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Miguel - Caminha João (single 1969)

segunda-feira, 25 de julho de 2011



Miguel - Caminha João (single Movieplay SP 20.005, 1969).
(Sem qualquer informação sobre este artista).

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sylvie Vartan - I'm Watching (EP 1963)





Sylvie Vartan - I'm Watching (EP RCA Victor 86.019 M, 1963).

Faixas/Tracks:
01 - Ne t'en vas pas (comin' home baby) / 02 - Deux enfants / 03 - I'm watching you / 04 - Les Clous D'or

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Jorge Letria - Pare, Escute e Olhe (single 1971)




José Jorge Letria - Pare, Escute e Olhe (Single ZIP ZIP / ZIP 30 020/S - 1971).

Faixas/Tracks: 
Pare, Escute e Olhe - José Jorge Letria
Arte Poética - Hélia Correia/José Jorge Letria

José Jorge Alves Letria (n. Cascais, 8 de Junho de 1951) é um jornalista, político, poeta e escritor português.Nos anos 70 foi um activo cantor de intervenção, ao lado de nomes como José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira e Francisco Fanhais, entre outros, tendo gravado entre 1968 e 1981, cerca de uma dezena de discos e realizou centenas de espectáculos, nomeadamente na Galiza e em Madrid entre 1972 e 1973. (In Wikipedia).


Tal como "Erguer a Voz e Cantar" de António Macedo, “Arte Poética”, a faixa B deste single, foi largamente cantada, antes do 25 de Abril, em convívios estudantis e trabalhadores.
Trata-se de um bonito poema de Hélia Correia com música de José Jorge Letria.
Na contracapa José Jorge Letria deixou escrito um texto em que pretende dar a conhecer as dificuldades sentidas na edição dos seus discos. Não apenas suas dificuldades, de outros também:
“Foi mais de um ano de silêncio (depois do primeiro disco-fracassado). Mais de um ano de silêncio inteiramente assumido. Voluntariamente aceite. É fora dos circuitos normais (televisão, rádio, promoção, venda) que, dolorosamente, sem trincheiras nem disfarces, se descobrem os amigos (?), que se aprende a abominar a hipocrisia e a falsa coerência, a miséria das intenções, a ignorância das coisas elementares."É no silêncio (um certo silêncio, entenda-se), que se descobre a utilidade das palavras. O seu fogo. A sua forma exacta. A sua acutilante facilidade de chegar onde mais ninguém chega. E ao mesmo tempo a sua infinita pobreza. A sua enorme timidez. Sim, porque as palavras são tímidas. Haverá alguém que duvide?"Para mim conservo a certeza de que está tudo ainda por fazer. Não são meia dúzia de discos ou de frases publicitárias, publicamente ditas, que definem uma música e lhe dão a necessária consistência. Desfaçam-se pois os equívocos. Já não é sem tempo. A quem me ouvir deixo, entretanto, a possibilidade de transformar em acto (ou quase) o que no canto se propõe. Se isso não acontecer fico, pelo menos, com a certeza de ter levado até ao fim a minha ingenuidade. Ou seja o silêncio donde partiu. Para os que ficarem pelo caminho vai também a minha saudação."

Texto parcialmente retirado de "Cais do Olhar".

Temas do single e capa frontal gentilmente cedidos por Luís Futre.
Contracapa facultada por Reinaldo Amarante, a quem muito agradecemos.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil por Carlos Santos. 

Los Dug Dug's - Cambia, Cambia (LP 1975 - Mexico)

domingo, 24 de julho de 2011







Los Dug Dug's - Cambia, Cambia (LP RCA Cams - 726 - 1975)
Tercer trabajo de la banda mexicana de Rock Los Dug Dug's.

Este disco fue otro cambio dentro del sonido y letras del grupo, aquí el grupo explora un sonido "Popero" y las baladas estilo Bread, y las letras sobre Amor, desamor, situaciones personales, romanticismo etc. Dejando letras Anti-Drogas como Smog, letras sobre lecciones de comporamiento como Cual es tu Nombre? o letras de viajes espirituales como Voy hacia el Cielo (Voy hacia el Sol), por letras cursis y románticas, las cuales se destacan en este disco.
Para muchos fans de la banda fue una situación parecida a la de la Revolución de Emiliano Zapata, debido a que este último grupo cambió su sonido Psicodélico por las baladas y el Pop, al igual Los Dug Dugs, cambiaron su sonido Rock Progresivo/Psicodélico/Pesado del Smog o su sonido Pop/Rock psicodélico de su primer disco por las baladas y el Pop (Aunque algunas canciones comoFelicidad, Tímido, Cambia Cambia y Brillo de Sol siguen siendo psicodélicas), pero aún así, este disco es excelente, aquí se encuentran canciones con sonidos adelantados a su época, como lo son Ya te Dejé (No Volveré) y No, sí, tú, yo, ya, las cuales ya suenan a Rock Alternativo de los 80's y 90's.

In Rubber Soul Magazine

Los Dug Dug's - Mexican garage rock legends.
Los Dug Dug's are a Mexican rock group which started off in the early sixties as a high school band called Xippos Rock, with members [Roberto Miranda] and [Moises Munoz]. In 1964 Xippos Rock began a road trip from Durango to Tijuana and half way through the trip,in the city of Ciudad Obregon son, the name was changed to Los Dug Dug's, an abbreviation of the band's native city and state. Once the band had arrived at Tijuana they commenced there ascent of Mexican Rock, soon landing a regular gig at Mike's Bar, where they firmly established their reputation. At this time they also did some gigs across the border in the USA where they picked up the latest sounds to take back to Mexico with them. In this way they brought The Beatles' music to Mexico, being the first band to play their songs in Mexico. At the same time they became the first band in Mexico to sing their own songs, as well as the songs of other bands in English, thus breaking what had been a rule in Mexican rock up till then.
In 1960 a seven-member rock and roll band known as Xippos Rock was formed by several high school kids in the city of Durango in the state of Durango. The band was formed by two friends from high school, Roberto Miranda and Moises Munoz. Miranda was the lead guitar and Munoz was the bass player. While studying in he university of their home town, Durango, in the center of Mexico, after a while they invited Armando Nava, they always see him carrying a guitar in his bike so they talked to him to join the band. Nava had a cousin Jorge Lujan that was very close to him and Nava teach him how to play the guitar , then he was invited to the play in the band, after a while Sergio Orrante, the drummer, join the band,in a few months Francisco Alcalde join the band as a singer,at the very last moment Jorge de La Torre join the band as a second singer,they did not have electric guitars, neither drums, but play with acoustic guitars with pick ups home made pick ups and as drums they used a still chair, they even play at a local radio station with a chair and acoustic guitars and some events in local places and theatres, like Ricardo Castro Theatre (known as Cine Principal back then) and in several parties. The songs they used to play in those early years were covers from Mexican rock bands such as Los Teen Tops, Los Locas Del Rotmo , Los Rebeldes Del Rock...
Armando Nava's father was a sales person and desire to take his family to Tijuana, Baja California, and as a salesman he used to travel a lot. So one day,after a year or so, Armando desire to go back to Durango and try to get the band "Xippos Rock " to take them to Tijuana, Mrs Nava , armando's mother, he talked to his mother to let the band travel with them back to Tijuana. at that time Mr Nava was in Tijuana. The lineup consisted of: Armando Nava (Lead Guitar), Jorge Lujan (vocals and guitar), Jorge de La Torre (Vocals),Sergio Orrante (Drums), and Moises Munoz (bass guitar).they started playing in mazatlan,in OBREGON SONORA they changed its name to Los Dugdugs, and they decided to continue their journey all the way up to Tijuana, while After 2O Months In Tijuana (Sergio Orrante) drumer decided to go back to Durango and continue with their regular lives as high school students.
The Dug Dugs were the first group to sing covers and original songs in English, creating what would be known as La Onda Chicana, movement that would include bands like Bandido, Three Souls in my Mind (currently known as El Tri), Peace and Love, El Ritual, among others. 

In Wikipedia

LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos. 

Felipe & Falcão no programa do Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil), no próximo domingo.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Foto: Luiz Ribeiro


Felipe & Falcão no programa do Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil), no próximo domingo. 
A dupla que marcou a música sertaneja, além de relembrar grandes momentos da carreira, contará as novidades do próximo CD.

No próximo dia 24, a manhã de domingo será repleta de alegria e emoção no Programa Eli Corrêa na Rede TV! (Brasil). A partir das 7h00, o apresentador receberá uma das duplas sertanejas mais bem humoradas e irreverentes do mundo musical, Felipe & Falcão. Com 24 anos de estrada, 14 discos e dois DVDs gravados, os sertanejos apresentarão a nova música de trabalho e falarão a respeito do repertório do próximo DVD, que tem sua produção prevista para o segundo semestre deste ano. 
Após a atração de Eli, a partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo apresenta o “Deus Médico dos Médicos”. Neste final de semana, o tema da atração será “Doenças psicossomáticas” e terá como convidado o médico homeopata e fisioterapeuta Clement Hajian. 
Produzidos e patrocinados pela Ultrafarma, os dois programas vão ao ar todos os domingos pela Rede TV! 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Quarteto 1111 - Everybody needs Love, Peace and Food (vídeo)

Quarteto 1111 - Everybody needs Love, Peace and Food (from Youtube)


No início do ano de 1970 é editado o álbum homónimo, conceptual, que aborda os temas racismo, guerra colonial e emigração.
Mesmo em actuações ao vivo, o grupo canta sempre em inglês, por causa da censura. A primeira edição em inglês surge em Novembro de 1970 com o single "Back To The Country". O lado B do disco é exactamente o tema "Everybody needs Love, Peace and Food", uma aproximação ao hard-rock.
Este foi um dos discos do grupo que mais vendeu.
(Adap: A história do Quarteto 1111 / Biografia)

Mais um trabalho que nos foi gentilmente cedido por Mário Dâmaso que nos confidenciou o seguinte: 

"Pelo prazer da música, com o único objectivo de divulgar a MPP, obra e música que entendo relevantes, no panorama nacional, aqui está mais um trabalho.Muito simples, artesanal, mas realizado com enorme devoção".

Obrigado Mário Dâmaso pela forma como também ajuda a divulgar a nossa música.

Carlos Santos

Carlos Portugal - Carlos Portugal (LP 1968)




Carlos Portugal - Carlos Portugal (LP Alvorada LP - 50-54 / 1968).

Infelizmente o vinil/LP não se encontra nas melhores condições e portanto o resultado final não será também dos melhores, apesar de masterizado. Vale pela raridade e pela curiosidade!

Carlos Portugal, cantor, compositor e produtor viseense. Deixou um grande legado discográfico na editora Alvorada em LP's, EP's e singles, da balada ao folk psicadélico, passando pelo rock no início dos anos 70. 
É pena que não exista nenhuma compilação dedicada a este cantor.
Este LP não deixa de ter uma sonoridade estranha variando entre a balada e a intervenção. 
A sua obra continua até inícios dos anos 70 em trabalhos que ora se aproximam dos cantautores ora do pop rock. Carlos Portugal é, sem dúvida, um nome a redescobrir.

Fonte: Nas Terras do Fim do Mundo e Wikipedia


Músicos:
Guitarra: Carlos Portugal (nos temas 1,3,5,7,9,10,11 e 12)
Órgão: José Quelhas (2,4 e 6)
Guitarra: José Bárrio (2,4 e6)
Violoncelo: José Magalhães (8)

LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos. 

John Coltrane & Johnny Hartman (LP 1963)



John Coltrane & Johnny Hartman (LP Impulse! AS-40 - 1963)

O cantor de jazz John Maurice Hartman nasceu no 3 de Julho de 1923 em Chicago e embora não tenha recebido em vida o devido reconhecimento, foi um dos maiores e mais suaves cantores negros de baladas dos anos 50 e 60 que foi comparado a cantores de primeira linha como Billy Eckstine e Nat King Cool. Johnny também se notabilizou pelas suas parcerias em gravações que se tornaram antológicas como a obra-prima que é o registo do encontro em estúdio em 1963 com o saxofonista e jazz man, John Coltrane. Hartman . Começou a cantar ainda no exército, estudou música na faculdade e forjou a sua carreira profissional a partir dos meados dos anos quarenta cantando com a banda de Earl Hines, quando também gravou o seu primeiro trabalho. Quando a banda se desfez em 1947 foi cantar com a Orquestra de Dizzy Gillespie e com ele ficou por dois anos, aproveitando para gravar por fora alguns discos a solo. O seu primeiro trabalho que lhe trouxe sucesso foi o LP “Songs from the Heart” (Savoy Jazz, 1947) com um quarteto liderado pelo trompetista Howard McGhee. Gravou também um álbum que consta entre os seus melhores, “All of Me” (Bethlehem, 1956) e ficou sem gravar até 1963, quando então gravou com John Coltrane "John Coltrane andJohnny Hartman" (Impulse!, 1963). O sucesso do disco levou à gravação de mais dois discos, “Lush Life” em homenagem à Billy Strayhorn, “I Just Dropped by To Say Hello” I Just Dropped By to Say Hello (Impulse!, 1963) e “The Voice That Is” The Voice That Is! (Impulse!, 1964). Johnny voltou aos estúdios de gravação esporadicamente nos anos 70. Dois anos antes da sua morte em Nova Iorque no dia 15 de Setembro de 1983, foi indicado para o Grammy pelo álbum “Once in Every Life” Once In Every Life (Bee Hive, 1980). 
Gravado no Englewood Van Gelder Studio - Cliffs, New Jersey em 07 de Março de 1963 pelo Engenheiro de gravação Rudy Van Gelder. 

In Borboletas de Jade 

John Coltrane is one of the most inventive and innovative jazz musicians of all time, but he very well may be at his best with his work on these six simple ballads. By employing Johnny Hartman as the vocalist, Mr. Coltrane's tenor sax perfectly meshes with Mr. Hartman's deep, rich baritone voice. Mr. Hartman's voice is so sweet and mellow it practically drips out of your speakers. The songs are all arranged in a simple and understated manor and that adds to their elegance. Mr. Coltrane plays in smooth yet forceful tones that turn simple riffs into majestic sounds. McCoy Tyner provides the backbone of the album with his piano playing. He fills the holes with pretty tinkling of the ivories. The band is at their peak on the opening track "They Say It's Wonderful" that opens with a 2 minute solo by Mr. Coltrane and then drops Mr. Hartman's silky dulcitones on you. It doesn't get any more romantic than right here. 
The perfect blend of passionate tenor saxophone and sensual baritone vocals, John Coltrane and Johnny Hartman is one of the most romantic albums ever recorded. Both legends in their own right - John Coltrane as one of the most ingenious and inventive tenor saxophonists and Johnny Hartman the ultimate balladeer - their synergy on this 1963 recording resulted in a masterpiece that far surpassed the popularity of any of their individual recordings. Recorded at the Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey on March 7, 1963. Recording Engineer Rudy Van Gelder. 


Músicos / Personnel:
John Coltrane (tenor saxophone);
Johnny Hartman (vocals); 
McCoy Tyner (piano);
Jimmy Garrison (bass);
Elvin Jones (drums). 

Tracks:
01 They Say It’s Wonderful (Irving Berlin) 
02 Dedicated To You (Sammy Cahn, Saul Chaplin, Hy Zaret) 
03 My One And Only Love (Guy Wood, Robert Mellin) 
04 Lush Life (Billy Strayhorn) 
05 You Are Too Beautiful (Richard Rodgers, Lorenz Hart) 
06 Autumn Serenade 

Álbum gentilmente cedido por Manuel Alves, a quem agradecemos.

Sylvie Vartan - Chance (EP 1963)




Sylvie Vartan - Chance (EP RCA Victor 86.617, 1963).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Trailer "Meio Metro de Pedra"


Recebemos do nosso amigo Luís Futre este pequeno mas interessante apontamento de um documentário de Eduardo Morais, sobre a contracultura do rock'n'roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias. Apesar de uma pequena deficiência sonora no início deste curto apontamento (ou será mesmo assim...), é no entanto imprescindível que se divulgue este trabalho muito meritório sobre uma parte da história da música em Portugal. 

"Boa noite, sejam bem vindos a mais uma emissão do Meio Metro de Pedra. O programa que todas as semanas vos conta as histórias que uma data de meninos e meninas andaram a fazer pelo rock do nosso belo país".
Assim arranca o documentário sobre a contracultura do rock'n'roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias.
Na década de 60, inspirados por bandas como os Shadows, Bill Haley ou os Beatles, cerca de 3000 conjuntos de norte a sul de um país sob o alçada de Oliveira Salazar abalaram as editoras inconscientes deste som emergente.
Um impulso de espírito ousado que percorreu o psicadelismo dos Jets, o punk dos Aqui D'el Rock, e se estabeleceu em pontos nevrálgicos como Braga, Coimbra ou Barreiro.
Um pedaço da história de Portugal que tende a ser ocultado sobrevive através do selo independente da Ama Romanta, da Bee Keeper, da Lux ou da Groovie Records, e tem neste documentário de Eduardo Morais, a sua merecida celebração.

Contactos:
docmeiometrodepedra.blogspot.com
meiometrodepedra@gmail.com


Informação e apoio recebidos de Luís Futre.