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Wilson Simonal - Alegria,Alegria !!! (1967)

quinta-feira, 15 de março de 2012



Este é o 1º Volume de uma formidável compilação/caixa constituída por 3 álbuns deste excelente cantor da Jovem Guarda brasileira, no seu melhor estilo "swingado" (malandro, Rei da Pilantragem...), de Bossa Soul/Brasil. Espectacular!

Wilson Simonal (carioca), começou cantando calipsos e rocks em inglês. De baile em baile, foi descoberto pelo compositor Carlos Imperial, que o levou para o seu programa de TV, Os Brotos Comandam. Seu primeiro compacto foi o chá-chá-chá “Teresinha”, de Imperial. De boate em boate, foi parar no templo da bossa nova, o Beco das Garrafas, levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli. Em 1963, Simonal lançou seu primeiro LP, que estourou a música “Balanço Zona Sul”, de Tito Madi. Depois de excursionar com o Bossa Três pelas Américas do Sul e Central, lançou o LP “A Nova Dimensão do Samba”, de bossa nova (destaque para "Nanã" e "Lobo Bobo"). Em 1966 e 1967, apresentou na TV Record o Show em Si Monal. A melhor fase de sua carreira chegaria em seguida, com uma série de sucessos dançantes como “País Tropical”, “Mamãe Passou Açúcar em Mim”, “Meu Limão, Meu Limoeiro” e “Sá Marina”, que deram origem a um estilo "swingado" conhecido como Pilantragem. Tal era a popularidade que Simonal chegou a reger um coro de 15 mil vozes no show de encerramento do IV Festival Internacional da Canção, no Maracanãzinho. Encontrou sua derrocada em 1972, quando foi acusado de ser o mandante de uma surra, dada por dois policiais, no contabilista da sua firma, que o teria roubado. Denunciado, Simonal foi condenado, e durante o inquérito, um agente do Dops ainda revelou que o cantor tinha sido informante do órgão. Com essa acusação de "dedurismo" em plena ditadura militar, Simonal passou para o completo ostracismo, só encerrado em 1994, quando foi lançada em CD a coletânea “A Bossa de Wilson Simonal”.

Fonte: CliqueMusic

Citação:
CASTRO, Ruy - Chega de saudade - 1990 - Cia. das Letras - ISBN 9788571641372
“(…) quando surgiu o cantor no Beco das Garrafas, Simoral era o máximo para seu tempo: grande voz, um senso de divisão igual aos dos melhores cantores americanos e uma capacidade de fazer gato e sapato do ritmo, sem se afastar da melodia ou apelar para os scats fáceis”.

Faixas/Tracks:

01 - Os Escravos de Jó (Antônio Luis / Wilson Simonal)
02 - Agora É Cinza (Alcebíades Barcelos "Bide" / Armando "Marçal")
03 - Vesti Azul (Nonato Buzar)
04 - Aos Pés da Cruz (Marino Pinto / Zé da Zilda)
05 - Belinha (Toquinho / Vitor Martins)
06 - Pra Que (Silvio César)
07 - Nem Vem Que Não Tem (Carlos Imperial)
08 - Fim de Semana Em Paquetá (João de Barro / Alberto Ribeiro)
09 - Pára Pedro (José Mendes / José Portela Delavy)
10 - Está Chegando a Hora (Henricão / Rubens Campos)
11 - Remelexo (Caetano Veloso)
12 - Discussão (Tom Jobim / Newton Mendonça)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Edith Veiga - Canta Fados (Uma Homenagem a Amália Rodrigues)

quarta-feira, 14 de março de 2012



Excelente álbum lançado por esta cantora brasileira cantando o internacionalmente reconhecido "Fado". 
Torna-se diferente e engraçado ouvir o fado com sotaque brasileiro, mas muito agradável!
Neste álbum, Edith interpreta espectacularmente, entre outras maravilhas, Foi Deus, Tudo Isto é Fado, Nem Às Paredes Confesso, Só Nós Dois, Coimbra e Lisboa Antiga, uma clara homenagem à "Grande Senhora do Fado, Amália Rodrigues".

A cantora brasileira Edith Veiga nasceu na cidade de Juquiá, SP/Brasil, em 15 de fevereiro de 1939. 
Fez sucesso com "Faz-me Rir" na década de 60, vendendo 500 mil cópias e ficando nas paradas por dois anos. Na mesma época ganhou prémios como o Troféu Roquette Pinto, na categoria revelação. Participou em quase todos os programas de televisão da época e ganhou o apelido de "As Pernas que Cantam". Em 2003, Edith retornou aos palcos e actualmente faz apresentações por todo o país. 
Em 2003, lançou o CD "Edith Veiga canta Amália Rodrigues - Eternamente o Fado". 


 Nascida no interior paulista, teve uma infância simples e com 15 anos, devido à morte de seu pai, mudou com a família para São Paulo. Ali trabalhou como demonstradora de artigos electrodomésticos e cabeleireira. 
 Começou a participar de programas de caloiros, entre os quais, "O telefone está chamando" e "A Hora do Pato". A sua carreira despertou em 1961, quando obteve o segundo lugar no concurso "A Voz de Ouro ABC", programa que era líder de audiência da TV Record de São Paulo, cantando o samba-canção "Castigo" (Dolores Duran), sucesso da cantora Marisa Gata Mansa. Esta apresentação foi vista pelo diretor artístico da gravadora Chatecler, o cantor e compositor Diogo Mulero, o Palmeira, que gostou de seu timbre de voz e resolveu contratá-la. Na ocasião, gravou o bolero "Faz-me rir (Me da Risa)" (F. Yoni e E. Arias - versão de Teixeira Filho) e o fox "Never on Sunday" (M. Hadjidakis e Steve Bernard - versão de Valéria). "Faz-me rir" tornou-se um dos maiores sucessos do ano e o disco vendeu 500 mil cópias, sendo o principal êxito da carreira de Edith Veiga. Em seguida, gravou o bolero "De quem estás enamorado" (Rafael Ramirez e Alba Prado) e a balada "Rumores" (de Joaquim Prieto - versão: Palmeira), e o samba "Volta" (Ruth Amaral e Manoel Teixeira) e o bolero "Minha vida em tuas mãos" (Nízio). "Faz-me rir", "Rumores" e "Tua vida em minhas mãos" fizeram muito sucesso e foram incluídas juntamente como o bolero "Vivemos para amar" (Luiz Mergulhão, Toso Gomes e Umberto Silva) em um compacto duplo. 
 Por conta do sucesso alcançado, a gravadora Chantecler lançou no mesmo ano o LP "Faz-Me Rir e outros sucessos". Com o sucesso obtido com seus primeiros discos foi agraciada com os troféus "Roquete Pinto" e "Chico Viola", na categoria de "Cantora Revelação". 
 Em 1962, estreou como compositora gravando o bolero "Saia da frente" em disco que trazia no lado A o bolero "Sozinha" (Rago e Teixeira Filho), que fez sucesso e propiciou o lançamento de um LP com o mesmo título. Nesse disco, fizeram sucesso as músicas "Acho graça", e a música título, que foi tema da novela "A canção que a noite levou", da TV Tupi, na qual ela chegou a atuar ao lado do cantor Hugo Santana. 
 No ano de 1963, a carreira de Edith Veiga se encontrava no auge e ela era considerada uma das principais cantoras do país, tendo feito shows no Japão, Europa e em quase toda a América Latina. Ainda em 63 lançou o LP "Noite Sem Ninguém". Também em 1963, passou a apresentar, no Canal 2 de São Paulo, o programa "Edith Veiga em Dois Tempos", que ficou mais de um ano no ar, onde recebia personalidades da época, e nele apresentou pela primeira vez ao público o cantor Altemar Dutra. 
 Casou-se em 1967, diminuindo o ritmo das apresentações. Com o nascimento da primeira filha no ano seguinte, praticamente se afastou das gravações. 
 Retornou aos discos em 1972, quando lançou, pela gravadora Sinter, dois compactos simples. 
 Em 1974, lançou novo LP, "Edith Veiga", mais de dez anos após ter lançado o último. Na década de 1970, participou de importantes programas na televisão como "Almoço com as Estrelas", "Globo de Ouro", "Silvio Santos", e "Chacrinha". Em 1974, teve a composição "Menino" incluída na trilha sonora do filme "A força do sexo". 
 Em 1976, fez sucesso com a música "Eu te amei, eu te amo, eu sempre te amarei", de Silfrancis e Jean Garfunkel, lançada em compacto simples. Em 1977, lançou o LP "Eu te amei, eu te amo, eu sempre te amarei". 


 Apresentou no Carnegie Hall, nos EUA, em1980. No mesmo ano, gravou directamente de Nova York dois "clips" para o programa "Fantástico" da TV Globo interpretando as músicas "Fim de comédia", de Ataulfo Alves, e "Não lhe quero mais". Em 1982 lançou o LP "Pensando em ti". 
 Em 1987 gravou o LP "Como Se Fosse". No mesmo ano foi lançado o LP "Faz-me-rir e outros sucessos de Edith Veiga". Em 1988 lançou pela RGE o LP "Começo da Vida". 
Casou-se pela segunda vez em 1989 e, por imposição do marido, abandonou a carreira artística e passou a residir em sua cidade natal. Entretanto, no ano de 2001, retornou à carreira artística realizando shows por todo o Brasil. 
Em 2003, lançou o CD "Edith Veiga canta Amália Rodrigues - Eternamente o Fado". 
Nas décadas de 1960 e 1970, período de seu maior sucesso, ficou conhecida como "A Rainha do bolero". Foi chamada pelo apresentador Chacrinha de "As pernas que cantam". 
Actualmente, EdithVeiga se apresenta pelo Brasil com um show que traz uma retrospectiva de sua carreira e tem como base o repertório de seu novo CD. Nele, músicas inéditas de sua autoria, regravações de clássicos da MPB e participações especiais de Cauby Peixoto, Agnaldo Timóteo e Alcione.  

Fonte: Por Onde Canta?

Faixas / Tracks:

01. Barco Negro
02. Nem Às Paredes Confesso
03. Ai, Mouraria
04. Só Nós Dois 
05. Perseguição
06. Tudo Isto É Fado
07. Amor, Meu Grande Amor
08. Canção do Mar
09. Foi Deus
10. Faz-me Rir
11. Lisboa Antiga
12. Coimbra
13. Uma Casa Portuguesa 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo  Rafael, da Comunidade MC E JG do Orkut, a quem muito agradecemos pela colaboração.

O Melhor da Jovem Guarda (V/A Brasil)



O Melhor da Jovem Guarda é uma compilação fantástica com o melhor do estilo. São 14 faixas que não pode deixar de ouvir, entre elas, "Biquini de Bolinha Amarelinha..." e "Ritmo da Chuva". Um álbum excepcional! 
Esta colectânea que aqui apresentamos traça um perfil interessante do movimento musical nascido a partir do programa de TV comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderleia. Entre outros, salientamos Ronnie Cord,Toni e Celly Campello, Os Caçulas, Carlos Gonzaga ou Sergio Murillo. Mas mais alguns dão voz a esta imperdível parada de sucessos.

Álbum que nos foi gentilmente disponibilizado pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem agradecemos.

Edmundo Falé - Words (single 1987)

terça-feira, 13 de março de 2012




Edmundo Falé - Words (single NM Namouche 05/17/102 - 1987). Edição portuguesa.


Faixas / Tracks: Words (Ronnie Scott) / São Palavras (Edmundo Falé/Ronnie Scott)

Co-fundador dos Ekos, um dos mais expressivos e mal-tratados conjuntos yé-yé portugueses, Edmundo Falé não chegou nunca, porém, a gravar qualquer disco com os seus companheiros, tendo sido substituído por José Luís, o "Cliff do Sarrabuco".
A viver em Cascais, passa depois esporadicamente pelo Conjunto Mistério e pelo Sindicato (Jorge Palma, etc), após o que se dedica mais à actividade profissional como desenhador num atelier.
Mas a música foi mais forte e em 1965 inicia uma carreira a solo, coroada de êxito moderado logo no ano seguinte com a edição do primeiro disco "Eu... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto.
A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita o seu maior sucesso,"Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto".


Fonte: Parcialmente transcrito do Blog Guedelhudos.

Single gentilmente cedido pelo nosso amigo Daniel bacelar, a quem muito agradecemos.
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos

Maria Bethânia - Origens (ao vivo - LP 1968)







Maria Bethânia - Origens (LP EMI/VC 8E 074422 118 - 1968). Edição portuguesa.

Maria Bethânia Viana Teles Veloso, com 26 milhões de discos vendidos, nasceu na cidade de Santo Amaro da Purificação, na Bahia, no dia 18 de junho de 1946. Filha de Zeca Veloso, conhecido como o ‘Onça’ e de Claudionor Viana.
Bethânia é a irmã mais nova do não menos famoso Caetano Veloso, cantor reconhecido nacional e internacionalmente, e da poetisa Mabel Velloso. O mano Caetano foi quem escolheu o seu nome, inspirado numa valsa que, aos 3 anos de idade, já lhe chamava a atenção, Maria Betânia, de Capiba, cantada então por Nélson Gonçalves. A futura cantora consagrada desejava, no início, subir aos palcos não para cantar, mas sim para interpretar.


Aos poucos a garota entra em contato com o contexto cultural de Salvador – para onde se muda em 1960 -, atuando na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, frequentando as inúmeras exposições de artes plásticas, os mais variados shows musicais, o fervilhante ambiente estudantil. Era um período de intensa criatividade e de mudanças na cultura brasileira.
Caetano é chamado, em 1963, para compor a trilha musical da peça Boca de Ouro, do dramaturgo Nélson Rodrigues. Na cena inicial Bethânia tem a oportunidade de enfrentar pela primeira vez os palcos, cantando "Na Cadência do Samba", de Ataulfo Alves. Ainda neste ano eles entram em contato com Gil, Gal Costa, Tom Zé e outros personagens que escreveriam a história da Música Popular Brasileira, inspirados por João Gilberto e pelo movimento que ele praticamente criou, a Bossa Nova.


Em 13 de fevereiro de 1965, durante a vigência da Ditadura Militar, a cantora teve a chance de substituir Nara Leão no espetáculo Opinião, concebido por Oduvaldo Vianna Filho, cantando a canção Carcará, de João do Valle. A sua participação intensa despertou a atenção da crítica e do público, e a sua trajetória consagrada nasceu neste momento. Logo em seguida, recebeu uma proposta de trabalho da gravadora RCA, futura Sony BMG. Ela se transformou numa das intérpretes mais importantes da MPB, bem como o seu irmão Caetano.
Maria Bethânia cresceu num ambiente profundamente religioso, marcado pela cultura do candomblé. Ela cultiva diversos santos e segue especialmente um ritual africano conhecido como Ketu. Muitas das suas canções são inspiradas neste cadinho cultural brasileiro, no sincretismo, na cultura popular, na tradição folclórica do seu país.
Em 1966 atuou nas montagens Arena Canta Bahia e Tempo de Guerra, dirigidos por Augusto Boal, além de participar em vários festivais musicais. Nos anos 70, integrou o célebre conjunto conhecido como Doces Bárbaros, ao lado de Gal, Caetano e Gil. O trabalho da banda, hoje considerado genial, foi então muito mal recebido pela crítica.


Ela foi pioneira entre as vozes femininas na venda de discos – Álibi, de 1978, teve mais de um milhão de cópias comercializadas; Mel, 1979, e Talismã, de 1980, alcançaram também altos índices de vendas. Os seus trabalhos seguintes, Ciclo, de 1983, e A Beira e o Mar, de 1984, foram revolucionários ao optarem por um estilo acústico.
Maria Bethânia festeja os seus 25 anos de caminhada musical gravando, em 1990, o disco 25 Anos, que privilegia as diversas vertentes culturais do Brasil e traz a presença especial de diversos músicos famosos, entre eles Nina Simone, João Gilberto, Toninho Horta, Wagner Tiso, entre outros. O seu trabalho posterior, Olho d’ Água, de 1992, reflete uma viagem da cantora pelo universo das religiões. Em 1993 o seu novo CD, As canções que você fez pra mim, vendeu mais de um milhão de cópias.
Maria Bethânia ao vivo, de 1995, foi a despedida da cantora do formato vinil; foi relançado mais tarde em CD, englobando as quatro canções que, por carência de espaço, haviam sido excluídas do disco anterior. A cantora continua mais ativa que nunca. Os seus trabalhos mais recentes são Dentro do mar tem rio, de 2007, Omara Portuondo e Maria Bethânia ao vivo, de 2008, Encanteria e Maria Bethânia Naturalmente, ambos de 2009. Em 2008 ela conquistou o Prémio Shell de Música, inédito para intérpretes.

Fontes:
http://www.mariabethania.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Bethânia

Faixas:

Café soçaite
Carinhoso
Ele falava nisso todo dia
Marina
Camisa listada
Ponto de Oxossi
Molambo
Voltei pro forró
Fósforo queimado
Samba de roda / Marinheiro só
Lama
Ponto de Iansã

LP gentilmente cedido por Manuel Alves (Amadora)
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

Gilbert - Seleção de Ouro - 20 Sucessos

segunda-feira, 12 de março de 2012


Gilbert Abraham Stein (Cairo, 20 de Dezembro de 1947) é um cantor, actor e radialista egípcio radicado no Brasil, filho de um jornalista austríaco e de uma síria. 
Quando tinha 10 anos, a sua família deixou o Egipto e foi para Marselha de navio, e de trem para Paris/França. 
Veio morar definitivamente no Brasil em 1964, onde estudou violão com Paulinho Nogueira, passando a interessar-se por jazz e bossa nova. 
Com sua voz suave e romântica, traz no seu som o típico amor francês. Reconhecido como um dos maiores intérpretes da canção francesa, Gilbert ganhou alguma notoriedade nos anos 60. 
A sua carreira começa pelo cinema, cantando o tema do filme Emmanuelle, em 1971. Em meados dos anos 70, fez sucesso com “Sans Amour”, tema da telenovela A Viagem (1975). 
Participou no I Festival Internacional da Canção e venceu o Festival de Parque Del Plata, Uruguai, com "Perdona me". 
Em 2002, gravou a música de abertura de Esperança, da Rede Globo, que foi também seu primeiro trabalho como ator na televisão brasileira. 
Tem um programa sobre música francesa na rádio Scalla FM, da qual é director. 

Fonte: Wikipedia

Faixas/Track List:

1.L´AMOUR EST BLEU (A.Poop/P.Cour)
2.ALINE (Christophe/Vs.Nazareno de Brito) - Marciano com participação de Gilbert
3.ARANJUEZ, MON AMOUR (Adagio From Concierto de Aranjuez) (Joaquim Rodrigo/Adapt.Guy Bontempelli)
4.ROMEO ET JULIETTE (H.Mayer/H.Bradtke/Adapt.M.Tezé)
5.JE T´AIME (Gilbert)
6.LOVE ME, PLEASE LOVE ME (Michel Polnareff/Frank Gerald)
7.F... COMME FEMME (Salvatore Adamo)
8.ADIEU JOLIE CANDY (H.Hursel/F.Herval/R.Jeannot)
9.LE BAL DE LAZE (M.Polnareff/P.Delanoe)
10.LES GRILLES DE MA MAISON (J.Chaumelle/Putman/L.Reed/P.Sullivan)
11.DERNIERS BAISERS (Sealed With a Kiss) (J.Sala/P.Udell/G.Geld)
12.JE NE SUIS RIEN SANS TOI (A. PAscal/L.Reed)
13.LA DERNIÈRE VALSE (Les Reed/Barry Mason)
14.VIVRE (Ouça) (MAysa Matarazzo/Vs.Franc.Gilbert)
15.É IMPOSSÍVEL (C´Est Impossible) (Marc Aryan/Vs.Bras.:Marcelo Duran)
16.O IMPORTANTE É CANTAR (CHANTE) (Gilbert Becaud/Pierre Delanoe/Vs.:Sebastião Ferreira)
17.TANTA SAUDADE DE VOCÊ (Gilbert)
18.SOUVENIR D´AMOUR (ADIEU L´ETE, ADIEU LA PLAGE) (Last Summer Day) (Paul Mauriat/Michele Ressi/Vs.Gilbert)
19.AMOUREUX (Carinhoso) (Pixinguinha/João de Barro/Vs. Franc.Gilbert)
20.LA DERNIÈRE CHANSON (Última Canção) (Carlos Roberto/Vs.Franc.Gilbert) 

Álbum que nos foi gentilmente enviado por Joamar Maurício (Floripa/Brasil), a quem muito agradecemos.

Duo Ouro Negro - La Mamma (EP 1964)



Duo Ouro Negro - La Mamma (EP Columbia SLEM 2189 - 1964), com a participação de Thilo´s Combo.  

Faixas / Tracks: La Mamma / Alucinado / Por um Chamiço / Nós e o Amor

O Ouro Negro, em 1964, novamente como duo, fazem versões dos Beatles ("Agora Vou Ser Feliz") e Charles Aznavour ("La Mamma"), acompanhados ou pelo Conjunto Mistério ou pelo Thilo's Combo, como é o caso do EP que aqui apresentamos. 
É por essa altura que começaram a sua internacionalização com a actuações em países como a Suíça, França, Finlândia, Suécia, Dinamarca e Espanha.
Biografia deste Duo já inserida neste blog.

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Júlio Fernandes, a quem agradecemos.

Johnny Kidd And The Pirates - Rarities (Original LP 1963)

domingo, 11 de março de 2012




Johnny Kidd And The Pirates - Rarities (Original LP EMI 1963) 
LP See For Miles Records CM 120 - 1983.
Produced by Walter J.Ridley.  

Uma compilação constituída por 20 temas com algumas raras faixas não editadas e preciosos lados "B".

Um dos maiores nomes do rock inglês pré-Beatles foi o grupo Johnny Kidd and The Pirates.
Johnny Kidd (nome verdadeiro: Frederick Heath) era um cantor selvagem e enérgico e a sua banda atuava do mesmo modo.
Natural de Londres, este grupo iniciou a sua carreira musical em 1959, como Johnny Kidd and the Pirates. 
Jonhnny Kidd foi um promissor cantor e compositor que se apresentava caracterizado de pirata (tinha até uma venda num dos olhos) e estava aparecendo nos Tops da época prometendo ser tão grande quanto Eric Burdon, Beatles,Yardbirds e outros nomes famosos da época.
Na primeira metade da década de 60, Johnny Kidd e os seus companheiros apareceram com uma série de clássicos. O seu primeiro single , "Please Don't Touch" alcançou 25º lugar nos "tops" britânicos. Mais tarde, esse tema acabou por ser gravado por inúmeros grupos. Em 1960 eles conseguem atingir os Hit Parades com um outro hit "Shakin' All Over", mais um tema que motivou vários "covers" de muitos grupos como Guess Who, The Who, Humble Pie ou Suzi Quatro (entre outros).Depois de uma série de singles bem sucedidos, gravaram com êxito o seu primeiro LP, promissor de uma carreira de sucessos.Mas o destino não quis assim e, em 7 de outubro de 1966, os Piratas perderam o seu capitão num acidente de carro nas proximidades Bury, Lancashire. 


Formação:  

Johnny Kidd - vocalista 
Clem Cattini / Frank Farley / Roger Truth / Roger Pinner - bateria 
Nick Simper / Brian Gregg, John Spence - baixo 
Ray Soaper / Vic Cooper - teclas
John Weider / Alan Caddy / Mick Green / Mickey Stewart - guitarra 

Faixas / Tracklist:

1 I Know 2.28 1964 
2 Oh Boy (West/Tilghman/Petty) 1.38 1964 
3 Where Are You 2.17 1964 
4 A Little Bit Of Soap (Russell) 2.09 1964 
5 Steady Date 2.38 1959 
6 More Of The Same 1.51 1961 
7 I Just Want To Make Love To You (Dixon) 3.00 1961 
8 This Golden Ring (Greenaway/Cook) 2.44 1965 
9 Right String But The Wrong Yo-Yo (Perryman) 2.45 1964 
10 Can't Turn You Loose (Redding) 2.18 1965 
11 Shakin' All Over (Heath) 2.24 1965 
12 I Hate Getting Up In The Morning (Murray) 2.04 1966 
13 Send For That Girl (Rowland/Victor/Barter) 2.44 1966 
14 Hurry On Back To Love (Westlake) 2.29 1962 
15 You Got What It Takes (Gordy/Davis/Gordy) 2.02 1960 
16 The Fool (Ford/Hazlewood) 4.10 1966 
17 Ecstasy (Pomus/Spector) 2.31 1963 
18 Shop Around (Gordy/Robinson) 3.05 1964 
19 Weep No More My Baby (Arnette/O'Dell/Murphy/Paterno)3.13 1961 
20 Whole Lotta Woman (Rainwater) 3.12 1964 

Nick Simper aparece nas faixas de 13 e 16.

Bonus: 
21 - Hungry for love 
22 - Yes sir that's my baby 
23 - My babe 

LP gentilmente cedido por Vicky Paes Martins, a quem agradecemos.

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Olá amigos,

Mais uma vez para nos congratularmos. Hoje, atingimos 1.400.000 visitas a este Blog, o que nos dá imensa alegria e satisfação! Não queremos deixar por isso de agradecer mais uma vez a vossa colaboração, preferência e o apoio recebidos.Agradecemos igualmente aos nossos seguidores, amigos, colaboradores e visitantes, pela compreensão, apoio e interesse.
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João Romão e Carlos Santos

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Paulo de Carvalho Com Fluido - The Day Of The Angels (EP 1970)



Paulo de Carvalho/Fluido - The Days Of The Angels (EP Polydor 10024 CR - 1970).

Arranjos e Direcção de Thilo Krasmann
Fluido: Filipe Mendes, Edmundo Silva e Cristiano Semedo.

Faixas/Tracks: The Day of the Angels / Choro / Cantar / Sorrow and Pain

Trata-se do 2º disco deste grupo de rock psicadélico português formado em 1969 por Paulo de Carvalho com Filipe Mendes (Chinchilas), Edmundo Silva (ex-Sheiks, ex-Banda 4) e Cristiano Semedo (ex-Banda 4). Considerado um dos mais raros EP's portugueses.

Paulo de Carvalho começou como baterista e em 1962 foi um dos fundadores dos Sheiks, a banda a que chamariam «os Beatles portugueses».
Paulo de Carvalho fez parte de vários grupos, entre eles a Banda 4, o projecto Fluido e o Thilo´s Combo de Thilo Krassmann. Em 1969 formou o grupo de rock psicadélico Fluido com Filipe Mendes (Chinchilas), Edmundo Silva (ex-Sheiks, ex-Banda 4) e Cristiano Semedo (ex-Banda 4). Tratava-se de um projecto músico-cultural com a colaboração de Vasco Noronha e Dórdio Guimarães. Apesar de nos dois primeiros projectos ser o vocalista principal, só em 1970 inicia uma carreira verdadeiramente a solo ao ser convidado, por Pedro Osório e Carlos Portugal, para cantar Corre Nina, no Festival RTP da Canção. 

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem muito agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.