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Magdalena Pinto Basto (EP 1967)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011




Magdalena Pinto Basto (EP AQUILA,  EP-01-6, 1967).

Neste EP, os Ekos acompanham Magdalena Pinto Basto, em 2 temas:
J’ai Cru à Mon Rêve e L'Oiseau De Nuit (original de Michel Polnareff).

Nos restantes temas, Satisfied Mind e Banks Of The Ohio, acompanha-se a si própria à viola acústica.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Les Fanatic's - Les fanatic's (EP 1964)




AQUI:  

Les Fanatic’s (EP Alvorada AEP 60635, 1964).

Faixas/Tracks: 
Vautours (Pierre Klein) - Karin (Alain Thibaut) - The Sptonick Theme (Bo Wimberg) - Comete (J. Adolphe)

Formação: 
Michel da Costa (vocalista), o Alain Thibaut (viola-solo), Tó Freitas (bateria), Tó Queimado (viola ritmo) e Luis Duarte (viola-baixo).

Na primeira vinda da Sylvie Vartan a Portugal, em14 de Março de 1964 (no Teatro Monumental), este grupo português fez a primeira parte do espectáculo dela.
Fizeram ainda algumas gravações na Emissora Nacional.
Foi o primeiro conjunto apresentado no programa da RTP de Júlio Isidro e de Lobo Antunes.
Não participaram no Concurso Yé Yé do Monumental. Tocaram em vários espectáculos, percorrendo o país.

Fonte: Texto retirado parcialmente do blog http://guedelhudos.blogspot.com

E.P. gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Jotta Herre - Penina (EP Philips 1969)





Jotta Herre - Penina (EP Philips 431923 PE, 1969).
Arranjos e Direcção de Orquestra, Thilo Krasmann


Faixas / Tracks:  Penina / The Neening of Love / North / To Grandma

Os Jotta Herre, nome formado pelas iniciais de dois dos seus elementos, eram um grupo constituído por Jaime João e Rui Pereira (teclas), Aníbal Cunha (guitarra), Carlos Pinto (voz e baixo) e Lourenço Pereira (bateria) que animava as noites do "Hotel Penina", no Algarve/Portugal. Os Jotta Herre ter-se-ão formado entre 1963 e 1964 na cidade do Porto. 
Num dia de Dezembro de 1968, pouco depois da meia-noite, encontram Paul McCartney na recepção daquele Hotel. O "Beatle" estava em Lagos, em casa de Hunter Davies, e fôra ao Hotel Penina, com Linda Eastman, futura mulher, para cambiar libras por escudos. Depois de uma primeira conversa foram para o bar onde McCartney acompanhou o grupo, à bateria ou ao piano, e ofereceu-lhes, já perto das 4 da manhã, a canção "Penina".
O grupo foi contratado pela Philips e lançaram um EP com quatro canções. No entanto o disco não teve grande sucesso vendendo apenas mil cópias. Nesse ano é editado em Espanha um single com os temas "Penina" e "North" e no ano seguinte é editado na Holanda. Há edições também em França, Itália e no Chile. Carlos Mendes (ex-Sheiks) grava também uma versão do tema.
Rui Pereira morre em 1972, devido a problemas pulmonares, e é substituído por um ainda jovem Vitorino, então a viver há pouco tempo em Lisboa.
Continuaram a tocar no Hotel Penina até Fevereiro de 1975.
A colectânea " The Songs Lennon and McCartney Gave Away", de 1979, inclui a versão do tema por Carlos Mendes.
O disco "All You Need Is Lisboa" inclui também as duas versões de "Penina".

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Erasmo Carlos - Você Me Acende (LP 1966)




Erasmo Carlos - Você Me Acende (LP 1966). 

Álbum originalmente lançado em Junho de 1966 (LP RGE XRLP-5.297). Até à faixa 11, Erasmo é acompanhado pelos Fevers. Nas faixas 12 e 13, é acompanhado por The Youngsters e na faixa 14, por The Jordans.

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Ekos - Sol e Paz (EP 1970)




Os Ekos - Sol e Paz (6º e último EP, Alvorada EP-60-1245, 1970).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Eduardo Jaime - Greatest Hits (1963-1971)




Eduardo Jaime - Greatest Hits (1963/1971)

Trata-se de uma compilação pessoal que reúne alguns dos maiores êxitos deste artista português, radicado na África do Sul.

Eduardo Jaime nasceu em Lisboa, corria o ano de 1935. Começou a cantar aos 18 anos, acompanhando-se sozinho à guitarra e ganhando rapidamente notoriedade, primeiro na rádio e depois na televisão, sobretudo junto do público feminino. Em 1959 surgiu o primeiro contrato para África, onde começou por actuar em diversos teatros e night-clubs de Angola, Congo Belga e Rodésia.


Nos finais desse mesmo ano chega a Moçambique, onde, em Lourenço Marques e durante cerca de 6 meses, realiza um programa no Rádio Clube de Moçambique, patrocinado pela Colgate-Palmolive, com a qual assina um contrato de exclusividade. Na vizinha África do Sul actua nos famosos “Colony” e “Ciro’s” de Johannesburg e no “Beachcomber” de Durban, onde chega a gravar um album ao vivo com o quarteto vocal The Sparklers, em 1961. Durante a década de 60 continua a gravar discos e a fazer actuações na África do Sul com o seu Eduardo Jaime Trio, dividindo-se entre boites de hoteis de Durban (como o “Causery” do Edward Hotel) e Johannesburg (no Langham Hotel). Para além de fazer a maior parte dos arranjos musicais dos discos que foi editando ao longo dos anos, Eduardo Jaime sempre teve também o hábito de interpretar as suas canções em variadíssimas línguas: Espanhol, Francês, Italiano, Inglês, Grego, para além do português.

Temas ripados do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Conjunto de Oliveira Muge (EP 1966)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011





Conjunto de Oliveira MugeOn The Road With… (2º EP Parlophone JGEP 12008, 1966).

Faixas/Tracks: Nessuno Mi Puó Giudicare / Mirza / A Mãe / In Un Fiore.

Em Moçambique e em Portugal o mesmo EP foi editado com capas diferentes, pelo que se reproduzem as duas. Do EP, destacamos o famoso tema "A Mãe".

Biografia: 

» De Ovar a Vila Pery « 

“Nasceu, assim se pode dizer, de uma brincadeira, pois como tínhamos bastante intuição e vontade para a música, resolvemos formar um conjunto…” 

A formação clássica do Conjunto de Oliveira Muge em Moçambique, era formada por José Muge (teclas), António Policarpo (vocalista e viola solo), António Muge (bateria), todos da cidade de Ovar no distrito de Aveiro e José Violante (viola baixo) nascido em Cinfães do Douro mas que vivia em Vila Pery, desde o mês de nascimento. 
As suas iniciais actuações remontam ao longínquo ano de 1961, onde actuaram ao vivo em Ovar, no Café Progresso e ainda noutras localidades do Distrito de Aveiro, assim como no Porto, nos estúdios da RTP, com um programa em directo e no Rádio Club Português (RCP/Norte). 
No início dos anos 60, António Oliveira Muge (já falecido) foi o primeiro a partir da sua terra natal (Ovar) para Vila Pery/Moçambique. Nessas terras de magia e feitiço, António Muge e mais tarde o seu irmão José Oliveira Muge, conjuntamente com António Policarpo de Oliveira e Costa e Victor Montoya, reformularam o grupo. 
Em 13 de Agosto de 1962, quando partiram do Cais do Sodré para a Beira/Moçambique actuaram no navio Infante, e foram convidados a permanecer nesse barco. Todavia, delicadamente recusaram porque o destino era a Beira onde tinham familiares à sua espera.” 
Começaram a notabilizar-se rapidamente, pois com um nível fora do comum, abrilhantavam bailes, festas e outros eventos, tanto na região de Manica e Sofala como em Lourenço Marques. Actuaram também no antigo Rádio Clube de Moçambique (RCM) na sua passagem por Lourenço Marques e mais tarde nos países limítrofes. 
Em Outubro, Novembro e Dezembro de 1962, deslocaram-se à antiga Rodésia, onde apresentaram na TV, em directo, o programa “Seven Three Oh Show”, com muita audiência e ainda em hotéis, Clubes de Salisbury e Boite La Boheme. 
Em meados de Janeiro e durante o mês de Fevereiro de 1963, actuaram no Quénia, no New Stanley Hotel (Grill Room), em Nairobi e também na TV local. 
Em 1964 foi-lhes concedido pela imprensa moçambicana, o primeiro Prémio entre os melhores do ano, o que lhes permitiu percorrerem Moçambique de lés-a-lés. 
Chegaram a ser convidados não só para se deslocarem à África do Sul, o que veio a acontecer, como a Londres e a Chicago e só não assinaram os contratos para as digressões porque não quiseram enveredar pelo profissionalismo. 
Ainda em 1965, depara-se-lhes o primeiro contacto com o estúdio de gravação da Rádio Aero Club (RAC), onde gravaram o seu primeiro EP. 
Em 1966, surgiu a hipótese de se deslocarem à África do Sul para gravarem nos estúdios da Parlaphone/EMI e será editado, pela Importadora, o 2.º EP, On the Road with Oliveira Muge, onde estava incluída a faixa “A Mãe”, da autoria de António Policarpo. 
Era a época do Pop/Rock (Rock e Twist), no entanto o seu repertório baseava-se essencialmente na música italiana, espanhola e francesa (eram exímios). 
Foi nessa época considerado um dos melhores conjuntos de Moçambique, de grande qualidade musical. Venderam inúmeros EPs e as suas canções passavam imensas vezes nas rádios. Os seus EPs gozavam de grande popularidade, colocando-se entre os tops dos 10 mais vendidos. O tema “A Mãe” foi das canções mais solicitadas pelos militares em Moçambique, no período da Guerra Colonial. 
Em 1969 regressaram temporariamente a Portugal, onde actuaram em bailes de Carnaval de Ovar. 
Entretanto decorria a Guerra Colonial. O grande êxito do compositor Policarpo Costa era a “A Mãe”, um tema sentimental que lembrava a separação, a dor da partida, a distância das famílias e os militares e acima de tudo, as saudades que os militares tinham das suas “mães”. 
De regresso a Moçambique, o conjunto manteve-se activo até cerca de 1974. 
Regressaram em 1976, por altura da Independência de Moçambique. Como teria dito a cançonetista portuguesa Maria de Lurdes Resende que trabalhou com este conjunto, “ O conjunto de Oliveira Muge é um agrupamento de muita categoria”. Sem dúvida, de categoria internacional! 
Posteriormente, em Julho de 1976, o grupo reapareceu actuando durante vários anos no Restaurante Progresso, do Furadouro, não faltando no seu vasto repertório, os ritmos africanos de Moçambique e não só. 
Para que conste, o famoso tema “A Mãe” foi recentemente utilizado como música de fundo no filme português “Aquele Querido Mês de Agosto” que foi o único filme nacional presente ao festival de Cannes/2008, tendo sido incluído na Quinzena dos Realizadores. 
Também no filme TABÚ do mesmo realizador e que foi Prémio da Crítica no Festival de Berlim de 2012, a história desenvolve-se à volta da vida do grupo, passada em Moçambique (o personagem principal tem um conjunto yé yé inspirado no Conjunto Oliveira Muge).
Actualmente, José Muge vive em Ovar, onde o bichinho da música ainda o atormenta. Ainda toca e compõe… e mantém a paixão, o gosto e a dedicação à música.
Quanto ao José Violante (viola baixo), após o 25 Abril 74 a sua actividade musical já nessa altura estava praticamente reduzida aos fins de semana, simplesmente para alimentar o seu “bichinho” pela música e a poder desfrutar. Com excepção da era Oliveira Muge essa actividade nunca foi tão intensa, dedicada e profissional. 
De regresso, em 25 Abril 76 chegou a Portugal com a esposa pela 2ª vez. Estivera em 1969 com o Zé Muge, o Policarpo e o António Muge a fazer o Carnaval em Ovar, terra natal dos seus companheiros da banda que seriam sempre os seus mentores, um marco na sua vida e para quem teria sempre uma palavra de agradecimento. 
No entanto, o ambiente musical que encontraria na “metrópole” quando chegou, era diferente do que imaginava. 
Certamente que haveriam vários factores que contribuíram para isso, nomeadamente a falta de estabilidade emocional e económica da época. Sem isso, dificilmente haveria lugar para fazer música nos moldes que gostava e imaginava. 
Nessa altura, pontualmente os músicos moçambicanos regressados das ex-colónias juntavam-se para tocar onde fosse possível e essencialmente para melhorar os seus rendimentos. 
Felizmente, nos finais da década de 70, a situação começou a melhorar. 
Em 1979 assinou um contrato por 6 meses na Figueira da Foz com o pianista Mário Simões. Após esse contrato, ficou temporariamente inactivo mas, em meados de 80, juntou-se a alguns colegas músicos moçambicanos no Casino de Espinho, com quem trabalharia com agrado. 
A linguagem musical era idêntica e acabou por formar e integrar a banda ''Sygma'' (Sygma Band), grupo que, para além de si próprio (no baixo), era composto por Carlos Alberto Silva (bateria), Pedro Abreu (teclas), Zeca Carvalho (guitarra) e Domingos Fu (voz, bateria e percussão). 
Este grupo foi residente no Casino de Espinho, no da Figueira da Foz (com vários contratos), no Estoril e na Madeira, no Sheraton Hotel. 
Dos vários contratos que fizeram com o Casino da Figueira da Foz, terá sido o último o que os ligou à empresa e à cidade. Foram 25 anos neste Casino. 
Violante ainda hoje recorda saudosamente o Conjunto Oliveira Muge, mantendo vivo o gosto e o "bichinho" pela música. Continua activo, ainda toca com prazer, dedicado e disponível sempre que precisem dele…!
Policarpo faleceu em 13 de Julho de 2012.

Por Carlos Santos. 

(Agradecimento especial aos amigos José Muge e António Policarpo (já falecido entretanto) que tiveram a gentileza de oportunamente me cederem recortes de jornais da época, fotos e apontamentos sobre o conjunto e à colaboração do nosso amigo Rafael Amorim. 

(Actualização efectuada em 18/10/2012)

Discografia:

1º. EP - And The Heavens Cried / Twist Bocage / Et Pourtant / Sabato Sera (1965)
2º. EP - Nessuno Mi Puó Giudicare / Mirza / A Mãe / In Un Fiore (1966)
3º. EP - Sospesa Ad' Un Filo / Cosi Come Viene / Gorongoza / Maggie (1967)
4º. EP - Piange Con Me / Longe de Ti / Il Mio Amore Con Julia / In The Moonlight (1968)

EP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

The Square Set (single 1968)




The Square Set – Single Valentim de Carvalho/N’Gola – NGA 129 (30) – Edição Angolana (1968)

Faixas/Tracks: That’s What I Want / Come On

The Square Set é uma fabulosa banda sul africana de rock dos anos 60, mais divulgada pelos temas, That’s What I Want e Silence Is Golden.

Formação:
Neville Whitmill – voz, saiu em Outubro de 1968, regressando em 1972.
Keith Moffat, bateria no primeiro álbum.
Derek Marks, baixista. Deixou a banda em Outubro de 1968.
Mercia Love - Voz, a partir de Novembro de 1967.
Nol Klinkhamer, órgão. Saiu em Outubro de 1968, mas voltou em 1972.
Don Robertson, bateria, saindo em Setembro de 1967.
Malcolm Postlethwaite, bateria, entrou em Setembro de 1967.
Mike Faure, sax 1968.
Johnny Boshoff, baixo, em 1972.
Tony Moore, bateria, em 1972.

Contam com vários álbuns e 45's editados entre eles, Silence Is Golden, Continental, ZB 8167, 1967, Loving You Is Sweeter Than Ever, Gallotone, GALP 1573, 1968 e That's What I Want, LP Continental/Sony, SZB 8221, 1969.

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

V/A - Chinese Rocks (60's)



Chinese Rocks V/A (L.P. 60's)

Fabulous collection!
Like the old saying "digging a hole to China." insatiable record collectors go through stages, digging deeper and deeper to find the next unknown treasure. Collectors of garage/trash 50's and 60's oddities have grown in recent years like a wild fungus and many vinyl mysteries have been solved only to open new ones. Looking to the east we have indeed literally dug a hole to a 60's Singapore and Malaysian weirdsville, represented here by a family style nightmare of rickshaw crashing left of center wild rockers that would never make it onto even a collectors compilation of this sort. Everything from wild surf to Trashmen styled thud to almost Shaggs ineptitude/beauty to garage pounders & even a retarded psychedelic comedy track, put this record on and drown in the delightful soy sauce vinyl insanity that is Chinese Rocks!

In Dionysus Records

Artists/Tracks on this LP are as follows:

The Stylers - 'Hey! Hey! Hey!'
The Singlaps - 'Hey Girl'
The Quests - 'Ding Dong Twist'
Johnny Tan - 'Shakin' All Over'
Bakar Hamid and The Hawks - 'Di-Kav-Tetap Ku Kenang'
The Thunderbirds - 'Call My Name'
Shao Fong Fong - 'I Love A Go Go'
The Hi-Fi Twins and The Kings - 'Papa Oom Mow Mow'
Blue Lake Combo - 'Bombora'
The Steps - 'Steps Theme'
S. Suri and Les Sea King - 'Svasana Alam'
The Fabulous Falcons - 'Midnight Express'
The Saints - (???)
The Hi-Fi Twins and The Kings - 'Lies'
Helen Velv and The Silverstones - 'Hot Pants'
The Quests - 'Pop Inn Theme'
Jamalia Hani and The Pelkans - 'Gadis Di-Ibu Kota'
4 Biol - 'Tukang Telek'


L.P. gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Madalena Iglésias Canta Trechos do Filme Passagem de Nível (EP 1965)




Madalena Iglésias Canta Trechos do Filme "Passagem de Nível" (EP Alvorada AEP 60756, 1965), acompanhada por Shegundo Galarza e seu conjunto.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.