conhecido Summertime de George Gershwin. Ainda nesse ano, em Setembro, Barreto sai para dar lugar a Edmundo Silva (viola baixo), ex-Conjunto Mistério.
No dia 09 de Outubro de 1965 participam na 7ª eliminatória do Concurso Ié-Ié no Teatro Monumental (Lisboa) tendo ficado em primeiro lugar (43 pontos), batendo os Tubarões, de Viseu, os Galãs, do Porto, os Czares, de Aveiro, e os Jovens do Ritmo, de Amora-Seixal.
No início de 1966 lançaram o segundo EP com temas como Missing You e "Tell Me Bird", os mais conhecidos do grupo.
No dia 08 de Janeiro de 1966, ganharam com 49 pontos a primeira meia-final do Concurso Ié-Ié, à frente dos Chinchilas, de Carcavelos, dos Demónios Negros, do Funchal, dos Diamantes Negros, de Sintra, dos Tártaros, do Porto, dos Bárbaros, de Arcos de Valdevez, e dos Sombras da Parede, de Parede.
Os Sheiks viriam a falhar a final no dia 30 de Abril de 1966 (ganharam os Claves) por terem tido nesse dia um espectáculo na Queima das Fitas de Coimbra.
Nesse ano actuam com alguns artistas internacionais como Searchers, Nino Ferrer, entre outros.
No ano de 1966 editaram mais três EPs: no primeiro destaca-se a balada “Lonely Lost And Sad”; no segundo as versões de “These Boots Are Made For Walkin'” (Nancy Sinatra) e de “Michèlle” (Beatles); o terceiro inclui os temas “I've Got To Give Up”, “Try To Understand”, "Tears Are Coming" e "I'm Feeling Down".
Missing You é editado em Espanha, Inglaterra e França. Em França alcança mesmo o 8º lugar de vendas no top de Paris e chegam a fazer uma temporada no Le Bilboquet de Paris, entre 8 e 11 de Dezembro de 1966. Nessa cidade gravam o EP Sheiks em Paris. No regresso a Lisboa, Carlos Mendes deixa a banda para prosseguir os estudos e é substituído por Fernando Tordo. É com esta formação que é gravado um novo disco que inclui a faixa “That's All”. Com a saída de Paulo de Carvalho, em 1968, o grupo desintegra-se. No entanto, em 1979, regressam, por iniciativa de Fernando Chaby, com a sua principal formação (Paulo de Carvalho, Carlos Mendes, Edmundo Silva e Chaby). Lançam o LP Pintados de Fresco", gravado em Madrid, onde recuperam temas do grupo ("Tell Me Bird", "Got To Keep On Dancing", "Baby Don't Cry", "Lonely, Lost And Sad", "Missin' You", "Loving Life As It Comes (Tears Are Coming)", "My Mother's Advice", "Lord Let It Rain") com novos arranjos. No ano seguinte é editado o álbum Com Cobertura ("Sheiks Com Cobertura").

Formação / Membros que constituíram o grupo:

· Paulo de Carvalho (bateria e vocais)
· Fernando Chaby (guitarra)
· Carlos Mendes (vocais, guitarra e baixo)
· Jorge Barreto (guitarra)
· Fernando Tordo (vocais, guitarra e baixo)
· Edmundo Silva (baixo)

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

I Cinque Di Roma At The Polana, L.M.(LP 1964)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011




I Cinque Di Roma At The Polana, L.M. – LP PMCJ 12020 - Parlophone/South Africa (1964)

Tratava-se de um excelente conjunto italiano que foi cumprir contrato para Moçambique.Também actuaram na África do Sul, em Johannesburg (boite Sar di’s by Night, em 1969).

Formação: Das suas últimas (1969) formações constam: Tommaso Fornari (piano), Carlos Fortuna (vocalista), Franco Pozzi (viola baixo), Alfio Sartirana (guitarra e vibrofone), Mario di Angelis (bateria).

"I Cinque Di Roma" foi um dos primeiros conjuntos que alcançou grande notoriedade em Lourenço Marques/Moçambique, pelo simples facto de terem tocado na "boite" do Hotel Polana, durante os anos 60. Era um conjunto típico de "boite", que tocava temas italianos e versões de temas portugueses (a versão deles da "Casa da Mariquinhas", incluída neste álbum (At The Polana) é uma maravilha e por isso não poderá ser considerado um típico ou puro conjunto "YéYé".

Considerações:

Pela perfeita descrição da atmosfera que envolveu este saudoso conjunto, não posso deixar de transcrever do blog do Rato a seguinte passagem (parcialmente traduzida do texto da contracapa do LP, de Rob Vickers):
“Os panfletos turísticos têm muito a dizer sobre Lourenço Marques, esse pequeno pedaço de Portugal no meio de África. E tudo aquilo que dizem pode resumir-se numa só palavra... Atmosfera! Sim... L.M. é atmosfera... é esse sentido do "fugir de tudo", onde o charme da vida continental se combina num misto de relaxamento e romance. Tal como o próprio lugar... as pessoas de Lourenço Marques sentem um fascínio pelo visitante... uma excitação, pois esta é uma cidade de festa e divertimento. Um lugar para "viver à grande"... e "viver à grande" significa... O Polana... um marco em Lourenço Marques... o paraíso dos turistas... onde se pode gozar o sol tropical... apreciar a melhor cozinha continental... e ouvir... I Cinque di Roma... a melhor exportação de Itália para África. Nenhuma visita a L.M. estará completa sem se passar uma noite animada com estes cinco rapazes que a transformam num autêntico acontecimento. Existe um fogo genuíno em qualquer dos ritmos em que I Cinque di Roma se especializaram. A vibração do Samba, a excitação do Bolero, a sofisticação do Cha Cha Cha e, claro, há sempre tempo para o Twist e para o último grito da moda, a Bossa Nova. A noite começa no ambiente sofisticado de um night-club e acaba no frenesi de uma festa latino-americana.
Conseguimos captar a excitação dos I Cinque di Roma, para que agora, em sua casa, possa compartilhar as divertidas músicas e a animação dos I Cinque di Roma com todos os que tiveram a sorte de passar uma noite no Polana. I Cinque di Roma têm sido transmitidos muitas vezes em programas pela noite dentro no Radio Clube de Moçambique”.

Por Rob Vickers (contracapa do L.P.).

LP gentilmente cedido por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Blusões Negros - Tequilla (EP 1966)



Link retirado a pedido da Editora.

Blusões Negros - Tequilla (EP Rapsódia EPF 5.290, Porto 1966)

Faixas/Tracks:  
Tequilla, Coimbra Menina e Moça, Toada Beirã e Tango dos Barbudos

Data aproximada da sua formação: 1962
Local de Origem: Vila Nova de Gaia/Porto
Género: Pop-rock / Ié-Ié

Armindo da Costa (Armindo do Rock) foi um dos co-fundadores dos Blusões Negros e Antero, o baterista. Infelizmente, pouco mais se sabe sobre este grupo.
Utilizavam, como era próprio da época, as guitarras eléctricas ao estilo dos Shadows, em temas da música tradicional portuguesa e outros.
Lê-se na contra-capa do disco: “Estes são os famosos ‘Blusões Negros’. Formados há acerca de quatro anos, só agora conseguiram gravar o seu primeiro disco, apoiados pela etiqueta ‘Rapsódia’. As suas guitarras em ritmo IÉ IÉ revivem musicalmente sucessos do passado e êxitos do presente”.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Música Novarum - Barca de Flores (EP - 1969)





Musica Novarum - Barca de Flores (EP Decca PEP 1303, 1969).

Os Musica Novarum eram formados por: Nuno Rodrigues (viola), António Lobão (flauta), Daphne Stock (voz e adufe) e Judi Brennan (voz).
Foram os vencedores do I Festival de Conjuntos de Música Moderna da Costa do Sol que se realizou no Pavilhão dos Salesianos do Estoril, no dia 16 de Julho de 1969.
Daphne juntamente com Tozé Brito formaram o projecto Som 2, que motivou a gravação do single "Um Amigo/Irmão na Cor da Alma", que conheceu edição em Portugal em 1975, ano que marcou a saída de José Cid do Quarteto 1111.
Alguns elementos dos Musica Novarum, especialmente Nuno Rodrigues, Daphne, Judi Brennan e dos Filarmónica Fraude (António Pinho e Luís Linhares), deram mais tarde origem ao grupo Banda do Casaco.

EP gentilmente cedido por Luis Futre.

Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Cid - José Cid (1º LP a Solo, 1971)




José Cid – 1º LP (a solo) (LP Columbia 8E 062-40.118, 1971).
Disco considerado raro.

Trata-se de uma preciosidade este primeiro álbum a solo (homónimo) de José Cid, editado em Maio de 1971. A poetisa Natália Correia é um dos nomes que colabora com José Cid nesta fase. 
LP já considerado raro, muito bem concebido e talvez um dos melhores álbuns do Pop-Rock nacional. Salienta-se o tema electrónico e simultaneamente acústico “Lisboa 3000” pelo seu estilo avançado e inovador para a época e o curioso tema "Nihelile", do moçambicano Fany Pfumo. 

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942), músico português que iniciou a sua carreira musical em 1956, com a fundação de Os Babies, agrupamento musical que se dedicava à interpretação de covers. Em 1960 criou em Coimbra o Conjunto Orfeão, com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição. 
Popularizou-se como teclista e vocalista nos 1111, tendo grande êxito com a A lenda de El-Rei D. Sebastião, de 1967, um tema inovador no panorama musical da época. Ainda com o quarteto, concorreu ao Festival RTP da Canção de 1968, com Balada para D. Inês. O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegou a sair, por interferência da censura. 
Em 1971, José Cid lançou o seu primeiro disco a solo que agora se apresenta. Nessa época, foram também editados os EP Lisboa perto e longe e História verdadeira de Natal. No ano seguinte, lançou o EP Camarada. Em 1973, o Quarteto 1111 adoptou o nome Green Windows, numa tentativa de internacionalização. 
Concorreu ao Festival RTP da Canção de 1974, a solo com Uma rosa que te dei, e com os Green Windows, que apresentaram as canções No dia em que o rei fez anos e Imagens. Uma das suas composições mais conhecidas, Ontem, hoje e amanhã, seria premiada no Festival Yamaha de Tóquio, em 1975, ao qual já concorrera em 1971, com Ficou para tia. 
Fundou o grupo Cid, Scarpa, Carrapa e Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo, com o qual gravou o tema Mosca super-star e o EP Vida, em 1977. Em 1978, lançou o álbum 10,000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo, que viria a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional, sendo incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard. No Festival OTI da Canção, de 1979, ficou em terceiro lugar com Na cabana junto à praia. 
Com a canção Um grande, grande amor venceu o Festival RTP da Canção, em 1980, com 93 pontos. No Festival Europeu da Canção, conquistou um honroso sétimo lugar, com 80 pontos, entre dezanove concorrentes. Seguiu-se a gravação dos temas Como o macaco gosta de banana e Portuguesa bonita e de muitos outros êxitos. 
Continua até hoje a cantar, a tocar e a compor, com muito sucesso. 
É o verdadeiro "pai" do rock português. 
Conta com vasta discografia. 

Fonte: Texto parcialmente retirado de Wikipedia 

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 

Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos. 
Colaboração do nosso amigo Jota/Rato, a quem agradecemos.

Os Rebeldes - Os Rebeldes (EP 1966)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011






Os Rebeldes - Os Rebeldes (EP Orfeu ATEP 6158, 1966).

Os Rebeldes, grupo musical pop/beat/surf dos anos 60, originário da Beira/Moçambique.
Foram rivais do Conjunto Night Stars de Lourenço Marques, nas eliminatórias regionais do Concurso Yé Yé, em Moçambique, a par de outros 2 excepcionais grupos que foram os Apaches (Beira) e Os Corsários (Lourenço Marques).
Em 1966, os Rebeldes editaram em Portugal um único EP, na Orfeu, com os temas, «Tiro-Liro», «Quando Verra L’Inverno», «Tchim Tchim» e «Murder By Contract».

Membros/Personnel:
Jorge Cortez (viola ritmo e vocalista) - falecido em 22 de maio de 2015, em Joanesburgo.
Armando Claro (vocalista e viola baixo)
Francisco Pires (viola solo)
Cabrita Alves (bateria)

Posteriormente, no serviço militar, alguns dos elementos que integravam a banda, fizeram parte do grupo recreativo das Forças Armadas, como foi o caso de Armando Claro (viola-baixo) e Alberto Cabrita Alves (baterista).

EP gentilmente cedido por Francisco Vaz., a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Caloiros da Canção - CD - 50 anos de yé yé




Caloiros da Canção - 50 Anos de Yé-Yé - (refª IPV 1710 2 – Iplay 2010)

Um CD duplo memorável cujo autor do projecto foi Luís Pinheiro de Almeida e que teve o propósito de comemorar os 50 anos do yé yé em Portugal, isto é, relembrar e homenagear os “verdadeiros” pais do Rock português.

Deste CD duplo, o primeiro é constituído pelos 4 temas originais que integravam o primitivo E.P., editado em 28 de Outubro de 1960 (COLUMBIA - SLEM 2062). Para o 2º CD foram escolhidos 25 temas distribuídos por vários e saudosos grupos dos anos 60 e que actualmente se encontram, de certa forma, tão esquecidos e ignorados. Entre eles, Daniel Bacelar, Os Conchas, Conjunto Mistério, Zeca do Rock, Sheiks, Tártaros, Quarteto 1111, Edmundo Falé e tantos outros…

A colectânea inclui também um booklet com pequenas biografias dos artistas representados.

Quanto à parte gráfica, de muito bom gosto, está irrepreensível, muito bem concebida e conseguida.

Pensamos ser o primeiro disco do rock nacional que é reeditado respeitando a sua capa original.

Disco a não perder! Aconselho vivamente a sua compra nas casas da especialidade.



João Romão e Carlos Santos

The Cords - Escândalo Na Família (Single 1967 - Brasil)‏

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

 

The Cords - Escândalo Na Família (single RCA Victor LC – 6180, 1967).
Compacto-Simples (Single) bastante raro. 

Faixas/Tracklist:

Lado A - TODO MEU AMOR (All My Loving - J. Lennon-Paul McCartney)
Lado B - ESCÂNDALO NA FAMILIA (Donaldson, Henry Brown)

Ronnie Cord nasceu como Ronald Cordovil no dia 22 de Janeiro de 1943, na cidade de Manhuaçu, em Minas Gerais e era filho do maestro e compositor Hervé Cordovil. Começou a interessar-se pela música ainda muito pequeno.
Em 1959, realizou um teste na gravadora Copacabana Discos, no Rio de Janeiro e conseguiu um contrato de gravação. Em 1960 conseguiu realizar uma gravação, participando num LP colectânea com vários cantores da época.
Nesse mesmo ano também conseguiu gravar o seu primeiro disco individual, um disco de 78 rotações, contendo de um lado a música “Pretty Blue Eyes” de Teddy Randazy e do outro “You´re Knochin´me Out” de Neil Sedaka e H. Greenfield.
Depois gravou outro disco com o tema “Itsy Bitsy Tennie Weenie Yellow Pokadot Bikini” de Lee Pocriss e Paul Vance, que se transformou num sucesso, mantendo-se nos primeiros lugares da parada de sucesso, conferindo-lhe o cobiçado troféu Chico Viola daquele ano.
Nos anos seguintes, continuou gravando outros discos e em 1964 já fazia um grande sucesso com a música “Rua Augusta” e também “estourava” com o outro sucesso “Biquíni de Bolinha Amarelinha” que na realidade era uma versão da música "Itsy Bitsy Tenni Weeenie Yellow Pokadot Bikini", com a qual ele já havia conseguido um sucesso no começo da sua carreira. Quando o programa Jovem Guarda estreou, Ronnie Cord já era um nome consagrado.
Por volta de 1965 e 1966 participou no conjunto The Cords e Os Cords, juntamente com seus irmãos Norman e Hervé Junior, assim como actuou em diversos programas na rádio e na televisão, em especial no programa Jovem Guarda, onde ele era presença cativa nessa época.
No dia 6 de Janeiro de 1986, em São Paulo, faleceu ainda bastante jovem, aos 42 anos de idade e a causa da sua morte nunca chegou a ser revelada.

Fonte: Wikipedia.


Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Intróito - Andorra (EP 1971)


 

 Intróito - Andorra (EP ZIP ZIP - ZIP 10021/E, 1971)

Faixas/Tracks:

01 - Andorra (Ron Grainer)
02 - Just The Other Day Berry Green/Ron Grainer)
03 - Barcos Velhos (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer)
04 - Flores Por Pedras (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer)

Intróito, quarteto que foi formado no final dos anos sessenta a partir de 4 vozes solistas do coro do Orfeão Académico de Lisboa, dirigido pelo maestro Vasco Brederode.
Formou-se um grupo de espirituais negros que cantava harmonizações a 4 vozes de John Work (Steady, Poor me, Everytime I feel the Spirit, Swing low sweet chariot). O objectivo era diversificar os espectáculos do Orfeão.

Formação: Soprano Isabel Pires, contralto Ana Maria Pires, tenor Nuno Gomes dos Santose baixo Luis Pedro Faro.

O nome Intróito saiu de um debate dos membros do grupo com os autores do programa "Zip-Zip" e significava o início de uma intervenção activa por um mundo novo.
No "Zip-Zip" cantaram canções populares harmonizadas por Fernando Lopes Graça e espirituais negros. Aparecem no disco da editora Zip-Zip.
O grupo fez uma incursão pela música ligeira participando no programa "Zip-Zip", em 1969, no programa "Curto circuito" em 1970 e nos festivais da canção da RTP de 1970 e 1971, sempre com a preocupação original de cantar “a vozes”.
No Festival RTP da Canção de 1970 cantaram "Verdes Trigais", poema de Fernando Vieira e música de Fernando Poitier. Cantaram também com o “Nuestro pequeño mondo”, em Madrid, em 1970.
No ano seguinte regressaram ao Festival RTP da Canção com "Palavras Abertas", poema de José Carlos Ary dos Santos e música de Nuno Gomes dos Santos. Ary dos Santos chamava ao Intróito “os meus sabonetes”.
Participaram no grande espectáculo da canção de intervenção realizado no Coliseu dos Recreios, em 30 de Março de 1974.
Posteriormente, Luis Pedro Faro foi substituído por Filipe Gomes dos Santos. Lançaram o seu último em 1974, um single com os temas "Recado" e "Manuel parte p’ra guerra".
O grupo dissolveu-se em princípios de 1975.

Discografia:

Editora Zip-Zip:

• 30.005/S - Verdes Trigais (Fernando Vieira/Fernando Poitier) /Corre Nina (José Carlos Sobral/Pedro Osório) - 1970
• 30.012/S - Palavras Abertas (Ary dos Santos/Nuno Gomes dos Santos) /Há-de Nascer Uma Rosa (Nuno Gomes dos Santos) - 1971
• 10.021/E – Andorra (Ron Grainer)/Just The Other Day (Berry Green/Ron Grainer)/Barcos Velhos (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer)/Flores Por Pedras (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer) - 1971

Editora Decca:

• SPN 1749 – Recado (Nuno Gomes dos Santos) /Manuel parte p’ra guerra (Ermelinda Duarte) – 1974

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.