Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.

Sheiks - Te Recuerdo (Single 1967)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

AQUI:

Os Sheiks - Te Recuerdo / Dime Pajarito (Single ODEON DSOL 66.076, 1967).

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Sheiks - EP That's All (EP 1967)



AQUI:

Os Sheiks - That's All (EP Parlophone LMEP 1272 - 1967)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.

Tonicha - 4 Canções de Patxi Andion (EP 1972)





Tonicha - 4 Canções de Patxi Andion (EP Movieplay SON 100.020 - 1972).

Este EP de 1972 apresenta as versões de José Carlos Ary dos Santos para "4 Canções de Patxi Andion", com Direcção Musical do Maestro Thilo Krassman.
Transcreve-se o interessante texto que Ary assina na contracapa do disco:

"Pax Andion é - e já muitos o têm dito - um "caso" musical. Mas, quanto a mim, a grandeza maior desse "caso" reside no impacto de uma força profundamente humana que quase se sente e se aprende fisicamente em todas as suas canções. Ao ouvi-las é impossível dissociarmo-nos da imagem do homem novo ibérico que, com os pés assentes na terra e os olhos virados à esperança, canta, sem dó nem piedade, o seu próprio destino.
Em boa hora decidiu Tonicha interpretar algumas das suas canções, de cuja versão portuguesa tive o prazer de me ocupar. Também ela à sua maneira, personifica mais do que nenhuma outra, entre nós, o canto da nova mulher portuguesa. Canto de amor do povo e de amor pelo povo. Canto personificado num talento de facto ímpar mas, por força da sinceridade e do poder de comunicação humana, tornado colectivo e geral." 
Lembramo-lo da melhor forma que um poeta como Ary pode ser lembrado: nas canções que escreveu e que andaram sempre na boca do povo, pela voz de cantores como a nossa Tonicha".


Fonte: Tonicha Clube de Fãs

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Cid - My Music (LP Orfeu 1980)




José Cid - My Music (LP Orfeu FPAT 6009, 1980).

José Cid grava entre Los Angeles e Paris o seu primeiro LP todo cantado em inglês, intitulado "My Music".
Este disco é apresentado em Cannes, no MIDEM. Grava, para a editora Family, o tema "Springtime Of My Life", com produção de Mike Gold que conheceu no Midem e que trabalhara com Frank Sinatra.
Neste L.P. de 1980 José Cid revela a grande influência de Elton John e dos Beatles na sua forma de composição. No lado A deste disco (faixas 1 a 5) temos um autor completamente liberto de preconceitos que canta, e toca Piano, de forma aberta e extrovertida. José Cid canta a plenos pulmões tal é a alegria de se poder expressar na lingua materna dos seus ídolos. "Ode To The Beatles" é a sua forma de homenagem aos quatro de Liverpool, através de um tema sustentado por uma base de composição tirada de alguns dos temas mais conhecidos dos Beatles. A letra é feita à base de títulos, e alguns excertos de letras, e harmonias, das músicas da banda Inglesa. Muito interessante.
O lado A encerra curiosamente com dois temas mais antigos de José Cid. "Count James" é nem mais nem menos do que a versão Inglesa da "Lenda de El-Rei D.Sebastião". A parte musical é exactamente igual ao sucesso do Quarteto 1111, a letra é que sofre uma pequena alteração substituindo a personagem de D.Sebastião pela de Count James, também ele um grande conquistador. Outro tema aqui recuperado, sob versão Inglesa também e numa interpretação ao vivo é, "Ontem, Hoje e Amanhã" ou seja "Yesterday, Today and Tomorrow". Participou no Festival de Tóquio de 1975 precisamente com este tema.
O lado B (faixas 6 a 10) revela-se mais comedido, com um José Cid mais baladeiro e a cantar de forma mais controlada. "I Kissed Her Goodbye" inspira-se mais uma vez nas harmonias dos Beatles, e a guitarra de Sergeant chega mesmo a sugerir George Harrison. "So Nice, So Fair, So Gay" acaba por ser um título infeliz, com um conceito natural de inocência sem a conotação "agressiva" a que a utilização da palavra Gay sofre actualmente. Este lado B encerra com dois temas mais festivos que apesar de serem cantados, como os restantes temas do álbum, em Inglês não conseguem fugir à nossa Portugalidade.
Trata-se de um dos álbuns de José Cid cuja edição em CD ainda não existe.
No entanto, não devo deixar de referir o excelente músico Mike Sergeant, guitarrista, cantor, ex-membro dos Greenwindows, companheiro de José Cid nas lides musicais, que assinou os arranjos de todos os temas deste disco, contribuindo ainda com o original da sua autoria “ Sycamore Square”.
É um álbum infelizmente pouco conhecido e do qual não existe muito mais informação.

Faixas / Track List:

01 Too Many Nights 3:32
02 Ode To The Beatles 4:30
03 A Love To Share 2:40
04 Count James 3:33
05 Yesterday, Today And Tomorrow 3:25
06 I Kissed Her Goodbye 4:08
07 So Nice, So Fair, So Gay 2:39
08 Sycamore Square 2:53
09 In My Hideway 2:16
10 Big Brother Joe 3:25

Fonte: 1111.no.sapo.pt/josecid

LP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

Fausto - Fausto (1º EP - 1969)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011



FaustoFausto (1º EP Philips 431928 PE, 1969).
É em plena vida académica que grava o primeiro 45 rotações, a que se segue o álbum homónimo, Fausto. 

Fausto Bordalo Dias, de seu nome completo Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias, também conhecido simplesmente por Fausto (nasceu em Vila Franca das Naves, 26 de Novembro de 1948) é um compositor e cantor português.
Em Angola formou o primeiro grupo chamado "Os Rebeldes".
Em 1968 começa em Lisboa os seus estudos universitários. Grava o seu primeiro álbum em 1970.
Com 12 discos gravados entre 1970 e 2005 (dez de originais, uma colectânea regravada e um disco ao vivo), Fausto é presentemente um dos mais importantes nomes da música em geral e da música popular portuguesa em particular.
A sua obra tem sido revisitada por nomes como Mafalda Arnauth, Né Ladeiras, Teresa Salgueiro ou Cristina Branco.

Álbuns de Originais:
Fausto (1970)
Pró que der e vier (1974)
Beco com saída (1975)
Madrugada dos trapeiros (1977)
Histórias de viajeiros (1979)
Por este rio acima (1982)
O Despertar dos alquimistas (1985)
Para além das cordilheiras (1987)
A preto e branco (1988)
Crónicas da terra ardente (1994)
A Ópera mágica do cantor maldito (2003)

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Conjunto de João Paulo - + 1 Disco=4 Sucessos (3º EP, 1965)





Conjunto de João Paulo - + 1 Disco=4 Sucessos (3º EP Columbia SLEM 2214, 1965) 
(contracapa autografada pelos elementos do grupo)


EP gentilmente cedido por Luís Futre.

The Mindbenders - The Letter (EP 1967)




The Mindbenders - EP The Letter (Fontana 465404 TE, 1967). Edição portuguesa.


The Mindbenders (originalmente Wayne Fontana and the Mindbenders) foi uma banda da Invasão Britânica dos anos 60 criada por Wayne Fontana (Glyn Ellis, nascido em 28 de outubro de 1945, em Manchester).
Fontana fundou a banda com Bob Lang, Rick Rothwell e Eric Stewart em 1963. Eles lançaram alguns compactos mal-sucedidos até gravarem "Um Um Um Um Um Um" em 1964, que se tornou num hit no Reino Unido e os catapultou para uma tournée com Brenda Lee. Também tiveram uma canção no primeiro lugar das paradas de sucesso norte-americana, "The Game of Love".
Depois da "tour" pela América e mais alguns compactos mal-sucedidos, Fontana deixou a banda a meio de uma apresentação em 1965. O guitarrista Eric Stewart repentinamente tornou-se o vocalista do grupo, que imediatamente tirou "Waine Fontana" do seu nome.
O primeiro EP dos The Mindbenders sem Fontana foi o sucesso "A Groovy Kind of Love", número 1 nos Hit Parades norte-americanos e regravado por Phil Collins nos anos 80. O álbum homónimo, entretanto, foi um grande fracasso, assim como os outros discos posteriores. Embora tenham aparecido no famoso filme "To Sir, With Love", a banda separou-se em 1968.


Discografia :
1964 It's Wayne Fontana and the Mindbenders
1965 The Game of Love
1966 Erik, Rick, Wayne, Bob
1966 The Mindbenders
1966 A Groovy Kind of Love
1967 With Woman in Mind

Fonte: In Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luis Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Vieira da Silva (EP 1971)




Vieira da Silva - E.P. RREP 0100 - RR Discos, Lda. (1971)
Acompanhamento: Eugénio Pepe (ógão), José Pinto (bateria), Vieira da Silva (viola), Fernando Pinto (baixo e viola baixo) e Carlos Duarte (percussão).

Faixas:
- Do menino que foi jovem
- Canção do dia imaginado
- Canto da hora chegada
- Canção do amor difícil (poema de Viale Moutinho)

Vieira da Silva:
Data nascimento: 11 de Julho de 1946 (no antigo Hospital de Ílhavo)
Natural da Freguesia de S. Salvador, Concelho de Ílhavo.
Médico (licenciado pela Faculdade de Medicina de Coimbra)
Artista, compositor, baladeiro e cantador de música considerada de intervenção.

Percurso musical:
1967 – Fez a música da marcha são-joanina de Cimo de Vila (Ílhavo) com letra do seu Pai, João Adamastor da Silva.
1989 - Compôs o tema musical para a peça teatral “Longa marcha para o esquecimento” apresentada pelo CETA, com texto de Jaime Gralheiro e encenação de José Carretas.
1998 e 1999 - fez as letras das marchas são-joaninas de Cimo de Vila (Ílhavo), ambas com música de Paulo Lemos.

Prémios:
Agosto de 1969 – Venceu o 1º. Festival de Música Popular Portuguesa, realizado no Casino da Figueira da Foz (aberto a malta nova que nunca tivesse gravado discos e apresentasse canções do tipo intervenção ou “baladas” como se dizia nessa época). Do júri faziam parte vários jornalistas entre os quais Mário Castrim e Alice Vieira.
Outubro de 1976 – Obteve o 2º. e o 3º. Lugares no IV Festival da Canção do Illiabum Clube (Artur Ramisote e o Geraldo Alves venceram o Festival com a canção “Ana Vida” em cujo coro colaborou).
“Leme da Literatura 2002” entregue pela Secção Cultural da ACD “Os Ílhavos”.
“Leme da Música 2007” entregue pela Secção Cultural da ACD “Os Ílhavos”.

Discografia:

E.P. 1969 RR Discos, Lda.
- Canção para um povo triste
- Balada para o menino do dia de hoje
- Balada do soldadinho
- Auto-retrato para uma humanidade
(Este E.P. veio a ser apreendido pela PIDE)

Single 1969 RR Discos, Lda.
- Canção para um natal
- Natal dos simples
(Natal dos simples de José Afonso foi interpretado pela Rute)

E.P. 1970 RR Discos, Lda.
- Para a construção da cidade necessária
- Canção para uma manhã diferente
- Da solidão e do trigo
- Porque é urgente cantar
(A capa deste E.P. é de Vieira da Silva)

E.P. 1971 RR Discos, Lda.
- Do menino que foi jovem
- Canção do dia imaginado
- Canto da hora chegada
- Canção do amor difícil (poema de Viale Moutinho)

Single 1975 Valentim de Carvalho
- Os lobos: eles estão aí
- O povo há-de vencer
(Arranjos de José Cid e a capa voltou a ser da autoria de Vieira da Silva)

Single 1977 Valentim de Carvalho
- A sudoeste
- O tempo é de guerra (Os arranjos e a direcção musical são de José Cid e a capa do disco de Vieira da Silva) 
CD artesanal Canção para um povo triste -1999 – Produção, Gravação e Digitalização CDM (reúne todas as canções editadas em vinil e uma homenagem da autoria de Vasco Bilelo tocada ao piano) .
CD artesanal A Poesia e a Música de Vieira da Silva – 2004 – Produção, Gravação e Digitalização CDM. (reúne todas as canções gravadas em vinil de que é autor da música e letra)
CD artesanal Vieira da Silva – 2006 – Produção, Gravação e Digitalização CDM (reúne as canções gravadas em vinil mais duas inéditas mais quatro canções ao vivo)
CD duplo artesanal A memória a sudoeste vários artistas – 2007 – Produção, Gravação e Digitalização CDM (esta colectânea tem duas canções do autor)
CD duplo Canções com história colectânea da autoria de José Niza. 1999
Edição e distribuição Movieplay Portuguesa S.A. (esta colectânea tem a Canção para um povo triste)
Autor (música e letra) do ”Fado da minha revolta” interpretado pela fadista Maria do Espírito Santo (disco em vinil FF EP 0057 da Editora RR discos, Lda.)
Autor da letras de “Fado do amanhecer da saudade” e “Fado da noiva de luto” gravados por Ada de Castro.

In manuelcarvalho.8m.com/vieiradasilva.pdf

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Nelly Perrier - Nelly Perrier (EP 1968)




Nelly Perrier – EP Mr. Fred Astaire (Juin 1968 - RCA Victor, ref. 87.067 M - France).
Orquestrações e Direcção de Orquestra de Gérard Gustin.

EP gentilmente cedido por Luis Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Titãs - Antologia (1963-1969)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011



AQUI:    OU    ALI:

Os Titãs - Antologia (1963-1969)

Em Portugal, nos anos 60, começaram a aparecer grupos que tentavam imitar o que vinha das Ilhas Britânicas (os Sheiks que imitavam os Beatles ou os Beatnicks que imitavam os Rolling Stones).
Os Shadows tiveram, também, seguidores em Portugal. Para além dos FBI (que retiraram o nome precisamente de um tema dos Shadows), cuja existência foi efémera, surgiram os Titãs. Este grupo forma-se em 1963, com João Lourival (baterista), Alfredo Barros (viola acompanhamento), Fernando Costa Pereira (viola solo) e António Braga (baixo), este último já falecido.
A sua formação era idêntica à dos Shadows e os temas tinham, também, semelhanças com o grupo inglês. Os Titãs já tinham uma qualidade acima da média, para o meio português da época. Gravam o seu primeiro EP com temas populares como, " Canção da Beira Baixa" e "Vira da Nazaré", para além de "Menino D'oiro" de José Afonso, todos instrumentais e tocados ao estilo dos Shadows.
Gravam ainda outro disco que inclui " Tema Para os Titãs".
O grupo sofre uma evolução, em 1967, com a entrada de instrumentos de sopro e vocalista. Um dos membros que entra para o grupo é José Lello. Toca saxofone e canta. O grupo começa a interpretar temas em inglês, tais como, " One Way Love", ao mesmo tempo que continua com os instrumentais. Um dos instrumentais é " Mira-me Miguel", uma canção tradicional de Trás-os-Montes, adaptada pelo grupo, no seu estilo característico.
Os Shadows Portugueses, apesar de tudo, durarão pouco mais tempo, já que a separação acontece ainda antes do início da década de 70. Com o fim dos Titãs, termina a imitação dos Shadows em Portugal.

Fonte: Notas parcialmente retiradas de um texto de Aristides Duarte

Discografia:

EP ORFEU - ATEP 6073 – Os Titãs – 1º EP (1963)
EP ORFEU - ATEP 6083 – Tema Para Titãs - Este é 2º EP (e último da sua fase instrumental (1963)
EP CLAVE - 18 – One Way Love – 3º EP (1969)

EPs gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.
Grafismo e adaptação das capas, por João Romão.