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Thilo's Combo (Single 1968)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011


Thilo's Combo - Verão/Balada Para D. Inês (Single, Decca PN 109, 1968).

Este conjunto português(ou combo) foi criado em 1962. Era um quinteto constituído por: Thilo Krasmann (contrabaixo e voz), José Luís Simões (guitarra eléctrica), por Enrique Peiró Jr. (piano), por Fernando Rueda (bateria) e por Vítor Santos (saxofone).
O grupo, com diversas formações, gravou 14 discos em nome próprio (quase todos EP's), sendo apenas um deles em formato single.
O grupo dissolveu-se em 1969.
A biografia deste conjunto já se encontra inserida neste blog.

Single ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Joe Meek – Portrait of a Genius (1960 / 1962)




Joe Meek – Portrait Of a Genius (CD 2 - The classic RGM sound, 1960/62)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Ronnie Bird - Ronnie Bird (2º EP, 1964)




Ronnie Bird - Ronnie Bird (2º EP, 1964).

EP gentilmente cedido por Luís Futre.

Ronnie Bird - Ronnie Bird (1º EP, 1964)



Ronnie Bird - 1º EP (1964).

Ronnie Bird, born Ronald Méhu, is a French singer born in Boulogne-sur-Seine (Hauts-de-Seine) on the 24 April 1946. As a student, he attended lycée Claude Bernard until he had an argument with a teach. He debuted his recording career in 1964 with Decca, with the title track Adieu à un ami, which was a homage to Buddy Holly. Despite his evident ability and the apparent success of (Elle m'attend, Où va-t-elle ?), he ended his artistic career after 5 years.

He is also noted for participating between 1968 and 1972, in the French production of the musical comedy Hair. Moreover, he wrote the lyrics of the song, Precious Things, song by Dee Dee Bridgewater, in a duet with Ray Charles, which saw success in 1989.

Fonte: Wikipedia

Album gentilmente cedido por Luís Futre.

Les Miserables - L'Intégrale (1964 -1968)



AQUI:

Les Miserables - L'Intégrale (1964 -1968).

Grupo pop rock formado em 1963, em Montreal / Canada.

Músicos/Members:

Gerry Bribosia (guitarra solo e voz), Grégoire Buisson (baixo), Michel Cavuoto (guitarra ritmo), Aldo Marandola (bateria), Jean-Marc Vanasse (saxofone)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Hey Beach Girls! Female Surf & Drag (1961-'66)




Hey Beach Girls! Female Surf and Drag (1961-'66) 

25 track collection of rarities from the Surf era. The many Surf Music collections previously available feature either Dick Dale inspired guitar bands, or Beach Boys style vocal bands, leaving the girls overlooked. Hey Beach Girls! sets the record straight, packed with wonderful Surf obscurities by The Westwoods, The Fleetwoods, The Beach Girls, Ellie Gee and The Jets, The Surfettes, The Honeys and many others.

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

Estreia dos Beatles no Cavern Club foi há 50 anos

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Os Beatles ainda com Pete Best (o segundo da dir. para a esq.) na bateria

 Estreia dos Beatles no Cavern Club foi há 50 anos

Os Beatles tocaram pela primeira vez no Cavern Club, em Liverpool a 9 de Fevereiro de 1961, há precisamente 50 anos, e a data é recordada hoje com uma romaria à pequena cave inglesa.

Segundo o jornal britânico "The Guardian", essa terá sido a primeira aparição oficial dos Beatles no clube, que se dedicava sobretudo ao jazz, embora John Lennon, Paul McCartney e George Harrison tenham atuado lá antes enquanto The Quarrymen.

Na altura, os Beatles eram Lennon, McCartney, George Harrison e Pete Best, o baterista que antecedeu Ringo Starr, rondavam os vinte anos e apresentavam-se com calças de cabedal a tocar rock n"roll, mais de um ano antes de terem lançado o primeiro single, "Love me Do".

Na verdade, o Cavern Club foi destruído na década de 1970, para dar lugar a um centro comercial, mas uma réplica do clube foi construída pouco depois na mesma rua, sendo um dos atrativos turísticos de Liverpool, a cidade onde os Beatles nasceram.

Naquele clube, os Beatles deram quase 300 actuações até Agosto de 1963.

In Jornal de Notícias

Denise Barreto - Antologia (1964 - 1969)




Denise Barreto - Antologia (1964 - 1969, Brasil)

O melhor da cantora brasileira Denise Barreto, uma das representantes da juventude
brasileira dos anos 60.

Denise Barreto, carioca de Jacarepaguá, iniciou cedo a sua carreira artística. Após ganhar o título de "Favorita da Juventude" num concurso de TV, Denise foi lançada como "cover" assumida de Rita Pavone, cantora que exercia forte influência entre as cantoras jovens na época, chegando a ser chamada de "Rita Pavone brasileira". Foi levada à RCA Victor em 1965 pelas mãos de José Messias, e lançou "Na Minha Idade" (versão para o original Alla Mia Etá, de Rita Pavone, assinada por Erasmo Carlos). Porém foi em 1966, com o segundo disco, que o sucesso aconteceu com Supercalifragilistic (também de Rita Pavone). Em seguida viria Meu Boletim, que alcançou grande índice de execução e vendas em todo o país. Ainda surgiu com Chato e Atrevido, Sol Demais, Aleluia e Garota Astronauta. Participou activamente no movimento Jovem Guarda, encerrando a sua carreira artística em 1969. Deixou uma importante contribuição para a primeira fase do rock brasileiro.


Faixas/Tracklist:

01. Supercalifragilistic (1964)
02. Brotinho travesso (1964)
03. O seu nome (il tou nome) (1965)
04. Na minha idade (a la mia etá) (1965)
05. Meu boletim (mon livre) (1966)
06. Não lhe dou mais chance (think about love) (1966)
07. Você me acende (you turn me on) (1966)
08. Parecida uma boba (your baby’s gone surfin’) (1966)
09. Deixa de banca (1966)
10. Quero que vá tudo pro inferno (com Golden Boys / Os Lordes / R. Livi / H. Garin) (1966)
11. Chato e atrevido (1967)
12. Se este mundo fosse meu (1967)
13. Sol demais (1968)
14. Tome jeito (1968)
15. Une rondine bianca (1968)
16. Aleluia (1968)
17. Garota astronauta (1969)
18. Menina (1969)

Agradecimento especial à minha amiga Gilda Carvalho, pela colaboração.

Joe Meek – Portrait of a Genius (Engineering the hits, 1955-59)




Joe Meek – Portrait Of a Genius (CD 1 - Engineering The Hits, 1955-1959).

A treasure trove for collectors, but an excellent introduction, too, for anybody captivated by the Joe Meek legend, but uncertain where to start among the myriad compilations and collections that already litter the shelves, Portrait of a Genius is the unequivocally titled box set that Meek's reputation has always demanded. Even longtime connoisseurs will stumble upon sufficient oddities to render this a worthwhile purchase, as the hitherto uncollected likes of Kenny Hollywood's "Magic Star" (a vocal version of "Telstar") rubs shoulders with the so familiar hit, a previously unreleased Gene Vincent recording meets a German-language rendition of the Honeycombs' "Have I the Right," and so on. Also notable is the attention lavished on Meek's apprenticeship -- one entire disc is given over to his work as an engineer in the late '50s, and serves up its own fair share of gems; thereafter, the discs proceed through "the classic RGM sound" (1960-1962), "Telstar" and beyond (1962-1963), and, finally, "in search of a new sound" (1964-1966), and it's impossible to play favorites among them. Meek's reputation as one of '60s pop's most innovative, if unstable, personalities has never been questioned. But still Portrait of a Genius manages to throw new light on the reasons why he deserves those epithets and, no matter what other treasures might still be exhumed from the Meek vault, it will have to be a very special collection that upstages this one.

By Dave Thompson

Info:
Disc 1: Presents Many of the Hits He Engineered for the Major UK Labels During the Mid/Late 50s.
Disc 2: Joe goes it alone, and Tops the UK Charts with ‘Johnny Remember Me’.
Disc 3: ‘Telstar’ Propels Meek to International Success.
Disc 4: ‘have I the Right’ Introduces a Whole New Rgm Sound.

Disc two, three and four Include Copious Collectors’ Rarities, Demos, Interviews, Previously Unissued Sides, etc.

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Parafuso (Romão Félix)


 No Cinema Dica, em Lourenço Marques, com o Conjunto Renato Silva (1970)



Não poderíamos deixar de relembrar com saudade este grande comediante que tantas alegrias e bons momentos nos trouxe na nossa juventude. Para ele a nossa singela homenagem e um Bem Haja.

Carlos Santos

História inédita do Grande Parafuso contada pelo seu próprio punho

Manuel Romão Félix (Parafuso), nascido em Lisboa no dia 20 de Janeiro de 1936, casado com a minha Josefina, Manuela Félix desde 1961.

Fui para Moçambique, Lourenço Marques em 1943, onde estive até 1976, ano em que tive de regressar a Lisboa pelos motivos que são do conhecimento de todos.

Não posso dizer que foi difícil a minha adaptação a Lisboa, embora como todos os "retornados", tenha passado as passas do Algarve, como se costuma dizer.

Voltando ao "meu Moçambique" ali passei os meus melhores anos da minha vida, andei na escola Paiva Manso onde fiz a minha primária, frequentei durante algum tempo a Escola Especial, onde o director era o Sr. Malveiro, depois fui para a Escola Comercial onde fiquei só até ao 3º ano…

Aos 15 anos comecei a trabalhar num despachante oficial (Hélder Barata), estive por lá dois anos e tal e o meu vencimento na altura eram uns 500 escudos, , depois passei para uma firma de transitários a "Fred Cohen Goldnan" e já lá trabalhava o Bebé Carreira que já ganhava umas "massitas".

Em 1955, o Rádio Clube de Moçambique, fez um concurso para cançonetistas, instrumentistas e imitadores, classe em que eu concorri.

Fiquei em 1º lugar imitando um negro na sua maneira típica de falar o Português e assim nasceu "O Parafuso".

Dali para a frente, felizmente o sucesso foi grande, fui então convidado pelo RCM e passei a fazer parte do seu Cast Artístico, participando nos famosos programas de variedades, ás terças e sextas feiras.

Depois, passei a fazer espectáculos em todas as grande e famosas salas de Lourenço Marques, percorri todo o Moçambique, fiz muitos espectáculos na África do Sul, (Johannesburg, Pretória, Durban, Cape Town).

Em Moçambique, gravei 18 discos, o maior numero até á data e todos eles atingiram RECORDE DE VENDAS...

Durante a minha fase artística, trabalhei na Delta Publicidade, que era dos meus amigos Carlos Albuquerque e Graça.

O Albuquerque fazia ali diverso serviço publicitário e tinha também, para além dum programa do Parafuso, colaboração em locução noutros programas.

Em 1955 fui para Boane para cumprir o serviço militar e ali conheci a minha mulher Manuela, o grande suporte da minha vida, e este ano iremos fazer 47 anos de casados…

Em Lisboa o Parafuso, também teve um sucesso enorme, gravei dois discos single, sendo o 1º "Parafuso em Lisboa" o disco mais vendido em Portugal, qualquer coisa como 60 000 exemplares na época era muito disco… depois fiz ainda um espectáculo na TV e diversas actuações pelo País…

Em 1984 o "Parafuso" arrumou as botas, mas não quer dizer que de vez em quando não faça umas gracinhas, nem que seja para os meus netos…

Naturalmente a minha vida artística foi muito completa e muito ficou por dizer, mas por estas linhas, certamente que muitos ficarão a saber um pouco da vida do PARAFUSO.

"A si argúem ficaste chatiado com este mensagem do Parafuso, descurpa…

Sim…chi…mas cada um és como cada qual, mas ninguém és como evidentemente….ambanine e qui o chicuembo proteja todos vocês..."

Ambanine tátá...

Fonte:  Blog de rogertutinegra7 e Malhanga(Magno)